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Previdência pode ter ‘gatilho’ para idade mínima no longo prazo superar 65 anos

previdenciaA proposta de reforma da Previdência que o presidente Michel Temer tem em mãos prevê o aumento da idade mínima para além dos 65 anos fixados inicialmente. O texto, elaborado pela equipe técnica do governo, propõe um gatilho que permitirá aumentar o piso da idade à medida que também subir o tempo médio de sobrevida (a quantidade de anos de vida depois da aposentadoria).

A “calibragem” evitaria a necessidade de discutir novos projetos de reforma previdenciária acompanhando o envelhecimento da população. Caberá a Temer a decisão de deixar ou retirar esse dispositivo. Os técnicos, porém, defendem o instrumento como necessário para que os efeitos da reforma, de alto custo político, sejam de longa duração.

O presidente já decidiu, porém, que a proposta de reforma só será enviada ao Congresso em novembro, após o segundo turno das eleições. A decisão é mais um recuo do governo que, inicialmente, encaminharia o texto ainda este mês.

Em jantar oferecido nesta terça-feira, 27, por Temer a ministros e líderes dos partidos da base aliada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou que a prioridade do governo é a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos. A PEC chegou a ser classificada como “o Plano Real do governo Temer” por parlamentares presentes à reunião.

Mudança

A fórmula para o acionamento do gatilho da idade leva em conta mais de um cenário, mas ainda está sendo definido o intervalo que levará ao aumento. Atualmente, a expectativa de “sobrevida” para quem tem 65 anos é de 18 anos. De um ano para o outro, esse número chega a aumentar dois meses e meio.

Atualmente, no Brasil, é possível se aposentar por idade ou por tempo de contribuição. Pela regra, é possível se aposentar com 65/60 anos (homens/mulheres) se o trabalhador tiver pelo menos 15 anos de contribuição. Na aposentadoria por tempo de contribuição, não há idade mínima. A regra diz que é preciso ter 35/30 anos (homens/mulheres) de contribuição. Neste momento, o único consenso é com a relação aos 65 anos como idade mínima para homens e mulheres, com uma transição mais suave para mulheres e também para professores.

O projeto também eleva o tempo mínimo de contribuição (atualmente de 15 anos para a aposentadoria por idade) e vincula o pagamento integral do benefício a um período maior de contribuições. Uma das hipóteses é aumentar a contribuição mínima para 25 anos, sendo que, para ter direito à aposentadoria integral, serão necessários 50 anos de contribuição.

As novas regras valeriam para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos. Acima dessa idade, os trabalhadores terão de trabalhar 40% ou 50% a mais no tempo que falta para a aposentadoria integral.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Sol, fumo e hormônios podem levar a alterações na pele ao longo da vida

Foto: Shutterstock
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Quando chega o fim do ano, muita gente corre para a praia ou piscina para aproveitar os dias de folga e o sol. Mas mesmo nesses momentos de diversão, é importante tomar cuidado com a saúde, principalmente da pele, como recomendou a dermatologista Denise Steiner no Bem Estar desta segunda-feira (29).

Segundo a médica, a exposição ao sol sem proteção é o fator mais envelhecedor da pele – depois das agressões dos raios solares, a pele pode ficar com rugas profundas, muitas manchas e falta de vascularização; sem essas agressões e com os cuidados ideais, com o uso de filtro solar, a pele pode ficar só com rugas finas, poucas manchas e boa vascularização. Além do sol, o envelhecimento precoce da pele pode ser causado também por outros fatores externos, como o cigarro, por exemplo.

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Podem existir ainda causas genéticas e hormonais, como explicou a endocrinologista Elaine Costa. Os hormônios, inclusive, têm muita influência na pele durante a vida – na infância, por exemplo, a criança tem poucos hormônios sexuais e mais hormônios do crescimento, o que faz a pele parecer um pêssego; já na adolescência, esses hormônios aumentam, o que pode causar acne, por exemplo; quando ela envelhece, há uma queda dos hormônios sexuais, que deixam a pele seca e marcada, além do resultado das agressões que ela sofreu ao longo da vida.

Segundo as médicas, para cuidar da pele, não precisa gastar muito dinheiro – cremes mais baratos também podem ter um efeito positivo, mas como alertou a dermatologista Denise Steiner, o mais importante é a manutenção desses cuidados ao longo da vida.

 

 

G1

‘PB não produz os principais vetores da violência: drogas e armas’, diz Cláudio Lima, mas conta ‘solução’ de longo prazo

(Foto: Divulgação/Secom-PB)
(Foto: Divulgação/Secom-PB)

O secretário de Segurança da Paraíba, Cláudio Lima, comentou que existem problemas sim na segurança no estado, falando principalmente de João Pessoa, mas destacou a diminuição dos casos de homicídio e ressaltou: ‘o estado não produz as maiores fontes de criminalidade: armas e drogas’.

Em uma entrevista reveladora, Lima destacou que a violência é um problema do país como um todo. “Não quero dizer que somos perfeitos ou estamos fazendo um trabalho melhor que ninguém. Estamos na Paraíba, mas não podemos esquecer que estamos em um contexto nacional. A Paraíba não produz os principais vetores da violência que são a droga e a arma”.

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Lima comentou que o maior número de assaltos na Capital paraibana se concentrava na região de Manaíra e entorno do Bairro São José e que foi preciso a integração das polícias e a instalação de uma Unidade de Polícia Solidária (UPS) para diminuir a criminalidade, contudo, ele apontou o efeito de ‘cobre/descobre’. “Quando você atua demais em uma área, acaba fazendo com que haja um deslocamento desse processo. Tivemos alguns bairros como o ‘Bola na Rede, Alto do Mateus e Mangabeira com problemas muito sérios. Estamos com reforço agora”, garante. O secretário apontou ainda que em Mandacaru houve um período de queda nos homicídios e crimes contra o patrimônio, mas o bairro já está voltando a preocupar.

Para resolver este problema, o secretário falou na criação de Distritos Integrados com Polícia Militar, Civil e UPS. “Em Mandacaru teremos que fazer assim. No Valentina já temos uma UPS, mas estamos melhorando, em Mangabeira temos uma Disp (PM e PC) e uma únidade da Força Tática. No Cristo precisamos ocupar melhor”, conta.

Lima explicou que é preciso muito empenho para fazer estes Distritos e apontou a necessidade de mais de um governo, empenhado, para fazer isso. Voltando às causas, o secretário lamentou o problema maior que é o crack. “Isso veio fazer com que houvesse uma motivação muito maior dos assaltos, com essa infeliz droga. Um verdadeiro câncer”, reclama.

O secretário mostrou números de contratações de policiais militares e civis, porém, apesar de ainda haver uma defasagem e de o governo não ter podido contratar no início do mandato devido ao comprometimento da folha de pessoal, a cidade cresceu. “Tivemos uma expansão democráfica e imobiliária na Zona Sul”, diz.

Marília Domingues