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Profissionais ligados à segurança podem sair da reforma, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa terça-feira (9), após participar de um evento, em Brasília, que categorias profissionais ligadas à segurança pública podem ser retiradas da proposta de emenda à Constituição da Previdência, marcada para começar a ser votada ainda nesta terça-feira (9) no plenário da Câmara dos Deputados.

“Pelo que tudo indica, o que chegou ao meu conhecimento é que essas classes voltadas para a segurança pública deverão sair da proposta de emenda à Constituição e compor uma lei complementar, tão logo seja promulgada essa emenda à Constituição”, disse.

A medida poderia atingir policiais federais, rodoviários federais e legislativos, além de agentes penitenciários federais. Pelo texto-base aprovado na comissão especial, na semana passada, essas categorias se aposentarão aos 55 anos de idade, com 30 anos de contribuição e 25 anos de exercício efetivo na carreira, independentemente de distinção de sexo. O tempo de contribuição será progressivo até chegar em 20 anos para mulheres e 25 para homens.

Segmentos como bombeiros e policiais militares já estão fora da reforma da Previdência, já que servidores públicos de estados e municípios foram excluídos da mudança. Eles devem ser incluídos nas mesmas regras da reforma da Previdência das Forças Armadas, que tramita em um projeto paralelo.

O presidente voltou a dizer que todas categorias profissionais estão colaborando com a reforma e negou que haja privilégio aos policiais. “Todo mundo está colaborando, de uma forma ou de outra, com a Previdência. Agora, privilégio, essa classe nunca teve. Então, o ajuste passa por aí”, disse. Ainda segundo o presidente, seria preciso “desfazer possíveis injustiças”.

“Uma ou outra categoria que sente prejudicada, é justo o reclame deles”.

Emendas

Sobre a liberação de emendas parlamentares pelo governo federal, Bolsonaro disse que tudo está sendo feito com base na legislação e negou troca de favores com parlamentares. “Tudo que é liberado está no orçamento, então eu gostaria de liberar tudo que está no orçamento. Então, quando acontece uma situação como essa, é normal, no meu entender. Nada foi inventado, não tem mala, não tem conversa escondidinha em lugar nenhum, é tudo à luz da legislação. É isso que deve estar acontecendo, com toda certeza”, acrescentou.

 

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Agência Brasil

 

 

Estádios têm nomes de políticos ligados à ditadura. Torcedor prefere apelidos poéticos

(Foto: Marcelo Camargo/ABr)
(Foto: Marcelo Camargo/ABr)

O puxa-saquismo está gravado em placas de bronze na porta de entrada de muitos estádios brasileiros.

É que vários deles foram batizados com nomes de políticos, principalmente aqueles ligados à ditadura militar.

O Mineirão, por exemplo, não se chama Mineirão. Seu nome oficial é José de Magalhães Pinto. Você talvez se lembre dele. É aquele senhor com deficiência capilar que fundou o Banco Nacional e a UDN. Aquele que foi um dos artífices do golpe militar e que governou Minas Gerais de¨1961 a 1966, período em que ocorreu o Massacre de Ipatinga, quando a polícia patrimonial da Usiminas atirou contra funcionários que faziam um protesto, matando 8 e ferindo 80. Não lembro que Magalhães Pinto tenha jogado bola.

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O belo Castelão não é chamado desta forma por parecer uma imponente construção medieval, mas porque homenageia Plácido Aderaldo Castelo. Se você acha que Plácido foi governador do Ceará durante o período militar, acertou.

Já o Albertão tem em seu RG o nome “Estádio Governador Alberto Tavares Silva”. Inaugurado no começo da década de 70, ele fica em Teresina. Você acha que Alberto Tavares da Silva foi governador justamente na época em que o estádio foi construído? É incrível, mas você acertou!

O Morenão, em Campo Grande, também possui um nome que tem mais a ver com as páginas de política do que com as de esporte. Ele foi batizado como Pedro Pedrossian, governador do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul durante a ditadura. Pedrossian sempre jogou pela direita, passando por partidos como PSD, ARENA e PDS. Depois trocou de camisa partidária várias vezes e hoje está no pequeno PMN.

E vamos parar por aqui. Nem vou citar as arenas com menos de 45 mil lugares, onde há, por exemplo, o glorioso estádio Presidente Emílio Garrastazu Médici, em Itabaiana.

Barbosa x Formiga
O pior é que, ainda hoje, mais de vinte anos depois do fim da ditadura, há quem queira homenagear políticos daquela época. Tanto que o Santos pode batizar seu CT com o nome de Paulo Gomes Barbosa.

Ele foi o último prefeito nomeado pelo governo militar na cidade e protagonizou casos curiosos, como a descoberta de uma fiação que saía da sala dos vereadores e terminava num alto-falante dentro do seu gabinete. Ou a estranha generosidade de, ao sair do governo, dar um aumento de 100% para o funcionalismo, prejudicando a gestão seguinte, eleita pelo voto popular.

Paulo Barbosa também é pai do atual prefeito de Santos, o que explica a proposta e explicita o puxa-saquismo.

Porém, felizmente há outra proposta para o nome do CT: Chico Formiga. Seria muito mais justo. Formiga foi um memorável jogador do clube e, como técnico, comandou a primeira geração dos “Meninos da Vila”, no fim dos anos 70.

De qualquer forma, acredito que os políticos nunca têm a vitória final neste duelo pelo nome dos estádios.

Os torcedores, sabiamente, não chamam seus templos ludopédicos de Magalhães Pinto, de José do Rego, de Tavares Silva, de Plácido Aderaldo ou de Paulo Barbosa. Eles desprezam estas capachices e usam apelidos como Mineirão, Engenhão, Castelão e Parque do Sabiá.

Por mais que os lambe-botas se esforcem, o torcedor não homenageia quem não merece.

 

cartamaior

Grupos ligados a ‘Mensagem ao Partido’ divulgam nota aos petistas da Paraíba

Mensagem ao Partido....A coordenação estadual da ‘Mensagem ao Partido’ publicou nota, direcionada aos filiados do PT na Paraíba, informando que continuam os debates visando “uma nova construção política que reencante sua militância e a sociedade”.

O texto deixa claro que nomes como o de Luiz Couto (deputado federal), Pollyanna Dutra (prefeita de Pombal), Marenilson Batista (secretário de Agricultura do Estado) e de Basílio Carneiro (radialista) aparecem cotados para representar a Mensagem na disputa pela presidência do partido na Paraíba, no Processo de Eleições Diretas (PED) deste ano.

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Confira a nota na íntegra:

NOTA DA MENSAGEM AO PARTIDO DOS TRABALHADORES NA PARAÍBA

O Partido dos Trabalhadores passará pelo processo de eleições diretas, o PED, no segundo semestre de 2013, e desde o início do ano tem debatido internamente teses para a construção dos rumos do partido, como a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e as reformas que o Brasil precisa. Na Paraíba isso não tem sido diferente – o agrupamento do Deputado Federal Luiz Couto, a Democracia Socialista (DS) e o Movimento Ação e Identidade Socialista (MAIS PT), forças políticas que formam a Mensagem ao Partido, debatem uma nova construção política que reencante sua militância e a sociedade.

O pontapé inicial foi dado com a presença do ex-secretário nacional do PT, Elói Pietá, em encontros ocorridos em João Pessoa e Campina Grande em meados de abril, quando foi ratificado o apoio à candidatura do deputado Paulo Teixeira à presidência nacional do PT. Sob um discurso que demandava uma nova mentalidade política, a Mensagem começa a amadurecer o debate em torno de nomes para a disputa.

Dentro das expectativas do coletivo, nomes como o do próprio Luiz Couto, da prefeita de Pombal Pollyanna Dutra; do radialista Basílio Carneiro; e do secretário de Estado da agricultura Marenilson Batista são alçados à disputa estadual. Em nível municipal, nomes como o do professor e sindicalista Edmilson Cantalice, da chefe de gabinete da SEDAP e historiadora Cida Henriques na disputa em João Pessoa; do jornalista Vladimir Chaves e da assistente social Maria do Rosário Cardoso em Campina Grande têm circulado como possíveis candidaturas dentro da Mensagem ao Partido.

Entendendo as eleições internas como um expoente da democracia defendida pelo PT, a Mensagem dispõe candidaturas às direções partidárias estimulando e fortalecendo o debate, abrindo horizontes a outros setores do PT que queiram construir e acreditam no diálogo, e não numa falsa unanimidade.

Coord. Estadual da Mensagem ao Partido dos Trabalhadores na PB.

Cresce o número de evangélicos ligados a mais de uma igreja

O crescimento do número de evangélicos no país foi acompanhado pela expansão dos fiéis que transitam por mais de uma igreja ou que não têm vínculos com nenhuma instituição.

O fenômeno, observado por pesquisadores da área, foi detectado também pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulgou em junho dados do Censo 2010 sobre a religiosidade dos brasileiros.

A pesquisa mostrou que, ao serem questionadas sobre sua religião ou culto, 9,2 milhões de pessoas (4,8% da população) responderam simplesmente ser evangélicas, sem citar nenhuma igreja específica. Em 2000, foram pouco mais de um milhão.

Como os recenseadores não fazem perguntas adicionais, não é possível saber se de fato todo esse contingente frequenta mais de uma igreja, se frequenta só uma ou não frequenta nenhuma.

“A oferta de igrejas aumentou muito, e elas já não exigem aquela adesão irrestrita do passado”, diz Edin Sued Abumanssur, do Departamento de Ciências da Religião da PUC-SP.

O demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, aponta ainda que, atualmente, parte dos evangélicos já não frequenta nenhuma igreja.

“Assim como há os católicos não praticantes, hoje existem os evangélicos não praticantes”, compara.

Para explicar o fenômeno, há várias hipóteses: desde a decepção dos fieis com a igreja que frequentavam até os custos elevados da vida religiosa, passando pelo aumento do individualismo e pela busca por mais autonomia.

Ao mesmo tempo, tem se tornado mais comum a tentativa de evangélicos de ocupar o espaço público. “É algo relativamente recente, porque eles sempre foram minoria. Agora que estão tendo mais expressão, querem obter mais visibilidade”, diz Abumanssur.

Folha.com

Ricardo manda demitir todos os prestadores de serviços ligados a Bira no Hospital Arlinda Marques

Um prestador de serviços do Hospital Arlinda Marques, em João Pessoa, identificado por Luciano (foto), informou que trabalhava a dois anos naquela casa de saúde e que ao chegar na segunda-feira, 11, para trabalhar foi informado do seu desligamento.
Luciano disse ainda que mais 21 funcionários ligados e indicados pelo vereador pessoense Bira, foram demitidos sem justa causa.
Tentamos entrar em contato com o vereador Bira, mas, o celular do mesmo estava desligado.

Bruno de Lima, do Paraíba Urgente
Focando a Notícia