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Vereador Juninho consegue sistema de abastecimento de água simplificado para Solânea

Solânea vai ganhar um sistema de abastecimento de água simplificado. A garantia foi dada pelo coordenador do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Alberto Gomes, ao vereador Júnior Melo durante audiência realizada nesta segunda-feira (22).

A solicitação havia sido feita pelo parlamentar que solicitou do Dnocs a perfuração de poços artesianos e a construção de cisternas de placas, com o objetivo de amenizar a necessidade dos solanenses, especialmente os que vivem na zona rural.

Juninho celebrou a importância dessa conquista para o município. “Através do nosso pedido conseguimos um sistema de abastecimento simplificado e iremos distribuir de acordo com a necessidade das localidades. Esse benefício chega no momento de extrema necessidade e não medirei esforços para amenizar o sofrimento de nosso povo. Agradeço ao coordenador, Alberto Gomes, a sensibilidade em nos atender. Vamos em frente”, destacou o parlamentar.

 

Redação FN

 

 

De Felipe para Juninho, Vasco fura retranca do Atlético-GO e embala

Como num passe de mágica, toda a ansiedade e o nervosismo do Vasco acumulados por 86 minutos se transformaram em alegria no Serra Dourada. A preparação para o truque, na verdade, foi de Felipe, e a execução, perfeita, de Juninho. Após tanto insistir, o time carioca furou a retranca do Atlético-GO, neste sábado, em duelo pela 28ª rodada do Brasileirão. O combalido Dragão, cada vez mais lanterna, suportou a pressão com um a menos desde a metade do primeiro tempo, quando o zagueiro Gustavo foi expulso por xingar o árbitro.

A tarde no Centro-Oeste se tornou ainda mais cinematográfica pelo fato de os ídolos cruz-maltinos pouco se relacionarem fora de campo, e de o Maestro ter pedido para não atuar na posição em que vinha sendo escalado. Muito se fala a respeito das diferenças entre ambos. A comemoração do gol, no entanto, mostrou um abraço e um beijo fraternal, digno de quem embala para uma reta final positiva, firme na zona de Libertadores e ainda de olho no título.

O resultado coloca o Vasco, em sua segunda vitória consecutiva, com 50 pontos – cinco pontos à frente do São Paulo e provisoriamente a dez de distância do líder Fluminense, que enfrenta o Botafogo, no Engenhão. Já o Rubro-Negro, com o terceiro revés direto, estaciona de vez nos 20 pontos, já com remotas perspectivas de fugir do rebaixamento para Série B.

Recheado de vascaínos, o estádio recebeu 13.212 pagantes, para uma renda de R$ 411.155,00. Na próxima rodada, o Gigante da Colina encara justamente o São Paulo, quarta-feira, em São Januário. Já o Atlético-GO visita o Figueirense, penúltimo, no mesmo dia.

Juninho e Felipe, Atlético-Go e Vasco (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)Felipe e Juninho se abraçam após o gol da vitória cruz-maltina (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)

Ao deixar o gramado, o zagueiro Dedé avaliou o triunfo:

– O time dos caras soube defender bem com um a menos, dificultou para a gente. Não tivemos muitas oportunidades, não fomos agressivos, mas conseguimos o gol com passe do Felipe para o Juninho – destacou o zagueiro.

Pressão vascaína x perigo rubro-negro

O início da partida já exibia o panorama natural em Goiânia: os cariocas com mais posse de bola, e o Dragão em busca do contra-ataque, reconhecendo sua limitação diante e da consequente iminência do rebaixamento. A postura das equipes também refletia na arquibancada, com a superioridade cruz-maltina. Mas a etapa inicial reservaria outras alternativas para este cenário.

Com dificuldade para penetrar na defesa goiana, o Vasco apostou nos cruzamentos como válvula de escape. Foram dez escanteios nos primeiros 45 minutos. Mas esbarraram no jogo aéreo mais eficiente do rival e no goleiro Márcio, que demonstrava segurança. Nilton, de cabeça, e Eder Luis, em chute fraco, criaram as tímidas chances, longe e empolgar.

Por outro lado, a estratégia do Atlético não soava tão equivocada. Com espaço e velocidade, ganhava as disputas no campo de ataque e fazia Dedé e companhia correrem atrás, apesar de certa desorganização. Até que, com o nervosismo atrelado à posição na tabela, o zagueiro Gustavo perdeu o controle. Fez falta, reclamou com o árbitro, levou um amarelo e, não satisfeito, o chamou de “filho da p…”, causando a expulsão, com apenas 24 minutos de partida.

O Vasco, então, apertou a pressão, tanto na marcação da saída de bola como nas jogadas ofensivas. Mas faltavam capricho e tabelas eficientes. O técnico Artur Neto foi obrigado a tirar o meia Alexandre Oliveira para colocar o zagueiro Diego Giaretta. Ainda assim, com o passar do tempo, as melhores chances surgiram dos pés rubro-negros. Marino errou o alvo, aos 36, Eron parou em Prass, aos 44, assim como Márcio, em cobrança de falta, aos 47, sempre em contragolpes, preocupando Marcelo Oliveira, que decidiu mexer no intervalo.

Carlos alberto e Ricardo Bueno, Atlético-Go e Vasco (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)Carlos Alberto, apagado em seu centésimo jogo pelo Vasco, e Ricardo Bueno disputam a bola na lateral, ainda no primeiro tempo da partida no Serra Dourada (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)

Cariocas se lançam, e Juninho decide

Com um novo desenho, o time da Colina voltou com Felipe como ponta esquerda, no lugar de Thiago Feltri e com Wendel dando suporte, e Fellipe Bastos solto para ir à linha de fundo, tomando a vaga de Jonas, que pouco explorou este recurso. Ainda sonhando com o título, o intuito vascaíno era claro: não abrir mão de vencer, motivado pelas circunstâncias. Mas, mesmo com o apoio da torcida, estava difícil. A ansiedade com os erros na hora H só crescia.

Destaque na semana, a promessa Marlone substituiu Carlos Alberto e fez sua estreia entre os profissionais. Na primeira jogada, meteu a bola na pequena área, porém, como um repeteco de todo o jogo até então, não havia ninguém posicionado para concluir. Como essa, ocorreram pelo menos mais cinco, só trocando e protagonista Enquanto isso, o Dragão sonhava com o encaixe de um lançamento, que até aconteceu No mano a mano com Renato Silva, Felipe bateu para fora e desperdiçou a única oportunidade na etapa final.

Pouco a pouco, o duelo esfriou, e os vascaínos trocaram a euforia pela cobrança. O cansaço, no entanto, era notório, já que a temperatura passava dos 30 graus. A dura mexeu com os jogadores, e Nilton acertou o travessão aos 38, em bomba de longe. Logo depois, aos 41, a dupla de ídolos entrou em ação: Felipe tocou para Juninho, que bateu de primeira e correu para o abraço com o antigo companheiro. Para deixar de lado as frequentes polêmicas sobre a relação dos dois, o Reizinho tascou até um beijo na careca do Maestro.

Daí em diante, o Vasco só tocou a bola e segurou a vitória que o sustenta no G-4 e também mantém a chance de título. Houve tempo para Alecsandro perder um gol, com a defesa de Márcio ao ficar sem ângulo, e também para mais uma expulsão: o atacante Ricardo Bueno foi expulso depois de um carrinho violento em Juninho, o rei do dia. Mais uma vez.

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Palmeiras sai na frente, mas Juninho marca e mantém Vasco na liderança

O Palmeiras jogava bem, mantinha o controle do jogo e caminhava para a sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Mas quem tem Juninho tem esperança até o fim do jogo. Um golaço de falta do Reizinho da Colina garantiu o empate em 1 a 1, neste domingo, na Arena Barueri, e manteve o Vasco na liderança na competição. A equipe carioca não jogou tão bem, mas contou com a bola parada para seguir invicta. Já a paulista segue com duas caras: um time incisivo no mata-mata da Copa do Brasil, outro inseguro nos pontos corridos da principal competição nacional.

O empate salvador levou o Vasco aos 13 pontos. A derrota do Atlético-MG para o São Paulo beneficiou a equipe de Cristóvão Borges, que tem quatro vitórias e uma igualdade no Brasileirão. O destaque ficou para a torcida da equipe carioca, responsável por quase metade dos seis mil pagantes na Arena Barueri.

Já o Verdão soma dois pontos na competição e ainda fica na zona de rebaixamento. Uma discussão ríspida entre o goleiro Bruno e o atacante Barcos foi a imagem final do Palmeiras neste domingo. Além disso, o time perdeu Luan para o confronto com o Grêmio pela Copa do Brasil – uma lesão na coxa tirou o atacante de combate.

O Palmeiras volta a campo nesta quinta-feira, às 21h, diante da equipe gaúcha – o time pode perder por um gol de diferença que mesmo assim se garante na decisão do torneio nacional, pois venceu o jogo de ida por 2 a 0, no Olímpico. Depois, pelo Brasileiro, o Verdão tem o clássico contra o Corinthians, domingo, às 16h, no Pacaembu. O Vasco tem a semana livre e volta a jogar no próximo sábado, quando recebe o Cruzeiro, às 18h30m, em São Januário, pelo Brasileirão.

Juninho é marcado por Cicinho durante Vasco x Palmeiras (Foto: Marcelo Sadio/vasco.com.br)Juninho garantiu o ponto vascaíno contra o Palmeiras, em Barueri (Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br)

Atenções divididas

A Arena Barueri ficou longe de sua lotação máxima, mas as duas torcidas fizeram uma boa festa e animaram os times em campo. O Verdão começou melhor, com a mesma formação da vitória sobre o Grêmio, pela Copa do Brasil. A chave do jogo estava no lado esquerdo do ataque alviverde, às costas de Fagner – ótimo no apoio, mas vacilante na marcação. Por ali, Luan escapou duas vezes, e o Verdão quase abriu o placar.

Mais recuado, Barcos buscou o jogo no meio de campo e chegou a dar dois dribles secos em Dedé, que começou a partida um pouco perdido. Minutos depois, porém, o ídolo do Vasco se recuperaria com um desarme perfeito que impediu o próprio Barcos de sair na cara de Fernando Prass. A equipe de Cristóvão Borges se acertou durante o primeiro tempo, a partir da defesa.

A saída de Luan, com uma lesão na coxa direita, diminuiu o poder de marcação do Palmeiras na zona intermediária. Juninho, com toda a sua experiência, percebeu isso e passou a jogar livre. A partir daí o Vasco cresceu, buscou jogadas pelo lado direito, com Fagner, e levou perigo a Bruno. Os chutes de longe foram a principal arma: Romulo, aos 32 minutos, acertou o melhor deles, espalmado com precisão pelo goleiro do Palmeiras.

Os dois times dividiram as ações no jogo e também nas arquibancadas. A torcida vascaína compareceu em bom número e rivalizou com os palmeirenses nos gritos e xingamentos aos jogadores adversários. Ao fim da primeira etapa, um lance bizarro: Eder Luis e Márcio Araújo se estranharam por conta de uma simples troca de camisas. O vascaíno entregou a sua para o palmeirense, que não retribuiu.

Talismã marca, Reizinho salva

Se a saída de Luan tirou o poder de marcação do Palmeiras, a entrada de Mazinho deixou o ataque verde muito mais insinuante. Tem sido assim desde que o “Messi Black” chegou ao clube, há dois meses. Depois de um gol fundamental contra o Grêmio, na quarta-feira, o meia já dizia que não se importava em ser considerado um talismã pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Pois sua a estrela brilhou mais uma vez.

Aos dez minutos da segunda etapa, o melhor lance do jogo. De um lado, o baixinho talismã do Palmeiras. Do outro, Dedé, o “Mito” da torcida vascaína. Mazinho não se intimidou, gingou para a direita, para a esquerda, livrou-se da marcação do zagueiro e chutou rasteiro, cruzado, mansinho: 1 a 0 para o Verdão, diante do líder do Brasileiro. Sinais de um time bem mais confiante e competitivo.

O resultado já bastava para Felipão. Com Maurício Ramos, Thiago Heleno e Henrique jogando bem, bloqueando a entrada da área palemirense, a equipe mandante não corria risco. Aniversariante do dia, Diego Souza pegou pouco na bola e foi vigiado de perto pelo sistema defensivo alviverde. A equipe cruz-maltina reclamou muito da arbitragem de Leandro Vuaden, que não economizou nos cartões amarelos.

O Vasco só tinha alguma esperança nas bolas paradas. E quando se tem Juninho Pernambucano, um excepcional  batedor, essa expectativa é ainda maior. Coube a Henrique o papel de “quebrar o galho” da equipe cruz-maltina. A mão na bola originou a falta na entrada da área, aos 37 minutos. Para Juninho, “pênalti”. O Reizinho bateu com perfeição, Bruno pulou atrasado na bola, e o jogo ficou empatado: 1 a 1. Em questão de segundos, a euforia virou briga. Barcos reclamou muito com Bruno e deixou o clima estranho no fim do jogo. Para o Vasco, só alegria na liderança do Brasileiro. Ao Palmeiras, ainda na zona de rebaixamento, resta pensar na Copa do Brasil.

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