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Ícaro Cássio leva a Bananeiras oficinas através da Secretaria da Juventude Estadual

Os jovens que vivem em Bananeiras tiveram a oportunidade de adquirir novos conhecimentos e aprender sobre empreendedorismo, protagonismo juvenil e geração de emprego e renda. Tudo isso através de oficinas realizadas na cidade, no último sábado (28), no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), um trabalho articulado pelo jovem Ícaro Cássio.

“Tive a oportunidade de trazer essas oficinas junto com a Secretaria da Juventude para o município de Bananeiras. Essas oficinas possuem a missão de oferecer capacitação profissional e conceder oportunidades, diminuindo a desigualdade, para que as pessoas ingressem no mercado de trabalho”, comentou.

Ícaro vem se destacando em Bananeiras por buscar meios para oferecer aos jovens da cidade diversas oportunidades de protagonismo, além de representar o município de Bananeiras em vários encontros de protagonismo juvenil na Paraíba e Rio Grande do Norte.

Redação FN

 

 

Caso Geo: Vara da Infância e Juventude marca para os dias 22 e 26 de abril audiências dos adolescentes

A linha de defesa do advogado criminalista Aécio Farias, que está à frente do caso que envolve adolescentes de classe alta de João Pessoa, cujas acusações recaem como suposto estupro praticado contra duas crianças, busca minimizar a seriedade dos fatos.  Já a Vara da Infância e Juventude marcou para os dias 22 e 26 de abril as audiências de julgamento dos quatro adolescente acusados de abuso sexual contra crianças, dentro do colégio GEO, em João Pessoa. Agora que o processo está com os acusados apreendidos, a Justiça passa a ter um prazo de 45 dias para concluir o processo e sentenciar os envolvidos.

Buscando uma celeridade no caso o Ministério Público pediu a condenação dos acusados, com aplicação da pena máxima que é o cumprimento de medida socioeducativa, por três anos. Já a defesa dos adolescentes diz que eles negam e que não há provas da autoria do crime. O ex-zelador do colégio, único adulto acusado de participar dos abusos, continua respondendo ao processo em liberdade.

Dois dos quatro adolescentes acusados de abuso sexual estão sendo assessorados juridicamente pelo advogado Aecio Farias, que disse a imprensa ontem ter certeza da inexistência de provas contra os clientes. “Os exames sexológicos foram feitos dias depois dos fatos e não depois de muito tempo, conforme foi falado na imprensa. Quando a mãe de uma das vítimas tomou conhecimento e levou o caso à polícia, os fatos estavam acontecendo. O resultado desses laudos deu negativo”, afirmou.  Na primeira audiência, marcada para o dia 22 serão ouvidas as testemunhas. No dia 26, serão ouvidas as vítimas e já deveremos conhecer a sentença”, explicou.

 

 

pbagora

 

 

São Paulo demora para acordar, vence Juventude, mas cai na Copa do Brasil

sao-pauloO São Paulo bateu o Juventude por 1 a 0 em Caxias do Sul, mas o resultado não foi suficiente para classificar o clube paulista para as quartas de final da Copa do Brasil. A vaga ficou com os donos da casa, que tinham surpreendido ao vencer a primeira partida no Morumbi por 2 a 1.

O time comandado por Ricardo Gomes demorou muito para acordar, finalizando apenas duas vezes durante todo o primeiro tempo. Foram vários sustos do Juventude, que encaixou bons ataques, principalmente com Roberson. Um gol de Rodrigo Caio aos 25 minutos da segunda etapa deu início a uma pressão são-paulina, mas foi tarde demais.

O resultado dificulta muito as aspirações de vaga na Libertadores em 2017 para o São Paulo. Agora, o foco é total no Brasileirão, onde ocupa apenas a 12ª colocação.

Quem precisava ganhar?

Com o São Paulo precisando da vitória, foi o Juventude que começou mais agressivo, acertando a trave com Roberson logo aos 11 minutos. Os paulistas só foram assustar 15 minutos depois, com uma falta perigosa de Cueva. A melhor chance tricolor foi nos pés de Rodrigo Caio, que recebeu na marca do pênalti e bateu por cima – os donos da casa ainda tiveram um gol anulado com Roberson, impedido.

Jogo não flui, meio campo truncado
O meio com Hudson, Thiago Mendes e Wesley não foi capaz de participar ativamente no ataque durante toda a primeira etapa. Wesley foi quem mais tentou, aparecendo para pedir a bola e tentando alguns passes mais agressivos, mas sem sucesso. Foram 45 minutos com o Juventude melhor, mesmo podendo até perder para ficar com a vaga.

Mudança e lesão

Para tentar reagir, Ricardo Gomes voltou do intervalo com mais um centroavante, Gilberto, no lugar de Wesley. Os planos, entretanto, foram logo mudados quando Kelvin sentiu o joelho direito e deu lugar ao jovem Luiz Araújo. Enquanto isso, quem assustou, de novo, foi o Juventude, que forçou Denis a uma bela defesa em paulada de fora da área de Roberson.

Não vai na qualidade, vai pelo alto
Se com a bola no chão o São Paulo tinha extremas dificuldades para achar chances de gols, pelo alto acabou balançando as redes. Em cruzamento de Bruno, Rodrigo Caio subiu muito bem e testou com força para as redes – 20 minutos para conseguir o segundo gol e a classificação.

 

Uol

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Sob vaias, SP perde para Juventude no Morumbi e se complica na C. do Brasil

jogoEm sua estreia na Copa do Brasil depois da participação na Libertadores, o São Paulo saiu do Morumbi com uma derrota por 2 a 1 para o Juventude. Nesta quarta-feira (24), a equipe de Ricardo Gomes sofreu para criar chances e deixou o campo sob protestos da pouca torcida presente – apenas 6.643 pessoas estiveram no estádio.

Roberson foi responsável pelos dois gols do Juventude na partida – Chávez descontou para o São Paulo. A partida contou ainda com a expulsão do zagueiro Ruan, aos 35 minutos do segundo tempo. Apesar de ter um a mais por 10 minutos, o time do Morumbi pouco conseguiu criar para buscar o empate.

Com o resultado, o São Paulo precisará vencer por dois gols de diferença no Rio Grande do Sul para conseguir a classificação para as quartas de final do torneio. O duelo está marcado para o dia 21 de setembro, no estádio Alfredo Jaconi.

Juventude aposta no contra-ataque e Roberson aproveita as chances

A partida começou com o São Paulo pressionando. Mas à espera do contra-ataque, foi o Juventude quem abriu o placar. Aos 9 minutos do primeiro tempo, Roberson invadiu a área pela esquerda e bateu rasteiro. A bola passou por baixo do goleiro Denis e morreu no fundo do gol.

No segundo tempo, um roteiro parecido: o São Paulo ficava com a bola e tentava sem sucesso criar jogadas de ataque, enquanto o Juventude esperava por uma chance. E ela veio quando Lucas invadiu a área e foi derrubado por Thiago Mendes. Na cobrança, mais uma vez Roberson balançou as redes do São Paulo.

Mais um estrangeiro marca para o São Paulo

Com dificuldade na criação durante todo o primeiro tempo, o São Paulo conseguiu o empate após um cruzamento para a área. Aos 39 minutos, Carlinho foi ao fundo e lançou na cabeça de Chávez. O argentino se antecipou à marcação e mandou para as redes de Elias.

O gol conta com uma curiosidade. Os últimos nove tentos são-paulinos foram marcados por estrangeiros: Jonathan Calleri (2), Cueva (2) e Chávez (5).

Torcida pouco comparece, mas protesta

Em sua estreia na Copa do Brasil, o São Paulo contou com um público baixo no Morumbi. Apenas 6.643 estiveram no estádio para acompanhar o empate contra o Juventude. E logo no começo, a torcida se mostrou impaciente com a equipe, reclamando a cada erro cometido.

Mais tarde, com 1 a 1 no placar, a torcida passou a pedir raça e reclamar da atuação do São Paulo. “Não é mole, não. Eu estou cansado de time amarelão”, foi um dos cantos ouvidos no Morumbi. Quando o Juventude fez o segundo, o alvo passou a ser Gustavo Vieira de Oliveira, gerente de futebol do time são-paulino.

Alterações no time titular não surtem efeito

Depois da fraca atuação contra o Internacional, o técnico Ricardo Gomes decidiu mexer na equipe titular para melhorar a movimentação em campo. Para o duelo, duas alterações: Thiago Mendes no lugar de Michel Bastos e Carlinhos na posição antes ocupada por Mena.

As mudanças, porém, fizeram pouco efeito dentro de campo. Durante todo o primeiro tempo, o São Paulo quase não conseguia criar jogadas com a bola no chão. Apesar disso, foi de Carlinhos a assistência para o único gol são-paulino. O jogador, inclusive, acabou vaiado pela torcida ao pedir apoio depois do tento.

Desfalque olímpico

Para o duelo, o São Paulo não pôde contar com o zagueiro Rodrigo Caio. Campeão olímpico com a seleção brasileira, o defensor foi liberado para viajar à Itália e obter a cidadania italiana. Antes da partida, o presidente Leco admitiu que a saída do jogador para a Europa é uma possibilidade. “Ele tem interesse, já revelou para mim em mais de uma oportunidade”, afirmou.

Uol

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Jovens do Polo da Borborema realizarão I Marcha da Juventude Camponesa em Remígio-PB nesta quinta-feira (28)

jovensNo ano em que o Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região da Borborema, completa 20 anos de existência, sua Comissão de Jovens e a AS-PTA realizarão, na quinta-feira, 28 de julho, em Remígio-PB, a partir das 8h, a “I Marcha da Juventude Camponesa na Luta pela Agroecologia”.

A Marcha reunirá cerca de mil jovens agricultores vindos dos 14 municípios de atuação do Polo. Será um momento de fortalecimento da identidade camponesa da juventude, além de dar visibilidade ao trabalho dos jovens agricultores, suas potencialidades e desafios e promover a agroecologia enquanto modo de vida e modelo de produção de alimentos.

“A gente nunca vai ter a vida igual, mas a gente tem que ter o mesmo direito. Quem for a marcha, cada qual tem sua diferença, mora num lugar diferente, tem casa diferente, tem suas opiniões, mas quando a gente está junto, somos todos iguais, lutando por melhoria para gente. O que eu mais estou falando ultimamente é que não podemos ter nenhum direito a menos. Diante da luta desse território, a juventude tem que dar continuidade. A gente tem que dar continuidade, mas não só a gente, temos que puxar nossos irmãos, nossos amigos, afirma Sidinéia Camilo, jovem agricultora de Remígio.

A concentração do público da Marcha acontecerá em um palco montado na Rua Bento Vitório, ao lado da Igreja Católica, no Centro da cidade. A partir das 8h, terá início com a acolhida às caravanas e às 9h, abertura oficial do evento. Em seguida haverá depoimentos de jovens camponeses falando sobre a sua experiência na agricultura.

As 9h30 os jovens sairão em marcha pelas ruas centrais da cidade acompanhados de carro de som, faixas, bandeiras e estandartes até a Rua Joaquim Cavalcante de Morais, também no Centro da cidade. No local onde tradicionalmente acontece a Feira Agroecológica do município, além de um segundo palco, acontecerá a II Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa, onde estarão montadas 16 barracas para venda e exposição de produtos e experiências dos jovens.

SAM_2206Paralelamente à feira, acontecerão apresentações culturais como capoeira, ciranda, boi de reis, grafitagem, poesia e aboio entre outras expressões da cultura local dos municípios da região. Um trio de forró, formado por jovens de Remígio, também irá se apresentar. Estão previstas ainda três oficinas temáticas: aplicação em serigrafia, transgênicos (com a realização de testes de transgenia) e reutilização de materiais recicláveis como pneus e garrafas pet para a produção de canteiros horizontais e verticais. O encerramento está previsto para as 12h30.

“Um dos papéis do movimento sindical é se renovar. E se renova com pessoas novas. Acho que o papel do movimento sindical, do Polo da Borborema é isso. O Polo está no caminho certo quando tenta se renovar e favorecer com que as pessoas novas passem a contribuir com nosso projeto, um projeto de um sindicalismo diferenciado, o caminho é esse, é a juventude, afirma Manoel de Oliveira, conhecido por Nequinho, da Coordenação do Polo da Borborema.

A Marcha é uma realização da AS-PTA e do Polo da Borborema com apoio da Prefeitura Municipal de Remígio e das agências de cooperação internacional Comitê Católico Contra a Fome e a Favor do Desenvolvimento (CCFD), ActionAid, terre des hommes schweiz e Cofinanciamento da União Europeia.

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Sargento da PM/PB denuncia plano para exterminar juventude e segurança pública do Brasil  

 

PEREIRA BELEM PALESTRA violenciaO psicólogo e sargento da Polícia Militar da Paraíba, Astronadc Pereira de Morais (sargento Pereira), escreveu artigo denunciando que setores do Congresso Nacional planejam “ação genocida contra a juventude e a segurança pública”.

 

Confira na íntegra:

 

SETORES DO CONGRESSO NACIONAL ARQUITETA UMA AÇÃO GENOCIDA CONTRA A JUVENTUDE E A SEGURANÇA PÚBLICA DO BRASIL.

O Brasil discute a redução da maioridade penal, projeto que já tem 20 anos e estar no Congresso Nacional. Há muitas discussões e investidas de setores do parlamento para que o projeto seja aprovado. Mas o Brasil deveria estar discutindo o combate a corrupção! O Brasil deveria estar discutindo os grupos de extermínios, a redução da violência urbana e a violência contra o homem do campo. O Brasil deveria estar discutindo a redução do analfabetismo e da evasão escolar! Deveria estar discutindo a violência contra a mulher! Discutindo a redução da insegurança Pública e como melhor inibir a criminalidade.

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O Brasil deveria estar discutindo a violência contra o professor, o trabalhador, e a violência contra os policiais. O Brasil deveria estar discutindo como possibilitar a polícia brasileira a valorização da atividade policial e melhores condições de trabalho e emprego.O Brasil deveria estar discutindo como fazer uma revolução na educação para o bem de todos os brasileiros. O Brasil deveria estar discutindo como promover saúde de qualidade para todos.E porque não estar se discutindo todas essas questões importantes e urgentes ao povo paraibano, aos nordestinos e ao Brasil? Porque tanto desejo de políticos em querer reduzir a maioridade penal?

Como sempre esses políticos – donatários da politicagem querem esconder e camuflar a sua incompetência política e seus verdadeiros interesses. O Tema da maioridade penal é um engodo para distrair a sociedade de outra realidade. Como sempre fez e fazem boa parte dos políticos brasileiros. É uma forma rasteira de não se discutir com profundidade o que gera a insegurança, a criminalidade e a violência.Se os políticos fossem discutir políticas para se reduzir a criminalidadeaviolência, a insegurança e a impunidade suas mascaras cairiam por terra. A máscara da incompetência da corrupção e de seus vínculos com o crime da corrupção.

É preciso aperfeiçoar a política criminal do Brasil. Promover políticas públicas eficientes. Agir contra a impunidade. E Estabelecermos um pacto pela educação no Brasil.A sociedade muda frequentemente as leis, e pode torna-las justas. Mas a lei não muda uma sociedade a não ser para escravizar ou excluir.O Brasil não reduzirá a violência reduzindo a maioridade penal. Ao reduzir a maioridade penal o adolescente terá liberdade plena para conduzir suas próprias decisões sem efetivamente estar pronto para comandá-la.

Ainda na menoridade o jovem tem a família – os pais, para orientá-los e impor limites. Com a maioridade penal reduzida, já, não será mais possível qualquer gestão dos pais ou da família e o próprio adolescente é quem fará seu próprio limite, mesmo não tendo na maioria das vezes as condições plenas e do desenvolvimento necessário.Até aos 18 anos de idade o adolescente estar em desenvolvimento – Biopsicossocial. Ele ainda estar a aprender e compreender melhor a sua própria natureza. É nesta faze que através de uma melhor orientação, o jovem pode aprender que pode ter liberdade, porém, com responsabilidade, é um ensaio para sua vida adulta.

De uma parcela da juventude brasileira, apenas uma pequena parte comete crimes. É verdade que esta pequena parte estar inquietando a sociedade brasileira. O ar de ironia, irresponsabilidade, maldade e até satisfação ao cometer delito. Tudo isso estar levando a sociedade ao desejo de dar uma resposta rápida e forte – é o “sentimento retributivo penal”, no entanto será justo que a maioria pague por uma minoria? Como é que queremos que os adolescentes não pratiquem delitos – se ao reduzir a maioridade penal, eles – os jovens, terão toda liberdade para fazer o que desejarem, já que serão maiores de 16 aos? Que lógica é essa? A quem interessa tudo isso? E por quê?

A lei da redução da maioridade penal quer punir os que cometem crimes, e são exatamente estes que a família, o estado, e a sociedade abandonaram.  O estado não cumpre seu papel de tomar conta desta pequena parcela da população, chamada: adolescentes em conflito com a lei. A redução da maioridade penal élogicamente uma lei punitiva, seletiva e injusta. Os políticos deveriam estar discutindo a efetivação e aplicação das leis que já existem tornando-as leis: Educativa, inclusivas, justas e eficazes. Fazendo valer o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente em sua plenitude.A redução da maioridade penal é uma fraude, um engodo contra o povo brasileiro, um atentado violento contra a juventude do Brasil, e a promoção de uma terrível insegurança contra o povo brasileiro, que se concretizar vai ser a maior demonstração que o nosso Congresso Nacional estar definitivamente num absoluto retrocesso e nas mãos de criminosos da história do Brasil e do nosso povo.

Apenas 1% dos crimes violentos écometido por adolescentes menores de 18 anos. É uma fraude porque a intenção do Congresso Nacional, é primeiro reduzir a maioridade penal, depois acabar com o estatuto do desarmamento, depois terceirizar a construção de presídios no Brasil.Com a redução da maioridade penal, aumentará potencialmente o número de adolescentes condenados as masmorras do sistema prisional já falido. O sistema prisional não suportará o montante de presos que serão encaminhados para as unidades prisionais, ou seja, os jovens de 16 a 18 anos.

Com o aumento expressivo da população carcerária, o estado precisará construir mais presídios, havendo, portanto – neste senário, a necessidade de se terceirizar a construção de novos presídios para comportar tanta gente presa. As corporações que financiam os políticos construirão as novas unidades prisionais. E com a extinção do estatuto do desarmamento, proposta já no Congresso Nacional mais adolescentes, mais jovens, mais pessoas cometerão crimes com armas de fogo, logicamente e, portanto mais adolescentes, jovens e pessoas para a bastecer as unidades prisionais – assim mais construção de presídios. Tornando a privatização carcerária no Brasil uma real necessidade nas mãos dos maus políticos e dos que (a eles) financiam suas campanhas. Só quem ganha com tudo isso é o capital privado e financeiro, a corrupção, a politicagem, e os maus políticos.

O Capital privado financiam as campanhas de muitos políticos e por isso setores importantes da política querem a redução da maioridade penal; a extinção do estatuto do desarmamento, e a privatizaçãodas unidades prisionais no Brasil.Quem defende a redução da maioridade penal deveria visitar e conhecer os presídios de seu estado. Como podemos reduzir a maioridade penal se o nosso sistema prisional está nas mãos do crime organizado? E de todo tipo de violência: Física, psicológica, sexual, simbólica e social?

Como podemos reduzir a maioridade penal no Brasil se o nosso sistema carcerário não recupera ninguém, não possibilita nenhuma punição efetiva, justa e restaurativa? Mas torna o que lá estão em “monstros” ou “doutores do crime”.Como reduzir a maioridade penal se dentro das unidades prisionais, os psicopatas, os sociopatas e o crime organizado ditam as leis e as regras internas? Em alguns Estados corrompem até mesmo autoridades.

O Estado não cumpriu seu dever de educar as crianças, adolescentes e jovens. Temos décadas de atraso escolar e deficiências gritantes nas redes de serviço: Educação e profissionalização, Saúde e Segurança. Agora querem se livrar do problema, os escondendo-os em calabouços contemporâneos. A sociedade brasileira já fez coisa parecida no passado, quando durante décadas jogou pessoas com doenças mentais em calabouços manicomiais. Hoje temos a luta antimanicomial no Brasil. Não há o que se falar – aqui em: Vigiar e Punir. Mais sim em excluir, punir e aniquilar. Estamos diante da possibilidade de um Genocídio da nossa juventude legitimada pelos os que têm a responsabilidade de proteger.

Para esta juventude, já excluída, só há uma certeza: É de que a morte é certa. A morte: social, psicológica, de sua identidade, familiar, a morte das possibilidades, e na maioria dos casos a morte física, Já que dentro ou fora do cárcere a morte é uma realidade,principalmente quando pobres, negros, jovens e sem instrução alguma estão em situação de vulnerabilidade.

O Estado não consegue atender o mínimo possível de ressocialização ou reabilitação dos já encarcerados no Brasil. Imaginem adolescentes convivendo dentro do sistema prisional, falido e violento, serão cooptados pela força da violência ou pelas outras possibilidades a estarem juntos no mundo do crime com as gangs, e com criminosos adultos. Convivendo com todo tipo de violência – inegavelmente eles ficaram piores do que entraram. Quando eles voltarem para as ruas quem será a próxima vítima? – Nós!

O Congresso Nacional arquiteta um golpe genocida contra a juventude e contra a Segurança Pública do Brasil. Com a redução da maioridade Penal estaremos potencializando a violência no Brasil para os próximos anos. Serão mais armas à venda, inclusive, aos jovens. Serão mais jovens a cometer mais crimes. Serão mais presídios a serem construídos. Serão mais presos a saírem das prisões e dispostos a cometerem crimes, logicamente, mais criminosos de volta aos presídios. Portanto a redução da maioridade penal é uma fraude contra os brasileiros pelas mãos de maus políticos financiados pelo capital privado, com intenção de ganhar muito dinheiro privatizando a construção e a gestão de presídios. Tudo isso resultando no genocídio da nossa juventude.E nós vamos alimentar – tudo isso?

No futuro com o aumento substancial da violência e da insegurança em relação ao que já temos hoje, os políticos completarão seu golpe fulminante contra os brasileiros. Vão propor a pena de Morte, justificando a escalada desenfreada da criminalidade e violência. Violência que eles mesmos ajudaram a construir, com a falta das políticas públicas necessárias e com suas políticas reacionárias – excludentes. Percorrendo caminho inverso da lógica em que outros países estão fazendo, ao investirem e apostarem numa educação de qualidade.Além do mais vários países estão discutindo aumentar a maioridade penal e a extinção da pena de morte, a exemplo dos Estados Unidos e outros países.

Logicamente a pena de morte é Cláusula pétrea dentro da Constituição Federal do Brasil, para mudá-la é preciso alterar a nossa Constituição Federal, um cenário propício – estar sendo criado agora, para tal feito. Um Congresso conservador e reacionário proporá uma Constituinte e o golpe estará dado, porque eles (os políticos) não querem apenas fazer valer a pena de morte na Constituição, eles querem muito mais – Isso por se só já é um atentado contra o Brasil. Eles querem a possibilidade de com a Constituinte instalada poderem desconstruir muitos dos direitos básicos dos brasileiros conquistados na Constituição Cidadã de 1988. Estar em construção uma política de privatizações, exclusão e redução de direitos por estes setores políticos que defendem a redução da maioridade penal, eles estão tão somente, defendendo a agenda do Capital.

Por traz da redução da maioridade penal existe um lado sombrio e amargo. Um projeto excludente e seletivo. Raivoso e retributivo. Com a absoluta intenção de obter poder e lucro.O Estado brasileiro tem uma dívida secular com a juventude brasileira. O Brasil escravizou, excluiu e abandou seus adolescentes e jovens em geral desde a nossa colonização.

A redução da maioridade penal é uma proposta oportunista contra a juventude querendoavançar numa agenda do capital e de seus interesses privados que desconhece totalmente os acordos e, os compromissos internacionais, no qual o Brasil é signatário. Precisamos avançar para uma democracia plena, libertadora e educadora. E não para o cárcere, pois, este último não recupera ninguém. Só demostra bem a incapacidade de uma nação.

A ausência de uma Educação de qualidade e transformadora. A impossibilidade de uma família presente: cuidadora e educadora. A falta de um Estado e de uma pátria solidaria. E a insensibilidade de toda uma sociedade em melhor exigir da classe política educação,inclusão e novas possibilidades para crianças, adolescentes e jovens tem contribuído em muito para crianças, adolescentes e jovens cometerem crimes. Com este cenário fica obvio que haverá crimescometidos cada vês mais.

Devemos admitir que o Estado quer deixar de fazer o que é seu dever fazer. As famílias nunca estiveram tantas dificuldades em educar como agora. Mas os país estão preparados para educar seus filhos? Ao contrario cada vez mais vemos pais possibilitando uma liberdade aos seus filhos sem imporem responsabilidades por parte de seus filhos. O que vemos é liberdade sem limites.

Os Deputados da Paraíba, do Nordeste e do Brasil que defendem a redução da maioridade penal estão tentando satisfazer um jogo para a plateia ver e se alegrar. Querendo ludibriara sociedade para fazer de conta que eles estão pensando no povo, na sociedade e nos bons costumes. Mas como? Se, é a classe política brasileira a mais denunciada por crimes, e que se abriga no chapéu da impunidade.

Eles querem punir uma geração de crianças, adolescentes e jovens, e quantas mais? Até quando? É o discurso de massa! Estes segmentos e políticos que defendem e lutam pela redução da maioridade penal querem criminalizar a juventude. Temos um Congresso conservador, covarde, incompetente e que estar buscando o retrocesso da luta e conquistas de direitos do povo brasileiro.A redução da maioridade penal pode ser considerada uma medida inteligente contra a criminalidade?Como reagirá os país, as famílias e a sociedade quando testificarem seus filhos sendo mortos ou , violentados sexualmente nas prisões?Como será encarado por toda sociedade ao ver adolescentes sendo queimados vivos, tendo suas cabeças degoladas com facas, seus testículos arrancados ainda vivos dentro dos presídios? Responsabilizar a quem? O que dirão as famílias e o Estado? O que farão? Devo lembrar que qualquer um de nós poderá ser tão vítimas quanto qualquer família.

Qual será o comportamento do adolescente ao chegar dentro dos presídios e ficarem lado a lado de criminosos e adultos bem mais violentos? Com medo de morrer nas mãos de adversários o que eles irão fazer? Se juntar as gangs ou as facções que dominam os presídios.É preciso dizer que o Estatuto da Criança e do Adolescente já traz à punibilidade a criança e ao adolescente, na medida de seu estado de desenvolvimento e idade.Portanto é mito afirmarmos que o menor não será punido se cometer ato infracional, para tanto ele será punido com as medidas sócio educativas.A inibição da criminalidade não será através da redução da maioridade penal e nem tão pouco faz justiça, muito pelo contrario. A inibição e controle da criminalidade passam por políticas sociais e polícias públicas, reformas e ampla modernização do Sistema de Justiça Criminal, uma revolução na educação e forte compromisso dos brasileiros em construir uma cultura de paz.

Já a inibição de atos infracionais cometidos por menores de 18 anos de idade e que é uma inquietação da sociedade brasileira passa pela efetiva aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente. O que na realidade não é feia pelo estado brasileiro.Desta forma podemos afirmar que basta o Estatuto da Criança e do Adolescente ser aplicado pelo Estado. Como diz o próprio estatuto: “Todas as oportunidades e facilidades, a fim de facultar o pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social em condições de liberdade e de dignidade” (Art. 3ª do ECA).A maioria dos crimes no Brasil é cometida por adultos, mas a mídia tem dado destaque nas ocorrências que envolvem menores de 18 anos, dando a impressão de que só adolescentes cometem crimes, o que é falso.

Segundo a UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a infância, dos 21 milhões de adolescentes brasileiros, apenas 0,013% cometeu atos contra a vida. Por outro lado o Brasil é o 2º colocado atrás apenas da Nigéria em números absolutos de homicídios contra adolescentes (vítimas).Os homicídios praticados contra adolescentes representam 36,5% das causas de morte por fatores externos dos adolescentes no Brasil.Enquanto para a população total corresponde 04,8% mais de 33 mil brasileiros entre 12 anos a 18 anos de idade foram assassinados entre 2006 e 2012. Ver-se, na verdade que os adolescentes estão sendo mortos sem que o Estado tome medidas eficientes e eficazes contra esse extermínio. A maioria que brada pela redução da maioridade Penal não se indigna sequer se importa no Brasil com tal extermínio dessa juventude.

No Brasil, sete jovens de 15 a 29 anos são mortos a cada duas horas, 82 por dia, 30 mil por ano. Esses mortos tem cor: 77% são negros. No Brasil a violência tem nome, tem cor, tem território e tem idade. Geralmente são negros, vivem em territórios empobrecidos com total ausência do Estado, e estão na faixa etária de idade de 14 a 29 anos de idade.Descaso do Estado, e da própria sociedade com essa parcela da população, a juventude.O Brasil ainda convive, em suas estruturas políticas, no Estado e na própria cultura do povo brasileiro, uma doutrina cultural e comportamental da política criminal retributiva, ou seja, retribuir ao criminoso o que ele fez a sociedade, como se isso fosse por se só fazer justiça.

O Cárcere no Brasil – A realidade do encarceramento no Brasil revela que:O Brasil ocupa a 4ª posição no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (22 milhões); China (1,6 milhões) e Russia (740 mil). Dados do Anuário da Segurança Pública do Brasil de 2014 apontam que a população carcerária brasileira ultrapassou 574 mil presos. Enquanto isso a mesma fonte indica que havia 20.523 adolescentes cumprindo medidas socioeducativas de internação, mas apenas 11,1% correspondem a crimes violentos contra a vida (homicídio e latrocínio).A realidade carcerária é de fácil diagnóstico: Presídios superlotados, desumanos, desorganizados e violentos, condições sub-humanas e sem perspectivas de reabilitação social.Concluo, afirmando que os mesmos que clamam pela redução da maioridade penal convivem sem espanto nenhum com a morte da juventude negra e branca, pobre e sem perspectivas das periferias e do interior. Inegavelmente, educar é mais produtivo e mais eficiente do que punir.

 

AstronadcPereira de Moraes

Sargento da PM da PB. Psicólogo e Especialista em Criminologia e Psicologia Criminal.

7 anos de atividades em Presídios da PB.14 Anos como Sargento do GATE – AGRUPAMENTO DE AÇÕES TÁTICAS DA PB. Instrutor do Sistema Policial. E-mail: astronado@hotmail.com / Face Book: ASTRONADC

Juventude do PMDB elege Diretório e Comissão Executiva durante Convenção Estadual em João Pessoa

pmdbO PMDB Jovem da Paraíba realizou sua Convenção Estadual, neste domingo (26) e, através do voto direto e secreto, elegeu o Diretório Estadual; os delegados à Convenção Nacional e seus suplentes; a Comissão de Ética e Disciplina e suplentes; a Executiva Estadual e Conselho Fiscal, com os respectivos suplentes. Os trabalhos foram iniciados pontualmente às 9h, prestigiados pelo presidente do partido na Paraíba, senador José Maranhão, pelo deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, pelo ex-governador Roberto Paulino, pelo deputado estadual Raniery Paulino e pelo tesoureiro estadual do PMDB, Antonio Souza da Silva, o aniversariante do dia.

Prefeitos, vereadores e representantes da Juventude peemedebista de toda a Paraíba participaram do evento, que aconteceu na sede do Diretório Estadual, em João Pessoa.

O jornalista Dihêgo Cavalcanti do Amaranto, que presidia a Comissão Provisória da Juventude do PMDB, foi eleito presidente da Executiva Estadual para o biênio 2015/2016. Os outros dirigentes eleitos são Pâmela Vital do Rêgo Freire, 1ª vice-presidente; Leônidas Bezerra Cavalcanti Targino Maranhão, 2º vice-presidente; José Ronaldo Martins de Andrade Filho, secretário-geral; Anderson Phelipe Fernandes Cordeiro, 1º secretário; Raphael José do Nascimento Fonseca, tesoureiro-geral; Icaro Teixeira Rocha, 1º tesoureiro; Rafael AQslan da Silva Santos, 1º vogal; Adriano Martins de Lima, 2º vogal; Jean Patrício da Silva, 3º vogal; Hugo Pires Muner, 4º vogal; Márcio Glauco Medeiros Fernandes de Oliveira, 1º suplente; Thiago Pontes Machado, 2º suplente; Weslley Bruno Nascimento Silva, 3º suplente; e Waleska Maria Sales Bezerra, 4º suplente.

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O Conselho Fiscal da Juventude do PMDB da Paraíba ficou constituído por Arquimedes Mariano Pereira, Roberta Bezerra Marques e Pedro Fernandes de Araújo Neto, tendo como suplentes, pela ordem, Uellder Magno Leite Albino, Marcela Herculano Morais e Martinho Cícero Correia Barbosa.

Assessoria

Juventude do PMDB distribui nota solidarizando-se com Eduardo Cunha

Nota de RepudioA Juventude do PMDB da Paraíba emitiu uma nota à imprensa, no final da tarde desta sexta-feira (10), repudiando as manifestações e agressões contra o presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha, em visita à João Pessoa. O partido também manifestou solidariedade ao parlamentar e afirmou que o episódio “não representa o sentimento nem as práticas do povo da Paraíba, constituído de gente trabalhadora, ordeira e pacífica”.

Nesta sexta, como parte do projeto Câmar Itinerante, o deputado Eduardo Cunha participou de uma sessão na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba para tratar da Reforma Política e do Pacto Federativo. Sob protestos de manifestantes, no entanto, o parlamentar retirou-se do plenário sem conseguir falar sobre o assunto.

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Confira, na íntegra, a nota da JPMDB-PB:

NOTA DE REPÚDIO

A Juventude do PMDB da Paraíba, vem à público, repudiar com vigor, as atitudes de meia-dúzia de baderneiros e anarquistas que invadiram na manhã de hoje a sede da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, orquestrados por setores obscuros da má política, impedindo assim que os mais de três milhões e meio de paraibanos, devidamente representados por seus parlamentares, desfrutarem da oportunidade ofertada pela Câmara Federal, de discutir temas e projetos relevantes para o Brasil, como a Reforma Política e o novo Pacto Federativo.

Toda manifestação pacífica e ordeira é válida e amparada pela Constituição Federal, no entanto, o que aconteceu na data de hoje destoa completamente a democracia.

Repudiamos ainda o lamentável episódio que fez vítima o Presidente Estadual da Juventude do PMDB da Paraíba, o companheiro Dihêgo Amaranto, sendo o mesmo agredido física e verbalmente por verdadeiros vândalos que não agrediram apenas ao Dihêgo, agrediram o povo da Paraíba, ao tirar-lhes o direito de ter a sua voz ouvida pelo projeto da Câmara Itinerante.

Por último e não menos importante, a Juventude do PMDB da Paraíba se solidariza com o Presidente da Câmara dos Deputados, o Companheiro Eduardo Cunha, afirmando que esse triste episódio não representa o sentimento, tampouco as práticas do povo do estado da Paraíba, gente trabalhadora, ordeira e pacífica.

                                                                                          

 João Pessoa-PB, 10 de Abril de 2015.

 

JUVENTUDE DO PMDB DA PARAÍBA.

Comissão provisória da juventude do PMDB de Solânea é instalada

comossãoA JPMDB de Solânea foi criada recentemente como parte das ações de fortalecimento e reestruturação do partido no município, com o objetivo de proporcionar um espaço adequado ao exercício da cidadania da juventude solanense.

De acordo com o presidente da JPMDB local, o estudante do Curso de Direito, Jefferson Barros, que destaca o incentivo do deputado estadual Raniery Paulino nesse processo, “É importante que a juventude participe da política. Em um momento que vivemos uma crise de representatividade, o jovem deve fazer à diferença, mostrando que é possível fazer política com propostas e projetos que beneficiem a população, principalmente a juventude. Por isso que não podemos nos omitir de estarmos participando das decisões sobre o nosso futuro”.

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Jefferson também convidou a toda juventude solanense a se filiar no partido e integrar o novo projeto da legenda que passa pela conscientização do papel do agente político na sociedade. “Estaremos durante todo o ano realizando por meio da Fundação Ulysses Guimarães, instituição do PMDB, cursos de formação política para todos filiados, candidatos e população em geral, com o intuito de capacitar os cidadãos que tenham interesse em entender a mecânica das administrações públicas municipais, para o pleno exercício da cidadania e para o desempenho da função pública”, ressaltou o presidente da JPMDB.

 

Assessoria

Dia Mundial da Juventude: 6,2 mil jovens foram assassinados na Paraíba em dez anos

armaO dia 30 de março, segunda-feira, é dedicado especialmente a juventude mundial. A faixa etária considerada jovem é entre os 15 e os 29 anos de idade e, na Paraíba, a realidade dessas pessoas é preocupante. De acordo com o Mapa da Violência de 2014, o índice de jovens assassinados no Estado cresceu 174,5% nos últimos dez anos. Enquanto em 2002 foram registrados 303 homicídios na população jovem, em 2012 esse número passou para 906.

Os dados revelam que os números mais que duplicaram e que 2,5 “meninos ou meninas” são vítimas de mortes violentas na Paraíba, por dia. O gráfico do Mapa da Violência mostra que os índices paraibanos vêm numa crescente que só sofreu uma pequena redução entre os anos de 2011 e 2012, quando os homicídios registrados entre jovens foram, respectivamente, 916 e 906.

Somados os resultados anuais o número de jovens assassinados no Estado chega a 6.265, em dez anos. Uma média de 626,5 por ano ou 20,85 por mês.

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Também o Nordeste quase duplicou os homicídios na década, com destaque negativo para Maranhão, Bahia e Rio Grande do Norte, onde as taxas mais que triplicam. Também outros estados, como Alagoas, Ceará e Paraíba, sem chegar ao extremo dos anteriores, ostentam índices de crescimento bem elevados, mais que duplicando os números de 2002. A única unidade a evidenciar quedas na região foi Pernambuco, com uma regressão de 25,2% na década.

Jovens também morrem mais no trânsito

Contudo, homicídio não é a única forma violenta que tem matado os jovens paraibanos. O trânsito também tem feito muitas vítimas na faixa etária dos 15 aos 29 anos. O índice de jovens mortos no trânsito da Paraíba cresceu 53,1% nos últimos dez anos passando de 239, em 2002, para 366 em 2012. Em dez anos o trânsito tirou a vida de 3.036 jovens, ou seja, 303,6 por ano. De 2011 para 2012 o crescimento foi de 26,6%.

 

Por: Nice Almeida

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