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PARA MAIORES: Cerca de 80% dos homens não sabem encontrar o ponto ‘G’

Foto: Getty Images
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Uma pesquisa realizada em 2012 afirma que 81% dos homens não sabem encontrar o ponto “G”. Como assim meninos?

Então vamos lá, partindo do assunto que quase 100% dos homens não encontram o ponto “G” de suas garotas vamos aqui mostrar, sem desenhar, onde está o certo ponto que todos almejam encontrar e fazer da transa uma brincadeira mais prazerosa.

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É óbvio que os homens têm que se preocupar com o prazer de suas companheiras sexuais, pois o cara que não se preocupa com isso com certeza é um grande babaca, além de não saber que quanto mais a mulher sente prazer mais ela vai proporcionar prazer, então não perca tempo e encontre o ponto rapaz!
Como encontrar o ponto “G”:
1. Lembre-se a mulher sente prazer na parte de fora da vagina.
2. Conheça o corpo da sua parceira, explore-a. Não tenha pressa, se ela resolveu ir pra cama com você ela vai até o fim, então vá sem atropelar os bois. Sei que é difícil segurar quando está a ponto de bala, mas quanto mais excitá-la mais terá um sexo agradável.
3. Encontre o clitóris, fica na parte superior. Acaricie-a com os dedos, de forma bem delicada, outra idéia é fazer um oral.
4. Quando a mulher recebe esse tipo de excitação ela sente um turbilhão de sensações, levando-a ao orgasmo.
5. Como saber que eu encontrei o ponto “G”? É muuuuito fácil, ao excitar a moça o corpo dela irá reagir, e o clitóris irá tomar uma proporção maior que o natural, além de ficar bem sensível, ou seja, a vagina estará totalmente a ponto de bala, assim como vocês ficam quando estão com o pau duro, aí é só introduzir um dedo na vagina e realizar um sentido de sobe e desce (não é entra e sai e sim sobe e desce) daí por diante você fará ela gozar quantas vezes quiser.
Obs: Mulheres com lábios genitais maiores têm a sensibilidade bem menor, para resolver isso você deve afastar os lábios e caprichar nos carinhos e no oral, claro.
Da Redação com 180 Graus

Confira as 10 maiores receitas do futebol brasileiro

 

Se a Seleção Brasileira não tem apresentado um desempenho muito animador nos últimos anos, pelo menos do ponto de vista financeiro o futebol nacional tem obtido bons resultados. Segundo levantamento recente do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo (IBDD), o faturamento dos clubes passou de R$ 805 milhões, em 2003, para R$ 2,7 bilhões, em 2011.
O estudo também mostra que os 10 clubes com maiores receitas em 2011 atingiram R$1,7 bilhão, o que representa 65% do mercado. Em 2003, os “Top 10” respondiam por 58% do total de receita gerado. Como os dados de 2012 ainda não estão consolidados, o instituto fez uma projeção do desempenho nos clubes no ano passado.

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Acompanhe as 10 maiores receitas, em milhões de reais:

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(1) Corinthians
2003: R$55
2011: R$290
*2012: R$320
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(2) São Paulo
2003: R$95
2011: R$226
*2012: R$260
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(3) Internacional
2003: R$31
2011: R$198
*2012: R$230
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(4) Santos
2003: R$33
2011: R$189
*2012: R$214
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(5) Flamengo
2003: R$53
2011: R$185
*2012: R$200
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(6) Palmeiras
2003: R$51
2011: R$148
*2012: R$159
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(7) Grêmio
2003: R$25
2011: R$143
*2012: R$158
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(8) Vasco
2003: R$36
2011: R$137
*2012: R$145
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(9) Cruzeiro
2003: R$52
2011: R$129
*2012: R$135
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(10) Atlético-MG
2003: R$31
2011: R$100
*2012: R$110
*Projeção referente ao acumulado de 2012, cujos dados ainda não foram fechados
istoedinheiro

Caminhoneiros são as maiores vítimas de acidentes de trabalho fatais

caminhoneiroOs caminhoneiros são os trabalhadores que mais morrem nos estados de Minas Gerais e São Paulo. Foi o que mostrou uma pesquisa inédita divulgada neste mês sobre acidentes de trabalho fatais nos dois estados, relativa aos anos de 2006 a 2008.

De acordo com o estudo, 15% dos 823 trabalhadores que morreram em decorrência da atividade laboral em Minas Gerais nesse período eram motoristas de caminhão; outros 5,7% eram serventes de obras e 3,7%, trabalhadores da agropecuária em geral. No estado São Paulo, a pesquisa revelou números semelhantes. Os caminhoneiros foram maiores vítimas entre os 2.252 mortos equivalendo a 11%, seguidos pelos serventes de obras (3,7%) e trabalhadores de linha de produção (3,1%).

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O estudo relaciona os dados de declarações de óbitos com as Comunicações de Acidentes do Trabalho (CAT) e foram divulgados em uma pesquisa do órgão governamental Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), em parceria com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) de São Paulo.

De acordo com a pesquisadora Monica La Porte Teixeira, do Seade, o trabalho em ambiente completamente externo contribui para o maior índice de acidentes entre os caminhoneiros. “Eles estão expostos a acidentes no exercício da sua profissão e no trajeto, quando vem e voltam do trabalho. Correm o risco de violência e precisam trabalhar até 15 horas diárias. Tudo isso leva eles a sofrerem a tendência de ter um acidente”, explica.

A pesquisa também mostrou que a média de idade dos trabalhadores vítimas de acidentes fatais é de 37 anos e que cerca de 80% das mortes são de pessoas sem o ensino médio completo. “O que a gente percebeu é que os acidentes de trabalho atingem as camadas mais populares, os trabalhadores que estão na rua, expostos, e [em empregos] que tem pouca necessidade de alfabetização mais qualificada”, afirma a pesquisadora Rosa Maria Vieira de Freitas, também do SEADE, que contribuiu no corpo técnico da pesquisa.

 

Bases de dados diferentes

As pesquisadoras explicam que o estudo veicula informações de três fontes diferentes para análise de dados: o CAT do Ministério da Previdência Social, o Sistema de Declaração de Óbitos (DO) da Fundação Seade para o Estado de São Paulo, e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde para o Estado de Minas Gerais.

Os dados, segundo elas, nem sempre batem com as informações geradas pela Previdência Social. Há casos em que declarações de óbito de acidentes de trabalho não geraram a CAT, por exemplo. Em outras situações, a CAT que indica acidente de trabalho não tem declaração de óbito correspondente.

De acordo com as pesquisadoras, o estudo trabalhou com as informações de forma conjunta, identificando casos comuns e elaborando uma base de dados mais completa. “A gente tentou nessa veiculação ter o número [de mortes em acidentes de trabalho] mais perto do real. Existem diversas fontes de informação sobre acidentes de trabalho e nenhuma abarca toda a população trabalhadora. Queremos proporcionar uma melhora da informação para a criação de políticas públicas mais coerentes com a realidade”, destaca Rosa.

Para a Monica La Porte Teixeira, a pesquisa mostra a necessidade de unificar as bases de informação para facilitar a elaboração de diretrizes para políticas públicas. “Se cada base cobrisse a população trabalhadora [total], talvez a gente encontrasse um número maior de acidente do trabalho”, defende.

Atualmente o Brasil conta com seis bases diferentes de informação que tratam de acidentes de trabalho fatais: o Dataprev, gerenciado pelo Ministério da Previdência Social, com registros das Comunicações de Acidentes do Trabalho (CAT); o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), gerenciado pelo Ministério da Saúde, com registros das Declarações de Óbito (DO); o Sistema de Informações Hospitalares (SIH), também gerenciado pelo Ministério da Saúde; a Relação Anual das Informações Sociais (Rais), gerenciado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com dados sobre movimentação dos empregados com contrato formal de trabalho; e o Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde.

 

 

brasildefato

Ministério da Justiça notifica seis maiores bancos do país por falta de informações em pacotes de serviços

Os seis maiores bancos do país terão de prestar esclarecimentos ao Ministério da Justiça sobre os pacotes de serviços que oferecem. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do ministério deu dez dias de prazo para as instituições financeiras apresentarem asrespostas.[bb]

De acordo com o Ministério da Justiça, existem indícios de falta de transparência na oferta de pacotes bancários com base em levantamento nas páginas das instituições na internet. Além disso, os bancos estariam inserindo, nos pacotes, serviços gratuitos e obrigatórios. Para o DPDC, o procedimento pode levar à tarifação indireta, fazendo o cliente pagar por serviços aos quais tem direito garantido pela legislação.

A notificação atingiu os seguintes bancos: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander. O DPDC pede informações sobre os preços, a quantidade e a composição dos pacotes oferecidos. Pela legislação, os bancos teriam de informar aos clientes a tarifa de cada serviço, especificando quais são gratuitos e quais devem ser pagos.

O material enviado pelas instituições financeiras será avaliado em conjunto por técnicos do DPDC e do Banco Central. Em nota, o Ministério da Justiça informou que a falta de informações e a inserção de serviços essenciais e gratuitos dificultam a liberdade de escolha pelo consumidor.

Agência Brasil

Brasil está entre os maiores doadores de alimentos do mundo

Ao doar apenas até agosto deste ano, US$ 75 milhões em comida para os países que enfrentam situações de crise, o Brasil passa a ser considerado um dos maiores colaboradores do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da comunidade internacional. Em 2011, o governo brasileiro doou mais de 300 mil toneladas de comida para 35 países. Paralelamente, o Brasil é apontado como uma das nações que mais se destacam no apoio à ajuda humanitária.

Em comunicado, o PMA ressaltou a atuação do Brasil tanto na doação de alimentos como na assistência humanitária internacional, por meio de parcerias. O governo brasileiro comunicou que manterá as doações de alimentos não só até dezembro como também em 2014.

A ideia é distribuir até o fim do ano 90 mil toneladas de arroz para a Bolívia e Honduras, na América Latina, e Burundi, Congo, Etiópia, Gâmbia, Uganda, Moçambique, Níger, Senegal e Zimbábue, na África.

O Brasil colabora com missões de paz no Haiti, país cujo governo atua para buscar a estabilidade política, econômica e social, e na Síria, que há 17 meses enfrenta confrontos internos devido às divergências entre o presidente, Bashar Al Assad, e a oposição.

O Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil mantém uma série de parcerias com vários países para estimular a produtividade agrícola e o desenvolvimento rural, na tentativa de buscar a segurança alimentar.

“As experiências em programas de alimentação escolar, em que os alimentos são comprados a partir de pequenos agricultores locais podem enriquecer o debate entre o Brasil e os governos africanos em torno da promoção do direito à alimentação”, disse o diretor do Centro de Excelência do Programa Mundial de Alimentos para a África, Daniel Balaban, que atua em parceria com o Brasil.

Só no Haiti, o país mais pobre das Américas, mais de 24 mil toneladas de arroz e feijão brasileiros foram distribuídas para os moradores que sofreram com o terremoto de janeiro de 2010. Os custos de distribuição foram cobertos pela Espanha. Na África, mais de 65 mil toneladas de milho e feijão brasileiros foram doados para países, como a Somália.

Agência Brasil

Hábito de ler está além dos livros, diz um dos maiores especialistas em leitura do mundo

Brasília – Um dos maiores especialistas em leitura do mundo, o francês Roger Chartier destaca que o hábito de ler está muito além dos livros impressos e defende que os governos têm papel importante na promoção de uma sociedade mais leitora.

O historiador esteve no Brasil para participar do 2º Colóquio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários, realizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em entrevista à Agência Brasil, o professor e historiador avaliou que os meios digitais ampliam as possibilidades de leitura, mas ressaltou que parte da sociedade ainda está excluída dessa realidade. “O analfabetismo pode ser o radical, o funcional ou o digital”, disse.

Agência Brasil: Uma pesquisa divulgada recentemente indicou que o brasileiro lê em média quatro livros por ano (a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro em abril). Podemos considerar essa quantidade grande ou pequena em relação a outros países?
Roger Chartier: Em primeiro lugar, me parece que o ato de ler não se trata necessariamente de ler livros. Essas pesquisas que peguntam às pessoas se elas leem livros estão sempre ignorando que a leitura é muito mais do que ler livros. Basta ver em todos os comportamentos da sociedade que a leitura é uma prática fundamental e disseminada. Isso inclui a leitura dos livros, mas muita gente diz que não lê livros e de fato está lendo objetos impressos que poderiam ser considerados [jornais, revistas, revistas em quadrinhos, entre outras publicações]. Não devemos ser pessimistas, o que se deve pensar é que a prática da leitura é mais frequente, importante e necessária do que poderia indicar uma pesquisa sobre o número de livros lidos.

ABr: Hoje a leitura está em diferentes plataformas?
Chartier: Absolutamente, quando há a entrada no mundo digital abre-se uma possibilidade de leitura mais importante que antes. Não posso comparar imediatamente, mas nos últimos anos houve um recuo do número de livros lidos, mas não necessariamente porque as pessoas estão lendo pouco. É mais uma transformação das práticas culturais. É gente que tinha o costume de comprar e ler muitos livros e agora talvez gaste o mesmo dinheiro com outras formas de diversão.

ABr: A mesma pesquisa que trouxe a média de livro lidos pelos brasileiros aponta que a população prefere outras atividade à leitura, como ver televisão ou acessar a internet.
Chartier: Isso não seria próprio do brasileiro. Penso que em qualquer sociedade do mundo [a pesquisa] teria o mesmo resultado. Talvez com porcentagens diferentes. Uma pesquisa francesa do Ministério da Cultura mostrou que houve uma redistribuição dos gastos culturais para o teatro, o turismo, a viagem e o próprio meio digital.

ABr: Na sua avaliação, essa evolução tecnológica da leitura do impresso para os meios digitais tem o papel de ampliar ou reduzir o número de leitores?
Chartier: Representa uma possibilidade de leitura mais forte do que antes. Quantas vezes nós somos obrigados a preencher formulários para comprar algo, ler e-mails. Tudo isso está num mundo digital que é construído pela leitura e a escrita. Mas também há fronteiras, não se pode pensar que cada um tem um acesso imediato [ao meio digital]. É totalmente um mundo que impõe mais leitura e escrita. Por outro lado, é um mundo onde a leitura tradicional dos textos que são considerados livros, de ver uma obra que tem uma coerência, uma singularidade, aqui [nos meios digitais] se confronta com uma prática de leitura que é mais descontínua. A percepção da obra intelectual ou estética no mundo digital é um processo muito mais complicado porque há fragmentos e trechos de textos aparecendo na tela.

ABr: Na sua opinião, a responsabilidade de promover o hábito da leitura em uma sociedade é da escola?
Chartier: Os sociólogos mostram que, evidentemente, a escola pode corrigir desigualdades que nascem na sociedade mesmo [para o acesso à leitura]. Mas ao mesmo tempo a escola reflete as desigualdades de uma sociedade. Então me parece que, também, é um desafio fundamental que as crianças possam ter incorporados instrumentos de relação com a cultura escrita e que essa desigualdade social deveria ser considerada e corrigida pela escola que normalmente pode dar aos que estão desprovidos os instrumento de conhecimento ou de compreensão da cultura escrita. É uma relação complexa entre a escola e o mundo social. E é claro que a escola não pode fazer tudo.

ABr: Esse é um papel também dos governos?
Chartier: Os governos têm um papel múltiplo. Ele pode ajudar por meio de campanhas de incentivo à leitura, de recursos às famílias mais desprovidas de capital cultural e pode ajudar pela atenção ao sistema escolar. São três maneira de interação que me parecem fundamentais.

ABr: No Brasil ainda temos quase 14 milhões de analfabetos e boa parte da população tem pouco domínio da leitura e escrita – são as pessoas consideradas analfabetas funcionais. Isso não é um entrave ao estímulo da leitura?
Chartier: É preciso diferenciar o analfabetismo radical, que é quando a pessoa está realmente fora da possibilidade de ler e escrever da outra forma que seria uma dificuldade para uma leitura. Há ainda uma outra forma de analfabetismo que seria da historialidade no mundo digital, uma nova fronteira entre os que estão dentro desse mundo e outros que, por razões econômicas e culturais, ficam de fora. O conceito de analfabetismo pode ser o radical, o funcional ou o digital. Cada um precisa de uma forma de aculturação, de pedagogia e didática diferente, mas os três também são tarefas importantes não só para os governos, mas para a sociedade inteira.

ABr: Na sua avaliação, a exclusão dos meios digitais poderia ser considerada uma nova forma de analfabetismo?
Chartier: Me parece que isso é importante e há uma ilusão que vem de quem escreve sobre o mundo digital, porque já está nele e pensa que a sociedade inteira está digitalizada, mas não é o caso. Evidente há muitos obstáculos e fronteiras para entrar nesse mundo. Começando pela própria compra dos instrumentos e terminando com a capacidade de fazer um bom uso dessas novas técnicas. Essa é uma outra tarefa dada à escola de permitir a aprendizagem dessa nova técnica, mas não somente de aprender a ler e escrever, mas como fazer isso na tela do computador.

Agência Brasil

Oposição cobra 100 maiores devedores da Cagepa e descobre: PMCG é a 2ª maior da lista

A oposição na Assembleia Legislativa esticou a corda pra ver até onde o governo iria com a tese de cobrar a lista dos 100 maiores devedores da Companhia. Suspeitavam por apadrinhamento e beneficiamento de aliados políticos e empresariais da atual gestão.

Cobravam divulgação já. Pra não ter problemas com processos por causa do direito do consumidor, o governo resolveu repassar a lista para os deputados e a Mesa Diretora da Assembleia, para que fizessem a devida divulgação. A oposição amarelou. Assim que pegou a lista descobriu que ela está cheia de prefeituras ligadas ao PMDB e ao PT.

O blog teve acesso a lista oficial e divulga na íntegra. Vocês tirem suas conclusões. A prefeitura de Campina Grande, por exemplo, é a segunda maior devedora, com um débito de mais de R$ 26 milhões, certamente não contraídos nesta atual gestão.

A prefeitura de Pombal, administrada pelo PT do deputado Anísio Maia, o mais afoito em defender a cobrança dos débitos, é a última da lista. Deve R$ 80 mil. A primeira da lista é a prefeitura de Sousa, administrada por aliado do governo,  o prefeito Fábio Tyrone, com débito de R$ 33 milhões. Logo depois de Campina, vem a prefeitura de João Pessoa com débito de R$ 10 milhões.

Diferentemente de Sousa e Campina, o débito de João Pessoa está em negociação, informa a assessoria da Cagepa.

No total, são mais de R$ 124 milhões que a Cagepa tem pra receber dos 100 maiores devedores.

Além de prefeitura, a lista é composta por hospitais, times de futebol, colégios, pousadas e associações.

Escondidos embaixo do tapete por vários e vários anos os débitos são um acinte ao consumidor comum, que deixar de pagar um mês e já tem a água cortada.

 
LISTA DE DEVEDORES CAGEPA
1.      Pref. Municipal de Souza – R$ 33.149.033,56
2.      Pref. Municipal de Campina Grande – R$ 26.813.993,80
3.      Pref. Municipal de João Pessoa – R$ 10.281.936,74
4.      Pref. Municipal de Bayeux – R$ 5.865.492,68
5.      Pref. Municipal de Santa Rita – R$ 5.017.190,35
6.      Pref. Municipal de Guarabira – R$ 3.450.886,04
7.      Pref. Municipal de Patos – RS 2.622.374,43
8.      Pref. Municipal de Alagoa Grande – R$ 2.458.777,13
9.      Hospital João XXII/ Campina Grande – R$ 2.454.567,53
10. Pref. Municipal de Santana – R$ 1.396.199,85
11. Pref. Municipal de Princesa Isabel – R$ 1.383.663,90
12. Pref. Municipal de Cajazeiras – R$ 1.362.106,24
13. Hospital J Ribeiro Reabilita AO/ Campina Grande – R$ 1.344.542,57
14. Pref. Municipal de Boqueirão – R$ 1.229.247,04
15. Hospital Monte Sinai/João Pessoa – R$ 1.019.791,48
16. Hospital Inf.Dr. João Soares/ João Pessoa—R$ 983.912,98
17. Pref. Municipal de Belém – R$ 973.366,90
18. Pref. Municipal de Monteiro – R$ 890.396,63
19. Estádio Pres. G. Vargas/Campina Grande – R$ 868.454,53
20. Clinica e Pronto-socorro S. Infantil/ Campina Grande – R$ 749.356,81
21. Hospital de Trauma/ Campina Grande – R$ 708.744.98
22. Pref. Municipal Bonito de Santa Fé – R$ 669.009,73
23. Pref. Municipal de Juarez Tavora – R$ 632.006,78
24. Pref. Municipal de Pocinhos – R$ 602.454,97
25. Treze Futebol Clube/ Campina Grande – R$ 579.842,03
26. Cond. Empresarial Tambaú – R$ 571.056,04
27. Pref. Municipal de Juazeirino – R$ 541.538,39
28. Hospital Infantil R. de Aguiar/ João Pessoa – R$ 536.658,54
29. Assent. Sta. Cruz/ Campina Grande – R$ 477.360,16
30. Pref. Municipal Soledade – R$ 474.494,99
31. Pref. Municipal São João do Rio do Peixe – R$ 450.495,20
32. Pref. Municipal de Pilar – R$ 417.607,65
33. Aldeia Jaragua / Rio Tinto – R$ 414.490,99
34. Pref. Municipal de Piancó – R$ 413.902,78
35. Pref. Municipal de Rio Tinto – R$ 410.895,95
36. Pref. Municipal de Cruz do Espirito Santo – RS 390.279,04
37. Pronto S. Cardiológico LTDA/ João Pessoa – R$ 380.152,32
38. Campinense Ind. Gerais SA/ Campina Grande – R$ 373.308.93
39. Edifício Roberto Palomo/ Campina Grande – R$ 370.294,93
40. Hospital Escola da FAP/ Campina Grande – R$ 365.536,38
41. Pref. Municipal de Puxinanã – R$ 345.673,68
42. Ouro Branco Praia Hotel-Mat.Auxiliar – R$ 331.385,32
43. Hospital São Domingos/ Bayeux – R$ 328.645,92
44. Associação Agri Mor Engenho Velho – R$ 310.733,49
45. Hospital M. Dr. Edgley/ Campina Grande – R$ 301.689,05
46. Hospital Pedro I/ Campina Grande – R$ 300.598,51
47. Campinense Clube (Renatão) – R$ 296.038,66
48. Pref. Municipal de Mulungu – R$ 281.054,52
49. Jangada Clube – R$ 263.343,63
50. Pref. Municipal de Cuitegi – R$ 262.749,44
51. Pref. Municipal de Caturité – R$ 259.333,73
52. Esporte Clube Cabo Branco – R$ 251.322,29
53. PRF Hotelaria/João Pessoa – R$ 250.380,75
54. Cooperativa Mista Textil do E DA – R$ 236.680,14
55. Pref. Municipal de Malta – R$ 225.357,09
56. Pref. Municipal de Salgado de São Félix – R$ 223.047,19
57. Residencial Água Azul – R$ 203.553,81
58. Pref. Municipal de Condado – R$ 198.036,28
59. Pref. Municipal de Riachão – R$ 197.299,62
60. RC Center Cond. LTDA/ João Pessoa – R$ 187.729,50
61. Pref. Municipal de São Mamede – R$ 183.098,91
62. Cond. Praia Center/ João Pessoa – R$ 182.054,74
63. Hospital Treze de Maio/ João Pessoa – R$ 176.207,26
64. Secretaria de Educação FNDE/ Estado – R$ 171.605,90
65. Colégio Pio XII/ João Pessoa – R$ 166.361,30
66. Pousada da República/ João Pessoa – R$ 165.139,22
67. Pref. Municipal de Uiraúna – R$ 159.954,12
68. Campinense Clube – R$ 159.091,72
69. Cirla Ind. E Com. LTDA/ Bayeux – R$ 157.695,80
70. Pref. Municipal de Boa Ventura – R$ 156.999,21
71. Capital Center/ João Pessoa – R$ 155.122,87
72. Pref. Municipal de Duas Estradas – R$ 154.491,43
73. Hospital Mariana/ Campina Grande – R$ 154.380.89
74. Colégio QI/ Guarabira – R$ 145.497,25
75. Edifício Golden Center/ Campina Grande – R$ 145.001,68
76. Associação A B do Brasil/ Guarabira – R$ 144.665,49
77. Iate Clube da Paraíba – R$ 136.095,82
78. Pref. Municipal de Solânea – R$ 132.088,25
79. Industrial Cirne/ Campina Grande – R$ 128.434,02
80. Centro J. Min. Rafael Mayer – R$ 115.892,70
81. Hospital Santa Paula/ João Pessoa – R$ 111.294,96
82. Cond. Residencial Isaura Maria – R$ 110.749,34
83. Maia & Maia LTDA/ João Pessoa – R$ 109.731,10
84. Cond. Edif. Água Fria – R$ 105.942,42
85. Cond. Emp. Newton Almeida/João Pessoa – R$ 104.392,59
86. Pref. Municipal de Pitimbú – R$ 103.470,68
87. Urbema Distrito Mecânico/ Campina Grande – R$ 103.346,27
88. Campro Ind. Com. LTDA/ Queimadas – R$ 102.306,91
89. Pref. Municipal Água Branca – R$ 101.181,43
90. Clinica Santa Luzia/ Patos – R$ 99.895,39
91. José Couto de O. Filho Cia LTDA/João Pessoa – R$ 99.232,11
92. Ed.Emp. Benício de Carvalho/ João Pessoa – R$ 97.948,93
93. Pref. Municipal de Cubati – R$ 90.524,01
94. Pref. Municipal Frei Martinho – R$ 90.524,01
95. Treze Futebol Cube – R$ 86.285,75
96. Hotel Gameleira/ João Pessoa – R$ 85.688,53
97. Cond. Resid. JD Tambiá II/ João Pessoa – R$ 83.558,88
98. Pref. Municipal de Caiçara – R$ 83.55,83
99. Pref. Municipal de Barra de Santa Rosa – R$ 80.404,00
100. Pref. Municipal de Pombal – R$ 80.198,55
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Polícia consegue capturar um dos maiores assaltantes de motos do Brejo

Foi recapturado no final da manhã deste sábado (7), por volta das 12h, o jovem Abraão Silva dos Santos, de 39 na cidade de Araruna-PB. O apenado havia fugido da cadeia pública de Araruna. A perseguição deu início às 11h após os policiais receberem informações anônimas de populares.

Segundo informações do Capitão Silva Ferreira da Cia de Araruna, que comandou a captura juntamente com os policiais SD Franklin, SD Gentil e SD Ernandes. Conseguiram capturar o assaltante, após ter realizado um cerco no centro da cidade.

Abraão tinha um mandato expedido pela a comarca de Santa Cruz-RN. O mesmo é considerado o maior assaltante de motos do brejo paraibano. A policia tirou de circulação e conduziu a DP de Santa Cruz/RN para os procedimentos.

Redação: Pedro Júnior/NoticiaPB