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Lojas virtuais: quais os segredos das que têm sucesso?

Você sabia que abrir uma loja virtual é um dos negócios mais promissores dos últimos tempos? Isso mesmo!

Os números não mentem e o Relatório Webshoppers 2019 traz notícias quentíssimas e animadoras. A pesquisa, realizada e parceria com a e-Bit e o Nielsen, representa o mais confiável relatório do setor. Desse modo, descobrimos a taxa de crescimento do e-commerce, que em 2018 foi nada mais, nada menos que 12%.

Isso, sem levar em consideração que 2018 foi um ano turbulento, em meio a uma recessão, instabilidades econômicas e políticas. E mais: com Copa do Mundo e Eleições no calendário, ou seja, dadas as condições, esse foi um enorme avanço.

Portanto, para quem deseja abrir ou investir mais em seu e-commerce, a hora é essa! E uma boa prática que trazemos nesse artigo é aprender com quem já faz. Nos próximos tópicos você vai descobrir os segredos dos maiores e-commerces para alavancar suas vendas. Vamos lá!

O que define uma loja virtual de sucesso?

É certo que sucesso é um termo bastante relativo, pois está diretamente ligado aos anseios de cada empreendedor. Por exemplo, se você abriu sua loja virtual para não ter emprego fixo e consegue ter uma boa renda com ela, aí reside o seu sucesso.

Já se o seu objetivo é ser reconhecido pelos amigos e parentes como o dono de um negócio, ter uma marca com destaque é a garantia do seu sucesso pessoal.

Como não temos a possibilidade de avaliar os diversos conceitos pessoais de sucesso, vamos considerar um que parece ser o mais universal de todos: muitas vendas!

Porque algo que não dá negar é que mesmo com status, horário flexível e um bom nome na praça, não dá para levar uma loja virtual por muito tempo sem faturamento e lucro líquido, certo?

Esse também é o critério empregado pela A Sociedade Brasileira do Varejo e Consumo que divulga anualmente o Ranking com as 50 maiores empresas do e-commerce brasileiro.

Fonte: SBVC (2018)

Então, com esse conceito de vendas e geração de caixa em mente, fomos pesquisar os segredos das lojas que vendem muito na internet.

1) Agilidade na entrega – B2W Digital

A rede campeã em vendas no Brasil é não somente uma loja virtual, mas uma união de marcas como Americanas, Submarino, Shoptime e ainda o outlet SouBarato.

O segredo da empresa, segundo matéria publicada no Portal Exame, está na integração entre lojas físicas e online. E isso tende a crescer com iniciativas click and collect, em que o consumidor pode comprar pela internet e retirar na loja mais próxima.

Atenta para a importância de velocidade e custos de transportes em vendas no varejo online, a empresa integra a própria cadeia logística, sendo dona ainda de transportadoras especializadas.

2) Aposta no modelo de marketplace – Via Varejo

O conglomerado de marcas de propriedade da Via varejo inclui os e-commerces e lojas físicas de Casas Bahia, Ponto Frio e Extra. Mais uma vez, alternativas multicanais têm se destacado como sucesso no e-commerce.

O grupo, que é uma S.A. controlada pelo Grupo Pão de Açúcar, aposta no modelo marketplace, em que mais de 3 mil lojistas oferecem seus produtos.

Além disso, a gigante das vendas ainda tem como vantagem a multiplicidade de canais e de mercados atendidos. São vários ovos em várias cestas que garantem o resultado final.

3) Tecnologia e Inovação – Magazine Luiza

Luiza Helena Trajano é reconhecida como uma visionária, mesmo entre os colegas mais descrentes. Afinal, seu e-commerce foi um dos primeiros do país, inaugurado em 1995. Em um tempo que a internet era só um rascunho do que poderia ser um dia, a jovem apostou em colocar o negócio de família em um canal de vendas totalmente novo.

Um dos segredos do sucesso é exatamente esse: um alto investimento em tecnologia e interação com o cliente. Suas ofertas e promoções levaram o nome da empresa a destaque nacional. Já a tecnologia, carro chefe da administração de Frederico Trajano, amplia sua presença no varejo.

Embora sempre concorrendo com conglomerados de empresas, seus resultados são expressivos. Foi a primeira empresa e implementar a estratégia omnichannel, muito antes de a mesma ser tão divulgada.

Inovação para a empresa é tão importante que eles mantêm um centro de inovação, onde desenvolve tecnologias que ampliam ainda mais sua larga contribuição no mercado.

4) “Preço mais baixo, sempre” – Walmart Brasil

A marca de varejo de Sam Walton, em sua representação nacional, ganhou novas cores e novas práticas. No entanto, o que se mantém inalterado é exatamente o segredo do sucesso da varejista americana.

Uma cultura forte de redução de custos e despesas, que contempla toda a cadeia de suprimento. Esse esforço reflete diretamente nos preços apresentados, tanto em seu e-commerce quanto nas lojas físicas.

5) Resiliência e coragem – Grupo NetShoes

Uma empresa que nasceu para vender sapatos e com a aposta na internet, se tornou a maior loja virtual de artigos esportivos do Brasil. Essa é a Netshoes, que em 2018 abocanhou a quinta maior fatia entre as vendas das lojas virtuais.

Em uma trajetória marcada pela tentativa e erro, a resiliência de seus donos foi seu maior segredo. Criada pelos primos Marcio Kumruian e Hagop Chabab em 2000, o e-commerce levou três meses até realizar a primeira venda. O que para muitos seria motivo para desistir, foi o combustível da dupla. Desse modo, seu crescimento inicial lento, foi se acentuando e em pouco tempo a Netshoes tornou-se um fenômeno nacional.

Sem modelos de empresa a seguir, foram pavimentando seu caminho com as experiências vividas. Sua principal decisão foi a de fechar toda a parte física das lojas, dedicando-se totalmente à loja virtual.

Conclusão

Ter uma loja virtual de sucesso não é trabalho para um ou dois dias. No entanto, com foco e dedicação é possível construir um verdadeiro império.

Em resumo, apresentamos exemplos nacionais e internacionais de empresas que começaram pequenas e hoje são grandes marketplaces. Pode-se aprender com a trajetória de cada uma delas.

Entretanto, o grande segredo não é copiar estratégias, mas saber o que funcionou e pode, de alguma forma, ser adaptado ao tamanho e modelo de seu negócio.

Gostou desse artigo? Comente aqui embaixo qual dos segredos você mais gostou de conhecer.

 

 

Magazine Luiza compra lojas da rede Armazém Paraíba por R$ 44 milhões

O Magazine Luiza assinou memorando de entendimento com a Sociedade Comercial Irmãs Claudino S.A. (SOCIC), que administra a rede Armazém Paraíba, para adquirir o direito de explorar 48 pontos comerciais no Pará e Maranhão por R$ 44 milhões, segundo comunicado ao mercado nesta quinta-feira (2).

“Essa operação marcará a entrada do Magalu na região Norte do país, com a abertura de lojas no Estado do Pará, além de reforçar sua presença no Estado do Maranhão”, disse a varejista, acrescentando que, depois das inaugurações, o Magazine passará a ter presença em 17 Estados, com mais de 1 mil pontos físicos.

O Magazine Luiza também informou que irá investir em um novo centro de distribuição na região, “com o objetivo de atender melhor os clientes online e offline, em linha com sua estratégia multicanal”.

A empresa disse que, além da venda ao consumidor, as lojas localizadas no Pará e no Maranhão funcionarão como pequenos centros de distribuição, oferecendo serviços como o “Retira Loja”.

“Faremos uma entrada expressiva no Estado, vamos ganhar clientes nos pontos físicos e no online”, afirmou Fabrício Garcia, vice-presidente do Magazine Luiza, no comunicado. “Em todas as regiões que chegamos com pontos físicos, nossas vendas digitais aumentam de forma significativa.”

O Magazine diz que espera em conjunto com a Sociedade Comercial Irmãs Claudino S.A. “em breve” assinar os contratos definitivos para a implementação da operação, que está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

No começo da semana, o Magazine Luiza anunciou acordo para comprar a Netshoes por cerca de US$ 62 milhões, transformando a empresa de comércio eletrônico em uma subsidiária do grupo e reforçando sua aposta no varejo online.

G1

 

 

Lojas da PB terão que registrar CPF de clientes em compras acima de R$ 500

cupom-fiscal-eletronicoA Secretaria de Receita da Paraíba decidiu, esta semana, baixar o limite do valor de compra para que estabelecimentos comerciais registrem o CPF dos clientes na Nota Fiscal Eletrônica. A partir do dia 2 de maio, passa a ser obrigatória a identificação do consumidor que adquirir produtos de preço acima de R$ 500. O objetivo é evitar fraudes e sonegação de impostos.

Antes, esse limite era de R$ 10 mil, como determina a legislação federal. No entanto, cada estado tem autonomia para estabelecer o valor. Para o chefe do Núcleo de Análise e Planejamento de Documentos Fiscais da Receita, Fábio Melo, a medida vai proporcionar mais segurança ao consumidor. “Ele vai poder fazer um controle das compras que fez durante o mês na internet, até para consultar as notas e comprovantes que perdeu”, detalha.

A consulta eletrônica já existia, mas, com a diminuição do limite de R$ 10 mil para R$ 500, o recurso poderá ser utilizado por mais pessoas. Para ter acesso ao serviço, é preciso fazer um cadastro no site da Receita. “Esse cadastro é para fazer só na primeira vez, para liberar uma senha”, explica o auditor fiscal.

Além disso, de acordo com Melo, a medida visa dar mais transparência às operações financeiras na Paraíba. “Essa portaria tem o objetivo de evitar fraudes. Algumas empresas se utilizam de compras sem o CPF para estourar o limite de faturamento. Assim, fica mais fácil identificar [irregularidades]”, defende.

Caso a empresa não registre o número do CPF no sistema, a nota não será autorizada. Se, mesmo assim, a compra for realizada, a loja pode ser notificada a pagar uma multa que será calculada pela Receita.

G1 PB

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Assembleia aprova projeto que garante informações sobre reprovação de crédito em lojas

jutayA Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, nesta terça-feira (25), projeto de Lei de autoria do deputado estadual Jutay Meneses (PRB) que obriga as Instituições Comerciais, Industriais e Financeiras do Estado da Paraíba a fornecerem, por escrito, sempre que solicitado pelo consumidor, o motivo do indeferimento do crédito ou de negativa de aceitação de título de crédito.

“Esse projeto busca uma diminuição dos transtornos sofridos pelo consumidor, especialmente, em razão da negativa de um crédito. Infelizmente, o consumidor fica à mercê das empresas prestadoras de serviços numa relação de consumo desrespeitosa ao cliente”, afirmou o deputado.

De acordo com o projeto, fica a loja obrigada a fornecer a declaração contendo o produto e o valor que teve o financiamento negado, de acordo com a declaração fornecida pela financiadora, que também deverá ser entregue ao consumidor.

A declaração que será entregue ao consumidor deve ser em papel timbrado, datado e assinado, de forma a se identificar o estabelecimento autor da recusa e o cadastro de proteção ao crédito consultado, quando for o caso. “As instituições são responsáveis por manter as informações em sigilo podendo ser recuperado em uma consulta futura, quando forem solicitadas, em um prazo de cinco anos”, explicou o deputado Jutay.

O projeto também prevê penalidades para as instituições comerciais que não cumpram o que determina a matéria aprovada na Assembleia Legislativa. “A multa vai de 50 a 500 Unidades Fiscais do Estado da Paraíba, em uma primeira autuação. Em uma segunda vez, as instituições podem ser penalizadas em 500 até 1000 Unidades Fiscais do Estado”, revelou Jutay.

Assessoria 

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Chevrolet Classic respira por aparelhos nas lojas

chevrolet-classicO Chevrolet Classic não faz mais parte dos planos da montadora no Brasil. O sedã emplacou apenas 1.728 unidades em julho e 10.023 no acumulado do ano, segundo dados da Fenabrave. Com apenas uma configuração, motor 1.0 etanol de 78 cv de potência e 9,7 kgfm de torque e preço sugerido de R$ 32.670, o Classic foi o 28º carro mais vendido no ano e o 5º da GM. O fim da produção já se deu há algum tempo, contudo, somente agora os estoques estão terminando.

Em contato com concessionárias Chevrolet de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Salvador e Porto Alegre, a Autoesporte pode apurar que poucas unidades do Classic zero quilômetros ainda podem ser encontradas – apenas Manaus e Salvador reportaram terem disponibilidade do modelo. Em Brasília, já se vão cinco meses  sem que as revendas recebam novas unidades do carro. No Rio de Janeiro e em Porto Alegre se diz ainda haver interesse no sedã mesmo sem veículos disponíveis para venda.

Em 2003, o até então Corsa Classic, mudou de nome para apenas Classic, enquanto o Corsa seguiu com uma linha totalmente renovada. O sedã de entrada foi um dos carros mais vendidos pela GM no Brasil, mas já vinha perdendo espaço nos últimos anos com o crescimento do Onix e do Prisma.

revistaautoesporte

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Operação flagra ‘gato’ de água em lojas da PB; donos são ouvidos pela polícia

patosDois estabelecimentos comerciais do município de Patos, no Sertão paraibano, a 317 km de João Pessoa, foram flagrados cometendo desvios de água da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa). Os desvios, popularmente conhecidos como gatos, eram praticados por um restaurante e uma empresa de alimentos. Os donos tiveram que prestar depoimento na polícia. O caso ocorreu na quinta (23), mas só foi repassado à imprensa nessa sexta (24).

Segundo a assessoria de comunicação da Cagepa, o órgão recebeu denuncias anônimas e decidiu investigar.

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“Recebemos denuncias e fomos até os locais. Após inspeções, ficou constatado que os dois estabelecimentos estavam cometendo o famoso ‘gato’. Como se trata de um crime, os responsáveis foram levados até a Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos”, disse a assessoria.

O Portal Correio tentou contato com a Polícia Civil em Patos para saber mais sobre o caso, mas os telefones não foram atendidos até o fechamento desta matéria.

 

Portal Correio

Quatro lojas são arrombadas durante a madrugada em Guarabira

plantão policialDurante a madrugada deste domingo (22) quatro lojas foram arrombadas no centro comercial do município de Guarabira. Os criminosos quebraram cadeados e abriram fechaduras com chave-mestra.

Os proprietários que preferiram não serem identificados, relataram que ao chegar em seus estabelecimentos, perceberam que os indivíduos teriam executados a ação e em seguida colocaram os pedaços dos cadeados no referido local, aparentando-se que nada teria acontecido.

Segundo informações, os criminosos reviraram os objetos das respectivas lojas, mas não levaram nada. Diante da situação, um dos comerciantes preferiu não se pronunciar e nem levar o caso à polícia. Em conversa com nossa redação, os outros três comerciantes não entendem o motivo pelo qual um deles não quer registrar o acontecido.

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Os comércios ficam em um lugar pouco movimentado, nas imediações da câmara municipal e a lateral do fórum. Eles pedem mais segurança para a área, especialmente durante a madrugada, visto que fica ainda mais fácil a atuação dos criminosos.

 

nordeste1

Volkswagen Fox Pepper chega às lojas por R$ 53.500

volkswagen-fox-pepperApós ser apresentado como conceito no Salão do Automóvel, em outubro do ano passado, e ter passado pelo teste de aprovação do público, o Fox Pepper chega às lojas este mês por a partir de R$ 53.500.

Baseado na versão topo de linha Highline (R$ 52.180), o hatch tem pequenas diferenciações no visual, que, segundo a Volkswagen, têm a intenção de conferir um visual mais esportivo ao modelo. É o caso dos faróis escurecidos, dos para-choques ligeiramente mais robustos, da ponteira do escapamento cromada e da grade dianteira em formato colmeia e com friso vermelho, que remete ao Golf GTI.

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Como o Fox Highline, o Pepper traz debaixo do capô o motor 1.6 MSI flex de 120 cv de potência associado ao câmbio manual de seis marchas da marca. É um conjunto acertado, mas poderia ser um pouco mais apimentado, para reforçar a ideia de uma versão mais esportiva.

Volkswagen Fox Pepper (Foto: Divulgação)

Os equipamentos de série ofertados pelo modelo são semelhantes ao da versão topo de linha. Fazem parte da lista itens como direção elétrica, sensor de estacionamento, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 5,5 polegadas com rádio, Bluetooth e entrada USB, além do assistente de partida em rampa e os controles eletrônicos de estabilidade e tração. Lembrando que mesmo no Fox Highline o controle de estabilidade é um opcional vendido por R$ 1.200.

Confira os preços da linha Fox:

VW Fox Trendline 1.0  – R$ 38.510
VW Fox Trendline 1.6 – R$ 42.850
VW Fox Comfortline 1.0 – R$ 41.070
VW Fox Comfortline 1.6 –  R$ 44.830
VW Fox Comfortline 1.6 I-Motion – R$ 48.190
VW Fox Highline 1.6 – R$ 52.160
VW Fox Highline 1.6 I-Motion – R$ 55.540
VW Fox Pepper 1.6 – 53.500

 

 

 

revistaautoesporte

Com medo de golpes, lojas virtuais evitarão boleto bancário na Black Friday

black-fridayCom medo de golpes da concorrência e de ficarem com os estoques lotados, as lojas virtuais devem estar mais cuidadosas com os pagamentos em boleto eletrônicos feitos na Black Friday, que acontece no dia 28 deste mês.

Em parte, isso acontece porque, a cada cem boletos emitidos por consumidores em no comércio eletrônico, apenas metade deles é pago. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm).

“As lojas já costumam trabalhar com uma margem de ‘abandono de boleto’. Mas, como na Black Friday as compras por impulso aumentam, pode ser que essa média aumente no dia da ação”, diz Maurício Salvador, presidente da associação.

 

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Segundo Luiz Antonio Sacco, diretor geral da SafetyPay, plataforma de pagamento digital, outro problema é a demora na confirmação do pagamento do boleto. “A confirmação ocorre dias depois. Sem saber se o consumidor vai ou não pagar o boleto, o empreendedor acaba segurando o estoque”, explica. Se o boleto não for pago, a empresa fica com aquele estoque parado.

“O que as lojas vem fazendo são ações de recuperação de vendas. Elas colocam atendentes para ligar para o consumidor que não pagou o boleto para tentar convencê-lo. Geralmente, essa estratégia consegue converter metade desses compradores”, diz Maurício Salvador. Os produtos que ficam parados no estoque costumam ser vendidos nos saldões pós-Black Friday.

Tom Canabarro, cofundador da Konduto, plataforma brasileira especializada em análise de fraude e comportamento de compra na internet, diz que o problema pode ser mais profundo. Alguns concorrentes se aproveitam da situação para aplicar golpes.

“Já vimos casos em que uma loja compra diversos produtos da concorrente na opção de pagamento via boleto. A empresa segura o estoque, fica sem vender, e depois nenhum boleto é pago”, diz.

Algumas empresas, segundo Canabarro, utilizam robôs para realizar essas operações. Apesar da prática ser antiética, o empresário da Konduto diz que é difícil provar que uma loja concorrente fez isso.

Por todos esses motivos, Sacco, da SafetyPay, afirma que muitas lojas devem optar por não disponibilizar o pagamento via boleto bancário na Black Friday.

“O custo de estoque para uma empresa é relevante. Se você fica dias com o estoque parado, ica com dinheiro parado também. Além disso, quanto mais produtos estocados, mais espaço você precisa ter”, explica.

Já Salvador acha difícil que as lojas de comeercio eletrônico abram mão dos boletos. “O boleto tem uma liquidez maior: demora para ser compensado mas entra na conta da loja rapidamente. Além disso, 15% das operações são feitas dessa maneira. É um percentual muito significativo.”

 

IG

Shopping abre 4,3 mil vagas para lojas e setor administrativo em JP; confira oportunidades

Secom-PB
Secom-PB

O Mangabeira Shopping será inaugurado no próximo dia 29 e está abrindo 4,3 mil vagas para 180 lojas e setor administrativo do novo complexo lojista de João Pessoa. As vagas podem ser procuradas por meio das redes sociais, como indicou a consulta Mônica Costa, da Mônica Consultoria em Gestão Estratégica de Negócios. Como a maioria das lojas é de franquias do eixo Sudeste-Sul, a contratação está sendo realizada pelas consultorias de cada empresa, que podem ser encontradas na internet, informou a consultora.

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Das 4,3 mil vagas criadas, 300 são para o setor administrativo do próprio Mangabeira Shopping. Estão sendo oferecidas vagas para cargos de agentes de portaria, seguranças, limpeza e setores com Administração e Contábil. De acordo com Mônica Costa, em julho deste ano as vagas foram anunciadas na mídia e a contratação tem sido feita seguindo o critério de necessidade para cada cargo. Na fanpage da Mônica Consultoria os interessados podem buscar informações

Durante a construção do empreendimento, foram gerados 2,5 mil empregos diretos. Dentre as 180 lojas previstas para compor o novo shopping da zona sul, haverá 15 lojas âncoras previamente negociadas. As lojas âncoras serão Marisa, Game Station, Eletro Shopping, Centauro, Insinuante, Renner, Riachuelo, Bob’s, Atacadão dos Eletros, Magazine Luiza, Ri Happy, C&A e Lojas Americanas.

Área

O shopping foi construído em uma área de de 97.454 m² e terá sete lojas mini-âncoras. O Mangabeira Shopping também vai contar com uma área de lazer com seis salas de cinema, sete pistas de boliche, um parque infantil e um parque eletrônico. O estacionamento terá vagas para 3.350 automóveis. Logo após a inauguração, será erguida uma torre com 340 salas comerciais.

 

Jornal Correio da Paraíba