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Mãe faz visita virtual a filho preso em outra cidade; encontro por videochamada é o primeiro da PB

Uma mãe da cidades de Patos, no Sertão da Paraíba, conseguiu ver o filho preso há nove meses na Cadeia Pública de Belém, no Agreste, por meio de uma visita virtual. Essa foi a primeira vez que um detento recebeu uma visita por meio de videoconferência, na Paraíba, de acordo com o Secretário Executivo de Administração Penitenciária, João Paulo Ferreira. Maria do Socorro, que estava a 310 km de distância do filho, o reencontrou também pela primeira vez desde a prisão. A visita foi autorizada pelo Judiciário e aconteceu no último dia 23 de agosto.

Conforme explica João Paulo, a iniciativa faz parte de um projeto piloto para começar a realizar as visitas virtuais em outras penitenciárias. Desde que foi preso preventivamente, no dia 8 de dezembro de 2018, o jovem nunca havia recebido a visita de familiares, em razão do alto custo de deslocamento.

Diante disso, a defensora pública da Comarca de Belém, Diana Guedes, resolveu pedir o benefício à juíza responsável pela Comarca de Belém, que autorizou. Ela contou com a ajuda da defensora pública Carollyne Andrade, que acompanhou a videochamada ao lado da mãe, no Núcleo de Atendimento da DPE em Patos.

O encontro virtual durou aproximadamente 30 minutos. Além das defensoras públicas das respectivas comarcas, a visita virtual também contou com a presença da tia do preso e teve a supervisão de agentes penitenciários.

Mãe e tia do detento participaram da vida, intermediada pela Defensoria Pública da Paraíba — Foto: Defensoria Pública da Paraíba/Divulgação

Mãe e tia do detento participaram da vida, intermediada pela Defensoria Pública da Paraíba — Foto: Defensoria Pública da Paraíba/Divulgação

A defensora pública Carollyne Andrade ressalta que a punição que o Estado impõe aos presos é relativa à privação da liberdade. “Outros direitos, pelo menos teoricamente, continuam assegurados, como o direito à saúde, à religião e a ter contato com a família – conforme dispõe o art. 41 da Lei de Execução Penal”, complementa.

A defensora salienta que a maioria das famílias de pessoas detidas, em razão da exclusão social, não possui condição financeira de percorrer longas distâncias territoriais, mesmo dentro do mesmo Estado. “Acreditando que os familiares do preso não podem ser punidos com esse afastamento, intermediamos essa visita virtual. Por ser uma Instituição que atende os mais vulneráveis, essa iniciativa da Defensoria, acredito, orgulha a todos”, afirma Carollyne.

Para a defensora pública Diana Guedes, a iniciativa deveria ser repetida em outros estabelecimentos penais. Ela lembra, inclusive, que a Gerência Operacional de Articulação com Estabelecimentos Penais (Goaep) da DPE-PB já encaminhou para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) a minuta do convênio de um projeto que prevê a realização de visitas virtuais no Sistema Prisional da Paraíba.

“É importante para amenizar a ansiedade das famílias e dos presos, inclusive para que eles possam cumprir de maneira mais satisfatória os deveres impostos pela Lei de Execução Penal”, ressaltou.

G1

 

Adolescente de 13 anos é abusada por padrasto e mãe denuncia, em João Pessoa

Uma adolescente de 13 anos estava sendo abusada sexualmente pelo padrasto desde o mês de maio, em João Pessoa. A denúncia foi feita pela mãe da menina nesta quinta-feira (12), na Delegacia da Mulher. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi denunciado depois que a filha da mulher fugiu de casa por não mais aguentar os abusos.

A mãe e a filha são da cidade de Pedras de Fogo, onde moravam até o mês de abril, quando a mulher conheceu o suspeito pela internet e veio para João Pessoa morar com ele. Os abusos já começaram no mês de maio.

A Polícia Civil investiga se houve negligência da mãe, tendo em vista que ela já sabia dos abusos desde o mês de maio e não denunciou. De acordo com relato da mãe à polícia, há duas semanas ela estava sendo ameaçada pelo suspeito. Além disso, contou que estava sendo mantida em cárcere privado e, por isso, não tinha como sair de casa para fazer a denúncia.

Na quarta-feira (11), a adolescente fugiu de casa e contou aos vizinhos o que estava acontecendo. Eles ligaram para o pai da menina, que mora em Alhandra, e ele teria exigido que a mãe procurasse a polícia.

Alguns exames foram realizados na adolescente após a denúncia e comprovaram que não houve conjunção carnal entre o suspeito e a vítima. “Mas com certeza houve a prática de ato libidinoso”, afirma a delegacia Cristiane Silva.

Após a denúncia do crime, o suspeito fugiu. A polícia fez buscas na região, mas até as 8h30 desta sexta-feira (13), ele não havia sido localizado. Agora, a Polícia Civil investiga se o mesmo homem também está envolvido em um caso de abuso sexual na cidade de Pilões.

G1

 

Em Belém, ex-presidiário é detido suspeito de ameaçar matar a mãe cortando o pescoço dela com uma faca

Um ex-presidiário foi detido em flagrante na noite da terça-feira (10), no Distrito de Rua Nova, em Belém, suspeito de ameaçar matar a própria mãe, cortando o pescoço dela com uma faca.

A guarnição local, formada pelo sargento Dinarte, cabo Carlos e cabo Nascimento recebeu a denúncia feita pela vítima e, de imediato, compareceu ao local informado por ela.

Os policiais conversaram com a vítima, que estava bastante nervosa e, diante da confirmação da ameaça, deram voz de prisão e conduziram o suspeito para a delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Adotado que mora na França encontra mãe biológica de Bananeiras-PB

Um francês Benjamin Cardiet, de 28 anos, conseguiu encontrar a mãe biológica na Paraíba. Ele procurou a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja-PB), da Corregedoria-Geral de Justiça do Estado. O órgão trabalha com a atribuição de gerenciar e fiscalizar processos relacionados à adoção, além de também auxiliar o adotado que deseja encontrar as origens.

Depois de um ano e seis meses de investigação, que envolveu a Comarca de Bananeiras e a 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, o reencontro finalmente aconteceu.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante, em seu artigo 48, o direito do adotado de conhecer sua origem biológica. De acordo com o secretário-executivo da Ceja, juiz-corregedor Antônio Silveira Neto, tal garantia é importante para buscar a identidade familiar do adotado, a ancestralidade e a superação de traumas da infância, além de envolver questões biológicas, principalmente nos casos em que o adotado tem problemas de saúde de origem genética.

Em relação à investigação realizada pela Comissão, o magistrado explicou que o próprio processo judicial de adoção internacional, na maioria das vezes, identifica a mãe biológica. “No caso de Benjamin, a ação teve origem na Comarca de Bananeiras. Uma vez oficiado, o juiz identificou que o processo havia sido arquivado e estava na 1ª Vara da Infância e da Juventude da Capital. Depois de localizado, o processo foi digitalizado e entregue ao jovem, ao mesmo tempo em que o juiz Jailson Suassuna, em Bananeiras, contatou funcionários do Fórum da época da adoção para descobrir mais informações sobre a mãe biológica de Benjamin”, contou Antônio Silveira.

Também foram realizadas buscas no Cartório de Registro Civil daquela Comarca e no Instituto de Polícia Científica. Quando a mãe biológica finalmente foi identificada, o jovem francês, que é motorista e mora na cidade de Nantes, voltou a Paraíba para conhecer a família. Durante o processo investigativo, Benjamin passou por atendimento prévio com a equipe técnica de apoio da Ceja.

Corregedor-geral da Justiça Romero Marcelo

O corregedor-geral da Justiça Romero Marcelo, que preside a Ceja, explicou que a pessoa adotada que deseja encontrar a família de origem pode fazer um requerimento na sede da Ceja-PB para que seja aberta a investigação. Na página da Corregedoria na internet, no link Ceja, é possível encontrar mais informações sobre adoção.

Processos digitalizados

O corregedor-geral afirmou que os processos relacionados à adoção que estavam arquivados na Vara da Infância e da Juventude da Capital, que correspondiam a 96 caixas estão sendo digitalizados. “Estamos prioritariamente digitalizando esses processos. Com isso, nossas buscas serão facilitadas e também será possível implementar ferramentas que possam fazer pesquisas mais abrangentes”, destacou o desembargador.

 

clickpb

 

 

Polícia procura suspeito de espancar criança de 2 anos; mãe, menor de idade, assumiu a culpa

A Polícia Militar está à procura do suspeito de espancar uma criança de dois anos nesta terça-feira (20), em Mamanguape, a 52 km de João Pessoa.

De acordo com o Major Alberto Filho, da Polícia Militar, em entrevista ao vivo ao programa Show da Arapuan, da Arapuan FM,nesta quarta-feira (21), a mãe de 17 anos assumiu a culpa da agressão, foi ouvida e liberada, porém o avô que levou acionou o Samu afirmou que o padrasto da criança, de 28 anos, que espancou o menino.

Esta foi a segunda vez em 15 dias que o menino dá entrada no Trauma por espancamento. Fontes médicas do hospital informaram que o garoto provavelmente levou um chute forte nos testículos ou teve os órgãos apertados com uma liga devido ao estado em que ele ficou.

O major afirmou também que a polícia não foi informada pelo Conselho Tutelar a respeito da primeira agressão quinze dias atrás. Porém que ontem, durante o atendimento, procurou o Conselho Tutelar e só então soube que a criança teria sido encaminhada a uma das avós que acabou devolvendo o menino para a mãe e padrasto que voltaram a agredi-lo.

“A mãe quis tirar a culpa do marido que é maior de idade e ela menor. Disse que quem bateu foi ela, que estava com raiva porque ele não obedeceu”, disse.

A mãe foi ouvida na delegacia e liberada em seguida. Enquanto isso a polícia continua à procura do padrasto.

paraiba.com.br

 

 

Filho agride a mãe de 66 anos e é preso por violência doméstica em Alagoinha

Um homem suspeito de agredir a própria mãe, uma idosa de 66 anos de idade, foi preso por policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) na tarde desta quinta-feira (8), na cidade de Alagoinha. Algumas pessoas informaram à guarnição, através da linha direta, que a mãe estaria sendo agredida pelo filho, que tem 36 anos, no interior da sua residência.

Os policiais, sob o comando do cabo Fagner, se dirigiram até o local e constataram a veracidade do fato, sendo o suspeito preso em flagrante pelo crime de violência doméstica e familiar. Ele foi conduzido para a delegacia, juntamente com a vítima, para os procedimentos legais.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Mãe é presa após agredir a filha de nove anos, na Grande JP

A mãe de uma menina de 9 anos foi presa nesta quinta-feira (25) suspeita de agredir com tapas a filha, uma menina de nove anos. As agressões aconteceram no domingo (21), na casa onde elas moram, no município de Cruz do Espírito Santo, na Grande João Pessoa.

Segundo o major Sidney, comandante da 3ª Companhia de Polícia Militar em Sapé,  a avó da menina, que é a responsável legal por ela, foi quem denunciou o crime após filmar a suspeita batendo na criança.

Ainda segundo o major, a suspeita estava sendo procurada desde segunda-feira (22) e só foi localizada nessa quarta. Ela foi encaminhada à Delegacia, onde prestou depoimento. Ainda não se sabe se a mulher foi presa ou responderá ao inquérito em liberdade, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta matéria.

 

clickpb

 

 

Mãe de bebê colocado em calçada é ouvida em delegacia

A mãe do bebê de 11 meses, deixado em uma calçada enquanto ela dava ré no carro, foi ouvida nesta quarta-feira (24), na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude, em João Pessoa. De acordo com a delegada Joana D’arc, Beatriz Fernandes contou que acreditava que a criança estava dentro do carro no momento que entrou no veículo. Após o depoimento, a delegada informou que vai concluir o inquérito e, em seguida, enviar à Justiça.

Em reportagem do Fantástico, no último domingo (21), Beatriz Fernandes contou que a situação aconteceu em um momento de estresse extremo. O caso foi no dia 21 de julho. A mãe do bebê foi até a casa do pai para deixar a criança. Quando estacionou o carro, tirou a filha da cadeirinha e colocou no calçada.

“Eu não estava pensando, estava extremamente nervosa e lembrei das coisas da minha filha que estavam no carro e precisava pegar”. As imagens foram registradas por uma câmera de segurança. Beatriz entra no carro e começa a dar ré no veículo, perto da criança. Ela conta em entrevista que queria manobrar o carro para tirar de frente da garagem, mas havia um tambor de lixo na frente. “Mas no mesmo segundo eu vi que ela estava na calçada, pela câmera de ré”, conta.

Em depoimento, Beatriz Fernandes diz que foi um ato impensado e que entrou no carro para atender o telefone e, de tão contrariada que estava, esqueceu que a criança estava fora do carro.

A delegada perguntou porque ela engatou a ré e ainda andou um pouco com o carro. Beatriz repetiu a mesma versão da entrevista e disse que imediatamente viu a criança pela câmera de ré.

Beatriz Fernandes ainda contou que os momentos de desencontros de horários com o pai da criança nos dias de visita são constantes. O pai da bebê, o advogado Eduardo Aníbal, está com a guarda da criança há mais de 40 dias.

Ele disse que o juiz já havia esclarecido que o horário de visita não precisava ser exato. “Até porque eu trabalho e tem várias outras questões. Eu tinha contatado ela e disse que ia pegar a criança entre 12h e 12h30. Foi quando ela disse que tinha saído do local combinado e eu não ia ver minha filha”, contou. O advogado foi até uma delegacia, no mesmo dia, e prestou um boletim de ocorrência.

Beatriz, no entanto, diz que tentou falar com Eduardo desde 8h do sábado. As 12h30 ela disse que não precisava mais ele ir buscá-la, já que, segundo ela, ele ainda não havia saído de casa. “No domingo eu passei o dia tentando falar com ele”, revela.

Tanto Beatriz quanto Eduardo contam que não conseguem se organizar com os horários de visita combinado para a guarda compartilhada. Naquele fim de semana, o pai deveria ficar com a filha desde o sábado.

“Não teve um dia desde que isso aconteceu que eu não tenha me arrependido. Eu sei que eu jamais faria aquilo de novo. Não teve um dia que eu não pense onde ela está, com quem ela está, se ela dormiu, se ela está comendo direito. Eu estava nervosa, não foi pensado, quem foi que nunca errou?”, desabafa Beatriz.

No entanto, conforme a delegada Joana D’arca, embora o tempo em que a criança ficou sozinha seja muito curto, a imagem é clara e configura abandono de incapaz. Agora, Beatriz só pode ver a filha no berçário e nos fins de semana, na presença dos pais dela. O inquérito será concluído e entregue à Justiça.

G1

 

Cirurgia reconstrói couro cabeludo de menino torturado pela mãe

O menino de sete anos vítima de tortura pela própria mãe passou por cirurgia de reconstrução do couro cabeludo nesta segunda-feira (22), no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Conforme boletim médico, foi utilizado enxerto de pele no procedimento e a criança está em recuperação de pós operatório. Ainda não há previsão de alta hospitalar.

O garoto deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande no dia 10 de julho. Ele estava sendo mantido em cárcere privado pela própria mãe, na zona rural do município de Boqueirão. A criança foi encontrada acorrentada e teria sido espancada com fios elétricos e cordas.

A mãe e o padrasto do menino foram presos em caráter preventivo na última quinta-feira (18).

 

paraibadebate

 

 

Mãe que deixou bebê na rua e quase o atropelou tenta se explicar

Um bebê engatinha sozinho, na calçada. Um carro começa a se movimentar. A cena foi registrada por uma câmera de segurança da rua. Era um fim de domingo em João Pessoa, Paraíba. Uma mulher abre a porta do carro e tira o bebê da cadeirinha, deixa a criança sozinha na calçada, fecha a porta e entra de novo no carro. Do lado de fora, o bebê engatinha. Ela liga o carro e engata a ré.

Uma moradora do bairro percebe. A mulher para o carro e sai. O bebê segue engatinhando. Agora em direção à rua. Ela pega o bebê no colo, discute com a moradora e volta para o carro.

Após esse episódio, a mãe perdeu a guarda da bebê que agora pertence ao pai que era namorado dela. O fato ocorreu no bairro do Bessa em João Pessoa.

A mãe explicou que não queria fazer nenhum mal a filha, que devido a demora do pai em ir buscar a criança para passar o fim de semana e ela ter que sair, resolveu ir à casa dele para deixar a bebê e apontou que a mulher passeando com um cachorro que aparece no vídeo e discute com ela é tia do pai da criança. Por esse motivo teria deixado a bebê no chão e entrou no carro, mas logo se arrependeu.

O pai pediu na justiça que devido a este fato, a mãe perca definitivamente a guarda da criança e o processo corre em segredo de justiça na Paraíba.

A delegada de crimes contra infância, Joana Darc, aponta que o caso foi tratado como abandono de incapaz, mesmo sendo por pouco tempo, mas o que vale é intenção de quem deveria cuidar e proteger.

A matéria foi veiuculada neste domingo (21) no Fantástico.

 

pbagora