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Prefeito de Cacimba de Dentro comenta efeitos da crise econômica e diz que Lira é “um pai” para os prefeitos paraibanos

O Prefeito de Cacimba de Dentro, Valdinele Gomes Costa (PSB), mais conhecido como Nelinho, durante entrevista à imprensa, destacou como vem fazendo para superar a atual crise econômica nacional que, segundo ele, aflige mais os municípios nordestinos – e em particular, os paraibanos. Nelinho aproveitou para agradecer o empenho do senador Raimundo Lira (PMDB), que vem sendo, segundo o socialista, “um pai” para os prefeitos do Estado, atendendo as demandas municipalistas.

Para Nelinho, o gestor municipal paraibano que não se organizou, no inicio da gestão, com antecipação de parte do 13° e pagamentos dos fornecedores em dia, nesse fim de ano vai enfrentar situações difíceis, devido à redução do Fundo de Participação dos Munícipios (FPM). Cacimba de Dentro fica localizada entre as mesorregiões do Agreste e do Curimataú Oriental paraibano.

“Os recursos são muito poucos para se manter uma prefeitura funcionando. Mas graças a Deus, em Cacimba de Dentro, apesar das dificuldades, estamos com tudo em dia. E nesse sentido, saliento a atuação do senador Raimundo Lira, que tem sido mais do que um parceiro para a cidade. Lembro que quando nem diplomado estava, fui recebido por Lira como um pai para mim, pois já conseguimos umas emendas com o senador. Lira é um exemplo de político. Se todos os políticos fossem iguais a ele, o Brasil era outro”, disse Nelinho, destacando que o senador não observa cores partidárias, pois está preocupado em ajudar a Paraíba.

O gestor cacimbense destacou ainda todo empenho do senador Raimundo Lira em busca de benefícios para o município, e durante sua entrevista, apresentou Raimundo Lira como amigo da cidade e o nome que irá apoiar para o Senado em 2018. “É um homem que merece continuar onde está, no Senado”, finalizou.

 

Assessoria

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Ao lado de Maranhão, Cássio, Lira e Ricardo Coutinho, Temer inaugura obra da Transposição

estação-de-bombeamentoO presidente Michel Temer inaugura nesta segunda-feira (30), em Floresta (PE), a terceira estação de bombeamento (EBV-3) do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco. A nova estação vai permitir que a água do canal avance por mais 60,9 quilômetros pelo sertão da Paraíba e de Pernambuco.

Estão fazendo parte da comitiva os senadores paraibanos Raimundo Lira (PMDB), Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB), além do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Com investimentos de R$ 87 milhões da União, a EBV-3 receberá a água vinda do reservatório Mandantes e elevará a uma altura de 63,5 metros, permitindo o escoamento por gravidade até a quarta estação elevatória (EBV-4), em Custódia (PE). Neste percurso, passará por três reservatórios pernambucanos – Salgueiro, Muquém e Cacimba Nova – e pelo aqueduto Jacaré, completando 97 quilômetros dos 217 que formam o Eixo Leste.

Com a chegada da água do Pisf ao reservatório Muquém, o açude Barra do Juá, em Floresta, poderá ser abastecido, beneficiando cerca de 30 mil pessoas. Ainda no primeiro trimestre de 2017, as águas do rio deverão chegar às populações das cidades paraibanas de Monteiro e Campina Grande.

“Nós temos agilizado essas obras, e por isso mesmo cumprimentei o ministro Helder Barbalho e toda a equipe que está trabalhando nessa obra que começou lá atrás, mas que agora está sendo agilizada para que em brevíssimo tempo nós possamos não apenas inaugurar o chamado Eixo Leste e, logo em seguida, ainda neste ano, inaugurar o Eixo Norte, praticamente completando a transposição do rio São Francisco”, disse o presidente Michel Temer em entrevista aos jornalistas.

Eixo Norte

O Eixo Norte está previsto para ser concluído no segundo semestre deste ano, após finalização de serviços necessárias à passagem de água do rio. A expectativa é atender o reservatório de Jati (CE) em agosto e a Região Metropolitana de Fortaleza em setembro de 2017.

“A licitação será feita, se não me engano, no dia 1º deste mês (fevereiro). E depois, não havendo impugnações, nenhum problema judicial, logo se homologa essa licitação e começam as obras”, afirmou Temer acerca da contratação de uma nova empresa que se responsabilizará pelo trecho.

Prioridade do governo federal, o Projeto São Francisco levará água para mais de 12 milhões de pessoas em Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Serão atendidos 390 municípios pelos dois eixos: Norte, com 260 quilômetros, e o Leste, com 217. O empreendimento está orçado em R$ 9,6 bilhões, valor que resulta de atualizações previstas em contratos.

“Evidentemente, vocês sabem que muitas e muitas vezes, lá no Congresso Nacional tem havido a preocupação também com a revitalização do rio São Francisco”, lembrou o presidente. “Matéria que nós já estamos começando a tratar mas, logo depois, nós trataremos de fazê-lo sempre vitalizado precisamente para permitir que a transposição esteja sempre cheia de água”, garantiu.

Ramal do Agreste

O presidente também anunciará a liberação de mais verbas federais para ações de convívio com a seca, dessa vez voltadas para a população pernambucana. Serão assinadas duas ordens de serviço no valor de R$ 40,4 milhões para o início do Projeto do Ramal do Agreste, obra que receberá as águas do São Francisco e será utilizada para aumentar o abastecimento de 72 cidades pernambucanas.

O ramal vai garantir água de boa qualidade para consumo humano em toda a região do Agreste de Pernambuco. Serão beneficiados mais de dois milhões de habitantes.

Orçado em R$ 1,2 bilhão, o Ramal do Agreste terá 70,8 quilômetros de extensão, incluindo canais, túneis, aquedutos, estação de bombeamento e barragens. O prazo previsto para implantação é de 36 meses. O empreendimento vai captar a água no reservatório de Barro Branco, do Pisf, localizado no quilômetro 182 do Eixo Leste, em Sertânia (PE). De lá, a água atravessará a serra Pau do Arco e chegará ao açude de Ipojuca, em Arcoverde (PE).

Portal Planalto

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Zenóbio admite subir no mesmo palanque que Paulino em prol de candidatura de Cássio ou de Lira

zenobio-e-paulinoAdversários políticos históricos na Paraíba os Tocasnos e Paulinos disputam o voto do eleitorado na cidade Guarabira, reduto eleitoral das duas famílias. Apesar de todo passado caminhando em lados opostos, o prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano (PSDB), não vê empecilho de dividir o palanque com o ex-governador Roberto Paulino (PMDB) no pleito de 2018.

Ele descartou compor com Paulino, mas disse que não faz objeção de que o peemedebista venha apoiar uma possível candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) a governador. “Nada impede que ele possa votar no mesmo candidato que eu vote. Não há nenhuma possibilidade de nós estarmos em composição, agora se ele quiser votar com Cássio, não há problema”, declarou em entrevista ao programa Correio Debate, da 98 FM, nesta segunda-feira (23).

Já Paulino, na semana passada, defendeu que os partidos que se uniram em favor da candidatura de reeleição do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), como PSDB, PMDB e PSD, formem uma coalizão de forças em torno do nome do senador Raimundo Lira (PMDB) para lançá-lo como candidato a governador.

Zenóbio, apesar de defender a candidatura de Cássio, afirmou que não tem restrição ao peemedebista. “Não descarto votar em Lira, tenho com ele um bom relacionamento, inclusive, tem nos ajudado com emendas parlamentares. Nós temos hoje cerca de R$ 15 milhões em emendas tramitando na Caixa Econômica Federal e outros projetos já em execução, entre eles, temos a ajuda de Raimundo Lira”, disse.

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Lira se reúne com prefeitos paraibanos na residência do deputado Ricardo Barbosa

lira-residênciaO Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) participou neste sábado (21) de um encontro com prefeitos de diversas regiões da Paraíba, na residência do Deputado Estadual Ricardo Barbosa, em Lucena, no litoral paraibano. O encontro ocorreu em clima de descontração e serviu, também, para que o Senador reafirmasse seu desejo de trabalhar pelos municípios paraibanos.

“Estive neste sábado em Lucena, onde fui muito bem recepcionado na casa do Deputado Ricardo Barbosa, pelo parlamentar e mais de uma dezena de prefeitos, vices prefeitos, vereadores, e demais familiares, além de uns 30 ex-prefeitos”, destacou o Senador Raimundo Lira, em suas redes sociais.

Estiveram presentes os prefeitos Neto (São José de Piranhas); Gervásio Gomes (Bernardino Batista); Chico Mendes (São José de Espinharas); Paulo Dália (Juripiranga); Felipe Coutinho (Puxinanã); Júnior Nobregá (Prata); Kaiser Rocha (Solânea); Sobrinho (Alagoa Grande); Elissandra (Itapororoca); Maria Eunice (Mamanguape) e Lili (Marcação).

Na conversa com os gestores, Raimundo Lira garantiu que 2017 será um ano de muito trabalho e colocou o seu gabinete, em Brasília, à disposição de todos, para viabilizar recursos e convênios para os municípios.

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Lira não descarta saída de Zé Maranhão da presidência

raimundoliraEm meio a polêmica de um possível racha dentro do PMDB na Paraíba, os membros da sigla tem ocupado cada vez mais espaço na imprensa desmentindo uma provável crise no partido. Políticos como o deputado estadual Veneziano Vital do Rêgo, o vice-prefeito Manoel Junior e o presidente da sigla no estado, senador José Maranhão já falaram sobre o assunto e expuseram seus pontos de vista acerca da situação pela qual passa o partido.

Na tarde desta quinta-feira (19), foi a vez do senador Raimundo Lira (PMDB), conceder entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa onde declarou que a sigla precisa de “revitalização e oxigenação”, não descartando para isso, a saída do senador José aranhão da presidência estadual da sigla, posto que o mesmo ocupa a 25 anos.

Apesar do pensamento, Raimundo Lira disse que as mudanças da sigla na Paraíba devem ser feitas de forma gradativa e obedecendo sempre as normas do partido e ainda declarou que há um consenso dentro do PMDB de que a mudança deve ocorrer.

“Maranhão é um dos políticos mais habilidosos que eu já vi e por isso está a 25 anos à frente do partido. Há um consenso que é necessária uma renovação, mas de maneira democrática, no tempo certo”, pontuou.

Destacando que o PMDB é o maior partido do Brasil, o senador disse que apesar de terem a maior quantidade de filiados, não têm a maior militância e descartou veementemente a possibilidade de uma intervenção no diretório estadual.

” Não existe isso, mas temos que ter uma expectativa de poder. Temos um grande número de filiados, mas não temos uma grande militância. O PMDB é o maior partido do país, precisa ser revitalizado, oxigenado, mas de forma mais pacífica possível, respeitando o estatuto, assim como respeitamos a constituição nacional”, concluiu.

PB Agora

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Maranhão classifica reuniões promovidas por Lira como balão de ensaio: “Não estão dando certo”

maranhaoO senador José Maranhão, presidente do PMDB da Paraíba, quebrou o silêncio sobre os impasses que dominam o partido desde a semana passada. Apesar de negar um racha no partido, a legenda segue dividida desde as eleições municipais de 2016 e se intensificou após o senador Raimundo Lira iniciar reuniões com liderança peemedebistas, segundo ele, visando o fortalecimento do partido. Para Maranhão, os encontros promovidos  por Lira não passam de “balão de ensaio”.

 

No jargão jornalístico, balão de ensaio se trata de informação divulgada para testar a opinião ou reação pública, e para Maranhão as reuniões não estão surtindo efeito para tirá-lo da presidência do PMDB, pois segundo ele, as lideranças do PMDB estão ocupando espaços na imprensa para desmentir que teriam problemas com o comando dele.

“Esses encontros são um balão de ensaio que não esta dando certo, porque as declarações publicadas em blogs de que haveria um levante, teria um cisma, uma a uma as pessoas que foram apontadas estão ocupando a imprensa para desmentir”, disse em entrevista ao programa Correio Debate, Rede Correio Sat.

Ele atribuiu as divergências geradas no PMDB a pessoas da legendas ligadas ao governador Ricardo Coutinho. “Eu não posso afirmar ninguém sem uma prova concreta, mas essa coisa coincidentemente aconteceu depois que setores do PMDB se chegaram a Ricardo, é uma coincidência muito grande, mas eu não quero fazer comentários sem provas concretas, apesar de já ter provas concretas com nomeações de pessoas do PMDB para secretaria de Governo”, declarou.

Maranhão ainda disse que acredita na fidelidade do senador Raimundo Lira à liderança dele no PMDB. “Eu recebi um cartão dele [Raimundo Lira] e nesse cartão ele diz: para ser líder é preciso ter história com José Maranhão”, disse.

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Após encontro de Lira, Maranhão convoca reunião da executiva estadual do PMDB

maranhãoA crise no PMDB da Paraíba parece estar longe de um final. Poucos minutos após o fim de reunião da Bancada do PMDB, envolvendo o senador Raimundo Lira, os deputados federais Veneziano Vital do Rêgo, Hugo Motta e André Amaral, além do deputado estadual Nabor Wanderley, no qual acertaram uma comunicação maior com o governador Ricardo Coutinho, o presidente da legenda no Estado, senador José Maranhão, convocou uma reunião da executiva estadual para o próximo dia 20.

Diferentemente do posicionamento tomado pela bancada, de aproximação com o governador Ricardo Coutinho, Maranhão defende a manutenção da aliança que o PMDB realizou ano passado juntamente ao PSD, o PSDB e o PP – grupo oposicionista do governador.

CONVOCAÇÃO

O Presidente Estadual do PMDB da Paraíba, Senador José Maranhão, vem por meio deste, convocar vossa excelência, para reunião da executiva estadual do PMDB, para tratar de assuntos do interesse do partido.

A reunião será realizada na próxima sexta-feira, dia 20/01/2017, a partir das 09h30, na sede do PMDB, em João Pessoa.
Caso haja impossibilidade do comparecimento, justificar ao partido.

João Pessoa-PB, 12 de Janeiro de 2017.
SENADOR JOSÉ MARANHÃO
Presidente Estadual do PMDB da Paraíba

Da redação

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Maranhão e Lira enaltecem decisão que manteve Renan na Presidência do Senado

maranhao-liraOs senadores paraibanos,  Jose Maranhão (PMDB) e Raimundo Lira (PMDB), comentaram, nesta quarta-feira (7), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em manter Renan Calheiros (PMDB-AL) na Presidência do Senado.

 Em entrevistas ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Arapuan FM, os  peemedebistas consideraram que o entendimento da maioria dos ministros do STF foi   “melhor para o Brasil”.

Para Maranhão, a manutenção ou não de Renan não influenciaria muito nos projetos da Casa. Mas, segundo o senador, é preciso sempre buscar entendimentos que sejam melhores para o país.

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Já Raimundo Lira disse que foi  correta a decisão tomada pelo STF. Para ele,  um presidente de um Poder não poderia ser destituído do cargo apenas por força de liminar.

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Na segunda-feira (5), o ministro Marco Aurélio havia concedido liminar destituído Renan da Presidência do Senado por ele ser  2ª autoridade na linha sucessória do presidente da República. Renan estaria impedido de assumir ao cargo, caso fosse o caso, por está sendo processado do STF.

Hoje os ministros mantiveram o peemedebista na Mesa da Casa mas sem condição de ocupar a Presidência em  ausência de Michel Temer (PMDB) e do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM).

Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Melo, Dias Toffoli, Teori Zavaski e a presidente da corte, Cármen Lúcia, divergiram de Marco Aurélio e mantiveram Renan no comando do Senado.  Rosa Webber, Edson Fachin, Marco Aurélio opinaram pelo afastamento do alagoano.

Roberto Targino – MaisPB

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Senado vota hoje projeto de Lira que restabelece Vaquejada

liraA Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado vai analisar, nesta terça-feira (22), o projeto de lei 377/2016, de autoria do senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que reconhece a Vaquejada como Manifestação da Cultura Nacional.

O projeto, composto por três artigos, conta com parecer favorável do relator, Senador Otto Alencar (PSD-BA), que elogiou a iniciativa do senador paraibano, ao defender a preservação da Vaquejada como parte da cultura brasileira.

O projeto de Lira atribui como competência do Poder Público proteger e promover a diversidade cultural regional brasileira, além de assegurar o reconhecimento e a valorização da Vaquejada como bem cultural imaterial. O Parágrafo Único considera a Vaquejada como “manifestação cultural com características esportivas”.

Raimundo Lira ressaltou que a Vaquejada se tornou uma tradição, uma prática cultural, o que justifica a sua manutenção. Além do valor cultural, ele argumenta que a Vaquejada e o Rodeio geram cerca de 600 mil empregos no país.

Lira relembrou que o Nordeste atravessa um momento de muito desemprego, em função de seis anos de seca, e do atraso da transposição de águas do Rio São Francisco, e que, por isso, considera oportuno regulamentar a atividade da Vaquejada.

A proposição foi encaminhada, em caráter terminativo, para a CE e é o 12º item da pauta desta terça-feira. Após ser apreciada por esta Comissão, será encaminhada à Câmara dos Deputados, caso não seja apresentado recurso ao plenário.

MaisPB

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Impeachment: com votos de Lira e Cássio, Comissão aprova relatório

DilmaA Comissão Especial do Impeachment aprovou em sessão nesta quinta-feira (4), por 14 favoráveis e 5 contrários, o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) que diz que a presidente afastada Dilma Rousseff cometeu ilegalidades e recomenda que o caso seja levado a julgamento final. O senadores da Paraíba que integram a Comissão, Cássio Cunha Lima (PSDB) e Raimundo Lira (PMDB) votaram pela aprovação do relatório.

“Estamos encerrado essa etapa de trabalho e vamos, até o final do mês, afastar em definitivo a presidente Dilma Rousseff porque ela cometeu graves crimes”, comentou o senador Cássio Cunha Lima.

Com a decisão, se encerraram os trabalhos da Comissão de Impeachment. A sessão durou quase três horas, e 22 senadores discursaram. O parecer do relator Anastasia será agora votado pelo plenário principal do Senado em sessão prevista para a próxima terça-feira (9). Se a maioria simples dos senadores também aprovar o relatório de Anastasia, Dilma será levada a julgamento final, com início previsto para o final deste mês.

Dos 21 integrantes da comissão, 20 tinham direito a voto, porque Raimundo Lira, presidente do colegiado, só votaria em caso de empate. No entanto, foram registrados somente 19 votos porque o senador Wellington Fagundes (PR-MT) não compareceu à votação por motivos pessoais e suplente dele, Eduardo Amorim (PSC-SE), também não estava presente.

Parecer de Anastasia
No relatório apresentado na última terça (2), o senador tucano acolhe partes da denúncia elaborada pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo; e diz que Dilma agiu em “atentado à Constituição” ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais” (atraso de pagamentos da União a bancos públicos que controla para execução de despesas). Na visão do relator, “pedaladas” configuraram empréstimos, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Para Anastasia, a petista também desrespeitou o Legislativo ao editar três decretos de crédito suplementar – que impactaram a meta fiscal – sem autorização do Congresso.

Defesa de Dilma
A defesa de Dilma nega que a petista tenha praticado crime de responsabilidade e afirma que, no relatório, Anastasia não conseguiu se libertar da “paixão partidária”. Por isso, o tucano se sentiu “obrigado” a reproduzir a tese, defendida pelo PSDB, de que Dilma praticou ilegalidades.

Os advogados da petista também dizem que o processo de impeachment tem “motivação política” e foi aberto em um ato de desvio de poder do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e de parlamentares insatisfeitos com o governo da presidente afastada.

MaisPB com G1

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