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Laboratório clandestino movimentava R$ 2 mi com drogas na PB

Um laboratório clandestino usado para o refino de drogas foi descoberto na manhã desta sexta-feira (2) durante ação das Polícias Militar e Civil, no sítio Poço dos Cachorros, na cidade de Manaíra, no interior da Paraíba. Duas pessoas foram presas. Segundo investigações da polícia, os criminosos movimentavam cerca de R$ 2 milhões por mês com o material ilícito produzido no local.

No local ainda foram apreendidos grande quantidade do entorpecentes, avaliada em R$ 200 mil, além de dezenas de munições para armas de fogo e duas mil plantas de maconha.

Polícia encontrou duas mil plantas de maconha sendo cultivadas (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Segundo o delegado da Policia Civil, Cristiano Jaques, titular da Delegacia Seccional de Catole do Rocha, os presos são investigados por participar de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas. Ele acrescentou que, no laboratório clandestino, havia diversos equipamentos e acessórios para a produção de cocaína, maconha e crack.

“Após investigações e um trabalho conjunto , as Polícias Civil e Militar conseguiram chegar a esse local considerado um verdadeiro laboratório para regino de drogas. Prendemos dois suspeitos de integrar essa organização criminosa , mas as investigações irão continuar para identificarmos os demais envolvidos nesse crime”, declarou Cristiano Jaques.

 

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

portalcorreio

 

 

Com coletas na zona rural e automação de equipamentos, Laboratório Municipal tem crescimento em mais de 70% nos atendimentos em Bananeiras

Nos últimos anos, o número de atendimentos de exames laboratoriais alcançaram um crescimento significativo proporcionando benefícios e comodidade aos usuários do Sistema único de saúde em Bananeiras.

Com a implementação do Projeto Laboratório sobre rodas  em 2018, os atendimentos saíram de 17169 em 2016 para 29450 só em 2018. Um aumento de 71,53 % nesse período.

Em 2019 os número tendem a crescer ainda mais, já que entre os meses de Janeiro a Abril já foram realizados 8621 atendimentos. Em um ano de implantação do Projeto e com a automação de todo o laboratório a população só tende a ganhar com a agilidade no processo de coleta e nos resultados dos exames que agora podem ser online através do site do governo municipal.

Para Douglas Lucena poder proporcionar esses avanços na saúde em Bananeiras mostra o empenho da gestão em driblar a crise e sempre procurar apoio através de emendas e suporte em instituições que possam contribuir nas melhorias para a população.

 

Ascom-PMB

 

 

Laboratório farmacêutico era ‘remédio’ para empresários embolsarem dinheiro público

DinheiroA objetivo da operação, organizada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) foi o cumprimento dos mandatos de apreensão e de sequestro de bens no valor de R$ 2 milhões que estão em nome de três empresários. O trio está sendo acusado de desviar verbas públicas de um  convênio com a Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep) para a reestruturação do Laboratório Industrial Farmacêutico do Estado da Paraíba (Lifesa).

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O coordenador do Gaeco, promotor Otávio Paulo Neto, explicou que ontem foi a primeira etapa da operação que tinha por finalidade garantir o ressarcimento do erário público. Os bens sequestrados estão no nome do ex-presidente do Lifesa da Paraíba, Aluisio Freitas de Almeida Junior, e de dois sócios de uma gráfica potiguar, Joana D’Arc Targino Jácome e Marcos Antônio Pereira Gurguel. De início, se realizou uma investigação e foi aferido um dano material que atualizado hoje soma R$ 2 milhões.
“Nós buscamos bens para seda participação deles nesse contrato, nessa seção de crédito, que é ilegal”, comentou, destacando que R$ 1,8 milhão foi devolvido à Cinep.

Os recursos alvo de sequestro ficarão à disposição da Justiça para aprofundamento das investigações. Os carros apreendidos  ficarão no pátio do Ministério Público da Paraíba, localizado no bairro de Mangabeira, na Capital.

Seis meses para investigação

O promotor Otávio Paulo Neto informou que o Gaeco investigava o caso há seis meses após denúncia anônima de uma pessoa que se indignou com o fato. A partir disso, verificou-se a veracidade das denúncias e em seguida, coleta de dados que apontou o nome dos três envolvidos.

Na segunda etapa da investigação, ainda segundo o promotor, foi feita uma análise documental para saber como e quem de fato participou da fraude.

Nota. Em nota, a atual diretoria da Lifesa manifestou apoio ao Gaeco na Operação Ajuste na transparência de disponibilidade de informações e documentos.

“No que pese o curso das investigações, dos inquéritos, dos depoimentos e das evidências para que se tenha uma conclusão definitiva, entendemos que mediante os fatos até aqui apurados, houve uma séria lesão aos cofres públicos com postura totalmente equivocada em época anterior à atual gestão do Lifesa, com postura totalmente equivocada do então diretor-presidente deste laboratório, Aluísio Freitas de Almeida Jr”, disse a nota divulgada ontem.

Aline Martins /Correio da Paraiba

Cientistas usam impressora 3D e criam câncer em laboratório para ajudar em tratamento

cancerExiste muita esperança em torno de impressoras 3D capazes de produzir coisas com células vivas – novos órgãos para quem precisa de um transplante ou pele para vítimas de queimaduras, por exemplo. Mas agora elas estão sendo usadas com um objetivo inusitado: imprimir tumores.

A ideia é criar, em laboratório, um modelo de tumor cervical mais próximo do encontrado em pacientes. Normalmente, células cancerígenas são estudadas em placas de petri e acabam sendo modelos em 2D dos tumores. Com um modelo em 3D, cientistas podem analisar melhor o seu comportamento e ver como o câncer reage a diferentes tipos de treinamento. Quanto mais realista é o modelo, mais promissores são os tratamentos que funcionam nele.

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Ou seja: criar câncer pode ser um passo para curar câncer.

Atualmente, uma equipe internacional de cientistas trabalha no projeto – detalhado pela revista especializada IOP Science.

Galileu

MPPB inaugura laboratório contra lavagem de dinheiro nesta segunda-feira

ministerio-publico-da-paraibaO Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) foi inaugurado nesta segunda-feira (10) pelo coordenador da Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Justiça, Roberto Zaina. O LAB-LD é resultado de um Acordo de Cooperação Técnica entre o MP-PB e o Ministério da Justiça. A inauguração aconteceu no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa.

O Estado agora conta com o Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) que ficará instalado em João Pessoa. A instalação do LAB-LD é resultado de uma parceria entre a Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça (SNJ/MJ) e o Ministério Público da Paraíba (MPP). A unidade permitirá análises mais rápidas de dados e cruzamento de informações em investigações dos crimes de lavagem de dinheiro e de corrupção.

 

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Segundo informações do Ministério da Justiça, o Laboratório conta com uma estrutura de tecnologia que reúne conjunto de softwares e hardwares e permite o processamento de informação em massa. O laboratório permite gerar relatórios confiáveis, a partir de distintas bases de dados e apresenta um mapeamento de informações de movimentações financeiras, de intercâmbio entre pessoas que possam fazer parte de uma quadrilha e de indícios de lavagem de dinheiro.

 

O Ministério da Justiça será responsável pela entrega dos equipamentos (softwares e hardwares), treinamento de pessoal no manuseio das ferramentas tecnológicas e capacitação em técnicas de análise, por meio do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), da SNJ/MJ.

 

Em todo o Brasil a 20 laboratórios em funcionamento. De acordo com o Ministério da Justiça 23 devem ser instalado este ano. Nos últimos quatro anos os LAB-LD conseguiram identificar um desvio de R$ 20 bilhões proveniente de lavagem de dinheiro. Foram 1.500 casos em quatro anos.

Wagner Mariano com assessoria

Hemocentro é a única unidade de saúde pública a ter um laboratório que realiza todos os exames

 

O Hemocentro da Paraíba é a única unidade de saúde pública do país a ter um  laboratório de Testagem de Ácidos Nucleicos (NAT) que realiza todos os exames. Em pouco mais dois meses de funcionamento, o  serviço já atendeu a cerca de 6 mil doadores que passaram por exames que diagnosticam  as Hepatites  B e C e o vírus HIV I e II.  A coordenadora do Laboratório de Biologia Molecular e de Paternidade do Hemocentro, Crisemy Benício explicou que o Ministério da Saúde oferece apenas os exames de Hepatite C e HIV I.

Crisemy Benício  disse que  esse laboratório representa um avanço tecnológico e com isso o Governo do Estado está oferecendo a população paraibana um sangue de qualidade e com alto padrão de segurança.  Os exames realizados pelo NAT diminuem o risco de infecções contraídas por meio de transfusões de sangue, reduzindo de três meses para sete dias o período chamado de ‘janela imunológica’, ou seja, o prazo em que começam a aparecer no sangue manifestações clínicas de contaminação por vírus.

Para o secretário de Estado da Saúde, Waldson Dias de Souza a  inauguração  do laboratório contribuiu para devolver a credibilidade do serviço público no Estado.   “Com esse serviço, além de oferecer uma melhor qualidade do sangue ofertado, diminui os riscos de infecções como HIV e hepatites B e C”, destacou.

O laboratório de Testagem de Ácidos Nucleicos (NAT) foi inaugurado no dia 20 de junho desse ano. Com a inauguração desse serviço, o Hemocentro da Paraíba se tornou uma referência para o país. “Somos o primeiro hemocentro público a implementar esse serviço”,  destacou a diretora geral do Hemocentro, Sandra Sobreira.

Ela destacou que a  implantação do NAT na Paraíba não teria sido possível sem o apoio do Governo do Estado que, desde o início, entendeu a importância do NAT e proporcionou a conquista. “Queria destacar que o NAT é fruto de um projeto que é discutido há oito anos e só agora nessa gestão foi possível ser concretizado. Isso representa não só uma vitória para nós que fazemos parte do Hemocentro, mas também para a população”, enfatizou.

O NAT (sigla em inglês para Teste de Ácido Nucleico) diminui de três meses para sete dias o período chamado de ‘janela imunológica’, ou seja, o prazo em que começam aparecer no sangue manifestações clínicas de contaminação por vírus.

“Com o NAT a gente consegue detectar essa contaminação em sete dias, independente de manifestação clínica, pois ele pesquisa diretamente o DNA do vírus. Se o doador estiver contaminado, mesmo que ainda esteja no período de janela imunológica, sem nenhum sinal da contaminação, esse exame detecta”, explica Sandra Sobreira, destacando o diferencial desse tipo de checagem.

O Hemocentro da Paraíba recebe entre 150 e 200 doadores por dia. Em toda Hemorrede Estadual o número de doações de sangue chega a 4 mil por mês. A implementação do Laboratório NAT era um projeto que se arrastava há oito anos, não foi ser concretizado nas gestões anteriores.

Além do Hemocentro da Paraíba, localizado em João Pessoa, o Estado conta com o Hemocentro Regional, em Campina Grande, e mais 11 hemonúcleos, nas cidades de Guarabira, Itabaiana, Picuí, Monteiro, Patos, Piancó, Princesa Isabel, Itaporanga, Catolé do Rocha, Sousa e Cajazeiras. Os telefones do Hemocentro da Capital são 3218-7698/7690.



Por Paulo Cosme