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Mãe denuncia e filho é preso em flagrante por policiais do 4° BPM em Alagoa Grande

Policiais da 2ª Companhia do 4° BPM (Batalhão de Polícia Militar) realizavam rondas na tarde deste sábado (9), na cidade de Alagoa Grande, quando foram solicitados, através da linha direta, por uma mulher que denunciou que o próprio filho teria furtado o seu aparelho de telefone celular.

Os policiais, sob o comando do cabo Nelson, deram início às diligências e localizaram o suspeito que, ao avistar a aproximação da viatura, jogou o telefone celular ao chão, danificando-o totalmente. A mãe optou por representar contra o filho e ele foi preso e conduzido à delegacia.

Foto: Wagner Varela

 

Assessoria 4º BPM

 

 

‘Paciência, por favor. Minha mãe fez cirurgia’: Filha põe cartazes em caminhonete para justificar lentidão em viagem até SC

Por conta da recente cirurgia da mãe que exigiu uma viagem interestadual, a designer de turismo sensorial Audmara Veronese, de 47 anos, encontrou uma forma criativa para alertar os outros motoristas sobre o motivo para trafegar lentamente pelas rodovias entre Pato Branco (PR) até Xanxerê, no Oeste catarinense.

Com três cartazes colocados na traseira da caminhonete, Audmara fez o apelo: “Paciência, por favor! Minhã mãe fez cirurgia. Tenho que dirigir devagar”.

Cirurgia da mãe

A recém-operada Iolanda Veronese, de 70 anos, passou por uma cirurgia para retirar quatro hérnias da região abdominal no dia 31 de outubro e teve alta no último domingo (3).

Segundo Audmara, a ideia surgiu como resposta após uma recomendação médica. “O médico disse que os solavancos na estrada poderiam comprometer a recuperação da minha mãe depois da cirurgia. Então eu tinha que dirigir bem devagar, principalmente por conta dos buracos. Mas, quem está no trânsito tem suas razões e condições na hora de dirigir. Foi quando pensei nas placas de forma bem prática para explicar a situação”, disse.

Dirigir devagar

Ela lembra que levou quase três horas para percorrer 110 km. “Teve trechos que tinha lombadas e precisei reduzir para 20km/h ou até menos para a minha mãe não sentir tanta dor. Quando eu olhava pelo retrovisor tinha uma fila enorme de veículos. Por incrível que pareça, não tinha ninguém buzinando, foi inacreditável. Todos respeitaram e quando me ultrapassavam as pessoas acenavam”, disse.

A iniciativa foi parar na internet e ganhou grande repercussão nas redes sociais. “Recebi muito retorno de pessoas que eu não conheço e de todo país desejando melhoras para minha mãe, além de outras falando que já tiveram que enfrentar o trânsito com alguém doente”, explica a designer.

No Hospital Thereza Mussi em Pato Branco, antes de Iolanda ir para a cirurgia — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

No Hospital Thereza Mussi em Pato Branco, antes de Iolanda ir para a cirurgia — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

‘Paciência, por favor’

Audmara, que é natural de Caçador e reside em São Paulo (SP), afirmou que está acostumada com o trânsito complicado e que a palavra paciência poderia ser mais aplicada diante de tantos transtornos. A mãe, que também é de Caçador, e reside há cinco anos em Xanxerê terá que retornar até o Paraná para dar andamento no tratamento.

“Vamos usar as placas novamente, uma vez que alguns trechos da rodovia são muito ruins assim como a passagem das lombadas que exige uma velocidade baixa. Ela ainda sente dor e se tiver solavancos será pior, mesmo a caminhonete sendo um veículo grande e pesado, não consegue vencer os buracos e remendos da pista sem trepidar”, afirma.

A designer explica que a experiência também trouxe lições compartilhadas. “Tem muita gente que precisa dirigir com maior lentidão e isso deve repetir diariamente em grandes capitais ou no interior. O que me deixou feliz foi perceber que as pessoas que conseguiram ler as placas estavam se colocando no lugar do outro. O mais importante é que em tempo de tanta intolerância existe empatia e respeito”, finaliza Audmara.

Audmara e a mãe Iolanda  — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

Audmara e a mãe Iolanda — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

 

G1

 

 

Homem é preso após ameaçar perfurar coração da própria mãe em JP

A Polícia Militar prendeu ontem, sábado (19), um homem de 32 anos após ele ameaçar perfurar o coração da própria mãe. O caso aconteceu no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa, Capital da Paraíba.

Com um martelo na mão, o suspeito também prometia esmagar a vítima de 51 anos, mas foi impedido por irmãos que chegaram no momento da ação e evitaram a tragédia.

A polícia foi informada que o acusado estava alcoolizado e sob efeitos de drogas e teve que ser amarrado até a chegada das autoridades.

O inusitado é que após ele ter sido encaminhado para a Central de Polícia ele foi liberado, já que a mãe não quis prestar queixa.

 

PB Agora

 

 

 

Mãe pega carona com filho e acaba morrendo em grave acidente de moto na PB

Uma mulher morreu e duas pessoas ficaram feridas na manhã desta terça-feira (1º) após um acidente envolvendo duas motocicletas, na BR-230, em Sousa, no Sertão paraibano. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a mulher seguia de carona com o filho em uma moto quando, ao entrar em um contorno da BR, colidiu com outra motocicleta.

O acidente aconteceu em um contorno que fica em frente ao campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) em Sousa. Conforme a PRF, a vítima voltava com o filho de uma academia localizada próximo à universidade. Ao entrar no contorno, uma funcionária terceirizada da instituição, que chegava no local para trabalhar, acabou colidindo com a moto em que estavam mãe e filho.

Vítima de 48 anos morreu ainda no local do acidente, em Sousa. Foto: Sertão Informado/ Reprodução
Vítima de 48 anos morreu ainda no local do acidente, em Sousa. Foto: Sertão Informado/ Reprodução

Após o acidente, a mulher que seguia em um dos veículos com o filho não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A vítima foi identificada como Tânia Gomes de Lima, de 48 anos. Já o filho dela e a mulher que conduzia a outra moto foram socorridos por uma equipe do Samu e levados para o Hospital Regional de Sousa.

Ainda conforme relato de testemunhas à PRF, o filho de Tânia Gomes teve apenas escoriações pelo corpo. Já a mulher que conduzia a outra moto envolvida no acidente teria sofrido algumas fraturas. O Hospital Regional de Sousa informou que as vítimas passaram por exames de raio-X e que o estado de saúde delas é estável.

Até as 9h desta terça-feira (1º), as informações da PRF são de que o corpo da mulher permanecia na rodovia e equipes do órgão estavam no local do acidente aguardando a chegada do Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) para remoção do corpo.

Blog do Pedro Júnior Com G1PB

 

 

Moradores protestam uma semana após acidente que matou mãe e dois filhos em Areia

Uma semana após o acidente que vitimou três pessoas na cidade de Areia, a 130 km de João Pessoa, moradores da região fizeram um protesto pedindo justiça.

O atropelamento aconteceu na noite de domingo (22) e vitimou fatalmente uma mulher e uma criança na hora. Uma criança de quatro anos e um adulto de 28 ficaram feridos e outra criança de quatro anos teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (26).

Os moradores levaram cartazes e fizeram orações. Os suspeitos do crime continuam em liberdade. Na semana passada, o delegado Gilson Teles informou que o advogado do suspeito entrou em contato afirmando que apresentaria o homem esta semana.

paraiba.com.br

 

 

Mãe faz visita virtual a filho preso em outra cidade; encontro por videochamada é o primeiro da PB

Uma mãe da cidades de Patos, no Sertão da Paraíba, conseguiu ver o filho preso há nove meses na Cadeia Pública de Belém, no Agreste, por meio de uma visita virtual. Essa foi a primeira vez que um detento recebeu uma visita por meio de videoconferência, na Paraíba, de acordo com o Secretário Executivo de Administração Penitenciária, João Paulo Ferreira. Maria do Socorro, que estava a 310 km de distância do filho, o reencontrou também pela primeira vez desde a prisão. A visita foi autorizada pelo Judiciário e aconteceu no último dia 23 de agosto.

Conforme explica João Paulo, a iniciativa faz parte de um projeto piloto para começar a realizar as visitas virtuais em outras penitenciárias. Desde que foi preso preventivamente, no dia 8 de dezembro de 2018, o jovem nunca havia recebido a visita de familiares, em razão do alto custo de deslocamento.

Diante disso, a defensora pública da Comarca de Belém, Diana Guedes, resolveu pedir o benefício à juíza responsável pela Comarca de Belém, que autorizou. Ela contou com a ajuda da defensora pública Carollyne Andrade, que acompanhou a videochamada ao lado da mãe, no Núcleo de Atendimento da DPE em Patos.

O encontro virtual durou aproximadamente 30 minutos. Além das defensoras públicas das respectivas comarcas, a visita virtual também contou com a presença da tia do preso e teve a supervisão de agentes penitenciários.

Mãe e tia do detento participaram da vida, intermediada pela Defensoria Pública da Paraíba — Foto: Defensoria Pública da Paraíba/Divulgação

Mãe e tia do detento participaram da vida, intermediada pela Defensoria Pública da Paraíba — Foto: Defensoria Pública da Paraíba/Divulgação

A defensora pública Carollyne Andrade ressalta que a punição que o Estado impõe aos presos é relativa à privação da liberdade. “Outros direitos, pelo menos teoricamente, continuam assegurados, como o direito à saúde, à religião e a ter contato com a família – conforme dispõe o art. 41 da Lei de Execução Penal”, complementa.

A defensora salienta que a maioria das famílias de pessoas detidas, em razão da exclusão social, não possui condição financeira de percorrer longas distâncias territoriais, mesmo dentro do mesmo Estado. “Acreditando que os familiares do preso não podem ser punidos com esse afastamento, intermediamos essa visita virtual. Por ser uma Instituição que atende os mais vulneráveis, essa iniciativa da Defensoria, acredito, orgulha a todos”, afirma Carollyne.

Para a defensora pública Diana Guedes, a iniciativa deveria ser repetida em outros estabelecimentos penais. Ela lembra, inclusive, que a Gerência Operacional de Articulação com Estabelecimentos Penais (Goaep) da DPE-PB já encaminhou para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) a minuta do convênio de um projeto que prevê a realização de visitas virtuais no Sistema Prisional da Paraíba.

“É importante para amenizar a ansiedade das famílias e dos presos, inclusive para que eles possam cumprir de maneira mais satisfatória os deveres impostos pela Lei de Execução Penal”, ressaltou.

G1

 

Adolescente de 13 anos é abusada por padrasto e mãe denuncia, em João Pessoa

Uma adolescente de 13 anos estava sendo abusada sexualmente pelo padrasto desde o mês de maio, em João Pessoa. A denúncia foi feita pela mãe da menina nesta quinta-feira (12), na Delegacia da Mulher. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi denunciado depois que a filha da mulher fugiu de casa por não mais aguentar os abusos.

A mãe e a filha são da cidade de Pedras de Fogo, onde moravam até o mês de abril, quando a mulher conheceu o suspeito pela internet e veio para João Pessoa morar com ele. Os abusos já começaram no mês de maio.

A Polícia Civil investiga se houve negligência da mãe, tendo em vista que ela já sabia dos abusos desde o mês de maio e não denunciou. De acordo com relato da mãe à polícia, há duas semanas ela estava sendo ameaçada pelo suspeito. Além disso, contou que estava sendo mantida em cárcere privado e, por isso, não tinha como sair de casa para fazer a denúncia.

Na quarta-feira (11), a adolescente fugiu de casa e contou aos vizinhos o que estava acontecendo. Eles ligaram para o pai da menina, que mora em Alhandra, e ele teria exigido que a mãe procurasse a polícia.

Alguns exames foram realizados na adolescente após a denúncia e comprovaram que não houve conjunção carnal entre o suspeito e a vítima. “Mas com certeza houve a prática de ato libidinoso”, afirma a delegacia Cristiane Silva.

Após a denúncia do crime, o suspeito fugiu. A polícia fez buscas na região, mas até as 8h30 desta sexta-feira (13), ele não havia sido localizado. Agora, a Polícia Civil investiga se o mesmo homem também está envolvido em um caso de abuso sexual na cidade de Pilões.

G1

 

Em Belém, ex-presidiário é detido suspeito de ameaçar matar a mãe cortando o pescoço dela com uma faca

Um ex-presidiário foi detido em flagrante na noite da terça-feira (10), no Distrito de Rua Nova, em Belém, suspeito de ameaçar matar a própria mãe, cortando o pescoço dela com uma faca.

A guarnição local, formada pelo sargento Dinarte, cabo Carlos e cabo Nascimento recebeu a denúncia feita pela vítima e, de imediato, compareceu ao local informado por ela.

Os policiais conversaram com a vítima, que estava bastante nervosa e, diante da confirmação da ameaça, deram voz de prisão e conduziram o suspeito para a delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Adotado que mora na França encontra mãe biológica de Bananeiras-PB

Um francês Benjamin Cardiet, de 28 anos, conseguiu encontrar a mãe biológica na Paraíba. Ele procurou a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja-PB), da Corregedoria-Geral de Justiça do Estado. O órgão trabalha com a atribuição de gerenciar e fiscalizar processos relacionados à adoção, além de também auxiliar o adotado que deseja encontrar as origens.

Depois de um ano e seis meses de investigação, que envolveu a Comarca de Bananeiras e a 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, o reencontro finalmente aconteceu.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante, em seu artigo 48, o direito do adotado de conhecer sua origem biológica. De acordo com o secretário-executivo da Ceja, juiz-corregedor Antônio Silveira Neto, tal garantia é importante para buscar a identidade familiar do adotado, a ancestralidade e a superação de traumas da infância, além de envolver questões biológicas, principalmente nos casos em que o adotado tem problemas de saúde de origem genética.

Em relação à investigação realizada pela Comissão, o magistrado explicou que o próprio processo judicial de adoção internacional, na maioria das vezes, identifica a mãe biológica. “No caso de Benjamin, a ação teve origem na Comarca de Bananeiras. Uma vez oficiado, o juiz identificou que o processo havia sido arquivado e estava na 1ª Vara da Infância e da Juventude da Capital. Depois de localizado, o processo foi digitalizado e entregue ao jovem, ao mesmo tempo em que o juiz Jailson Suassuna, em Bananeiras, contatou funcionários do Fórum da época da adoção para descobrir mais informações sobre a mãe biológica de Benjamin”, contou Antônio Silveira.

Também foram realizadas buscas no Cartório de Registro Civil daquela Comarca e no Instituto de Polícia Científica. Quando a mãe biológica finalmente foi identificada, o jovem francês, que é motorista e mora na cidade de Nantes, voltou a Paraíba para conhecer a família. Durante o processo investigativo, Benjamin passou por atendimento prévio com a equipe técnica de apoio da Ceja.

Corregedor-geral da Justiça Romero Marcelo

O corregedor-geral da Justiça Romero Marcelo, que preside a Ceja, explicou que a pessoa adotada que deseja encontrar a família de origem pode fazer um requerimento na sede da Ceja-PB para que seja aberta a investigação. Na página da Corregedoria na internet, no link Ceja, é possível encontrar mais informações sobre adoção.

Processos digitalizados

O corregedor-geral afirmou que os processos relacionados à adoção que estavam arquivados na Vara da Infância e da Juventude da Capital, que correspondiam a 96 caixas estão sendo digitalizados. “Estamos prioritariamente digitalizando esses processos. Com isso, nossas buscas serão facilitadas e também será possível implementar ferramentas que possam fazer pesquisas mais abrangentes”, destacou o desembargador.

 

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