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Em Caiçara, Cidade da Leitura, grupo Atitude aposta em cordéis para conquistar mais leitores

leituraO Grupo Atitude, ONG que promove a leitura e a cultura em Caiçara, iniciou os trabalhos de 2017 com a apresentação de um novo acervo de cordéis adquiridos da Editora Luzeiro, de São Paulo. Para prestigiar o lançamento, no último sábado, estiveram na cidade o pesquisador de literatura de cordel José Paulo Ribeiro e o cordelista Paulo Gracino, ambos de Guarabira.

O Grupo e os convidados creem que o cordel, além de ser o gênero que melhor representa a cultura nordestina, pode motiva a leitura em todas as idades. São romances, aventuras fantásticas, engraçadas, de bravura, críticas, etc. que também podem atrair leitores e também servir para variados projetos de leitura nas escolas.

O acervo foi destaque na “Barraca da Leitura”, biblioteca itinerante que a quase 2 anos funciona na feira livre da cidade e no “Programa Atitude”, da rádio comunitária da cidade onde o pesquisador Zé Paulo falou dentre outros temas, da história do cordel, dos gêneros, das principais obras e autores, e do uso educacional do cordel. O premiado cordelista Paulo Gracino comentou suas obras, seu mais novo formato o “microcordel” e realizou doação para o Grupo.

O Grupo Atitude, além da barraca na feira, leva leitura para os presos da cadeia da cidade, mantêm três bibliotecas comunitárias e três pontos de leitura em parceria com comerciantes locais, em todos eles existem “cordeltecas” que agora terão seus acervos ampliados. Pelas ações do Grupo e pelo rol de escritores nascidos no município Caiçara vem sendo reconhecida como a “Cidade da Leitura”.

Assessoria

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Brasil cai em ranking mundial de educação em ciências, leitura e matemática

sala de aulas resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados na manhã desta terça-feira (6), mostram uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. A queda de pontuação também refletiu uma queda do Brasil no ranking mundial: o país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

A prova é coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi aplicada no ano de 2015 em 70 países e economias, entre 35 membros da OCDE e 35 parceiros, incluindo o Brasil. Ela acontece a cada três anos e oferece um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes, reúne informações sobre variáveis demográficas e sociais de cada país e oferece indicadores de monitoramento dos sistemas de ensino ao longo dos anos.

Top 5 do Pisa em CIÊNCIAS:

  1. Cingapura: 556 pontos
  2. Japão: 538 pontos
  3. Estônia: 534 pontos
  4. Taipei chinesa: 532 pontos
  5. Finlândia: 531 pontos

Top 5 do Pisa em LEITURA:

  1. Cingapura: 535 pontos
  2. Hong Kong (China): 527 pontos
  3. Canadá: 527 pontos
  4. Finlândia: 526 pontos
  5. Irlanda: 521 pontos

Top 5 do Pisa em MATEMÁTICA:

  1. Cingapura: 564 pontos
  2. Hong Kong (China): 548 pontos
  3. Macau (China): 544 pontos
  4. Taipei chinesa: 542 pontos
  5. Japão: 532 pontos
    (veja o ranking completo)

Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que não há motivos para comemorar os resultados do país no Pisa 2015, e afirmaram que, além de investir dinheiro na educação de uma forma mais inteligente, uma das prioridades deve ser a formação e a valorização do professor.

“Questões como formação de professores, Base Nacional Comum e conectividade são estratégicas e podem fazer o Brasil virar esse jogo”, afirmou Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.

“É fundamental rever os cursos de formação inicial e continuada, de maneira que os docentes estejam realmente preparados para os desafios da sala de aula (pesquisas mostram que os próprios professores demandam esse melhor preparo)”, disse Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do Movimento Todos pela Educação.

Para Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, parte da solução “passa também em superar a baixa atratividade dos jovens brasileiros pela carreira do magistério, ao contrário do que ocorre nos países que estão no topo do ranking mundial do Pisa. Nesses países, ser professor é sinônimo de prestígio social”.

Participação do Brasil

No país, a prova fica sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A amostra brasileira contou com 23.141 estudantes de 841 escolas, que representam uma cobertura de 73% dos estudantes de 15 anos.

Em cada edição, o Pisa dá ênfase a uma das três áreas. Na deste ano, o foco foi ciências. Em 2015, a nota do país em ciências caiu de 405, na edição anterior, de 2012, para 401; em leitura, o desempenho do Brasil caiu de 410 para 407; já em matemática, a pontuação dos alunos brasileiros caiu de 391 para 377. Cingapura foi o país que ocupou a primeira colocação nas três áreas (556 pontos em ciências, 535 em leitura e 564 em matemática).

Segundo o Inep, não existem “evidências empíricas” para afirmar que houve “diferenças estatisticamente significativas” entre a pontuação dos estudantes brasileiros nas três áreas do Pisa entre 2015 e as três últimas edições da prova (2012, 2009 e 2006).

De acordo com os dados, os resultados dos estudantes em ciências e leitura são distribuídos em uma escala de sete níveis de proficiência (1b, 1a, 2, 3, 4, 5 e 6). Em matemática, a escala vai de 1 a 6. De acordo com a OCDE, o nível mínimo esperado é o nível 2, considerado básico para “a aprendizagem e a participação plena na vida social, econômica e cívica das sociedades modernas em um mundo globalizado”.

No Brasil, em todas as três áreas, mais da metade dos estudantes ficaram abaixo do nível 2. Veja no gráfico:

Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Além disso, 4,38% dos alunos brasileiros ficaram abaixo até do nível mais baixo no qual a OCDE determina habilidades esperadas para os estudantes em ciências. Em leitura e matemática, esse índice foi de 7,06% e 43,74% em matemática (no caso, da matemática, porém, há seis níveis de proficiência, e não sete).

Participaram alunos de todos os estados brasileiros, mas, no Amapá e no Paraná, não houve um número mínimo de avaliações para garantir uma análise estatística ampla. Por isso, o Inep alerta que os dados referentes a estes estados sejam analisados com cautela.

Em ciências e leitura, o Espírito Santo foi o estado com a maior média (435 e 441 pontos, respectivamente). Em matemática, a média do Paraná foi a mais alta, com 406 pontos, e o Espírito Santo teve a segunda maior média: 405. Já Alagoas registrou a média mais baixa nas três áreas: 360 em ciências, 362 em leitura e 339 em matemática.

Para Ricardo Falzetta, do Todos pela Educação, os dados mostram dois problemas principais. “Em primeiro lugar, que os nossos jovens não estão aprendendo conhecimentos básicos e fundamentais para que possam exercer plenamente sua cidadania enquanto jovens e depois, enquanto adultos, realizando seus projetos de vida. Em segundo lugar, a pesquisa aponta novamente – como vemos em diversos outros estudos, inclusive os nacionais – as enormes disparidades entre as regiões.”

Veja abaixo os resultados do Brasil em cada área:

Ciências

A área de ciências foi o foco da prova neste ano. Os alunos foram avaliados de acordo com três competências científicas: explicar fenômenos cientificamente, avaliar e planejar experimentos científicos e interpretar dados e evidências cientificamente. De acordo com a OCDE, “um jovem letrado cientificamente está preparado para participar de discussões fundamentadas sobre questões relacionadas à Ciência, pois tem a capacidade de usar o conhecimento e a informação de maneira interativa”.

As perguntas variavam entre o nível de dificuldade (baixo, médio e alto), e as respostas podiam ser dissertativas, de múltipla escolha simples ou múltipla escolha complexa. Os temas de ciências envolvem os sistemas físicos, vivos e sobre a Terra e o espaço, e foram abordados nos contextos pessoal, local/nacional e global.

Em ciências, 43,4% dos estudantes obtiveram pelo menos o nível 2 da escala de proficiência, segundo os dados divulgados nesta sexta. A média do Brasil na área foi de 401 pontos. Desde 2009, o desempenho do Brasil estava estagnado em 405, e agora recuou quatro pontos.

Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em CIÊNCIAS:

  • Média dos países da OCDE: 493 pontos
  • Média do Brasil: 401 pontos
  • Brasil – rede federal: 517 pontos*
  • Brasil – rede privada: 487 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 394 pontos
  • Brasil – rede municipal: 329 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

Os estudantes brasileiros que participaram do Pisa em 2015 apresentaram mais facilidade para interpretar dados e evidências cientificamente e mais dificuldade com a competência de avaliar e planejar experimentos científicos. As questões que tinham contexto pessoal foram mais fáceis tanto para brasileiros quanto para alunos de outros países: elas registraram um índice de acertos de 33,8% pelos estudantes do Brasil. As questões globais, por outro lado, só foram respondidas corretamente por cerca de 26% dos participantes.

“Apenas para ilustrar, se considerarmos os nossos resultados em ciências, atingimos 401 pontos, enquanto que os alunos dos países da OCDE obtiveram uma média de 493 pontos”, afirmou Mozart Neves, do Instituto Ayrton Senna. “É uma diferença que equivale a aproximadamente ao aprendizado de três anos letivos!”

De acordo com o Inep, “representam pontos fortes dos estudantes brasileiros, de modo geral, os itens da competência explicar fenômenos cientificamente, de conhecimento de conteúdo, de resposta do tipo múltipla escolha simples. Por outro lado, representam pontos fracos os itens da competência interpretar dados e evidências cientificamente, de conhecimento procedimental, de resposta do tipo aberta e múltipla escolha complexa”.

Leitura

O Pisa define o “letramento em leitura” como a capacidade de os estudantes entenderem e usarem os textos escritos, além de serem refletir e desenvolver conhecimentos a partir do contato com o texto escrito, além de participar da sociedade. A prova do Pisa avalia o domínio dos alunos em três aspectos da leitura: Localizar e recuperar informação, integrar e interpretar, e refletir e analisar.

Vários tipos de textos aparecem na prova, como os descritivos, narrativos e argumentativos, e há textos que apresentam situações pessoais, públicas, educacionais e ocupacionais.

No Pisa 2015, 50,99% dos estudantes ficaram abaixo do nível 2 de proficiência. A média de desempenho foi de 407 pontos. É a segunda queda consecutiva na área de leitura desde 2009.

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em LEITURA:

  • Média dos países da OCDE: 493 pontos
  • Média do Brasil: 407 pontos
  • Brasil – rede federal: 528 pontos*
  • Brasil – rede privada: 493 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 402 pontos
  • Brasil – rede municipal: 325 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

“Os estudantes brasileiros mostraram melhor desempenho ao lidar com textos representativos de situação pessoal (por exemplo, e-mails, mensagens instantâneas, blogs, cartas pessoais, textos literários e textos informativos) e desempenho inferior ao lidar com textos de situação pública (por exemplo, textos e documentos oficiais, notas públicas e notícias)”, avaliou o Inep, no documento divulgado à imprensa.

Matemática

A área de matemática do Pisa é onde o Brasil tem a pontuação mais baixa nas últimas cinco edições do programa. Porém, o país vinha registrando uma tendência de crescimento consistente. Na edição de 2012, o governo federal afirmou que o Brasil foi o país que mais evoluiu na pontuação média de matemática no Pisa. Porém, nesta edição, essa foi a área onde o Brasil teve a queda mais acentuada:

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em MATEMÁTICA:

  • Média dos países da OCDE: 490 pontos
  • Média do Brasil: 377 pontos
  • Brasil – rede federal: 488 pontos*
  • Brasil – rede privada: 463 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 369 pontos
  • Brasil – rede municipal: 311 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

“Os resultados do Brasil no Pisa são gravíssimos porque apontam uma estagnação em um patamar muito baixo. 70% dos alunos do Brasil abaixo do nível 2 em matemática é algo inaceitável. O Pisa é mais uma evidência do que vemos todos os dias nas escolas”, afirmou Denis Mizne, da Fundação Lemann.

Os conteúdos matemáticos avaliados na prova do Pisa são relacionados a quantidade; incerteza e dados; mudanças e relações; espaço e forma. A OCDE considera como capacidades fundamentais da matemática atividades como delinear estratégias, raciocinar e argumentar, utilizar linguagem e operações simbólicas, formais e técnicas e utilizar ferramentas matemáticas. Entre os processos matemáticos, o Pisa mede a habilidade dos estudantes de formular, empregar, interpretar e avaliar problemas.

De acordo com a avaliação do Inep, os estudantes brasileiros apresentaram “facilidade maior em lidar com a matemática envolvida diretamente com suas atividades cotidianas, sua família ou seus colegas”. Além disso, “o manuseio com dinheiro ou a vivência com fatos que gerem contas aritméticas ou proporções é uma realidade mais próxima dos estudantes do que, por exemplo, espaço e forma”, diz o órgão.

Entenda o Pisa

As provas do Pisa duram até duas horas e as questões podem ser de múltipla escolha ou dissertativas. Nesta edição, em alguns países, incluindo o Brasil, todos os estudantes fizeram provas em computadores. O exame é aplicado a uma amostra de alunos matriculados na rede pública ou privada de ensino a partir do 7° ano do ensino fundamental. Além de responderem às questões, os jovens preencheram um questionário com detalhes sobre sua vida na escola, em família e suas experiências de aprendizagem.

Do total de alunos da amostra brasileira, 77,7% estavam no ensino médio, 73,8% na rede estadual, 95,4% moravam em área urbana e 76,7% viviam em municípios do interior.

Estudantes de escolas indígenas, escolas rurais da região Norte ou escolas internacionais, além de alunos de escolas situadas em assentamentos rurais, comunidades quilombolas ou unidades de conservação sustentável não fizeram parte do estudo do Pisa. Segundo o Ministério da Educação, o motivo foram as dificuldades logísticas de aplicação da avaliação e o fato de certos grupos populacionais não terem necessariamente a língua portuguesa como língua de instrução.

G1

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Adapte a leitura para evitar a vista cansada

Diante da falta de tempo, é comum a leitura ocorrer em lugares inusitados, como no ônibus, na cama e em ambientes escuros. Mas será que esses hábitos de leitura podem prejudicar a vista? Segundo o oftalmologista Wagner Ghirelli, na verdade, quanto mais lemos, melhor. “Quem lê muito tem uma capacidade visual melhor e lê mais rápido”, conta. “Com o uso do computador, há pessoas que se tornam muito ágeis e desenvolvem habilidade visual muito grande, já que associam habilidade visual com motora.” Desbanque os mitos a seguir e fique atento a alguns cuidados.

Ler no ônibus faz mal?

Há quem acredite que esse hábito pode causar até mesmo descolamento de retina, mas não é verdade. “O problema na retina é relacionado a traumas e independe de hábitos relacionados à leitura”, explica o oftalmologista Omar Assae. Um baque muito grande, por exemplo, é o que pode causar o descolamento, que é mais comum em pessoas com alto grau de miopia ou com diabetes.

Ler no ônibus - Getty Images
Ler no ônibus

O que a leitura no ônibus pode causar é incômodo e mal-estar, pois o balanço do veículo provoca uma confusão no sistema vestibular do cérebro, responsável pelo equilíbrio.

Leitura no escuro é prejudicial?

Ler em locais com pouca luminosidade está longe de piorar doenças como miopia, hipermetropia, astigmatismo etc., tampouco “forçar a vista”. O que pode acontecer, segundo Osmar Assae, é a fadiga, ou seja, sensação de cansaço dos olhos, já que é preciso força-los mais para enxergar.

“O que se recomenda é apenas não permanecer muito tempo com o foco de visãoem um mesmo objeto próximo, já que isso causa dor de cabeça e sensação de baixa visão”, aconselha o oftalmologista. “O ideal é fazer pequenas pausas durante a leitura.”

Tablets deixam a vista cansada?

Ler em tablets (como iPad) também não pode ser considerado um mau hábito, pelo contrário: o oftalmologista Osmar Assae vê esses gadgets como aliados da boa leitura, já que a função “zoom” permite aumentar as letras, o que confere melhor visualização, além da possibilidade de ajustar a iluminação ao seu conforto.

Leitura - Getty Images
Leitura

É importante lembrar, apenas, de fazer pequenas pausas, já que o esforço repetitivo para visualizar imagens em curta e média distância causa o ressecamento da vista. Uma pessoa pisca os olhos, em média, 20 vezes por minuto, enquanto em frente ao eletrônico pisca apenas de seis a sete vezes.

Leitura na praia é permitida?

A luz da praia exige mais cuidados. Essa luminosidade excessiva, segundo o oftalmologista Wagner Ghirelli, pode gerar degenerações na retina, . Por isso, a leitura exige óculos escuros ou, pelo menos, um boné para proteger os olhos da luz intensa.

Crianças precisam de cuidados ao ler?

Para os pequenos, ficar muito próximo ao livro (ou da televisão, computador etc.) pode levar ao desenvolvimento de miopia, que se acentua conforme o hábito perdura. “Isso faz com que o olho tenha um crescimento maior do que deveria ter pelo fato dela ler muito de perto”, esclarece Wagner Ghirelli. Mas esse risco só vale para crianças. Em adultos, ler com o livro muito perto pode causar, no máximo, desconforto.

Para uma boa leitura

Mais do que se preocupar com boatos, é preciso prestar atenção em pequenas atitudes que, com certeza, garantirão maior conforto durante a leitura:

– Independente de ser livro, tablet etc., o objeto deve ficar a, aproximadamente, 40 cm de distância dos olhos, com luminosidade adequada (determinada pela sensação de conforto ao ler);

– O objeto de leitura deve ficar sempre abaixo dos olhos, nada de deitar na cama e colocar o livro acima deles;

– A iluminação é importante aliada de leitura e não pode incomodar a visão, seja pela falta ou pelo excesso. Embora o conforto seja relativo, Osmar Assae recomenda uma lâmpada de 60w, que deve fornecer iluminação suficiente.

minhavida

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Estudantes paraibanos têm deficiência de leitura e escrita

LeituraSabe ler, mas não compreende. Escreve, mas comete erros básicos de ortografia. A dificuldade na leitura e escrita parece ser um problema universal na educação do país e na Paraíba também. O fato de estar matriculado ou de frequentar rigorosamente as aulas não significa dizer que o estudante sabe ler e escrever como deveria; chegar ao ensino superior também não. Essa deficiência é tema da segunda reportagem da série ‘Educação em Pauta’, produzida pelo JORNAL DA PARAÍBA e pelos demais veículos da Rede Paraíba de Comunicação.

No resultado da Prova Brasil 2011, a Paraíba obteve resultados preocupantes: apenas 23% dos alunos tiveram aprendizado adequado na leitura e interpretação. Participaram da avaliação 35.646 estudantes, dos quais apenas 4% conseguiram um desempenho avançado, superando as expectativas. Outros 31% tiveram aprendizado insuficiente, segundo dados do Qedu, com base na Prova Brasil 2011.

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O gerente de conteúdo do Todos pela Educação, Ricardo Falzetta, disse que o problema começa com a alfabetização inadequada que os estudantes recebem nos primeiros anos de estudo. “É preciso resolver o problema da alfabetização das crianças, pois se não for assim, sempre vamos ter uma turma analfabeta saindo da escola”, declarou. Até os 8 anos, todas as crianças devem ser alfabetizadas (matriculadas no 3° ano do ensino fundamental e sabendo ler e escrever).

Segundo Falzetta, não existe solução mágica para melhorar esse cenário, sem passar pela formação de professores. “A alfabetização das crianças não pode ser considerada uma simples decodificação da língua, é preciso proporcionar a visão crítica, entender os usos sociais da língua. As crianças precisam entender o que elas estão lendo e escrevendo”, declarou.

Ele disse que discorda do pensamento que afirma que a internet e as redes sociais prejudicam o aprendizado, sobretudo à leitura e escrita. “Se for bem aproveitado por um professor, a internet só tem a enriquecer”, explicou. Falzetta criticou o fato de que as crianças têm pouco acesso a livros de qualidade. “O processo começa na educação infantil, as crianças precisam ser colocadas em contato com o mundo da escrita”, pontuou.

Para o especialista, o que falta mesmo é o acesso ao texto de qualidade, aos clássicos da literatura, de preferência. “Faltam bibliotecas nas escolas, ou se tem livros, não são usados”, comentou Falzetta. “É preciso fazer uma formação que leve em conta a didática, e não priorizar metodologias ultrapassadas, com cartilhas que não servem para nada”, destacou.

Ter um espaço disponível para a leitura nas escolas é essencial, segundo os especialistas em educação. Mas na Paraíba, apenas 24% das escolas de educação básica (do total de 5.740) possuem bibliotecas. O percentual corresponde a 1.3281 instituições de ensino. A sala para leitura, também defendida pelos professores, só existe em 21% das escolas. Em João Pessoa há bibliotecas em 60% das escolas; em Campina Grande o ambiente existe em 46% das unidades de ensino.

A diretora Abigail Niedja Sá, da Escola Municipal Aruanda, no bairro dos Bancários, na capital, disse que considera a biblioteca fundamental no processo da leitura. Segundo ela, a escola tem um bom acervo de livros e é bastante visitada pelos alunos que têm gosto pela leitura. “A biblioteca tem o objetivo de despertar o prazer da leitura nos estudantes. Muitos fazem empréstimos com frequência, outros, infelizmente, não demonstram tanto interesse”, afirmou Abigail. Segundo ela, os professores incentivam a leitura, levando os alunos para a biblioteca e pedindo resumos e fichamentos.

A diretora, que é pedagoga, afirmou que o ambiente familiar tem muita influência na leitura. “Se os pais gostam de ler e incentivam a leitura, é mais fácil para a criança gostar também.

Quando isso não acontece, fica complicado para a escola fazer esse papel sozinha. Uma coisa é consequência da outra”, explicou Abigail.

 

 

Atividades escolares estimulam o gosto e hábito pela leitura

leitura“Não há fórmula mágica para fazer o aluno aprender mais rapidamente; cada aluno ou turma tem a própria trajetória. Ou seja, seu próprio tempo.” A opinião é da professora Andrea Job de Souza, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Guilherme Hildebrand, no município gaúcho de Santa Cruz do Sul. Para ela, que está no magistério há sete anos, a maior dificuldade de aprendizagem apresentada pelos estudantes está na apropriação da escrita e da leitura.

“Em 2014, as principais dificuldades também têm recaído na aquisição de uma leitura fluente e na escrita correta das palavras”, diz Andrea. Segundo a educadora, o primeiro passo é estimular a capacidade de aprender de cada um, além de valorizar e incentivar cada avanço dos alunos.

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À frente de uma turma de terceiro ano e de outra de reforço escolar, Andrea ressalta que o desenvolvimento de projetos que envolvem o hábito da leitura em sala de aula tem trazido avanços satisfatórios à prática pedagógica.

“Diariamente, proporciono um espaço para que isso aconteça de maneira prazerosa e se desenvolva o gosto pela leitura”, destaca a professora, que tem formação em pedagogia e pós-graduação em educação infantil.

Seu esforço é para que os estudantes percebam que cada letra e cada sílaba representam um som e que cada palavra faz parte de um contexto e pode contar uma história.

O planejamento deste ano inclui trabalhar passo a passo, a partir do que ela conhece dos alunos, para ampliar os conhecimentos e flexionar atividades e conteúdos de acordo com as dificuldades por eles apresentadas.

Andrea teve um aluno diagnosticado com dislexia, em 2013. Então, durante todo o ano, ela trabalhou com o som que cada letra e cada sílaba faziam quando se juntavam, associando sempre som e imagem.

“A maior barreira superada por aquele aluno tinha relação com a autoconfiança em sua capacidade de ler”, analisa. Assim, à medida que adquiria mais confiança em si mesmo e na professora, o estudante controlava o nervosismo e a ansiedade que demonstrava inicialmente.

A partir dos bons resultados obtidos com esse aluno, a professora resolveu dar ênfase, com a turma deste ano, à realização de trabalhos diferentes e ao atendimento diário, na mesa de cada estudante, a fim de acompanhar o processo de desenvolvimento das atividades.

Avaliação

Supervisora escolar na mesma instituição de ensino, Mara Núbia Sandim revela que os principais problemas de aprendizagem detectados entre os alunos, embora haja alguns casos de dislexia, são o déficit de atenção e a hiperatividade.

De acordo com Mara, os professores são orientados a planejar atividades diferentes e a realizar avaliação flexível, com exercícios variados, testes escritos e orais e trabalhos específicos para cada problema de aprendizagem.

“A escola procura sempre atender o aluno em suas necessidades de aprendizagem e, quando há professores com carga horária disponível, é organizado reforço pedagógico no turno contrário ao das aulas”, salienta.

Caso detecte algum problema de aprendizagem, o professor é orientado a encaminhá-lo à supervisão pedagógica, que o analisa com a área de orientação educacional.

Os aspectos nos quais o aluno apresenta dificuldades são discutidos para a elaboração de estratégias de atendimento, com a realização de atividades diversificadas em sala de aula. “A família é chamada, pois muitas vezes desconhece o problema”, diz Mara.

Quando se percebe que o estudante precisa de atendimento especializado, o caso é encaminhado à Secretaria de Educação e Cultura do município para que seja programado atendimento com equipe multiprofissional, composta por psicólogo, psicopedagogo e educador especial. “Em alguns casos, a família é orientada a encaminhar o estudante ao neuropediatra.”

Mara ressalta, entretanto, que em muitos casos esses profissionais não mantêm contato com a escola. Portanto, a instituição fica sem diagnóstico ou retorno da avaliação. Dessa forma, sem tomar conhecimento do problema, o professor acaba impossibilitado de planejar uma intervenção pedagógica adequada a cada caso.

Há 25 anos no magistério e há oito na função de supervisora escolar na rede municipal de ensino, Mara tem pós- graduação em supervisão escolar e psicopedagogia.

Fonte:
Portal do Professor

Pedro Gabriel, de 6 anos, lança livro na Livraria Leitura neste sábado

Panfleto lancamento de livroPedro Gabriel é uma criança de 6 anos que desde cedo demonstrou talento para as artes. Sempre mostrou muita habilidade para escrita e desenho. A partir dos 3 anos, seus pais, os médicos Edivaldo e Amira Medeiros, começaram a guardar os desenhos feitos por ele, ao perceberem a sensibilidade que o menino tinha para expressar seus sentimentos de criança. Esses guardados agora estão nas páginas de um livro, que será lançado no próximo sábado, dia 7 de junho, às 16h, na Livraria Leitura, no Shopping Manaíra, em João Pessoa.

Pedro Gabriel fez 6 anos no dia 29 de maio e é aluno do 1º ano da Educação Infantil no Geo Sul. Seus pais começaram a perceber seu talento quando ele desenhava os super-heróis, com uma riqueza de detalhes impressionante para a idade. A partir daí eles estimularam que ele continuasse a desenhar e passaram a colecionar as figuras.

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O menino tem desenhos sobre sua família, sobre a natureza, sobre os super-heróis e sobre outros personagens fictícios que ele mesmo criou. É uma criança que gosta de assistir filmes, desenhar, ouvir histórias e criar suas próprias histórias de guerra entre o bem e o mal.

“Acho incrível como ele cria rapidamente o desenho. Em poucos minutos ele faz aparecer uma imagem e torna real algo que estava em seu imaginário. Tem um desenho da família de ursos que acho lindo como ele expressou o papai urso com seu filhinho no colo. Acho perfeito o desenho dos ninjas, o da praia que tem um personagem tomando água de coco embaixo do guarda-sol”, fala orgulhosa a mãe Amira Medeiros.

Ela conta que Pedro nunca fez aula de desenho, e tudo que ele criou partiu de sua percepção. “O mais lindo não é analisar seus desenhos sob o ponto de vista técnico, mas sobretudo perceber os detalhes que ele expressa, principalmente por ser uma criança pequena. Adoro quando ele mesmo conta a história de cada desenho, com uma riqueza imensa de detalhes. Pensamos depois em colocá-lo para estudar desenho quando ele mesmo quiser” , revelou.

A médica Amira Medeiros disse que tanto ela como o marido, o também médico Edivaldo Medeiros, acham que este talento deve ser valorizado e a proposta do livro foi justamente de eternizar esta fase tão linda da infância. “O texto é bem leve e faz parte do universo infantil. Aqueles pais que gostam de contar histórias para seus filhos vão poder aproveitar muito, até porque é um livro de criança feito por uma criança real”, argumentou.

 

Contatos:

Pais de Pedro Gabriel: Amira Medeiros (8896-7466 e 9982-7825) e Edivaldo Medeiros (8804-8771)

Email: amiramedeiros@gmail.com

 

Assessoria

Governo do Estado desenvolve ressocialização através da leitura nos presídios

leitura“Ressocialização pela leitura”. Este é título do projeto que a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) desenvolve, que permite que reeducandos possam remir a pena através da leitura, conforme portaria editada pela Corregedoria do Tribunal de Justiça da Paraíba. Para a remissão da pena, o preso tem um mês para fazer a leitura do livro e devolvê-lo, podendo então ele ou seu advogado, requerer a aferição do conhecimento que o leitor adquiriu, numa espécie de prova oral ou relatório que é submetido a uma comissão para avaliação e deferimento ou não dos dias a serem diminuídos da pena, pelo Juiz da Execução Penal.

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Segundo o secretário de Administração Penitenciária, Wallber Virgolino, mais de 10 mil livros já foram doados para as bibliotecas que funcionam em unidades prisionais da Paraíba. Para ele, os livros são uma das formas de ajudar a instruir os reeducandos nos presídios. “A leitura, além de minorar a ansiedade comum a uma casa de detenção, possibilita ao indivíduo, a oportunidade de adquirir conhecimento, e consequentemente, abrir novos horizontes para uma mudança de vida e de mentalidade”.

Na Paraíba, cerca de 80 por cento das unidades prisionais possuem bibliotecas. Os livros foram doados por instituições de ensinos do Estado, entre elas, a Cesrei, em Campina Grande que, doou 600 livros da área jurídica que estão no Complexo do Serrotão.

Diversidade – Entre as doações estão paradidáticos, de filosofia e religião. Somam-se ainda a este volume, livros utilizados nas atividades de ensino prisional: matemática, ciências e língua portuguesa, inclusive de literatura. Wallber lembra que não pode ser doado livro de caráter técnico, a exemplo de manuais cujos conteúdos possam colocar em risco a segurança prisional.

Considerada como vitrine do Projeto “Ressocialização pela Leitura” o Presídio do Serrotão possui um Campus Avançado. Outros exemplos de implantação de bibliotecas estão, as Penitenciárias de Segurança Média Hitler Cantalice, Segurança Máxima Geraldo Beltrão, e as Penitenciárias Femininas de João Pessoa e Campina Grande.

Em 2013 várias ações foram realizadas para a expansão do Projeto. Em abril, o secretário Wallber Virgolino assinou convênio com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) para a implantação de projetos de ressociação de apenados em Campina Grande. Esse convênio beneficia todo o Complexo Penitenciário do Serrotão composto pelo presídio Feminino, Penitenciária Padrão de Campina Grande (para presos provisórios) e a Penitenciária Raymundo Asfora (Serrotão), destinada aos presos que cumprem pena em regime fechado.

No mês de maio, o governador Ricardo Coutinho inaugurou a Biblioteca do Presídio Padrão de Catolé do Rocha. Para o estabelecimento prisional, inicialmente, foram entregues mais de 1.400 livros doados pela sociedade civil da cidade, na campanha organizada pelo Rotary Club. O espaço foi planejado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Administração Penitenciária, em parceria com o Poder Judiciário.

Naquela ocasião, Ricardo destacou a importância de humanizar o sistema prisional paraibano. “Ressocialização significa ação, não é só o discurso, e dentro deste contexto, trazer a palavra escrita, livros, artesanato, e diversas outras portas é algo muito significativo no processo de ressocializar”.

Objetivo – O foco do projeto é fortalecer a educação e a cultura prisional, que são eixos da Gerência de Ressocialização, que tem a frente a educadora Zioelma Maia. O apenado pode ter acesso ao livro fazendo o cadastro na unidade penal onde está custodiado. Via de regra ele solicita ao chefe de disciplina da unidade, que encaminha o pleito à Direção, disponibilizando os títulos, mediante empréstimo e devolução.

Este projeto não avançaria sem parceiros. Sem citar nomes para não ser injusta, a Secretaria de Administração Penitenciária tem recebido doações de muitas universidades e entidade religiosas.

Serviço – Quem quiser doar livros pode procurar a Secretaria de Administração Penitenciária, que funciona no Bloco 2, no Centro Administrativo Estadual de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 18h e se dirigir ao setor de ressocialização de presos, localizado no 5º andar do órgão e procurar Ziza Maia.

Todas as unidades prisionais também estão orientadas a receber a doação de livros e implantar bibliotecas, visando dinamizar o projeto “ressocialização pela leitura”.

Assessoria

Prefeitura Municipal de Remígio promove Dia de Leitura na Lagoa Parque em comemoração ao Dia Nacional de Alfabetização

leituraA Prefeitura Municipal de Remígio, através da Secretaria de Educação promoveu nesta quinta-feira (14/11), um dia de Leitura na Lagoa Parque, em comemoração ao Dia Nacional de Alfabetização.  A data é importante, pois faz relembrar quão importante é a Educação para o nosso Brasil. O dia 14 de novembro foi escolhido por ser a mesma data de criação do antigo Ministério da Educação e Saúde Pública, em que uma das metas era promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.

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Em Remígio, a data marcou o início da campanha para arrecadação de livros para criação de uma biblioteca Municipal. O Prefeito Chió esteve presente ao evento ao lado do Vice – prefeito André do Sesp, e parabenizaram os educadores pelos trabalhos realizados: “Estão todos de Parabéns. Muito lindo os trabalhos, e percebemos no olhar de cada criança a felicidade e a alegria de fazer parte deste evento” – comentou o Prefeito.

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O Secretário de Educação do município José Nilson Almeida, falou que esta iniciativa faz parte da campanha para erradicar o analfabetismo em nosso município: “Quando assumimos o governo no início do ano, Remígio tinha 30% de analfabetos, e nossa meta é reduzir a zero” – falou o Secretário.

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Participaram do evento todas as escolas da rede municipal de ensino, além de escolas particulares. Foram montadas barracas no espaço da Lagoa Parque, e as escolas fizeram  apresentações ao público de seus trabalhos de incentivo à leitura.DSC_0582

SECOME PMR

Secretario de Educação, Wolfhagon Costa, fala sobre I Semana Municipal de Incentivo a Leitura em Solânea

ofinhoEm entrevista nas principais emissoras de Radio do Brejo paraibano, o Secretario de Educação , Wolfhagon Costa, explanou como acontecera a I Semana Municipal de Incentivo a Leitura em Solânea. O mesmo afirmou que este evento ocorrera durante praticamente toda a semana, no período de 16 a 19 de Setembro, no Cine Teatro Municipal. Dentre os tópicos abordados destacou o Projeto Livro Viajante, o Aulão pré vestibular e o lançamento de livros.

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Wolfhagon Costa disse ainda, que este projeto tem o total apoio da Prefeitura Municipal de Solânea, onde o prefeito Beto do Brasil, não mede esforços no sentido de ampliar cada vez mais, acoes que culminem no melhoramento da educação municipal.

Fonte: Prof. Gederlandio A. Santos

Centro Social Urbano de Sapé realiza sarau poético e ganha corredor da leitura

 
O Centro Social Urbano Augusto dos Anjos, localizado em Sapé, realiza nesta quinta-feira (20) um final de tarde festivo para a comunidade. Haverá homenagem a Augusto dos Anjos com a exibição de um documentário sobre a vida e obra do poeta. Entre as atrações, a programação ainda prevê um sarau poético e apresentações artísticas. A expectativa dos organizadores do evento é que mais de 200 pessoas participem das atividades.
Na ocasião, também será inaugurado o corredor da leitura com um acervo de cerca de 500 livros. O CSU de Sapé continuará recebendo livros de doação para compor o acervo que servirá para toda comunidade.
Na Paraíba, existem 16 Centros Sociais Urbanos (CSUs), espaços vinculados à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh) que oferecem cursos profissionalizantes, atividades culturais, práticas esportivas para crianças e adolescentes. Nos Centros também são realizados os grupos de idosos, com atividades voltadas para as pessoas com 60 anos ou mais.
Melhorias – Recentemente, a Sedh realizou reforma nos CSUs em um investimento de mais de R$ 2 milhões. Um exemplo é o próprio CSU Augusto dos Anjos, que existe desde a década de 70. O local foi totalmente recuperado para atender à população.
Entre as metas da Sedh para 2013, por meio da coordenação estadual dos CSUs, está a realização de ações de cidadania voltadas à comunidade, com incentivo à cultura e a vocação artística de cada localidade.

Secom/Pb para o Focando a Notícia