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Banco do Brasil anuncia nova redução de juros do rotativo do cartão de crédito

cartaoA pouco mais de duas semanas para a entrada em vigor das novas regras para os juros do rotativo do cartão de crédito, o Banco do Brasil anunciou nessa (14) a uma nova redução das taxas que, agora, passam a variar de 1,92% a 9,79% ao mês, para o rotativo, e de 1,91% a 9,38% mensal, para o parcelado. Em janeiro, o banco estatal foi um dos primeiros a anunciar redução dos juros do cartão de crédito, com queda de quatro pontos percentuais na modalidade.

Para o economista e diretor-executivo de estudos econômicos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a medida é “boa para todo mundo”, bancos e clientes.

“Boa para o cliente porque ele hoje paga uma taxa, em média, de 15% ao mês e vai poder parcelar a dívida com uma taxa menor. Deve reduzir pela metade. E bom para o banco mesmo ele ganhando menos porque com um juro menor o risco de o cliente não pagar a dívida é menor também”, argumentou o economista.

Para o diretor da Anefac, o novo anúncio do banco público foi motivado pelas taxas que posteriormente foram anunciadas por outros bancos. “O Banco do Brasil foi um dos primeiros bancos que anunciou a redução de taxa de juros do rotativo quando o governo mudou a regra. Só que depois vieram os outros bancos, Santander, Bradesco e Itaú anunciando uma taxa uma pouco menor. Então, essa taxa agora está dentro do que os demais haviam anunciado”, explicou.

De acordo com o Banco do Brasil, serão adotadas cinco faixas de taxas de juros para cartões de crédito, que variam conforme o recebimento de proventos pelo banco e pelo tipo de cartão de cada cliente.

“O destaque vai para as taxas válidas para cartões Ourocard Elo Nanquim, que passa de 5,10% ao mês para 1,92%, significando uma redução de mais de 3 pontos percentuais. Também foram reduzidas as taxas do parcelado para esses cartões, saindo de 3,13% ao mês para 1,91%”, disse o banco, em nota.

O economista da Anefac ponderou, no entanto, que será preciso aguardar a entrada em vigor das novas regras para saber qual serão as taxas realmente aplicadas pelo sistema bancário. “É uma medida positiva, mas temos que aguardar para ver se a maioria dos empréstimos vai ser em uma taxa de 2% ao mês ou de cerca de 10% ao mês. Temos que aguardar para saber qual será a taxa média. De qualquer forma, considerando a taxa de hoje, qualquer redução é bem-vinda”, frisou Oliveira.

Nova regra

Pelas novas regras anunciadas no final do ano passado e que entrarão em vigor a partir do dia 3 de abril, sempre que o consumidor entrar no crédito rotativo, depois de 30 dias o banco terá de oferecer ao cliente um parcelamento do saldo devedor. Na prática, isso evita que a dívida do cartão de crédito, que tem as mais altas taxas de juros, vire uma bola de neve.

Antes das novas regras, se o cliente tivesse uma fatura de R$ 1 mil, mas optasse por pagar apenas R$ 150, no primeiro mês, o saldo devedor saltaria de R$ 850 para R$ 948,72. No fim do sexto mês estaria em R$ 1.708,90.

Agência Brasil

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Juros sobem em todas as linhas de crédito para pessoa física em 2016, aponta Anefac

jurosA taxa média de juros cobradas pelas instituições em operações de crédito caiu na passagem de novembro para dezembro, mas subiu no acumulado do ano de 2016 em todas as modalidades de crédito pesquisadas pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Segundo a Anefac, a taxa de juros média geral para pessoa física recuou de 8,2% ao mês (157,47% ao ano) em novembro de 2016 para 8,16% ao mês (156,33% ao ano) em dezembro de 2016 – a menor taxa de juros desde agosto de 2016. A taxa média, entretanto, ficou bem acima da registrada em dezembro de 2015, de 7,56% (139,78% ao ano).

No cartão de crédito, o juro médio caiu de 459,53% ao ano em novembro para 453,74% ao ano em dezembro – a menor desde outubro do ano passado. O cartão de crédito, no entanto, encerrou 2016 com juros maiores do que há um ano, quando a taxa estava em 399,84% ao ano.

Das seis linhas pesquisadas, apenas a do cheque especial subiu em dezembro: a taxa passou para 314,51% ao ano em dezembro, ante 313,63% em novembro. Trata-se da maior taxa desde março de 1999. Em dezembro de 2015, o juro médio estava em 240,88% ao ano.

Já no crédito para empresas, das três linhas de crédito pesquisadas, todas foram reduzidas no mês. A taxa de juros média passou de 4,82% ao mês (75,93% ao ano) em novembro de 2016 para 4,74% ao mês (74,32% ao ano) em dezembro de 2016, sendo esta a menor taxa de juros desde julho de 2016. No ano, entretanto, os juros também subiram. Em dezembro de 2015, a taxa média era de 65,16% ao ano.

Comparativo 2015 x 2016

Veja a seguir o comparativo das taxas nas principais modalidades, no final de 2015 e de 2016.

Juros do comércio
Dez/2015: 90,12% ao ano
Dez/2016: 98,5% ao ano
Cartão de Crédito
Dez/2015: 399,8% ao ano
Dez/2016: 453,74% ao ano
Cheque especial
Dez/2015: 240,88% ao ano
Dez/2016: 314,51% ao ano
CDC- bancos
Dez/2015: 31,07% ao ano
Dez/2016: 31,68% ao ano
Empréstimo pessoal – bancos
Dez/2015: 67,65% ao ano
Dez/2016: 71,15% ao ano
Empréstimo pessoal – financeiras
Dez/2015: 152,94% ao ano
Dez/2016: 160,05% ao ano
Taxa média
Dez/2015: 139,78% ao ano
Dez/2016: 156,33% ao ano

Queda da Selic

Para o diretor executivo de Estudos e Pesquisa da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, a queda dos juros para o consumidor no mês de dezembro reflete a redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, que está atualmente em 13,75%, e também pode ser atribuída à expectativa de novas reduções da Selic frente à redução da inflação. Em outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou um ciclo de redução da taxa Selic, no primeiro corte do juro básico em quatro anos.

“Com certeza 2017 começa com uma nova perspectiva, em 2016 tivemos altos índices dos juros no país, históricos para ser mais preciso, agora, já na primeira reunião do ano do Copom, é possível que tenhamos uma nova redução, o que coloca o Brasil diante de uma nova realidade”, avalia.

“Mesmo assim é importante ficar atento, pois o cenário econômico atual aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência por conta da recessão econômica em curso, bem como o desemprego elevado, o que aumenta igualmente o risco de novas elevações das taxas de juros aos consumidores, sejam pessoa física ou jurídica”, alerta.

G1

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10 x sem juros? Saiba como comprar em prestações sem ficar quebrado

divida-de-cartao-de-creditoParcelar em 10 vezes sem juros é uma boa ideia? Se a compra não tem desconto à vista, como muitas vezes ocorre, deixar de pagar de uma vez para dividir o mesmo valor em dez vezes parece lógico do ponto de vista das finanças.

Mas esse raciocínio só vale para quem tem dinheiro investido, afirma André Crepaldi, planejador financeiro da Gaia Finanças Pessoais. “Desse modo, a pessoa paga parcela e ainda mantém o dinheiro rendendo juros”, diz.

Esse comportamento, porém, é exceção. O perigo de dividir em muitas parcelas é esquecer que elas existem e passar a fazer mais compras parceladas, até que a soma atinja um valor que prejudique todo o orçamento.

“As pessoas tendem a enxergar só o valor de uma parcela, e esquecer quanto do orçamento já está comprometido com as outras”, diz Crepaldi.

O consultor explica como funciona. Suponha que a folga orçamentária da pessoa seja de R$ 300. No primeiro mês ela faz uma compra e paga em cinco vezes de R$ 100. Depois ela parcela uma roupa em três parcelas de R$ 50. A capacidade mensal que era de R$ 300 já está em R$ 150. Fica doente e precisa comprar remédios e divide em mais parcelas de R$ 100. Já comprometeu, ao todo, R$ 250 por mês. Chega no quarto mês, precisa comprar uma geladeira nova em prestações de R$ 200 e não tem mais dinheiro para pagar a prestação do cartão.

Qual é o limite do endividamento?

Robinson Trovó, da Trovó Academy, ensina a seus alunos que a regra básica para ter uma saúde financeira equilibrada é seguir a regra que chama de 20-70-10. Por essa regra, a pessoa só deve comprometer 20% do seu salário líquido para o pagamento de dívidas. Os outros 70% vão para os seus gastos gerais (aluguel, lazer, alimentação e afins). “Os restantes 10% devem ser usados para investir e construir sua independência financeira”, afirma.

Para Fábio Barbalho, da Consultoria Ponto C, dividir em três parcelas é um limite menos perigoso. “Em 90 dias, tendemos a nos acostumar com a compra e até a começar a achar defeito no produto”, diz. “Já não é mais a TV de última geração, a gente já acostuma com a nova geladeira, e passamos a querer outros produtos. Por isso não é uma boa ideia parcelar demais.”

Para compras maiores que necessitem de financiamento, Trovó dá uma dica para saber o valor máximo a comprometer do orçamento:

Para financiar carro, multiplique por seis meses o valor do seu salário líquido. O total é o valor máximo que você pode financiar sem comprometer tanto o seu orçamento. Assim: se recebe R$ 2.000 líquidos, multiplique por seis meses. O resultado será R$ 12 mil. O financiamento máximo que ele sugere é de três anos.

Para financiar casa, multiplique por 36 meses o valor do seu salário líquido. Assim, se recebe R$ 2.000, o valor máximo a ser financiado é R$ 72 mil. Aqui, o financiamento máximo é de 10 anos.

“Obedecendo a esse limite, a pessoa dificilmente vai ultrapassar os 20% de endividamento. Não dá para a pessoa ganhar pouco e querer financiar carro, casa, comprar presente e viajar. Se ela quer fazer tudo isso, deve usar os 10% da renda para poupar e ir comprando à vista”, diz Trovó.

O que nunca se deve parcelar?

Segundo José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil, valores muito baixos não deveriam ser parcelados. “Dividir valores de R$ 50, R$ 100, por exemplo: acaba ficando um monte de prestaçãozinha impossível de acompanhar”, diz. “Fica fácil perder o controle.”

Para Robinson Trovó, a principal dívida que o brasileiro nunca deveria fazer é com o carro. “É se endividar com algo que só perde valor ao longo dos anos”, diz.

Como evitar o parcelamento?

A melhor maneira de evitar o parcelamento é poupar para comprar à vista. Assim, se sabe que terá um gasto de R$ 1.200 ao final do ano, poupe todo mês R$ 100 para pagar à vista. Também prefira comprar em lugares que oferecem desconto para esse pagamento.

Uol

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Caixa anuncia redução de juros para financiamento imobiliário

predioA Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (8) uma redução nas suas taxas de juros para financiamento de imóveis novos e usados com recursos da poupança. A redução será de até 0,25 ponto percentual ao ano para todas as linhas.

A chamada taxa balcão, para clientes que não tem relacionamento com o banco, cairá de 11,22% para 11% ao ano no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), e de 12,5% para 12,25% no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Apesar da redução, a taxa balcão continuará acima da cobrada em março, quando estava em 9,9%.

Para os clientes que fizerem a opção de receber o salário pela Caixa e adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pelo banco, a Caixa irá oferecer condições iguais às oferecidas aos servidores públicos. A taxa de juros cairá de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano no SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis enquadrados no SFI.

Caixa anuncia redução de juros para financiamento de imóveis novos e usados com recursos da poupança. (Foto: Divulgação)Caixa anuncia redução de juros para financiamento de imóveis novos e usados. (Foto: Divulgação)

Segundo a Caixa, as medidas “são reflexo da diminuição da taxa Selic” – juros básicos da economia, que foram reduzidos no mês passsado pelo Banco Central para 14% ao ano.

“O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário”, disse a Caixa, em comunicado.

O banco anunciou ainda que o limite mínimo de financiamento no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. No SFI, o limite para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Em março, banco elevou taxas
Em março, a Caixa tinha elevado suas taxas de juros para crédito imobiliário, citando alinhamento ao atual cenário econômico”.

A Caixa informou que já aplicou em 2016 R$ 66,2 bilhões dos R$ 93 bilhões destinados no ano para crédito habitacional. O banco é responsável atualmente por de 66,9% do crédito imobiliário oferecido no país.

O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis caiu 45,8% neste ano, no acumulado até setembro, na comparação com 2015, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Nos 9 primeiros meses do ano, o volume de empréstimos para aquisição e construção da casa própria com recursos do SBPE somou R$ 33,6 bilhões. Entre janeiro e setembro, foram financiados 148,1 mil imóveis, o que corresponde a uma queda de 47,3% em relação a igual período de 2015, segundo a Abecip, quando 281,1 mil unidades foram contratadas.

Taxas para empresas
Para o segmento Pessoa Jurídica, a Caixa reduziu a taxa de juros em 1 ponto percentual ao ano em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.

A Caixa elevou o prazo para empresas que pretendam financiar a construção de empreendimentos pelo banco, pelo SBPE, incluindo elevação do prazo do produto para até 36 meses e concessão de carência pós-obra de 12 meses.

Confira a íntegra do comunicado:

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira (8), a redução da taxa de juros para pessoa física e pessoa jurídica, além da diminuição da cota mínima de financiamento dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual, independente do relacionamento com o banco.

Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pela CAIXA, e fizerem a opção de receber o salário pela CAIXA, o banco irá oferecer taxas de juros especiais, iguais às oferecidas aos servidores públicos. As taxas de juros passariam, nesse caso, de 11,22% a.a para 9,75% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 12,5% a.a para 10,75% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Veja tabela abaixo:

As medidas são reflexo da diminuição da taxa SELIC, anunciada recentemente pelo Banco Central. O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário.

A CAIXA disponibilizou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional, neste ano, e já aplicou R$ 66,2 bilhões. A expectativa é aplicar R$ 26,8 bilhões até o final do ano.

Apoio à Construção Civil:
Para o segmento Pessoa Jurídica, a CAIXA reduziu a taxa de juros em 1% a.a, em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.

O banco implantou também o sistema de taxa segregada por rating, para o segmento corporativo, que visa beneficiar as empresas com alto índice de relacionamento com a CAIXA. Com a medida, a redução de juros, de acordo com o relacionamento, pode chegar até 1,5% a.a. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% para 11%. Para empresas com rating B e C, as taxas mínimas chegarão, respectivamente, a 11,5% e 12%.

Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente CAIXA Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.

A CAIXA ainda realizou uma série de ajustes para empresa que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco (Apoio à Produção), dentro do SBPE.

  *   Elevação do prazo do produto para até 36 meses
  *   Concessão de carência pós-obra de 12 meses
  *   Utilização da tabela Price nos contratos de produção
  *   Possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra a executar

Diminuição do valor mínimo de financiamento dentro do SBPE Além da redução de juros e taxa especial, a CAIXA promoveu melhoria de condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite mínimo de financiamento no SBPE passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. A medida busca atender o mercado de unidades habitacionais nessas faixas e vale para imóveis novos e usados, dentro do SFH e SFI.

O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

A CAIXA tem participação de 66,9% no mercado imobiliário e permanece líder nesse segmento.

G1

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Consumidores têm até terça para pagar dívidas sem juros ou multas

 Fotos: Walla Santos
Fotos: Walla Santos

Os paraibanos que tiverem contas em atraso devido à greve bancária podem quitar suas contas em atraso sem a incidência de juros, multas e taxas extras até a próxima terça-feira (11). Caso este direito seja negado, a orientação é que estes consumidores recorram ao Procon. Os bancários retornaram às atividades nesta sexta-feira (7).

O Procon da Paraíba lembra que o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa, Aluízio Bezerra, determinou no dia 20 de setembro que os bancos devem se abster de cobrar juros, multas contratuais e demais encargos financeiros, desde o início da greve, prorrogando-se os vencimentos dos títulos bancários e contratos por no mínimo 72 horas, a contar da normalização dos serviços bancários.

Além disso, devem promover negativação dos correntistas junto aos órgãos de proteção ao crédito decorrentes de pagamentos não efetuados pelos consumidores, durante o mesmo período.

Caso a instituição bancária ou outro fornecedor do produto/serviço descumpra a determinação, o consumidor deve procurar uma unidade de atendimento do Programa de Proteção e Defesa do consumidor (Procon) ou entrar em contato via telefone pelo Disque 151, para que lhe seja garantido o direito de quitar tal conta sem acréscimos indevidos no valor, de acordo com a determinação.

MaisPB

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Clientes na PB têm 72 horas após fim de greve para pagar faturas sem juros

(Foto: André Resende/G1)
(Foto: André Resende/G1)

Os consumidores têm até três dias úteis após encerrada a paralisação dos bancos para pagar suas faturas sem a cobrança de multas e juros, de acordo com Lei Municipal de João Pessoa. O Procon municipal alerta nesta quinta-feira (6) que a legislação é específica para o período de greve dos funcionários de bancos e garante que a cobrança de juros e multas só será permitida 72 horas após o fim do movimento. As multas para os bancos que não cumprirem a lei variam entre R$ 500 a R$ 1 milhão.

A lei prevê que as instituições financeiras que descumprirem a norma municipal estarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC). De acordo com Marcos Santos, secretário do Procon-JP, órgãos de defesa do consumidor que atuam na capital são os responsáveis pela aplicação dessa legislação municipal.

“Imediatamente após o fim da greve, vamos notificar as superintendências dos bancos para que cumpram o que manda a Lei Municipal 13013/2015, sob pena de sofrerem as sanções previstas no CDC, que prevê, inclusive, multas que vão de R$ 500,00 a um milhão de reais”, disse.

A greve teve início no dia 6 de setembro em todo o país. Os bancos e os bancários tentam nesta quinta-feira uma nova rodada de negociações. A greve completou 31 dias nesta quinta-feira e supera a de 2004, primeiro ano em que os bancários se uniram para negociar melhores condições para a categoria, segundo a Confederação Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

G1 PB

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Juros no cheque especial sobem para 318,4% ao ano

cheque-especialA taxa de juros do cheque especial continuou a subir em julho. De acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (25), a taxa do cheque especial subiu 2,7 pontos percentuais, de junho para julho, quando chegou a 318,4% ao ano, chegando a novo recorde na série histórica do BC, iniciada em julho de 1994.

Neste ano, a taxa do cheque especial já subiu 31,4 pontos percentuais em relação a dezembro de 2015, quando estava em 287% ao ano.

Outra taxa de juros alta é a do rotativo do cartão de crédito. Em julho, na comparação com o mês anterior, houve uma pequena redução na taxa de 0,2 ponto percentual. Mas a taxa de 470,7% ao ano é a mais alta entre as pesquisadas pelo BC. Neste ano, essa taxa já subiu 39,3 pontos percentuais. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão.

A taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados subiu 2,3 pontos percentuais e ficou em 151,8% ao ano.

A taxa do crédito pessoal subiu 3,9 pontos percentuais para 132,2% ao ano. Já a taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) caiu 0,2 ponto percentual para 29,2% ao ano.

A taxa média de juros cobrada das famílias subiu 0,5 ponto percentual, de junho para julho, quando ficou em 71,9% ao ano.

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas ficou estável em 6,2%.

A taxa de inadimplência das empresas subiu 0,1 ponto percentual e ficou em 5,2%. A taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas ficou em 30,4% ao ano, alta de 0,1 ponto percentual em relação a junho.

Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas subiu 0,1 ponto percentual para 10,6% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 1 ponto percentual para 12,7% ao ano. A inadimplência das famílias ficou em 1,8%, com alta de 0,1 ponto percentual em relação a junho. A taxa de inadimplência das empresas ficou estável em 1,1%.

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,4%, em julho e 3,2%, no ano. No mês passado, o saldo ficou em R$ 3,115 trilhões. Esse valor correspondeu a 51,4% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), ante o percentual de 52,9% registrado em junho deste ano.

Agência Brasil

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Juros do cheque especial ficam estáveis em novembro, diz Procon

chequesA taxa média de juros do cheque especial apresentou leve queda em novembro, mostra levantamento feito em sete instituições bancárias pela Fundação Procon de São Paulo. Os juros médios ficaram em 12,24% ao mês (a.m.), uma redução de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior (12,28%).

A taxa de juros do empréstimo pessoal ficou em 6,39% a.m., o que indica uma elevação de 0,12 ponto percentual em relação à apuração de outubro. Dos sete bancos analisados, três aumentaram as taxas de juros de empréstimo pessoal.

O maior acréscimo ocorreu no Santander, que subiu a taxa de 7,99% para 8,49%, uma variação positiva de 6,26% em relação a outubro. Em seguida, está elevação na taxa oferecida pela Caixa Econômica Federal, de 4,8% para 5%, representando alta de 4,17% em relação a outubro. O Itaú aumentou de 6,26% para 6,43%.

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Apesar da alta, a Caixa Econômica Federal mantém a menor taxa para empréstimo pessoal entre as instituições pesquisadas. A maior alta é verificada no Santander. Banco do Brasil (5,5%), Bradesco (6,61%), HSBC (7,3%) e Safra (5,4%) mantiveram os juros no mesmo patamar de outubro.

As taxas foram apuradas no dia 3 de novembro, considerando o período de 12 meses, referindo-se às máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independente do canal de contratação.

No cheque especial, apenas o Santander elevou a taxa, de 14,84% para 14,95%, uma variação positiva de 0,74%. A única redução foi verificada na Caixa Econômica Federal, que alterou de 11,38% para 10,98%, redução de 3,51%. Os demais bancos mantiveram os valores: Banco do Brasil (11,8%), Bradesco (11,92%), HSBC (13,67%), Itaú (11,93%) e Safra (10,4%). A menor taxa é a do Safra e a maior é do Santander.

 

paraiba.com.br

Justiça proíbe cobrança de juros e multas durante a greve dos bancários

greve-dos-bancosA Justiça deferiu, em favor dos consumidores, a ação civil pública com pedido de liminar impetrada contra a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) pela da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) que impede a cobrança de juros, multas contratuais e demais encargos financeiros durante o período de greve dos funcionários dos bancos, iniciada no dia 6 de outubro.

A ação ajuizada pelo Procon-JP também pediu a prorrogação da data de vencimento dos títulos bancários e contratuais por, no mínimo, 72 horas após o término da greve, além da isenção da taxa de devolução de cheques ocorrida no período da paralisação dos bancários e a disponibilização de envelopes nos terminais de autoatendimento. O descumprimento da liminar por parte dos bancos acarretará uma multa diária de R$ 20 mil.

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Helton Renê, secretário do Procon-JP, comemorou a decisão da Justiça paraibana que, segundo ele, reintera os direitos básicos do consumidor e o resguarda de arcar com o ônus de uma situação em que ele não tem qualquer ingerência, como é o caso da greve, que diz respeito apenas aos bancários e bancos. “Saliento a sensibilidade do juiz da 2º vara Cível da Capital, Inácio Jairo Queiroz de Albuquerque, que percebeu o momento difícil para o consumidor, entendendo que a greve não pode prejudicar os cidadãos mais do que já o faz diariamente”.

A liminar

O secretário Helton Renê afirma que a liminar assinada pelo juiz Inácio Jairo Queiroz de Albuquerque determina que os bancos se abstenham de cobrar juros, multas contratuais e encargos financeiros no período da greve, com os títulos bancários e contratos se prorrogando por, no mínimo, 72 horas após o término da greve.

“A ação foi pensada de forma a proteger o orçamento do consumidor de todas as formas durante a greve. Além da não cobrança das multas e juros, os bancos também não poderão cobrar taxas de devolução de cheques ocorrida durante a greve e nem taxa de manutenção de conta corrente já que o correntista não está utilizando esse serviço”, informou secretário, adiantando que também não poderá haver a negativação dos correntistas junto aos órgãos públicos.

Correio da Paraiba com assessoria

Juros para financiar a casa própria já estão em pleno vigor

Casa-propriaA partir desta quinta-feira (1º), está mais caro financiar a casa própria pela Caixa Econômica Federal (CEF), usando recursos da poupança. É a terceira vez no ano que o banco eleva as taxas. Segundo a Caixa, o motivo é o aumento das taxas básicas de juros (Selic, hoje a 14,25% ao ano). Desde o começo do ano, a Caixa, que detém dois terços de todos os empréstimos para compra de imóveis do país, vem adotando várias medidas para restringir o acesso ao financiamento imobiliário.

A medida é válida apenas para novos contratos.

A taxa efetiva total para não clientes da Caixa passa de 9,45% ao ano para 9,90% ao ano, para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH).

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As novas taxas para correntistas da Caixa e servidores públicos sobem de 8,80% a 9,30% para 9,30% a 9,80% ao ano. Os imóveis do SFH valem entre R$ 650 mil e R$ 750 mil, dependendo da cidade.

Financiamentos do SFI também ficam mais caros
Já para o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com imóveis acima de R$ 750 mil, a taxa para não clientes sobe de 11% para 11,50% ao ano, também em 1º de outubro, para imóveis residenciais.

Para correntistas e servidores, as faixas sobem de 10,20% a 10,70% para 10,50% a 11,20% anuais. Já imóveis comerciais enquadrados no SFI, o aumento será maior, com a taxa balcão subindo de 12% para 14% ao ano.

Segundo o banco, “mesmo após a alteração, [a Caixa] continua mantendo as melhores taxas de juros de financiamentos habitacionais no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH)”.

Neste ano, o banco já elevou duas vezes os juros cobrados nos empréstimos pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em janeiro e abril, além de reduzir, de 90% para 80% a cota máxima de financiamento do imóvel no Sistema de Amortização Constante (SAC) e de 80% para 50% o teto dos financiamentos para imóveis usados de até R$ 750 mil.

Minha Casa, Minha Vida
Os juros do programa Minha Casa Minha Vida serão mantidos, segundo a Caixa. Este mês, o governo anunciou que mudou as regras para financiar imóveis pelo programa. As principais mudanças são a criação de uma faixa intermediária de renda, entre R$ 1.800 e R$ 2.350, e o aumento dos juros cobrados para famílias que recebem a partir de R$ 2.350 por mês.

G1