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Homem morre com suspeita de coronavírus, em João Pessoa

Um homem de 34 anos morreu na manhã desta segunda-feira (30), em João Pessoa. Mateus Zerbone Carlos, publicitário e filho do empresário Eduardo Carlos, presidente da Rede Paraíba de Comunicação, estava internado no Hospital Clementino Fraga, na capital. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), o paciente tinha suspeita de infecção pelo novo coronavírus (Covid-19), mas o resultado do teste que confirma ou não a doença ainda não foi divulgado.

A Secretaria de Estado da Saúde informou que o resultado do exame que pode confirmar a causa da morte deve sair nesta terça-feira (31). Doze mortes já foram notificadas por suspeita de contágio pelo coronavírus, e pelo menos outros seis casos suspeitos já foram descartados.

Mateus deu entrada no Clementino Fraga na semana passada com quadro de insuficiência respiratória. Ele foi entubado e uma insuficiência renal agravou o estado de saúde. No domingo (29) o paciente apresentou uma discreta melhora, mas morreu na manhã desta segunda-feira.

Ainda não há informações sobre velório. De acordo com a família da vítima, o corpo será cremado, mas ainda não foi divulgada a data.

Mortes suspeitas de coronavírus na Paraíba

Seis mortes já foram investigadas e descartadas por suspeita de coronavírus na Paraíba. Duas mortes que tinham sido classificadas por suspeita de coronavírus foram descartadas pela SES no sábado (28), o resultado foi divulgado no domingo (29). Estão descartadas a morte da mulher de 40 anos na cidade Patos e da criança de 10 anos na cidade de Conceição, ambas localizadas no Sertão paraibano.

Ainda de acordo com a SES, a morte da mulher de 40 anos no Hospital Regional de Patos não foi causada por nenhum vírus respiratório, com base nos exames realizados na paciente. Por sua vez, o caso do menino de 10 anos que morreu no Hospital e Maternidade Caçula Leite (HMCL) de Conceição foi descartado para Covid-19, seguindo as investigações para outros tipos de vírus respiratórios.

As duas mortes descartadas eram as que faltavam ser investigadas entre os casos que tinham sido notificados como mortes suspeitas por Covid-19. Antes, outras quatro mortes foram descartadas para coronavírus. Na última terça-feira (24) exames descartaram que as mortes de três pacientes da Paraíba tenham sido causadas pelo novo coronavírus. Na quinta-feira (26), mais uma morte que estava sendo investigada como suspeita do coronavírus também foi descartada.

Mortes descartadas para Covid-19

  • Mulher, de 29 anos, que morava em João Pessoa
  • Homem, de 67 anos, que morava em Zabelê
  • Mulher, de 34 anos, que morava em João Pessoa
  • Mulher, de 39 anos, que morava em João Pessoa
  • Mulher, de 40 anos, que morava em Patos
  • Criança, de 10 anos, que morava em Conceição

Caso descartado segue investigado

A morte de Quézia Leite Batista, de 34 anos, servidora pública que trabalhava na maternidade Frei Damião, em João Pessoa, descartada para Covid-19 segue sob investigação. De acordo com a SES, apesar da coleta e do resultado obtido no Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen-PB), uma amostra foi enviada para o Instituto Evandro Chagas.

Ainda de acordo com a SES, a amostra foi enviada ao mesmo tempo em que era analisada no Lacen-PB. Como não houve um diagnóstico preciso da causa da morte dela, a amostra foi enviada para o Pará.

G1

 

Comerciantes fazem carreata para pedir abertura do comércio em João Pessoa

Mesmo com as recomendações dos especialistas para evitar aglomeração de pessoas em tempos de combate ao novo coronavírus, um grupo de comerciantes fez uma carreata para pedir a abertura do comércio em João Pessoa, na manhã deste sábado (28).
A manifestação foi marcada para começar às 9h na Praça dos Três Poderes e percorreu parte das avenidas da cidade. Durante o percurso, os motoristas fizeram um ‘buzinaço’ na granja Santana, residência oficial do governador. A manifestação acontece no mesmo dia em que os casos confirmados de coronavírus chegaram a 10 na cidade.

O grupo pede a suspensão de medidas de quarentena que têm a finalidade de controlar a disseminação do novo coronavírus. Comércio, shoppings e galerias estão com atividades suspensas na cidade.

Ontem um grupo formado por cerca de 40 pessoas, também realizou uma carreta em Campina Grande para pedir a abertura do comércio da cidade.
Durante o percurso, os motoristas fizeram um ‘buzinaço’. A manifestação aconteceu no mesmo dia em que o primeiro caso confirmado de coronavírus foi registrado na cidade.

Os dois atos contrariam as recomendações das autoridades da área de saúde no Brasil e da Organização Mundial da Saúde (OMS), que pedem para que as pessoas fiquem em casa como prevenção ao avanço do novo coronavírus.

PB Agora

 

 

Operação conjunta interdita duas fábricas irregulares de álcool na Grande João Pessoa e proprietário é preso

Uma operação conjunta deflagrada nesta quarta-feira (25) descobriu e lacrou duas fábricas de álcool líquido, com indicação de que seria de 70%, nos municípios de Santa Rita e João Pessoa, após constatar uma série e graves irregularidades nas áreas fiscal, sanitária, ambiental, de segurança e até de funcionamento.

Participaram da operação a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), a Polícia Civil e o Batalhão Ambiental, além do Instituto de Polícia Científica, da Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado), e da Agevisa (Agência Estadual de Vigilância Sanitária).

Após uma ação fiscal da Gerência Executiva de Combate à Fraude Fiscal da Sefaz detectar irregularidades fiscais na compra de álcool por uma distribuidores de medicamentos, envolvendo uma fábrica em Santa Rita, os auditores encontraram também outras graves irregularidades na fábrica, o que levou a acionar outros órgãos como as Polícias Civil e Científica, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), a Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado), além de técnicos do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba) para ampliar as investigações. Durante a ação, o proprietário do primeiro alvo no município de Santa Rita foi preso e conduzido à Delegacia do município.

Mais de 100 mil litros vendidos – Segundo o gerente executivo de Combate à Fraude Fiscal, Francisco Cirilo Nunes, a fábrica de álcool líquido estava há oito meses sem declarar ao Fisco o seu faturamento, mas a maior gravidade encontrada foi no acondicionamento do líquido inflamável e nas instalações precárias do galpão onde funcionava a fábrica, colocando em risco não apenas a vida dos funcionários, mas a da população.

“Cerca de 90% das bombonas, recipientes de grande porte para armazenar o álcool líquido, estavam com tarjas e selos de que tinham sido já usados por produtos corrosivos e que foram reutilizados sem qualquer higienização necessária, o que pode trazer grandes riscos à saúde da população. Essa fábrica em apenas 23 dias neste mês de março já havia comercializado 101 mil litros para hospitais, farmácias e distribuidores de medicamentos do Estado. No local, era visível a falta de higiene, além da falta de acondicionamento do produto, que é extremamente inflamável e de risco. No galpão, não encontramos também qualquer comprovação técnica de que essas bombonas passaram por ações de higienização corretas e necessárias para armazenar o produto, muito procurado agora diante da pandemia do coronavírus, pois tem sido  usado cotidianamente para desinfecção de superfícies, equipamentos hospitalares e de pessoas”, detalhou Cirilo, acrescentando que além do cancelamento da inscrição estadual do estabelecimento, que funcionava com uma série de irregularidades, a fábrica foi também lacrada pelos auditores fiscais.

Fábrica em JP não tinha Alvará de funcionamento – A partir dos documentos encontrados na fábrica de Santa Rita foi possível chega e identificar o segundo alvo no final da tarde desta quarta-feira, que era uma fábrica na Rua da Areia, no centro histórico de João Pessoa. “O caso ainda era mais grave. O estabelecimento funcionava sem alvará de funcionamento, com instalações e equipamentos extremamente precários, com fortes indícios de sonegação fiscal. O proprietário não estava no local, mas apenas um responsável técnico”, explicou o secretário executivo da Sefaz, Bruno Frade, que liderou a operação do 2º alvo.

Qualidade do produto será testada – O gerente executivo de Combate  completou que os técnicos do Lacen e da polícia científica vão investigar ainda a qualidade e a eficiência do produto, que tem ter a composição a 70% para a sua comercialização. “A localização e o endereço da fábrica foram as etapas mais difíceis da ação fiscal. No galpão, não havia placa ou qualquer informação de funcionamento de uma fábrica de álcool naquele local, por isso houve dificuldade da equipe do Gecof localizá-la”, acrescentou Cirilo Nunes, informando que o estabelecimento não tinha autorização para fabricar álcool em gel, mas apenas líquido.

Como tudo começou – As investigações da Gerência Executiva de Combate à Fraude Fiscal da Sefaz começaram por uma ação fiscal numa distribuidora de medicamentos da Grande João Pessoa, que havia comprado 30 mil litros de álcool líquido de um fornecedor, mas que em seu depósito não havia qualquer recipiente. Após levantamento de documentos fiscais, descobrimos que entre 1º a 23 deste mês de março, essa fábrica de Santa Rita, que fornecia o produto, havia vendido 101 mil litros de álcool a 70% para farmácias, hospitais e distribuidoras e medicamentos. Contudo, encontramos uma grave irregularidade do estabelecimento: há oito meses a fábrica não declarava seu faturamento ao Fisco. Com base nas investigações e informação, montou-se uma ação fiscal que desencadeou na descoberta in loco de uma série de irregularidades.  A localização do estabelecimento foi uma das etapas mais complicada para os auditores fiscais da Gecof na ação fiscal, pois o estabelecimento, uma espécie de galpão, não tinha qualquer identificação que indicasse de ser tratar de uma fábrica de álcool.

 

Ascom/SefazPB

 

 

Mulher de 62 anos é morta com cinco tiros na frente de casa, em João Pessoa

Uma mulher de 62 anos foi morta a tiros em frente da casa onde morava, no fim da noite desta terça-feira (24), na Comunidade Maria de Nazaré, no bairro do Grotão, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, não há informações sobre a motivação do crime.

A vítima, identificada como Maria José Bezerra Melo, estava sentada em uma cadeira em frente da casa onde morava quando foi atingida por cinco tiros de um revólver calibre.38. O caso foi registrado na delegacia de homicídios da Central de Polícia Civil.

A mulher morreu no local do crime. Até as 8h10 desta quarta-feira (25) não havia informações sobre os suspeitos e ninguém foi preso.

G1

 

Mulher morre com suspeita de coronavírus em João Pessoa

Uma mulher de 39 anos morreu, em João Pessoa, na madrugada desta quarta-feira (18) com Síndrome Respiratória Grave (SRAG). A Secretaria de Saúde da Paraíba apurou que ela apresentava “comorbidades”, ou seja, um quadro com mais de uma doença, e investiga se ela tinha Covid-19, a enfermidade provocada pelo coronavírus.

A paciente estava internada no Hospital Universitário Nova Esperança (HUNE) e o material para teste foi colhido para confirmar o quadro que ela apresentava. “No momento, a Secretaria de Estado da Saúde aguarda o resultado dos exames”, disse a Pasta, sem informar prazos.

 

portalcorreio

 

 

Adolescente morre e seis pessoas ficam feridas após carro capotar na BR-230 em João Pessoa

Um adolescente morreu e cinco pessoas ficaram feridas, após um capotamento, na madrugada desta segunda-feira (16), na BR-230, nas imediações da Unipê, em João Pessoa. Dentro do veículo estavam seis pessoas, eles vinham do aniversário do irmão do condutor do carro.

O motorista ficou preso em meio à ferragens e apresentava sintomas de embriaguez. O Corpo de Bombeiros foi acionado e retirou a vítima.

O acidente teria acontecido, após uma manobra irregular do motorista. No veículo seguiam dois adolescentes de 14 anos um deles vítima fatal, dois homens e três mulheres.

O Samu também foi acionado e socorreu as vítimas para o Hospital de Trauma de João Pessoa.  O estado de saúde não foi divulgado.

 

clickpb

 

 

Manobrista de restaurante bate carro de luxo de cliente, em João Pessoa, diz polícia

O manobrista de um restaurante de João Pessoa se envolveu em um acidente com o carro de luxo de um cliente, na tarde deste sábado (14), na Avenida Edson Ramalho, em Manaíra. O veículo é um Mustang Shelby GT. Ninguém ficou ferido.

Segundo informações do tenente Walderez, da Companhia Especializada em Apoio ao Turista (CEATur), a polícia chegou a ir até o local do acidente, mas como não houve feridos, não foi feito o registro da ocorrência.

“O manobrista pegou o carro no estacionamento, tava levando para deixar pro cliente. Quando ele acelerou, provavelmente não tava acostumado com a potência do carro, perdeu o controle e bateu”, explicou.

Segundo uma testemunha, tudo aconteceu muito rápido. Depois do acidente, os funcionários do restaurante e o cliente conversaram e, em seguida, um guincho chegou para levar o carro.

Apesar de não haver feridos, o acidente chegou a danificar o canteiro da calçada de um empresarial e a placa que indica os nomes da rua do local.

G1

 

FPF oferece 50 vagas para o curso de arbitragem em João Pessoa

A Federação Paraibana de Futebol, através de sua Escola de Arbitragem abre inscrição do terceiro Curso para a Formação de Árbitros. Estão sendo ofertadas 50 vagas. O curso tem como objetivo abrir oportunidades para quem deseja seguir essa atividade e se tornar um árbitro(a) qualificado(a).

O árbitro Wagner Reway, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pela Paraíba, será o coordenador do curso. As aulas vão acontecer na FPF, em João Pessoa, nas sextas-feiras (19h às 22h30) e aos sábados (8h às 18h), durante os meses de março, abril, maio e junho, com a carga horária de 220 horas aulas.

Para participar as pessoas interessadas precisam ser maiores de 18 anos, ter o ensino médio completo ou estarem cursando o 3 ano do ensino médio no ano de 2020. O curso será composto por 2 módulos. No primeiro, com aulas práticas e teóricas, avaliações físicas e teóricas e, no segundo módulo, terá palestra e estágio onde o aluno(a) terá que cumprir sete jogos sem renumerações em nossas categorias de base.

As inscrições estão abertas e deverão ser agendadas através do email da escola. Em vídeo, o árbitro Wagner Reway, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pela Paraíba, e também coordenador do curso de arbitragem fala sobre as aulas e inscrições.

Para mais informações acessar o email: escoladearbitros.pb@gmail.com,

Paulo de Pádua/Leo Barbosa

 

 

Bandidos assaltam 2 ônibus e passageiros vivem momentos de terror em João Pessoa

Passageiros de dois coletivos foram alvo de bandidos na noite desta terça-feira (10) e primeiras horas da manhã desta quarta-feira (11) em João Pessoa.

Na manhã desta quarta, um casal entrou em um ônibus e o motorista disse que não percebeu o assalto. Uma das vítimas relatou que o homem colocou a faca na sua barriga e pediu os pertences, outra vítima também foi abordada.

O crime só foi notado quando o casal desceu do ônibus. “Eles saíram correndo e elas foram prestar queixa”, disse.

Na noite de terça-feira os passageiros viveram momentos de terror. Quatro homens armados com facas entraram no coletivo que faz a linha 104 nas proximidades das trincheiras no centro da cidade e ameaçaram os passageiros. Eles levaram celulares, documentos e dinheiro, além do apurado do cobrador.

Em seguida, os suspeitos fugiram nas proximidades do quartel do Exército na Avenida Cruz das Armas.

O motorista levou os passageiros até Central de Polícia para prestar queixa, mas alguns não quiseram ir por alegarem que não adiantaria.

 Washington Luís

 

 

Farmácia que prometia remédio ‘anti coronavírus’ é interditada em João Pessoa

O Ministério Público da Paraíba está realizando uma ação na tarde desta segunda-feira (09) em João Pessoa em conjunto com as vigilâncias sanitárias municipal e estadual para coibir a venda de um remédio que prometia prevenir contra a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O medicamento, intitulado de Contra Coronavírus, era comercializado por uma farmácia de manipulação localizada em Manaíra, bairro da orla da capital paraibana. O local foi interditado e denunciado por propaganda enganosa, tendo em vista que não existem remédios específicos para a doença.

Tratamento

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

  • Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
  • Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.

Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.

Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).

paraiba.com.br