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Vídeo: Dona do Magazine Luiza cai ao carregar Tocha Olímpica

Luiza Helena Trajano, dona da rede de lojas de varejo Magazine Luiza, tropeçou e caiu enquanto carregava a tocha olímpica em Franca, interior de São Paulo. O acidente ocorreu na noite dessa terça-feira (19/7).

A empresária, que tem 64 anos anos, se desequilibrou e acabou levando um tombo no meio do trajeto. Os agentes da Força Nacional que acompanhavam de perto Trajano correram para ajudá-la. Sem se ferir de forma mais séria, ela se levantou e completou o percurso de 200 metros.

Confira o vídeo:

Metrópoles

 

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Luiz Couto preside audiência que discute trabalho de adolescentes

luiz-couto 1O deputado federal Luiz Couto (PT-PB), presidiu nesta terça-feira, 14, uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, com o objetivo de debater quatro propostas de emenda à Constituição (PEC 18/2011 e outras), que autorizam o trabalho já a partir dos 14 anos.
Luiz Couto iniciou a audiência já mencionando que a constituição proíbe o trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos jovens com 16 e 17 anos. E permite, em caráter excepcional, a contratação do adolescente com 14 e 15 anos, desde que seja na condição de aprendiz. O parlamentar ainda ressaltou que estes jovens também estão propensos a passarem por assédio moral e sexual nos ambientes de trabalho, e que os órgãos de fiscalização do trabalho devem fazer um acompanhamento com mais rigor, para que este ato criminoso seja combatido, e ainda, que de forma alguma o campo profissional possa prejudicar estudos dos jovens.

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Dois milhões de brasileiros com idades entre 14 e 17 anos trabalham de forma irregular. Esse número, apurado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), causou polêmica, durante a audiência pública que discutia as propostas de redução da idade mínima para o trabalho.
Algumas autoridades alertaram para a inconstitucionalidade das propostas bem como o retrocesso que poderiam trazer no âmbito do Programa Jovem Aprendiz, regulamentado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa de Oliveira citou que mais de um milhão de jovens com 16 e 17 anos trabalham e não exercem suas atividades laborais como aprendizes nem têm a carteira assinada. Na faixa de 14 e 15 anos, a esmagadora maioria está na ilegalidade: dos 807 mil adolescentes que trabalham, somente 43 mil são aprendizes. Os números são referentes ao ano de 2013.
Isa ainda disse que o País deve investir na aprendizagem dos jovens. “Nosso grande desafio é proteger o adolescente a partir de 14 anos no mercado”, ressaltou.
Jovens nas ruas – O deputado Ricardo Barros (PP-PR) defendeu a mudança na Constituição, justificando que a realidade brasileira é de jovens nas ruas, diferentemente da situação idealizada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/90), que seria a escola integral para todos.
“Se não temos onde colocar as nossas crianças, se o poder público não provê, é melhor deixar que os menores possam trabalhar meio período e ganhar meio salário para ser justo também com o empregador”, sustentou. Barros completou que é preferível ter adolescentes em ambientes produtivos, “convivendo com pessoas de bem, a estarem na rua, sendo aliciadas pelo crime”.
Retrocesso social – Contrárias a essa visão, autoridades ouvidas na audiência pública comentaram que a redução da idade mínima para o trabalho implicará retrocesso social.
A diretora da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Noêmia Porto, destacou que a PEC é inconstitucional e contestou o argumento de que o trabalho reduzirá a criminalidade. Ela apontou que o empregado jovem é mais vulnerável a acidentes de trabalho.
“Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), por ano são mais de 3 milhões de ocorrências envolvendo crianças e adolescentes”, informou. “Se um adolescente trabalhar na mesmíssima condição de proteção de um trabalhador adulto, o jovem terá muito mais chance de se acidentar fisicamente e psicologicamente”, emendou Noêmia.
Também participaram do debate, solicitado pelos deputados Luiz Couto (PT-PB) e Alessandro Molon (PT-RJ), representantes da OIT, do Ministério Público do Trabalho e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
A CCJ vai realizar outra audiência pública, em data a ser divulgada, desta vez para ouvir integrantes das confederações de empregadores, das centrais sindicais e do Ministério do Trabalho, além de familiares de adolescentes que trabalham, sugestão apresentada pelos Deputados Federais Luiz Couto (PT/PB), Alessandro Molon (PT/RJ) e Esperidião Amin (PPS/SC).

Assessoria

Luiz Couto e Wellington Roberto são citados como beneficiários da ‘caixinha eleitoral’

luiz-couto-e-wellington-roiberto-sao-citados-como-beneficiarios-da-caixinha-eleitoral.Os deputado federais Luiz Couto  (PT) e Wellington Roberto (PR) são os únicos paraibanos que disputaram algum mandato em 2014, citados pela reportagem do Congresso em Foco  como envolvidos na chamada ‘caixinha eleitoral’ do Congresso.

A ‘caixinha eleitoral  consiste em doação de campanha por assessores e subordinados. Embora a lei não proíba esse tipo de prática, a caixinha caracteriza uma clara vantagem dos parlamentares em relação aos candidatos que não contam com mandato. Muitos assessores veem na permanência do chefe a chance de continuar no emprego.

O deputado Luiz Couto, por exemplo recebeu doações de R$ 46.624 mil. Já Wellington Roberto abiscoitou apenas R$ 13.500 mil de assessores.

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Confira a reportagem do Congresso em Foco:

Os valores variam de simbólicos R$ 50 até quase R$ 91 mil. Os partidos contemplados vão da esquerda à direita, da base aliada à oposição – ao todo, 20 das 28 legendas com assento no Congresso. No total, 233 parlamentares receberam R$ 3 milhões em doações eleitorais de quase 750 assessores, de acordo com cruzamento de dados feito pela Revista Congresso em Foco com base na prestação de contas entregue pelos candidatos à Justiça eleitoral.

Há servidores que abdicaram de férias para trabalhar em campanha, outros que cederam horas de trabalho para os chefes, funcionários que tiraram da conta bancária valores até superiores aos seus vencimentos mensais. O expediente da chamada caixinha eleitoral foi utilizado por quase metade dos congressistas que disputaram algum mandato em 2014.

Embora a lei não proíba esse tipo de prática, a caixinha caracteriza uma clara vantagem dos parlamentares em relação aos candidatos que não contam com mandato. Muitos assessores veem na permanência do chefe a chance de continuar no emprego. A maioria dos congressistas, no entanto, alega que não pressionou nem exigiu qualquer oferta dos subordinados e que as contribuições – em dinheiro, chefe ou serviço – foram de livre e espontânea vontade. Pela legislação eleitoral, qualquer pessoa física pode doar valor correspondente a até 10% dos rendimentos que declarou à Receita Federal no ano anterior.

Veja a relação dos parlamentares que receberam doações dos servidores e o total levantado por cada um deles no respectivo gabinete:

Parlamentar Partido UF Valor recebido (R$)
Rubens Otoni PT GO 90.701
Mário Couto PSDB PA 80.800
Lídice da Mata PSB BA 79.400
Chico Alencar Psol RJ 67.525
Acir Gurgacz PDT RO 63.400
Alfredo Kaefer PSDB PR 58.000
Marcus Pestana PSDB MG 56.100
Janete Rocha Pietá PT SP 50.813
Marcelo Crivella PRB RJ 50.000
Luiz Couto PT PB 46.625
João Campos PSDB GO 46.000
Leonardo Monteiro PT MG 43.083
Eudes Xavier PT CE 41.384
Assis Melo PCdoB RS 39.680
Mozarildo Cavalcanti PTB RR 38.483
Osmar Júnior PCdoB PI 35.848
Marco Maia PT RS 35.800
Paulo Pimenta PT RS 35.410
Sibá Machado PT AC 35.000
Eduardo Amorim PSC SE 35.000
Edio Lopes PMDB RR 34.850
Marcon PT RS 33.263
Ságuas Moraes PT MT 32.300
Bohn Gass PT RS 30.600
Wellington Dias PT PI 28.222
Íris de Araújo PMDB GO 28.000
Marcelo Matos PDT RJ 27.500
Afonso Florence PT BA 25.500
Hugo Napoleão PSD PI 24.500
Luisa Erundina PSB SP 24.230
Roberto Santiago PSD SP 24.100
Hélcio Silva PT SP 24.000
Vicentinho PT SP 24.000
Izalci PSDB DF 24.000
Benedito de Lira PP AL 24.000
Subtenente Gonzaga PDT MG 23.184
Giovani Cherini PDT RS 22.000
João Arruda PMDB PR 21.966
Flávia Morais PDT GO 21.743
Padre Ton PT RO 21.715
Policarpo PT DF 21.700
Paulo Teixeira PT SP 21.143
Márcio Macedo PT SE 21.000
Abelardo Camarinha PSB SP 21.000
Rodrigo Rollemberg PSB DF 20.400
Anselmo de Jesus PT RO 20.250
Luiz Sérgio PT RJ 20.070
Marinha raupp PMDB RO 20.000
José Mentor PT SP 18.800
Miguel Corrêa PT MG 18.600
Givaldo Carimbão PROS AL 18.000
Andréia Zito PSDB RJ 18.000
Luiz Fernando Machado PSDB SP 18.000
Weverton Rocha PDT MA 18.000
Glauber Braga PSB RJ 17.650
Walney Rocha PTB RJ 17.492
Gim Argello PTB DF 17.100
Valmir Assunção PT BA 17.000
Pedro Chaves PMDB GO 17.000
Ronaldo Fonseca PROS DF 16.920
Jefferson Campos PSD SP 16.400
Álvaro Dias PSDB PR 16.000
Vander Loubet PT MS 15.870
Jô Moraes PCdoB MG 15.436
Padre João PT MG 15.200
Décio Lima PT SC 15.000
André Moura PSC SE 15.000
Iracema Portella PP PI 15.000
Assis Carvalho PT PI 14.867
Alessandro Roso PSB RS 14.765
Fernando Collor PTB AL 14.640
Penna PV SP 14.000
Edmar Arruda PSC PR 13.500
Wellington Roberto PR PB 13.500
Maurício Quintela Lessa PR AL 13.000
Pedro Eugênio PT PE 13.000
Bruna Furlan PSDB SP 12.500
Acelino Popó PRB BA 12.500
Danilo forte PMDB CE 12.100
Carlos Sampaio PSDB SP 12.000
Walter Tosta PSD MG 11.510
Paes Landim PTB PI 11.429
Eduardo Barbosa PSDB MG 11.336
Ataídes de Oliveira PROS TO 11.150
Eurico Junior PV RJ 11.100
Maria do Rosário PT RS 11.000
Milton Monti PR SP 11.000
Sandes Júnior PP GO 10.570
Ivan Valente Psol SP 10.509
Francisco Praciano PT AM 10.218
Jandira Feghali PCdoB RJ 10.000
Zé Geraldo PT PA 10.000
Edinho Araújo PMDB SP 10.000
Ronaldo Benedet PMDB SC 10.000
André de Paula PSD PE 10.000
Giovanni Queiroz PDT PA 10.000
Luiz Carlos Busato PTB RS 10.000
Vicente Arruda PROS CE 10.000
Dalva Figueiredo PT AP 9.900
Arnaldo Jordy PPS PA 9.850
Paulo Feijó PR RJ 9.300
João Paulo Lima PT PE 9.200
Davi Alcolumbre DEM AP 9.000
Mendonça Prado DEM SE 9.000
Ademir Camilo PROS MG 9.000
Valtenir Pereira PROS MT 9.000
Magarida Salomão PT MG 8.900
Roberto de Lucena PV SP 8.651
Gustavo Petta PCdoB SP 8.650
Luci Choinacki PT SC 8.560
Wandenkolk Gonaçalves PSDB PA 8.500
José Carlos Araújo PSD BA 8.500
Nilson Leitão PSDB MT 8.427
Lourival Mendes PTdoB MA 8.400
Vanderlei Siraque PT SP 8.100
Luciano Castro PR RR 8.060
José Priante PMDB PA 8.050
Guilherme Mussi PP SP 8.000
Mauro Lopes PMDB MG 7.800
Nelson Marquezelli PTB SP 7.200
Luiz Alberto PT BA 7.180
Cláudio Puty PT PA 7.000
Pastor Eurico PSB PE 7.000
Katia Abreu PMDB TO 7.000
Mauro Mariani PMDB SC 6.973
Waldir Maranhão PP MA 6.850
Amauri Teixeira PT BA 6.810
Jean Wyllys Psol RJ 6.710
Nilson Pinto PSDB PA 6.706
Eros Biondini PTB MG 6.500
Berinho Bantim SD RR 6.500
Salvador Zimbaldi PROS SP 6.100
Luiz Carlos PSDB AP 6.080
Janete Capibarebe PSB AP 6.000
Nelson Marchesan Junior PSDB RS 6.000
Danrlei de Deus PSD RS 6.000
Márcio Marinho PRB BA 6.000
Roberto Requião PMDB PR 6.000
Nilmário Miranda PT MG 5.930
Gabriel Guimarães PT MG 5.500
Rogério Carvalho PT SE 5.500
Ronaldo Zulke PT RS 5.500
Beto Faro PT PA 5.400
Vicente Cândido PT SP 5.300
Elcione Barbalho PMDB PA 5.300
Leonardo Quintão PMDB MG 5.241
Guilherme Campos PSD SP 5.200
Irajá Abreu PSD TO 5.200
Sérgio Brito PSD BA 5.200
Professora Dorinha DEM TO 5.100
Inácio Arruda PCdoB CE 5.100
Carlos Zarattini PT SP 5.000
Emiliano José PT BA 5.000
Raimundo Gomes de Matos PSDB CE 5.000
Vaz de Lima PSDB SP 5.000
Dilceu Sperafico PP PR 5.000
Eliene Lima PSD MT 5.000
Vieira da Cunha PDT RS 5.000
Antonio Balhmann PROS CE 5.000
Alice Portugal PCdoB BA 4.950
Ronaldo Caiado DEM GO 4.870
Luiz Pitimam PSDB DF 4.500
Liliam Sá PROS RJ 4.500
Esperidião Amim PP SC 4.333
Érika Kokay PT DF 4.000
José Stédile PSB RS 4.000
Roberto Balestra PP GO 4.000
Antônio Bulhões PRB SP 4.000
César Halum PRB TO 4.000
Genecias Noronha SD CE 4.000
Urzeni Rocha PSD RR 3.850
Edson Santos PT RJ 3.800
Carlos Alberto Lereia PSDB GO 3.750
Washington Reos PMDB RJ 3.500
George Hilton PRB MG 3.000
Waldenor Pereira PT BA 3.000
Marllos Sampaio PMDB PI 3.000
Stefano Aguiar PSB MG 3.000
Nelson Meurer PP PR 3.000
Silas Câmara PSD AM 3.000
Odair Cunha PT MG 2.730
Dimas Fabiano PP MG 2.560
Dr.Grilo SD MG 2.550
Sandra Rosado PSB RN 2.530
Dr. Ubiali PSB SP 2.500
Miro Teixeira PROS RJ 2.500
Erivelton Santana PSC BA 2.350
José Sarney Filho PV MA 2.100
Maura Gabrilli PSDB SP 2.100
Marcelo Aguiar DEM SP 2.040
Magela PT DF 2.000
Miriquinho Batista PT PA 2.000
Alceu Moreira PMDB RS 2.000
Luiz Otávio PMDB PA 2.000
Pastor Marco Feliciano PSC SP 2.000
Sérgio Moraes PTB RS 2.000
Hermes Parcianello PMDB PR 1.850
Fabio Trad PMDB MS 1.500
Paulo Bornhausen PSB SC 1.500
Hélio Santos PSDB MA 1.500
Pedro Fernandes PTB MA 1.500
Arlindo Chinaglia PT SP 1.400
Domingos Dutra SD MA 1.400
Jorge Bittar PT RJ 1.300
Delegado Protógenes PCdoB SP 1.300
Jaqueline Roriz PMN DF 1.300
Onyx Lorenzoni DEM RS 1.200
Paulão PT AL 1.000
João Magalhães PMDB MG 1.000
Fernando Coelho Filho PSB PE 1.000
Josue Bengtson PTB PA 960
Perpétua Almeida PCdoB 900
Marcos rogério PDT RO 900
Henrique Fontana PT RS 800
Renato Simões PT SP 800
Benedita da Silva PT RJ 750
Simplício Araújo SD MA 650
Laercio Oliveira SD SE 600
Daniel Almeida PCdoB BA 500
Diego Andrade PSD MG 500
Paulo Pereira da Silva SD SP 500
Nelson Pellegrini PT BA 400
Chico Lopes PCdoB CE 200
Edinho Bez PMDB SC 170
Eduardo Suplicy PT SP 150
Angelo Vanhoni PT PR 142
Lelo Coimbra PMDB ES 114
Mandetta DEM MS 100
Átila Lins PSD AM 100
Rogério Peninha Mendonça PMDB SC 50
Carlos Melles DEM MG 50

 

Fonte: Revista Congresso em Foco, com base na prestação de contas final dos candidatos e na relação dos funcionários da Câmara e do Senado.

Luiz Couto denuncia práticas de tortura, estupro e racismo nas escolas do Brasil

Luiz CoutoO deputado Luiz Couto (PT-PB) ocupou a tribuna da Câmara Federal, segunda-feira (24), para denunciar o número crescente de violência praticada nas escolas públicas e particulares do Brasil.

 

Couto frisou que trotes escolares já fizeram vítimas fatais; chamou de irresponsáveis os atos de ódio praticados contra novatos que ingressam nas universidades; e relatou que alguns alunos se expressão assim: “se eu sofri o trote ele também tem que sofrer”.

 

Luiz Couto ressaltou que casos de abuso sexual, drogas, torturas em trotes e racismo foram constatados antes mesmo de uma audiência pública, realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo, que discutiu o que vem ocorrendo dentro de estabelecimentos universitários a exemplo da USP, onde já chegaram ao Ministério Público oito ocorrências de abusos sexuais no curso de Medicina.

 

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O petista afirmou que os crimes não param por aí. Discorreu que uma aluna narrou que estupradores cantavam nas festas da universidade assim: “estupro sim, o que que tem? Se reclamar eu estupro você também”.

 

Couto destacou, ainda, recentes fatos envolvendo professores e alunos, e ressaltou que alguns docentes têm distorcido a política de liberdade, de conceito e de democracia entre cor e raça.

 

“Por fim existem as violências físicas e morais, o que também socialmente acarretam revoltas dentro das universidades e fora delas”, completou.

 

O deputado salientou que a situação e, sobretudo, a impunidade, incomodam organizações sociais locais, que estão mobilizadas para exigirem das autoridades competentes proteção às crianças, aos adolescentes aos jovens e punição aos acusados.

 

Luiz Couto disse ser necessário tomar medidas que previnam e eliminem qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes nas escolas e universidades, bem como assegurar todos os direitos garantidos na Convenção sobre os Direitos da Criança; Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher e na Convenção Interamericana para Prevenir, Sancionar e Erradicar a Violência contra a Mulher e a tortura.

 Assessoria

Luiz Couto sofre revés e vê adiada votação do relatório que amplia caracterização do crime de tráfico de pessoas

luiz-traficoO deputado Luiz Couto (PT-PB) não conseguiu colocar o relatório final da Comissão Especial de Repressão ao Tráfico de Pessoas em votação, nessa quinta-feira (20), como pretendia.

Couto, que preside a comissão, atendeu pedido de vistas da deputada Antônia Lúcia (PSC-AC), conforme direito assegurado aos parlamentares no regimento interno da Câmara Federal.

Com isso, Luiz Couto definiu que os parlamentares têm até quarta-feira (26), data da próxima reunião, para apresentação de algum elemento novo com relação ao assunto.

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O projeto de lei a ser votado, que tem como relator o deputado Arnaldo Jordy (PSOL-PA), amplia a caracterização do crime de tráfico de pessoas no código penal; considera como hediondo os crimes de tráfico de pessoas e de trabalho escravo; cria o cadastro nacional de tráfico de seres humanos; prevê a concessão de visto permanente e de seguro desemprego para as vitimas de tráfico de pessoas; altera normas para adoção internacional de crianças e adolescentes; cria regras para a prática de atividades esportivas, artísticas e de moda por crianças e adolescentes.

 Assessoria

Após quatro anos, Luiz Couto perde segurança pessoal da PF

LUIZ COUTOO deputado federal Luiz Couto (PT) foi informado pela Polícia Federal na última sexta-feira (17) sobre a suspensão de sua escolta policial, motivada por supostas ameaças de morte de grupos de extermínio na Paraíba.

A justificativa para a suspensão do serviço seria o custo para manter uma equipe de segurança à disposição do parlamentar que contava com o reforço policial há quatro anos.

O petista obteve a segurança em 2010, com interveniência da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, e atribui as ameaças a uma milícia que teria assassinado mais de 200 pessoas, inclusive o ativista, Manoel Matos.

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Luiz Couto suspeita de “retaliação” de delegados, pelo apoio a projetos que favorecem agentes da Polícia Federal, e já se queixou ao ministro da Justiça.

Em outubro de 2013, a Polícia Federal descobriu suposto plano de um ex-policial militar, que teria contratado dois pistoleiros para matar Luiz Couto. As informações são do colunista Claudio Humberto.

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BlogdoGordinho

Luiz Couto denuncia que milícia obriga moradores a votar para garantir emprego no interior da PB

LUIZ COUTOO deputado Luiz Couto (PT) voltou a contestar, da tribuna da Câmara Federal, algumas ações ocorridas no pleito do último dia 5.

“Pessoas chegaram às casas antes das urnas e pagaram contas, combustível. Trouxeram candidatos de grandes fazendas e vilarejos já com o santinho na mão e a promessa de que se votar neste você ganhará um prêmio ou garantirá seu emprego”.

Luiz Couto ressaltou que o cabresto de hoje envolve também o uso do poder de milicianos e do crime organizado nas comunidades pobres, que obrigaram moradores locais a votar em quem eles querem.

 

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“Se a população não cumpre o determinado, a milícia pode abusar do poder e causar mortes ou parar de oferecer ajuda”, disse, acrescentando em seguida: “ainda vivemos um curral eleitoral sem limites e isso é vergonhoso”.

Depois de lembrar que a mídia registrou o envolvimento de autoridades públicas ou de filhos desses figurões com a compra de votos, o parlamentar afirmou que “esse mecanismo muito recorrente nos rincões mais pobres do Brasil como característica do coronelismo, não acabou”.

Luiz Couto defendeu que o Brasil precisa mudar a forma de fazer política e de governar. “Mudar o sistema eleitoral, que hoje favorece o poder econômico, e fazer uma reforma política republicana para inibir a ação dos aproveitadores”.

Assessoria

Luiz Couto revela ter sofrido ameaças durante a campanha eleitoral

luiz coutoO deputado Luiz Couto (PT) revelou da tribuna da Câmara Federal que enfrentou, durante a campanha, a ira daqueles a quem combate permanentemente: “o crime organizado, os grupos de extermínios, os corruptos, os exploradores e abusadores sexuais de crianças e adolescentes”.

 

Couto relatou que quando sabiam que os resultados das pesquisas eram favoráveis à sua candidatura, aqueles que detêm o poder econômico usavam “de expediente escuso, imoral e ilegal, destruindo nosso material de campanha; espalhando calunias e injurias sobre minha pessoa; comprando votos; ameaçando eleitores e dizendo que não votassem em mim, pois eu já estava eleito”.

 

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Luiz Couto contou que em alguns lugares por onde passava muitos gritavam e diziam em tom de ameaça: “seu tempo de vida esta terminando, pois sua derrota nos dará a chance de executá-lo”.

 

“Espalharam mentiras sobre votações contraria aos interesses de corporação, o que não ocorreu. Espalharam a calunia de que eu defendia bandido e várias vezes me chamaram de bandido. Deus me deu força e coragem e com sua graça resisti, complementou”.

 

O parlamentar reeleito afirmou que “nunca se viu tanta compra de votos, tanta corrupção, injuria e difamação, tantas mentiras, tantas traições, tantas infidelidades partidárias, tanto uso do poder econômico”.

 

Depois de destacar que não dá para continuar tendo eleições “com este sistema político corrompido e apodrecido”, Luiz Couto disse que “ou fazemos uma profunda reforma no nosso sistema político, através de uma constituinte exclusiva e a partir de um plebiscito popular, ou o caos na política continuará com uma força destrutiva de sonhos e utopias”.

 

O petista assinalou que “apesar de todas as dificuldades que passamos, apesar de todas as frustrações da Paraíba, eu nunca estive mais esperançoso sobre o nosso futuro”. “Eu nunca estive mais esperançoso sobre o bem-estar de nós paraibanos. E peço-vos para sustentar essa esperança”, acrescentou.

 

 

 

Ascom do Dep. Luiz Couto

Luiz Couto critica os que falam de mudanças, mas são contra a participação popular

luiz couto

O deputado Luiz Couto (PT-PB) criticou os parlamentares que utilizam a tribuna da Câmara Federal para falar de mudanças, “mas na verdade estão empenhados mesmo é em cuidar dos interesses pessoais ou de corporações”.

 

Couto ressaltou que muitos afirmam, por exemplo, que o projeto apresentado pela presidente Dilma Rousseff, que institui um sistema nacional de participação popular e estabelece a Política Nacional de Participação Social, vai retirar prerrogativa deste Parlamento.

 

“Esses políticos não aceitam que a população quer participar o tempo todo; quer definir e não apenas ser bucha de canhão ou massa de manobra de quem acha que pode representá-la. O povo brasileiro está pedindo a cada um de nós que olhe para aquilo que está nas ruas”, ponderou.

 

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Luiz Couto avaliou que o discurso na disputa eleitoral prejudica a democracia participativa. “Nesse sentido, é preciso ter coerência. É preciso que os nossos discursos possam representar a vontade do povo, que está clamando para participar de todo o processo da reforma política, tributária, enfim, de todas as reformas que são fundamentais para o nosso país”, complementou.

 

 

 

Ascom do Dep. Luiz Couto

 

A história se repete: petista ignora Ricardo Coutinho e pode enfrentar mesmo problema de Luiz Couto

frei e coutoEntre os deputados estaduais que integram a base do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa, Frei Anastácio (PT) é o que mais tem resistido a aliança do partido com o PSB do governador Ricardo Coutinho.

Antenado com a Executiva Nacional, o deputado defendeu a coligação da legenda com o PMDB e em diversas ocasiões não escondeu o desejo de ser indicado a condição de vice. Com o inicio da campanha eleitoral, Frei Anastácio garantiu que vai seguir as determinações do partido, mas o seu esforço será pela reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Na primeira reunião com a sua militância no Hotel Xênius, em João Pessoa, quando deu a largada ao seu projeto de reeleição, o parlamentar fez uma análise da conjuntura política estadual e nacional, destacando a situação atual do Partido dos Trabalhadores (PT) na Paraíba e no Brasil.

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Durante a sua fala, Frei Anastácio deixou claro que a sua “principal prioridade será a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT)”. Em nenhum momento, o deputado se referiu de forma clara o apoio ao governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa a reeleição e mantém aliança com o PT da Paraíba, inclusive, com Lucélio Cartaxo (PT) como candidato ao Senado Federal.

Com 41 anos de luta tendo como um dos principais focos os agricultores familiares e trabalhadores sem terra, os sem teto, as mulheres, os idosos, os excluídos da sociedade o parlamentar garante que está pronto para partir para mais um embate.

A postura meio que independente de Frei Anastácio, pode lhe render algumas dificuldades na campanha eleitoral e se repetir o que aconteceu com o deputado Luiz Couto em 2010. Na época, Couto se rebelou contra o PT e preferiu apoiar a eleição de Ricardo Coutinho, ao invés de defender a então candidatura de José Maranhão que tinha como candidato a vice o presidente estadual do PT Rodrigo Soares. Luiz Couto enfrentou dificuldade na campanha e que entrar na Justiça para ter direito de aparecer no guia eleitoral do partido, mas mesmo assim, foi reeleito.

PBAgora