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Governo do Estado lança IV Prêmio Criança PB de Jornalismo

 

Com tema Direitos Humanos e Cidadania em Defesa de Crianças e Adolescentes, regulamentos contemplam profissionais de mídia em cinco categorias, além de universitários

criança jornalismoO Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano (SEDH), lança o edital do IV Prêmio Criança PB de Jornalismo – Direitos Humanos e Cidadania em Defesa de Crianças e Adolescentes, voltado para jornalistas do Estado que atuem nesta área.

O IV Prêmio Criança.PB de Jornalismo, que tem como tema deste ano “Direitos Humanos e Cidadania em Defesa de Crianças e Adolescentes”,  irá premiar em dinheiro os 15 melhores trabalhos jornalísticos e ainda os três melhores trabalhos desenvolvidos por estudantes universitários dos cursos de Comunicação Social.

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Nesta quarta edição, podem concorrer profissionais de cinco categorias entre jornalismo impresso, radiojornalismo, jornalismo de internet, telejornalismo e fotojornalismo, além dos estudantes. Os primeiros lugares receberão R$ 3 mil e os segundos e terceiros lugares receberão R$ 1.500 e R$ 1 mil, respectivamente. Já a Categoria Universitária premiará o primeiro lugar com R$ 1 mil, e o segundo e terceiro lugar com R$ 500 e R$ 300, respectivamente.

As inscrições podem ser feitas na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano, localizada na Avenida Epitácio Pessoa, 2501, Bairros dos Estados, João Pessoa-PB, entre os dias 24 de novembro a 5 de dezembro. Estão aptos a concorrer trabalhos escritos em Língua Portuguesa, produzidos, veiculados ou publicados em emissoras de rádio, televisão, jornais, revistas de comunicação do Estado, no período de 1º de janeiro a 16 de novembro de 2014. Para estudantes universitários, estão aptos os trabalhos produzidos para disciplinas do curso de Comunicação Social ou outros veículos.

A participação dos concorrentes se dará mediante o preenchimento da ficha de inscrição disponível no site do Criança.PB (www.crianca.pb.gov.br), a qual deverá ser entregue acompanhada do(s) trabalho(s) concorrente(s), obedecendo aos requisitos nela solicitados. Cada profissional poderá inscrever até três trabalhos assinados. Pelo Facebook, o perfil é facebook.com/crianca.pb Os vencedores serão conhecidos no dia 18 de dezembro.

Andréia Barros
DIRETORA DE COMUNICAÇÃO

Rodrigo Costa deixa a equipe de jornalismo da Rádio Rural de Guarabira

rodrigoO radialista Rodrigo Costa, um dos mais conceituados da região do Brejo, não faz mais parte da equipe de jornalismo  da Rádio Rural de Guarabira-PB. O profissional foi dispensado pela direção da emissora, desde o dia 7, conforme o mesmo relata em uma postagem em sua página do facebook, feira na noite desta segunda-feira (10).

As emissores do grupo João Rafael estão passando por ajustes, fato comum nas empresas privadas. A dispensa de alguns profissionais, que na visão da diretoria, não estão mais se encaixando no seu projeto, vem sendo comentada pelos próprios funcionários das emissoras. Porém a dispensa do profissional Rodrigo pegou a todos de surpresa.

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Por onde tem passado, nas emissoras que já trabalhou, Rodrigo, tem deixado provas irrefutáveis de sua conduta ética e sempre primando pelo bom jornalismo. Certamente não ficará fora do meio jornalístico por muito tempo. Veja:

Havia rumores desse possível afastamento, mais nada ainda tinha sido oficializado.
Havia rumores desse possível afastamento, mais nada ainda tinha sido oficializado.
portalmidia

Abertas as inscrições para o 7º Prêmio Sebrae de Jornalismo

 

Jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas de todo país podem concorrer com reportagens sobre empreendedorismo publicadas em 2014

destaqueA 7a edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ), que vai reconhecer as melhores matérias veiculadas na imprensa brasileira sobre os pequenos negócios em 2014, já está com as inscrições abertas. Há oportunidades de premiação para repórteres, fotógrafos e cinegrafistas que atuam em jornais, revistas, emissoras de rádio e TV, e sites de notícias de todo o Brasil. As inscrições podem ser feitas pelo site www.premiosebraedejornalismo.com.br, onde também está disponível o regulamento completo.

 

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Podem ser inscritos trabalhos que abordaram temas do empreendedorismo no Brasil, como o Fomento ao empreendedorismo; Cooperação; Encadeamento produtivo; Educação empreendedora; Gestão, Inovação e competitividade; Inclusão produtiva; Sustentabilidade; Políticas públicas e Legislação. Além de premiar os autores das reportagens, o Sebrae faz homenagens aos “Jornalistas Parceiros dos Empreendedores” com a escolha de profissionais da redação como editores, pauteiros, produtores, chefes de reportagem ou outros profissionais que contribuírem para a divulgação do empreendedorismo no País.

 

A premiação é dividida em duas fases. Primeiro, a disputa é estadual e premia os melhores trabalhos em cinco categorias: Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo e Imagem Jornalística (fotografia e reportagem cinematográfica). Os primeiros colocados de cada categoria recebem um prêmio estadual e participam da etapa nacional. Os vencedores desta segunda fase recebem R$15 mil, por categoria.

 

Na última edição, a Paraíba teve 59 trabalhos inscritos na etapa estadual, concorrendo nas cinco categorias. Os primeiros colocados paraibanos no ano de 2013 foram: Andréia Barros e Rafaela Gambarra (webjornalismo – portal Paraíba Total); Mislene Santos (radiojornalismo – Rádio Correio); Wendell Rodrigues (telejornalismo – TV Correio); Nelsina Vitorino (fotojornalismo – Jornal da Paraíba) e Naná Garcez e Eliane Cristina (jornalismo impresso – Revista Edificar).

Inscrições

Poderão concorrer matérias e reportagens veiculadas de 1º de janeiro de 2014 a 31 de dezembro de 2014. Cada profissional poderá concorrer com, no máximo, três trabalhos. No entanto, não há limite de inscrições por veículo. As inscrições e o envio dos trabalhos devem ser feitos no site www.premiosebraedejornalismo.com.br

Premiação nacional

São cinco categorias principais e duas premiações especiais.

• Categorias principais – R$ 15 mil

‐ Prêmio Sebrae de Jornalismo Impresso

‐ Prêmio Sebrae de Radiojornalismo

‐ Prêmio Sebrae de Telejornalismo

‐ Prêmio Sebrae de Webjornalismo

‐ Prêmio Sebrae de Imagem Jornalística (fotografia e reportagem cinematográfica)

• Prêmios especiais

‐ Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo: R$ 15mil a ser acumulado com o prêmio recebido como vencedor de sua categoria. É a premiação para a melhor matéria entre todas as premiadas nas cinco categorias.

‐ Jornalista Parceiro do Empreendedor: homenagem feita a profissionais da imprensa que em 2014 se destacaram no incentivo da pauta sobre micro e pequenos empreendedores no país. A escolha dos homenageados será feita pelas comissões de júri estaduais. E o Sebrae Nacional indicará um profissional para ser homenageado durante a premiação nacional.

Acompanhe o calendário do PSJ

– Inscrições nas etapas estaduais: até 9 de janeiro de 2015

– Eventos de premiação da Etapa Estadual: entre março e maio de 2015

– Evento de premiação nacional: a partir de junho de 2015

Sebrae

Wanderley Guilherme: Jornalismo, Judiciário e a herança maléfica de 2013

ornitorrincoO recorde mais espetacular do ano de 2013 foi o número de previsões fracassadas. Dia sim, outro também, os jornalões estamparam notícias recebidas com surpresa pelo famoso mercado, que as esperava o oposto.

De boca aberta também andaram seus renomados especialistas, a inventar explicações fora da curva para os furos especialmente enormes. Erros que, imediatamente, soterraram com pompa, circunstância e virgens anúncios de futuras tempestades.

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É intrigante a permanente charlatanice com que os periódicos, diários e semanais, afagam o ego dos conservadores sem que estes se sublevem contra a falcatrua. Ou, talvez, os conservadores desconfiem de que a realidade seja bastante diferente, mas aspiram, tal como os jornalistas e especialistas, a vê-la materializar-se conforme a aspiração.

Este parece o sonho derradeiro dos colunistas e pitonisas da oposição: obter o condão de pronunciar profecias que se auto-cumprem. Daquelas que, uma vez proclamadas, contribuem para a realização do desastre. Uma corrida a um banco disparada por falsa previsão de que vai quebrar pode, de fato, levar à bancarrota um estabelecimento sólido. Mas é impossível evitar uma estupenda safra agrícola escondendo-a sob pragas e tormentas apenas verborrágicas.

Criam, contudo, uma espécie ornitorrinco de jornalismo – aquele que retrata o que lhe apeteceria acontecesse efetivamente, não o que, com modesta realidade, ocorre. Daí a freqüente discrepância entre as manchetes e o conteúdo, ainda que este venha narrado como que sob tortura, tão tortuosa é a narrativa.

Diverso é o caso do jornalismo a soldo. Não há como perdoar àqueles que sabem o que fazem. Omitem informações relevantes, adulteram outras, inventam terceiras. Cada um dos desvios é serviço prestado. Digamos que eles fabricam um tipo especial de caixa dois, recursos contabilizados como salário, quando, contudo, resultam de um efetivo domínio do fato inventado ou distorcido.

Essa cumplicidade entre fiéis ingênuos e deliberados bandoleiros que assaltam a reputação alheia, maculam o estafante trabalho de legislar ou de executar tarefas de interesse geral, enriquecendo ao longo da labuta, dificulta identificar a composição da quadrilha que, diariamente, vende engodo à população. Estamos de acordo que as matérias impressas, tanto as assinadas quanto as editorializadas, constituem atos de ofício e aceitável evidência dos crimes assinalados, certo?

Sendo assim, uma legislação democrática, que proteja os cidadãos comuns contra os achaques e calúnias dessa quadrilha de mistificadores e inventores de escândalos, deve ser uma das preocupações de qualquer governo de origem popular. Os antigos gregos já puniam severamente os  propagadores de infâmias e em alguns casos de indução de outros a atos perversos, aplicavam a pena do ostracismo, da multa e, eventualmente, impunham até a pena de morte.

O Brasil nunca ultrapassou essa fase porque nunca esteve nela.  O jornalismo ornitorrinco e o jornalismo adversativo (o que acrescenta um mas, porém, todavia, contudo a toda notícia positiva) ainda são  os controladores do mercado de notícias. O mercado de notícias é o único que os conservadores não desejam livre.

Qualquer iniciativa de soltá-lo das garras oligárquicas é, ornitorrincamente, apresentada como seu oposto, o de invadir a liberdade da notícia. Ora, o que não existe no país é justamente uma imprensa livre, plural e competitiva o suficiente para que o cidadão possa optar.  O mercado de notícias está cativo de tiranetes sem escrúpulos, de colunistas a soldo, sem  mencionar o inacreditável nível de desinformação e de cultura da média das redações desses jornais.

O Judiciário, por sua vez, além da adoção do discurso de ódio, inaugurou uma etapa bastante peculiar em nosso constitucionalismo. Dizem seus arautos que o Supremo Tribunal Federal representa a vanguarda iluminada das sociedades contemporâneas. Ainda com mais fulgor no Brasil, entendem, em vista da podridão de que estariam acometidos os demais poderes da República.

Entre suas atribuições abrigar-se-ia a de estabelecer prazos para que o Legislativo legisle sobre matérias que ele, Judiciário, considera inadiáveis. Isso, como todos sabem, inclusive os senhores ministros do STF, não está escrito na Constituição.

Os únicos prazos legitimamente impostos ao Legislativo, salvo engano, são aqueles hospedados por seu Regimento Interno e pelos estatutos de urgência e medidas provisórias, ambas emanadas do Poder Executivo. De uma penada os atuais e transitórios ministros do STF ofendem o Executivo e o Legislativo.

É cautelar, em conclusão, que se observe como os conflitos por vir não deverão ser debitados à conta de um confronto direto entre  o capital e o trabalho, mas entre o jornalismo ornitorrinco e o Judiciário e os demais poderes. O ano de 2014 promete.

 

viomundo

Jornalismo é quarta pior profissão no Brasil, aponta pesquisa de site de empregos

O site de busca de empregos Adzuna.com realizou um estudo para descobrir os melhores e os piores empregos no Brasil. Baseada nas vagas anunciadas no site, a pesquisa analisou mais de duas mil profissões.

Crédito:Stock.XCHNG
Jornalista é a quarta pior carreira no Brasil
Segundo a Folha de S.Paulo, as funções foram consideradas a partir de diferentes critérios, incluindo potencial financeiro, ambiente de trabalho, competitividade e demanda de mercado. Os motoristas de ônibus e entregadores lideram o ranking dos piores trabalhos. Jornalismo aparece em quarto lugar.

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O site justifica que esses profissionais lidam com prazos apertados, baixo potencial de aumento de salário, e uma longa e cansativa jornada de trabalho.Confira as listas completas das carreiras (com média de salário anual):

Profissionais com as piores atividades
1. Motoristas de ônibus (R$ 20 mil)
2. Entregadores (R$ 12 mil)
3. Assistentes de cozinha (R$ 14 mil)
4. Jornalistas (R$ 20 mil)
5. Policiais (R$ 30 mil)
6. Vendedores (R$ 25 mil)
7. Empregadas domésticas (R$ 15 mil)
8. Garçons (R$ 14 mil)
9. Assistentes sociais (R$ 26 mil)
10. Seguranças (R$ 23 mil)
Profissionais com as melhores atividades
1. Engenheiros (R$ 60 mil)
2. Profissionais de TI (R$ 40 mil)
3. Cirurgiões (R$ 50 mil)
4. Advogados (R$ 30 mil)
5. Veterinários (R$ 20 mil)
6. Profissionais administrativos (R$ 30 mil)
7. Atuários (R$ 30 mil)
8. Fisioterapeutas (R$ 25 mil)
9. Arquitetos (R$ 58 mil)
10. Dentistas (R$ 40 mil)
Redação Portal IMPRENSA

Manifestantes jogam tinta no Sistema Correio e criticam nível de jornalismo da área policial

correioUm grupo de manifestantes concentrou parte do tempo neste dia 5, dos Excluidos, jogando tinta vermelha contra a entrada principal do Sistema Correio de Comunicação na Av Pedro II. Eles protestaram contra o jornalismo classificado como carniceiro produzido pelos apresentadores Samuka Duarte e Emerson Machado.

O grupo ainda reproduziu palavras de ordem em favor da reforma política e criticaram representantes do sistema de comunicação. Pouco tempo depois se dispersaram deixando o loca do protesto.

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Os manifestantes também defendiam a democratização nos meios de comunicação, aputa de movimentos organizados de todo Pais.

Imediatamente, o assunto tomou conta das redes sociais, em especial o Facebook, com manifestação de diversos internautas. Leiam a seguir:

• José Carlos Dos Anjos Wallach um bloco de bobos, gritando bobagem e fazendo fotos para postar no Face. Mas, antes, estiveram no próprio Sistema Correio – que tanto condenam – para divulgar a manifestação. Aliás, a encenação.

NOTA REDAÇÃO – A manfiestação foi dia dos Excluidos e não neste dia 7, conforme repassado ao Portal por um Manifestante. Pedimos desculpas aos internautas pelo erro da data.
5 de setembro às 16:43 • Curtir • 1

Marcus Braga Falta de levar um cacete bom da polícia… Nada como uma boa camada de pau com cassetete de borracha no lombo…
5 de setembro às 16:53 • Editado • Curtir • 2

Hildebrando Filho Depois quando leva um tiro de borracha da policia ou uns spreizada de pimenta na cara vem meia duzia de demagogicos reclamar do trabalho da policia.
5 de setembro às 20:47 • Curtir


Netinho Neto manifestação não se faz assim vândalos sem caratér.
5 de setembro às 22:08 • Curtir

Gestos inadmissíveis em plena Democracia

Por Walter Santos

O ato grosseiro de um grupo de manifestantes de assacar tintas e objetos contra o Sistema Correio de Comunicação, a exemplo que outros fizeram em mesma escala com Rede Globo, Record, etc, neste dia 7 de Setembro, atesta sem necessidade de muita análise o grau de selvageria inaceitável que minorias andam produzindo nesta fase importante da democracia brasileira.

Os apelos, conforme discursos, passam pela exigência de moralidade e de nova forma no trato do jornalismo, sobretudo o policial – um dos focos dos manifestantes na direção de Samuka Duarte e Emerson Machado.

Confesso que, por opção, não tenho no modelo posto a melhor alternativa do meu querer, mas a sociedade – o povão, como se diz, se manifesta a favor, inclusive, e isto precisa ser respeitado, portanto, não pode ser ignorado porque os dois profissionais exercem suas funções com identidade e postura próprias merecedoras de respeito.

Neste momento, o mais importante não é discutir causas conceituais do programa dos apresentadores, que precisa ser respeitado, mas pela forma do emprego da violência para marcar posição contra questões éticas ou seja lá o que for beirando a vandalismo inaceitável.

O Sistema Correio de Comunicação é um patrimônio privado mas há 60 anos incorporado como da sociedade paraibana e merece todo o respeito na preservação de suas prerrogativas empresariais e funcionais.

Nossa solidariedade imensa e extensiva a todos do Sistema Correio.

 

Da Redação
WSCOM Online

Curso de jornalismo investigativo oferece bolsas para pesquisas sobre narcotráfico

 

Jornalismo InvestigativoO Instituto Prensa y Sociedad (IPYS), juntamente com a organização Transparência Internacional, está oferecendo bolsas para jornalistas interessados em participar do Curso Avançado de Jornalismo Investigativo e assistir a 8ª Conferência Global de Jornalismo Investigativo.

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Serão 12 bolsas destinadas a jornalistas da América Latina que desejem realizar investigações relacionadas ao tema do narcotráfico. O programa exigirá a apresentação de projeto durante a Conferência, que será realizada em outubro, no Rio de Janeiro.

Para mais informações

 

Portal Andi

Inscrições para Prêmio ETCO de Jornalismo acabam em 1º de agosto

etco Faltam apenas dois dias para o fim das inscrições no Prêmio ETCO de Jornalismo, que contemplará trabalhos jornalísticos produzidos por jornais, revistas, sites da internet, rádio e televisão no período de 1º de janeiro de 2012 a 1º de agosto de 2013, e que estimulem a conscientização para temas como o comércio ilegal, informalidade, pirataria, falsificações, complexidade do sistema tributário, sonegação fiscal e o impacto da corrupção na economia.

Criado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial – ETCO -, o prêmio distribuirá um total de R$ 60 mil em valores brutos, sendo R$ 10 mil para cada uma das cinco categorias, e mais R$ 10 mil ao trabalho considerado o melhor entre as categorias premiadas, denominado de Grande Prêmio ETCO. Homenagens especiais serão prestadas aos editores dos trabalhos vencedores durante a cerimônia de premiação.

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As inscrições para a primeira edição do Prêmio ETCO poderão ser realizadas até 1º de agosto de 2013, data final de publicação/veiculação dos trabalhos. Informações detalhadas sobre o programa, fichas de inscrição e regulamento, poderão ser obtidos no site www.etco.org.br/premio.

As celebrações dos primeiros 10 anos do ETCO também incluem o Ciclo de Debates 10+10, uma retrospectiva da ética concorrencial no Brasil e as perspectivas para a próxima década, e o lançamento do livro “Corrupção – Entrave ao Desenvolvimento do Brasil”.

Para mais informações:
PRÊMIO ETCO DE JORNALISMO
premioetco@etco.org.br 
(21) 3208-3646

Sobre o ETCO

O Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, ETCO, é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) fundada em 2003 com o objetivo de identificar, discutir, propor e apoiar ações, práticas e projetos que resultem em melhoria concreta do ambiente de negócios no Brasil. Para isso, atua para influenciar os tomadores de decisão a adotarem medidas que visem a reduzir a sonegação fiscal, o comércio ilegal e a informalidade, além de ações de simplificação do sistema tributário e de combate à corrupção e outros desvios de conduta. O Instituto procura manter forte presença no meio empresarial e político brasileiro com o objetivo de criar mecanismos e ferramentas que fortaleçam a ética concorrencial. São três as estratégias de atuação: fomentar estudos sobre os fatores que incentivam esses desvios de conduta; propor e apoiar iniciativas, ações ou mudanças em textos legais e práticas administrativas; desenvolver e apoiar ações de conscientização da opinião pública sobre os efeitos sociais e econômicos maléficos e dos perigos dessas ilegalidades e da leniência social com esses desvios de comportamento ético.

 

 

RP1 Comunicação

1º Encontro Regional de Jornalismo Investigativo será realizado em Salvador em agosto

jornalismoA Faculdade Social da Bahia (FSBA) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) realizarão no dia 8 de agosto 1º Encontro Regional de Jornalismo Investigativo, que terá como tema “Cobertura Política e Fiscalização de Governos”. Os jornalistas Marcelo Moreira presidente da Abraji e editor-chefe do RJ-TV da Rede Globo, e Angelina Nunes, editora de O Globo, diretora da Abraji e uma das profissionais mais premiadas do Brasil participarão como palestrantes do evento.

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Também participarão do debate o repórter especial de A Tarde, Biaggio Talento, e o editor de política do Correio*, Jairo Costa Júnior.

As inscrições são gratuitas e os participantes terão oportunidade de conhecer como é feita a cobertura política nos principais veículos do país, assim como tomar conhecimento das mais eficientes técnicas de apuração (RAC – Reportagem com Auxílio do Computador, busca de documentos, utilização de bancos de dados etc.). As inscrições devem ser feitas no link http://bit.ly/1cs9szy. Todos os participantes receberão certificado.

 

giropb

Thomaz Mazzoni – Um mestre do jornalismo esportivo brasileiro

Cronista esportivoThomaz Mazzoni foi um dos mais importantes jornalistas esportivos da história da imprensa brasileira, destacando-se por seu trabalho em jornais, obras publicadas e revistas de São Paulo na primeira metade do século XX. Seu livro “História do Futebol no Brasil 1894 – 1950” é referência obrigatória para jornalistas, acadêmicos e aficionados de uma maneira geral.

Italiano de nascimento, mas brasileiro por escolha – naturalizou-se em 1945 −, Mazzoni chegou ainda criança ao Brasil em 1909, junto com toda a família Mazzoni. Criou-se na região do Braz, na Rua do Gasômetro, reduto da crescente colônia italiana na cidade de São Paulo. Segundo relatos de familiares, teria sido um bom ponta-esquerda quando jogava na “Várzea do Carmo”. Além disso, teria fundado com um de seus irmãos um time chamado “Polignare a Mare FC”, e tendo jogado também no “Eduardo Prado” e no “São Cristóvão”.

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Seu primeiro trabalho como jornalista esportivo foi no semanário S. Paulo Sportivo, em meados de 1922, e a partir de 1925, tornou-se gerente desta publicação. Ao longo da década de 1920 também passou por outras folhas como: O Combate; São Paulo Jornal; Diário Nacional, além de se tornar diretor de outro semanário, o Estampa Esportiva. Esta primeira etapa da carreira de Thomaz Mazzoni chamou atenção do empresário e proprietário d’ A Gazeta, Cásper Líbero, que o levou para o seu jornal em 1928 para trabalhar com Leopoldo Sant’Anna.

Foi em A Gazeta que Thomaz Mazzoni consolidou sua carreira de jornalista, tendo trabalhado no grupo até o seu falecimento. No ano seguinte à sua chegada, lançou sua primeira publicação, o Almanach Esportivo1928. Depois vieram os almanaques dos anos de 1929 a 1934, com um período de interrupção até 1939, quando passou a ser lançado todos os anos até 1941 – desta data em diante o cronista continuou a escrever, mas vendeu os direitos autorais e financeiros para uma editora.

Em 1930, Thomaz Mazzoni, passou a ser o redator e editor-chefe de “Todos os esportes” – caderno esportivo d’ A Gazeta. E foi a partir desse dia que o jornalista passou a publicar a sua grande marca, a coluna “Olimpicus”, que saía todos os dias na primeira página da seção esportiva – o nome da coluna é fruto do pseudônimo com o qual assinava suas crônicas neste espaço. Aqui, Mazzoni estabeleceu um diálogo direto com o leitor do jornal através de uma escrita simples, repleta de gírias e expressões populares, a qual usava para criticar o que considerava “males do esporte”. Por outro lado, a coluna foi espaço para comentários apaixonados e carregados de emoção sobre os jogos, e análises dos mais diferentes campeonatos e times.

Nas páginas d’A Gazeta Thomaz Mazzoni usou todo seu talento ao criar os mascotes e apelidos de alguns times de São Paulo –“Clube da Fé”, ao São Paulo, “Timão e Mosqueteiro”, ao Corinthians, “Campeoníssimo”, ao Palmeiras, “Moleque Travesso”, ao Juventus, e “Nhô Quim”, ao XV de Piracicaba, entre outros – e batizar os grandes clássicos da capital paulistana – “Choque Rei”, “Derby Paulista”, “Majestoso” e “San-São”.

A década de 1930 foi, sem dúvida, a de maior produção bibliográfica de Mazzoni. Além dos cinco “Almanaques Esportivos”, em 1933 publicou seu primeiro livro, “Hockey”. No ano seguinte, o primeiro volume de sua autoria sobre um clube de futebol específico, “Histórico do Palestra”. Em 1937, publicou a obra “Ciclismo para todos”, onde, além do histórico deste esporte no Brasil e no mundo, abordava os recordes, resultados e diferentes tipos de treinamento. No ano seguinte, foi publicado seu livro de maior sucesso editorial, “O Brasil na Taça do Mundo”. Nesta obra, através de crônicas saborosas, comentou e criticou os diversos aspectos que cercaram a campanha da seleção brasileira de futebol no mundial da França, em 1938. Nos dois anos seguintes publicou, em sequência, “Problemas e aspectos do nosso futebol” e “Flô, o melhor goleiro do mundo”, primeiro romance que tratou especificamente do futebol em nosso país.

A década de 1940 começou com outra obra do jornalista, “lançada sob os auspícios da criação do Conselho Nacional de Desportos- CND”,”O esporte a serviço da pátria”. Em 1942, ganhou o “Concurso Literário do SPFC”, publicando uma compilação de crônicas que abordavam os mais diferentes aspectos do esporte brasileiro. No ano seguinte, publicou um novo histórico sobre uma equipe de São Paulo, “Histórico do S. Paulo FC”. Em 1945, em função da realização do Campeonato Sul-Americano no Chile, publicou
“O Brasil no campeonato Sul-americano de futebol” com o “histórico da participação do Brasil no torneio continental”.

Com um apetite literário interminável, em 1947, lançou mais duas obras, que tratavam de dois dos mais antigos “grêmios da capital paulista”, “Histórico do Ypiranga” e “Histórico do Corinthians”. Neste mesmo ano, Thomaz Mazzoni passou a trabalhar no mais novo periódico esportivo da capital paulista, a Gazeta Esportiva, onde, como redator-chefe, continuou publicando a coluna “Olimpicus”, ajudando a fazer deste o jornal esportivo de maior tiragem da capital paulista nas três décadas seguintes.

Em 1950, em homenagem à Copa do Mundo, lançou o livro que pode ser considerado a “bíblia” para os interessados nos resultados e estatísticas dos primeiros 56 anos do futebol brasileiro, “História do Futebol no Brasil 1894 – 1950”. Como o planejado livro sobre a vitória brasileira em 1950 não saiu do papel, em função da derrota para o Uruguai, em 1958 lançou o livro cujo título expressava claramente o sentimento que a vitória da seleção brasileira sobre a Suécia causou nos brasileiros: ”O mundo aos pés do Brasil: a desforra de 38, 50 e 54”. Este seria o último livro de fôlego da carreira do jornalista. Mas ele ainda contribuiu em obras como “O ano de ouro do esporte brasileiro”, “Eu sou Pelé”, entre outros.

Seguidas vezes ganhou o prêmio “Pena de Ouro do Brasil”. Também ganhou comendas de três presidentes da República pelo reconhecimento de seu trabalho e ações dentro do jornalismo esportivo. Participou de inúmeras mesas-redondas, onde chamava atenção pelo seu espírito explosivo, levando os convidados e até o moderador a provocarem-no ainda mais, o que contribuía para um considerável aumento na audiência do programa.

Faleceu meses antes da Copa do Mundo do México, de 1970, não testemunhando a vitória do Brasil, mas com seu estilo militante e ousado deixou gravado o seu nome no jornalismo esportivo brasileiro e sua obra como legado histórico para os admiradores do futebol nacional.

 

 

cartamaior