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“Avançamos” diz governador João Azevêdo sobre resultado da reunião com o presidente Jair Bolsonaro

O governador João Azevêdo (Cidadania) declarou na tarde desta quinta-feira (21), logo após a reunião com o presidente Jair Bolsonaro e demais governadores do Brasil, que com relação ao auxílio do governo federal aos estados, a pauta avançou.

De acordo com o chefe do executivo estadual, a reunião foi objetiva e proveitosa.

João ainda destacou a celeridade com que o projeto que destinará R$ 60 bilhões de auxílio para manter o equilíbrio de estados e municípios será aprovado.

“Foi uma reunião proveitosa, objetiva. O presidente informou que irá vetar o artigo que previa aumento para funcionários até dezembro de 2021. Os governadores solicitaram que fosse sancionada rapidamente e que a primeira parcela fosse liberada ainda em maio. Acho que avançamos” pontuou.

PB Agora

 

 

João Azevêdo e outros governadores se reúnem com o presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira

O governador João Azevêdo se juntará a outros governadores do Brasil, representantes do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF) em uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (21).

A reunião será realizada por videoconferência e o tema será a pandemia de covid-19 e o socorro aos estados e municípios, que, aprovado no congresso, ainda não foi sancionado pelo presidente.

O secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, já havia dito que Bolsonaro foi orientado pela equipe econômica a vetar pelo menos dois pontos do projeto de auxílio: o que amplia o número de carreiras que ficam de fora do congelamento de reajuste salarial e o que impede a União de executar as garantias contratuais no caso de estados e municípios não pagarem empréstimos firmados com bancos e organismos multilaterais internacionais.

 

clickpb

 

 

Presidente Jair Bolsonaro faz novo pronunciamento sobre pandemia do coronavírus no Brasil

Em pronunciamento transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão na noite desta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro defendeu o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 desde a fase inicial da doença. No discurso, ele contou que conversou com o cardiologista Roberto Kalil Filho, que admitiu ter usado o medicamento para se tratar da enfermidade.

— Após ouvir médicos, pesquisadores e Chefes de Estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos 40 dias, a possibilidade de tratamento da doença desde sua fase inicial. Há pouco, conversei com o Dr. Roberto Kalil. Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o Juramento de Hipócrates, ao assumir que não só usou a Hidroxicloroquina, bem como a ministrou para dezenas de pacientes. Todos estão salvos — declarou Bolsonaro.

Parabenizando o médico, que atende ex-presidentes Lula e Dilma, ele mencionou que o protocolo de testes ainda não foi finalizado, mas disse que Kalil relatou ter ministrado o medicamento agora, “para não se arrepender no futuro”.

— Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil — comentou.

No pronunciamento, Bolsonaro reforçou a ideia de que é preciso resolver simultaneamente os problemas do novo coronavírus e do desemprego e deu um recado a governantes que adotaram medidas de isolamento, criticadas por ele desde o início da crise:

— Respeito a autonomia dos governadores e prefeitos. Muitas medidas, de forma restritiva ou não, são de responsabilidade exclusiva dos mesmos. O Governo Federal não foi consultado sobre sua amplitude ou duração. Espero que brevemente saiamos juntos e mais fortes para que possamos melhor desenvolver o nosso país — afirmou.

No início de sua fala, que durou quase cinco minutos, ele disse que seu papel como presidente é “olhar o todo, e não apenas as partes” e apontou que seu objetivo principal sempre foi salvar vidas.

Integrantes do Palácio do Planalto haviam adiantado que Bolsonaro pretendia passar uma mensagem de “equilíbrio dentro do seu governo” e diminuir a temperatura das crise política e sanitária no País.

Na semana passada, Bolsonaro adotou um tom “ameno” em pronunciamento em cadeia nacional. Na ocasião, o presidente baixou o tom sobre coronavírus e não pediu o fim do isolamento social, como já tinha feito antes, classificando o novo coronavírus como “o maior desafio da nossa geração”.

O globo

 

 

Morre Gustavo Bebianno, ex-ministro de Jair Bolsonaro

Morreu na manhã deste sábado (14), o ex-ministro de Jair Bolsonaro, Gustavo Bebianno. Bebianno sofreu um infarto fulminante, segundo presidente estadual do PSDB, Paulo Marinho.

Bebianno estava em seu sítio em Teresópolis junto com um caseiro e seu filho. Segundo Marinho, por volta de 4h30 ele comunicou ao filho que estava passando mal e se dirigiu ao banheiro para ingerir um remédio. Minutos depois, sofreu uma queda e teve ferimentos na cabeça.

Ele foi levado para uma unidade hospitalar da cidade, mas não resistiu.

Bebianno tinha 56 anos e foi coordenador da campanha de Jair Bolsonaro, e rompeu com presidente politicamente. Ele se preparava para disputar a Prefeitura do Rio pelo PSDB.

O ex-ministro, neto do ex-presidente do Botafogo, Adhemar Bebianno, era um apaixonado por jiu-jítsu. Em 1990, depois de receber a faixa preta, o advogado trancou o curso de Direito na PUC do Rio e foi tentar a vida dando aulas da arte marcial em Miami. Abriu uma academia na cidade que chegou a ter cem alunos. Mas, quatro anos depois, voltou ao Rio para retomar os estudos e se formou.

Em 2006, voltou à Flórida, desta vez como sócio de Rilion Gracie, um dos filhos da família de lutadores. Investiu cerca de US$ 60 mil em uma academia com Gracie, com quem treinava desde os 18 anos em Ipanema. Em 2008, voltou ao Brasil.

Seu contato com o então candidato Jair Bolsonaro aconteceu por intermédio do engenheiro Carlos Favoretto, amigo do ex-publicitário Gutemberg Fonseca, ex-secretário de governo de Wilson Witzel, governador do Rio. Ainda durante a campanha, Bebianno, na condição de fã, apareceu em um estúdio na Barra da Tijuca onde Bolsonaro era fotografado. Se aproximou ofertando auxílio jurídico voluntário à campanha do atual presidente da República.

De outsider político, manobrou para arrancar a candidatura de Bolsonaro do nanico Patriota e levá-la ao PSL de Luciano Bivar. O êxito na manobra lhe garantiu a vaga de presidente interino do partido e culminou com a sua nomeação para o primeiro escalão do governo, com gabinete no Palácio do Planalto.

Depois de diversas crises e brigas internas, inclusive com os filhos do presidente Bolsonaro, foi demitido o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência em 18 de fevereiro do ano passado.

 

clickpb

 

 

Deputado do PSL diz que filho do presidente Jair Bolsonaro é uma fraude e o outro é vaidoso

O deputado federal do PSL Julian Lemos classificou como uma “fraude” o senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro, sem partido, e chamou o outro de vaidoso. Desde o começo do mandato, que a relação do deputado paraibano com o presidente da República tem sido marcada por conflitos.

Considerado o braço direito de Bolsonaro no Nordeste, o paraibano vem se queixando do presidente, principalmente por causa dos ataques cibernéticos que sofreu dos filhos de Jair.
Em entrevista, ele comentou os conflitos, alegando que considera Bolsonaro um pai, mas que foi ‘escanteado’ pelos filhos do presidente.

– A minha relação com Bolsonaro era quase de pai e filho. O respeito que tenho por ele é diferente. Jair me fez, me treinou, me doutrinou para que eu fosse deputado e os filhos depois interferiram, inviabilizaram porque não queriam meu protagonismo. Chegamos ao nível de ele não querer tirar uma foto comigo pra não ficar mal com os filhos – contou.

Em mais uma declaração polêmica, Lemos criticou a postura do filho do presidente nas redes sociais.
– Carlos Bolsonaro é uma fraude. Não resolvo minhas coisas por twitter, sou cabra macho e tive a coragem de trazer ele pra o lugar dele que é de poodle e não de pitbull – frisou.
As críticas também foram dirigidas aos irmãos de Carlos.

– Um é vaidoso demais, o outro não diz coisa com coisa e eu quero que justiça seja feita. Sou grato ao presidente, mas não irei tolerar violência dos filhos. Se me der uma pancada eu dou uma maior – pontuou.

PB Agora

 

 

Ministro do STF sugere que Jair Bolsonaro utilize mordaça

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, sugeriu que o presidente Jair Bolsonaro deva utilizar mordaça ‘para evitar algumas falas’. A proposta diz respeito à polêmica envolvendo o presidente que afirmou, no último dia 29, que o advogado e militante de esquerda Felipe Santa Cruz de Oliveira, teria sido assassinado por integrantes da Ação Popular (AP).

O advogado era pai do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. De acordo com o ministro, “apenas criando um aparelho de mordaça” para impedir as falas do presidente.

De acordo com Bolsonaro, Fernando teria sido morto por integrantes da AP, grupo contra o regime, que ‘suspeitavam de traição’ durante a ditadura militar (1964-1985) e não pelas Forças Armadas. “Não foram militares que mataram ele. É muito fácil culpar os militares por tudo o que acontece”, disse durante uma transmissão ao vivo no Facebook.

No último dia 24, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos expediu o atestado de óbito de Fernando Santa Cruz. Segundo o documento ele “faleceu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro/RJ, em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro, no contexto da perseguição sistemática e generalizada à população identificada como opositora política ao regime ditatorial de 1964 a 1985”.

MaisPB

 

 

Manifestantes fazem ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro na Paraíba

Manifestantes foram às ruas da duas maiores cidades da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, em ato público de apoio ao presidente da república Jair Bolsonaro (PSL) na tarde deste domingo (26). As duas manifestações começaram por volta das 15h e a dispersão aconteceu por volta das 18h30. Em João Pessoa os manifestantes ocuparam o Busto de Tamandaré, na orla da praia de Tambaú, enquanto em Campina Grande, a manifestação foi na Praça da Bandeira, no Centro.

Por volta das 17h, os organizadores da manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro informaram que cerca de cinco mil pessoas participaram do ato. A Polícia Militar informou que não vai emitir estimativas de público.

A manifestação teve início por volta das 15h20, quando os primeiros manifestantes e um trio elétrico chegaram ao Busto de Tamandaré, no final da Avenida Epitácio Pessoa. Os integrantes do ato se espalharam pela área do busto e pelas avenidas Cabo Branco e Almirante Tamandaré, até as 18h30, quando a mobilização terminou.

Campina Grande

Em Campina Grande, munidos de cartazes e camisas amarelas, os manifestantes pediam uma investigação no poder judiciário, ao que eles chamam de “Lava-Toga” e da implementação da medida provisória 870.

CAMPINA GRANDE, 16H: Ato concentrou manifestantes na Praça da Bandeira — Foto: Reprodução/Sílvio S. Medeiros

CAMPINA GRANDE, 16H: Ato concentrou manifestantes na Praça da Bandeira — Foto: Reprodução/Sílvio S. Medeiros

De acordo com a organização, cerca de 600 pessoas participaram do protesto e defenderam a aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrime, proposto pelo ministro da Justiça Sérgio Moro.

A maior parte dos manifestantes vestiu verde e amarelo e usou bandeiras do Brasil. Também foram usados um carro de som e faixas com frases de apoio ao presidente. O trânsito ficou bloqueado em algumas vias por conta do protesto, que terminou por volta das 17h30.

Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

G1

 

Jair Bolsonaro vem à Paraíba para inauguração de casas em Campina Grande

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) planeja fazer uma visita oficial à cidade de Campina Grande, na Paraíba. A visita faz parte de um itinerário de viagens planejadas por todo o país, com o objetivo de ampliar a base de apoio do governo.

“Tem alguma (viagem) prevista sim, têm várias”, disse o presidente. Segundo ele, os primeiros destinos são Pará, Amazonas e a Paraíba.

Jair Bolsonaro vai participar da cerimônia de entrega de casas populares em Campina Grande, ao lado do prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Neste fim de semana, Bolsonaro parte para Israel em sua terceira viagem internacional (todas feitas neste mês de março; a primeira para os EUA e a segunda para o Chile).

Em Israel, Bolsonaro vai se reunir com o premiê Benjamin Netanyahu, que compareceu à posse em primeiro de janeiro.

 

clickpb

 

 

Jair Bolsonaro vence em três das 223 cidades da Paraíba

Jair Bolsonaro, do PSL, eleito Presidente da República, venceu em três das 223 cidades do estado da Paraíba na votação ocorrida neste domingo (28). Ele obteve 35,02% dos votos válidos, enquanto o ex-candidato do PT, Fernando Haddad, liderou com 64,98% da votação no 2º turno das Eleições 2018. No 1º turno, Jair Bolsonaro havia vencido em cinco cidades, Ciro Gomes (PDT) em uma e Haddad em 217.

Neste segundo turno das Eleições 2018, Jair Bolsonaro venceu apenas em João Pessoa, com 54,8% dos votos válidos, em Campina Grande, com 56,3% dos votos, e em Cabedelo, com um percentual de 50,94%.

Fernando Haddad (PT) liderou em quase todas as cidades da Paraíba na votação do 2º turno — Foto: Reprodução/G1

Fernando Haddad (PT) liderou em quase todas as cidades da Paraíba na votação do 2º turno — Foto: Reprodução/G1

No primeiro turno, Bolsonaro alcançou 31,30% dos votos válidos na Paraíba. Na capital João Pessoa ele recebeu 49,87% dos votos válidos. Em Campina Grande o resultado alcançado por ele foi de 50,61%. Em Cabedelo foram 47,23%, em Bayeux foram 44,25% e em São Bento foram 40,04%.

As outras duas cidades que, no primeiro turno, elegeram o candidato eleito, reverteram a votação para o candidato do PT, Fernando Haddad. Em Bayeux, a votação foi a favor de Haddad com 52,2% dos votos válidos. Em São Bento foram 52,29% para o candidato do PT.

Ainda no primeiro turno, a cidade de Santa Luzia, no Sertão do estado, elegeu o candidato Ciro Gomes (PDT). Em toda Paraíba, o candidato recebeu 17,75% e ficou em terceiro lugar no 1º turno. No município de Santa Luzia, ele liderou a disputa presidencial e obteve 34,18%. No entanto, no 2º turno, a vitória foi de Fernando Haddad, com 69,49%. Jair Bolsonaro recebeu 30,51% dos votos.

G1

 Foto: Pilar Olivares/Reuters