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Cidades da PB fecham cemitérios no Dia das Mães

Os cemitérios públicos e privados de João Pessoa, Campina Grande e Patos estarão fechados à visitação no Dia das Mães, celebrado neste domingo (10). A medida foi determinada pelas prefeituras municipais para que sejam contidas as aglomerações nos espaços, que já tiveram os velórios suspensos nas áreas administradas pelo poder público em função da pandemia do novo coronavírus.

João Pessoa

Além das restrições nos cemitérios, na Capital também ficaram proibidas as realizações de celebrações religiosas. “Sabemos que esta é uma data especial, mas o momento exige ainda mais cuidados, em razão do agravamento da doença neste mês de maio. Ficar em casa e cumprir com o isolamento social é a maior demonstração de afeto que pode ser feita agora”, ponderou Zennedy Bezerra, secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedurb).

Homenagens em casa

A orientação é de que as famílias evitem se dirigir aos cemitérios e que façam as suas homenagens em casa, evitando aglomerações e respeitando as medidas de combate e prevenção ao novo coronavírus.

 

portalcorreio

 

 

Autocuidado é fundamental para as mães

Principalmente durante a quarentena, prática é importante para aliviar a rotina das mães, que se esforçam para equilibrar a dedicação à família, home office e atividades da casa.

Diariamente, mães são desafiadas a encontrarem o equilíbrio entre trabalho, atividades pessoais, rotina dos filhos e o autocuidado. E no atual cenário não seria diferente, já que o isolamento social por conta da COVID-19 impôs mudanças de hábitos para a maioria da população, como é o caso da implementação do home office e de ensino à distância, por exemplo.

Diante disso, muitas mães precisam equilibrar atividades para não deixar de lado o cuidado consigo mesmas. Esta é a situação que a dermatologista Dra. Maria Helena Garrone conhece bem. Entre a dedicação aos seus trigêmeos de 9 anos, às consultas e a outras funções, a médica se esforça para encontrar um tempo para cuidar de si. “Precisamos estabelecer um momento nosso de cuidado para deixar o dia mais leve, como uma rotina com a pele. Dedicar minutos para você é fundamental para, inclusive, se preparar para cuidar do outro.”

Pensando nisso, a Dra. Maria Helena sugere alguns passos simples para as mães incluírem o autocuidado na rotina e, assim, sentirem na pele o carinho que seu instinto materno não deixa faltar para as pessoas com quem convivem.

1. Higienização da pele: ao acordar, a limpeza é importante para retirada da oleosidade produzida durante o sono, além de oferecer uma sensação de frescor e leveza. Mas é preciso atenção à escolha do sabonete, pois há produtos específicos para isso, como os higienizadores faciais de Dermotivin – com linhas para todos os tipos de pele e sabonete esfoliante – e os de Cetaphil, voltados para peles sensíveis e sensibilizadas.

2. Hidratação: depois da limpeza, é importante hidratar a pele com produtos específicos, uma vez que o uso de um item inadequado pode comprometer o resultado esperado, como mais oleosidade para uma pele com tendência à acne, por exemplo. Os hidratantes Cetaphil têm formulações para cada tipo de pele, além de recuperar a barreira cutânea, promover hidratação profunda e por 48 horas. Vale aproveitar esse momento para fazer uma automassagem facial e corporal.

3. Proteção solar: na parte da manhã, é preciso incluir um protetor solar após a hidratação para proteger a pele dos danos causados pelos raios UVA e UVB. Cetaphil também oferece itens de proteção solar para corpo e rosto e para todos os tipos de pele.

Antes de dormir, a mesma rotina deve ser realizada, mas com objetivos diferentes: a limpeza é para retirar impurezas do dia e a hidratação tem papel fundamental para evitar o envelhecimento da pele, além dos cuidados específicos receitados pelo médico. “Manter a hidratação adequada da pele é importante durante o dia e à noite para que o equilíbrio e suas funções sejam mantidas, bem como responda aos tratamentos específicos”, comenta a dermatologista.

Para incentivar as mães nesse autocuidado, Cetaphil e Dermotivin, marcas da Galderma, lançaram a campanha #Sintanapeleocuidadodemae no Instagram (@cetaphilbrasil e @dermotivin_br) e Youtube (Cetaphil e Dermotivin).

Sobre a Galderma

A Galderma, maior empresa global independente de dermatologia do mundo, foi criada em 1981 e atualmente está presente em mais de 100 países. Com um extenso portfólio de medicamentos prescritos, soluções estéticas e produtos para o consumidor, a empresa faz parceria com profissionais de saúde em todo o mundo para atender as necessidades de saúde da pele das pessoas ao longo da vida. A Galderma é líder em pesquisa e desenvolvimento de soluções cientificamente definidas e clinicamente comprovadas para a pele. Para mais informações, visite http://www.galderma.com.

 

Aleitamento materno pode ser mantido por mães com suspeita ou infectadas pelo coronavírus

A amamentação é a primeira fonte de alimento para quem chega a este mundo, além de, para muitas mulheres, ser a primeira demonstração de amor a um filho. Porém, este processo está gerando algumas preocupações para mães com suspeita ou infectadas pelo coronavírus. Contudo, uma pesquisa publicada recentemente pelo periódico científico The Lancet apontou que não há uma documentação de transmissão vertical pela amamentação.

A pediatra do Hospital do Hapvida em João Pessoa, Ivna Toscano, ressalta que as mamães podem seguir amamentando seus filhos sem receio. “Não há evidências de contaminação do bebê pelo leite materno, a contaminação poderia acontecer através de gotículas de saliva ou secreção da mãe e, mesmo se a criança for colonizada pelo vírus, através do leite materno essa criança recebe os anticorpos contra o coronavírus”, assegura.

A médica lembra que apesar de o aleitamento materno superar os riscos de infecção pelo coronavírus, é preciso que as mães com suspeita ou infectadas mantenha os cuidados de higiene recomendados. “Lavar as mãos antes e após tocar no bebê, usar máscara facial durante a amamentação, higienizar objetos que a criança coloque na boca, não espirrar ou tossir próximo ao bebê”, pontua.

No caso de mães que não sintam segurança de amamentar o filho, a orientação dada pela pediátrica é a mesma adotada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. “Ordenha o leite manualmente ou com auxílio de bombas de extração láctea, mantendo as devidas medidas de higiene e um cuidador saudável fazer a oferta do alimento, seja no copinho, colher ou xícara para as crianças. Lembrando que a esta pessoa se faz necessário o conhecimento da técnica correta de uso desses utensílios”, orienta.

Ivna Toscano lembra ainda que a amamentação é recomendada pelo Ministério de Saúde até os dois anos de idade. Desse modo, as recomendações são válidas para as famílias que se encontram nesse processo de aleitamento materno, que vai da fase neonatal aos dois anos de vida da criança.

Ações do Hapvida – Diante do crescimento do número de casos da Covid-19 no Brasil, o Hapvida tem adotado medidas para expandir e qualificar sua rede de atendimento. Somente nas últimas semanas, mais de R$ 30 milhões foram investidos na preparação da empresa para este novo cenário. Responsável por assegurar o acesso à saúde para mais de 6 milhões de clientes em todo o país, a companhia utiliza aeronaves para garantir insumos, como medicação para os nossos clientes e EPIs em toda a sua rede.

Desenvolveu plataforma Covid-19.maida.health, que através da Inteligência artificial oferece suporte para identificar casos de Covid-19; lançou chat e contato telefônico para dúvidas referentes ao coronavírus; e ampliou as teleconsultas por vídeo. Além disso, ampliou seus canais de comunicação e passou a levar notícias relevantes sobre a COVID-19 aos cidadãos, além de dar dicas de saúde mental e física para o período de quarentena

 

Assessoria de Imprensa
Múltipla Comunicação

 

 

Mães são presas após tentarem entrar com drogas em presídio de Campina Grande

Duas mulheres foram presas neste domingo (19), em Campina Grande, após tentarem entrar com drogas na Penitenciária Máxima Padrão da cidade, onde ficam os presos provisórios.

De acordo com a direção do presídio, a primeira mulher, mãe de um detento que responde por roubo, tentou entrar na penitenciária com uma substância semelhante a maconha, em dois cabos de vassoura.

No segundo caso, a mulher, que tem 70 anos e é mãe de um preso que responde por latrocínio, foi flagrada também com maconha em carteiras de cigarro. Ela teria colocado a droga dentro de cada unidade de cigarro e chegou a lacrar as embalagens para tentar não ser flagrada.

G1

 

Mães são homenageadas e recebem prêmios em festa realizada pela prefeitura de Solânea

O Governo Municipal de Solânea, através da Secretaria de Ação Social, realizou no domingo (12) a festa em comemoração ao Dia das Mães, no Ginásio Adauto Silva. As mães foram recepcionadas pelo prefeito, Kayser Rocha, e pela Secretária de Ação Social, Márcia Belísio. Receberam homenagens, assistiram apresentações culturais, e participaram de sorteios de 35 prêmios, entre eles, geladeiras, fogões, televisão, ventiladores, e outros eletroeletrônicos. Além de receberem brindes de vales beleza doados pelo Salão de Fátima Cabeleireira.

Participaram cerca de 1500 mães acompanhadas dos seus filhos, que foram homenageadas pelo prefeito, Kayser Rocha, assistiram as apresentações do Coral Jovem do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e a apresentação musical de Beatriz Oliveira e Mateus Barbosa. “Hoje é um dia especial e preparamos tudo com muito carinho para as mães. Toda a equipe da Secretaria de Ação Social se envolveu nesse trabalho e estão de parabéns pelo lindo resultado”, disse o prefeito, durante o evento. A dona de casa Arlete Lima de Souza, 64, contou da alegria de estar na festa ”Todos os anos eu participo e é muito bom tudo isso: as homenagens, os prêmios e está junto com todas as mães nesse dia tão especial” relatou animada.

Ascom-PMS

 

PB é o 3º estado no Brasil com mais mortes de mães em partos

A Paraíba é o terceiro estado no Brasil com mais mortes de mães a cada 100 mil partos de nascidos vivos, 87,4. A constatação é do Observatório da Criança, publicada pela Fundação Abrinq, divulgada terça-feira (24).

Os dados mostram que o estado passa longe de cumprir a meta de 35 óbitos de mães para cada 100 mil partos de nascidos vivos, estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, determinada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Conforme a pesquisa, com dados coletados até 2016, o estado vem em uma crescente de mortes de mães nos partos de nascidos vivos: 47,6 para cada 100 mil, em 2012; 70,4, em 2013; 53,9, em 2014; 64,3, em 2015; e 87,4, em 2016.

O estudo também traz que a Paraíba só perde para o Amapá, 109,6 mortes de mães para cada 100 mil nascidos vivos, e Maranhão, com 97,8 mortes.

O ginecologista Roberto Magliano reiterou que a taxa de mortalidade materna no Brasil é muito acima da mundial. Segundo ele, grande parte disso se deve à precariedade das maternidades em cidades de pequeno porte e a falta de profissionais qualificados para lidar com gestações de alto risco. Segundo ele, a situação do Brasil está ainda pior em relação a países mais pobres, como Cuba, Argentina, entre outros.

“A mortalidade materna no Brasil é muito acima da mundial. Essa taxa de mortalidade vem caindo nas duas ultimas décadas, mas num ritmo muito lento do esperado. Os níveis do Brasil são muito maiores do que de países de primeiro mundo, inclusive muito maiores do que países até mais pobres que o nosso como Cuba, Chile, Uruguai, Argentina. O que acontece na Paraíba é um pouco do reflexo do que acontece no Brasil todo, onde a gente tem uma rede pública de atendimento muito precária. Então a gente não consegue dar um pré-natal de qualidade para as pacientes e pior, a gente não consegue dar acesso as pacientes para ter os seus filhos na maternidade”, explicou

Segundo ele, são quatro as principais causas de mortes em partos no Brasil. “A principal é hipertensão. Depois vem hemorragia pós-parto, infecção e abortamento inseguro. Como no Brasil o aborto não é permitido por lei, muitas mulheres procuram locais clandestinos”, disse.

Segundo ele, a Secretaria de Saúde da Paraíba está desenvolvendo uma estratégia para reduzir esses números. Ele apontou também que uma solução seria contratar mais médicos, qualificá-los e que os gestores das cidades passem a investir mais neste setor.

“O enfrentamento passaria por mais médicos para atendimento e que os gestores das cidades do interior se conscientizassem e procurassem estruturar as maternidades para poder receber gestantes de alto risco. Todos esses grandes municípios da Paraíba são gestão plena, recebem o dinheiro direto do Ministério da Saúde e preferem investir numa ambulância do que em um hospital, na contratação de um pediatra, de um médico. É mais barato do que construir um hospital ou contratar um pediatra, comprar uma ambulância”,completou.

Mortalidade infantil e gravidez na adolescência

Com relação à morte de crianças menores de um ano, o Observatório mostrou que a Paraíba ocupa a 18º colocação em mortes, com 12,7 mortes para cada mil nascidos vivos. O número é o mesmo da média nacional.

A pesquisa também trouxe que o estado vem registrando queda na quantidade de partos  em adolescentes, no ano de 2016.

Em partos relacionados a adolescentes entre 10 e 14 anos, o estado registrou 641 em 2015 e 581 em 2016, ocupando a 15ª posição nacional. Já sobre partos de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos, a Paraíba registrou 10.868 em 2015 contra 10.099 em 2016.

Ainda de acordo com o ginecologista, os problemas enfrentados pelas mães também acontece em relação à mortalidade infantil. Segundo ele, grande parte das mortes de crianças estão relacionadas ao parto.

“A mortalidade infantil tem se reduzido em todo Brasil. Na Paraíba também. Quando a gente fala de mortalidade infantil, é morte de criança até um ano de idade. Parte das mortes das crianças tem acontecido muito por causas relacionadas ao parto. A gente tem uma dificuldade nas maternidades do interior de atendimento de crianças muito prematuras, porque não têm suporte de atendimento neo-natal nem pediatras para fazer este atendimento”, finalizou.

portalcorreio

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Supermercado Central da Economia realiza ações em homenagem ao dia das mães

O Supermercado Central da Economia, localizado na cidade de Solânea no brejo paraibano, realizou, neste sábado (13) uma grande celebração em homenagem a todas as mães.

O evento fora realizado nas dependências das duas lojas: A Loja I que fica localizada na Rua Amâncio Ramalho, 42, Centro de Solânea e na Loja II na Rua Celso Cirne, 365 – Centro, e contou com a participação de centenas de mamães.

Serviços de beleza, café da manhã, churrasco, destruição de brindes e musica ao vivo, foi o presente do Central da Economia às mamães clientes que prestigiavam a ação. Na loja I, houve um show do renomado cantor gospel, Fabio Lobo que encheu de emoção os corações das pessoas que ali estavam. Já na loja II o condutor da emoção foi o jovem cantor Wilton Moura, que abrilhantou de forma linda esta celebração.

O Supermercado Central da Economia vem dando exemplo de excelência em qualidade e preços baixos, além de ser a loja que mais investe no social e cultural na região.

O preço baixo, as promoções, a humanização da empresa, os cursos e palestras para capacitação dos seus funcionários e outras tantas ações do Supermercado Central da Economia, justificam a grande credibilidade que a empresa tem com os Solanenses e a população das cidades e regiões vizinhas.

Assessoria

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Lei garante que mães amamentem em concursos públicos na Paraíba

amamentandoAs mães de recém-nascidos passaram a ter o direito de amamentar os filhos durante a realização de concursos públicos na Paraíba. A norma, publicada no Diário Oficial do Estado da Paraíba de sábado (24), e entrou em vigor na data sua publicação. A lei é válida para concursos estaduais, na administração direta e indireta.

O texto, de autoria do deputado Adriano Galdino (PSB), estabelece que a liberação será garantida para mães com filho de até seis meses, idade na qual a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda alimentação exclusivamente por leite materno. A idade da criança deverá ser confirmada durante a inscrição para a prova, com a apresentação da certidão de nascimento.

A lei destaca que a mãe poderá amamentar o filho a cada duas horas, por trinta minutos. E diz ainda que todo o tempo gasto na alimentação dos bebês será compensando na realização da prova, em igual período. Um projeto similar tramita no Congresso Nacional, passou no Senado e agora aguarda votação na Câmara.

G1 PB

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As coisas que as mães precisam ensinar para as meninas

maeAlgumas coisas são necessárias para saber como criar uma menina. No post de hoje, trouxemos algumas dicas para as mamães que tem meninas. Confira:

1. Conversar sobre menstruação é algo desconfortável

No começo, pode parecer que não, mas no fundo é sim. É preciso ser aberto e sincero com elas, é uma situação embaraçosa, mas é preciso fazer isso.

2. Estimular o relacionamento com o pai

No que consiste em mãe, pai e filha, é preciso que a mãe estimule o relacionamento entre pai e filha. Isso, acontece para que, no futuro, ela não acabe se envolvendo com qualquer um, por carência.

3. Também deve-se tomar cuidado com o que fala sobre seu corpo

Como mulher, você acaba se tornando exemplo para ela, por isso seja gentil ao falar sobre si mesma, não fale negativamente sobre seu peso, etc. Deixe claro que o mais importante é ser saudável e feliz.

4. Elogie sua filha em tudo, não apenas sobre sua aparência

Ela precisa entender que existem coisas mais importantes do que apenas a beleza física, suas habilidades, inteligência, humor, etc. são coisas que não vão desaparecer com o tempo.

5. Siga seus sonhos e paixões

Quando você faz por você aquilo que gostaria que sua filha fizesse por ela, é o maior ensinamento que poderia desenvolver em sua criação.

6. Cuidar e tratar seu corpo com respeito.

Incentive a prática de esportes, e ao cuidado dele. Além disso, diga sempre que seu corpo é seu templo, tenha conversas sinceras e honestas sobre relacionamento.

7. A ensine a acreditar em seus instintos e a ser inteligente em relação aos homens

É importante aprender a confiar em seus instintos, ajude-a a entender seus sentimentos.

8. Limites sobre a influência das outras pessoas em sua vida.

Para que ela possa fazer o mesmo. Trate-a bem, para que ela saiba como tratar os outros bem. Respeite a privacidade dela.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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Mães de bebês com microcefalia enfrentam distância, cansaço e maratona de exames

microcefalia“Ele vai enxergar, mulher. Ele enxerga”, diziam outras mães a Poliana Alves Pereira, de 20 anos, que esperava sua consulta no Hospital Universitário Oswaldo Cruz com o bebê José Ravi, de um mês.

As cinco mães reunidas tinham em comum o fato de que seus bebês nasceram nas últimas semanas com microcefalia — assim como outros 641 bebês em Pernambuco até o momento.

No ambulatório infantil de Doenças Infecto-Parasitárias do hospital, para onde são encaminhados todos os novos casos que precisam ser investigados, há um fluxo constante de mães — algumas acompanhadas, mas a maioria sozinhas. São pelo menos 20 casos nos dias mais cheios da semana, terça e quinta-feira.

Poliana, uma agricultora de Carnaíba (a cerca de 400 km da capital Recife), é uma delas. Ela descobriu a má-formação no bebê depois que ele nasceu, com um perímetro cefálico de 31 cm, inferior ao considerado normal.

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No começo da gravidez, ela teve coceiras e irritação na pele (sintomas da zika), “mas nos meus exames não deu nada alterado”.

“Minhas ultrassonografias davam só ‘retardo no crescimento’, mas o médico falava que era no tamanho da criança, não falou que era na cabeça. Só quando ele nasceu eu vi, porque a cabecinha dele era muito estranha”, disse à BBC Brasil.

Sua primeira consulta em Recife, no entanto, só acontece agora, um mês e seis dias depois do nascimento de José Ravi, por causa da dificuldade de conseguir horário de atendimento.

Exames

Ela saiu de sua cidade na noite anterior, de ônibus, e chegou na capital no começo da manhã. Ficará hospedada dois dias em uma casa de apoio do município para fazer os exames do bebê.

“Foi um choque porque toda mãe quer um bebê perfeito. Aí quando me disseram microcefalia, eu fui correndo olhar na internet pra saber o que era.”

“Aí depois me disseram que microcefalia vem de pequenez na cabeça. E que ele teria retardamento.”

BBC
Image captionMães de bebês com microcefalia trocam experiências à espea de consulta

Até agora, ela sabe apenas que seu filho pode ter problemas de visão. “Ele tem duas cicatrizes nos olhos. Não vai enxergar igual a gente”, contava para a reportagem e para outras mães.

Nas últimas semanas, ela já fez o trajeto até a capital pernambucana três vezes. Mas a primeira tomografia de José Ravi só será feita no dia 28 de dezembro.

O exame é um dos primeiros feitos pelas mulheres que moram em Recife, já que permite avaliar o quanto o cérebro pode estar comprometido.

No caso de bebês com microcefalia, todo o tempo é precioso, já que a análise dos exames indica como eles precisarão ser estimulados para desenvolver outras regiões do cérebro. Quanto mais cedo, melhor.

‘Filho é filho’

No começo da manhã, muitas das mulheres ficam tímidas ao falar com jornalistas, mas ao se juntarem na espera pelas consultas, começam quase automaticamente a comparar medidas de perímetro cefálico e sintomas.

“O meu chora demais, chora o tempo todo”, diz Poliana.

“A minha também”, completa outra. “E de vez enquanto prende a respiração, fica roxinha. Se não cuidarmos, ela vai-se embora.”

Sem saber exatamente como seus bebês podem ter sido afetados pela má-formação, elas também trocam palavras de encorajamento.

No decorrer do dia, as mães entram e saem das salas de exames muitas vezes — como muitas vêm do interior, a equipe médica tenta marcar todos no mesmo dia.

Foto: BBC
Image captionVans de prefeituras do interior de Pernambuco levam mães e bebês com microcefalia para Recife

De lá, saem com os bebês chorando, visivelmente exaustas e, em alguns casos, impacientes.

Algumas chegaram às 5h da manhã para esperar consultas que só acontecerão às 13h — as vans cedidas pelas prefeituras de suas cidades vêm cedo trazendo todos os que precisam de atendimento médico.

Na última semana, o governo de Pernambuco anunciou que hospitais e unidades de saúde das cidades de Caruaru, Serra Talhada e Petrolina estão sendo equipadas para receber casos do interior do Estado, para evitar que as mães continuem tendo que vir de longe para a capital.

Mas as que já vieram enfrentam a maratona de exames equilibrando bolsas, panos e um cuidado especial com os bebês frágeis nos braços. Não sobra espaço, por exemplo, para comida ou água.

Poliana fala frequentemente do cansaço, do calor e da fome. “Preciso ir pra casa comer e tomar um banho”, reclama. Já é meio-dia, mas os exames ainda não acabaram por hoje.

“A pessoa fica triste, né. Porque toda mãe quer um bebê perfeito. Mas não pode ficar porque filho é filho e a gente tem que aceitar como Deus dá.”

“Do meu ponto de vista, tem muitas mães que dariam tudo pra ter um filho e eu tive o privilégio de ter um especial, né?”, diz.

BBC Brasil