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Serasa dá dicas para consumidor renegociar dívidas e limpar o nome em feirão

serasaO Super Feirão Limpa Nome da Serasa – que acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, na versão presencial, e se estende até o dia 8 de maio na internet – tem como proposta aproximar consumidor e credor e facilitar a renegociação de dívidas atrasadas, contribuindo para diminuir a inadimplência e reabilitar o crédito do cidadão.

Para obter uma negociação de sucesso, o consumidor precisa fazer as contas e verificar quais são as sobras mensais que podem ser destinadas à renegociação, tirando os valores empenhados em despesas fixas e em dívidas já assumidas ou previstas. “Muitos clientes esquecem que, ao assinar uma renegociação, estão assumindo um novo débito que terá prazos a ser cumprido. O não pagamento gerará mais transtornos, além de uma nova restrição”, diz o superintendente do SerasaConsumidor, Júlio Leandro.

O consumidor deve ouvir a proposta e, se não estiver de acordo, fazer uma contraproposta, considerando as contas feitas previamente. “O importante é que, depois de renegociada, a dívida caiba no bolso do cidadão”, diz Leandro.

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Segue o passo a passo sugerido pelos especialistas do SerasaConsumidor:

1. Não tenha receio de olhar para as dívidas que saíram do controle: quanto você já pagou? Qual o valor devido?

2. No caso do Feirão Limpa Nome em São Paulo, não esqueça de levar seu CPF e um documento de identificação com foto.

3. Tenha clara sua real condição financeira no momento da renegociação: quanto pode ser disponibilizado de seu orçamento para quitar a dívida atrasada? Existe alguma renda extra (venda de algum bem, bonificação salarial etc.) que lhe permita fazer uma proposta à vista?

4. Não assuma uma nova conta, com a qual você não poderá arcar, contando com verba de terceiros, que ainda não está disponível ou com a venda de bens ainda não comercializados.

5. Cumpra os novos prazos de pagamento até o final.

Todas as instituições participantes do Super Feirão Limpa Nome oferecem vantagens exclusivas a seus clientes para a negociação de pendências financeiras.

Nesta edição, o feirão presencial, realizado em São Paulo, oferecerá serviços de cidadania, orientação jurídica e ao cidadão, acesso a vagas de empregos, documentação e outros.

Para isso, estarão presentes no evento: o Centro de Apoio ao Trabalho (CAT), que realizará emissão de carteira de trabalho, inscrição em cursos de capacitação profissional, habilitação ao seguro-desemprego, entre outros; e o Centro de Integração da Cidadania (CIC), que fará a emissão segunda via das certidões de nascimento, casamento e óbito e carteira de trabalho

Ainda no Feirão de São Paulo, o consumidor terá palestras gratuitas: de educação financeira, com dicas e orientações para não se endividar além da capacidade de pagamento, ministradas por voluntários da Serasa, e sobre quando a compra vira doença, ministrada por especialistas do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo.

Feirão Limpa Nome Online
Data: de 28 de abril a 08 de maio
Horário: 24 horas
Para participar, basta entrar no http://www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online e preencher um simples cadastro.

Catraca Livre

Ao limpar arma de fogo, policial sofre disparo na própria perna, em João Pessoa

hospitalUm policial reformado da Polícia Militar, de 51 anos, acabou se envolvendo em um acidente com uma arma de fogo pertencente ao mesmo. Na noite desta segunda-feira (6), ao limpar o equipamento, acabou acionando o gatilho e atingindo a própria perna, de raspão, no bairro do Valentina Figueiredo, Zona Sul de João Pessoa.

O PM foi socorrido para o Hospital Ortotrauma de Mangabeira, também na Zona Sul, onde passava por avaliação e por procedimentos de emergência. O tipo da arma e o calibre não haviam sido divulgados.

Segundo a assessoria de imprensa da instituição, o estado de saúde do policial era considerado regular. Ele estava consciente e orientado e seguiria em observação, sem previsão de alta.

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portalcorreio

Policial militar atira acidentalmente e mata filha de 11 meses ao limpar a arma

policialUm policial militar identificado como Luciano Batista Coelho matou a própria filha, de 11 meses, com um disparo acidental, na manhã desta quarta-feira, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio. Segundo a polícia, o PM estava limpando um revólver calibre 38, que disparou e atingiu a cabeça da menina. A criança, identificada como Eloá, chegou a ser levada para a Unidade de Pronto Atendimento da cidade, mas não resistiu.

Luciano é morador do centro de São Pedro D’Aldeia, mas está lotado na Unidade de Polícia Pacificadora da Fazendinha, no Complexo do Alemão desde o fim de 2013.

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Segundo um amigo e colega de trabalho de Luciano, que prefere não se identificar, o policial entrou em desespero após o acidente e pensou até em se matar.

— Aquela menina era tudo na vida dele. Ele era maluco pela filha. Ele estava tão desesperado que falou em se matar. É um cara gente boa, nunca faria nada de mau para a filha — conta o amigo.

Luciano é professor de educação física e se preparava para fazer o processo seletivo de entrada para o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope).

A Polícia Civil informou que, de acordo com o delegado titular da 125ª DP (São Pedro D’Aldeia), Carlos Abreu, as circunstâncias do homicídio estão sendo investigadas. A perícia foi realizada no local. O PM foi ouvido e sua mulher está sendo aguardada para prestar depoimento.

 

Luciano está lotado na UPP da Fazendinha, no Complexo do Alemão
Luciano está lotado na UPP da Fazendinha, no Complexo do Alemão Foto: Reprodução / Facebook

 

 

Eloá morreu com um tiro na cabeça
Eloá morreu com um tiro na cabeça Foto: Reprodução / Facebook

 

Extra

Serasa faz feirão online para limpar nome de consumidor inadimplente

limpar-nome-sujoA partir da última segunda-feira (7) até 17 de abril, o consumidor inadimplente pode negociar suas pendências financeiras diretamente com os credores pela internet, no Feirão Limpa Nome Online. O serviço, oferecido pela Serasa Experian, é gratuito. Para participar é necessário acessar a página:www.serasaconsumidor.com.br/feirao-limpa-nome-online. O consumidor precisa de cadastrar no site do Serasa Consumidor.Confira o passo a passo:
1. O consumidor precisa de cadastrar no site do Serasa Consumidor.

2. Após o cadastro o consumidor será levado a uma página onde estarão relacionadas todas as empresas do Limpa Nome Online com as quais ele possui alguma dívida pendente e que constam na base de dados da Serasa.

3. A partir daí, o consumidor pode entrar em contato diretamente com as empresas para negociar possíveis descontos na dívida. Em alguns casos, é possível até mesmo que o boleto já esteja disponível, a partir de uma proposta feita pela própria empresa.

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Cerca de 90 empresas participam do Feirão. De acordo com o Serasa, entre as empresas que aderiram ao programa, 36 oferecerão condições especiais e diferenciadas nos descontos e parcelamentos. São elas: Anhanguera Educacional, Autotrac, Banco BMG, Banco Cifra, Banco Itaucard, Banco Mercantil, Banco Pan, Banco Bradesco, Bradesco Cartões, Bradescard, Cartões American Express, Bradesco Financiamentos, Cartão Marisa, Casas Bahia, Cepisa, Cifra Crédito Financiamento, CPFL, Credsystem, Escelsa, Financeira Itau CBD, Hipercard, HSBC, Itaú, Itaú Unibanco Financeira, Itaucred, Losango, Luizacred, Omni Financeira, Pernambucanas, Ponto Frio, Porto Seguro Cartões, Recovery, Santander, Santander Financiamentos, Supermaia e Tim Celular.

Cuidados – Para a assessora do Procon-SP Vera Remedi, é preciso ter cuidado ao fazer uma negociação do tipo. “Tem que analisar com muito critério. As pessoas vão a feirões sem ajuda, sem saber o que está incluído no valor oferecido pela empresa. Não sabem se estão incluídos juros, multas e honorários, por exemplo”, disse. “Além disso, se a pessoa tiver cinco credores, cada um vai tentar tirar o máximo”, acrescentou. Por isso, enfatizou Vera, para participar de feirões, é preciso ter certeza de que a proposta de renegociação é realmente boa.

O Portal tentou testar o serviço durante a tarde desta segunda-feira (7), mas o site apresentou problemas pelo excesso de acessos. Uma mesagem informa que há um alto volume de acessos e pede para o consumidor tentar novamente.

Agência Brasil

Como limpar registros com o CCleaner e melhorar o desempenho do seu PC

vassouraO registro é um componente importante do Windows, mas é muitas vezes ignorado pelos usuários. Isso ocorre por que esta parte do sistema operacional não interfere na vida do usuário comum e raramente é necessário modificar alguma de suas configurações. Mas, devido ao grande número de informações que, com o passar do tempo, se acumulam no banco de dados, pode ser preciso fazer uma limpeza.

Limpar os registros do computador garante que entradas desnecessárias sejam eliminadas, melhorando a performance do sistema. Existem vários programas que podem fazer limpeza no registro do Windows. Neste tutorial, vamos usar o CCleaner para o processo; acompanhe e veja como funciona.

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Passo 1. A partir da tela inicial do CCleaner, clique em “Registro” e, em seguida, em “Procurar Erros”;

Limpando o registro do sistema com o CCleaner (foto: Reprodução/João Kurtz)Limpando o registro do sistema com o CCleaner (foto: Reprodução/João Kurtz)

Passo 2. O processo de busca dos problemas vai começar automaticamente. Quando ele estiver concluído, é possível conferir os erros encontrados pelo programa. Caso não queira mudar uma alteração, basta clicar na caixa e desmarcá-la. Em seguida, clique em “Corrigir erros selecionados”;

Limpando o registro do sistema com o CCleaner (foto: Reprodução/João Kurtz)Limpando o registro do sistema com o CCleaner (foto: Reprodução/João Kurtz)

Passo 3. Uma nova janela vai surgir perguntando se o CCleaner deve fazer um backup das informações que serão modificadas. A janela seguinte traz informações sobre cada erro do registro que será corrigido. É possível visualizar e corrigir cada um deles individualmente ou todos ao mesmo tempo;

Limpando o registro do sistema com o CCleaner (foto: Reprodução/João Kurtz)Limpando o registro do sistema com o CCleaner (foto: Reprodução/João Kurtz)

Passo 4. Após corrigir os erros, basta clicar em “Fechar” para terminar o processo de limpeza.

 

 

techtudo

Fukushima, uma mancha difícil de limpar

O engenheiro industrial aposentado Yastel Yamada tem 73 anos. Este japonês, junto com outros 700 contemporâneos, está ansioso para trabalhar como voluntário na limpeza da central nuclear de Fukushima Daiichi, para livrar os mais jovens dos efeitos da radiação extrema. Essa usina, localizada no nordeste do Japão, foi danificada por um fortíssimo terremoto e posterior tsunami no dia 11 de março de 2011.

Yamada e seu exército de samaritanos da radiação são de alguns dos, cada vez em maior número, grupos da sociedade civil em todo o Japão que adotam medidas para informar o público sobre os perigos da radiação, promovendo uma resposta governamental mais forte ao maior desastre nuclear ocorrido desde a explosão da central ucraniana de Chernobyl, em 1986.

Equipe investigadora da Agência Internacional de Energia Atômica visita a central nuclear de Fukushima Daiichi, em maio de 2011. (IAEA Imagebank)

“Quando desenvolvermos câncer, já estaremos mortos de qualquer forma”, disse Yamada à IPS, após uma viagem aos Estados Unidos para promover os esforços para que sua organização, chamada Corpo de Veteranos Qualificados para Fukushima, tenha acesso ao local, o que até agora é negado. Um dos objetivos de seu grupo é gerar pressão política internacional para forçar o governo japonês a assumir o desastre e dar participação a especialistas mundiais no processo de recuperação da usina que, segundo se estima, levará 20 anos de limpeza e 40 de controles. “Chernobyl foi maior, mas bem menos complicado”, afirmou.

No entanto, até agora a responsabilidade sobre a central continua em mãos da privada Companhia de Eletricidade de Tóquio (Tepco), uma empresa com pouca perícia em matéria de limpeza, alertou Yamada. São cerca de 400 firmas que atualmente realizam tarefas de limpeza em Fukushima Daiichi, acrescentou o engenheiro, explicando que a elaborada e complexa estrutura das subcontratações se interpõe no caminho dos veteranos que querem trabalhar na usina.

Yamada culpou o íntimo vínculo entre as autoridades japonesas e o setor empresarial pela negativa governamental de retirar o processo de limpeza da órbita da Tepco. O êxito ou fracasso dessa limpeza afetará as gerações futuras em todo o planeta. Os laços próximos com a indústria, a vacilante informação sobre segurança, as duvidosas contagens sobre a radiação e as contraditórias atualizações sobre a situação de Fukushima contribuem para aumentar a desconfiança quanto à vontade do governo japonês de proteger seus próprios cidadãos.

Enquanto os médicos continuam ignorando problemas sanitários emergentes e altos pesquisadores se negam a atribuir as anormalidades à radiação, o sistema médico japonês também perdeu a confiança de um setor cada vez mais consciente da população japonesa. Este mês, a prefeitura de Fukushima apresentou as conclusões de sua última pesquisa sobre saúde, segundo as quais 42% dos 47 mil menores examinados têm nódulos ou quistos na glândula tireoide. Este número é muito superior ao 1,6% registrado em outro estudo desse tipo feito em 2001, em Nagasaki.

Contudo, quando foi questionado sobre o vínculo com a exposição à radioatividade, Shinichi Suzuki, pesquisador da Universidade Médica de Fukushima que dirigiu a pesquisa, sugeriu ao canal alemão de televisão ZDF que as conclusões podem ser um reflexo da dieta das crianças japonesas, rica em mariscos. Suzuki mente ao povo japonês”, disse à IPS a pediatra Yurika Hashimoto, que tem 15 anos de experiência. “As pessoas já não acreditam mais”, acrescentou.

A médica não escondeu sua desconfiança com boa parte da informação divulgada pelo governo e pelas altas esferas do sistema médico. Há pouco, para limitar sua própria exposição à radiação, mudou-se de Tóquio para Osaka. Diarreia, hemorragia nasal, infecções na pele e conjuntivite são alguns dos muitos sintomas que viu em seus pacientes, tanto dentro quanto fora da prefeitura de Fukushima, desde o desastre de março de 2011.

Porém, quando os pacientes apresentam estes sintomas a outros médicos, frequentemente são ridicularizados ou ignorados, afirmou Hashimoto. Kazko Kawai, moradora em Shizuoka, que leva cinco horas para chegar a Fukushima, sentiu-se alheia à crise nuclear até que funcionários do governo local decidiram começar a queimar escombros contaminados que haviam inundado sua região, conforme contou à IPS durante uma visita a Nova York.

Kawai entrou em contato com vários médicos internacionais para convidá-los a percorrer cinco cidades, em uma espécie de clínica ambulante e centro de informação para cidadãos comprometidos. “Em toda parte em que íamos, havia os mesmos sintomas”, disse Dörte Siedentopf, médica alemã aposentada que durante 20 anos trabalhou com crianças sobreviventes do desastre de Chernobyl, em uma entrevista filmada com Kawai.

Nessa entrevista, Siedentopf, falando ao lado de seu colega norte-americano Jeffrey Peterson, professor do Departamento de Medicina Familiar da Universidade de Wisconsin, apresentou uma lista de conclusões que coincidem amplamente com as de Hashimoto. Embora seja muito cedo para dizer quais dos sintomas são causados pela radiação nuclear, estes demonstram a necessidade de realizar pesquisas epidemiológicas mais amplas, bem como de maior empatia por parte dos médicos que fornecem atendimento primário, indicou Peterson.

“Não faz nenhum bem às pessoas dizer que não precisam se preocupar. Estas ansiedades e preocupações são muito reais”, ressaltou Peterson, acrescentando que os médicos japoneses têm a oportunidade única de definir verdadeiramente os efeitos da radiação de uma maneira que não era possível depois de Chernobyl, há 26 anos.

Em comunicado divulgado no dia 26, o relator especial das Nações Unidas sobre direito à saúde, Anand Grover, que há pouco regressou de uma missão de 11 dias no Japão, pediu urgência ao governo desse país no sentido de controlar um setor mais amplo da população. Grover, cujo informe independente completo será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em 2013, se reuniu com diferentes atores, entre eles governo, médicos, representantes da sociedade civil e moradores das áreas afetadas.

O relator se mostrou preocupado pelo fato de os residentes implicados não terem influência “nas decisões que os afetam”, e enfatizou que essas pessoas deveriam participar dos processos de tomada de decisões, o que inclui “procedimentos de implantação, controle e responsabilização”.

Por sua vez, os cidadãos céticos continuam se protegendo da melhor maneira possível, no que se tornou a nova normalidade desde março do ano passado. Diante da pergunta sobre como sua vida mudou desde o desastre, Kawai tira do bolso um dispositivo digital na forma de vara. “Mede os raios gama. Agora todos têm um”, explicou, com total naturalidade.

Kim-Jenna Jurriaans, da IPS/Envolverde