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Levantamento aponta que 67 candidatos na Paraíba, com patrimônios de R$ 300 mil a R$ 33 milhões, receberam auxílio emergencial

Na Paraíba, 67 candidatos que concorrem aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador, com patrimônio acima de R$ 300 mil, receberam auxílio emergencial. O benefício foi destinado a pessoas que perderam empregos por conta da pandemia do novo coronavírus. No entanto, os órgãos fiscalizadores identificaram pessoas detentores de soma de bens que chega a R$ 33 milhões. No Estado paraibano há mais de 12 mil registros de candidaturas.

Os números, obtidos pelos ClickPB, são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que fez um cruzamento de dados com o do Ministério da Cidadania, órgão responsável por disponibilizar o auxílio emergencial. O TSE identificou que há candidatos com uma soma de bens que chega a R$ 33 milhões como um candidato a vereador da cidade de Cabedelo, que recebeu, conforme os dados, uma parcela do benefício, de R$ 600.

Confira lista completa do Tribunal de Contas da União

Além disso, identificou pessoas com patrimônios variantes, sendo o menor R$ 300 mil – margem selecionada pelo órgão para encontrar os beneficiários do auxílio. Alguns chegaram a receber três parcelas, totalizando, R$ 1.800,00. Os candidatos residem em municípios do Litoral ao Sertão paraibano. Do total que recebeu o benefício, sete pessoas disputam a uma vaga de prefeito, cinco pessoas a vice-prefeito e os demais a vereador. O TSE não repassou informações se os nomes citados devolveram o valor recebido.

Confira os nomes na Paraíba

 

clickpb

 

 

PB registra os menores preços do Nordeste para gasolina, diesel e etanol, aponta levantamento

A Paraíba tem a menor média de preço de diesel, etanol e gasolina da região Nordeste em setembro, aponta levantamento do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL). Em comparação ao mês de agosto, preços aumentaram.

De acordo com o levantamento, a gasolina ficou com a média de R$ 4,347 nos postos paraibanos, registrando um crescimento de 1,7% com relação a agosto. Já Alagoas teve a maior média para a gasolina, encontrada por R$ 4,704.

Já o etanol, teve média de preço de R$ 3,228 e um aumento de 2,5% na comparação com o mês anterior. No Rio Grande do Norte, o preço médio para o combustível foi de R$ 3,803, o maior da região.

Na comparação entre gasolina e o etanol, a gasolina segue sendo a mais vantajosa para o bolso do consumidor no estado, segundo a pesquisa.

O diesel teve média de R$ 3,550 em setembro, apresentando aumento de 3,6% frente a agosto. A maior média foi registrada em Sergipe, onde é o preço é de R$ 3,791.

G1

 

PB tem 3ª alta no preço médio da gasolina após quedas durante a pandemia, diz levantamento

A Paraíba registrou a terceira alta seguida no preço médio da gasolina após passar por uma sequência de quedas durante a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Os dados são de um levantamento feito a partir do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL), divulgado nesta quarta-feira (19).

De acordo com a pesquisa, o valor cobrado pelo combustível que em maio chegou a R$ 3,76, passou para R$ 4,23, nos primeiros 15 dias de agosto. A alta no preço nesse período foi de 12,5%.

Conforme o levantamento, a Paraíba é o estado do Nordeste com o melhor preço por litro da gasolina. Já no Piauí, que registrou o valor mais alto, o combustível é comercializado a R$ 4,67.

Entre as regiões, o Nordeste apresentou os maiores preços médios do Brasil, após um aumento de 1,75% em relação ao período anterior, com o litro comercializado nas bombas por R$ 4,47.

O etanol seguiu a mesma tendência de melhor custo por litro vendido, em média, a R$ 3,14. O Rio Grande do Norte registrou o pior preço para o produto, comercializado a R$ 3,79.

A Paraíba também foi o estado da região com os melhores preços para a compra do Diesel, vendido a R$ 3,37. Alagoas foi o estado com o maior preço para o produto, comercializado por R$ 3,65.

G1

 

Região Nordeste inicia março com queda de 2% no preço do etanol, aponta levantamento da Ticket Log

Análises mostram uma curva decrescente no preço dos combustíveis, com queda de 0,6 % no valor médio da gasolina e de 1,7% com relação ao etanol.
O levantamento mais recente do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), continua apontando queda no preço dos combustíveis nos postos da Região Nordeste. Na primeira semana de março, a gasolina recuou 0,6%, passando de R$ 4,680, registrado em fevereiro, para R$ 4,650; é a segunda média mais baixa do Brasil para o combustível. O valor do etanol também recuou 1,7%, com o litro a R$ 3,629, ante os R$ 3,691 do mês passado.

“Nas primeiras análises para o mês, percebemos que o etanol manteve o comportamento de baixa dos últimos seis meses. Ainda assim, entre 2 e 8 de março, o combustível alcança média 21% superior, quando comparada à média nacional para o mesmo período, que foi de R$ 3,001. Ainda é difícil prever se essa baixa vai permanecer em razão da atual instabilidade no mercado financeiro, como a queda do preço do petróleo”, comenta o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Neste início de março, a Paraíba lidera com os menores preços para a gasolina e etanol, em todo o Nordeste, comercializados a R$ 4,414 e R$ 3,238, respectivamente. Já os postos do Maranhão apresentam o maior valor médio do litro do etanol, R$ 4,001, enquanto o Piauí o valor mais caro para a gasolina, com o litro a R$ 4,813.

O IPTL também revela o comportamento do preço dos combustíveis em fevereiro. No mês passado, a região apresentou leve alta de 0,3% para o etanol, que foi de R$ 3,680, registrado em janeiro, para R$ 3,691. Com relação à gasolina, o cenário foi de recuo. O combustível fechou fevereiro com baixa de 1,14%, em relação ao mês de janeiro.

No recorte por Estado, em Alagoas o etanol apresentou recuo de 0,13% no comparativo com os preços praticados em janeiro deste ano. O combustível passou de R$ 3,826 para R$ 3,821. A gasolina também ficou mais em conta nas bombas, baixa de 0,54%.

Depois de começar o ano com alta nos preços, a Bahia teve um alívio no valor dos combustíveis. Com redução de 2%, o etanol passou a custar R$ 3,580, ante os R$ 3,656 de janeiro. A gasolina baixou 1,9%, com o litro vendido à média de R$ 4,649. Nos primeiros 30 dias de 2020, o valor médio era de R$ 4,739.

No Ceará, o custo do etanol para o consumidor teve um pequeno acréscimo de 0,13%, com o litro a R$ 3,824. No caso da gasolina, o preço médio do litro registrado nas bombas foi de R$4,726, queda de 0,46%, no comparativo com janeiro.

Pelo segundo mês consecutivo, o Maranhão liderou com o litro do etanol mais caro no Nordeste, com o valor médio de R$ 3,969, alta de 0,35% no comparativo com janeiro. Já a gasolina recuou 1,5%, comercializada a R$ 4,653. Na Paraíba foram registrados os menores preços para a gasolina e o etanol de toda a região, comercializados a R$ 4,443 e R$ 3,238, respectivamente.

Em Pernambuco, o destaque foi para o recuo de 0,8% da gasolina e a alta de 2,16%, para o etanol. O preço por litro praticados nas bombas baixou de R$ 4,606 para R$ 4,570 no caso da gasolina, e aumentaram de R$ 3,511 para R$ 3,587, no caso do etanol. No Piauí foi registrada a média mais alta da gasolina, comercializada a R$ 4,828. Apesar de contar com o valor mais alto da Região, o estado apresenta sinais de queda, com uma redução em 0,8% no comparativo com o valor comercializado em janeiro, que era de R$ 4,868. Com relação ao etanol, os preços passaram de R$ 3,716 para R$ 3,722, em fevereiro e apresentam alta de 0,16%.

No Rio Grande do Norte foi registrado maior recuo no valor médio da gasolina e do etanol de todo o território nacional, baixa de 2,62% e 2,08%, respectivamente. Na contramão, os postos de Sergipe se destacaram pela curva crescente de 3,28% no preço médio do etanol, com o litro vendido a R$ 3,714. A maior alta registrada em fevereiro para o combustível no Brasil.

No contexto nacional, o cenário foi de baixa para a gasolina e o etanol em fevereiro, sendo o último com o avanço mais expressivo de 0,81%. Depois de fechar o mês passado com o preço médio de R$ 3,757, o etanol sinaliza para um contexto de baixa na primeira semana de março, comercializado à média de R$ 3,001. Com a gasolina não é diferente, em fevereiro com o litro vendido a R$ 4,693, o combustível já apresenta o preço médio de R$ 4,668 na média de todo o território nacional.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Sobre a Ticket Log

A Ticket Log integra a divisão de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, juntamente com Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas, com o propósito de valorizar o tempo das pessoas para que possam aproveitar mais e melhor a vida. A marca, que atua no mercado urbano, conecta pessoas e empresas a uma mobilidade inteligente por meio de soluções inovadoras que otimizam processos e apoiam no controle da gestão de deslocamento para organizações de todos os tipos e tamanhos.

Com mais de 25 anos de experiência, a Ticket Log conta com 30 mil empresas-clientes, administra, por ano, 1 milhão de veículos em sua base de clientes e quase 2,5 bilhões de litros de combustível, com uma rede de mais de 36 mil comerciantes credenciados. Entre os produtos disponíveis, estão: Ticket Car com a funcionalidade Log&Go, que permite o pagamento de diferentes meios de transporte e serviços veículos, como lavagens ecológicas de automóveis (App Easy Carros), caronas compartilhadas (App Zumpy), serviços de assistência 24h (App Fácil Assist) e recarga do bilhete único (Onboard Mobility); Ticket Fleet e Gestão de Manutenção.

A marca é uma das Maiores e Melhores do Transporte na categoria “Automação e Informática”, no prêmio promovido pela OTM Editora e foi reconhecida como uma das “As 500 Maiores do Sul”, ranking promovido pela revista Amanhã. Também foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar na região Sul pela consultoria global Great Place to Work ® Institute (GPTW).

 

Levantamento mostra que Sertão da Paraíba tem dezesseis açudes sangrando e dois em situação crítica

De acordo com o monitoramento diário da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), a Paraíba tem 28 açudes sangrando em todo estado, enquanto que 13 estão em situação crítica.

Do número total de mananciais que atingiram capacidade máxima, 16 deles ficam em diversas regiões sertanejas. Enquanto os que enfrentam situação crítica, apenas 02 açudes ficam localizados no sertão, e são:  Açude Sabonete com 1.952.540 m³ na cidade de Teixeira e São Mamede  com 15.791.280 m³, ambos na região de Patos.

Segundo a AESA, foram registrados aportes em vários mananciais, aos quais são destacados pela importância estratégica (capacidade de armazenamento e/ou cidades abastecidas), os açudes: Farinha, Pilões, São Gonçalo, São José I, entre outros.

Os pontos azuis da imagem acima indicam os mananciais que estão sangrando na Paraíba, segundo a AESA

Diário do Sertão

 

 

Ataques a agências bancárias da Paraíba têm queda brusca em 2019, aponta levantamento

Os ataques a banco estão em declínio na Paraíba. É isso, ao menos, o que atesta o “Mapa da Violência” do Sindicato dos Bancários do Estado da Paraíba, que desde 2011 monitora todos os registros desse tipo de crime em território paraibano. Em 2019, pois, foram apenas 22 assaltos do tipo, o menor índice desde que o levantamento começou a ser realizado.

A diminuição é tão evidente que os números de 2019 são três vezes menores do que os registrados em 2018, que detinha até então a menor marca. A propósito, o gráfico mostra bem esse declínio. Em 2011, quando o mapa foi realizado pela primeira vez, foram 72 ocorrências em um ano. E esses números, com algumas oscilações, foram crescendo até chegar ao ápice em 2015, quando 132 registros do tipo foram feitos na Paraíba.

De lá para cá, no entanto, os números começaram a cair: 105 em 2016, 81 em 2017, 66 em 2018 e 22 em 2019.

Tipos de crimes

Em 2019, dos 22 registros, 11 deles foram explosões de caixas eletrônicos, o tipo de crime contra bancos que historicamente é o mais comum de todos. Foram registrados ainda dois assaltos, cinco arrombamentos, três tentativas de assalto e uma saidinha de banco.

Em todas as modalidades, 2019 foi o ano mais tranquilo, de acordo com o Mapa da Violência do Sindicato dos Bancários.

Em sentido contrário, as explosões e as saidinhas tiveram seus ápices em 2015, com 76 e 14 ocorrências respectivamente. Já os assaltos, os arrombamentos e as tentativas de assaltos tiveram seus ápices em 2013, com 17, 35 e 18 ocorrências respectivamente.

Os dois lados da moeda

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Lindonjhonson Almeida, explica que duas perspectivas precisam ser analisadas diante desde Mapa da Violência, sendo uma positiva e outra negativa.

Por um lado, ele admite a eficiência das forças policiais nos últimos tempos, que conseguiram desbaratar algumas das principais quadrilhas de assaltos a bancos que atuam na Paraíba. “A segurança pública está mais eficiente. As polícias estão mais bem preparadas para lidar com esse tipo de situação. Isso é uma realidade”, explica Lindonjhonson.

Ele explica também que o dispositivo de colocar tintas nas notas, que se soltam quando acontece alguma explosão, colaborou para diminuir os assaltos, visto que esse tipo de crime deixou de ser tão eficiente e tão rentável.

Por outro lado, contudo, ele critica fechamentos sistemáticos de agências bancárias pelo interior da Paraíba, o que seria extremamente prejudicial à população de alguns municípios.

De acordo com o presidente do Sindicato, alguns bancos têm uma política de retirar o dinheiro de agências que são assaltadas mais de uma vez, deixando-as apenas com serviços burocráticos ou com atendimentos que não envolvam dinheiro em papel. Em casos mais extremos, continua ele, as agências chegam a ser fechadas em definitivo.

“As agências do interior são as mais sofridas. E, quando elas são fechadas ou deixam de funcionar com numerários, isso prejudica os aposentados, ou quem recebe auxílios sociais dos governos estadual e federal. Muitas vezes, essas pessoas precisam se deslocar para outra cidade para sacar o seu dinheiro”, reclama.

Segundo o sindicalista, isso é extremamente maléfico. “Ao invés desses bancos aumentarem a segurança, eles fecham a agência, retiram o dinheiro. Sob esse ponto de vista, os motivos que levaram à diminuição tão grande nos assaltos não é necessariamente positivo, porque não resolve o problema”, pontua por fim.

G1

 

Levantamento aponta que de 2016 a 2017 a PB registrou 259 pessoas desaparecidas

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em pesquisa para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, revelaram ontem (29), que cerca de oito pessoas desaparecem a cada hora no Brasil.

No estado da Paraíba foram registrados em 2016 e 2017 o número absoluto de 259 desaparecidos, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018. Visando garantir melhor eficácia na busca e localização de pessoas desaparecidas, o Estado adotou o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (Plid) do Ministério Público da Paraíba (MPPB).

O Plid funciona por intermédio de um programa informatizado com abrangência nacional (Sinalid – Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos), com o objetivo de localizar e identificar pessoas desaparecidas, sejam elas vítimas de crimes ou não.

 

pbagora

 

 

Levantamento revela que nos últimos 20 anos 3.144 jovens foram mortos com ferimento por arma de fogo, na Paraíba

Levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que analisou dados de 1997 a 2016, apontando mais de 145 mil mortes do tipo, no Brasil, mostrou que nos últimos 20 anos 3.144 crianças ou adolescentes foram mortos com ferimento por arma de fogo, na Paraíba.

As regiões Sudeste e Nordeste registraram dois terços do total de mortes no País. Entre os estados nordestinos, a Paraíba ocupa a sexta colocação no total de mortes. O estudo trata de ferimentos por arma de foto acidentais e intencionais, com vítimas de zero a 19 anos de idade.

A posição atual da PB nesse ano, foi a 17ª colocado, com 227 casos. Um dos últimos casos registrados na Paraíba, em 2016, aconteceu no dia 15 de dezembro, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, vitimando um adolescente de 13 anos. De acordo com a polícia, o garoto estaria envolvido com o tráfico de droga na região, onde existem muitas bocas de fumo e o crime foi motivado por vingança de rivais.

O levantamento da SBP levou em consideração os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

 

 

pbagora

 

 

Paraibana Mayara Rocha ganha Medalha de Bronze no Campeonato Brasileiro de Levantamento de Peso

A atleta paraibana Mayara Rocha, da Seleção Brasileira de Levantamento de Peso, ficou em terceiro lugar geral no Campeonato Brasileiro de Levantamento de Peso, realizado esta semana em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Com a colocação, Mayara garantiu a Medalha de Bronze para a Paraíba, conquista que ela comemorou exaustivamente.

Mayara ficou em 1º lugar no Clean and Jerk (também conhecido como ‘Arremesso’, quando o atleta eleva a barra apoiando-a nos ombros para, em seguida, erguê-la acima da cabeça); e em 3º lugar no Snatch (também chamado de ‘Arranco’, quando o atleta eleva a barra diretamente acima da cabeça). E, no geral, Mayara garantiu o 3º lugar e a Medalha de Bronze.

Nas redes sociais, a atleta comemorou a conquista. “Estou muito feliz e orgulhosa do trabalho duro. Ainda mais animada para treinar e me dedicar cada vez mais. Agradeço a Deus por Ele ter colocado pessoas tão incríveis na minha vida. Valeu pela torcida, galera!”, afirmou Mayara, referindo-se aos parceiros, colaboradores, treinadores e aos que torceram pela conquista.

Mayara continua a sua preparação para garantir o índice necessário para a participação nos Jogos Panamericanos do ano que vem, que serão realizados em Lima, no Peru. Ela disse estar feliz pela conquista da Medalha de Bronze, mas que vai concentrar seus esforços para as próximas competições. “Estou feliz, mas nunca satisfeita. Eu quero e posso mais”, disse.

Ass.Com Comunicação & Marketing

Levantamento revela que 6 em cada 10 senadores respondem acusações criminais; confira paraibano citado

Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco, que chega à sua 26ª edição, mostra que pelo menos seis em cada dez senadores são alvo de inquéritos, ações penais o recursos de condenação em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dentro desse universo, conta um paraibano o atual vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB) que reponde inquérito ao inquérito 4386 no STF, baseado na delação da Odebrecht na Lava Jato.
Ao todo, são pelo menos 48 os senadores com procedimentos abertos no STF, dos quais 34 estão sob investigação na Operação Lava Jato. Trata-se de um recorde, de acordo com o acompanhamento que este site faz desde março de 2004. Nunca foi tão grande o número de senadores formalmente colocados sob suspeita de terem praticado crimes. No último levantamento realizado, em abril deste ano, eram 42 os senadores investigados, o que já era um recorde na ocasião.
PARAÍBA
Cássio Cunha Lima (PSDB)
O primeiro-vice-presidente do Senado responde ao inquérito 4386, baseado na delação da Odebrecht na Lava Jato. É suspeito de receber R$ 800 mil em vantagens indevidas em troca da promessa de favorecer a empreiteira. Também é alvo do inquérito 3404, por crimes contra a ordem tributária e formação de quadrilha, instaurado a partir de informações do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), que apontaram movimentações financeiras atípicas, de cerca de R$ 1,5 milhão, entre agosto de 2006 e março de 2009. À época, ele era governador da Paraíba. Veja abaixo suas explicações.
“Recebi uma doação da Braskem, que é do grupo Odebrecht, na campanha de 2014. Essa doação foi devidamente declarada na minha prestação de contas. Trata-se de inquérito e não de ação. Ninguém está imune a investigações, sobretudo os que exercem funções públicas. O inquérito é o ambiente próprio para que tudo seja esclarecido.”
Confira a relação completa no link:
https://goo.gl/pTNwGp

 

PB Agora 

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