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Jornalistas farão protesto dia 18 contra ataques do governo Bolsonaro

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) está mobilizando os profissionais que fazem a cobertura do Planalto e do Congresso Nacional para um protesto na Esplanada dos Ministérios em defesa do jornalismo e da democracia e em repúdio aos ataques  feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O ato está marcado para o dia 18 de março.

Veja a convocação para o ato:

Sind. Jornalistas DF@sjpdf

📣 O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF convoca a categoria a participar da manifestação no dia 18/3, em defesa dos serviços públicos, da educação, pela democracia e contra os ataques que os jornalistas e as jornalistas vêm sofrendo. Basta!

Vídeo incorporado

Na manifestação, os jornalistas pretendem repetir o ato histórico feito por fotógrafos que cobriam o Palácio do Planalto (onde despacha o presidente da República) em 1984. Em protesto contra o tratamento dispensado pelo presidente da época, general João Figueiredo, cruzaram os braços e abaixaram as câmeras, dando origem à imagem histórica destacada acima.

“Os ataques do Bolsonaro contra a imprensa infelizmente nos fazem recordar muito a esse momento da ditadura militar em que tinha um enorme desrespeito e censura com os jornalistas e a imprensa. É necessário relembrar esse momento, não só o que acontecia, mas também a resposta dos jornalistas à isso”, esclareceu Juliana César Nunes, diretora do Sindicato.

Juliana explica que o sindicato e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que endossa o protesto, atendem a uma reclamação dos profissionais da área, que são frequentemente alvos de ofensas e de ironias de Jair Bolsonaro ao exercerem o ofício. Segundo ela, “a categoria está muito indignada com o desrespeito que vem ocorrendo”. A data escolhida tem como objetivo coincidir com o dia escolhido por vários movimentos de oposição para se manifestar “em defesa dos serviços públicos, da educação e dos direitos”.

 

Congresso em Foco

 

 

Sindicato dos Jornalistas lamenta decisão do deputado Wallber Virgolino de buscar assinaturas para CPI contra a imprensa

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba distribuiu nota pública em que “lamenta profundamente” a iniciativa do deputado estadual Wallber Virgulino (Patriotas), que anunciou a coleta de assinaturas para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra a imprensa estadual, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

“A entidade entende que se o parlamentar tem queixas em relação à atuação de algum profissional ou veículo de comunicação deve citar os nomes e os fatos desabonadores cometidos por um ou outro para que sejam apurados no Conselho de Ética do Sindicato ou mesmo pela FENAJ [Federação Nacional de Jornalismo]”, pontua trecho da nota.

ENTENDA

Neste domingo (17), o deputado estadual se manifestou pelas redes sociais demonstrando descontentamento com alguns veículos de comunicação da Paraíba, que cometeram a chamada “barrigada” – jargão usado no meio jornalístico para configurar uma informação veiculada com erros graves – ao noticiar o seu envolvimento em confusão registrada em desfile de um bloco de Carnaval, na última sexta-feira (14), no Folia de Rua, em João Pessoa. O que, de fato, não aconteceu.

O parlamentar garantiu que buscará assinaturas entre os demais deputados para instalar a Comissão, denominada por ele como “CPI do Toco/Imprensa”. “Não é de hoje que os maus profissionais dessa área precisam de enquadramento”, escreveu.

Nesse item, o Sindicato dos Jornalistas endossa a fala do deputado e “repudia totalmente as práticas não condizentes com o Código de Ética e a responsabilidade social dos jornalistas e defende que estas sejam apuradas com amplo direito à defesa e, caso procedentes, punidas exemplarmente”.

Veja na íntegra a nota do deputado

 

Infelizmente, alguns sistemas de comunicação da Paraíba que se acostumaram com o dinheiro farto e fácil da CALVÁRIO, se transformaram num valhacouto de vagabundos inclinados a marginalizar quem não é marginal e a transformar corruptos em inocentes mediante paga.

Não sou de briga e se me virem agarrado com homem: são meus filhos. Sou adepto da teoria de que homem não se desmoraliza, não troco tapas, troco tiro!!!

Terça-feira irei começar a colheita das assinaturas para instaurar a CPI DO TOCO/IMPRENSA, não é de hoje que os maus profissionais dessa área precisam de enquadramento.

Terão que justificar contratos de pessoas jurídicas e físicas com entes públicos e o patrimônio incompatível com o que recebem.

Confira a nota do Sindicato dos Jornalistas:

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO ESTADO DA PARAÍBA

NOTA

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba lamenta profundamente a iniciativa do deputado estadual Wallber Virgulino que anunciou a coleta de assinaturas para uma CPI da Imprensa da Paraíba. A entidade entende que se o parlamentar tem queixas em relação à atuação de algum profissional ou veículo de comunicação deve citar os nomes e os fatos desabonadores cometidos por um ou outro para que sejam apurados no Conselho de Ética do Sindicato ou mesmo pela FENAJ.

Por outro lado, o Sindicato repudia totalmente as práticas não condizentes com o Código de Ética e a responsabilidade social dos jornalistas e defende que estas sejam apuradas com amplo direito à defesa e, caso procedentes, punidas exemplarmente.

A DIRETORIA

 

Portal WSCOM

 

 

Bolsonaro se queixa da imprensa e faz gesto de banana para jornalistas

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a imprensa, incluindo a Folha de S.Paulo, neste sábado (8) e, na porta do Palácio da Alvorada, cruzou os braços com as mãos fechadas, dando uma banana para os jornalistas.

Bolsonaro deixou a residência oficial no fim da tarde com destino a um evento evangélico no estádio Mané Garrincha, área central de Brasília. Na saída de casa, parou para falar com apoiadores que enfrentaram a chuva para esperá-lo. Ao se aproximar dos jornalistas, afirmou que não responderia a perguntas e começou a criticar a imprensa.

O presidente reclamou das reportagens publicadas na quarta-feira (5), quando ele, ao defender o programa de prevenção à gravidez na adolescência da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), afirmou que uma pessoa com HIV –vírus da Aids– representa “uma despesa para todos no Brasil”.

Ele se referiu às pessoas com o vírus como aidéticas e disse ter pena delas. “Eu falei: o que que faltou? Faltou uma mãe, uma avó que pudesse dar orientação para não começar a fazer sexo tão cedo. Qualquer pessoa com HIV é uma pessoa que, além do problema de saúde gravíssimo, que temos pena, é custoso para todo mundo. Vocês focaram que o aidético é oneroso no Brasil. Estou levando porrada de tudo quanto é grupo de pessoas que têm este problema lamentavelmente”, disse.

Segundo Bolsonaro, “este não é o papel da imprensa”. “Vocês não podem continuar agindo assim, destruindo reputações. Vê se vai ter alguma retificação de vocês no jornal amanhã? Não vai deixar porque o editor não vai deixar ir para frente. Eu quero conversar, quero ser amigo de vocês, mas não dá”, protestou.

O presidente da República perguntou se a imprensa queria a volta “daqueles que nos governavam no passado que faziam aquela governabilidade que vocês sabem como, mergulhando o país em corrupção, em desesperança para o povo”.

Depois de desafiar governadores a reduzir o ICMS (imposto estadual) para baixar os valores dos combustíveis, Bolsonaro também reclamou desta cobertura, dizendo que não ouviu “uma matéria legal, decente”.

“É só fofoca, é só intriga. Fica ruim conversar com vocês. Sei que muitos de vocês não têm culpa porque passa pela mão do editor, que está rindo”, afirmou.

Na parte final de seu pronunciamento, direcionou suas reclamações à Folha. Ele criticou a publicação, no sábado (8), do artigo “Fábio Lula da Silva e o peso de um sobrenome”, de Marco Aurélio de Carvalho, advogado que atua na defesa do filho do ex-presidente Lula.

“Para encerrar, Folha de S.Paulo de hoje. Inacreditável. Defendendo o filho do Lula. Está sendo perseguido porque é filho do Lula. Agora, esculhambaram com a avó da minha esposa, com a mãe da minha esposa, esculhambam meus filhos”, afirmou.

Nos últimos dias, uma série de reportagens da Folha revelou detalhes do material apreendido pela Polícia Federal durante a fase Mapa da Mina da Lava Jato, deflagrada em dezembro e que apura se dinheiro repassado pela Oi a sócios do filho de Lula foi usado para a compra do sítio de Atibaia (SP).

Antes de entrar no carro, Bolsonaro fez o gesto de banana para os jornalistas. “Vou dar uma banana para vocês, tá ok?”, disse Bolsonaro, seguindo para o estádio sob a escolta de batedores.

No evento evangélico no estádio Mané Garrincha, o presidente subiu ao palco sob o Hino Nacional cantado pelo público, que o aplaudiu. Aos fiéis, Bolsonaro disse estar entre amigos e que, sob seu governo, o Brasil havia mudado.

“Palavras antes proibidas começaram a se tornar comuns: Deus, família, pátria”, afirmou, acrescentando à plateia que ela havia sido o “ponto de inflexão” nas eleições.

O presidente disse ainda que “o Estado pode ser laico, mas Jair Bolsonaro é cristão”.

“Ninguém esperava uma pessoa da minha origem, da minha atividade política conseguir vencer o verdadeiro mecanismo, mais conhecido como establishment. Chegamos lá, mas não basta. Peço mais que sabedoria a Deus todos os dias. Peço coragem para bem decidir o futuro do nosso Brasil”, afirmou no discurso.

 

FOLHAPRESS

 

 

Federação de jornalistas aponta 111 ataques de Bolsonaro à imprensa

O presidente da República Jair Bolsonaro, próximo de completar o primeiro ano de mandato Jair Bolsonaro soma 111 ataques à imprensa em 2019, o levantamento foi realizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que analisou o discurso do gestor entre 1º de janeiro e 30 de novembro.

No último mês, por exemplo, foram registradas 12 ocorrências, classificadas como “descredibilização da imprensa”. O presidente realizou um ataque à imprensa a cada três dias no governo, conforme média do levantamento.

A pesquisa leva em consideração discursos e entrevistas oficiais, que constam no site do Planalto, além de publicações postadas no Twitter de Bolsonaro.

A Fenaj classificou 100 que ataque foram feitos com o intuito de tirar a credibilidade da imprensa e os outros 11 dirigidos diretamente a profissionais de imprensa. Uma publicação realizada no mês de novembro pelo Twitter, o presidente disse que “um veículo de imprensa qualquer faz sua análise e divulga suas mentiras”.

MaisPB

 

 

Jornalistas Augusto Nunes e Glenn Grenwald brigam e se agridem em programa ao vivo

Os jornalistas Augusto Nunes e Glenn Greenwald se agrediram no início da tarde desta quinta-feira (07) após um desentendimento durante programa transmitido ao vivo pela rádio Jovem Pan, em São Paulo.

Glenn foi convidado para uma entrevista no Programa Pânico. A confusão começou logo depois do início da participação dos dois no programa.

O jornalista americano chamou Augusto Nunes de covarde devido a comentários que ele teria feito sobre seus filhos com o deputado David Miranda. As pessoas que estavam no estúdio apartaram a briga e tentaram acalmar os ânimos dos dois. No entanto, o apresentador do programa, Emilio Surita, decidiu suspender a gravação. O programa voltou ao depois de 12 minutos, continuando a participação de Glenn Greenwald.

 

A confusão começou logo após Glenn questionar Nunes se um juiz deveria investigar sua família. “Nós temos muitas divergências políticas, eu não tenho problema nenhum em ser criticado pelo meu trabalho – eu critico ele também. Mas o que ele fez… (O que) ele disse nesse canal, na Jovem Pan, foi a coisa mais feia e suja que eu vi na minha carreira como jornalista, inclusive fazendo guerra com CIA, governo Obama, governo do Reino Unido. Ele disse que um juiz de menores deveria investigar nossos filhos e decidir se nós deveríamos perder nossos filhos. (Que) eles deveriam voltar para o abrigo, com base nenhuma.

Acusando que estamos abandonando, fazendo negligência de nossos filhos. A coisa mais nojenta que eu vi na minha vida. Eu quero saber se você acredita que um juiz de menores deveria investigar nossa família com possibilidade de tirar nossos filhos de nossa casa, sem pai nem mãe, sem família nenhuma.”

“Essa é a prova de que o Brasil criou o faroeste à brasileira. Quem tem que se explicar é quem comente crimes, quem fica cobrando quem age honestamente. Ouça-me: o que eu disse, vocês vão perceber, é que ele não sabe identificar ironias, não sabe identificar um ataque bem-humorado. Convido ele a provar em que momento eu pedi que algum juizado fizesse isso. Disse apenas que o companheiro dele passa tempo em Brasília, passa o tempo todo lidando com material roubado. Quem vai cuidar dos filhos?”, disse Nunes.

Glenn reagiu: “Você é um covarde! Você é um covarde! Eu vou falar o porquê”. Ele então foi interrompido por Nunes. A primeira tentativa de agressão não deu certo, mas depois Nunes atingiu o rosto de Glenn Grenwald.

 

clickpb

 

 

Hebert Araújo aparece em lista dos dez jornalistas mais premiados do ano

(Foto: Rizemberg Felipe/TV Cabo Branco)
(Foto: Rizemberg Felipe/TV Cabo Branco)

Hebert Araújo tem o que comemorar em 2016. O repórter da CBN João Pessoa e da TV Cabo Branco cravou seu nome no Ranking dos +Premiados Jornalistas do Ano, feito pelo site Mais Premiados. Concorrendo com colegas de profissão do Brasil inteiro, o paraibano levou o título por ter conquistado quatro troféus de janeiro a dezembro.

A primeira vitória de Hebert foi na dobradinha do 13º Prêmio Abecip de Jornalismo, realizado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. Na ocasião, ele levou a melhor com uma reportagem de televisão que fez parte de uma série que explicou como funciona o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No rádio, a vencedora foi a matéria ‘Alicerce do futuro’, que mostrou uma iniciativa entre uma construtora e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que oferece cursos de inclusão digital dentro dos canteiros de obras.

No mesmo dia em que foi entregue o Abecip, o repórter guarabirense também era homenageado no Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional. Lá, a premiação foi pela reportagem “Verdes de Verdade”, que contou a história de um produtor rural de Alagoa Nova que apostou nos orgânicos e na sustentabilidade.

Por fim, neste ano, Hebert pôs na estante o Anamatra de Direitos Humanos, realizado pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho. O material vencedor foi “Marcada Para Lutar”, que retratou o surgimento das ligas camponesas no Nordeste na década de 60, durante as turbulências políticas e sociais.

“Como a organização dá pesos diferentes aos prêmios, você não espera que vá figurar na lista. Quando recebi a notícia, senti uma imensa alegria por estar ao lado de grandes nomes do jornalismo. Foi um presente e tanto de Natal”, comemorou Hebert.

No ranking nacional dos premiados, o primeiro lugar ficou empatado entre Eliane Brum (El País) e Natalia Viana (Agência Pública). O repórter da CBN João Pessoa, Marcelo Andrade, também apareceu na lista, na 76º colocação. Ainda da Rede Paraíba de Comunicação, figuram no levantamento os colaboradores Giovana Rossini, Hermano Araruna, Ana Cláudia Pereira, Wellington Campos, Jardel Nunes, Jonathan Dias e Andrezza Carla. Eles foram lembrados pelas participações nas reportagens vencedoras.

TV Cabo Branco

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Empreender: Associação Paraibana de Imprensa critica exposição de jornalistas

empreenderA Associação Paraibana de Imprensa emitiu nota nesta sexta-feira (09) negando qualquer tipo de irregularidade para concessão de créditos do programa estadual ‘Empreender’ a jornalistas e radialistas. O Governo do Estado notificou 197 profissionais da imprensa para que quitem os débitos que possuem junto ao programa. A lista com os nomes dos devedores foi publicada em edição do Diário Oficial do Estado.

A diretoria da Associação criticou a exposição dos profissionais e estranhou o fato do Governo não ter sequer tentado negociar com os jornalistas antes se publicizar seus nomes. Conforme a nota, a medida causou constrangimento.

“Convêm salientar que em nenhum momento a diretoria da entidade na época, bem como seu presidente em exercício, jornalista João Pinto, precisou fazer qualquer tipo de negociata para obter vantagens pessoais, como foi insinuado maldosamente por alguns que tentam politizar um assunto que passa à margem dessa questão. A diretoria da entidade critica a exposição dos associados, sobretudo nessa fase de crise econômica, sem que houvesse anteriormente uma fase de negociação para resolver a demanda, evitando constrangimento desnecessário”, diz a nota.

Os empréstimos foram contraídos no ano de 2014  em uma interlocução entre a Associação Paraibana de Imprensa e a Secretaria de Comunicação do Estado. O objetivo era oferecer crédito a integrantes da imprensa para compra de equipamentos ou investimentos em projetos inerentes à profissão.

Veja a nota da API na íntegra:

A Associação Paraibana de Imprensa (API) vem a público prestar alguns esclarecimentos, principalmente de natureza técnica, sobre a parceria formalizada entre esta entidade e o Empreender Paraíba para viabilizar a contração de empréstimos por parte de profissionais de imprensa do Estado da Paraíba, celebrados no ano de 2014, e que motivou ampla discussão nas redes sociais.

1 – A abertura dessa linha de crédito para contemplar profissionais de imprensa foi amplamente divulgada nos meios de comunicação do Estado, nos sites, portais, blogs e redes sociais de uma forma em geral;

 2 – O cadastro de cada interessado foi preenchido na sede da própria API por funcionários do Empreender, que também informaram sobre a documentação necessária, bem como das regras para a efetuação do contrato;

3 – Após a aprovação do cadastro, o Empreender divulgou a relação com os nomes dos que preencheram os requisitos e estabeleceu a sede da API para a entrega dos cheques nominais e dos carnês de pagamento. Ou seja, tudo feito às claras, sem ocultação de informações, intermediado pela API com intuito único e exclusivo de proporcionar condições para o melhor desempenho dos profissionais de imprensa.

4 – Convêm salientar que em nenhum momento a diretoria da entidade na época, bem como seu presidente em exercício, jornalista João Pinto, precisou fazer qualquer tipo de negociata para obter vantagens pessoais, como foi insinuado maldosamente por alguns que tentam politizar um assunto que passa à margem dessa questão. A diretoria da entidade critica a exposição dos associados, sobretudo nessa fase de crise econômica, sem que houvesse anteriormente uma fase de negociação para resolver a demanda, evitando constrangimento desnecessário.

5 – Por fim, a API tem convicção de que a nova fase exige  renegociação com adesão de todos visando uma solução definitiva.

 

MaisPB

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Empreender: Governo notifica jornalistas a quitar empréstimos concedidos em 2014

amandaaraujoCento e noventa e sete jornalistas e radialistas paraibanos estão sendo notificados pelo Governo do Estado por empréstimos contraídos, em  2014, no programa Empreeender- Paraíba. A cobrança saiu desde o dia 11 de novembro, no Diário Oficial, mas só nesta quinta-feira (8) veio à tona nas redes sociais. A notificação foi feita por Amanda Araújo, secretária do Empreender, e atual titular das Finanças.

A concessão foi feita à época numa interlocução entre a Associação Paraibana de Imprensa e a Secretaria de Comunicação do Estado. O objetivo era oferecer crédito a integrantes da imprensa para compra de equipamentos ou investimentos em projetos inerentes à profissão.

Categoria contesta cobrança

Em áudio nas redes sociais, o jornalista Giovanni Meireles, um dos mais experientes da imprensa paraibana, contestou a cobrança. Ele lembrou que os jornalistas foram informados na ocasião que os valores recebidos seriam perdoados. “Seria a fundo perdido”, registrou.

Também nas redes, a jornalista Marcela Sitônio, ex-presidente da Associação, disse desconfiar que houve concessão do benefício a muitas pessoas que não são jornalistas ou atuam no meio. “Eu sei muito bem quantas pessoas pegaram esse empréstimo sem ser jornalistas em época de campanha, num arrumadinho”, enfatizou.

A lista divulgada se refere apenas àqueles que possuem vínculos empregatícios na esfera pública, como Assembleia Legislativa, Governo do Estado e Tribunal de Justiça. Na notificação, o Empreender-Paraíba sugere a solução da quitação da dívida na consignação de descontos em folha de pagamento.

Até agora a Associação Paraibana de Imprensa e a Secretaria de Comunicação não se pronunciaram oficialmente sobre a notificação.

MaisPB

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Com oito mortes em 2015, Brasil é quinto país mais perigoso para jornalistas

jornalismoEm 2015, o Brasil voltou a se mostrar um dos países mais perigosos para o exercício da atividade jornalística, com o registro de oito mortes de profissionais no exercício da profissão, segundo relatório sobre a liberdade de imprensa divulgado hoje (22) pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

De acordo com levantamento mantido pela Press Emblem Campaign (PEC), organização não governamental mantida por jornalistas com sede na Suíça, o Brasil subiu cinco posições em relação à ultima pesquisa, e ocupa agora a 5ª colocação como país mais letal para os jornalistas, à frente de nações em guerra como Líbia, Iêmen e Sudão do Sul.

Um dos casos mais emblemáticos ocorreu em agosto do ano passado. O radialista Gleydson Carvalho apresentava seu programa quando homens armados invadiram o estúdio da rádio em que ele trabalhava, em Camocim (CE), e o alvejaram ao vivo. O jornalista morreu minutos depois, a caminho do hospital.

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Ficou também batizado por organizações internacionais que monitoram a atividade jornalística como “novembro negro” no Brasil o mês em que três execuções ocorreram em 11 dias: de um radialista em Pernambuco e de dois blogueiros independentes no Maranhão.

Os números de 2015 demonstram uma tendência de alta no país em comparação às pesquisas divulgadas em 2013/2012 (5) e 2014/2013 (7), que mediram a violência contra jornalistas entre outubro de um ano e outubro do ano seguinte. Agora as pesquisas são feitas de janeiro a dezembro de um mesmo ano.

Impunidade

No ranking da PEC, o país ficou atrás apenas de Síria (13 mortes) e Iraque (10), que enfrentam graves conflitos armados, México (10), em que a luta contra os cartéis de tráfico de drogas é uma das principais ameaças, e França (9), que sofreu o ataque terrorista contra o jornal satírico Charlie Hebdo, em janeiro de 2015.

“É no mínimo embaraçoso um país estar na quinta colocação se você comparar com países que estão em guerra”, disse o presidente da Abert, Daniel Pimentel Slaviero. A entidade destaca a impunidade como uma das causas do fenômeno. Nos últimos quatro anos, apenas quatro casos envolvendo a morte de jornalistas foram levados a julgamento no Brasil.

A maioria dos jornalistas mortos no Brasil trabalhavam na cobertura política ou na apuração de casos de corrupção contra políticos ou empresários, uma peculiaridade do país, de acordo com o Comitê de Proteção aos Jornalistas, que também é uma ONG internacional que atua na denúncia de violência contra profissionais de comunicação .

Agressões e ameaças

Ao todo, o Brasil registrou 114 casos de agressões, atentados, ataques, ameaças, detenções, ofensas e intimidações contra jornalistas em 2015. Os casos mais comuns são os de agressões, que tiveram um aumento sobretudo diante da ocorrência maior de manifestações de rua desde 2013 no país.

O Brasil registrou 64 agressões contra jornalistas em 2015. O mais corriqueiros continuam a ser os episódios em que os alvos de apurações e reportagens foram os agressores, mas a Abert manifestou grande preocupação com o aumento das agressões perpetradas por agentes de Estado contra jornalistas devidamente credenciados e claramente identificados.

“Consideramos gravíssimo as agressões provenientes das polícias, em especial de policiais militares, que têm a obrigação constitucional de preservar atividade da imprensa”, afirmou Slaviero. “Está havendo uma inversão de valores. Estão tratando uma câmera, um celular, como uma arma, e com isso os profissionais da imprensa têm sido agredidos, tomado tiros, cacetadas e balas de borracha”.

Em 29 de abril do ano passado, por exemplo, um cinegrafista da TV Bandeirantes foi mordido por um cachorro da Polícia Militar durante uma manifestação de professores em Curitiba. Outro exemplo, destacado pelo relatório da Abert, foi o do repórter Felipe Larozza, da revistaVice, que levou uma cacetada nas costas enquanto cobria uma manifestação do Movimento Passe Livre, em São Paulo, apesar de estar claramente identificado com crachá e três adesivos de “Imprensa”.

Para que a situação de violência contra jornalistas no Brasil comece a mudar, a Abert defende a aprovação de dois projetos de lei em tramitação no congresso: o 7107/2014, que propõe que atentar contra a vida e a integridade física de jornalistas se torne crime hediondo; e o 191/2015, que propõe que a Polícia Federal assuma a investigações de crimes contra jornalistas no caso de omissão de autoridades locais.

Agência Brasil

API realiza VII Encontro Estadual de Mulheres Jornalistas

O evento acontecerá partir das 14h, no Restaurante do Hardman Praia Hotel
Screenshot_3A Associação Paraibana de Imprensa (API) realiza no próximo sábado (14), o VII Encontro Estadual de Mulheres Jornalistas da Paraíba. O evento acontecerá partir das 14 horas, no Restaurante do Hardman Praia Hotel, localizado à Avenida João Maurício, 1341 – Praia de Manaíra, em João Pessoa.
A sétima edição do Encontro de Jornalista terá como tema: Mulheres Conectadas. A palestra de abertura do evento será ministrada pela jornalista, Bia Barbosa, representante do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, e ainda terá a participação especial da stand-up comedy, Shirley McLuhan.
O tema foi escolhido pela Comissão Organizadora numa alusão a esse tempo das tecnologias e da necessidade de as mulheres jornalistas estarem antenadas com as redes sociais, com os acontecimentos mundiais, com as oportunidades que o mercado e a academia oferecem e dominarem espaços nesse novo cenário de convergência de mídias.

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O acesso ao evento se dará mediante a compra de uma camiseta, que teve a arte elaborada pela jornalista, Rebeca Melo. Ela é estagiária do Laje – Laboratório de Jornalismo e Editoração – do Programa de Pós-graduação em Jornalismo da UFPB. A compra da camiseta dará ainda o direito a saborear um super lanche da melhor qualidade preparado pelo Hotel e participar de vários sorteios de brindes.
As camisetas estarão à venda a partir desta quarta-feira (11), na sede da API, localizada à Avenida Visconde de Pelotas -149, Centro da Capital, no Centro Acadêmico de Jornalismo da UFPB, que fica no Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), ou poderá ser adquirida no dia do evento, na entrada do restaurante do Hotel Hardman.
Conforme a vice-presidente da API, Sandra Moura o encontro representa um momento de confraternização entre as mulheres que militam na mídia do Estado.
“Esperamos contar com as presenças de todas as mulheres jornalistas para podermos trocar ideias, dividirmos experiências, bater um bom papo e nos divertir. O objetivo é fazer uma confraternização entre nós, já que fui eleita como vice-presidente da API, o que nos dá a oportunidade de uma maior aproximação com a categoria feminina”, destacou.
Serviços:
Data: 14/11/2015
Hora: 14 horas
Local: Hotel Praia Hardman (Orla de Manaíra)
Ingresso: Camiseta do evento R$30,00
Locais de Venda: API, no período da manhã, com Leila Oliveira, no CAJ da UFPB ou no Hotel no dia do evento.

Andréia Barros