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Taxa extra da conta de luz vai subir até 50%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste nos valores da bandeira tarifária amarela e da bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2.

O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%.

Novos valores (por 100 kWh):

  • Bandeira amarela: R$ 1,50
  • Bandeira vermelha 1: R$ 4,00
  • Bandeira vermelha 2: R$ 6,00

O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia.

Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários.

“A revisão é necessária para que não haja um déficit ainda maior em 2019, que terá que ser pago nas tarifas de energia em 2020”, afirmou. Segundo ele, os novos valores são mais adequados ao real custo de geração deste ano.

Sistema de bandeiras

Em vigor desde 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara.

De acordo com o funcionamento das bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

A bandeira verde significa que o custo está baixo e é coberto pela tarifa regular das distribuidoras, então não há cobrança extra na conta de luz. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representam um aumento do custo de produção de energia e, por isso, há cobrança na conta de luz. O aumento do custo de geração está ligado principalmente ao volume de chuvas e ao nível dos reservatórios.

O acionamento da bandeira implica em uma cobrança extra na conta de luz, valor que é usado para pagar pela geração de energia mais cara.

Antes do sistema de bandeiras, o custo da geração de energia mais cara já era cobrado do consumidor, mas com um ano de atraso. O sistema permitiu a cobrança mensal do valor e a possibilidade de avisar os consumidores que o custo da energia está mais caro, permitindo que eles reduzam o consumo.

G1

 

Falta água, falta luz e sobram mágoas

OS BONS GESTORES JÁ SABEM QUE AS FESTAS PÚBLICAS NÃO DEVEM TENTAR ESCONDER OS SOFRIMENTOS DAS PESSOAS QUE VIVEM COM POUCA ÁGUA  E  MUITA  ESCURIDÃO  PÚBLICA.

As populações de algumas cidades brasileiras ainda padecem de antigas mazelas, que teimam em permanecer, depois de mais de 50 anos de malefícios impostos aos mais pobres.

Não existe, caríssimos leitores e ouvintes, quem fique satisfeito caso more numa cidade onde a Água é um bem tão precioso que, costumeiramente, só vem uma vez por semana e vai embora no dia seguinte.

Muita gente imagina que ela, a Água, vem de muito longe, porque ela chega cansada e tão fraquinha que não consegue subir até a caixa que está, a uma semana, implorando por sua esperada visita.

Nessa cidade com tão pouca Água, existe outro personagem, chamado Lâmpada, que tem medo de claridade e por isso é acusado de escurecer as avenidas, ruas, travessas e becos.

Nos palcos desses dois personagens, Água e Lâmpada, existe um terceiro que muito sofre nas muitas histórias suburbanas e urbanas que falam de faltas e de medos que invadem e atormentam principalmente os fracos.

O personagem sofredor chama-se Povo que mal consegue armazenar 1.000 litros de água por semana ou 4.000 litros por mês, mesmo que todo mês receba uma conta que lhe cobra 10.000 litros, e não diz que o consumidor tem um crédito de 6.000 litros que serão compensados nas contas vindouras, quando houver água com uma quantidade que garanta consumos dignos, superiores ao mínimo dos 10.000 litros já cobrados na conta.

Como se isso não bastasse, o personagem Povo também paga uma taxa de iluminação que cobra o mau iluminamento onde uma simples e cansada Lâmpada muito se esforça para iluminar várias casas, sempre que ela possa converter energia elétrica em energia luminosa.

Mesmo que as ruas fiquem às escuras durante noites, semanas, e até meses, a conta, do iluminamento não fornecido, também vem para o consumidor pagar, sem apelação para os seus preceitos legais previstos em direitos constitucionalmente fundamentados.

OS BONS GESTORES JÁ SABEM QUE AS FESTAS PÚBLICAS NÃO DEVEM TENTAR ESCONDER OS SOFRIMENTOS DAS PESSOAS QUE VIVEM COM POUCA ÁGUA  E  MUITA ESCURIDÃO PÚBLICA.

 

 

 

Mudança pode deixar mais barata conta de luz de quem usa menos energia

Consumidores que têm poucos eletrodomésticos e por isso usam menos energia podem passar a pagar uma conta de luz mais barata. É o que prevê uma proposta em discussão na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A ideia é que passe a vigorar para consumidores de todas as classes a chamada tarifa binômia. Já disponível para grandes indústrias, ela estabelece faixas de cobrança pelo serviço de distribuição – que é a construção e manutenção da rede que leva a energia até as casas e as empresas.

O custo do serviço de distribuição, a chamada “tarifa fio”, representa cerca de 30% do total pago nas contas de luz. Esses recursos servem para remunerar as distribuidoras pelo uso da rede.

Hoje, casas ou lojas que consomem muita energia pagam, pelo serviço de distribuição, o mesmo valor que outras que usam pouca. Com a tarifa binômia, a lógica é que os grandes consumidores passem a pagar mais pelo serviço porque exigem um maior investimento das distribuidoras para atender à sua demanda. E, quem usa menos energia, pagaria menos.

“Se você tem dois consumidores, você tem uma demanda declarada de X e o seu vizinho de metade de X, hoje vocês pagam a mesma tarifa, mas certamente a rede da distribuidora levou em consideração a carga de vocês dois. Você demandou mais de força da rede do que o seu vizinho, então você pagará mais a tarifa de fio do que o seu vizinho”, explicou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino.

Aneel estuda implantar a tarifa binômia para todos os consumidores (Foto: Arte/G1)Aneel estuda implantar a tarifa binômia para todos os consumidores (Foto: Arte/G1)Aneel estuda implantar a tarifa binômia para todos os consumidores (Foto: Arte/G1)
Quando começa?

A proposta ainda não tem data para ser votada na Aneel, mas os estudos já estão sendo feitos. A agenda regulatória da agência prevê a abertura de audiência pública sobre a tarifa binômia, que é essa cobrança diferenciada, já no segundo semestre de 2018. A votação da proposta está prevista para 2019.

Depois de ser aprovada, a Aneel deve fixar um calendário de implantação. A adesão à tarifa binômia será obrigatória para todos os consumidores.

Quando isso acontecer, cada casa e comércio terá que declarar, à distribuidora que o atende, a sua demanda de energia, que vai levar em conta, por exemplo, a quantidade de eletrodomésticos e equipamentos ligados no imóvel.

Por exemplo: uma casa que tem aparelhos de ar-condicionado demanda mais energia – e mais estrutura de rede da distribuidora – do que outra que não possui esse tipo de equipamento.

Com dessa declaração, será possível definir quem vai pagar uma tarifa de distribuição mais cara e quem vai pagar uma mais barata.

Essa declaração pode ser simplificada pela análise do disjuntor usado na residência, por exemplo. Esse disjuntor, que fica no relógio de energia, é instalado levando em consideração o número de eletrodomésticos e o consumo da residência.

Penalidade contra fraude

Segundo Rufino, para evitar que alguém informe à distribuidora uma necessidade mais baixa de energia que a real, para pagar uma tarifa de distribuição mais barata, haverá penalidade, uma espécie de multa, que será cobrada sempre que um consumidor usar mais eletricidade do que a prevista na faixa em que ele se declarou.

“O que o consumidor poderia imaginar: eu vou subcontratar para pagar uma tarifa baixinha, mas aí tem uma regra que, se ele ultrapassar o que contratou, é muito mais caro. Então, é uma penalidade pela ultrapassagem”, disse o diretor-geral da Aneel

“Ele [consumidor] tem que contratar a demanda correta para as distribuidoras dimensionarem a rede. Ela não pode superdimensionar, porque ela [distribuidora] estaria investindo sem necessidade, mas não pode subdimensionar, porque aí teria problema de tensão e começa a dar problema”, completou ele.

Indústria vê vantagens

O presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) e ex-diretor da Aneel, Edvaldo Santana, diz que a medida é positiva e que funciona bem para os consumidores de alta tensão.

“Se você perguntar hoje para os consumidores de alta tensão se querem voltar para o modelo antigo, ninguém quer”, afirmou.

Segundo ele, no início os consumidores residenciais podem ter algum problema para fazer o dimensionamento correto da sua demanda por energia, mas a adaptação é rápida.

“A demanda depende muito da quantidade de equipamentos. O contrato de demanda levaria em consideração a energia necessária para ligar todos os equipamentos elétricos da casa ao mesmo tempo”, disse.

G1

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Conta de luz vai ficar 18,21% mais cara em CG e região

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (30), em Brasília, o Reajuste Tarifário da Energisa Borborema (EBO), que valerá a partir de 4 de fevereiro de 2018. O efeito médio a ser percebido pelo consumidor é de 18,21%. Para os clientes da Baixa Tensão (residencial e comercial) a correção será de 16,83% e para os da Alta Tensão, 21,54%.

Os principais motivos para a correção da tarifa são os itens relacionados à geração, como a compra de energia e o serviço de transmissão. O reajuste tarifário é um processo regulado pela Aneel, previsto no contrato de concessão da empresa. Estes contratos apresentam regras bem definidas a respeito das contas de luz, bem como a metodologia de cálculo dos reajustes.

A Energisa Borborema é responsável pela distribuição de energia em seis municípios da Paraíba – Campina Grande, Queimadas, Fagundes, Boa Vista, Massaranduba e Lagoa Seca.

Portal Correio

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Site calcula excesso no ICMS de contas de luz e diz quanto você pode receber de volta

Arquivo/Agência Brasil
Imagem Ilustrativa

A Proteste Associação de Consumidores lançou uma plataforma que permite calcular cobranças indevidas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na conta de luz. Para saber se foi vítima de abuso, o consumidor deve informar o gasto mensal, estado e concessionária de energia elétrica.

A Associação quer que as empresas reembolsem os consumidores lesados. Através do simulador da Proteste, o consumidor pode estimar o que foi pago a mais em ICMS na sua conta de luz, nos últimos cinco anos para, então, decidir ir buscar o ressarcimento.

De acordo com os cálculos obtidos por meio do Simulador da PROTESTE, um cliente da Companhia Elétrica Light (RJ), por exemplo, no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2016 poderia obter uma restituição de R$ 2.576,72. O consumo médio de energia da residência foi de 525 KWh por mês, com isso ele recuperaria aproximadamente 43% do ICMS pago.

A Proteste considera abusiva a cobrança do ICMS na conta de luz e incentiva que os consumidores façam valer os seus direitos e busquem reaver os valores indevidamente cobrados. Caso o consumidor queira saber como conseguir o ressarcimento apontado pelo simulador.

Portal Correio

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Conta de luz na Paraíba tem desconto de até 20% em abril, diz Aneel

conta luzO desconto nas contas de luz no mês de abril, para compensar os consumidores paraibanos pela cobrança indevida de um encargo, pode chegar a até 20%, conforme tabela divulgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na terça-feira (28). Os clientes da EnergisaParaíba devem ter o desconto 8,84%, enquanto os clientes da Energisa Borborema, que fornece energia em Campina Grande, Queimadas, Fagundes, Boa Vista, Massaranduba e Lagoa Seca, o desconto vai ser de 19,47%.

De acordo com a Aneel, no total deverão ser devolvidos R$ 900 milhões cobrados nos últimos meses por meio do encargo, inserido nas contas de luz desde o ano passado de maneira indevida, já que Angra 3 ainda não entrou em operação.

A compensação pela cobrança irregular será feita de uma só vez e em forma de desconto no valor da conta de luz de abril. O desconto vai variar de R$ 0,347 a R$ 8,342 para cada 100 kWh, o que equivale a uma redução de 2% a 20% das contas. Conforme lista divulgado pela Aneel, a Energisa Borborema deve dar o maior desconto na cobrança de energia em abril no Brasil.

Como as distribuidoras de energia fecham as contas em períodos diferentes do mês, em alguns casos o consumidor poderá ter o abatimento também em maio, segundo a Aneel. As distribuidoras terão que informar, no boleto da conta de luz, o valor do desconto.

Os clientes de três distribuidoras não vão ser compensados, porque, no caso deles, não houve cobrança indevida. As distribuidoras são: Companhia Sul Sergipana de Eletricidade (Sulgipe), Companhia Energética de Roraima (Cerr) e Boa Vista Energia.

Entenda o caso
No início do mês, a Aneel admitiu que, por conta de uma falha, os consumidores acabaram pagando R$ 1,8 bilhão a mais nas contas de luz ao longo de 2016. Nesta terça, entretanto, a agência informou que o valor cobrado indevidamente deve girar em torno de 50 a 55% do valor estimado inicialmente.

Essa cobrança extra ocorreu pela inclusão indevida nas contas de luz de um encargo destinado a remunerar a usina nuclear de Angra 3. Esse encargo, porém, não deveria ter sido cobrado por que a usina ainda não entrou em operação. Segundo a agência, o erro foi baseado em informações da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que é quem informa qual energia de reserva pode ser usada.

A cobrança indevida veio à tona porque o presidente do Instituto de Cidadania de Formosa (GO), Geraldo Lobo, ingressou com uma ação popular questionando o cálculo da conta de luz.

G1

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Chuva decepciona e conta de luz pode ter bandeira vermelha no 2° semestre

energiaUm período de chuvas bastante abaixo da média no Brasil em 2016 e 2017 tem impulsionado apostas do mercado de eletricidade em um segundo semestre de contas de luz com bandeira vermelha (taxa extra) em alguns meses, o que elevaria custos para os consumidores.

Especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters avaliam que a hidrologia vista desde novembro não permitirá uma boa recuperação dos reservatórios das hidrelétricas até abril, fim da época de chuvas, o que pode exigir o acionamento de termelétricas mais caras, que resulta na mudança da bandeira.

A bandeira começou 2017 verde, o que não gera cobranças adicionais, mas passou para amarela neste mês, diante de expectativas de chuvas em torno de 70% da média histórica. A bandeira vermelha, com custo maior, não é acionada desde fevereiro de 2016.

“Provavelmente, teremos aí no segundo semestre um ou mais meses de bandeira vermelha”, disse o sócio da comercializadora FDR Energia, Erik Azevedo.

Além das questões relacionadas ao clima, uma eventual recuperação da economia mais ao final do ano pode elevar a carga, outro fator de alta para o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que define o acionamento das bandeiras tarifárias.

Uma mudança já aprovada nos cálculos do PLD, ou preço spot da eletricidade, a partir de maio, também é fator que deverá elevar significativamente essas cotações.

Azevedo, da FDR Energia, avalia que a bandeira pode ser verde em abril, mas a tendência para o resto do ano é bem mais pessimista, devido à mudança no PLD.

“A tendência é que tenhamos bandeira amarela até o final do período seco, em novembro. Essa é nossa expectativa hoje, mas tecnicamente essa bandeira pode virar vermelha”, disse o sócio da consultoria Esfera Energia, Braz Justi.

“Se chover onde precisa, e chover bem, recupera rápido, mas nessa altura do campeonato é contar com a sorte, porque já passaram quatro meses [do período úmido] e não choveu [o suficiente]”, completou.

Em novembro e dezembro, as chuvas na região das hidrelétricas do Brasil ficaram em 77% e 75% da média, enquanto em janeiro e fevereiro recuaram para 67% e 70%, segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

“A gente vem em um período úmido bem abaixo da média… falar de bandeira vermelha ainda acho um pouco prematuro, mas pode acontecer sim, se as chuvas ficarem abaixo da média, principalmente a partir da entrada de maio”, disse o gerente de risco da comercializadora Ecom Energia, Carlos Caminada.

A bandeira amarela eleva o custo da eletricidade em R$ 2 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, enquanto a bandeira vermelha gera um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.

Fator Consumo

Um dos principais fatores que podem influenciar uma possível mudança para bandeira para vermelha é, além das chuvas, o ritmo da economia.

As projeções de carga atualmente utilizadas no cálculo do PLD, que aciona as bandeiras, consideram um crescimento econômico de 0,5% neste ano e de em média 2% ao ano no período 2017-2021.

Essa projeção de carga deverá ser atualizada no final de abril e depois novamente no final de agosto.

Para abril, a expectativa é que os dados tenham pouca ou nenhuma mudança, mas um início de recuperação econômica esperado para os dois últimos trimestres do ano poderia levar a uma revisão com maior impacto mais adiante.

“A gente não está vendo nenhuma diferença significativa em relação ao cenário atual… mas se no segundo semestre você tiver uma recuperação da economia mais forte que o esperado, e principalmente da indústria, esse aumento de carga pode refletir muito nos preços”, disse Caminada, da Ecom.

Os especialistas ressaltaram que é o terceiro ano consecutivo em que o período de chuvas do Brasil tem chuvas consideradas ruins na região das hidrelétricas, o que impede a recuperação dos reservatórios e gera pressão sobre as tarifas de energia mesmo em um cenário de sobrecapacidade estrutural de geração.

“Tem que chegar no final de maio com reservatório no maior nível possível… com os reservatórios como estão, o que está salvando o sistema é esse consumo [baixa]. Se não fosse isso, a gente já estaria em bandeira vermelha”, disse Azevedo, da FDR.

Uol

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Após tomar posse à luz de velas, prefeito renegocia dívida e energia é religada

curralO prefeito de Curral de Cima, Totó Ribeiro (PSDB), conseguiu renegociar a dívida de energia deixada pelo seu antecessor junto a concessionária Energisa, que realizou a religação do fornecimento em todos os prédios públicos. No acordo realizado na sede da empresa em João Pessoa, Totó se comprometeu a pagar uma das parcelas no valor de R$ 225.175 em 24 vezes. A dívida total é de R$ 2,7 milhões.

“É uma dívida muito alta e que a Prefeitura terá dificuldades de pagar, mas essa foi a herança que recebemos do nosso antecessor. O mais importante é que conseguimos religar a energia para iniciarmos a nossa administração. Nossa vontade de trabalhar pelo nosso povo supera qualquer adversidade. Vamos recuperar nossa dignidade e a fé em nosso futuro. Vamos ao trabalho”, afirmou Totó Ribeiro.

O prefeito teve que tomar posse no escuro no último domingo (1) após a concessionária de Energia cortar a luz de todos os prédios públicos do município de Curral de Cima. Nesse primeiro dia de atividade, o prefeito também se deparou com os prédios da Prefeitura saqueados.

A realidade encontrada pelo prefeito não foi das melhores. Segundo Totó Ribeiro, foi detectada a falta de computadores, televisões, bebedouros e até mesmo armários. O novo prefeito também encontrou a frota do município totalmente deteriorada com ambulâncias e ônibus escolares sem qualquer condição de transportar os estudantes e a população que necessita de um socorro.

“Estamos enfrentando uma situação muito difícil no município. A realidade ainda é pior do que imaginávamos. Como não tivemos um processo de transição de governo fica ainda mais complicado de iniciarmos uma administração. O bem público foi saqueado e isso é caso de polícia”, afirmou o prefeito.

MaisPB

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Com energia cortada, prefeito da PB toma posse a luz de velas e usa candeeiro

Reprodução/ Chico Soares
Reprodução/ Chico Soares

O prefeito eleito de Curral de Cima, Totó Ribeiro (PSDB), o vice Aécio Fernandes (SD) e nove vereadores tomaram posse na madrugada deste domingo (01) a luz de velas. Isso porque a energia elétrica dos prédios públicos municipais está com o fornecimento suspenso por falta de pagamento. Depois a solenidade, para entrar na Prefeitura, o gestor usou velas e luz a candeeiro para iluminar o prédio.

O prefeito informou que, nesta segunda-feira (02) vem a João Pessoa para dialogar com diretores da Energisa, com o objetivo de negociar as dívidas da prefeitura e solicitar a ligação da energia dos prédios públicos, que pertencem ao município. Totó Ribeiro informou que vai exonerar todos os servidores de cargos comissionados.

De acordo com o novo prefeito da cidade, uma pasta de documentos entregue pelo ex-prefeito Nadir Fernandes e sua equipe de transição, está cheia de informações desencontradas. “Está tudo errado, segundo um contador que está fechando os números da nova gestão, nada está batendo”, diz Totó Ribeiro.

Diante a situação, o prefeito empossado está analisando o caso com a assessoria jurídica da Prefeitura para levar aos órgãos fiscalizadores e solicitar uma auditória pública ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). O prefeito tucano assumiu o cargo sem saber ao certo como está o caixa do município.

Segundo Totó Ribeiro, grande parte da frota de veículos há muito tempo está sem manutenção e abandonados totalmente pelo antecessor. As máquinas do PAC também precisam de manutenção da administração. Os setores de saúde e educação também foram desprezados pelo ex-gestor.

Os professores e outras categorias estão com salários atrasados, não receberam o 13º e outros direitos do servidor público, o que é lamentável e vergonhoso.

Eleição da Câmara

A oposição elegeu a mesa diretora para o primeiro biênio – 2017 a 2018. Presidente: Naldinho Ribeiro (PMDB), Vice: Giliard Soares (PSB), Primeiro Secretário: Ronaldo Dantas (PSB) e Segundo Secretário: Ângelo Batista (DEM).

Do do Portal Correio com informações de Chico Soares da 98 FM

 

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Conta de luz em janeiro não terá cobrança de taxa extra, diz governo

enrgiaA conta de luz de janeiro não terá cobrança de taxa extra, informou a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta sexta-feira (30). A agência decidiu que a bandeira tarifária será verde.

As bandeiras começaram a ser cobradas em janeiro de 2015 e servem para cobrir o custo mais alto de gerar energia por meio das usinas termelétricas, quando a seca (atualmente no Norte e Nordeste) prejudica os reservatórios das hidrelétricas pelo país.

De abril até outubro deste ano, não houve cobrança de taxa, porque também estava em vigor a bandeira verde. A cobrança de taxa extra vigorou em novembro pela bandeira amarela, com R$ 1,50 a mais a cada 100 kWh consumidos, mas voltou a cair em dezembro.

Pouca chuva, conta mais cara

Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Foi o que aconteceu no país desde 2013.

Foi criada, então, a bandeira vermelha, cobrança extra na conta de luz para bancar esses custos maiores na produção de energia.

Neste ano, a situação melhorou: choveu mais e subiu o volume dos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o consumo das famílias e indústrias caiu, e novas usinas começaram a funcionar.

Por isso, a bandeira foi sendo alterada ao longo do tempo:

  • De janeiro de 2015 a janeiro deste ano, a bandeira era vermelha e a taxa extra era de R$ 4,50 para cada 100 kWh consumidos;
  • Em fevereiro, passou para bandeira “rosa” e a taxa caiu para R$ 3 para cada 100 kWh;
  • Em março, a bandeira mudou para amarela e a taxa caiu para R$ 1,50 a cada 100 kWh;
  • Em abril, entrou em vigor a bandeira verde e a taxa extra deixou de ser cobrada;
  • Em novembro, vigorou a bandeira amarela, com taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh.
  • Em dezembro, voltou a valer a bandeira verde, sem cobrança de taxa extra.

A Aneel pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios.

(Com Reuters)

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