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A caminho do Brasil, Jesus diz que grande time formado e carinho da torcida o motivam a ficar no Flamengo

Durante o embarque para o Brasil na manhã desta sexta-feira – deve chegar ao país no fim desta noite -, Jorge Jesus falou a negociação pela permanência no Flamengo. O treinador afirmou que tem dois meses para definir seu futuro e destacou que o fato de ter montado um grande time só aumenta o seu desejo de seguir. Em contrapartida, quando questionado se quer ficar, não foi assertivo.

– Tudo isto alterou, não só o meu pensamento, mas sobretudo isso. Neste momento não tenho nada em mente, tenho de viver o dia a dia, saber o que vai acontecer em função desta epidemia e tomar decisões. Tenho dois meses, até para os dirigentes do Flamengo para decidirem o que é melhor para eles.

– Sentimos que criamos uma grande equipe. Isso é um dos fatores que me motiva muito mais a continuar e a forma como também tenho sido tratado. Tenho dois meses para decidir a minha vida – disse Jesus ao jornal português “Record”.

Jorge Jesus desembarcando em Portugal — Foto: Reprodução / A Bola

Jorge Jesus desembarcando em Portugal — Foto: Reprodução / A Bola

Jesus reforçou que o fato de o clube e a torcida do Flamengo fazerem questão de sua permanência também o motiva a chegar a um denominador comum com a direção rubro-negra.

– Claro que tem, quando há uma negociação tem de haver um acordo de ambas as partes. Sinto que o Flamengo me quer muito, e isso para mim é determinante. Ter um clube que me quer muito. Assim como ter a nação do Flamengo com a mesma ideia, isso será determinante para a minha decisão.

Em relação ao retorno às atividades no Flamengo, o treinador campeão brasileiro e da Libertadores não manifestou qualquer oposição.

– Nós temos compromissos contratuais, ainda temos mais dois meses de contrato e o Flamengo marcou-nos uma data para regressar e temos de o fazer. As nossas vidas profissionais, por causa da Covid-19, tudo terá de ser vivido no dia a dia e não tenho, neste momento, mais nenhum projeto a não ser que tenho um compromisso com o Flamengo.

Por fim, o português de 65 anos encarou com naturalidade a possibilidade de redução salarial.

– Neste momento não é isso que está em questão. Não sou diferente dos outros. Isso está a acontecer em todo o Mundo, com todos os profissionais de outras áreas. Portanto, comigo também será discutido.

G1

 

Paiva Netto: Jesus vence as procelas do mundo

Por pior que seja a tormenta, Jesus sempre conduzirá e fortalecerá os que, amando-O e perseverando além do fim, encontrarão as soluções para as dores dos povos, pois Ele calará os ventos, acalmará os mares e estabelecerá uma duradoura bonança. Vamos à extraordinária passagem bíblica que motiva essas nossas reflexões:

Jesus aplaca a tempestade

(Evangelho, consoante Mateus, 8:23 a 27; Marcos, 4:35 a 41; e Lucas, 8:22 a 25)

“Aconteceu que, num daqueles dias, Jesus tomou uma barca, acompanhado pelos Seus discípulos. E eis que se levantou no mar tão grande tempestade de vento que as ondas cobriam a barca, enquanto Jesus dormia na popa, sobre um travesseiro. Os discípulos O acordaram aos brados, dizendo: Salva-nos, Senhor, porque nós vamos morrer! E Jesus lhes respondeu: Por que temeis, homens de pequena fé? Então, erguendo-se, repreendeu os ventos e o mar; e se fez grande bonança. Aterrados e cheios de admiração, os discípulos diziam uns aos outros: Afinal, quem é este, que até o vento e o mar Lhe obedecem?

Jamais desistir do Bem

A Esperança não morre nunca! Essa inspiração me veio à mente, no início da década de 1980, ao assistir, na televisão, a um moço dizer ter perdido a fé no futuro. Não me considero poeta. Mas tomei da caneta e ousei estes simples e despretensiosos versos, depois musicados pelo maestro legionário Vanderlei Pereira:

A Esperança não morre nunca!

A Esperança

não morre nunca!

Nunca!

Não morre, não!

Pois, como a Vida,

que é eterna,

mãe tão fraterna,

pode morrer?!

Não, não morre

nunca!

Não morre, não,

a Esperança no coração!

A Esperança é Jesus!

Combater a apatia

Pelas veredas da existência espiritual-humana, quantas vezes nos deparamos com dificuldades, das quais — pensávamos todos — não haveríamos de restar? “Ah, meu Deus, que situação! Se eu vou nessa direção, crio problemas aqui; se vou em frente, crio problemas na direção oposta; se viro pra cá, aborreço esse ou aquele”.

Aí você vai dormir, toma um bom banho quente ou frio (conforme o gosto) e, no outro dia, descobre uma solução ou aparecem outras demandas para resolver e, então, se surpreende: “Ih, até havia esquecido: aquilo que me parecia uma enormidade já passou! Aquela outra situação teve um bom desfecho! Já sei como superar tal percalço!”

Não se trata de um passe de mágica, tampouco incentivo a quem quer que seja a desviar a cara dos desafios reais que se apresentam. Todavia, quando estamos decididamente empenhados em defrontar os embates diários, os Amigos Espirituais — conhecidos ainda por Almas Benditas, Espíritos Guias, Numes Tutelares… — também operam os seus feitos e se aproximam de nós com elevadas sugestões, intuindo-nos a enxergar caminhos antes despercebidos. Basta acreditar nesse apoio invisível e estabelecer uma sintonia sublime com nossos Anjos Guardiães para, de fato, contar com eles.

No entanto, ainda há alguns — e respeitamos os seus motivos — que acidamente retrucam: “Eu não creio nessa coisa de Esperança”.

Porém, qual o contraponto em suas propostas? Com frequência, recorre-se a um vazio existencial. Contudo, não podemos aceitar o desalento, o derrotismo, a apatia, o desprezo da criatura por si própria e por seus pares como saídas para quaisquer crises. Sempre tem de haver Esperança! E, acima de tudo, a firme vontade de sobrepujar as intempéries da vida. A questão é querer fazer o Bem, fazer, mas fazer certo!

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

 

Jesus promete Flamengo com postura ofensiva contra o Liverpool

O Flamengo não vai entrar recuado contra o Liverpool na final do Mundial de Clubes da Fifa. Pelo menos foi o que deu a entender o técnico Jorge Jesus. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (20), o técnico rubro-negro elogiou o adversário de amanhã (21), mas deixou claro que não vai fazer como outros clubes brasileiros em finais contra europeus.

“São épocas diferentes, com treinadores diferentes e, portanto, cada um tem a sua ideia. Aquilo que o Flamengo tem passado ao longo dos últimos seis meses que estamos no Brasil tem sido uma ideia de um jogo olhando sempre para o gol, para a frente e para o espetáculo. Nós, europeus, como treinadores, somos formados não só para ganhar. Só ganhar não adianta, as tuas equipes têm que ganhar e proporcionar o espetáculo. Foi isso que tentamos fazer no Flamengo. Tivemos a sorte de ter jogadores que podem proporcionar essa ideia. Sem os jogadores, você fica só com a ideia. Portanto, o que vamos fazer amanhã é olhar para o jogo como olhamos nos últimos seis meses, tanto na Libertadores, quanto no Campeonato Brasileiro.”

Apesar do favoritismo do time inglês, Jorge Jesus confia em sua equipe e acredita que a postura tática é que fará toda a diferença na partida deste sábado.

“São duas equipes taticamente muito evoluídas. Quem ganhar não vai ser pela questão física. Quem ganhar vai ser por estar melhor taticamente, tem uma ideia de jogo melhor, conseguiu ser mais criativa taticamente, para além da criatividade individual que ambas as equipes têm. Tanto os atacantes do Liverpool quanto os atacantes do Flamengo são muito criativos, em qualquer momento podem decidir. Mas também há a criatividade tática e, portanto, amanhã, a equipe que tiver mais criatividade tática e for mais disciplinada taticamente será a vencedora do jogo.”

O Flamengo deve entrar em campo com todos os titulares. Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luís;  William Arão, Gerson e Everton Ribeiro; Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol. Flamengo e Liverpool se enfrentam neste sábado no Estádio Khalifa International, em Doha (Catar), às 14h30 (horário de Brasília).

 

agenciabrasil

 

 

Paiva Netto: Natal de Jesus e Direitos Humanos

O Natal não é época de esquecer os problemas, mas, sim, de pedir a Inspiração Divina para resolvê-los. A sua ambiência deve ser a da Fraternidade sem fronteiras, agora mais do que nunca, imprescindível para que, de fato, surja a Cidadania Planetária, que positivamente saiba defender-se da exploração mundial endêmica. Não apenas o corpo adoece; o organismo sociedade, também.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada, pela Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 10 de dezembro de 1948.

Bastante se avançou desde a promulgação da Magna Carta da ONU. Todavia, há muito a ser feito para impedir que, em pleno século 21, mulheres, homens, meninas e meninos continuem sendo vendidos como mercadoria; tragédia que vem afetando a massa de refugiados que fogem de conflitos étnicos, da fome, da seca, da miséria; que crianças prossigam trabalhando em fornos de carvão ou em outras atividades cujas condições são subumanas e que se tornem cegas por carência de vitamina A; que a certeza da impunidade arraste pessoas ao absurdo de roubar doações destinadas aos flagelados por desastres naturais. Sem contar a tortura institucionalizada, que se dissemina pelo planeta. E mais: que tormento maior que a fome — espiritual e material —, além das multidões de analfabetos ou semialfabetizados, dos quais a perspectiva de uma existência decente é mantida distante?

Lei da Solidariedade Universal

Na contramão da insensatez humana, vislumbramos, na vivência do Mandamento Novo de Jesus — “Amai-vos como Eu vos amei. (…) Não há maior Amor do que doar a própria vida pelos seus amigos” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 15:13) —, o denominador comum capaz de, fraternalmente unindo, iluminar os corações. É a religião da amizade, do bom companheirismo, destacado por João Evangelista, no Apocalipse do Cristo, 1:9. É a Lei da Solidariedade Universal; portanto espiritual, moral e social. Asseverou Giuseppe Mazzini (1805-1872), patriota e revolucionário italiano: “A vida nos foi dada por Deus para que a empreguemos em benefício da humanidade”. E Augusto Comte (1798-1857), o filósofo do Positivismo, concluiu: “Viver para os outros é não somente a lei do dever, mas também da felicidade”.

A vivência do revolucionário espírito de Caridade, sinônimo de Amor, é essencial, a começar pelos governantes. Os que sofrem violência que o digam.

Felicidade pelo dever cumprido

Há tempos ressaltei que, no Sermão da Montanha de Jesus (Boa Nova, segundo Mateus, 5:1 a 12), vemos a exaltação das Bem-Aventuranças. Ou seja, o Divino Amigo da humanidade enaltece todos aqueles que compreenderam, ao longo das eras, seus deveres de ser humano e de Cidadão do Espírito. E, ao cumpri-los, têm plenamente assegurados os seus direitos, numa esfera que nem todos ainda podem conceber: a espiritual. Eis a chave da Cidadania do Espírito.

Acerca de tão admirável prédica do Cristo de Deus, o Espírito amigo e Irmão Flexa Dourada, pela psicofonia do Sensitivo Cristão do Novo Mandamento Chico Periotto, em 27 de abril de 2019, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, com entusiasmo, destacou:

– O Sermão da Montanha de Jesus, com suas Bem-Aventuranças, é um conforto extraordinário ao coração de todos na humanidade, sem exceção! Um conforto extraordinário! É de Jesus o Sermão! E Ele dá a chave de como viver na Terra e de como chegar no Mundo Espiritual na hora certa, para ser feliz, que é o que interessa aos Espíritos que têm na Terra o sentido de respeitar Deus, o Pai Celestial.

As Bem-Aventuranças do Sermão da Montanha de Jesus

Santo Evangelho do Cristo, segundo Mateus, 5:1 a 12, da magnífica forma com que Alziro Zarur (1914-1979) as proferia.

“Jesus, vendo a multidão, subiu ao monte. Sentando-se, aproximaram-se Dele os Seus discípulos, e Jesus ensinava, dizendo:

“Bem-aventurados os humildes, porque deles é o Reino do Céu.

“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados pelo próprio Deus.

“Bem-aventurados os pacientes, porque eles herdarão a Terra.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de Justiça, porque eles terão o amparo da Justiça Divina.

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão Deus face a face.

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.

“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da Verdade, porque deles é o Reino do Céu.

“Bem-aventurados sois vós, quando vos perseguem, quando vos injuriam e, mentindo, fazem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão no Céu.

“Porque assim foram perseguidos os Profetas que vieram antes de vós”.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

                                                                                                                                              paivanetto@lbv.org.br —

 

 

Jesus, Nicodemos e a indesmentível eternidade da Vida

Do terceiro volume das Sagradas Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo (1991), apresento resumo do marcante colóquio entre Jesus e Nicodemos:

João Evangelista relata, no capítulo terceiro de seus registros evangélicos, o fato de que, certa feita, na calada da noite, Nicodemos foi visitar o Sublime Professor à procura de conhecimento espiritual. E se estabeleceu um dos mais famosos diálogos da História, pois o fariseu, um dos maiores de Israel, reconheceu em Jesus autoridade, ao dizer-Lhe: “Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode realizar estes sinais que Tu fazes, se Deus não estiver com ele”. (João, 3:2)

E as lições do Cristo subiram a tal patamar, que Nicodemos, deslumbrado, Lhe perguntou: “Como podem suceder estas coisas?” (João, 3:9)

Ao que Jesus acudiu: “Tu és mestre em Israel e não compreendeis estas coisas? Em verdade, em verdade te digo que nós afirmamos o que sabemos e testificamos o que temos visto; contudo, não aceitais o nosso testemunho. Se, tratando de coisas terrenas, não me acreditais, como crereis, se vos falar das celestiais?” (João, 3:10 a 12)

Infelizmente, algumas religiões têm falhado na preparação dos seus fiéis para as surpresas que os aguardam ao retornarem para o Plano Espiritual. Sim, como dizia Zarur, e é importante repetir: “Não há morte em nenhum ponto do Universo”.

É necessário bradar às consciências que a Vida continua, que o Mundo Espiritual não é uma abstração nem um dormitório. À beira do terceiro milênio (o livro citado foi lançado em 1991), o ser humano precisa realmente aprender que “Deus não nos criou para nos matar”, conforme ensinava o ilustre proclamador da Religião Divina, Alziro Zarur (1914-1979).

E a ignorância das coisas que interessam ao Espírito, a parte eterna de todo ser vivente, incrédulo ou não, atrapalha enormemente o seu progresso espiritual.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

 

Derrotando os vícios — Quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas!

É desde cedo que se aprende como é ingrato o destino que as drogas e o álcool apresentam às criaturas. Não arruína apenas a vida do usuário, mas a de toda a família. A ilusória sensação de bem-estar e de euforia fica tragicamente evidenciada pela progressiva degradação da Alma e do corpo dos dependentes.

As lamentáveis consequências do consumo dessas substâncias saltam aos olhos de todos. Basta ver quantas vítimas no trânsito, a infelicidade no seio das famílias, os altíssimos custos acarretados ao sistema de saúde… Apenas para citar o álcool, segundo o Ministério da Saúde, estima-se um número de dependentes entre 10% e 15% da população mundial.

Pari passu com as políticas públicas e os cuidados médicos aos usuários em sua luta contra a dependência química, não se pode deixar de lado a devida valorização da família. É nela que se encontra a solução de muitos problemas que hoje afligem a humanidade.

Nas passeatas e panfletagens, em conferências, no rádio, na TV e na internet, orientamos pais, responsáveis sobre a indispensável atenção que se deve ter com o cotidiano dos jovens, suas amizades, dúvidas, ambientes que frequentam… Além disso, ressaltamos que é essencial a presença da Espiritualidade Ecumênica no diálogo em família.

As iniciativas que têm por finalidade tratar humanamente dos que caíram nas armadilhas do vício ou preveni-lo merecem todo apoio e incentivo. Lutar contra o que faz mal às pessoas é também legítimo auxílio. A Caridade não é cativa da restritíssima acepção a que alguns a querem condenar. Consiste na mais elevada política. Ilumina o Espírito do cidadão. Ela inflama a coragem da gente. Por que perder a esperança? A primeira vítima do desespero é o desesperado.

Respeito à Vida

Os problemas têm solução quando os seres humanos realmente se dispõem a resolvê-los. É uma questão de respeito ao divino privilégio de existir. Por isso, aqui se encaixa como uma luva este pensamento de Henry Ford (1863-1947), que, certa vez, definiu a Boa Vontade como a maior força da Vida: “Os tempos de riqueza não nascem por acaso. Surgem como resultado de muito esforço e pertinácia”.

Eis uma consciência imprescindível em qualquer frente de trabalho. Esse mesmo empenho devemos empregar no combate às drogas que infelicitam tantas famílias e na devida reabilitação dos seus usuários. O crack, o álcool, o tabaco — só para citar alguns vícios — são, portanto, lamentáveis armagedons a ser superados.

Blindar a Alma

O ilustre Espírito dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900), que foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro no tempo do Império, numa mensagem por intermédio do sensitivo Chico Periotto, deu ênfase ao nosso tema. Peço-lhes a atenção para suas sábias palavras: “Não deixem vícios humanos atingirem seus Espíritos nem suas famílias, principalmente esses vícios que são fartamente divulgados nas mídias. Desde um simples cigarro, aparentemente inofensivo, às drogas, às bebidas alcoólicas. Blindem, blindem suas Almas. O corpo, o vaso físico que todos receberam na encarnação presente, é instrumento de Deus emprestado.

Jesus, o Pastor Zeloso, não abandona ninguém

Jesus, o Pastor Zeloso, cuida das ovelhas com a Sua própria vida e as educa com o Conhecimento além do conhecimento para toda a Eternidade. Na Parábola da Ovelha Perdida, constante do Seu Santo Evangelho, segundo Lucas, 15:4 a 7, o Divino Mestre ratifica Sua inestimável dedicação aos Filhos do Pai Excelso:

“4 Qual, dentre vós, é o homem que, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?

“5 Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.

“6 E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

“7 Digo-vos Eu que, assim, haverá maior júbilo no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”.

Não se deve desistir das pessoas que se ama, mesmo as que, por um motivo ou outro, se deixe de amar ou que nunca se amou. Na verdade, não se deve jamais desamparar a criatura humana, porque, no fundo, formamos a Imensa Família de Deus. Aprendamos com Jesus, que é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho. Portanto, vai buscar a ovelha perdida onde quer que se encontre.

Perto de Jesus, longe dos problemas

Digo sempre aos jovens na LBV: quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas!

No Evangelho do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, encontramos excelentes diretrizes do comportamento ideal para a vivência em sociedade, tendo o bom senso como guia de todas as horas.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

Paiva Netto: Jesus e Seu Pai

No segundo domingo de agosto, celebramos o Dia dos Pais. Que alegria! Como são importantes esses benfeitores em nossas existências!

Considero oportuno apresentar-lhes trechos de uma página digna da admiração de todos. Seu autor, o Espírito Emmanuel, foi buscar no Evangelho do Cristo um excelente modelo para nós. Por intermédio do mundialmente famoso médium Chico Xavier (1910-2002), ele exalta a relevância que teve o bem-aventurado pai de Jesus na Terra.

José da Galileia foi um homem tão profundamente espiritual que seu vulto sublime escapa às análises limitadas de quem não pode prescindir do material humano para um serviço de definições.

“Já pensaste no cristianismo sem ele?

“Quando se fala excessivamente em falência das criaturas, recordemos que houve tempo em que Maria e o Cristo foram confiados pelas Forças Divinas a um homem.

“Entretanto, embora honrado pela solicitação de um anjo, nunca se vangloriou de dádiva tão alta.

“Não obstante contemplar a sedução que Jesus exercia sobre os doutores, nunca abandonou a sua carpintaria.

“O mundo não tem outras notícias de suas atividades senão aquelas de atender às ordenações humanas, cumprindo um édito de César e as que no-lo mostram no templo e no lar, entre a adoração e o trabalho.

“Sem qualquer situação de evidência, deu a Jesus tudo quanto podia dar.

“A ele deve o cristianismo a porta da primeira hora, mas José passou no mundo dentro do divino silêncio de Deus”.

Pilares da família

Se observarmos à nossa volta, não será difícil identificar numerosos dedicados pais, cuja discrição em cumprir seus nobres deveres nos faz lembrar o exemplo de José da Galileia.

A maioria deles, provavelmente, não terá seus nomes catalogados pela História; contudo, o resultado de seus esforços educativos se prolongará nas virtudes que souberem desenvolver nos filhos ou nos bons frutos de nobilitantes obras realizadas. Nas árvores genealógicas em que estão inseridos e com a qual decididamente colaboram, poderão ser reconhecidos como seus grandes pilares.

Por vezes silenciosos, mas atuantes, ao lado de suas companheiras, nossas generosas mães, promovem a sustentabilidade da luminosa instituição da Família. No seio delas, quando sob a proteção de Deus, a paz mundial encontra campo fértil de semeadura e germinação.

Aproveito para saudar também meu querido pai, Bruno Simões de Paiva (1911-2000). Quanto aprendi com ele! Recentemente comentava com alguns auxiliares que foi ele quem me instruiu sobre a expressão latina “Fiat Lux”, extraída do livro Gênesis, de Moisés, 1:3 e 4: “E disse Deus: ‘Faça-se a Luz!’ E houve Luz. E viu Deus que era boa a Luz; e fez a separação entre a Luz e as trevas”. De seus bondosos ensinamentos, sempre junto do amor de minha mãe, Idalina Cecília de Paiva (1913-1994), muita claridade se fez em meu aprendizado juvenil.

Aos pais que me honram hoje com sua leitura, as homenagens de todos nós da LBV.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

Paiva Netto: O Sol da Caridade, Jesus

Diante da imensidão dos Universos de Deus, os ideais de vaidade e de domínio humanos não possuem futuro.

Ao serem atravessadas as águas do “rio da morte”, desfazem-se as quimeras de uma Ciência quando sem entranhas, bem como os terrores de crenças quando carregadas de preconceitos e intolerâncias, além de todo espírito de concorrência desalmada e do conceito bélico, que separam as pátrias. Isso até que o Sol da Caridade, que é Jesus, espante as trevas da ignorância insolente e, abrindo a visão espiritual dos seres humanos, faça-os inferir que apenas o exercício das Divinas Leis da Fraternidade Ecumênica e da Solidariedade Social trará Paz à Terra. Nesse tempo, o ensino sublime do Evangelho-Apocalipse do Mestre Amado terá finalmente acalmado os corações, que encontrarão no Regaço de Deus o descanso para os seus Espíritos desorientados. É a época tão almejada por todos os missionários do Bem, momento em que a humanidade terá entendido que de nada adianta ilustrar a mente, se o coração for esquecido e que é delírio completo desejar o progresso da sociedade, se os princípios da confiança e do respeito forem avis rara nas relações interpessoais.

Admoesta o Professor Celeste: “De que adianta ao homem conquistar o mundo inteiro e perder a sua Alma?”

 (Boa Nova de Jesus, consoante Marcos, 8:36).

Fundamental e sábia reflexão do Rabi da Galileia, uma vez que não ansiamos percorrer caminhos equivocados, que inevitavelmente resultarão em retrocesso, em virtude de nossa indiferença ao conhecimento do Espírito — que não está jungido à religião ou à irreligião de quem quer que seja. Daí ser o lema da Legião da Boa Vontade (LBV), há tanto proclamado, promover Desenvolvimento Social, Solidário e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, no despertar do Cidadão Planetário.

E aqui reforço a expressão Espiritualidade Ecumênica, porquanto esta é o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno.

Ora, que as mais elevadas aspirações, que carregamos em nosso íntimo esclarecido, possam expandir os horizontes do pensamento e consigam com espírito de iniciativa e com criatividade enfrentar os graves desafios mundiais de nosso tempo, traduzindo-se em resultados efetivos que beneficiem toda a humanidade, que, unida, insiste em sobreviver às mais borrascosas situações.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

                                                                                                                                                            paivanetto@lbv.org.br —www.boavontade.com

 

 

O início da Era Jesus no Flamengo: português chega para assinar e encontrar torcida no Fla-Flu

Está dado o pontapé inicial para a história de Jorge Jesus no futebol brasileiro. O treinador do Flamengo desembarcou no início da manhã deste sábado no Rio de Janeiro para as primeiras atividades oficiais no novo emprego: acompanhar do estádio as partidas contra Fluminense e CSA.

O português chegou ao Brasil acompanhado de um auxiliar e do advogado Luís Miguel Henriques, e aproveitará a estadia para assinar o contrato de um ano com o Rubro-Negro. O retorno a Portugal está previsto para quinta-feira. Cercado por um batalhão de repórteres, o técnico foi perguntado logo de cara qual a principal motivação para vir ao Brasil e assinar com o Flamengo.

– Motivação passa essencialmente porque tenho consciência de que vim para um país que adora futebol, um dos maiores clubes do Brasil, se não o maior, que é o Flamengo. Durante minha infância ouvi falar muito do Flamengo. É isso que me atrai e por isso que tomei esta decisão.

Alguns torcedores, entre eles o folclórico Anjinho, deram boas-vindas a Jorge Jesus no aeroporto. Uma comitiva do Flamengo, com a presença de Marcos Braz representando a diretoria, também esteve no local para recepcioná-lo. O técnico recebeu uma camisa do Rubro-Negro com seu nome e o número 01 nas costas.

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Cahê Mota@cahemota

Marcos Braz recebe Jorge Jesus no aeroporto. É a primeira vez que o treinador exibe a camisa do Flamengo. Foto do Twitter oficial do clube

A estreia no banco de reservas, porém, ficará para depois da Copa América, dia 10, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O adversário será definido em sorteio, segunda-feira, na CBF. Segundo o treinador, as exigências que encontrará no Rio de Janeiro serão as mesmas que tinha quando comandou equipes em Portugal.

– Treinar o Benfica e o Sporting é o mesmo (que treinar o Flamengo). Nessa comparação, é igual. E as exigências são iguais: ganhar, ganhar e ganhar.

Jorge Jesus resolverá questões burocráticas pela manhã de seu vínculo com o Flamengo e visitará as instalações do Ninho do Urubu na parte da tarde. Português não terá interferência no trabalho de Marcelo Salles para o clássico com o Fluminense. Elenco treina pela manhã.

Jorge Jesus na chegada ao Rio de Janeiro e o batalhão de repórteres à espera — Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Jorge Jesus na chegada ao Rio de Janeiro e o batalhão de repórteres à espera — Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

O primeiro contato do português com o torcedor rubro-negro será domingo, às 19h (de Brasília), no Fla-Flu no Maracanã, pela oitava rodada do Brasileirão. O treinador será a principal atração fora de campo, uma vez que Rafinha, convidado pela diretoria para acompanhar o clássico, dará prioridade à família nestes primeiros dias de férias e só chegará ao Rio no fim do mês.

Jorge Jesus, que trabalhará com outros sete profissionais em sua comissão técnica particular, inicia as atividades de campo no dia 20, no Ninho do Urubu. Entre o duelo com o CSA, dia 12, em Brasília, e esta data o elenco ganhará folga na primeira semana de pausa do Brasileirão para Copa América.

Globo Esporte

 

 

 

Dom Aldemiro ao abrir a Semana Santa: “traímos Jesus como Judas quando buscamos nossas paixões”

Na manhã deste domingo (14), o bispo diocesano de Guarabira, Dom Aldemiro Sena, presidiu a Santa Missa do Domingo de Ramos, abrindo solenemente a Semana Santa na Catedral Nossa Senhora da Luz e, por conseguinte, em toda a Diocese. Neste dia é recordada a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém em meio a uma multidão que o aclamou como o Messias.

Em sua homilia, o bispo, lembrou três frases da Paixão, suficientes para inspirar-nos hoje.

Primeira palavra: “Desejei ardentemente comer convosco esta Páscoa antes de sofrer”. Esta frase do Senhor, saída do seu coração, é dirigida também a nós; é um convite a celebrarmos sua Páscoa, participando na liturgia desta semana Santa e na vida da todo dia, de suas dores para também participarmos de sua vitória, de sua Ressurreição. Comer com Cristo a santa Páscoa é nos dispor a participar de sua sorte, de seu caminho rumo à cruz e à ressurreição. Nunca esqueçamos: “ele esvaziou-se de si mesmo… fazendo-se obediente até a morte e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou acima de tudo”. Este é o caminho pascal de Jesus e nosso. Disponhamo-nos, portanto, a caminhar com ele. Aceitemos o seu convite para comer com ele esta Páscoa sagrada. Participemos ativa e piedosamente dos santos mistérios celebrados nestes dias e estejamos também dispostos a vivê-los na nossa vida.

Segunda palavra: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato”. Que afirmação tão dolorosa: um de nós, um que come com o Senhor, um que participa da sua Mesa, o entregou! Esta advertência de Jesus deve ser sempre recordada por cada um de nós, que participamos de sua Eucaristia! E que ninguém seja presunçoso como Pedro! Que humildemente nos perguntemos: “Mestre, serei eu?” Traímos Jesus como Judas quando buscamos nossos interesses, nossa lógica, nossas paixões, desprezando Aquele que nos convida a segui-lo.. deixamo-lo, fugimos, buscando as facilidades de uma vida mundana, de valores mundanos, de uma lógica mundana… Seguimo-lo de longe, como Pedro, quando pretendemos ser cristãos sem nos comprometermos com ele, sem por ele a nada renunciarmos, sem nele empenharmos nossa vida! Não o reneguemos como Pedro; não lhe demos o beijo de Judas! Que possamos escutar, um dia, a afirmação do Senhor: “Vós ficastes comigo em minhas provações!”

Terceira palavra: “Eu estou no meio de vós como aquele que serve”. Nesta frase do Senhor está o sentido do que celebraremos durante esta santíssima Semana. Ele mesmo disse que veio para servir e dar a vida em resgate da multidão (cf. Mc 10,45). É assim que ele está em nosso meio: como aquele que dá a vida por nós, que se entrega por amor. Aquilo que ele realizou na sua existência toda, acolhendo, perdoando, curando, restaurando a esperança… isto é, entregando-se a nós e por nós, agora ele vai consumar até a morte e morte de cruz! Acolher esse serviço é reconhecer que Cristo morreu por nós, por nós entregou sua vida… e, assim, ser-lhe grato de todo o coração, como Paulo, que exclamava: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20). Sejamos-lhe gratos: vivamos também nós por ele!

Caríssimos, estejamos de coração atento para vivenciar, nestes dias sagrados, tão grande mistério! Não recebamos em vão a graça de Deus: que aprendendo os ensinamentos de sua paixão, ressuscitemos com ele em sua glória. Amém.

Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela vossa santa cruz remistes o mundo.
Pascom – Pastoral da Comunicação
Diocese de Guarabira