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Grupo explode caixa eletrônico e leva todo dinheiro no Agreste da Paraíba

Parte da estrutura do local foi destroída na cidade de Boqueirão (Foto: Felipe Valentim / TV Paraíba)
Parte da estrutura do local foi destroída na cidade de Boqueirão (Foto: Felipe Valentim / TV Paraíba)

Um caixa eletrônico da cidade de Boqueirão, Agreste da Paraíba, foi explodido na madrugada desta terça-feira (3) por cerca de 12 pessoas. Segundo a Polícia Militar, os criminosos levaram todo o dinheiro que havia sido colocado no caixa na tarde da segunda-feira (2).

A explosão aconteceu por volta das 3h30. De acordo com informações repassadas pela população à polícia, os suspeitos estavam em dois carros e uma motocicleta. Eles se espalharam por grupos em setores da cidade e jogaram grampos na entrada do município para atrapalhar o trabalho da polícia.

Ainda conforme a polícia, na fuga eles saíram atirando para cima para assustar a população e fugiram em direção à cidade de Cabaceiras. Cápsulas de munições de espingardas calibre 12 foram encontradas. Até às 8h30 não houve prisões.

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De acordo com os dados do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários da Paraíba, essa é a 25º ocorrência de violência contra bancos em no estado em 2015.

G1

 

Vice-prefeito de Areia anuncia rompimento com prefeito e leva três vereadores para oposição

andreperazzoO vice-prefeito de Areia, André Perazzo, anunciou rompimento com o prefeito Paulo Gomes, que é irmão do deputado estadual Tião Gomes. André revelou ao portal Paraiba.com.br, que uma serie de fatores contribuíram  para sua decisão, desde a demissão de 224 prestadores de serviço até discordância na forma de administrar a cidade.

“Desde dezembro que 224 pessoas foram demitidas e a cidade está cheia de obras inacabadas, além de falta de diálogo. Nós ganhamos para que Areia pudesse andar para frente e não retroceder”, destacou André.

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O vice-prefeito revelou ainda três vereadores acompanharam sua decisão deixando a oposição com maioria na Câmara de Vereadores da cidade. O presidente da Câmara, Neto da Ceral, Bil de Mata Limpa e Lica. A secretaria de Ação Social, Clarissa Barreto, também entregou o cargo.

“A partir de agora, vou fiscalizar e o que tiver de errado vou denunciar”, alertou.

 

 

Marcos Wéric

Suspeita de ebola leva inquietação a imigrantes africanos no Paraná

Os haitianos Façon Exama, 40, Jude Cajour, 24, Wilfrid Arristé, 31, Rose Marie Dor, 44, Marie Michelove Ulysse, 30 e Maxeme Dormera, 31, em uma das casas onde vivem no bairro Canselli, em Cascavel (PR); região atrai mão de obra estrangeira para abate de frangos e construção civil
Os haitianos Façon Exama, 40, Jude Cajour, 24, Wilfrid Arristé, 31, Rose Marie Dor, 44, Marie Michelove Ulysse, 30 e Maxeme Dormera, 31, em uma das casas onde vivem no bairro Canselli, em Cascavel (PR); região atrai mão de obra estrangeira para abate de frangos e construção civil

Modu Beyé, 31, esteve mais calado do que de costume nos últimos dias. O senegalês é figura conhecida em Cascavel, no oeste do Paraná, pela animação nas conversas com amigos brasileiros no entorno da antiga rodoviária, ponto de reunião de imigrantes.

A preocupação era sobre como ele e conterrâneos seriam vistos por moradores após o anúncio de que um outro imigrante na cidade é o primeiro caso suspeito de ebola detectado no país.

“As pessoas confundem tudo, Guiné, Senegal. Falam África como se fosse um país. É um continente”, aborrece-se Modu num bom português de três anos em Cascavel.

 

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O guineano Souleymane Bah, 47, foi atendido numa unidade de saúde da cidade na quinta (9), após ter entrado no país em 19 de setembro. Antes, esteve por 17 dias num albergue local, onde dividiu espaço com imigrantes.

Transferido para o Rio, deve ter nesta segunda (13) a confirmação final do exame negativo para a doença, que no atual surto já contaminou mais de 7.000 africanos e matou mais de metade deles.

O caso em Cascavel somou mais um fator de inquietação à comunidade de imigrantes haitianos e africanos no oeste do Paraná.

Atraídos por ofertas de trabalho em frigoríficos e na construção civil, eles são 2.000 só em Cascavel –90% deles haitianos da diáspora pós-terremoto de 2010.

LUTA DIÁRIA

Passada a tensão da suspeita, a comunidade de imigrantes, que já enfrenta episódios isolados de preconceito, retoma o cotidiano em busca de adaptação e melhores condições de trabalho.

Hoje o salário médio dos imigrantes varia de R$ 900 a R$ 1.200 por até dez horas de trabalho, muitas delas em pé dentro de frigoríficos. “Dói ficar tanto em pé”, lamenta-se Simone Junlen, 36, do Haiti.

Para os africanos, a jornada ao Brasil começa em escalas de voos na Espanha ou Portugal, de onde seguem para São Paulo ou Recife. Alguns tomam ônibus para o Sul e outros —como teria feito o guineano— pegam voos voo para a Argentina e cruzam a fronteira pelo Rio Grande do Sul ou Santa Catarina.

No caso dos haitianos o trajeto é sempre o mesmo: voos até o Equador, estradas pelo Peru e entrada por terra pelo Acre, de onde se espalham.

O destino comumente é definido por referências —o senegalês Modu, por exemplo, recebeu um irmão de 23 anos há uma semana em Cascavel.

Muçulmano, o senegalês Bassiro Diop, 25, desembarcou sozinho em São Paulo e buscou apoio numa mesquita da capital. Sem achar emprego, um dos religiosos lhe sugeriu: “Vá para Cascavel”.

Na cidade, como outros muçulmanos, frequenta uma casa de oração, onde, sextas-feiras à noite, africanos, árabes e brasileiros convertidos atualizam a prática religiosa.

Alguns, como o senegalês Abdou Lat Diop, 22, conseguiram negociar pausas no trabalho para as cinco orações diárias em direção à Meca.

No albergue noturno André Luiz, que recebe estrangeiros e locais, a oração noturna foi vetada pelo o barulho — o quarto é coletivo.

Os haitianos são cristãos, muitos evangélicos. Para Wilfrid Aristé, 31, que vive com outros sete haitianos, um dos poucos momentos de lazer é o culto adventista nas manhãs de sábado, que assistem mesmo sem compreender bem o idioma.

COMUNICAÇÃO

O grupo tenta descobrir a frequência de uma rádio local criada por haitianos, com músicas da terra natal e locuções em francês e créole. “Outro dia fui à livraria, quis comprar um livro, mas não havia nenhum em francês”, lamenta Harland Joinville, 29.

Para conversar com a família, visitam hotéis para usar a internet nos celulares.

Em Cascavel levam vida econômica, instalados em hotéis baratos e casas modestas. O objetivo de quase todos é conseguir enviar dinheiro para parentes em casa.

Um obstáculo par isso, dizem, é a taxa de câmbio no país, desconhecida pela maioria até a chegada.

“Economizo R$ 1.000 e só consigo enviar US$ 300 para minha mulher e meus dois filhos”, afirma o haitiano Jon Saint Vema, 27, que se diz arrependido da mudança após três anos em Cascavel.

“Saí do Haiti por uma vida melhor. Foi muito sacrifício para chegar até aqui. Mas hoje não sei se compensou.”

 

Folha Online

Bilhete do Paraná leva sozinho R$ 3,4 milhões na Mega-Sena

mega senaUm apostador da cidade  de Floresta, no Estado do Paraná, levou o prêmio de R$ 3,4 milhões sorteado neste sábado (19) pela Mega-Sena. Os números sorteados no concurso 1.618 da Mega-Sena foram: 09 – 20 – 24 – 43 – 51 – 52.

Outros 32 acertaram a quina e ganharam R$ 57.692,04. Os 3.161 que acertaram a quadra levaram R$ 834,34 cada um.

 

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Uol

Bando sequestra família de gerente e leva mais de um milhão do BB

banco-do-brasilMais de um milhão de reais foram roubados do Banco do Brasil, agência de Mangabeira, nesta sexta-feira (18), após o gerente e a família dele passar a noite inteira na mira de uma quadrilha de assaltantes, em João Pessoa.

Na manhã de hoje, os criminosos foram até o estabelecimento bancário fizeram o gerente abrir o cofre e fugiram levando todo o dinheiro. Ele foi surpreendido pelos assaltantes ao chegar a sua residência e foi feito refém, juntamente com sua família, durante toda a noite.

No banco, os assaltantes rederam os vigilantes e, após pegarem o dinheiro, trancaram todos em uma sala e fugiram no carro do gerente. um Renault Sandero vermelho. O veículo foi abandonado em frente à Escola Pedro Lins no bairro de Mangabeira.

 

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A mulher e os dois filhos foram liberados na BR-230, no sentido de Campina Grande, onde funcionava antiga Operação Manzuá, em Santa Rita. Os assaltantes não ainda não foram identificados. A agência está fechada.

 

 
MaisPB

 

Homem leva tiros nas costas após reagir à assalto e fica paraplégico

homem-leva-tiros-nas-costas-apos-reagir-a-assalto-e-fica-paraplegicoNa noite desta sexta-feira (11), um homem foi alvejado com três disparos nas costas na praia da Poço, em Cabedelo. DE acordo com a poilícia, os bandidos acharam que um pedreiro era proprietário de uma Hilux e tentaram assaltá-lo quando ele saía de um bar.

Segundo a polícia, ele teria reagido com um soco em um dos criminosos, mas acabou esfaqueado nas costas.

A vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na Capital, onde passou por cirurgia e permanece internado em situação regular. De acordo com a unidade, ele perdeu os movimentos das pernas.

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Clickpb com Aguinaldo Mota

Menino de 5 anos leva maconha de presente para professora

maconha-Um menino de 5 anos entregou uma porção de maconha de presente para a professora em uma escola municipal na Vila Alves Pereira, em Campo Grande. Segundo a titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Regina Márcia Rodrigues, o Conselho Tutelar foi acionado pela direção do colégio, e o caso, que ocorreu na segunda-feira (19), está sendo investigado pela Polícia Civil.

O conselheiro tutelar Benedito Carlos disse ao G1 que a criança chegou à escola com a droga e quis presentear a professora, alegando que uma tia usava todos os dias e gostava.

A direção da instituição acionou a Guarda Municipal, que confirmou que a porção se tratava de maconha. Após o Conselho Tutelar ter sido acionado, o menino foi levado a um abrigo, onde foi ouvido por psicólogos e assistentes sociais. Segundo Regina Márcia, o menino confirmou que pegou o entorpecente em casa.

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Equipes de conselheiros tutelares e policiais civis foram até a residência do garoto e, de acordo com Carlos, a situação no local era de abandono e sujeira. Na casa, estavam um menino de 2 anos e uma adolescente de 14, irmãos do menino, e outra adolescente de 17 anos com o filho, um bebê. Todos estavam sem documentos e também foram encaminhados ao abrigo.

A mãe das crianças não foi localizada, e o pai está preso por tráfico de drogas. A maconha que estava com o garoto foi apreendida e encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar).

As crianças e adolescentes vão passar por acompanhamento psicossocial e devem permanecer no abrigo como medida de proteção. A suspeita é que uma das adolescentes seja usuária de drogas.

Segundo a delegada, a polícia investiga se as crianças também faziam uso da substância. O caso está sendo investigado a partir da denúncia da escola, mas nenhum boletim de ocorrência foi registrado. De acordo com Regina, testemunhas ainda serão ouvidas.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Campo Grande, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

 

G1