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Padres paraibanos lançam manifesto contra o ‘golpe’

PADRE_DJACY_BRASILEIROUm grupo de padres paraibanos, liderados por Djacy Brasileiro (foto), lançaram recentemente um manifesto contra o suposto golpe contra o PT e o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Além de Djacy, também assinam o documento: Antônio Maria, Alex Victor Cauchi, Waldemir Santana, Gedeon Oliveira, Hélio Rosa e Paulo Cabral.

No abaixo-assinado, os padres dizem que em comunhão com a CNBB (Conferncia Nocional dos Bispos do Brasil), dizem que defendem o estado democrático de direito.

“Petistas ou não, se forem corruptos precisam ser julgados e, se condenados, punidos. Contudo o que assistimos é uma execração pública e desrespeitosa dirigida a lideranças respeitadas internacionalmente e legitimamente eleitas pela maioria dos brasileiros, em oposição a corruptos publicamente comprovados que continuam blindados pela mesma força política e pelo aparato estatal que pede a punição antecipada de Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousself”, diz a nota.

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“O momento é grave e o problema é muito mais sério do que a maioria da população, informada apenas pela Rede Globo, consegue imaginar. A elite burguesa, branca e historicamente corrupta deste país não está preocupada em acabar com o instrumento que tão bem ela mesma criou para governar e manter-se no poder (a corrupção institucionalizada). Ela está desesperada frente a possibilidade de perder espaço de poder”, acrescenta.

Confira o manifesto na integra abaixo:

MANIFESTO DOS PADRES PARAIBANOS “CONTRA O GOLPE, A FAVOR E EM DEFESA DO ESTADO DE DIREITO E DEMOCRÁTICO”

Nós abaixo-assinado, e, em comunhão com a CNBB (Conferncia Nocional dos Bispos do Brasil), sacerdotes e servos do povo de Deus, na Arquidiocese da Paraíba, diante do momento histórico que estamos vivendo entendemos ser parte da nossa missão profética, um posicionamento claro e público a favor do direito democrático, da ordem social e política ameaçada surpreendentemente por autoridades e lideranças que têm o dever de defendê-la.

Lembramo-nos do canto do Pe. João Carlos que por tantos anos embalou a missão da igreja de base nos campos e periferias deste imenso país. Parece-nos que hoje, mais do que nunca ele é atual e precisa ser novamente cantado pelo povo de Deus, fortalecendo e renovando a mística em defesa da Vida, dos empobrecidos e injustiçados!

“Senhor, como vive esse povo sofredor,
Lutando pra afirmar o seu valor.
Quem devia governar se aproveitou,
Quem devia denunciar esmoreceu,
Quem devia reclamar se omitiu,
Quem devia censurar, abençoou…”(…)

Com este canto afirmamos nosso posicionamento contra toda a corrupção e exploração alimentadas pela lógica capitalista e neoliberal. Mas afirmamos que o justo enfrentamento e combate à corrupção não é celetista nem manipulável.
Quando acompanhamos a denuncia unilateral e personalista dos “corruptos petistas”, nos perguntamos pelos autores da histórica corrupção neste país. O engodo de que a corrupção tem CNPJ declarado, CPF e residência, é um engodo diante do qual não podemos nos calar.

Petistas ou não, se forem corruptos precisam ser julgados e, se condenados, punidos. Contudo o que assistimos é uma execração pública e desrespeitosa dirigida a lideranças respeitadas internacionalmente e legitimamente eleitas pela maioria dos brasileiros, em oposição a corruptos publicamente comprovados que continuam blindados pela mesma força política e pelo aparato estatal que pede a punição antecipada de Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousself.

O momento é grave e o problema é muito mais sério do que a maioria da população, informada apenas pela Rede Globo, consegue imaginar. A elite burguesa, branca e historicamente corrupta deste país não está preocupada em acabar com o instrumento que tão bem ela mesma criou para governar e manter-se no poder (a corrupção institucionalizada). Ela está desesperada frente a possibilidade de perder espaço de poder.

Diante disso DENUNCIAMOS O GOLPE FASCISTA e ANUNCIAMOS NOSSO IRRESTRITO APOIO À LUTA E RESISTENCIA POPULAR, protagonizada pelos movimentos e organizações sociais populares, pelos sindicatos e partidos que historicamente sempre estiveram na defesa de um projeto popular neste país. Deste modo assinamos e assumimos nosso compromisso com o processo democrático Brasileiro:

Pe. Waldemir Santana.
Pe. Gedeon Oliveira.
Pe. Alex Victor Cauchi.
Pe. Hélio Rosa.
Pe. Paulo Cabral.
Escola de Fé e Política.
Pe. Djacy Brasileiro.
Pe. Antônio Maria.

MaisPB

PSB e Rede lançam diretrizes do programa de governo

marina-eduardo camposO presidente Nacional do PSB, governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a fundadora da Rede Sustentabilidade, ex-senadora Marina Silva, lançam na terça-feira, 04 de fevereiro, em Brasília, as diretrizes para o programa de governo da aliança programática PSB-REDE.

O evento será realizado no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, às 10 horas. E será transmitido ao vivo pela TV João Mangabeira: www.tvjoaomangabeira.com.br , site do PSB 40 Nacional: www.psb40.org.br e site da Rede Sustentabilidade:www.redesustentabilidade.org.br.

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As diretrizes foram elaboradas com a participação da sociedade, por meio da plataforma digital Mudando o Brasil, lançada em novembro de 2013. Os internautas puderam debater e fazer sugestões ao conteúdo programático construído em conjunto por dirigentes, políticos e militantes do PSB e da REDE desde 28 de outubro. Ao todo, foram mais de 1.700 contribuições.

SERVIÇO Evento: Lançamento das Diretrizes do Programa de Governo PSB-REDE Data: 04 de fevereiro (terça-feira) Hora: 10h Local: Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados, Brasília-DF

 

Assessoria do PSB

Deputados se rebelam e lançam chapa para enfrentar Maranhão na disputa pelo diretório do PMDB

Surpreendidos pela convocação para eleição do novo diretório do PMDB, no próximo dia 26, em que Os grupos liderados prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital e José Maranhão, resolveram antecipar a disputa e lançaram Maranhão como candidato a presidente do PMDB, alguns deputados se rebelaram e lançaram na noite desta sexta-feira, uma nova chapa.
A chapa lançada tem o ex-deputado federal, Wilson Santiago, candidato apresidente, tendo como companheiro de chapa, o também deputado federal Manoel Junior.
O racha ficou conformado no partido. Os dissidentes não quiseram se pronunciar. A chapa foi conformada pelo deputado Trócolli Junior, que defendeu a pacificação.
João Costa

Entidades sociais lançam campanha para discutir nova lei de comunicações

Com o objetivo de discutir a proposta de uma lei geral para as comunicações no Brasil, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) encabeça a campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”.
A mobilização é fruto da I Conferência Nacional de Comunicação, ocorrida em 2009. O FNDC junto com diversas entidades afirma que tem como objetivo resgatar o debate sobre o projeto deixado pelo ministro Franklin Martins e que, segundo o próprio FNDC, está abandonado.

Divulgação
Renata Mielli
Renata Mielli, coordenadora de comunicação do FNDC, explica à IMPRENSA o teor da campanha: debater uma lei de comunicação no Brasil e crítica os meios que impedem o debate junto à sociedade alegando censura.
IMPRENSA – Como surgiu a campanha encabeçada pelo FNDC?
Renata Mielli – A campanha já existe há algum tempo. Ela surgiu da iniciativa de várias entidades que participaram da Confecom e continuaram se organizando para apontar a necessidade de uma ação coletiva e mais contundente com o objetivo de pressionar o governo para colocar em debate uma nova lei de comunicações. Já no governo Dilma, assim que o ministro Paulo Bernardo assumiu a pauta das Telecomunicações, disse que precisava estudar melhor o anteprojeto deixado pelo Franklin Martins.
Mas o governo está disposto a retomar o projeto?
O que disseram foi que iriam fazer uma consulta pública na forma de pergunta. Nesse meio tempo, o FNDC definiu, na plenária de dezembro de 2011, que sua principal agenda política seria fazer uma campanha para o novo marco regulatório. Esse grupo, composto por 9 entidades, convocou para 4 de maio um seminário e encaminhou para uma série de entidades a proposta de uma nova lei.
Qual o principal teor dessa campanha?
Eu devolvo a pergunta com outra pergunta. Como é que pode um país que, em 27 de agosto, completou 50 anos de uma lei que rege os serviços de comunicação (Código Brasileiro de Telecomunicações), não tem isso como pauta em nenhum meio de comunicação? Uma lei de 50 anos. O Brasil andou na contramão de que todos os outros países do mundo. Quando o CBT nasceu, era uma lei convergente num mundo não convergente, hoje que vivemos em um mundo convergente optaram por separar o tratamento dado à telefonia da radiodifusão.
O que está por trás disso?
Um setor econômico que, por medo de ver atingido seus interesses econômicos e até políticos, tenta interditar a discussão sobre o que é interesse da sociedade.
O argumento de que a nova lei representa “censura” atrapalha a discussão?
Quando falamos que é necessária uma nova regra, não falamos de censura. Uma nova regulação não significa cercear. A comunicação, além de ser um direito como educação, saúde e moradia não é vista desta forma. Pelo contrário, ela está entremeada com interesses econômicos que, inclusive precisa de regras. As empresas que hoje se beneficiam de uma lei ultrapassada e desvinculada do atual cenário internacional tentam dificultar a discussão. Sempre alegam que, quem quer discutir a regulação da comunicação quer instalar a censura. Com isso, o discurso fica empobrecido e não avança.
Os grandes meios dificultam a discussão deste tema?
Os próprios meios, além de boicotar em mídia espontânea, boicotam inclusive em mídia comprada. A sociedade perde porque deixamos de ter pluralidade e diversidade de informação. Hoje, as mesmas empresas e conglomerados econômicos que possuem concessão de TV aberta, também têm concessão de rádio, jornais, revistas e empresas que fazem a distribuição. O que chega às pessoas carece de outros pontos de vista, o debate deixa de ser diferenciado.
Os meios deixam de discutir pautas importantes para a sociedade?
Existem milhares de acontecimentos e fatos que não chegam a tornar-se notícia. São de interesse da sociedade, mas não estão nos jornais. Não queremos mudar a pauta dos grandes veículos, mas queremos discutir a concessão. São as mesmas empresas que têm suas concessões renovadas automaticamente sendo a televisão um bem público.
O ministro Paulo Bernardo disse que era mais fácil fazer um impeachment do que cassar uma concessão. Com base nisso, o tema não estaria emperrado, ou falta vontade do governo?
O tema fica emperrado porque os meios detêm a concessão e interditam o debate gerando desinformação. Se você for pra rua perguntar para as pessoas, muitas delas não têm ideia de que as emissoras de televisão exploram uma concessão pública, um espaço público. A população não sabe qual a diferença de uma coisa para a outra. Existem emissoras que estão com concessões vencidas, dividas trabalhistas enormes e nada acontece. O problema é que quando tentamos discutir o assunto cria-se a falsa imagem de censura.
portalimprensa

Centrais lançam Jornal do Trabalhador para atingir as massas

 

A partir de agosto, a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical, União Geral de Trabalhadores (UGT) e Nova Central irão levar às ruas o “Jornal do Trabalhador”, publicação bimestral que será distribuída gratuitamente em todos os estados brasileiros, com o objetivo de aproximar as quatro centrais sindicais da classe trabalhadora.

Em maio, as centrais já haviam publicado uma versão especial do periódico, dedicada à pauta do Dia do Trabalhador. Consolidado o formato, a cada dois meses uma nova edição será produzida.

Para o secretário de Imprensa e Comunicação da CTB, Eduardo Navarro, o jornal será um importante instrumento para promover o debate sobre o mundo do trabalho junto a diferentes categorias profissionais.

“Ao somarmos esforços, teremos condições de produzir um material que atingirá o peão no chão de fábrica, o bancário, o atendente de telemarketing, o homem do campo, os servidores públicos e todas as categorias”, defende o dirigente, procurando destacar a tiragem de 500 mil exemplares como um importante trunfo para o sindicalismo brasileiro.

Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, o novo jornal é mais uma demonstração da unidade de luta das centrais sindicais. “Temos uma pauta bem definida, que precisa ser cada vez mais divulgada por toda a sociedade”, afirmou.

Com a publicação do “Jornal do Trabalhador”, a “Tribuna Sindical”, produzida pela CTB, deixará de ter circulação mensal e passará a ser distribuída a cada dois meses. Seu próximo número sairá em setembro.

Clique aqui para ler o “Jornal do Trabalhador”

Fonte: CTB

Organizações lançam petição pelo fim da Polícia Militar

A Rede Nacional de Familiares e Amigos de Vítimas da Violência do Estado lançou uma petição pública no domingo (29) pela desmilitarização das polícias do Brasil. Após atingir mil assinaturas, a petição será encaminhada à Presidência da República, ao Congresso Nacional, ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).  Para assinar clique aqui.

O pedido é uma reivindicação histórica dos movimentos, e a campanha é um desdobramento da audiência pública realizada na quinta-feira (26), em que entidades de direitos humanos, movimentos sociais e membros do Ministério Público Federal exigiram o fim da Polícia Militar e apoiaram o pedido do Procurador Federal da República, Matheus Baraldi, de afastamento do comando da corporação do Estado de São Paulo.

Recentemente, o Conselho de Direitos Humanos da ONU também recomendou explicitamente que o Brasil trate de “combater a atividade dos ‘esquadrões da morte’ e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de numerosas execuções extrajudiciais”.

Carta à Presidenta

O movimento Mães de Maio junto com a Rede Nacional de Familiares e Amigos de Vítimas da Violência do Estado protocolou na quarta-feira (25), em Brasília, uma carta à presidenta Dilma Rousseff, cobrando 15 medidas que, há seis anos, não saem do papel, dentre elas o acompanhamento federal jurídico e político do crescimento da violência no Estado.

Também pedem um parecer sobre a federalização dos crimes de maio de 2006, abolição dos registros de casos de “resistência seguida de morte” nos inquéritos policiais, tidos como inconstitucionais, e a criação de uma Comissão da Verdade para crimes policiais praticados na democracia.

Em nota, o movimento diz que aguarda a confirmação da Presidência da República sobre a data para a Rede Nacional discutir uma política nacional para os familiares de vítimas do Estado Democrático.

Aumento de homicídios

Pela quarta vez consecutiva, os homicídios aumentaram em São Paulo, contradizendo o governador Geraldo Alckmin que disse em entrevista na terça-feira (23) que os indicadores da criminalidade “iriam cair”.

De acordo com as estatísticas divulgadas na quarta-feira (24) pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o aumento foi de 22% em relação ao mesmo período de 2011. Com uma média de 14 mortes por dia, junho foi o período mais violento nos últimos 18 meses, com 134 mortes – aumento de 47% – contra 90 em junho do ano passado.

Segundo a Ouvidoria da Polícia Militar, só a Rota – Ronda Ostensiva Tobias Aguiar – matou 48 pessoas apenas no primeiro semestre na capital paulista. Em comparação com o mesmo período em 2010, os homicídios subiram mais de 100%.

Ao longo dos últimos 30 anos, mais de 1 milhão de pessoas foram assassinadas no país. No período “democrático” brasileiro houve um aumento de 127% no número de homicídios anuais, dos quais as vítimas, em sua maioria, são jovens pobres e negros, conforme demonstram as estatísticas do Mapa da Violência 2012.

brasildefato