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Guerrero quebra jejum e Fla vence São Paulo de virada na estreia de Oswaldo

jogoPaolo Guerrero e Flamengo aumentaram a crise no São Paulo. Na estreia do técnico Oswaldo de Oliveira, o Rubro-negro dominou a maior parte do jogo e bateu de virada o Tricolor por 2 a 1, neste domingo, no Maracanã. O artilheiro peruano quebrou o jejum de cinco jogos sem marcar – Ederson e Luiz Eduardo fizeram os outros gols. Foi o terceiro revés consecutivo dos paulistas. Antes, o time de Juan Carlos Osorio havia perdido para Goiás (3 a 0) e Ceará (2 a 1, pela Copa do Brasil).

Os cariocas mantiveram a 13ª colocação e somam 26 pontos na tabela. Na próxima rodada do Brasileirão, os comandados de Oswaldo de Oliveira encaram o Sport, domingo, às 16h, na Arena Pernambuco. O São Paulo está em 6º lugar, com 31 pontos, e recebe a Ponte Preta, sábado, às 21h, no Morumbi.

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Antes dos compromissos pelo Campeonato Brasileiro, Flamengo e São Paulo se concentram na busca por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. O Rubro-negro tem o clássico contra o Vasco pela frente, quarta-feira, às 22h, no Maracanã. No mesmo dia, o Tricolor pega o Ceará, às 19h30, no Castelão.

FLAMENGO 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Fábio Pereira (TO)
Renda: R$ 1.163.960,00
Público: 36.991 pagantes / 42.954 presentes
Cartões amarelos: Canteros, Alan Patrick, Wallace e Everton (Flamengo); Bruno e Thiago Mendes (São Paulo)
Gols: Luiz Eduardo, aos 35min do primeiro tempo; Ederson, aos 42min do primeiro tempo; Guerrero, aos 3min do segundo tempo

Flamengo
César; Pará, Wallace, Samir e Everton; Márcio Araújo, Canteros, Alan Patrick (Luiz Antonio) e Ederson (Paulinho); Emerson Sheik e Paolo Guerrero.
Técnico: Oswaldo de Oliveira.

São Paulo
Renan Ribeiro; Lucão (Wesley), Rodrigo Caio e Luiz Eduardo; Bruno (Auro), Hudson, Thiago Mendes, Michel Bastos e Carlinhos; Centurión (Wilder) e Alexandre Pato
Técnico: Juan Carlos Osorio

 

 

Uol

Prefeito Chió distribui Jejum da semana santa em Remígio

chioNa manhã da quinta-feira a Prefeitura Municipal de Remígio entregou mais de 7,2 Toneladas de alimentos para o Jejum das famílias carentes de Remígio. Cada família recebeu 1 Leite de coco, 1 kg de Peixe fresco e 1 kg de Arroz. Mais de 3000 famílias foram beneficiadas com a distribuição.

“Deu alegria em ver o sorriso das pessoas ao receberem as cestas, foi uma sensação muito boa mesmo”, disse o prefeito Chió, ainda acrescentou: “Em nossa gestão vamos assistir de perto o povo que mais precisa de atenção do poder público municipal. É um compromisso nosso”, finalizou o Prefeito, que participou do processo de distribuição das cestas básicas juntamente com alguns vereadores, secretários e a população em geral.

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15414_569784253125236_3475210950169459797_nDe acordo com o Secretário de Finanças, Antonio Souto, mesmo com as dificuldades financeiras que atravessam os municípios, o prefeito determinou que fossem feitas todas as adequações nas contas públicas mas que essa ação fosse garantida, pois o povo mais carente depende disso para ter acesso ao peixe da semana santa. “As gestões municipais de cidade pequena, que depende unicamente do FPM, sabe como está sendo difícil. Em Remigio temos o agravante porque são muitos precatórios que estamos pagando, parcelamentos de dívidas deixadas por gestões anteriores com Energisa, Cagepa, INSS, IPSER, FGTS, entre outros e isso sufoca a gestão. Mas Chió determinou que não poderíamos deixar de distribuir o jejum”, afirmou Antonio Souto.

 

remigio247

Na estreia de Dorival, Flu vence o Náutico, encerra jejum e sai do Z-4

jogoA seca de vitórias do Tricolor chegou ao fim. Na noite desta quinta-feira, na estreia do técnico Dorival Júnior, o Fluminense venceu o lanterna e já rebaixado Náutico por 2 a 0, no Maracanã, e deixou a zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro. De quebra, encerrou o jejum de nove partidas sem vitória e deu novo ânimo ao seu torcedor na luta contra a queda. Os gols foram marcados por Wagner e Samuel, um em cada tempo.

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Diante disso, a expectativa é de estádio lotado no domingo, quando o Tricolor novamente atuará no Maracanã, no duelo contra o São Paulo, às 17h. Na noite desta quinta, a torcida compareceu em bom número – 26.498 pagantes (30.844 presentes) e apoiou a equipe. Chegou a demonstrar irritação logo no início do jogo com longa troca de passes no campo na defesa, mas trocou as vaias pelo incentivo assim que Digão e Leandro Euzébio abriram os braços e pediram calma.

Paciência é algo que Wagner, autor de um belo gol no jogo, sabe que jogadores e torcedores terão de ter no atual momento do Flu. Apesar da vitória, que levou o time aos 39 pontos, na 16ª colocação, o Tricolor está longe de estar livre do risco. Tem a mesma pontuação do Bahia, primeiro do Z-4.

– Nossa comemoração vai ser sair dessa zona desconfortável. Comemorar mesmo só quando estivermos lá longe – disse o meia Wagner, que pouco festejou seu gol e demonstrou enorme alívio ao marcá-lo.

O Náutico, por sua vez, apenas cumpre tabela na competição. Com 17 pontos, está rebaixado há três rodadas e, mesmo se vencer todas as quatro partidas que faltam, não deixará a última posição. São 25 derrotas e apenas quatro triunfos em todo o campeonato. Resiginado, o goleiro Ricardo Berna, que teve seu nome gritado pela torcida do Fluminense por ter atuado por oito anos nas Laranjeiras, analisou a situação.

– Não saio satisfeito pelo resultado que o Náutico teve. Queremos sair dos 17 pontos, mas está complicado. Ao menos fico feliz pelo reconhecimento da torcida do Fluminense, isso é gratificante para qualquer profissional – disse o goleiro do Náutico, que volta a campo domingo para enfrentar o Bahia, na Arena Pernambuco.

Golaço de Wagner abre o caminho

O Fluminense foi a campo com uma formação diferente em relação a quem vinha sendo adotada por Vanderlei Luxemburgo, demitido na última segunda-feira. Com apenas dois dias de treino, o comandante preferiu colocar o zagueiro Digão na lateral esquerda e o volante Willian à frente dos zagueiros, dando maior segurança ao setor defensivo. O time, de fato, não correu riscos no primeiro tempo e enfim voltou a não sofrer gol em um jogo. Isso não acontecia desde a 19ª rodada, no triunfo por 1 a 0 diante do Bahia.

Na frente, o Flu demonstrou nervosismo, errando passes fáceis – foram 17 na etapa, mas ao menos a escalação com Rhayner e Marcos Júnior abertos pelas pontas deixaram o time mais veloz. Wagner apareceu bem no jogo, arriscando as jogadas e os chutes de média distância. Foi premiado com lindo gol aos 16, ao acertar o ângulo direito de Ricardo Berna com uma bomba de fora da área. O ex-goleiro do Tricolor ainda salvou o Timbu em cobrança de falta de Rafael Sobis, defendida em dois tempos.

Oportunismo de Samuel liquida o jogo

Na etapa final, logo aos 5 minutos, Ricardo Berna não conseguiu evitar mais um gol tricolor. Samuel, que substituiu o lesionado Marcos Júnior no intervalo, aproveitou rebote do arqueiro e empurrou para o fundo da rede. O gol, embora no começo da etapa complementar, liquidou completamente o Náutico, que não esboçou reação. O técnico Marcelo Martelotte chegou a colocar o jovem Saulo, de apenas 16 anos, em campo, já visando um processo de renovação do elenco.

O Fluminense, ao contrário de outros jogos, não correu riscos. O goleiro Diego Cavalieri foi ameaçado somente aos 39, ao espalmar chute perigoso de Diego. Com autoridade e calma, o time tocou bem a bola e controlou a partida. Jean, de fora da área, quase ampliou, mas parou em Berna. No fim, o Flu ainda ficou com um a mais, após a expulsão de Alison em carrinho criminoso em Rafinha.

 

Globoesporte.com

Moeda de troca: Punição com jejum sexual certo ou errado?

sexoPara início de conversa o sexo não pode e não deve ser moeda de troca na vida de um casal. Mesmo acontecendo algo muito ruim punição sexual ou qualquer outro tipo não é o caminho. Sexo tem a finalidade de se obter prazer, e tem que haver o consentimento de ambas as partes. O que incomoda entre o casal deve ser conversado, analisado e negociado, se um não está a fim não rola.

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O casal deve aprender a se comunicar, demonstrar seus limites e medos para a parceira. Isso tem a finalidade de melhorar o clima de satisfação na vida a dois, sem chantagear ou punir a outra pessoa da relação. A intimidade do casal deve ser protegida de qualquer hostilidade ou insatisfação no relacionamento. A vida sexual e o relacionamento devem promover o prazer no encontro íntimo.

Portanto meninas, principalmente vocês, nada de punição sexual, se não está satisfeita pula fora do barco.

180graus

Na base da vontade, Brasil vence a França e põe fim a incômodo jejum

brasilO peso de um amistoso não chega nem perto de um jogo de campeonato. Mas em determinados casos, uma partida assim pode tirar toneladas das costas de um time. No caso, da seleção brasileira. Por mais estranho que possa parecer para o maior campeão de todos os tempos, a vitória do Brasil sobre a França por 3 a 0, neste domingo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, acabou com um tabu de mais de três anos e meio sem vencer um campeão do mundo. Contra os Bleus, o jejum durava desde 1992.

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A Seleção ainda está longe de empolgar. Bem longe. Tanto que as mais de 51 mil pessoas presentes no estádio oscilaram entre gritos e momentos de completo silêncio e até vaias (nem Oscar, autor do primeiro gol, escapou). Mas ao menos com esse triunfo conseguiu ganhar um ânimo extra para o desafio que vem pela frente: a Copa das Confederações. A última vitória sobre um campeão do mundo tinha sido em novembro de 2009, 1 a 0 sobre a Inglaterra. De lá para cá, cinco derrotas e dois empates. Além do meia do Chelsea, Hernanes e Lucas também marcaram.

 

O fato é que falta à seleção brasileira poder de decisão. Talvez por isso essa vitória tenha demorado tanto tempo a voltar à rotina. Não é um problema apenas do time de Felipão. Já era assim com Mano Menezes. Ao menos, a vontade apresentada no amistoso deste domingo deixa a esperança de que as coisas podem melhorar. Com Neymar é preciso ter paciência. Ele tem o apoio da torcida quando vai bem. Quando vai mal ou mais ou menos, as vaias são inevitáveis.

A seleção brasileira se concentra agora na reta final da preparação para a Copa das Confederações. A estreia está marcada para o próximo dia 15 de junho, sábado, contra o Japão, em Brasília. Cabeça de chave do Grupo A, o Brasil ainda encara o México, dia 19, em Fortaleza, e a Itália, dia 22, em Salvador, pela primeira fase.

 

Muita vontade, pouca criação

Não falta vontade à seleção brasileira. Falta organização e, principalmente, poder de decisão. Nesse quesito, o time de Felipão ainda engatinha. O primeiro tempo do duelo contra a França é a prova disso. Com muito mais posse de bola que o adversário, os anfitriões não conseguiram levar muito perigo ao gol de Lloris.

Muito embora o goleiro francês tenha facilitado com um minuto de jogo ao perder a bola para Neymar, o atacante demorou a decidir o que fazer e perdeu ótima chance de abrir o placar de forma relâmpago. Agir mais rápido quando as oportunidades surgem e chutar mais a gol têm de ser a lição de casa.

O trio Hulk, Neymar e Fred se destacou na etapa inicial pela movimentação, mas o primeiro, destaque do russo Zenit, foi o melhor em campo. Marcou, atacou, driblou, chutou… e criou. Deixou companheiros em boas condições, mas não houve o aproveitamento adequado para que a rede balançasse.

Dependente da boa vontade dos seus atacantes, a seleção brasileira melhorou depois que dois jogadores resolveram aparecer: Oscar e Marcelo. As chances mais claras do Brasil surgiram depois disso. Primeiro, aos 30, Neymar perdeu gol incrível ao não conseguir tocar na bola após cruzamento da esquerda. E mais adiante, aos 42, Fred cabeceou com perigo.

 

Oscar, o herói

Para a etapa final, não houve alteração na seleção brasileira. Apenas de comportamento. Logo de cara, o time de Felipão pressionou a França no campo de defesa e teve uma importante chance com Hulk, que chutou para fora. A resposta francesa veio em arremate de Cabaye, um minuto depois. Apenas um susto.

Com o controle da partida em mãos, a Seleção permaneceu no ataque por um bom tempo. Mas sem conseguir finalizar. Foi a senha para que a torcida gaúcha, aos cinco minutos, iniciasse o já tradicional coro pela entrada de Lucas. O pedido não foi atendido naquele momento, mas o presente veio de um “gaúcho”.

Aos oito minutos, Luiz Gustavo roubou a bola no meio, com falta que o árbitro não marcou. Após boa jogada de Fred pela esquerda, Oscar, destaque do Inter antes de ir para o Chelsea, completou para o gol: 1 a 0. Na comemoração, muito embora estivesse no campo do rival Grêmio, o meia, nascido no interior de São Paulo, apontou para o chão e disse: ‘eu sou daqui, eu sou daqui’.

Em vantagem, Felipão, então, resolveu atender dois pedidos recorrentes da torcida no amistoso: as entradas do gremista Fernando e do xodó Lucas. Aos 19 minutos saíram Oscar, vaiado pelos gremistas e aplaudido pelos colorados, e Hulk. Esse último deixou o campo com o status de um dos melhores do jogo.

Brasil amplia no fim

Com mais posse de bola, assim como no primeiro tempo, a seleção brasileira perdeu o fôlego aos poucos. E mesmo com as mudanças de Felipão, as oportunidades de gol eram raras. Seguro, o Brasil controlou o jogo no campo de ataque, se arriscou pouco e segurou a França, esperando um contra-ataque para matar o jogo.

O lance fatal veio aos 39 minutos. Após uma cobrança de escanteio errada dos franceses, Paulinho avançou livre pelo meio e rolou para Lucas na direita. O meia do PSG cruzou para Neymar, que só ajeitou para Hernanes bater no canto esquerdo de Lloris: 2 a 0.

A vitória já estava encaminhada e o incômodo jejum, perto do fim. Para selar de vez a trégua com a torcida, faltava um lance típico da seleção brasileira. Marcelo se encarregou disso aos 46 minutos. Em bela arrancada, ele invadiu a área, driblou o zagueiro e foi derrubado: pênalti. Na cobrança, Lucas bateu com categoria e definiu o triunfo.

Enfim, depois de mais de três anos e meio, a seleção brasileira, pentacampeã do mundo, voltou a vencer um time que também tem o caneco mais cobiçado.

 

Globoesporte.com

Flu perde muitos gols, cede empate e aumenta jejum no Engenhão

Oportunidades de gol não faltaram para o Fluminense sair de campo com a vitória sobre o Huachipato, nesta quarta-feira, no Engenhão. No entanto, o Tricolor só fez um, levou outro e foi muito vaiado no fim do jogo por sua torcida com o placar de 1 a 1. Apesar disso, o Flu chegou a sete pontos e, com um jogo e um ponto a mais que o Grêmio, é o líder do Grupo 8 da Libertadores. O time chileno soma quatro pontos e está em terceiro na chave.

O Fluminense completou seis jogos sem vencer no Engenhão, que recebeu 13.678 torcedores (10.991 pagaram ingresso e proporcionaram renda de R$ 261.980). Neste ano, o time carioca só conseguiu sair de campo com os três pontos no estádio do Botafogo na primeira partida, contra o Olaria (3 a 1). Depois, foram quatro empates e duas derrotas, incluindo Taças Guanabara e Libertadores.

Grêmio e Caracas, que tem três pontos e está em último lugar, ainda jogarão pela quarta rodada, na próxima terça-feira, na Venezuela. O Fluminense enfrenta o time gaúcho na quinta e penúltima rodada da chave somente no dia 10 de abril. A próxima partida da equipe chilena será 3 de abril, fora de casa, contra o time venezuelano.

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O jogo

Fred na partida do Fluminense contra o Huachipato (Foto: Marcelo Theobald / Ag. O Globo)Fred, autor do gol tricolor, tenta se livrar de um adversário (Foto: Marcelo Theobald / Ag. O Globo)

O Huachipato surpreendeu nos primeiros minutos de partida com uma postura mais avançada do que se esperava, mas foi o Fluminense que primeiro esteve perto de abrir o marcador em chute de Thiago Neves que o goleiro Veloso defendeu espetacularmente. O Tricolor passou a dominar o jogo e Jean desperdiçou gol claro, na pequena área, aos 12 minutos. Quatro minutos depois Wellington Nem chutou cruzado para fora e, em seguida, Thiago Neves desperdiçou ótima oportunidade diante de Veloso.

O time chileno errava muitos passes no meio e não marcava tão bem, deixando um espaço perigoso entre o meio e a defesa e foi sendo encurralado. O arsenal tricolor apresentava tiros de curta, média e longa distãncias. Num dos disparados de fora da área, Thiago Neves acertou a trave direita de Veloso. Logo depois, o goleiro chileno protagonizou uma cena ridícula, ao furar feio uma bola recuada, dar um chapéu em Deco com o joelho direito, tentar afastar a bola e chutá-la em cima de um companheiro. No rebote, o camisa 20 do Flu foi derrubado na área. Pênalti que Fred bateu aos 30 e marcou.

O gol deu alívio ao time carioca, que passou a esperar mais as iniciativas do adversário, mas raras vezes conseguia trocar três passes seguidos. Tentava compensar com luta, mas brigava tanto pela, como com a bola. Já o Flu trocava a bola com paciência à espera da brecha para dar outro bote, que não veio na primeira etapa.

Flu vacila e leva o empate

No segundo tempo, que começou de forma parecida com o fim da primeira etapa, a equipe da casa teve a chance que queria para fazer mais um gol num contra-ataque, mas Nem, depois de driblar o goleiro dentro da área, chutou para fora, aos 7. O Flu foi se soltando aos poucos e voltou a criar boas chaces de gol, mas dava perigosos espaços em sua defesa para o Huachipato.

Percebendo que o meio de campo tricolor perdia fôlego, o técnico Abel Braga mandou Wagner a campo para o lugar de Deco, bem no momento que o time chileno tinha uma falta em dois lances perigosíssima a seu favor. E na sequência sairia o empate. Após Braian Rodríguez chutar em cima da zaga, Arrué fez jogada sensacional na direita e cruzou rasteiro, Gum ainda tirou a bola da pequena área, mas ela sobrou para Núñez chutar forte e mandar para a rede, aos 25.

O Flu, então, foi com tudo na luta para afastar o prejuízo, e Veloso novamente apareceu na partida, porém desta vez com outra defesa sensacional em conclusão de Fred, livre na área após toque de peito de Thiago Neves. A pressão tricolor aumentou e Abel resolveu pôr Rhayner, que não faz um gol há dois anos, no lugar de Bruno. No entanto, o nervosismo atrapalhava muito a equipe brasileira, que escapou por pouco de levar a virada aos 42, quando Braian Rodríguez penetrou sozinho na área pela esquerda e tocou cruzado, mas Diego Cavalieri fez grande defesa. O time da casa continuou em cima, mas nada conseguiu, para irritação de seus torcedores.

 

 

Globoesporte.com

Natal em jejum: Servidores municipais de Solânea ficam sem 13º e professor escreve artigo de repúdio

 

Professor Gederlândio

Apesar de ter tido as contas da prefeitura bloqueadas pela justiça com a condição de só ter os repasses federais liberados após o pagamento do 13º salário dos servidores municipais, o prefeito de Solânea continua sem pagar o ‘abono’ de Natal. O fato tem causado revolta nos funcionários que passaram a data sem ter muito o que comemorar, já que o salário do mês de novembro foi pago com atraso de quase um mês. Como forma de repúdio o professor Gederlândio Santos enviou um artigo ao FOCANDO A NOTÍCIA.

Confira na íntegra:

NATAL EM JEJUM

“O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros”. Confuncio

       Panetone, vinho suave, peru e outros ícones da ceia natalina, bem conhecidos na mesa do brasileiro, não fizeram parte da ceia de muitos funcionários públicos municipais de nossa região. Acreditando que seu povo precisa fazer jejum, perder uns quilinhos, ou coisa desse tipo, alguns prefeitos descumpriram a lei trabalhista que determina o pagamento do 13° salário até o dia 20 de dezembro.

Se perderam alguns quilinhos não sei, o fato é que inúmeros trabalhadores  perderam foi a paciência com os constrangimentos sofridos por falta do tradicional “dinheirinho” destinado aos gastos típicos dessa época.

Em Solânea, como se não bastasse algumas classes receberem seus proventos relativos ao mês de novembro somente em meados do mês de dezembro, ainda amargam o não recebimento do 13° salário: os agentes de combate a endemias e boa parte do número de professores.

Na página dos Agentes Comunitários de Saúde de Solânea mantida no FACEBOOK, o agente de combate a endemias Claudemir Monterio, insatisfeito com a situação manifestou sua opinião: “segue em atraso e sem prazo definido para entrar na conta” – disse ele.

Em conversa com diversos professores muitos demonstraram não entender o porquê de alguns receberem o pagamento relativo ao 13° salário, enquanto que outros não foram contemplados com o que intitularam como “sorteio”. Enquanto tentam entender, os comerciantes solanenses apenas querem receber o pagamento dos débitos gerados por seus clientes.

       O que se pode perceber nisto tudo é que, sempre após as eleições, este tormento persegue os servidores municipais. Propositalmente, atrasam pagamentos e torturam trabalhadores em plena época natalina com o discurso de crise quando na verdade tudo é fruto de irresponsabilidade e falta de planejamento durante toda uma gestão que sabiam não ser eterna e com prazo determinado, bem determinado, principalmente quando não houve reeleição, como é o caso de Solânea, ai a coisa fica ainda mais seria, pois, todas as dívidas acumuladas no decorrer do mandato tem que milagrosamente serem quitadas quase que num toque de mágica, e o servidor municipal que faça jejum, regime ou dieta financeira.

Isto que acontece aqui em Solânea é um desequilíbrio provocado pelo Prefeito que prefere chamar de crise o desmantelo que fez, ou seja, falta de planejamento, irresponsabilidade fiscal, uso indevido de dinheiro público e contratações excessivas de pessoas, na maioria das vezes sem necessidade da mão de obra, mas do poder político.

A soma de tudo isto é o que estamos contemplando, quando chega ao final da gestão, a corda arrebentando pelo lado mais fraco, ou seja, o funcionário publico municipal.

      Diante dos fatos aqui expostos, qual a sua opinião? Qual a real razão para Solânea encontrar-se nesta situação? Porque tantos funcionários ainda não receberam seu 13° salário? Onde faltamos com a verdade neste texto?

Por fim, esperamos que Solânea redimida desperte, no destino que surgiu da alvorada, e que o futuro prefeito, a tomar posse a partir de 1°de janeiro, Beto do Brasil encontre a sabedoria, para fazer de nossa terra uma cidade cada vez melhor.

Texto: Prof. Gederlandio A. Santos

Redação/Focando a Notícia

Vagner Love quebra jejum, empata no fim e ajuda a rebaixar o Palmeiras

Coube a um velho conhecido a tarefa de mandar o Palmeiras para a Série B do Campeonato Brasileiro. Não teve vaia ou jejum que intimidasse Vagner Love, autor do gol de empate do Flamengo em 1 a 1 com o Verdão, neste domingo em Volta Redonda, aos 43 minutos do segundo tempo. O artilheiro quebrou uma sequência de oito jogos sem marcar e, por consequência, praticamente rebaixou o time que o revelou. Com o resultado no Rio de Janeiro, aliado à vitória do Bahia sobre a Ponte Preta e ao empate entre Portuguesa e Grêmio, o Alviverde está rebaixado.

Love disse que iria comemorar um eventual gol contra a equipe que ajudou a levar à Série A, em 2003. E cumpriu a promessa. A dois minutos do apito final, quando o Verdão já estava quase aliviado, o artilheiro arrancou pelo lado esquerdo, invadiu a área, chutou, e viu a bola desviar em Román antes de entrar. As vaias viraram aplausos, o atacante foi para a torcida rubro-negra e celebrou como se o Palmeiras nem estivesse brigando para fugir da degola.

O gol derrubou o Palmeiras. Sob os gritos de “Segunda Divisão”, quase todos choraram. Juninho não aguentou a pressão, Barcos levou as mãos ao rosto, Maurício Ramos ajeitou a faixa de capitão… E não houve mais forças para reagir. A confirmação da queda só viria quase três horas depois, quando Portuguesa e Grêmio empataram em 2 a 2 no Canindé, em São Paulo. Somente uma vitória do Tricolor Gaúcho manteria o Palmeiras vivo. Faltando duas rodadas para o fim do Brasileirão, o Verdão, com 34 pontos, não tem mais como alcançar a Lusa, que tem 41 e é o primeiro time fora da zona da degola. As próximas duas rodadas (contra Atlético-GO no Pacaembu, domingo que vem, e contra o Santos, dia 2 de dezembro na Vila) servirão apenas para se despedir da elite do futebol nacional.

– Nosso time só tem homem jogando. Estamos aqui dando a cara e fazendo o possível. Azar, falta de sorte, pode chamar do que quiser, mas hoje era uma vitória que tinha de sair – lamentou o goleiro palmeirense Bruno.

Já sem risco de rebaixamento desde a rodada passada, o Flamengo tenta ganhar colocações para terminar a competição de forma digna. No próximo sábado, o jogo será contra o rival Vasco no Engenhão. A despedida, no dia 2, diante do Botafogo.

– Consegui desencantar, felizmente para mim, infelizmente para eles (palmeirenses). Foi bom, gosto de fazer gol, quero sempre que meu time saia vitorioso. O Flamengo sempre entra interessado dentro de campo – disse o Artilheiro do Amor, aliviado pela quebra do jejum.

Maikon Leite Palmeiras empate com o Flamengo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Maikon Leite lamenta o empate logo após o fim do jogo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Tensão no início

O cumprimento cordial de Dorival Júnior a Gilson Kleina anunciava qual postura o Flamengo teria na partida.

– Espero que vocês saiam dessa. Mas não hoje… – disse Dorival.

No início, parecia que o Flamengo era o desesperado, e o Palmeiras o aliviado. A equipe rubro-negra ganhou todas as divididas, mostrou “sangue nos olhos” e não deixou o rival tomar conta do jogo. Muito disso ocorreu porque a torcida flamenguista queria ver o adversário ainda mais no fundo do poço. Os gritos de “Segunda Divisão” ecoaram pelas arquibancadas do estádio Raulino de Oliveira, que também eram decoradas com caixões alviverdes. Em campo, alguns sentiram o baque.

O Flamengo percebeu isso e apostou nas jogadas pelo lado esquerdo da defesa palmeirense, justamente onde estava o jogador mais assustado de todo o elenco: Juninho. O Rubro-Negro sempre buscou por ali, com Wellington Silva, Ibson e Amaral – pelo setor, o volante criou a melhor chance dos cariocas, em chute que passou raspando a trave direita de Bruno. Sem muito interesse, o Fla ia cozinhando a partida. Futebol, mesmo, pouco se viu.

O Palmeiras teve flashes, sempre com seus nomes mais lúcidos. Um chute de Tiago Real quase encontrou o ângulo de Paulo Victor. Barcos tentou buscar o jogo, já que não tinha companhia no ataque. O Pirata reclamou demais com seus companheiros, pois a bola não chegava e os volantes e laterais pouco ajudavam. O argentino também pediu pênalti num lance em que cabeceou e a bola bateu em Renato Santos. O palmeirense queria toque de mão.

Para proteger um pouco mais a defesa, Gilson Kleina recuou Artur e fez uma linha de três zagueiros, com Maurício Ramos na sobra. Mesmo assim, Vagner Love encontrou espaços e quase abriu o placar aos 45 minutos, após receber um passe de Hernane e chutar sozinho, de pé esquerdo, por cima do gol. Parecia até que Love não queria castigar o time que o revelou para o futebol.

Vagner Love comemora o gol de empate Palmeiras Flamengo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Vagner Love comemora o gol de empate nos minutos finais (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Gols só no segundo tempo

O Flamengo mandou nos 15 primeiros minutos do segundo tempo, aproveitando o nervosismo que assolou o Palmeiras. Mais uma vez empurrado pela torcida, o time de Dorival Júnior encurralou o rival em seu campo de defesa. O gol rubro-negro parecia questão de tempo, ainda mais depois que Tiago Real lesionou o ombro e teve de ser substituído pelo garoto Vinícius. O Verdão acabava de perder seu único articulador.

E foi Vinícius, atacante com poucos recursos, mas muita vontade, que acendeu o Verdão no jogo. A correria promovida pelo garoto de 19 anos confundiu a defesa do Fla, que deixou mais espaços para Barcos. Na primeira escapada que teve, o Pirata caiu na área e reclamou de mais um suposto pênalti sofrido.

Com Vinícius, o Palmeiras fez o que não havia conseguido no primeiro tempo: arriscar. Aos 17 minutos, o atacante foi premiado pela persistência. Em jogada individual pelo lado esquerdo, ele avançou, olhou para o gol e acertou um chute seco, bem no canto direito de Paulo Victor, que falhou e deixou a bola passar: 1 a 0 Verdão.

Torcida Flamengo com caixão Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Torcida do Flamengo ironiza com caixões palmeirenses (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

A comemoração foi intensa. Emocionado, Vinícius se dirigiu até o espaço destinado à torcida visitante e gritou muito, contagiando o time todo, que se abraçou e ganhou sobrevida na partida – ainda mais com o empate parcial do Bahia com a Ponte Preta, em Salvador.

Dorival Júnior tentou animar o Flamengo com as entradas de Mattheus e Paulo Sérgio. Irritada, a maioria rubro-negra vaiou os substituídos Ibson e Hernane, e ficou na bronca com Love, que errava quase tudo o que tinha tentado até ali. Méritos para Román, até então, que fazia boa marcação em cima do artilheiro adversário.

No contra-ataque, o Verdão quase marcou o segundo, com Maikon Leite perdendo oportunidade inacreditável, cara a cara com Paulo Victor. Ao mesmo tempo, em Salvador, o Bahia fazia um gol em cima da Ponte Preta, complicando ainda mais a situação palmeirense.

Time do Palmeiras após empate com o Flamengo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Com Barcos à frente, palmeirenses saem de campo desolados (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Mas veio a pá de cal. Vagner Love, revelado no Palmeiras, aos 43 minutos aproveitou rápido contra-ataque, invadiu a área e chutou cruzado. A bola, cruelmente, desviou em Román, tirou Bruno da jogada e foi morrer no fundo do gol. Era o começo do fim.

Após o jogo, a delegação palmeirense embarcou de ônibus de volta para São Paulo. Alguns, ainda esperançosos, ouviam no rádio os lances de Portuguesa x Grêmio. A Lusa abriu 2 a 0, os gaúchos empataram em 2 a 2 e por pouco não viraram o placar. Exatamente às 21h22, quando o ônibus estava no km 322 da Via Dutra, na cidade de Itatiaia, o rebaixamento foi confirmado.

Globoesporte.com

Lucas faz três, acaba com jejum, e São Paulo afunda Sport no Z-4

Lucas não fazia gols há dez jogos, contando Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. Eram dois meses de jejum, desde a vitória por 4 a 0 sobre o Botafogo, no dia 30 de agosto. Suas últimas atuações haviam sido abaixo da média. Alguns já apontavam o cansaço do jovem, escalado à exaustão no São Paulo e convocado sempre por Mano Menezes para a seleção brasileira. Erro grave duvidar de um jogador como ele.

Lucas se cansou, sim. Mas de passar em branco. Foram três gols, fato inédito na carreira, para decretar a vitória do São Paulo por 4 a 2 sobre o Sport. Uma vitória que valeu muito. Valeu a vantagem de sete pontos sobre o quinto colocado, agora o Internacional, na luta pela vaga na Libertadores. Valeu a volta de Luis Fabiano, que participou de três gols em ótima atuação no retorno ao time. Valeu a certeza de opções no banco, já que Maicon e Douglas substituíram bem os titulares Jadson, suspenso, e Osvaldo, lesionado. E valeu até mesmo a aproximação do terceiro colocado, Grêmio, que empatou e tem agora dois pontos a mais.

E também causou a tristeza de 31.599 torcedores fanáticos pelo Sport. Esperançosos após dois triunfos consecutivos, eles lotaram a Ilha do Retiro e até se animaram com o gol de Gilberto, logo no início, e com as chegadas rápidas pelas laterais. Mas a precisão de Lucas, a falha incrível de Saulo, que soltou a bola nos pés do atacante são-paulino, e erros imperdoáveis do time ainda no primeiro tempo fizeram a esperança virar desespero. A apatia no segundo tempo não era de quem precisava vencer a qualquer custo.

O Sport só volta aos gramados no outro domingo, em São Januário, contra o Vasco. Mais um confronto difícil na luta para ficar na Série A, apesar da queda livre dos cariocas. O Leão é o 17º colocado, quatro pontos atrás do Bahia, primeiro fora da zona de rebaixamento. Já o São Paulo não terá uma semana de folga. Na quarta-feira, a equipe entrará em campo pela Copa Sul-Americana, em Santiago, contra a Universidad de Chile. E no Brasileirão, o próximo confronto será contra ninguém menos que o líder Fluminense, também no domingo, no Morumbi.

lucas sport x são paulo (Foto: RUBENS CHIRI/PERSPECTIVA/Agência Estado)Lucas posa para fotos dos parceiros após primeiro gol (Foto: RUBENS CHIRI/PERSPECTIVA/Agência Estado)

Tudo errado para Saulo, tudo certo para Lucas

Saulo entrou em campo ovacionado pela torcida do Leão, ainda emocionada com as lágrimas derramadas pelo goleiro após defender pênalti contra o Atlético-GO, na rodada anterior. Lágrimas de alegria que virariam de dor e vergonha na semana seguinte.

O goleiro deve ter se animado com seu início, ao espalmar chute forte de Rafael Toloi, e outro bem colocado por Douglas. E também com o início do Sport. Nos cumprimentos, Rogério Ceni havia dito a Cicinho, companheiro de tantos títulos em 2005, que era um prazer revê-lo. Prazer que virou incômodo nas bolas paradas do lateral-direito, agora no Leão. Ele bateu escanteio na cabeça de Gilberto, que abriu o placar. Logo em seguida, a parceria se repetiu em cobrança de falta, mas Ceni conseguiu espalmar com o pé.

Atrás no placar, o Tricolor melhorou. Maicon foi centralizado e Douglas passou a ser o “novo Osvaldo”, aberto pela esquerda. O time se acertou e a maré de Saulo começou a mudar quando Lucas acertou um chute improvável, de longe. Um golaço! Só não tão improvável quanto seu segundo gol. No cruzamento de Luis Fabiano, a bola parecia dominada nas mãos do goleiro, mas escapou. E escapou nos pés de Lucas. Festa da minoria na Ilha. Desespero da maioria, principalmente de Saulo, que voltou a fazer cara de choro ao se desculpar com as arquibancadas.

Como se não bastasse, até quem estava a favor resolveu jogar contra. Após boa tabela de Cortez e Luis Fabiano, muito participativo, Rivaldo tentou cortar e encobriu o próprio goleiro, marcando contra o terceiro gol são-paulino. O nervosismo do Sport era nítido. O São Paulo parou de dar espaços e os anfitriões não chegaram mais pelas laterais, onde Cicinho e Renê deram muito trabalho nos minutos iniciais.

Rogério Ceni Saulo (Foto: Reprodução)Rogério Ceni consola Saulo após falha do goleiro
do Sport no primeiro tempo (Foto: Reprodução)

Vitória que só não virou goleada ainda no primeiro tempo porque Douglas perdeu chance incrível. De bom mesmo para Saulo, só o abraço consolador de Rogério Ceni antes de irem para o vestiário. E a compreensão dos torcedores.

Hat-trick e tranquilidade

Rivaldo, que era vaiado a cada toque na bola depois do gol contra, nem voltou. Entrou Marquinhos Gabriel. Mas não mudou a apatia do Sport, que já entrou em campo derrotado no segundo tempo. Para quem precisava fazer dois gols para empatar e amenizar a desesperadora situação da tabela, a equipe não teve o menor poder de reação. Hugo, pela esquerda, esbravejou com os parceiros. Não adiantou nada.

Maicon, que dava a cadência ao meio-campo do São Paulo, teve de sair, lesionado. Ney Franco optou por Ademilson, demonstração clara de que apostava no contra-ataque para ampliar a vantagem. Aposta certeira!

Não com Ademilson, mas com a dupla de craques que pode levar a equipe à Libertadores do ano que vem. Lucas, pelo meio após a mudança, tabelou com Luis Fabiano e deslocou Saulo. Mais um do camisa 7 e tranquilidade para os visitantes.

O jogo, muito aberto desde o início, finalmente ganhou ritmo mais lento. Satisfeito com a vitória, o São Paulo tentou administrar e ainda teve uma ótima chance com Luis Fabiano. Ele poderia ter tocado para Rhodolfo, mas imagine como se sente um artilheiro nato quando seu time faz quatro gols e nenhum é dele. O Fabuloso tentou o cantinho, errou, e ouviu seu nome gritado pelos tricolores, como de costume.

No Sport, Hugo seguiu ditando o ritmo. Primeiro, recebeu na entrada da área, bateu com força e obrigou Rogério a fazer uma defesa impressionante. Depois, em cobrança de pênalti sofrido por Gilberto, marcou um merecido gol. Nem comemorou. Ou por já ter sido campeão pelo São Paulo, em 2007 e 2008, ou porque o time da casa não tinha muito a comemorar.

Sport x São Paulo (Foto: Antonio Carneiro/Pernambuco Press)Wellington tenta o desarme durante vitória do São Paulo na Ilha (Foto: Antonio Carneiro/Pernambuco Press)
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Palmeiras vence Sport em “decisão”, encerra jejum e respira

Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

O Palmeiras ainda não saiu da zona do rebaixamento, mas conseguiu pelo menos respirar no Campeonato Brasileiro. Afinal, nesta quinta-feira o time paulista venceu a “decisão” contra o também ameaçado Sport por 3 a 1 e acabou com o jejum de quatro jogos sem vencer. É pouco para sair da degola, já que a equipe de Felipão está com 20 pontos, enquanto o 16º colocado Coritiba tem 22. Mas é muito para quem estava em tamanha má fase até agora.

Diante de um público com mais de 30.000 pessoas, o Palmeiras dominou o primeiro tempo, mas só conseguiu consolidar a vitória na etapa final. Contratados durante a temporada, Corrêa, Tiago Real e Obina marcaram para o time da casa. Rivaldo até descontou com um golaço contra seu ex-time, mas o Sport perdeu não apenas a partida, mas também uma posição exatamente para os palmeirenses, ficando com 19 pontos, em 18º lugar.

Com Obina no lugar de Barcos, que está com a seleção argentina, a escalação do Palmeiras teve o retorno de Valdivia, a manutenção de Tiago Real e também Correa como surpresa na lateral-dreita. Já do outro lado o técnico Waldemar Lemos apostou no 3-5-2 para tentar segurar o time alviverde. Mas os próprios atletas palmeirenses se complicaram no começo, já que cometeram muitos erros e desperdiçaram seguidos ataques.

Obina e Valdivia reclamaram de pênaltis aos 12min e aos 15min, mas o juiz Marcelo de Lima Henrique nada marcou. O Palmeiras até soube controlar a posse de bola, mas demorou para ter criatividade e ser incisivo. Isso só aconteceu aos 26min, quando Obina tabelou com Corrêa e saiu frente a frente com o goleiro. A finalização do centroavante fez a bola passar pelo goleiro, mas parou na trave, levando os palmeirenses ao desespero.

O domínio do time da casa continuou até que uma nova chance de gol foi criada, através de uma linha de passes, aos 33min. Já dentro da área, Obina arrumou para Tiago Real, que finalizou forte, mas Magrão fez difícil defesa. Até o final do primeiro tempo o Palmeiras ainda encontrou bastante espaço pelas pontas, já que o Sport atuava com alas avançados, mas não conseguiu cruzar com eficiência na área. Já o time pernambucano teve uma única chance de gol nos acréscimos, mas Bruno defendeu o cabeceio de Felipe Azevedo.

Os times foram para os vestiários com o placar de 0 a 0 e, disposto a mudar a equipe, Felipão trocou João Vitor por Artur, o que deslocou Corrêa para o meio-campo. E foi exatamente o volante ex-lateral que abriu o placar no Pacaembu: aos 8min, ele arriscou da intermediária e contou com falha de Magrão para fazer explodir a torcida do Palmeiras.

Mas a festa alviverde teve um minuto de interrupção, por causa de um lance incrível, aos 17min: o canhoto Rivaldo, ex-jogador do Palmeiras, acertou um chute forte de direita e superou o goleiro Bruno. A comemoração do volante, que saiu criticado da equipe paulista, foi de provocação, pedindo silência ao Pacaembu.

Mas foi o Sport que se calou na sequência: aos 18min, Luan fez um longo lançamento para Tiago Real, que chutou cruzado e desempatou a partida. A resposta rápida empolgou o Palmeiras, que voltou a marcar. Em nova boa participação, Tiago Real arrumou a bola para Obina marcar o terceiro gol palmeirense no jogo.

Apesar da festa da torcida ter aumentado, o jogo ficou mais frio após a consolidação da vitória do Palmeiras. Só aconteceu mais uma chance para cada lado: primeiro o Sport atacou com Gilberto, que ficou na cara do gol, mas chutou para fora, aos 38min; depois o Palmeiras quase transformou tudo em goleada, mas a cobrança de falta de Valdivia parou na trave. Pouco importava, pois o fim do jejum, e o fôlego na luta contra o rebaixamento já estavam conquistados.

Ficha técnica

PALMEIRAS 3 x 1 SPORT

Gols
PALMEIRAS:
Corrêa, aos 8min do 2º tempo; Tiago Real, aos 18min do 2º tempo; e Obina, aos 23min do 2º tempo

SPORT:
Rivaldo, aos 17min do 2º tempo

PALMEIRAS: Bruno; Correa, Maurício Ramos, Thiago Heleno, Juninho; Henrique, João Vitor (Artur), Tiago Real (Márcio Araújo) e Valdivia; Luan (Maikon Leite) e Obina
Treinador: Luiz Felipe Scolari

SPORT: Magrão; Welton, Bruno Aguiar e Diego Ivo; Moacir (Willians), Tobi, Rivaldo, Hugo e Willian Rocha; Gilsinho (Gilberto) e Felipe Azevedo (Henrique)
Treinador: Waldemar Lemos

Cartões amarelos
PALMEIRAS: Henrique, João Vitor e Thiago Heleno
SPORT: Diego Ivo, Willian Rocha, Rivaldo e Hugo

Árbitro
Marcelo de Lima Henrique

Local
Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Terra