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Dezessete cidades da PB vão receber profissionais do ‘Mais Médicos’

Foto: divulgação

Os médicos formados em instituição de educação superior brasileira ou com diploma revalidado no Brasil têm até esta terça-feira (12) para escolher os municípios onde desejam atuar pelo programa Mais Médicos. Os profissionais que quiserem atuar na Paraíba podem escolher uma das 17 cidades que receberão médicos do programa.

Ao todo, 8.042 profissionais tiveram a inscrição validada e poderão disputar entre as 983 vagas em 512 municípios e 1 Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) disponíveis no atual edital. “É um compromisso fortalecer a participação dos brasileiros no Mais Médicos. A reposição vai garantir a continuidade do atendimento prestado aos mais de 63 milhões de brasileiros beneficiados com esta ação”, ressalta o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Os candidatos inscritos e que selecionarem as opções de municípios devem aguardar, no próximo dia 15, a publicação do resultado preliminar da alocação, de acordo com o cronograma disponível no site do Mais Médicos. A previsão é que os profissionais iniciem as atividades no dia 8 de janeiro.

O Ministério da Saúde tem lançado editais periódicos para repor e substituir médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) por profissionais brasileiros. Além disso, também estão sendo repostas vagas oriundas de desistências e de encerramento de contrato. Ampliar a participação de médicos brasileiros no programa é um compromisso da gestão do ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Municípios

Os municípios tiveram até o dia 1º deste mês para indicar o quantitativo de vagas disponíveis. Entre os 983 postos ofertados, a região Nordeste possui a maior quantidade, com 341 oportunidades, seguido do Sudeste (253), Sul (167), Norte (125) e Centro-Oeste (97). Entre os dias 3 e 5 de janeiro está previsto o período de validação dos médicos pelo gestor municipal no Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP).

O programa

Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de brasileiros. Do total de médicos participantes, 47,1% são profissionais da cooperação com a OPAS, 45,6% brasileiros formados no Brasil ou no exterior e 4,16% são intercambistas estrangeiros.

Confira quais cidades paraibanas receberão o Mais Médicos em 2018:

– Aroeiras
– Alagoa Grande
– Baía da Traição
– Conde
– Curral De Cima
– Gurinhém
– João Pessoa
– Juazeirinho
– Lagoa De Dentro
– Marizópolis
– Picuí
– Pilões
– Pocinhos
– Santa Rita
– São José da Lagoa Tapada
– Tavares
– Triunfo

Portal Correio

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Paraíba terá quase 400 profissionais atuando no programa mais médicos

medicoA partir de fevereiro, a Paraíba vai contar com 387 médicos distribuídos em 155 municípios no Programa Mais Médicos. Destes profissionais, 228 são brasileiros e 159 estrangeiros. O Estado já contava com 350 médicos atuando nos postos de saúde e agora ganha mais 37 profissionais, distribuídos em 31 municípios, dentro do programa do Governo Federal.

Segundo a coordenadora da comissão estadual do programa, Rosiani Videres, o interesse dos médicos brasileiros no Mais Médicos tem aumentado. “Os médicos brasileiros estão de fato bastante interessados e acreditam no programa. A prova é que 99% das vagas deste último edital serão ocupadas por eles, além disso, nos últimos editais também foi grande o índice de brasileiros”, disse.

Lançado em 2013 pelo Governo Federal, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país. De acordo com Rosiani, desde a implantação do programa na Paraíba, os médicos vêm suprindo as carências de atendimento à população, imprimindo um modelo de atenção que acolhe e cuida da população, oferecendo atenção integral para as famílias.

“Vários fatores contribuem para que o Programa Mais Médicos seja de grande importância para a população. Os médicos têm suprido as carências de atendimento, se fixando nos municípios, especialmente na regiões mais afastadas da capital. Além disso, vem ampliando e qualificando a formação dos médicos, promovendo melhorias na qualidade da infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS), por meio do Programa Requalifica”, concluiu Rosiani Videres.

 Correio da Paraíba com assessoria

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Municípios da Paraíba poderão repor vagas do Mais Médicos

medicosProfissionais de medicina terão nova oportunidade para participar do Programa Mais Médicos. Foram publicados, esta semana, editais para reposição das vagas desocupadas desde o último processo de seleção, realizado em julho. Na Paraíba, oito municípios possuem 10 postos não ocupados no momento, e devem aderir ao edital entre esta sexta-feira (9/10) e o dia 15 de outubro, para confirmar se está mantida a necessidade dessas vagas. Já os médicos podem se inscrever na seleção entre os dias 13 e 18 deste mês. Os editais fazem parte da política de reposições trimestrais implementada pelo Ministério da Saúde a partir deste ano.

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O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, enfatiza a importância dos editais de reposição para a continuidade da prestação dos serviços nas unidades básicas de saúde. “Não é incomum médicos que estejam no Programa serem aprovados na residência médica, receberem uma proposta de emprego ou passarem em um concurso, por exemplo. Isso é uma realidade na profissão médica, que tem um mercado de trabalho aquecido, com mais oportunidades do que médicos para ocupá-las. O importante é termos garantida a reposição dessas vagas rapidamente, e é isso que esses editais trimestrais garantem: que as prefeituras fiquem o mínimo de tempo possível com vagas ociosas”, esclarece.

Neste edital de reposição, 323 municípios de todas as regiões poderão preencher 410 vagas ociosas. Apenas serão ofertadas para escolha dos profissionais as vagas confirmadas pelos municípios, que devem fazer essa opção pelo site do Mais Médicos. Os postos em aberto que não forem solicitados neste momento ou que estão suspensos temporariamente pela coordenação do Programa poderão ser disponibilizados nas próximas seleções, a depender da manifestação do município ou da regularização da situação que levou à suspensão.

Médicos

Os médicos deverão se inscrever na seleção entre os dias 13 e 18 de outubro através do site do Mais Médicos, preenchendo o cadastro e apresentando a documentação exigida. Eles também devem optar pela modalidade de participação desejada: receber pontuação adicional de 10% nas provas de residência, atuando na unidade básica por no mínimo 12 meses; ou permanecer no município por até três anos e fazer jus a benefícios, como auxílios moradia e alimentação, custeados pelas prefeituras.

Em seguida, os profissionais inscritos deverão indicar, a partir dia 20, até quatro cidades de diferentes perfis onde desejam atuar conforme a sua prioridade. Os candidatos concorrerão somente com aqueles que optarem pelos mesmos municípios. Quem não conseguir alocação terá acesso às vagas remanescentes em outra oportunidade, a ser ofertada em novembro.

Para a classificação na concorrência das vagas foram estabelecidas as mesmas regras adotadas nos editais anteriores, nesta ordem: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; ter experiência comprovada na Estratégia Saúde da Família; ou ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena), do VER-SUS, do ProUni ou do FIES.
Como critérios de desempate serão considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento, e ter maior idade. Não poderão ingressar neste edital candidatos que participaram das chamadas anteriores do Mais Médicos e que tenham sido desligados por descumprimento de normas do Programa.

Caso as vagas não sejam preenchidas, o edital será aberto aos brasileiros que se formaram no exterior e, em seguida, aos profissionais estrangeiros. A previsão é que os primeiros profissionais brasileiros selecionados nesta etapa iniciem as atividades no início de novembro. O próximo edital está previsto para janeiro de 2016.

Última reposição

No último edital de reposição, realizado em julho deste ano, 100% das 276 vagas foram preenchidas por médicos brasileiros com registro no país. Em janeiro, quando houve a expansão das vagas e reposição de postos desocupados, os médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado e os brasileiros graduados no exterior preencheram todas as 4.139 vagas ofertadas em 1.289 municípios e 12 distritos indígenas.

Com essa expansão de 2015, o Programa passou a contar com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.

Sobre o programa

Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e expansão da formação médica no país.

No eixo de infraestrutura, o governo federal está investindo na expansão da rede de saúde. São mais de R$ 5 bilhões para o financiamento de construções, ampliações e reformas de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Já as medidas relativas à expansão e reestruturação da formação médica no país, que compõem o terceiro eixo do programa, preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica para formação de especialistas com o foco na valorização da Atenção Básica e outras áreas prioritárias para o SUS. Destas, 5.306 vagas de graduação já foram autorizadas (3.616 privadas e 1.690 públicas) e 7.742 vagas de residência.

 iParaíba

Brasil está entre os cinco países com mais crimes cibernéticos, aponta relatório da ONU

Foto: EBC Documento cita um estudo onde Brasil aparece como um dos cinco países com mais crimes cibernéticos. Os outros são: Rússia, China, Nigéria e Vietnã
Foto: EBC
Documento cita um estudo onde Brasil aparece como um dos cinco países com mais crimes cibernéticos. Os outros são: Rússia, China, Nigéria e Vietnã

Um novo estudo da Conferência da ONU sobre Comércio  e Desenvolvimento, Unctad, afirma que pequenos países europeus lideram o ranking de 130 economias, de acordo com o preparo para comércio online de empresas para consumidores, conhecido como B2C. O Brasil ocupa a 47ª posição na lista. Os países que lideram o novo índice de comércio pela internet B2C da agência são: Luxemburgo, Noruega e Finlândia.

Entre as nações em desenvolvimento e economias emergentes, os melhores colocados estão no leste da Ásia, como a Coreia do Sul, por exemplo. No entanto, segundo a Unctad, em termos de níveis de compra online, países com grandes populações, como Brasil, China e Rússia, estão com performances melhores do que as esperadas. Para a agência da ONU, isto pode indicar que grandes mercados facilitam o comércio pela internet.

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Índice B2C – O índice de comércio online B2C reune dados de uso de internet, de servidores seguros, de acesso a cartões de crédito e de entregas postais. Entre os países da América Latina e Caribe e entre as economias em desenvolvimento, o Brasil aparece entre os 10 primeiros países no índice da Unctad de comércio eletrônico B2C.

Segundo o Unctad, avaliar a prontidão para o comércio online pode servir como um primeiro passo em direção à formulação de uma estratégia para a área. O comércio online global de empresas para consumidores está avaliado em cerca de US$ 1,2 trilhão, o equivalente a aproximadamente R$ 3,8 trilhões. Apesar de consideravelmente menor do que o comércio online entre empresas, conhecido como B2B, avaliado em mais de US$ 15 trilhões, este segmento está crescendo mais rápido, especialmente na Ásia e África.

O indicador permite que países identifiquem suas forças e fraquezas relativas. Para a América Latina e o Caribe, por exemplo, estender o serviço de entrega postal a domicílio seria particularmente importante. Para o secretário-geral da Unctad, Mukhisa Kituyi, com a “expansão da economia digital e mais negócios sendo afetados, torna-se importante que governos considerem políticas que possam usar o comércio online para o desenvolvimento sustentável”.

Redes sociais – Diferente do uso das redes sociais, onde as taxas da atividade são relativamente mais altas em países em desenvolvimento, a proporção das pessoas que usam a internet e fazem compras online é geralmente mais baixa nestas nações em comparação com países desenvolvidos. Ainda segundo o relatório da Unctad, no Brasil o número de pessoas que usam redes sociais é quase o dobro das que compram online.

A agência calcula que as perdas por causa de fraudes online cheguem a US$ 3,5 bilhões, cerca de R$ 11,2 bilhões. Crimes cibernéticos incluem ações não-monetárias, como distribuição de vírus em redes de computador ou roubo de informações comerciais confidenciais ou de identidade.

Segundo a Unctad, em termos geográficos, os Estados Unidos são de longe o país que é o maior alvo, com quase metade dos casos conhecidos. A segurança da informação é uma preocupação crescente dos governos, empresas e consumidores. O relatório da Unctad afirma que leis sobre crimes cibernéticos estão se espalhando rapidamente.

O documento cita um estudo onde Brasil aparece como um dos cinco países com mais crimes cibernéticos. Os outros são: Rússia, China, Nigéria e Vietnã

EBC

Paraíba faz 2ª chamada para postos do ‘Mais Médicos’

Programa-Mais-MedicosA chamada de 2015 do programa Mais Médicos para os profissionais que possuem registro no Brasil preencheu 87% da demanda dos municípios paraibanos, com a vinculação de 154 médicos. Ao todo, foram autorizadas 176 vagas para o programa no Estado, visando ao preenchimento de cargos em 59 cidades e um Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI). Os postos não ocupados foram selecionados até as 20h de ontem e, caso não sejam preenchidos, haverá uma nova chamada. A previsão é que os profissionais comecem a atuar nos municípios a partir do dia 2 de março.

No total, entre as 59 cidades paraibanas participantes, 48 preencheram 100% da demanda, 9 ocuparam as vagas parcialmente e 2 não conseguiram preencher nenhuma vaga. Já o distrito indígena preencheu parcialmente as vagas. Ao todo, ainda existem 18 vagas em 11 municípios paraibanos, além de três oportunidades em um distrito indígena. Em todo o país, por sua vez, 1.294 cidades e 12 distritos indígenas aderiram ao edital lançado em janeiro. Até o momento, 1.086 municípios e 3 DSEIs conseguiram ocupar integral ou parcialmente as vagas  dentro da primeira chamada.

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Cerca de 70% (610) dos municípios escolhidos estão dentro do critério de vulnerabilidade social e econômico, como as cidades com 20% de sua população em extrema pobreza, com IDH baixo e muito baixo, localizadas no semiárido, Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira e nas periferias de capitais e regiões metropolitanas. A região Nordeste foi a mais atendida nesta primeira fase: das 1.784 opções disponíveis, 1.505 foram preenchidas. No Sudeste, das 1.019 solicitadas, 837 foram ocupadas, seguido do Centro-Oeste, com 314 ocupadas entre as 393 disponíveis, do Sul, com 408, das 520 possíveis e do Norte com 240 profissionais para as 395 vagas apontadas pelos municípios.

Em todo o Brasil, 84% dos médicos se apresentaram nas cidades onde foram alocados. Entre os 3.936 profissionais que deveriam confirmar a participação nos municípios até o dia 20 de fevereiro, 3.304 compareceram. Com isso, estão em aberto para a segunda chamada 835 vagas em 498 municípios e 12 DSEI.A maioria dos médicos que se apresentou (1.896) optou pelo benefício da pontuação de 10% nas provas de residência médica, caso tenha conceito satisfatório durante os 12 meses de atuação no Programa. Outros 1.408 profissionais escolheram os benefícios do Mais Médicos, incluindo os 930 médicos do Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab), que resolveram confirmar a atuação no município por mais três anos.

INSCRIÇÕES
Os 9.276 candidatos inscritos precisam acessar a página do programa (http://maismedicos.saude.gov.br) e optar entre as localidades disponíveis. Caso ainda existam vagas, a terceira chamada está prevista para os dias 17 e 18 de março e, em 10 de abril, será aberta chamada para brasileiros formados no exterior e, no dia 5 de maio, para médicos estrangeiros.

Como regras para a classificação do médico na concorrência das vagas foi levada em conta, principalmente, a opção de prioridade do médico no município, e posterior análise curricular quanto a título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade, experiência comprovada na Estratégia Saúde da Família, entre outros requisitos.

 

JP

Álcool é 144 vezes mais letal que a maconha, segundo pesquisa

maconhaSe o álcool fosse descoberto hoje, possivelmente tabloides do mundo inteiro estampariam manchetes com a “nova droga mortal”, juntamente com depoimentos de testemunhas aterrorizadas por terem visto “viciados” cambaleando pelas ruas, caindo, chorando e na sarjeta. Mas uma recente pesquisa acaba de mostrar que a maconha, que tem utilização proibida em tantos países, é 144 menos letal que o álcool.

O estudo foi publicado na “Scientific Reports”, subsidiária da revista “Nature”, e procurou quantificar o risco de morte associado ao uso de várias substâncias tóxicas. Os cientistas descobriram que a maconha é, de longe, a droga mais segura.

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No lugar de focar a contagem de morte como outras pesquisas, os autores do relatório compararam doses letais de cada substância com a quantidade que uma pessoa comum usa.

Ao elencar as drogas mais mortais, a maconha apareceu no final da lista, enquanto álcool, heroína, cocaína e tabaco lideram. A maconha, inclusive, era a única que representava um risco de mortalidade baixo entre os usuários, apesar de não ser inexistente.

Fumar a erva, obviamente, não é “seguro, e ponto final”, mas estudos têm mostrado que ela é, de fato, “mais segura do que o álcool”.

A pesquisa aparece logo após a polícia do Colorado, primeiro estado americano a legalizar a droga, dizer que em um ano tudo está bem e o trabalho policial passou praticamente inalterado.

O Globo

Crédito para reformar ou compra de material de construção está mais caro

Foto: Leonardo Silva Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro
Foto: Leonardo Silva
Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro

O financiamento para a reforma ou compra de material de construção ficou mais caro pela linha de crédito da Caixa Econômica Federal, o Construcard. A instituição financeira elevou neste mês as taxas de juros mensais do programa, que antes era de 1,50% a 2,33% e agora varia de 1,60% a 2,40%. Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro em João Pessoa, comparado ao mesmo período do ano passado.

O teto dessa faixa vale para os empréstimos com prazos mais longos de pagamento e para clientes sem relacionamento com o banco. Com a dificuldade de acesso ao crédito, dentro de um contexto econômico de reajustes como a do combustível e inflação em alta, os donos de lojas de material de construção na capital paraibana mostram-se preocupados com a situação das empresas e não esperam recuperação das perdas a curto prazo.

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“Estamos tentando equilibrar as finanças porque o futuro é de incertezas. Em janeiro enfrentamos queda de 20% a 30% e já estamos prevendo um primeiro semestre também de queda, que pode chegar a 40%”, revelou o proprietário da loja “Torres Telhas”, José Torres de Abrantes. De acordo com José Torres, a alta do combustível por causa do reajuste do PIS/Cofins (R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel) já repercute no preço do frete e mesmo com a retração nas vendas, este aumento será repassado para o consumidor ainda este mês.

“Já estou pagando mais caro pelo frete cerca de 10% e até agora isso não foi passado para o consumidor. No entanto, não temos mais como segurar os preços e vamos reajustar este mês. E com este crédito mais caro, com certeza o mercado vai ser influenciado”, ressaltou Torres.

A gerente do Depósito Santa Júlia, Jandira de Albuquerque, frisou que desde o mês de dezembro já percebeu uma redução nas vendas. E em janeiro a baixa já chegou a 15% comparado ao mesmo período de 2014.

“Agora, com este fechamento no acesso ao crédito o impacto será negativo. Do jeito que vai, o negócio vai se arrastando e acredito que a tendência vai ser de queda até junho”, revelou.

De acordo com Jandira Albuquerque, os reajustes que passaram a vigorar há algumas semanas já encareceram produtos como areia e cimento. “Temos que repassar esta alta para o consumidor. Somente o saco de cimento aumentou R$ 1,50 e hoje custa R$ 26”.

Para tentar sobressair neste momento de crise, os empresários tentam reduzir ao máximo as despesas das empresas e evitam contratar mão de obra, optando por empregados terceirizados.

Segundo a Caixa, o alinhamento das taxas de juros do produto Construcard teve por finalidade manter a competitividade do produto, considerando as alterações da taxa básica de juros Selic. O banco lembrou que mesmo com o reajuste, as taxas adotadas, aliadas às condições de prazo e limites, permanecem as mais atrativas do mercado.

Bolsa Família é bloqueado para mais de 14 mil famílias da PB; veja como resolver

bolsa familiaO governo federal suspendeu o benefício de 14.067 famílias paraibanas por falta de atualização cadastral no programa Bolsa Família. Em João Pessoa, são 2.880 benefícios bloqueados. Outras cidades como São José do Sabugi, no Sertão paraibano, que está com 90% dos cadastros desatualizados, e Massaranduba e Cabaceiras, no Cariri do estado, que contabilizam 77% das famílias na mesma situação, também constam com benefícios bloqueados.

A revisão cadastral começou no mês de maio de 2014 e terminou em 16 de janeiro deste ano. Confira a relação completa das cidades com benefícios bloqueados.

As famílias que estão com o benefício bloqueado devem comparecer aos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) ou as prefeituras locais para regularizarem a situação, podendo voltar a receber o benefício a partir do dia 20 de março.

“As famílias que fizerem a atualização até 20 de março poderão voltar a receber o Bolsa Família, desde que continuem com perfil para o programa”, destaca a coordenadora-geral de administração de benefícios do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Caroline Paranayba.

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Para a atualização cadastral, os titulares do cartão Bolsa Família devem levar o CPF ou título de eleitor. Responsáveis por famílias indígenas devem apresentar qualquer outro documento de identificação de validade nacional.

Caso o cadastro vá ser atualizado por outro membro da famílias, o responsável deve levar, pelo menos, Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (Rani), CPF, Carteira de Identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Título de Eleitor.

Em fevereiro, o benefício será pago para mais de 525,4 mil famílias, que vão receber pouco mais de R$ 93,6 milhões.

 

Portal Correio

Papa Francisco: reforma da cúria visa a mais transparência e eficácia

papaO papa Francisco explicou hoje (12) ao Colégio de Cardeais, reunido em Roma, que a reforma da Igreja tem como meta uma colaboração mais eficaz e mais transparente.

“A meta a alcançar é sempre a de favorecer a harmonia no trabalho dos diferentes dicastérios [ministérios da cúria] e gabinetes para, ao final, estabelecer colaboração mais eficaz e com absoluta transparência”, disse Francisco, na abertura do consistório, que reúne cerca de 150 cardeais na capital italiana.

O papa explicou que nos próximos dois dias vai ser apresentada uma síntese do trabalho feito pelo grupo de nove cardeais encarregado de elaborar a nova Constituição. Ele agradeceu o trabalho e, em particular, ao coordenador do grupo, Oscar Rodríguez Maradiaga, e ao secretário, Marcello Semeraro, encarregado de apresentar o resultado.

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O papa lembrou que a reforma foi pedida pelos cardeais antes do início do conclave em que foi eleito, acrescentando que o processo “não será fácil” e exigirá “tempo, determinação e, sobretudo, colaboração de todos”.

Nesta fase, segundo Francisco, uma das hipóteses mais consistentes para simplificar o governo da Igreja é a de englobar em dois ministérios os atuais dicastérios relacionados com “caridade, justiça e paz”, por um lado, e “laicidade, família e vida”, por outro.

Após o discurso do papa, a reunião prosseguiu a portas fechadas, com a apresentação de Marcello Semeraro. Depois, falará o cardeal George Pell, chefe da Secretaria de Economia do Vaticano, sobre as atividades do novo ministério.

 

Agência Brasil 

 

Mais da metade dos trabalhadores da Paraíba são informais, diz MTE

carteira de trabalhoMais da metade dos trabalhadores da Paraíba estão na informalidade. Conforme estudo divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base dados do Censo do IBGE, a taxa de informalidade paraibana chega a 50,4%. O percentual faz da Paraíba o quarto estado do país com maior número de trabalhadores informais, atrás apenas do Maranhão, Piauí e Pará.

O superintendente regional do Trabalho e Emprego na Paraíba, Rodolfo Ramalho Catão, afirmou que São Bento é o município paraibano com maior incidência de trabalhadores informais nas empresas. A situação no local, de acordo com ele, é considerada crítica. Este problema chega, em média, a 80% do total de empreendimentos existentes na cidade.

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“A situação em São Bento é crítica, acredito que a informalidade chega a 80%. O pior é que os trabalhadores são coniventes com esta situação. Eles preferem não ter carteira assinada para não ter os descontos previstos em lei”, frisou Catão. Os setores que mais contratam empregados informais no Estado são comércio e construção civil, de acordo com o MTE. O segmento de empregada doméstica também se destaca neste tipo de infração.

Para combater a sonegação dos valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e contratação sem carteira assinada, o MTE lançou uma campanha nacional. Devido a essa força-tarefa, a Paraíba vai receber reforços de auditores fiscais. O superintendente regional do trabalho, Rodolfo Catão, contou que atualmente existem na Paraíba 51 auditores fiscais e desse total apenas 15 são responsáveis por fiscalizar a parte documental das empresas em todo o Estado.

“Com o número pequeno de auditores fiscais na Paraíba, o ministério irá enviar reforço de pessoal e novas ferramentas de fiscalização, porque não podemos parar as atividades que estão em andamento, como é o caso dos trabalhadores da construção civil. Eles correm risco de vida. Para abranger uma ação maior, precisamos de reforço”, afirmou Catão.

 

G1