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Mães são presas após tentarem entrar com drogas em presídio de Campina Grande

Duas mulheres foram presas neste domingo (19), em Campina Grande, após tentarem entrar com drogas na Penitenciária Máxima Padrão da cidade, onde ficam os presos provisórios.

De acordo com a direção do presídio, a primeira mulher, mãe de um detento que responde por roubo, tentou entrar na penitenciária com uma substância semelhante a maconha, em dois cabos de vassoura.

No segundo caso, a mulher, que tem 70 anos e é mãe de um preso que responde por latrocínio, foi flagrada também com maconha em carteiras de cigarro. Ela teria colocado a droga dentro de cada unidade de cigarro e chegou a lacrar as embalagens para tentar não ser flagrada.

G1

 

Mães são homenageadas e recebem prêmios em festa realizada pela prefeitura de Solânea

O Governo Municipal de Solânea, através da Secretaria de Ação Social, realizou no domingo (12) a festa em comemoração ao Dia das Mães, no Ginásio Adauto Silva. As mães foram recepcionadas pelo prefeito, Kayser Rocha, e pela Secretária de Ação Social, Márcia Belísio. Receberam homenagens, assistiram apresentações culturais, e participaram de sorteios de 35 prêmios, entre eles, geladeiras, fogões, televisão, ventiladores, e outros eletroeletrônicos. Além de receberem brindes de vales beleza doados pelo Salão de Fátima Cabeleireira.

Participaram cerca de 1500 mães acompanhadas dos seus filhos, que foram homenageadas pelo prefeito, Kayser Rocha, assistiram as apresentações do Coral Jovem do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e a apresentação musical de Beatriz Oliveira e Mateus Barbosa. “Hoje é um dia especial e preparamos tudo com muito carinho para as mães. Toda a equipe da Secretaria de Ação Social se envolveu nesse trabalho e estão de parabéns pelo lindo resultado”, disse o prefeito, durante o evento. A dona de casa Arlete Lima de Souza, 64, contou da alegria de estar na festa ”Todos os anos eu participo e é muito bom tudo isso: as homenagens, os prêmios e está junto com todas as mães nesse dia tão especial” relatou animada.

Ascom-PMS

 

PB é o 3º estado no Brasil com mais mortes de mães em partos

A Paraíba é o terceiro estado no Brasil com mais mortes de mães a cada 100 mil partos de nascidos vivos, 87,4. A constatação é do Observatório da Criança, publicada pela Fundação Abrinq, divulgada terça-feira (24).

Os dados mostram que o estado passa longe de cumprir a meta de 35 óbitos de mães para cada 100 mil partos de nascidos vivos, estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, determinada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Conforme a pesquisa, com dados coletados até 2016, o estado vem em uma crescente de mortes de mães nos partos de nascidos vivos: 47,6 para cada 100 mil, em 2012; 70,4, em 2013; 53,9, em 2014; 64,3, em 2015; e 87,4, em 2016.

O estudo também traz que a Paraíba só perde para o Amapá, 109,6 mortes de mães para cada 100 mil nascidos vivos, e Maranhão, com 97,8 mortes.

O ginecologista Roberto Magliano reiterou que a taxa de mortalidade materna no Brasil é muito acima da mundial. Segundo ele, grande parte disso se deve à precariedade das maternidades em cidades de pequeno porte e a falta de profissionais qualificados para lidar com gestações de alto risco. Segundo ele, a situação do Brasil está ainda pior em relação a países mais pobres, como Cuba, Argentina, entre outros.

“A mortalidade materna no Brasil é muito acima da mundial. Essa taxa de mortalidade vem caindo nas duas ultimas décadas, mas num ritmo muito lento do esperado. Os níveis do Brasil são muito maiores do que de países de primeiro mundo, inclusive muito maiores do que países até mais pobres que o nosso como Cuba, Chile, Uruguai, Argentina. O que acontece na Paraíba é um pouco do reflexo do que acontece no Brasil todo, onde a gente tem uma rede pública de atendimento muito precária. Então a gente não consegue dar um pré-natal de qualidade para as pacientes e pior, a gente não consegue dar acesso as pacientes para ter os seus filhos na maternidade”, explicou

Segundo ele, são quatro as principais causas de mortes em partos no Brasil. “A principal é hipertensão. Depois vem hemorragia pós-parto, infecção e abortamento inseguro. Como no Brasil o aborto não é permitido por lei, muitas mulheres procuram locais clandestinos”, disse.

Segundo ele, a Secretaria de Saúde da Paraíba está desenvolvendo uma estratégia para reduzir esses números. Ele apontou também que uma solução seria contratar mais médicos, qualificá-los e que os gestores das cidades passem a investir mais neste setor.

“O enfrentamento passaria por mais médicos para atendimento e que os gestores das cidades do interior se conscientizassem e procurassem estruturar as maternidades para poder receber gestantes de alto risco. Todos esses grandes municípios da Paraíba são gestão plena, recebem o dinheiro direto do Ministério da Saúde e preferem investir numa ambulância do que em um hospital, na contratação de um pediatra, de um médico. É mais barato do que construir um hospital ou contratar um pediatra, comprar uma ambulância”,completou.

Mortalidade infantil e gravidez na adolescência

Com relação à morte de crianças menores de um ano, o Observatório mostrou que a Paraíba ocupa a 18º colocação em mortes, com 12,7 mortes para cada mil nascidos vivos. O número é o mesmo da média nacional.

A pesquisa também trouxe que o estado vem registrando queda na quantidade de partos  em adolescentes, no ano de 2016.

Em partos relacionados a adolescentes entre 10 e 14 anos, o estado registrou 641 em 2015 e 581 em 2016, ocupando a 15ª posição nacional. Já sobre partos de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos, a Paraíba registrou 10.868 em 2015 contra 10.099 em 2016.

Ainda de acordo com o ginecologista, os problemas enfrentados pelas mães também acontece em relação à mortalidade infantil. Segundo ele, grande parte das mortes de crianças estão relacionadas ao parto.

“A mortalidade infantil tem se reduzido em todo Brasil. Na Paraíba também. Quando a gente fala de mortalidade infantil, é morte de criança até um ano de idade. Parte das mortes das crianças tem acontecido muito por causas relacionadas ao parto. A gente tem uma dificuldade nas maternidades do interior de atendimento de crianças muito prematuras, porque não têm suporte de atendimento neo-natal nem pediatras para fazer este atendimento”, finalizou.

portalcorreio

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Supermercado Central da Economia realiza ações em homenagem ao dia das mães

O Supermercado Central da Economia, localizado na cidade de Solânea no brejo paraibano, realizou, neste sábado (13) uma grande celebração em homenagem a todas as mães.

O evento fora realizado nas dependências das duas lojas: A Loja I que fica localizada na Rua Amâncio Ramalho, 42, Centro de Solânea e na Loja II na Rua Celso Cirne, 365 – Centro, e contou com a participação de centenas de mamães.

Serviços de beleza, café da manhã, churrasco, destruição de brindes e musica ao vivo, foi o presente do Central da Economia às mamães clientes que prestigiavam a ação. Na loja I, houve um show do renomado cantor gospel, Fabio Lobo que encheu de emoção os corações das pessoas que ali estavam. Já na loja II o condutor da emoção foi o jovem cantor Wilton Moura, que abrilhantou de forma linda esta celebração.

O Supermercado Central da Economia vem dando exemplo de excelência em qualidade e preços baixos, além de ser a loja que mais investe no social e cultural na região.

O preço baixo, as promoções, a humanização da empresa, os cursos e palestras para capacitação dos seus funcionários e outras tantas ações do Supermercado Central da Economia, justificam a grande credibilidade que a empresa tem com os Solanenses e a população das cidades e regiões vizinhas.

Assessoria

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Lei garante que mães amamentem em concursos públicos na Paraíba

amamentandoAs mães de recém-nascidos passaram a ter o direito de amamentar os filhos durante a realização de concursos públicos na Paraíba. A norma, publicada no Diário Oficial do Estado da Paraíba de sábado (24), e entrou em vigor na data sua publicação. A lei é válida para concursos estaduais, na administração direta e indireta.

O texto, de autoria do deputado Adriano Galdino (PSB), estabelece que a liberação será garantida para mães com filho de até seis meses, idade na qual a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda alimentação exclusivamente por leite materno. A idade da criança deverá ser confirmada durante a inscrição para a prova, com a apresentação da certidão de nascimento.

A lei destaca que a mãe poderá amamentar o filho a cada duas horas, por trinta minutos. E diz ainda que todo o tempo gasto na alimentação dos bebês será compensando na realização da prova, em igual período. Um projeto similar tramita no Congresso Nacional, passou no Senado e agora aguarda votação na Câmara.

G1 PB

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As coisas que as mães precisam ensinar para as meninas

maeAlgumas coisas são necessárias para saber como criar uma menina. No post de hoje, trouxemos algumas dicas para as mamães que tem meninas. Confira:

1. Conversar sobre menstruação é algo desconfortável

No começo, pode parecer que não, mas no fundo é sim. É preciso ser aberto e sincero com elas, é uma situação embaraçosa, mas é preciso fazer isso.

2. Estimular o relacionamento com o pai

No que consiste em mãe, pai e filha, é preciso que a mãe estimule o relacionamento entre pai e filha. Isso, acontece para que, no futuro, ela não acabe se envolvendo com qualquer um, por carência.

3. Também deve-se tomar cuidado com o que fala sobre seu corpo

Como mulher, você acaba se tornando exemplo para ela, por isso seja gentil ao falar sobre si mesma, não fale negativamente sobre seu peso, etc. Deixe claro que o mais importante é ser saudável e feliz.

4. Elogie sua filha em tudo, não apenas sobre sua aparência

Ela precisa entender que existem coisas mais importantes do que apenas a beleza física, suas habilidades, inteligência, humor, etc. são coisas que não vão desaparecer com o tempo.

5. Siga seus sonhos e paixões

Quando você faz por você aquilo que gostaria que sua filha fizesse por ela, é o maior ensinamento que poderia desenvolver em sua criação.

6. Cuidar e tratar seu corpo com respeito.

Incentive a prática de esportes, e ao cuidado dele. Além disso, diga sempre que seu corpo é seu templo, tenha conversas sinceras e honestas sobre relacionamento.

7. A ensine a acreditar em seus instintos e a ser inteligente em relação aos homens

É importante aprender a confiar em seus instintos, ajude-a a entender seus sentimentos.

8. Limites sobre a influência das outras pessoas em sua vida.

Para que ela possa fazer o mesmo. Trate-a bem, para que ela saiba como tratar os outros bem. Respeite a privacidade dela.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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Mães de bebês com microcefalia enfrentam distância, cansaço e maratona de exames

microcefalia“Ele vai enxergar, mulher. Ele enxerga”, diziam outras mães a Poliana Alves Pereira, de 20 anos, que esperava sua consulta no Hospital Universitário Oswaldo Cruz com o bebê José Ravi, de um mês.

As cinco mães reunidas tinham em comum o fato de que seus bebês nasceram nas últimas semanas com microcefalia — assim como outros 641 bebês em Pernambuco até o momento.

No ambulatório infantil de Doenças Infecto-Parasitárias do hospital, para onde são encaminhados todos os novos casos que precisam ser investigados, há um fluxo constante de mães — algumas acompanhadas, mas a maioria sozinhas. São pelo menos 20 casos nos dias mais cheios da semana, terça e quinta-feira.

Poliana, uma agricultora de Carnaíba (a cerca de 400 km da capital Recife), é uma delas. Ela descobriu a má-formação no bebê depois que ele nasceu, com um perímetro cefálico de 31 cm, inferior ao considerado normal.

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No começo da gravidez, ela teve coceiras e irritação na pele (sintomas da zika), “mas nos meus exames não deu nada alterado”.

“Minhas ultrassonografias davam só ‘retardo no crescimento’, mas o médico falava que era no tamanho da criança, não falou que era na cabeça. Só quando ele nasceu eu vi, porque a cabecinha dele era muito estranha”, disse à BBC Brasil.

Sua primeira consulta em Recife, no entanto, só acontece agora, um mês e seis dias depois do nascimento de José Ravi, por causa da dificuldade de conseguir horário de atendimento.

Exames

Ela saiu de sua cidade na noite anterior, de ônibus, e chegou na capital no começo da manhã. Ficará hospedada dois dias em uma casa de apoio do município para fazer os exames do bebê.

“Foi um choque porque toda mãe quer um bebê perfeito. Aí quando me disseram microcefalia, eu fui correndo olhar na internet pra saber o que era.”

“Aí depois me disseram que microcefalia vem de pequenez na cabeça. E que ele teria retardamento.”

BBC
Image captionMães de bebês com microcefalia trocam experiências à espea de consulta

Até agora, ela sabe apenas que seu filho pode ter problemas de visão. “Ele tem duas cicatrizes nos olhos. Não vai enxergar igual a gente”, contava para a reportagem e para outras mães.

Nas últimas semanas, ela já fez o trajeto até a capital pernambucana três vezes. Mas a primeira tomografia de José Ravi só será feita no dia 28 de dezembro.

O exame é um dos primeiros feitos pelas mulheres que moram em Recife, já que permite avaliar o quanto o cérebro pode estar comprometido.

No caso de bebês com microcefalia, todo o tempo é precioso, já que a análise dos exames indica como eles precisarão ser estimulados para desenvolver outras regiões do cérebro. Quanto mais cedo, melhor.

‘Filho é filho’

No começo da manhã, muitas das mulheres ficam tímidas ao falar com jornalistas, mas ao se juntarem na espera pelas consultas, começam quase automaticamente a comparar medidas de perímetro cefálico e sintomas.

“O meu chora demais, chora o tempo todo”, diz Poliana.

“A minha também”, completa outra. “E de vez enquanto prende a respiração, fica roxinha. Se não cuidarmos, ela vai-se embora.”

Sem saber exatamente como seus bebês podem ter sido afetados pela má-formação, elas também trocam palavras de encorajamento.

No decorrer do dia, as mães entram e saem das salas de exames muitas vezes — como muitas vêm do interior, a equipe médica tenta marcar todos no mesmo dia.

Foto: BBC
Image captionVans de prefeituras do interior de Pernambuco levam mães e bebês com microcefalia para Recife

De lá, saem com os bebês chorando, visivelmente exaustas e, em alguns casos, impacientes.

Algumas chegaram às 5h da manhã para esperar consultas que só acontecerão às 13h — as vans cedidas pelas prefeituras de suas cidades vêm cedo trazendo todos os que precisam de atendimento médico.

Na última semana, o governo de Pernambuco anunciou que hospitais e unidades de saúde das cidades de Caruaru, Serra Talhada e Petrolina estão sendo equipadas para receber casos do interior do Estado, para evitar que as mães continuem tendo que vir de longe para a capital.

Mas as que já vieram enfrentam a maratona de exames equilibrando bolsas, panos e um cuidado especial com os bebês frágeis nos braços. Não sobra espaço, por exemplo, para comida ou água.

Poliana fala frequentemente do cansaço, do calor e da fome. “Preciso ir pra casa comer e tomar um banho”, reclama. Já é meio-dia, mas os exames ainda não acabaram por hoje.

“A pessoa fica triste, né. Porque toda mãe quer um bebê perfeito. Mas não pode ficar porque filho é filho e a gente tem que aceitar como Deus dá.”

“Do meu ponto de vista, tem muitas mães que dariam tudo pra ter um filho e eu tive o privilégio de ter um especial, né?”, diz.

BBC Brasil

Doação de leite materno em Guarabira ajuda mães de outras cidades da PB

Leite-maternoO banco de leite materno do Hospital Regional de Guarabira, no Agreste paraibano, está com um estoque maior do que a quantidade consumida na região. Um projeto implantado na unidade hospitalar tem ajudado mães de outras regiões do estado a receber o leite doado por moradoras do município. Segundo a idealizadora do projeto, a enfermeira Josefa do Nascimento, atualmente o hospital tem no banco uma média de 90 litros por mês, mas consome apenas cinco litros.

Zefinha, como Josefa é conhecida entre os funcionários, é enfermeira da unidade hospitalar há 14 anos. Atualmente ela trabalha no alojamento conjunto, com as mães que acabaram de ter filhos. Em janeiro deste ano o hospital estava sem reserva de leite humano, então ela e outros funcionários resolveram dialogar com as mães sobre a importância da doação. Um mês depois o hospital começou a construir o estoque.

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“Quando identificamos mães com bastante leite, a gente vai e explica pra elas sobre a importância do aleitamento materno, que supre todas as necessidades dos bebês. Após isso, fazemos a coleta e transferimos para o banco”, diz.

De acordo com a diretora do banco de leite humano de Guarabira, Daniele Meireles, como a oferta de leite é maior do que a procura no município, a cidade repassa a diferença para outras regiões do estado. “Toda nossa transferência tem que passar pelo Centro de Referência, em João Pessoa. Os outros hospitais fazem o contato conosco e conversamos com o centro para viabilizar a transferência e suprir a necessidade dos outros hospitais”, explica.

Segundo o diretor geral do Hospital Regional de Guarabira, Cleonaldo Freire, para que o banco funcione da forma como foi pensado, é preciso criar uma sintonia entre o hospital e as mães. “É feito um trabalho de coleta externa para que a mulher se sinta acolhida. É feito um trabalho de humanização tanto no hospital quanto após ela receber alta”, diz.

As coletas do leite acontecem no hospital e também através de solicitação, quando a equipe do banco vai até a casa da doadora. Após coletado, o leite passa por um processo de pasteurização, quando é esterilizado para eliminação de microorganismos nocivos à saúde dos bebês. “Com este processo feito, a gente sabe que o leite está 100% pronto e pode distribuir para as crianças que estão nos hospitais”, explica o técnico de laboratório George de Mesquita.

Com G1 Paraíba

Erros que as mães cometem pensando no bem dos filhos

mãeQuando estão cansadas, com fome, irritadas ou com sono as crianças costumam ter atitudes repetitivas. É da responsabilidades dos adultos perceber estes sinais e lidar com a situação da melhor forma possível de forma a evitar que os comportamentos errados se tornem uma constante.

Ignorar a necessidade da criança naquele momento, fazer julgamentos ou reagir mal sem motivo são alguns dos deslizes de disciplina que praticamente todas as mães, e os pais também, cometem a pensar no bem dos filhos. O site Bolsa de Mulher reuniu outros igualmente comuns.

Ser a senhora do ‘não’.  As mães conseguem ser muito negativas: ‘Não faças isto, não faças aquilo’, ‘Não discutas com o teu irmão’, ‘Não saltes na cama’. Quanto mais diz ‘não faças’ ao seu filho, menos faz sentido para ele. É preciso explicar à criança o que é certo e porquê. Tente ser positiva e reforçar o bom comportamento: ‘Trata o teu irmão com carinho’, ‘Podes deixar os saltos lá para fora?’.

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Reagir despropositadamente. Há situações que assustam as mães e que fazem com que estas reajam despropositadamente. Quando a criança cai e a mãe chega a brigar com a criança, ela também se assusta e o momento torna-se ainda mais desconfortável. Muitas vezes a criança assusta-se mais pela reação dos pais do que pela própria queda.

Ficar histérica. As crianças dão bastante atenção ao seu tom de voz. Mas não há necessidade de gritar. Se o assunto é sério, use um tom de voz mais grave e até mais baixo. A criança precisa de sentir firmeza no que lhe estão dizendo, o que não acontece se estiver em nervosismo e histeria.

Fazer ameaças. Fazer ameaças desvia-lhe o foco da educação do seu filho. Mostre-lhe a realidade e esclareça as consequências das ações que ele possa tomar.

Fazer chantagem (recompensar). Ameaçar a criança com um castigo (tirar-lhe algo se desrespeitar uma regra, por exemplo) ou recompensar com algo são exemplos de chantagem. Com a chantagem está a condicionar um comportamento, e pelos motivos errados.

Não explicar as coisas. É mais fácil para a criança seguir as regras quando estás são explicadas e percebidas. Dizer só ‘Não, porque não’ vai revoltar a criança uma vez que esta não percebe os seus motivos.

Acabar por ceder. É importante ser consistente. As crianças desafiam os seus limites a toda a hora, não pode amolecer. A falta de limites definidos pode gerar insegurança e dúvidas em relação ao que é realmente certo ou errado.

Desautorizar outro adulto à frente da criança. É muito comum entre casais e até avós. Se a criança perceber que os limites de um dos adultos não são para levar a sério, isso vai fazer com que ele obedeça menos. Falem longe da criança.

 

MSN

Mulheres do grupo de gestantes “mães que cuidam” recebem enxovais em Caiçara

caiçaraA entrega aconteceu na tarde desta quinta-feira, 14 de maio, na sede do CRAS, em Caiçara.

25 Mulheres com período de gravidez se aproximando dos nove meses, ou já completos, receberam o enxoval, como parte do programa que assiste mulheres grávidas, através do grupo de gestante, “mães que cuidam”, coordenado pelo CRAS, acompanhado pela Secretaria de Assistência Social do município.

A Secretária de Assistência Social, Suelí, disse que a gestão tem se empenhado para dar assistências a quem mais precisa das políticas públicas. A Coordenadora técnica do CRAS, Vivian Sales, destacou que o objetivo do CRAS é oferecer o apoio necessário em todos os momentos da vida da mulher, mas principalmente nos últimos instantes da gravidez, quando se considera ser um momento especial. Já a Assistente Social do CRAS, Diamantina, conversou com as mulheres sobre os seus direitos durante a gravidez.

O Prefeito Cícero participou da entrega dos enxovais, e disse que se sente feliz por ver políticas públicas chegando até às futuras mamães, e principalmente por chegar a quem mais precisa.

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As mulheres assistidas pelo programa participaram de oficinas para confecções de lembrancinhas e tiveram todo um acompanhamento com psicólogo e assistente social.

O Secretário de Administração Pública, Júnior Félix, também prestigiou o evento.

O enxoval é composto por banheira, fraudas descartáveis e de pano, coeiro, conjunto de roupinhas, entre outros produtos.

Assessoria.


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