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Região Nordeste inicia março com queda de 2% no preço do etanol, aponta levantamento da Ticket Log

Análises mostram uma curva decrescente no preço dos combustíveis, com queda de 0,6 % no valor médio da gasolina e de 1,7% com relação ao etanol.
O levantamento mais recente do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), continua apontando queda no preço dos combustíveis nos postos da Região Nordeste. Na primeira semana de março, a gasolina recuou 0,6%, passando de R$ 4,680, registrado em fevereiro, para R$ 4,650; é a segunda média mais baixa do Brasil para o combustível. O valor do etanol também recuou 1,7%, com o litro a R$ 3,629, ante os R$ 3,691 do mês passado.

“Nas primeiras análises para o mês, percebemos que o etanol manteve o comportamento de baixa dos últimos seis meses. Ainda assim, entre 2 e 8 de março, o combustível alcança média 21% superior, quando comparada à média nacional para o mesmo período, que foi de R$ 3,001. Ainda é difícil prever se essa baixa vai permanecer em razão da atual instabilidade no mercado financeiro, como a queda do preço do petróleo”, comenta o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Neste início de março, a Paraíba lidera com os menores preços para a gasolina e etanol, em todo o Nordeste, comercializados a R$ 4,414 e R$ 3,238, respectivamente. Já os postos do Maranhão apresentam o maior valor médio do litro do etanol, R$ 4,001, enquanto o Piauí o valor mais caro para a gasolina, com o litro a R$ 4,813.

O IPTL também revela o comportamento do preço dos combustíveis em fevereiro. No mês passado, a região apresentou leve alta de 0,3% para o etanol, que foi de R$ 3,680, registrado em janeiro, para R$ 3,691. Com relação à gasolina, o cenário foi de recuo. O combustível fechou fevereiro com baixa de 1,14%, em relação ao mês de janeiro.

No recorte por Estado, em Alagoas o etanol apresentou recuo de 0,13% no comparativo com os preços praticados em janeiro deste ano. O combustível passou de R$ 3,826 para R$ 3,821. A gasolina também ficou mais em conta nas bombas, baixa de 0,54%.

Depois de começar o ano com alta nos preços, a Bahia teve um alívio no valor dos combustíveis. Com redução de 2%, o etanol passou a custar R$ 3,580, ante os R$ 3,656 de janeiro. A gasolina baixou 1,9%, com o litro vendido à média de R$ 4,649. Nos primeiros 30 dias de 2020, o valor médio era de R$ 4,739.

No Ceará, o custo do etanol para o consumidor teve um pequeno acréscimo de 0,13%, com o litro a R$ 3,824. No caso da gasolina, o preço médio do litro registrado nas bombas foi de R$4,726, queda de 0,46%, no comparativo com janeiro.

Pelo segundo mês consecutivo, o Maranhão liderou com o litro do etanol mais caro no Nordeste, com o valor médio de R$ 3,969, alta de 0,35% no comparativo com janeiro. Já a gasolina recuou 1,5%, comercializada a R$ 4,653. Na Paraíba foram registrados os menores preços para a gasolina e o etanol de toda a região, comercializados a R$ 4,443 e R$ 3,238, respectivamente.

Em Pernambuco, o destaque foi para o recuo de 0,8% da gasolina e a alta de 2,16%, para o etanol. O preço por litro praticados nas bombas baixou de R$ 4,606 para R$ 4,570 no caso da gasolina, e aumentaram de R$ 3,511 para R$ 3,587, no caso do etanol. No Piauí foi registrada a média mais alta da gasolina, comercializada a R$ 4,828. Apesar de contar com o valor mais alto da Região, o estado apresenta sinais de queda, com uma redução em 0,8% no comparativo com o valor comercializado em janeiro, que era de R$ 4,868. Com relação ao etanol, os preços passaram de R$ 3,716 para R$ 3,722, em fevereiro e apresentam alta de 0,16%.

No Rio Grande do Norte foi registrado maior recuo no valor médio da gasolina e do etanol de todo o território nacional, baixa de 2,62% e 2,08%, respectivamente. Na contramão, os postos de Sergipe se destacaram pela curva crescente de 3,28% no preço médio do etanol, com o litro vendido a R$ 3,714. A maior alta registrada em fevereiro para o combustível no Brasil.

No contexto nacional, o cenário foi de baixa para a gasolina e o etanol em fevereiro, sendo o último com o avanço mais expressivo de 0,81%. Depois de fechar o mês passado com o preço médio de R$ 3,757, o etanol sinaliza para um contexto de baixa na primeira semana de março, comercializado à média de R$ 3,001. Com a gasolina não é diferente, em fevereiro com o litro vendido a R$ 4,693, o combustível já apresenta o preço médio de R$ 4,668 na média de todo o território nacional.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Sobre a Ticket Log

A Ticket Log integra a divisão de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, juntamente com Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas, com o propósito de valorizar o tempo das pessoas para que possam aproveitar mais e melhor a vida. A marca, que atua no mercado urbano, conecta pessoas e empresas a uma mobilidade inteligente por meio de soluções inovadoras que otimizam processos e apoiam no controle da gestão de deslocamento para organizações de todos os tipos e tamanhos.

Com mais de 25 anos de experiência, a Ticket Log conta com 30 mil empresas-clientes, administra, por ano, 1 milhão de veículos em sua base de clientes e quase 2,5 bilhões de litros de combustível, com uma rede de mais de 36 mil comerciantes credenciados. Entre os produtos disponíveis, estão: Ticket Car com a funcionalidade Log&Go, que permite o pagamento de diferentes meios de transporte e serviços veículos, como lavagens ecológicas de automóveis (App Easy Carros), caronas compartilhadas (App Zumpy), serviços de assistência 24h (App Fácil Assist) e recarga do bilhete único (Onboard Mobility); Ticket Fleet e Gestão de Manutenção.

A marca é uma das Maiores e Melhores do Transporte na categoria “Automação e Informática”, no prêmio promovido pela OTM Editora e foi reconhecida como uma das “As 500 Maiores do Sul”, ranking promovido pela revista Amanhã. Também foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar na região Sul pela consultoria global Great Place to Work ® Institute (GPTW).

 

Levantamento mostra que Sertão da Paraíba tem dezesseis açudes sangrando e dois em situação crítica

De acordo com o monitoramento diário da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), a Paraíba tem 28 açudes sangrando em todo estado, enquanto que 13 estão em situação crítica.

Do número total de mananciais que atingiram capacidade máxima, 16 deles ficam em diversas regiões sertanejas. Enquanto os que enfrentam situação crítica, apenas 02 açudes ficam localizados no sertão, e são:  Açude Sabonete com 1.952.540 m³ na cidade de Teixeira e São Mamede  com 15.791.280 m³, ambos na região de Patos.

Segundo a AESA, foram registrados aportes em vários mananciais, aos quais são destacados pela importância estratégica (capacidade de armazenamento e/ou cidades abastecidas), os açudes: Farinha, Pilões, São Gonçalo, São José I, entre outros.

Os pontos azuis da imagem acima indicam os mananciais que estão sangrando na Paraíba, segundo a AESA

Diário do Sertão

 

 

Ataques a agências bancárias da Paraíba têm queda brusca em 2019, aponta levantamento

Os ataques a banco estão em declínio na Paraíba. É isso, ao menos, o que atesta o “Mapa da Violência” do Sindicato dos Bancários do Estado da Paraíba, que desde 2011 monitora todos os registros desse tipo de crime em território paraibano. Em 2019, pois, foram apenas 22 assaltos do tipo, o menor índice desde que o levantamento começou a ser realizado.

A diminuição é tão evidente que os números de 2019 são três vezes menores do que os registrados em 2018, que detinha até então a menor marca. A propósito, o gráfico mostra bem esse declínio. Em 2011, quando o mapa foi realizado pela primeira vez, foram 72 ocorrências em um ano. E esses números, com algumas oscilações, foram crescendo até chegar ao ápice em 2015, quando 132 registros do tipo foram feitos na Paraíba.

De lá para cá, no entanto, os números começaram a cair: 105 em 2016, 81 em 2017, 66 em 2018 e 22 em 2019.

Tipos de crimes

Em 2019, dos 22 registros, 11 deles foram explosões de caixas eletrônicos, o tipo de crime contra bancos que historicamente é o mais comum de todos. Foram registrados ainda dois assaltos, cinco arrombamentos, três tentativas de assalto e uma saidinha de banco.

Em todas as modalidades, 2019 foi o ano mais tranquilo, de acordo com o Mapa da Violência do Sindicato dos Bancários.

Em sentido contrário, as explosões e as saidinhas tiveram seus ápices em 2015, com 76 e 14 ocorrências respectivamente. Já os assaltos, os arrombamentos e as tentativas de assaltos tiveram seus ápices em 2013, com 17, 35 e 18 ocorrências respectivamente.

Os dois lados da moeda

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Lindonjhonson Almeida, explica que duas perspectivas precisam ser analisadas diante desde Mapa da Violência, sendo uma positiva e outra negativa.

Por um lado, ele admite a eficiência das forças policiais nos últimos tempos, que conseguiram desbaratar algumas das principais quadrilhas de assaltos a bancos que atuam na Paraíba. “A segurança pública está mais eficiente. As polícias estão mais bem preparadas para lidar com esse tipo de situação. Isso é uma realidade”, explica Lindonjhonson.

Ele explica também que o dispositivo de colocar tintas nas notas, que se soltam quando acontece alguma explosão, colaborou para diminuir os assaltos, visto que esse tipo de crime deixou de ser tão eficiente e tão rentável.

Por outro lado, contudo, ele critica fechamentos sistemáticos de agências bancárias pelo interior da Paraíba, o que seria extremamente prejudicial à população de alguns municípios.

De acordo com o presidente do Sindicato, alguns bancos têm uma política de retirar o dinheiro de agências que são assaltadas mais de uma vez, deixando-as apenas com serviços burocráticos ou com atendimentos que não envolvam dinheiro em papel. Em casos mais extremos, continua ele, as agências chegam a ser fechadas em definitivo.

“As agências do interior são as mais sofridas. E, quando elas são fechadas ou deixam de funcionar com numerários, isso prejudica os aposentados, ou quem recebe auxílios sociais dos governos estadual e federal. Muitas vezes, essas pessoas precisam se deslocar para outra cidade para sacar o seu dinheiro”, reclama.

Segundo o sindicalista, isso é extremamente maléfico. “Ao invés desses bancos aumentarem a segurança, eles fecham a agência, retiram o dinheiro. Sob esse ponto de vista, os motivos que levaram à diminuição tão grande nos assaltos não é necessariamente positivo, porque não resolve o problema”, pontua por fim.

G1

 

Levantamento aponta que de 2016 a 2017 a PB registrou 259 pessoas desaparecidas

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em pesquisa para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, revelaram ontem (29), que cerca de oito pessoas desaparecem a cada hora no Brasil.

No estado da Paraíba foram registrados em 2016 e 2017 o número absoluto de 259 desaparecidos, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018. Visando garantir melhor eficácia na busca e localização de pessoas desaparecidas, o Estado adotou o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (Plid) do Ministério Público da Paraíba (MPPB).

O Plid funciona por intermédio de um programa informatizado com abrangência nacional (Sinalid – Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos), com o objetivo de localizar e identificar pessoas desaparecidas, sejam elas vítimas de crimes ou não.

 

pbagora

 

 

Levantamento revela que nos últimos 20 anos 3.144 jovens foram mortos com ferimento por arma de fogo, na Paraíba

Levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que analisou dados de 1997 a 2016, apontando mais de 145 mil mortes do tipo, no Brasil, mostrou que nos últimos 20 anos 3.144 crianças ou adolescentes foram mortos com ferimento por arma de fogo, na Paraíba.

As regiões Sudeste e Nordeste registraram dois terços do total de mortes no País. Entre os estados nordestinos, a Paraíba ocupa a sexta colocação no total de mortes. O estudo trata de ferimentos por arma de foto acidentais e intencionais, com vítimas de zero a 19 anos de idade.

A posição atual da PB nesse ano, foi a 17ª colocado, com 227 casos. Um dos últimos casos registrados na Paraíba, em 2016, aconteceu no dia 15 de dezembro, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, vitimando um adolescente de 13 anos. De acordo com a polícia, o garoto estaria envolvido com o tráfico de droga na região, onde existem muitas bocas de fumo e o crime foi motivado por vingança de rivais.

O levantamento da SBP levou em consideração os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

 

 

pbagora

 

 

Paraibana Mayara Rocha ganha Medalha de Bronze no Campeonato Brasileiro de Levantamento de Peso

A atleta paraibana Mayara Rocha, da Seleção Brasileira de Levantamento de Peso, ficou em terceiro lugar geral no Campeonato Brasileiro de Levantamento de Peso, realizado esta semana em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Com a colocação, Mayara garantiu a Medalha de Bronze para a Paraíba, conquista que ela comemorou exaustivamente.

Mayara ficou em 1º lugar no Clean and Jerk (também conhecido como ‘Arremesso’, quando o atleta eleva a barra apoiando-a nos ombros para, em seguida, erguê-la acima da cabeça); e em 3º lugar no Snatch (também chamado de ‘Arranco’, quando o atleta eleva a barra diretamente acima da cabeça). E, no geral, Mayara garantiu o 3º lugar e a Medalha de Bronze.

Nas redes sociais, a atleta comemorou a conquista. “Estou muito feliz e orgulhosa do trabalho duro. Ainda mais animada para treinar e me dedicar cada vez mais. Agradeço a Deus por Ele ter colocado pessoas tão incríveis na minha vida. Valeu pela torcida, galera!”, afirmou Mayara, referindo-se aos parceiros, colaboradores, treinadores e aos que torceram pela conquista.

Mayara continua a sua preparação para garantir o índice necessário para a participação nos Jogos Panamericanos do ano que vem, que serão realizados em Lima, no Peru. Ela disse estar feliz pela conquista da Medalha de Bronze, mas que vai concentrar seus esforços para as próximas competições. “Estou feliz, mas nunca satisfeita. Eu quero e posso mais”, disse.

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Levantamento revela que 6 em cada 10 senadores respondem acusações criminais; confira paraibano citado

Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco, que chega à sua 26ª edição, mostra que pelo menos seis em cada dez senadores são alvo de inquéritos, ações penais o recursos de condenação em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dentro desse universo, conta um paraibano o atual vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB) que reponde inquérito ao inquérito 4386 no STF, baseado na delação da Odebrecht na Lava Jato.
Ao todo, são pelo menos 48 os senadores com procedimentos abertos no STF, dos quais 34 estão sob investigação na Operação Lava Jato. Trata-se de um recorde, de acordo com o acompanhamento que este site faz desde março de 2004. Nunca foi tão grande o número de senadores formalmente colocados sob suspeita de terem praticado crimes. No último levantamento realizado, em abril deste ano, eram 42 os senadores investigados, o que já era um recorde na ocasião.
PARAÍBA
Cássio Cunha Lima (PSDB)
O primeiro-vice-presidente do Senado responde ao inquérito 4386, baseado na delação da Odebrecht na Lava Jato. É suspeito de receber R$ 800 mil em vantagens indevidas em troca da promessa de favorecer a empreiteira. Também é alvo do inquérito 3404, por crimes contra a ordem tributária e formação de quadrilha, instaurado a partir de informações do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), que apontaram movimentações financeiras atípicas, de cerca de R$ 1,5 milhão, entre agosto de 2006 e março de 2009. À época, ele era governador da Paraíba. Veja abaixo suas explicações.
“Recebi uma doação da Braskem, que é do grupo Odebrecht, na campanha de 2014. Essa doação foi devidamente declarada na minha prestação de contas. Trata-se de inquérito e não de ação. Ninguém está imune a investigações, sobretudo os que exercem funções públicas. O inquérito é o ambiente próprio para que tudo seja esclarecido.”
Confira a relação completa no link:
https://goo.gl/pTNwGp

 

PB Agora 

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Paraibana Mayara Rocha ganha Medalha de Prata e sagra-se vice-campeã no Brasileiro de Levantamento de Pesos  

A atleta paraibana Mayara Rocha Soares, de 24 anos, conquistou a Medalha de Prata e sagrou-se vice-campeã brasileira de Levantamento de Pesos. Ele representou a Paraíba junto com outros atletas da Seleção Paraibana, no Campeonato Brasileiro Adulto de Levantamento de Pesos, aberto na tarde desta quinta-feira (11) na Associação Atlética Banco do Brasil – AABB de Belo Horizonte-MG.

Mayara foi a segunda colocada na categoria até 48 kg, cujas disputas ocorreram neste primeiro dia da competição. Ela também é bicampeã paraibana de Levantamento de Pesos em sua categoria.

A atleta tem como treinador Yamande Almeida, da Academia Crossfit Brabo, de Campina Grande, e é acompanhada por profissionais como a médica Ludmila Maciel, o Nutricionista Artur Caminha, e o fisioterapeuta Gabriel Marques.

Em seu período de preparação e para a viagem a Belo Horizonte, Mayara contou com apoio de instituições e empresas como Uptime Curso de Inglês, Prefeitura de Campina Grande, Pharmapele Farmácia de Manipulação, Loja de Suplementos Shopsport e Clínica de Estética Vitalite.

O Campeonato Brasileiro Adulto de Levantamento de Pesos 2017 prossegue até o sábado (13), numa realização da Associação Brasileira de Levantamento de Pesos.

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‘Lista de Janot’ contém 107 nomes sob sigilo, aponta levantamento

janotOs 83 pedidos de inquérito enviados na última terça-feira ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contêm 107 nomes sob sigilo, todos com foro privilegiado no STF (prerrogativa de deputados, senadores e ministros, por exemplo), segundo apurou levantamento do G1 e da TV Globo no sistema processual do STF.

Isso não quer dizer que o total de alvos dos inquéritos seja 107. Em alguns poucos casos, segundo informaram investigadores da Lava Jato, foi pedida a investigação de uma mesma pessoa em mais de um inquérito. Esses investigadores estimam em cerca de 100 o total de pessoas que são alvos dos pedidos de inquérito.

O levantamento apontou que, dos 83 pedidos

  • 64 têm um nome por inquérito;
  • 16, dois nomes em cada inquérito;
  • 2 pedidos, três nomes em cada inquérito
  • 1 pedido aparece com cinco nomes no mesmo inquérito

Para o levantamento, o G1 e a TV Globo consultaram cada um dos pedidos de inquérito que constam do sistema processual do STF. Como o material está sob sigilo, não aparecem os nomes, somente a quantidade de pessoas cuja investigação é solicitada em cada pedido de inquérito.

Janot enviou na terça ao Supremo pedidos para investigar investigar políticos citados nas delações de 77 executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht.

Até o momento, não foram divulgados, oficialmente, os nomes dos políticos que integram a “nova lista do Janot” porque a solicitação tem caráter sigiloso. Além da abertura dos inquéritos, Janot também pediu ao STF a retirada do sigilo das delações. Quem decidirá sobre os pedidos é o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

Apesar de os pedidos de inquérito ainda estarem sob segredo de Justiça, a TV Globo já conseguiu confirmar 38 nomes de políticos que fazem parte da chamada “nova lista do Janot” (veja a lista completa ao final desta reportagem).

Os documentos entregues pela PGR nesta semana ao Supremo trazem acusações de crimes como corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, fraude à licitação, formação de cartel e caixa 2.

Sala-cofre

Relator da Lava Jato no Supremo, o ministro Luiz Edson Fachin ainda não recebeu o material enviado pela PGR. O magistrado não tem prazo para tomar decisão sobre a abertura de inquéritos ou sobre o fim do sigilo das delações.

Ele só decidirá depois que receber e analisar centenas de documentos entregues pela Procuradoria. Por enquanto, está tudo guardado numa sala-cofre no terceiro andar do tribunal, próximo ao gabinete da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia.

Antes de os pedidos chegarem ao gabinete de Fachin, tudo tem de passar pelo protocolo do Supremo. A previsão é de que os documentos sejam liberados para o relator até o final desta semana.

Os 320 pedidos de Janot (dos quais 83 de abertura de inquérito) já começaram a ser cadastrados no sistema do STF e receberam um número. Agora, estão em fase de processamento.

Foro privilegiado

Os pedidos de abertura de inquérito foram enviados ao Supremo porque entre os alvos há autoridades com foro privilegiado, isto é, que só podem ser investigadas (e depois julgadas, se for o caso) com autorização do STF. São os casos de deputados e senadores, por exemplo. Governadores são investigados e julgados no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Para os casos de políticos e demais pessoas que perderam o foro privilegiado – integrantes do governo passado, por exemplo –, o procurador-geral fez 211 pedidos de remessa de trechos das delações para instâncias inferiores da Justiça (o chamado “declínio de competência”).

No total, a Procuradoria Geral da República fez ao Supremo 320 pedidos, dos quais:

  • 83 pedidos de abertura de inquérito
  • 211 pedidos de remessa de trechos das delações que citam pessoas sem foro no STF para outras instâncias da Justiça
  • 7 pedidos de arquivamento
  • 19 outras providências

Nomes revelados

Veja quais são os nomes da “lista do Janot” já revelados pela TV Globo:

  • Seis ministros do governo Temer – Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Bruno Araújo (Cidades), Marco Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços)
  • Cinco governadores – Renan Filho (Alagoas), Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro), Fernando Pimentel (Minas Gerais), Tião Viana (Acre), Beto Richa (Paraná)
  • Seis deputados: Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara; Marco Maia (PT-RS); Andres Sanchez (PT-SP); Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA); José Carlos Aleluia (DEM-BA); Paes Landim (PTB-PI)
  • Dez senadores: Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado; Edison Lobão (PMDB-MA); José Serra (PSDB-SP); Aécio Neves (PSDB-MG); Romero Jucá (PMDB-RR); Renan Calheiros (PMDB-AL); Lindbergh Farias (PT-RJ); Jorge Viana (PT-AC); Marta Suplicy (PMDB-SP); LÍdice da Mata (PSB-BA)
  • Dois ex-presidentes da República – Luiz Inácio Lula da Silva (PT); Dilma Rousseff (PT)
  • Dois ex-ministros do governo Dilma – Antonio Palocci (PT); Guido Mantega (PT)
  • Um ex-ministro do governo Temer – Geddel Vieira Lima (PMDB-BA)
  • Um ex-governador – Sérgio Cabral (PMDB-RJ)
  • Um ex-presidente da Câmara – Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
  • Dois prefeitos – Duarte Nogueira (PSDB-SP), de Ribeirão Preto; Edinho Silva (PT-SP), de Araraquara
  • Um ex-candidato a governador – Paulo Skaf (PMDB-SP)
  • Um ex-assessor da ex-presidente Dilma Rousseff – Anderson Dornelles

Partidos

Veja a distribuição por partido dos nomes da “lista do Janot” revelados pela TV Globo:

  • DEM – José Carlos Aleluia, Rodrigo Maia
  • PMDB – Edison Lobão, Eduardo Cunha, Eliseu Padilha, Eunício Oliveira, Geddel Vieira Lima, Lúcio Vieira Lima, Luiz Fernando Pezão, Marta Suplicy, Moreira Franco, Paulo Skaf, Renan Calheiros, Renan Filho, Romero Jucá, Sérgio Cabral
  • PRB – Marco Pereira
  • PSB – LÍdice da Mata
  • PSD – Gilberto Kassab
  • PSDB – Aécio Neves, Aloysio Nunes, Beto Richa, Bruno Araújo, Duarte Nogueira, José Serra

G1

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Pane seca é a principal causa de acidentes aéreos no Brasil, mostra levantamento

Cenipa/Divulgação
Cenipa/Divulgação

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) produziu 45 relatórios finais de acidentes que ocorreram entre 2002 a 2015 a respeito da queda de aeronaves no Brasil que tiveram como principal causa a falta de combustível, conhecida como “pane seca”. Desses acidentes, 27 ocorreram em áreas rurais. Ao todo, 11 pessoas morreram das 107 que estavam a bordo de aviões e helicópteros acidentados. Outras sete foram feridas gravemente.

Por conta desses acidentes, foram expedidas 81 recomendações de segurança de voo das quais 61 são direcionadas para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Nessas recomendações constam medidas como realizar gestões junto aos pilotos envolvidos e a divulgação do conteúdo dos relatórios em seminários, palestras e outros tipos de apresentações voltados aos proprietários de aeronaves, por exemplo. A Anac não explicou, até o fechamento desta reportagem, como tem atendido às recomendações.

A pane seca é tida como o principal motivo para tragédia em Medellín com o avião da Chapecoense, onde 71 pessoas morreram, incluindo grande parte da delegação do time, jornalistas, convidados e tripulação.  No Brasil, as fatalidades por falta de combustível ocorreram com 40 aviões e cinco helicópteros que ficaram com danos de “substanciais” a “graves”. Em agosto de 2015, o acidente registrado mais recente por conta de pane seca ocorreu na cidade de Pacaembu (SP). O avião do fabricante Cessna Aircraft teve de fazer um pouso forçado em um pasto, após parada total do motor. O piloto, único na aeronave, saiu ileso. Aliás, São Paulo foi o estado que teve maior número dos casos contabilizados, seguido por Minas Gerais, com seis casos.

Em uma das quedas que envolveram um helicóptero, a aeronave decolou de um condomínio privado na cidade de Fronteira (MG), com destino ao aeródromo de São José do Rio Preto (SP). Durante o percurso, o piloto constatou uma pane no motor o que fez com que ele realizasse uma colisão contra o solo durante o pouso. Das quatro pessoas que estavam a bordo, três não tiveram ferimentos graves.

“Responsabilidade é do piloto”

O especialista em aviação civil João Carmo explica que a decisão da quantidade de combustível que será abastecida antes do voo é tomada pelo comandante da aeronave em questão e que a competência de abastecer cabe a algum dos tripulantes. Além disso, Carmo lembra que o plano de voo inclui a informação da quantidade de combustível definida pelo piloto e que ela passa por uma revisão na sala de tráfego. “O formulário é avaliado pelo órgão de controle, no caso, pela sala de tráfego, para verificar se a aeronave preencheu os dados de acordo com o requisito”, afirma.

“Pouco combustível também é pane seca”, explica o especialista e acrescenta que a falta de combustível pode vir por diversas causas. “Ela (pane seca) pode ocorrer por falha técnica, por exemplo, vazamento de combustível ou porque o piloto decidiu voar além do limite que a aeronave comporta”.

Consumo do combustível

Segundo professor de aviação civil, há variáveis que podem influenciar o consumo de combustível das aeronaves. “A altitude de voo, assim como o vento, alteram o consumo pelo fato de mudarem os tempos de voo. Por exemplo, quanto mais alto, economiza mais combustível. Essas coisas não só podem como devem ser previstas”, disse.

congressoemfoco

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