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Borja encerra jejum, e Palmeiras de Valentim vence a Ponte

Alberto Valentim chegou ontem à segunda vitória em dois jogos novamente como interino do Palmeiras. Com direito até a gol de Borja, que não marcava há quase quatro meses, o Verdão jogou bem e fez 2 a 0 na Ponte Preta no Pacaembu. O resultado solidificou o atual campeão no G4 do Brasileiro e fez a diferença para o líder Corinthians cair para nove pontos, restando nove rodadas em jogo.

Luis Moura / WPP
Luis Moura / WPP

Foto: LANCE!

Apesar do pouco tempo de trabalho, Valentim aos poucos dá sua cara ao time. Primeiro, repetindo toda a escalação que começou contra o Atlético-GO; depois, até em jogadas ensaiadas. A saída no meio-campo do início do jogo lançada ao ataque é uma herança de Cuca, mas contra a Ponte já teve um pouco de Alberto, com outro posicionamento do time.

Elétrico à beira do campo, o atual treinador, enquanto percorria a área técnica de um lado a outro, viu o Verdão no início sofrer perigo em jogadas de velocidade pelos lados da Macaca, comandada por Eduardo Baptista, primeiro técnico palmeirense de 2017, e sem Sheik, lesionado. Mas assim como domingo, o time foi organizado e trabalhou mais a bola.

Só que esta paciência não vinha dando o efeito esperado. Dudu teve de acelerar a cobrança de um lateral para pegar a defesa ponte-pretana desarrumada. Willian passou para Moisés, que parou em Aranha. Keno manteve a jogada viva e abriu o placar para o Verdão no Pacaembu.

Dez minutos depois, nova decisão de Valentim, colocar Borja na vaga do artilheiro Willian, que saiu com dores. Com Alberto no comando, Deyverson, antes a primeira opção de ataque com Cuca, virou a última.

O colombiano teve sua primeira chance no início da etapa final, quando chutou por cima depois de um ótimo passe de Keno. Uma nova jogada entre os dois resultou no segundo gol do Palmeiras – um golaço: após o desvio do camisa 27, Borja deu um chapéu em Aranha e tocou de cabeça para o gol. Primeiro gol do xodó palmeirense desde o dia 21 de junho.

Arouca, sem jogar desde janeiro, e Felipe Melo foram as últimas mudanças do interino, que começa a fazer o Verdão embalar.

Entre os jogadores, cresce também a vontade por sua permanência. Antes do jogo, o capitão Dudu pediu a efetivação de Valentim, enquanto Mano Menezes é o sonho da diretoria. Mas o bom início do auxiliar já coloca sombra no cruzeirense.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 PONTE PRETA

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data-Hora: 16/7/2017 – 11h
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Auxiliares: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Gustavo Rodrigues de Oliveira (ambos de SP)
Público/renda: 17.778 pagantes/R$ 525.802,50
Cartões amarelos: Elton, Marllon, Jeferson e Nino Paraíba (PON)
Cartões vermelhos: 
Gols: Keno (27’/1ºT) (1-0), Borja (27’/2ºT) (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Edu Dracena, Juninho e Egídio; Bruno, Tchê Tchê (Arouca, aos 39’/2ºT) e Moisés (Felipe Melo, aos 41’/2ºT); Keno, Dudu e Willian (Borja, aos 38’/1ºT). Técnico: Cuca.

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Rodrigo e Jeferson; Elton (Jadson, Intervalo), Nadson, Jean Patrick (Felipe Saraiva, Intervalo), Claudinho (Renato Cajá, aos 30’/2ºT) e Danilo Barcelos; Lucca. Técnico: Eduardo Baptista.

Lance

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Palmeiras vence, encerra jejum e é campeão brasileiro após 22 anos

O Palmeiras, diante de seu torcedor que lotou o Allianz Parque, voltou a ser campeão brasileiro neste domingo com a vitória sobre a Chapecoense na 37ª e penúltima rodada.

Uma campanha impecável do time comandado por Cuca, que conquistou pela primeira vez em sua carreira o principal torneio nacional: 23 vitórias, oito empates e seis derrotas, 77 pontos até agora, ainda com um jogo por fazer.

GAZETA PRESS

Lateral Fabiano abriu o placar para o Palmeiras sobre a Chapecoense
Lateral Fabiano abriu o placar para o Palmeiras sobre a Chapecoense

O lateral direito Fabiano, ex-Chapecoense (quem diria!), anotou aos 25 minutos do primeiro tempo em jogada ensaiada de cobrança de falta.

Um herói improvável para os 40.986 torcedores presentes, o maior público da história do estádio, seja ele Allianz Parque ou Palestra Itália!

A renda também foi poupuda, R$ 4.171.317,26.

Mais gols poderiam ter acontecido em favor da equipe de Palestra Itália – pensando na final da Copa Sul-Americana, a Chape atuou com um “mistão” -, mas isso pouco importou. Os gritos de “uh!” foram logo trocados por explosão de alegria.

GETTY

Fabiano comemorou o seu gol com os jogadores do banco de reservas do Palmeiras
Fabiano comemorou o seu gol com os jogadores do banco de reservas do Palmeiras

De 1994 para cá, o time alviverde viveu grandes glórias – Libertadores, Copa do Brasil, Paulistão -, mas também sofreu com duas quedas à Série B do Brasileiro e um título nacional perdido há sete anos que ainda deixava um gosto amargo no paladar palestrino.

A eliminação na Libertadores deste ano ainda na fase de grupos, porém, ajudou o Palmeiras a arrancar para o título. Acabou o primeiro turno na liderança, e nas últimas 19 partidas a conquista nunca pareceu estar distante dos alviverdes.

Com Dudu genial, Moisés e Tchê Tchê na ignição, Jailson intransponível e invicto, Zé Roberto incansável, Gabriel Jesus iluminado (e que infelizmente disse adeus aos torcedores a caminho do Manchester City) e uma nação no apoio, o Palmeiras solta o grito de campeão brasileiro pela nona vez na sua história.

E ainda teve espaço para Fernando Prass, o capitão e ídolo, entrar nos minutos finais para receber a saudação da torcida.

Agora, são duas Taças Brasil, dois Roberto Gomes Pedrosa e cinco Brasileirões além de três Copas do Brasil.

O país é seu, Palmeiras!

espn

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Figueirense empata no fim e mantém Corinthians em jejum e fora do G-6

corintiansO Corinthians parecia ter a vitória encaminhada na noite desta quarta-feira, mas o Figueirense alcançou o empate nos acréscimos com Rafael Moura, em impedimento. Com o placar de 1 a 1 no Orlando Scarpelli, a equipe corintiana continua fora do grupo de acesso à Copa Libertadores. Camacho, no primeiro tempo, havia aberto o marcador.

Agora com 51 pontos, o Corinthians, que entraria no G-6 com a vitória, segue na sétima posição e já não vence há um mês. O Figueirense, com possibilidades remotas de rebaixamento, terá chances de permanência, pelo menos, até a rodada do fim de semana. Com 35 pontos, um deles conquistado graças ao gol de Rafael Moura, está a cinco do Vitória, o primeiro acima da zona de descenso.

Rafael Moura joga um banho de água fria sobre os corintianos

Um gol nos acréscimos, por meio de bola parada, permitiu ao Figueirense alcançar o empate com a vitória pessoal de Rafael Moura sobre Pedro Henrique pelo alto em impedimento. O centroavante, campeão brasileiro pelo Corinthians em 2005, já havia marcado anteriormente, também impedido.

Camacho joga mais à frente e marca para o Corinthians

Não foi um dia de grande inspiração para os corintianos, mas o meia ex-Audax criou, quase sozinho, o lance do único gol corintiano. Passou pela marcação do Figueirense e acertou bonito chute – Gatito Fernández não pulou bem na bola e deixou passar. Foi o primeiro gol de Camacho com a camisa do Corinthians.

O melhor: Rodriguinho

Com a braçadeira de capitão, mostrou novamente por que é um dos poucos destaques do ano. Chamou a responsabilidade, criou ótimas situações e foi o diferencial corintiano em campo.

O pior: Marquinhos Gabriel

Foi a terceira partida consecutiva ruim do jogador de quem se espera muito mais. Errou domínio, tropeçou e pouco criou. Seja pela direita ou pela esquerda.

Figueirense ganha sobrevida com empate e decide a vida no domingo

Se as chances de rebaixamento do Figueira eram de 98% até o começo da rodada, agora a permanência passa a ser um objetivo mais que remoto, mas houve uma sobrevida por conta do empate. Assim, o jogo de domingo é mais do que decisivo, pois marca visita ao Vitória no Barradão. Trata-se justamente do principal rival pela permanência.

Léo Santos estreia bem; Pedro Henrique volta a ser batido em gol

A defesa que teve as presenças de Walter, recuperado de lesão, e Fagner, que voltou às pressas da seleção, teve também atuação segura de Léo Santos, 17 anos e estreante da noite. Já o companheiro Pedro Henrique voltou a ser superado em um gol sofrido pelo Corinthians – foi assim, recentemente, contra Chapecoense e Cruzeiro. Ele perdeu no alto para Rafael Moura, que estava impedido em poucos centímetros.

Corinthians progride pouco após mais 9 dias de treinamento com Oswaldo 

A mudança no posicionamento de Camacho foi uma escolha pessoal do treinador e se mostrou decisiva para o gol corintiano. Giovanni Augusto, Lucca e Marquinhos Gabriel, porém, os homens mais avançados, voltaram a jogar mal. O desempenho ofensivo como um todo, aliás, foi o ponto baixo da equipe. No que diz respeito à defesa, o comportamento era positivo até o gol anotado por Rafael Moura.

Marquinhos Santos manda o time ao ataque e é premiado

Contratado na reta final do ano, com o rebaixamento quase encaminhado, Marquinhos tentou uma equipe mais ofensiva no início e durante o jogo e acabou premiado. Foram três modificações ofensivas, com Everton Santos, Matheusinho e Yago, até o gol de Rafael Moura.

 

Oswaldo ganha pelo menos três problemas para duelo com o Internacional

O meia Rodriguinho e o atacante Lucca receberam o terceiro cartão amarelo e não participarão do jogo de segunda-feira, em Itaquera. Giovanni Augusto, por sua vez, foi expulso nos acréscimos. Além deles, o volante Willians sentiu problemas musculares e pode ser problema. Por outro lado, devem retornar Guilherme, Balbuena, Vílson e Romero. Uendel é dúvida.

FIGUEIRENSE 1 x 1 CORINTHIANS

Data e hora: 16/11/2016, quarta-feira, às 21h50 (horário de Brasília)
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Arbitragem: Anderson Daronco (RS), auxiliado por Elio Nepomuceno de Andrade Jr e Jorge Eduardo Bernardi (ambos RS)
Gols: Camacho, aos 45min do primeiro tempo, e Rafael Moura,
Cartões amarelos: Ayrton, Marquinhos, Jackson Caucaia, Rodriguinho e Lucca
Cartão vermelho: Giovanni Augusto

Figueirense: Gatito Fernández; Ayrton, Marquinhos, Werley e Pará; Jackson Caucaia (Everton Santos) e Josa; Ferrugem (Yago), Elvis (Matheusinho) e Lins; Rafael Moura. Treinador: Marquinhos Santos.

Corinthians: Walter; Fagner (Léo Príncipe), Léo Santos, Pedro Henrique e Guilherme Arana; Willians; Giovanni Augusto, Camacho, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel (Marlone); Lucca (Gustavo). Treinador: Oswaldo de Oliveira.

Uol

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Sheik marca após 6 meses, Fla vence e quebra jejum na Sul-Americana

MARTIN BERNETTI/AFP
MARTIN BERNETTI/AFP

A fase é realmente boa no Flamengo. E agora não apenas no Campeonato Brasileiro, mas também na Copa Sul-Americana. Mesmo atuando com uma formação recheada de reservas, o time venceu o Palestino, do Chile, fora de casa, e ficou em situação confortável após o duelo de ida das oitavas de final, nesta quarta-feira (21). O gol da vitória por 1 a 0 no estádio Monumental, de Santiago, foi marcado por Emerson Sheik, preterido nos últimos jogos e que não balançava as redes há mais de seis meses – último gol fora em 12 de março.

O triunfo quebrou ainda um jejum do time da Gávea no torneio: o Flamengo não sabia o que era vencer times estrangeiros na Copa Sul-Americana. Em 2011, duas derrotas para a Universidad de Chile.

Com o gol de Sheik que selou o 1 a 0, o Flamengo joga por um empate no jogo de volta do confronto, na próxima quarta (28), em Cariacica (ES). Tranquilo na competição internacional, o Rubro-negro volta suas atenções para a briga pela liderança no Campeonato Brasileiro: próximo desafio é no domingo (18), contra o Cruzeiro, também no Espírito Santo.

Palestino surpreende e pressiona Fla

A humilde equipe chilena tinha tudo para não incomodar o Flamengo no jogo desta quarta. Com pouca torcida, quase nenhum histórico em competições internacionais e um orçamento anual semelhante ao que o Rubro-negro gasta por mês (cerca de R$ 8 milhões), o Palestino entrava como uma zebra. Ainda assim, os donos da casa surpreenderam os cariocas. Com uma boa marcação e saídas rápidas de bola, criaram chances e levaram perigo durante todo o jogo. No segundo tempo, só não abriram o placar graças às boas defesas de Alex Muralha. A derrota por 1 a 0 doeu ao bravo time da capital chilena.

Só faltou o gol: Guerrero vai bem, mas esbarra na trave

Após ficar longe do time por conta de problemas físicos e estomacais, Guerrero voltou ao time do Flamengo. E mesmo isolado no ataque, incomodou os chilenos. Se não chegou a ser o atacante brilhante de outros tempos, mostrou movimentação e utilidade. Fez boas jogadas e chegou a colocar uma bola no travessão após linda jogada. Ainda teve tempo de ganha ruma disputa no corpo dentro da área que deixou Emerson Sheik livre para fazer o gol da vitória

“Auxiliar” Alan Patrick ajuda Zé Ricardo

Com o Flamengo em dificuldades durante o primeiro tempo e o início do segundo, coube ao meia Alan Patrick assumir o papel de auxiliar técnico e ajudar Zé Ricardo. O jogador foi até a beira do campo e sugeriu uma mudança tática ao comandante, que prontamente aceitou. Alan voltou para o lado esquerdo, enquanto Fernandinho passou a atuar pela direita do ataque – Cirino entrou depois para a função. A movimentação, de fato, deu resultado, o time melhorou e achou o gol

Convocado e intocável

Convocado por Tite para a seleção brasileira, Alex Muralha está em alta. E o Flamengo não quer saber de abrir mão de seu goleiro nem nos jogos menos importantes. O arqueiro foi titular nesta quarta-feira e teve mais uma atuação segura, salvando o time com pelo menos quatro grandes defesas. Nem mesmo os quatro pontos na boca após um choque com o zagueiro Juan abalou o jogador.

“El capitán”

Com os titulares poupados e Juan em campo, a tendência era que o experiente zagueiro assumisse o posto de capitão no Rubro-negro. No entanto, a comissão técnica decidiu dar a braçadeira a Paolo Guerrero. Além de prestigiar o atacante que não vive bom momento, a escolha tinha uma justificativa: aproveitar a fluência do peruano na língua espanhola para possíveis debates com o árbitro uruguaio Jonathan Fuentes.

PALESTINO-CHI 0 x 1 FLAMENGO

Data: 21 de setembro de 2016 (quarta-feira)
Local: Estádio Monumental, em Santiago (Chile)
Árbitro: Jonathan Fuentes (Uruguai)
Auxiliares: Mauricio Espinosa e Nicolas Taran (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Rodinei (FLA)
Gols: Emerson Sheik, aos 33 minutos do segundo tempo

Palestino
Dario Melo; Sierralta, Luna, Vidal e Cereceda; Farías, Carvajal, Vidangossy (Silva) e Mazurek; Valência e Benegas
Técnico: Nicolas Córdova

Flamengo
Alex Muralha; Rodinei, Rafael Vaz, Juan e Jorge; Cuéllar, Márcio Araújo, Mancuello (Emerson), Alan Patrick (Chiquinho) e Fernandinho (Marcelo Cirino); Paolo Guerrero
Técnico: Zé Ricardo

Uol

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Lucas Lima é expulso, Inter vira sobre Santos e encerra jejum no Brasileiro

interDepois de 14 jogos, o Internacional voltou a vencer no Brasileirão. Nesta quinta-feira (08), o Santos saiu na frente, mas perdeu Lucas Lima expulso ainda no primeiro tempo. Não teve forças para conter o Colorado, que virou e encerrou o maior jejum de sua história no nacional ao fazer 2 a 1.

A última vitória pelo torneio havia sido em 16 de junho, contra o Atlético-MG. Desde lá, 14 partidas sem uma vitória sequer. Pela Copa do Brasil, na última semana, o Fortaleza tinha sido batido, mas no nacional o jejum se encerrou apenas agora.
De quebra, o Colorado deixou a zona de rebaixamento. Com 27 pontos, subiu três posições. Enquanto o Santos marca passo, fica em 5º e quatro pontos atrás do G-4, com 36.
Geferson deu um susto na torcida do Inter no começo do jogo. Errou um passe simples e ‘deu’ o gol para Ricardo Oliveira. Ainda na etapa inicial Seijas empatou e Lucas Lima foi expulso após retardar uma batida de escanteio. O vermelho irritou o técnico Dorival Júnior, que protestou contra a arbitragem. Na etapa final, o time paulista tratou de se defender, mas o Colorado conseguiu furar o bloqueio com gol de peito, de Aylon.

Aylon decide com gol de peito

O centroavante Aylon compareceu no placar de novo. Depois de marcar dois contra o Fortaleza pela Copa do Brasil, o comandante de frente fez de peito o gol que virou o jogo. No fim, ainda tirou um gol do Santos de cima da linha.

Geferson erra e entrega primeiro gol do Santos

Geferson buscava se firmar como titular do Internacional. Mas aos 27 da etapa inicial recebeu a bola no lado esquerdo defensivo e foi tentar um passe para o meio. Deu no pé de Ricardo Oliveira, que abriu o placar para o Santos.

Discreto em volta da seleção, Lucas Lima é expulso e chora

Lucas Lima foi expulso ainda no primeiro tempo ao receber o segundo cartão amarelo. E nenhum dos dois foi por conta de faltas cometidas. Ambos por retardar cobranças de bola parada. A primeira em uma falta, a segunda em um escanteio. Quando recebeu o vermelho viu o técnico Dorival Júnior e os reservas quase invadirem o gramado reclamando. Nos 43 minutos que esteve em campo, apareceu pouco e foi bem marcado. No banco de reservas após o cartão vermelho, não conseguiu conter as lágrimas.

Inter marca pressão e falha atrás

O Internacional precisava da vitória. E isso ficou claro na conduta do time desde o primeiro minuto de jogo. Marcando pressão no campo do adversário, o Colorado surpreendeu  adversário e conseguiu, na maior parte do tempo, isolar Lucas Lima. Teve, contudo, poucas chances de gol. Saiu atrás, mas empatou com Seijas ainda no primeiro tempo. No começo da etapa final, com um jogador a mais, o Colorado foi só pressão e chegou a virada com Aylon. De peito, o atacante marcou. Em seguida, o Santos tentou jogar, o Inter se segurou e conseguiu o resultado.

Surpreso, Santos perde Lucas Lima e se fecha

O Santos não esperava a marcação pressão do Internacional. Tentou sair jogando, perdeu várias vezes a bola em local perigoso no gramado. Demorou para encontrar Lucas Lima e criar jogadas mais eficientes. Teve apenas uma chance de gol, em cobrança de falta, até os 20 de jogo. Mas contou com uma falha do lateral esquerdo Geferson para abrir o placar aos 27, com Ricardo Oliveira. Sofreu, ainda na etapa inicial, o empate e perdeu Lucas Lima ao fim do primeiro tempo. Na etapa final abriu totalmente mão do jogo, postou-se defensivamente com apenas Ricardo Oliveira na frente e mostrou-se satisfeito com o empate. Não deu certo. A virada veio e determinou o resultado.

Celso Roth usa malandragem para evitar expulsão de Anselmo

Roth foi experiente. Ao ver que seu volante, Anselmo, já tinha cartão amarelo e poderia facilmente ter sido expulso ao cometer uma falta em Lucas Lima aos 36 do primeiro tempo, o treinador tratou de sacá-lo no intervalo. Ainda mais que o meia santista havia acabado de ser expulso e qualquer falta cometida por Anselmo geraria muita reclamação.

Dorival tem momentos de fúria no reservado

Dorival Júnior viveu momentos tensos na área técnica do Santos. O treinador reclamou muito a cada lance, principalmente em uma falta cometida por Anselmo, do Inter, que já tinha amarelo. Não levou o vermelho. Em seguida, na expulsão de Lucas Lima por retardar uma cobrança de escanteio, ele quase invadiu o campo, cobrou muito do quarto árbitro. Ao fim do primeiro tempo, o ápice foi entrar no gramado e tirar satisfações do juiz.

Troca com menos de um minuto

Com poucos segundo de jogo, a primeira troca de passes do Santos acabou em um choque de cabeça entre os zagueiros Paulão e Ernando. O primeiro levou a pior com a batida forte e teve um corte na boca. Caiu no gramado e não conseguiu erguer-se mais. Precisou ser substituído por Eduardo.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 X 1 SANTOS
Data: 08/09/2016 (quinta-feira)
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade e José Reinaldo Nascimento Júnior
Renda: R$ 763.100,00
Público: 34.075
Cartões amarelos:  Anselmo (INT), Eduardo Henrique (INT), Seijas (INT); Lucas Lima (SAN), Victor Ferraz (SAN), Ricardo Oliveira (SAN);
Cartão vermelho: Lucas Lima (SAN)
Gols: Ricardo Oliveira, do Santos, aos 27 minutos do primeiro tempo; Seijas, do Inter, aos 42 do primeiro tempo; Aylon, do Inter, aos 16 minutos do segundo tempo;
INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; William, Paulão (Eduardo), Ernando e Geferson; Anselmo (Eduardo Henrique), Fabinho, Seijas e Valdívia (Alex); Nico López e Aylon.
Técnico: Celso Roth
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz (Rodrigão), Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Léo Cittadini (Jean Mota) e Lucas Lima; Vitor Bueno (Walterson), Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior
Uol

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Graciella Carvalho mostra resultado da dieta que inclui jejum de 20 horas

(Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)
(Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)

Graciella Carvalho está há seis meses sem parar a dieta. Para mostrar o resultado de tanto sacriíficio, a modelo exibiu o corpaço – seco e definido- em um ensaio. “Faz seis meses que não saio da dieta e nem pretendo sair. Cortei muita coisa da minha dieta, não consigo mais comer comida industrializada, fritura nem pensar, abomino açúcar, farinha branca, hambúrguer e não sinto falta de nada”.

Atualmente seu percentual de gordura é de dez por cento. Mas a meta de Graciella é chegar a oito ou cinco por cento. “Estou pesando 58 kg, dez quilos a menos de seis meses atrás. Minha altura é 1,67m e outro dia precisei comprar uma calça tamanho 36!”, festejou ela.

Há dois anos cursando faculdade de Nutrição, ela pretende se especializar na área de nutrição funcional e nutrição esportiva. “Vivo a nutriçao todo o dia e sou completamente apaixonada por essa área.” Para complementar a faculdade, Graciella vem se aperfeiçoando com cursos, que a ajudam a aperfeiçoar sua dieta. “Tenho um nutricionista que é quem monta a minha dieta, mas sempre mexo em alguma coisa por conta própria. Vou testando em mim mesma. Recentemente, por exemplo, testei o jejum intermitente ficando 20h sem comer.”

Graciella ressalta que o jejum não é para qualquer um. “É uma estratégia para a perda de peso e gordura de forma rápida. Não é qualquer um que pode fazer. Existem pessoas que já vêm fazendo dieta low carb há um tempo. Quem não está acostumado pode passar mal. Eu estou acostumada e comecei com pequenos jejuns de 8 horas até chegar ao de 20h. Para esse ensaio fiz o jejum de 20h.”

Durante o jejum, é permitido apenas ingerir água, chá e café. “Eu tomava muito chá de hibisco com cavalinha, que é um ótimo diurético natural. Ultimamente não consumo quase nenhuma comida industrializada. Eu que preparo a minha comida. Dá um trabalhão, mas prefiro que seja dessa forma.”

Na dieta de Graciella, o carboidrato é restrito e deixar de treinar, jamais! “Eu já me acostumei me sinto bem assim. Eu leio muito e estudo muito sobre nutrição e quero envelhecer com saúde sem depender de remédios. Hoje eu cuido da minha saúde com a Alimentação“.

Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)
Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)
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Diego estreia com gol, Damião encerra jejum, e Fla bate o Grêmio em Brasília

© Andre Borges/ Agif/Gazeta Press
© Andre Borges/ Agif/Gazeta Press

Estreia com gol de Diego e fim de jejum de Leandro Damião. Em um jogo cheio de chances, o Flamengo aproveitou bons momentos de seus dois principais reforços e bateu o Grêmio por 2 a 1, em Brasília, para seguir na briga pelas primeiras posições do Campeonato Brasileiro.

O primeiro tempo da partida disputada no Mané Garrincha empolgou os torcedores flamenguistas, que viram bons minutos de Damião antes do atacante encerrar um jejum de 287 dias sem marcar – ele não fazia desde novembro de 2015, ainda pelo Cruzeiro. Na segunda etapa, mais alegria para os cariocas, já que Diego subiu sozinho na área para cabecear para a rede e aumentar a vantagem.

Com a vitória, o Flamengo chega a 37 pontos, dois a menos que o Palmeiras, que ainda joga neste domingo – contra a Ponte Preta. Já o Grêmio fica nos 35 pontos e sai do G-4 – o time tem um jogo a menos que seus adversários.

A única frustração para os cariocas foi o público. Mesmo com o primeiro jogo do novo meia, apenas 22 mil pessoas estiveram presentes no estádio.

O jogo

O primeiro susto aconteceu aos 11 minutos do primeiro tempo. O lateral Pará tentou cruzamento pela direita, mas a bola foi na direção do gol e acertou o travessão defendido por Marcelo Grohe, quase o primeiro do Flamengo.

A marcação dos cariocas seguiu forte e dando resultado. O Grêmio tinha problemas para sair, e em uma roubada de bola, Diego acionou Leandro Damião, que chutou forte, mas pelo lado de fora da rede. O centroavante teve outra boa chance aos 16 minutos, quando cabeceou por cima após cobrança de falta ensaiada.

Os gremistas só chegaram com perigo aos 21. Wallace Oliveira fez tabela pela direita e tentou uma finalização de três dedos, que passou próxima à trave do gol de Alex Muralha.

Três minutos depois, outra oportunidade para os flamenguistas. Diego furou ao tentar pegar um cruzamento de primeira, mas a bola sobrou para Damião que tentou de bicicleta, e Grohe foi obrigado a fazer bela defesa. No escanteio, foi a vez de Rafael Vaz arriscar um voleio, mas a bola saiu à direita.

O goleiro do Grêmio voltou a ser exigido momentos depois, quando desviou chute de Cuéllar para a linha de fundo. Em outro escanteio, o ábitro viu toque de mão de Pedro Geromel e deu pênalti para o Flamengo. Na cobrança, Leandro Damião tirou Grohe e fez seu primeiro com a camisa rubro-negra, 1 a 0.

Aos 42, quase o segundo. Damião lançou Éverton, que saiu cara a cara com o goleiro. O flamenguista bateu rasteiro, mas Grohe caiu e fez grande defesa. A bola seguia para o gol vazio, e Marcelo Oliveira afastou o que seria mais um gol.

O Flamengo recuou no início do segundo tempo e deu espaço para o Grêmio, que pouco criou. Mesmo assim, as melhores chances seguiram com os cariocas.

Isso até os 13 minutos, quando Bolaños ficou de frente para Muralha, mas demorou para finalizar e foi desarmado por Pará. Depois disso, Geromel arriscou da entrada da área, e o goleiro do Flamengo salvou.

Aos 24, o ‘sonho’ dos flamenguistas se realizou. Pará cruzou pela direita, e Diego subiu sozinho, fazendo 2 a 0 e marcando logo em sua estreia na equipe.

Mas a comemoração durou pouco. Minutos depois, Henrique Almeida – que havia entrado no lugar de Bolaños -, aproveitou uma sobra de bola após confusão dentro da área de tirou de Muralha. A bola entrou lentamente no gol flamenguista. 2 a 1.

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Ágatha e Bárbara param em alemãs na final e mantêm jejum do vôlei de praia

imagem: Marcio José Sanchez/AP
imagem: Marcio José Sanchez/AP

Ágatha e Bárbara fizeram o “impossível” ao eliminarem a tricampeã olímpica Kerri Walsh na semifinal do vôlei de praia. Na decisão, porém, não puderam repetir a façanha. Contra um vento muito forte e uma dupla alemã inspirada, as brasileiras não repetiram a atuação do dia anterior e caíram por 2 sets a 0, parciais de 21/18 e 21/14, diante de Ludwig e Walkenhorst, terminando o torneio com a prata.

O jejum de títulos no esporte que tem o país como coautor, porém, persiste. Desde 1996, quando a modalidade estreou nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o Brasil não sobe no lugar mais alto das Olimpíadas no feminino. Depois do ouro de Jackie Silva e Sandra Pires, o país já teve duas pratas com Adriana Behar e Shelda, mas nunca conseguiu retomar o domínio sobre o esporte.

Nesta quarta, diga-se, a conquista nunca esteve muito próxima. O vento que bateu forte na arena de Copacabana minutos antes da final começar afetou muito o jogo, e as brasileiras nitidamente sofreram mais que as rivais para se adaptarem. Enquanto Ludwig recebia e passava sem se afetar pelo vento, Agatha e Barbara sofriam para passar e atacar.

No primeiro set, a disputa foi decidida quando as alemãs abriram três pontos de vantagem. A deixadinha do ataque brasileiro não funcionava, o saque passou a ser forçado demais e Agatha não estava conseguindo resolver no bloqueio. As alemãs, com alguma tranquilidade, venceram por 21/18.

A derrota parcial mexeu com as brasileiras, que passaram a arriscar mais e mais. Foram, ao todo, mais de dez erros de Agatha e Barbara na partida, quantidade que acabou por decidir o placar. Com ainda mais folga que no primeiro set, Ludwig e Walkenhorst fecharam o segundo set por 21/14.

A prata deixa o Brasil com 12 medalhas na Rio-2016. Com poucos dias de competição, o país precisaria de uma arrancada inesperada para chegar ao top 10 no número de medalhas, meta imposta pelo COB antes dos Jogos. Hoje, a última no clube seleto é a Coreia do Sul, com 16.

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São Paulo empata no fim com a Chapecoense no Morumbi e aumenta jejum

O São Paulo aumentou seu jejum de vitórias desde a eliminação na semifinal da Libertadores para o Atlético Nacional. Neste domingo (31), no Morumbi, o time tricolor buscou no final um empate por 2 a 2 com a Chapecoense, somando o terceiro jogo seguido pelo Campeonato Brasileiro sem ganhar – também empatou por 1 a 1 com o Corinthians e perdeu por 1 a 0 do Grêmio.

Kempes e Thiego, de cabeça, fizeram os gols do time catarinense logo no início da partida. O São Paulo pressionou o jogo todo e diminuiu com Cueva no segundo tempo. Já nos últimos minutos, Cueva voltou a marcar, de pênalti, e garantiu o empate.

O resultado deixou o São Paulo com 23 pontos, na 10ª colocação, enquanto a Chapecoense, com os mesmos 23 pontos, está no 11º lugar.

DEFESA DO SÃO PAULO VACILA DUAS VEZES

Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Os dois gols sofridos logo no início atrapalharam muito o São Paulo, que não fez um mau jogo. E ambos os lances saíram em vacilos da defesa tricolor. Aos 5 minutos, Kempes subiu sozinho entre Maicon e Carlinhos para cabecear; já aos 13, Thiego ganhou pelo alto após levantamento de bola parada e escorou para as redes. “Falha nossa na parte defensiva. Infelizmente eles foram duas vezes e fizeram dois gols”, lamentou o capitão Maicon.

CHAPECOENSE SE DEFENDE

Em vantagem desde os 5 minutos, a Chapecoense pôde se concentrar em se defender. E fez isso muito bem, com linhas próximas que dificultaram a articulação do São Paulo. Em vários momentos, com o meia Gil acompanhando o lateral Carlinhos até o fim, o time catarinense ficava com uma linha de cinco jogadores na defesa. A saída para o São Paulo foi tentar de fora da área, mas faltou pontaria em chutes de Centurión, Thiago Mendes e Luiz Araújo. Só Cueva acertou o pé.

CENTURIÓN LEVA PERIGO, MAS FINALIZA MAL

Envolvido em negociação com o Boca Juniors, Centurión pode ter feito seu último jogo com a camisa do São Paulo. Improvisado como centroavante no primeiro tempo, o argentino foi bem, com movimentação e dribles. Mesmo com a entrada de Chávez no segundo tempo, Centurión seguiu centralizado no ataque e voltou a levar perigo para a defesa da Chape em lances individuais, dando a assistência para o gol de Cueva. Mas novamente faltou capricho nas finalizações.

BAUZA LANÇA O TIME À FRENTE

Perdendo por 2 a 0, o técnico Edgardo Bauza fez substituições agressivas. No intervalo, o volante Thiago Mendes deu lugar ao estreante Chávez, que jogou centralizado na frente ao lado de Centurión. Mais tarde, Carlinhos saiu para a entrada de mais um atacante, Luiz Araújo, movendo Michel Bastos para a lateral esquerda. O São Paulo pressionou e a Chapecoense se segurou como pôde, até a mão na bola de Josimar que resultou em pênalti no fim.

CUEVA E DENIS SALVAM O SÃO PAULO

Bruno Ulivieri/Raw Image/Estadão Conteúdo

A derrota no Morumbi só não aconteceu por causa dos pés de Cueva e das mãos de Denis. O meia peruano foi decisivo com dois gols – o primeiro, após ótima jogada de Centurión, e o segundo de pênalti, depois que Josimar desviou com a mão um cruzamento na área. Já o goleiro tricolor fez duas grandes defesas nos últimos minutos, em batidas cara a cara de Bruno Rangel e Hyoran.

RECORDE DE PÚBLICO DO BRASILEIRÃO

A partida também registrou o recorde de público desta edição do Campeonato Brasileiro. Com 54.996 torcedores, o jogo superou por pouco os 54.665 que assistiram a Flamengo 1 x 2 Palmeiras, em 5 de junho, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

FICHA TÉCNICA

São Paulo 2 x 2 Chapecoense

Local: Estádio do Morumbi, São Paulo (SP)
Data: 31/07/2016
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)

Gols: Kempes, aos 5 minutos, e Thiego, aos 13 minutos do primeiro tempo; Cueva, aos 16 e aos 41 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Bruno, Cueva, Chávez e Hudson (São Paulo); Filipe Machado (Chapecoense)

São Paulo: Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Carlinhos (Luiz Araújo); Hudson e Thiago Mendes (Chávez); Kelvin (Pedro Bortoluzo), Cueva e Michel Bastos; Centurión. Técnico: Edgardo Bauza

Chapecoense: Danilo; Gimenez (Matheus Biteco), Thiego, Filipe Machado e Dener; Josimar e Cleber Santana; Gil, Hyoran e Martinuccio (Tiaguinho); Kempes (Bruno Rangel). Técnico: Caio Júnior

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Corinthians encerra jejum em clássicos, bate Santos e mantém folga

brasileirãoO Corinthians finalmente sofreu com o forte calor das 11h (de Brasília) no Campeonato Brasileiro, reclamação de muitas equipes nacionais. A alta temperatura, contudo, não impediu a equipe paulistana de fazer grande duelo contra o Santos, em Itaquera, pela 27ª rodada do torneio. O bom desempenho, no que talvez tenha sido a melhor atuação do time em um clássico na competição, foi suficiente para o fim de jejum de nove partidas sem vitórias contra os rivais. Pior para a equipe da Baixada Santista, que levou 2 a 0 com gols de Jadson alcançados na reta final do duelo.

Em campo, o Corinthians justificou os quase 40º C da matinê paulistana e fez um duelo quente contra o rival. Melhor em campo, os donos da casa tiveram as principais chances para sair na frente do placar, mas sofreram com erros de finalização ou com o goleiro Vanderlei. Na reta final do confronto, contudo, Jadson, em pênalti bem marcado pela arbitragem e em rápido contra-ataque, garantiu o triunfo que mantém a folga alvinegra na ponta.

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O time paulistano mantém a liderança do Campeonato Brasileiro com pelo menos a mesma vantagem que tinha até antes do duelo. A equipe vai aos 57 pontos e agora torce contra o Atlético-MG, vice-líder com 49 pontos que pega o Flamengo ainda nesta tarde. O Santos, por sua vez, fica mais longe do G-4, em oitavo com 40 pontos.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 2 x 0 SANTOS

Data: 20 de setembro de 2015
Horário: 11h (horário de Brasília)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Árbitro:  Flávio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Rodrigo Pablo Zanardo e Alex Ang Ribeiro
Público pagante: 41.748 pessoas
Renda: R$ 2.649.100,00
Gols: Jadson, aos 40 minutos do segundo tempo e aos 43 minutos do segundo tempo
Cartão amarelo: Ricardo Oliveira, Marquinhos Gabriel, Neto Berola e Werley (Santos) Elias e Felipe (Corinthians)
Cartão vermelho: Werley e David Braz (Santos)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Yago; Ralf; Jadson, Elias (Cristian), Renato Augusto e Malcom (Lucca); Vagner Love (Danilo). Técnico: Tite

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato, Lucas Lima e Marquinhos Gabriel (Leandro); Gabriel (Neto Berolo) e Ricardo Oliveira (Paulo Ricardo). Técnico: Dorival Júnior

 

 

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