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Coritiba se afasta da zona da degola e deixa Atlético-MG longe do título

O jogo entre Coritiba e Atlético-MG terminou com um resultado que afeta demais as brigas nas duas pontas da tabela do Campeonato Brasileiro. O Coxa conseguiu vencer por 2 a 0 e se distanciou da zona de rebaixamento – está com 42 pontos, quatro a mais que o Internacional, primeiro time na degola. Já o Galo, com essa derrota, fica muito distante da briga pelo título, pois tem 60 pontos e está em quarto lugar. O líder Palmeiras tem 70 e faltam apenas quatro jogos para acabar a competição.

O jogo começou muito aberto e corrido, por isso os dois times criaram chances de gol. Mas no lado do Atlético-MG o goleiro Victor fez duas defesas difíceis e evitou que o placar fosse aberto no 1º tempo. No Coritiba quem salvou foi Amaral, que travou um chute de Lucas Pratto que ia para o gol.

Porém, no começo do 2º tempo ninguém conseguiu impedir o golaço de Raphael Veiga, aos 7min, com um belo chute de fora da área. Em vez de aproveitar o embalo, o Coritiba recuou e esperou para contra-atacar. Conseguiu dar trabalho para Victor em uma finalização de Kazim, mas também sofreu muita pressão até o juiz marcar pênalti de Patric em Kazim e sair o gol de Kleber.

Agora o Coritiba vai enfrentar o Santa Cruz, novamente em casa, no dia 16 de novembro, às 21h (de Brasília). Já o Atlético-MG terá um confronto direto contra o Palmeiras em Belo Horizonte, no dia 17, às 21h.

Guilherme Artigas/Fotoarena/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Raphael Veiga ajuda Palmeiras

O meia do Coritiba tem sido especulado como provável reforço do Palmeiras para 2017 e, neste domingo, ajudou o time paulista, afinal o Atlético-MG é adversário do Palmeiras na briga pelo título do Campeonato Brasileiro. Aos 7min do 2º tempo, ele teve espaço para arrumar a bola fora da área e acertou um chute no ângulo, sem chance para Victor defender. Ele passou a ser muito criticado por ter caído de produção quando surgiram os boatos de transferência, então vibrou muito quando fez o gol, correndo na frente da arquibancada do Couto Pereira.

Quem foi mal: Otero e Cazares

Dessa vez os gringos do Atlético-MG não brilharam e erraram muitas jogadas no meio-campo. Marcelo Oliveira resolveu tirar os dois no 2º tempo para entradas de Fred e Maicosuel.

Filho substituto

Como Paulo César Carpegiani estava suspenso, o Coritiba teve uma curiosidade no banco de reservas: o substituto foi o filho do técnico, Rodrigo Carpegiani.

Reverenciado pelos adversários

Quando entrou no Couto Pereira, o técnico do Atlético-MG, Marcelo Oliveira, foi aplaudido pela torcida do Coritiba. Ele comandou o Coxa em 2011 e 2012, quando o tive foi vice-campeão da Copa do Brasil duas vezes.

CORITIBA 2 x 0 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba-PR
Data: 06/11/2016
Árbitro:  Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS) e Jorge Eduardo Bernardi (RS)
Cartões amarelos: Raphael Veiga (CTB)
Gols: Raphael Veiga, aos 7min do 2º tempo; Kleber, aos 47min do 2º tempo

CORITIBA
Wilson; Cesar Benítez, Juninho, Walisson Maia e Dodô; Amaral, César González (Kazim), Juan (Geovane) e Raphael Veiga (Edinho); Kleber e Iago
Técnico: Rodrigo Carpegiani

ATLÉTICO-MG
Victor, Patric, Erazo, Gabriel, Fábio Santos, Rafael Carioca, Leandro Donizete, Cazares (Maicosuel), Otero, Luan (Robinho) e Lucas Pratto (Fred)
Técnico: Marcelo Oliveira

Uol

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Zagallo piora, está fora da estreia e cada vez mais longe da Copa

zagaloZagallo está fora da abertura da Copa do Mundo. O Velho Lobo piorou da dor na coluna, provocada por uma bactéria, e não foi liberado por seus médicos para assistir à estreia do Brasil contra a Croácia, nesta quinta-feira, no Itaquerão, a partir das 17h.

Seu filho, Paulo, revelou ao blog Extracampo que Zagallo, de 82 anos, está desapontado por não poder ir ao estádio ver a seleção brasileira.

– Eu sempre achei difícil, mas ele tinha alguma esperança. Agora, está vetado. Ele voltou a sentir dores fortes, agudas, durante a noite. Não conseguiu dormir. Está chateado, pois sempre foi muito ativo – disse.

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Zagallo não voltou a ser internado, mas conta com uma equipe médica na sua casa, já que continua tomando medicação intravenosa.

– Em casa, ele tem o mesmo tratamento que receberia no hospital. E não corre o risco de contrair outras bactérias – explicou.

– Estou achando muito difícil ele ir a algum jogo da Copa. Os três primeiros, acho que a gente já pode descartar – encerrou o filho.

Extra Online

Com medo dos protestos, cartolas da Fifa preferem ver a Copa do Mundo de longe

cartolaA “Família Fifa” não vai permanecer no Brasil durante a Copa do Mundo. A reportagem apurou com exclusividade que dezenas de cartolas da entidade, presidentes de federações e dirigentes já decidiram que não vão ficar durante todo o mês do Mundial no País por questões de segurança. Eles temem a repetição dos protestos ocorridos durante a Copa das Confederações em 2013 e estão sendo aconselhados pela Fifa a ficar pouco tempo em território brasileiro.

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Os cartolas chegarão a São Paulo dias antes do Mundial para o Congresso Anual da Fifa. Depois, deixarão o Brasil e voltarão eventualmente apenas para a final. Durante a Copa das Confederações, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, deixou o Brasil justificando que precisava também acompanhar o Mundial Sub-20 na Turquia. Mas a saída foi vista como uma atitude do cartola de desagrado com a maneira como o governo estava lidando com a crise.
Desta vez Blatter permanecerá no Brasil, assim como o secretário-geral Jérôme Valcke. Mas cartolas centro-americanos e da América do Norte confirmaram que devem voltar a seus países logo depois do Congresso da Fifa e da abertura da Copa. Dirigentes de outras partes do mundo devem tomar a mesma atitude. “Os protestos são uma grande ameaça”, disse um dos mais altos funcionários responsáveis pela segurança na Fifa. “Estamos muito preocupados”.
Durante a Copa das Confederações, carros da Fifa tiveram suas identidades retiradas para não serem identificados pelos manifestantes. No hotel que servia de quartel-general da entidade no Rio de Janeiro, as bandeiras da Fifa foram também retiradas.
Para 2014, a Fifa, governo, patrocinadores e parceiros comerciais da Copa do Mundo já preparam um plano de contingência caso os protestos ganhem proporções alarmantes durante o Mundial. A meta é conseguir que nenhuma partida seja afetada, além de garantir uma proteção extra para a “Família Fifa” e patrocinadores.
O plano está sendo elaborado em Zurique e Brasília, depois que os serviços de inteligência no Brasil informaram ao governo e aos organizadores do evento que protestos para os meses de julho e julho já começam a ser planejados entre ativistas, ONGs e estudantes.
A Fifa já trabalha com o cenário de que os protestos vão ocorrer mas quer minimizar ao máximo o impacto no evento. Outra preocupação é com a presença de torcedores estrangeiros, o que praticamente não existiu na Copa das Confederações. O cenário de pesadelo seria um eventual incidente de violência com um estrangeiro, o que poderia causar um profundo mal-estar na competição.
A estratégia também envolve uma campanha midiática. A ordem na Fifa é afastar a entidade dos problemas domésticos brasileiros e insistir que os protestos não são contra o futebol nem contra o organismo. O presidente Joseph Blatter deu uma indicação de qual será o discurso da Fifa nos próximos cinco meses ao conceder uma entrevista a um jornal suíço há uma semana.
“Nós sabemos que teremos novas manifestações e protestos. Os últimos, na Copa das Confederações, nasceram nas redes sociais. Não tinham objetivo, reivindicações reais. Durante a Copa serão mais concretos, mais estruturados. Mas o futebol será protegido. Não acredito que os brasileiros atacarão o futebol diretamente. No país deles, o futebol é uma religião”, disse o dirigente.
Do lado do governo, existe ainda uma outra preocupação: a segurança de dezenas de chefes de Estado, políticos, líderes mundiais e personalidades que irão ao Brasil para a abertura ou encerramento da Copa.

Agência Estado

Fla volta a jogar mal, perde para o Audax no fim e vê vaga mais longe

jogoO Flamengo precisava vencer para ainda sonhar com a Taça Rio. Era preciso encurtar a desvantagem para o Resende, líder do Grupo B da Taça Rio com 12 pontos após a vitória por 1 a 0 sobre o Bangu, também neste domingo, e para o Fluminense, que tem 10. Mas o fraco futebol apresentado pela equipe nesta tarde, em Moça Bonita, foi resumido na derrota do começo ao fim: o time levou um gol aos dois minutos do primero tempo e o outro aos 46 da segunda etapa, após ter empatado. O Audax Rio soube se aproveitar das deficiências da equipe e saiu merecidamente com os três pontos que farão a pressão aumentar na Gávea.

André Costa e Hyuri marcaram os gols do Audax, e Gabriel, o do Flamengo, que na quarta-feira tenta esquecer a missão quase impossível que terá pela frente na fase final da Taça Rio e estreia na Copa do Brasil contra o Remo, no Mangueirão. Domingo, volta a campo pelo Carioca e terá pela frente o Duque de Caxias, no Moacyrzão, em Macaé. O Audax Rio, com quatro pontos, pegará o Macaé em Moça Bonita.

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Audax brilha no começo

Os erros do Flamengo se repetiram, ainda que a escalação tenha sido outra. A punição não poderia ter sido tão rápida e determinante. O gol logo de cara do Audax deu o tom do que foi a derrota, até então parcial nos 45 minutos iniciais: uma equipe limitada, tensa e confusa. O técnico Jorginho tentou surpreender ao sacar Hernane e Wallace e optar por Nixon e Renato Santos. Na briga pela camisa 10, o escolhido foi Rodolfo. Carlos Eduardo ficou no banco. Só que quem acabou surpreendido foi o próprio time rubro-negro. Com dois minutos de jogo, o Audax se aproveitou das falhas da marcação na defesa adversária e abriu o placar. Em bola jogada na área, o lateral João Paulo cabeceou para trás, e ela foi na medida para o inimigo: André Castro se aproveitou e, livre, bateu à direita de Felipe: 1 a 0 Audax.

Se a pressão já era grande antes, só aumentou depois do gol. Com muitos garotos em campo, o time rubro-negro passou a querer resolver tudo na pressa. O que só fazia aumentar a impaciência da torcida e as falhas de um time limitado tecnicamente. Elias e Gabriel, contratados para melhorar o nível técnico, pouco apareciam. Rafinha não dava sequência às jogadas – prendia demasiadamente a bola e caía em quase todos os lances. Rodolfo estava longe de corresponder às expectativas, e Nixon errava demais na frente, deixando o torcedor com saudades de Hernane. Os jogadores tinham medo até de arriscar o chute – o primeiro só saiu aos 21 minutos, com Rodolfo.

Com jogadores experientes – Fabiano Eller e o volante Andrade davam tempero e boa marcação à defesa -, o Audax esperava o momento certo para jogar nos erros do adversário. Leandro Bonfim e Diego Salles se movimentavam bem no meio-campo, e Denilson dava velocidade ao ataque, mas a equipe nem conseguiu criar outra chance de gol. E a experiência do lado rubro-negro só aparecia com Léo Moura, único com lucidez para tentar algo, como no centro desperdiçado por Nixon. E o atacante acabou saindo de campo aos 41 minutos. Jorginho fez um mea-culpa ao sacá-lo para lançar Hernane, mas fez também o jovem sair debaixo de vaias. E o Brocador arrumou tempo para isolar uma chance clara de gol, aos 44. Parecia não ser o dia do Flamengo.

Audax brilha no fim

E realmente não era. De qualquer forma, o Flamengo melhorou um pouco com uma referência na área. E o time entrou para o segundo tempo em função do Brocador. Bolas para ele. Só que o atacante não consegue esconder suas limitações técnicas. Mas o time passou a arriscar mais. Na primeira jogada que fez efetiva na partida, Gabriel acertou. Ao receber na entrada da área, bateu de perna direita sem defesa para Rafael e empatou a partida, aos oito minutos.

Era a hora de o Audax, muito recuado na primeira etapa, sair para o jogo. Diego Salles e Rômulo deram vez a Hyuri e Wellington, que pouco após sua entrada perdeu um gol digno do Inacreditável Futebol Clube ao receber presente do rubro-negro Elias. Jorginho também resolveu mexer no Fla e trocou Rodolfo por Carlos Eduardo. Os erros na defesa rubro-negra continuavam assustando a torcida. Numa bola cruzada por toda a área, o Audax quase ampliou o placar.

Os dois times se soltaram. Elias mandou cabeçada na trave. Rafinha saiu, Ibson entrou. O Flamengo atacava, mas sem plano de jogo nem cabeça fria. Nos contra-ataques, o Audax assustava. Wellington perdeu outro gol para o Audax digno do Inacreditável. Era a senha de que algo ruim poderia acontecer ainda. E Hyuri, num contra-ataque aos 46, marcou o gol que fez os rubro-negros saírem debaixo de vaias e em difícil situação no Carioca.

 

 

 

Globoesporte.com

Longe dos holofotes, Fidel Castro completa 86 anos de idade

Fidel no lançamento de sua mais recente biografia, em fevereiro de 2012. Foi uma de suas últimas aparições públicas (Foto: Xinhua/Imago/Fotoarena)

O governo cubano se organizou para que o aniversário de Fidel Castro não passasse em branco. Um dos líderes revolucionários mais importantes da América latina completa hoje (13) 86 anos de idade. Atos culturais, exposições, filmes e a capa do diário Granma, veículo oficial do governo, alardeiam a efeméride. Outros jornais, como Juventud Rebelde e La Tribuna de La Habanaseguiram o mesmo caminho.

Fidel, porém, não apareceu – e nem deve aparecer – para saudar e agradecer seus compatriotas. Aliás, faz tempo que o líder máximo da revolução não dá as caras. De acordo com a agência Notimex, as últimas imagens de Fidel foram feitas durante sua visita ao papa Bento 16, em março passado, numa das instalações da igreja católica em Havana. Desde então, o homem que desafiou a hegemonia dos Estados Unidos sobre os países caribenhos está longe dos holofotes – e da política.

O afastamento de Fidel Castro não é precisamente uma novidade. Em 2006, o guerrilheiro foi acometido por graves problemas de saúde. Conciliou tratamentos e despachos governamentais até 2008, quando decidiu deixar definitivamente o poder e passar o bastão a seu irmão, Raúl, que até então ocupava o Ministério da Defesa. Na época, a revolução que liderou junto com Ernesto Che Guevara – e também seu governo – estava prestes a cumprir 50 anos.

Fora da burocracia oficial, Fidel havia decidido dedicar-se ao pensamento crítico. Tirou o uniforme verde-oliva e passou a assinar uma coluna no diário Granma chamada ‘Reflexões do Companheiro Fidel’, que se replicava em vários meios de comunicação latino-americanos. O espaço era utilizado para criticar o “imperialismo ianque”, analisar a crise financeira, defender o meio ambiente, sugerir caminhos para a política cubana e comentar os rumos da América latina.

Mas seu último artigo foi veiculado há quase três meses, no dia 19 de junho. Antes do silêncio total, os textos de Fidel foram paulatinamente reduzindo de tamanho – de duas páginas inteiras até pequenas notas de um parágrafo. A repentina concisão de um líder conhecido por discursos intermináveis chamou a atenção de analistas sobre sua disposição e estado de saúde.

Paralelamente às atividades de escriba, Fidel também costumava receber visitas de líderes políticos do continente: Luiz Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez e Cristina Fernández de Kirchner foram alguns dos presidentes latino-americanos que tiraram fotos ao lado de um ex-presidente cubano convalescente e vestido com trajes esportivos.

Segundo o jornal argentino Página 12, o assunto que ultimamente mantém Fidel Castro entretido é a crise alimentar e o alto preço dos produtos agrícolas, além dos problemas ecológicos desencadeados pelo aquecimento global.

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