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Parceria entre a Casa do Empreendedor e Banco Itaú é a primeira do tipo para a concessão de microcrédito no País

Uma parceria inovadora em comemoração aos seis anos de atividades da Casa do Empreendedor foi marcada por parcerias. A união com o Banco Itaú, anunciado na ultima sexta (26) em Bananeiras, torna-se pioneira  no País, onde a concessão  do microcrédito será realizado por um banco privado a uma instituição pública, fomentando ainda mais a economia local.

Com o intuito de fortalecer a economia do município através do apoio aos micro e pequenos empreendedores, foi criado um ambiente favorável a esses negócios, através da qualificação profissional, da desburocratização dos serviços, da facilitação do acesso ao crédito e à informação. Aplicando cerca de R$ 2 milhões na microeconomia local, contemplou 648 micro empreendedores em diversos segmentos durante este tempo.

A Gerente Nacional do Micro crédito do Banco Itaú, Simone Gallo esteve no evento que consolidou a parceria com a Casa e fortalecendo juntamente com o Empreender Paraíba e o Sebrae  o fomento econômico na região.

O Prefeito Douglas Lucena, destacou que em seis anos a Casa do Empreendedor tem dado a possibilidade de muitas pessoas se tornarem independentes e construírem seus negócios de forma sólida. Destacou ainda, que a Parceria com o Governo do Estado da Paraíba e agora com o Banco Itaú tem sido o fator determinante para o sucesso das ações da Casa do Empreendedor.

Ascom PMB

 

 

CLT é ‘detalhista, burocrática e intervencionista ao extremo’, diz dono do Itaú

O ex-presidente do banco Itaú Unibanco Roberto Setubal disse considerar a atual legislação trabalhista, a CLT, como “muito detalhista, burocrática e intervencionista ao extremo”.

Setubal disse que complexidade da CLT a torna "impossível de ser cumprida"
Setubal disse que complexidade da CLT a torna “impossível de ser cumprida”

Foto: Cynthia Vanzella/Brazil Forum UK 2017 / BBCBrasil.com

Segundo ele, as leis que protegem os direitos dos trabalhadores brasileiros “não favorecem a criação do emprego e não induzem em nada a produtividade”.

“Se não criarmos uma legislação trabalhista equilibrada, que dê condições para as empresas aumentarem a produção e gerarem riqueza, enfrentaremos um problema sério. Nunca teremos como resolver nossos problemas sociais”, afirmou Setubal, em Oxford, no Reino Unido, durante o segundo dia do Brasil Forum UK 2017, evento organizado por estudantes e acadêmicos brasileiros.

O banqueiro descreveu a reforma proposta pelo governo Temer como “positiva”, e uma condição para a retomada do crescimento da economia brasileira.

“Acredito que esta reforma traz inúmeros benefícios. Em sendo aprovada, cria condições muito mais flexíveis, gerando um ambiente de trabalho que nos permite retomar o crescimento econômico”.

Na opinião de Setubal, as mudanças nas leis trabalhistas envolve “flexibilização” e não “retirada dos direitos” dos trabalhadores.

“É muito mais uma flexibilização de negociação do que uma retirada de direitos”, afirmou.

Ele citou como exemplo a determinação de intervalo para caixas de banco, cuja jornada é de seis horas, ao fazer hora extra.

Reforma trabalhista provocou polêmica e protestos em pleno Congresso
Reforma trabalhista provocou polêmica e protestos em pleno Congresso

Foto: Agência Brasil / BBCBrasil.com

“Imagine o funcionário ter de fazer um intervalo depois de finalizar sua jornada em uma agência cheia de gente às 17h. É completamente fora da realidade. A legislação trabalhista é tão detalhada em tantas coisas e cria a mesma norma em ambientes de negócios completamente diferentes”, disse.

Outro exemplo, segundo Setubal, é a “equiparação salarial”.

“Vemos aumento por tempo de serviço, nada a ver com produtividade. É uma proteção sem estar preocupado com ganho de produtividade e de crescimento econômico”.

Setubal criticou particularmente o que definiu como complexidade da CLT.

“São 920 artigos e 250 páginas. A legislação é muito complexa. Para cumprir no detalhe que a legislação coloca, é impossível para a União e para as empresas. Ninguém consegue cumprir”, acrescentou.

O banqueiro citou o “desaparecimento da indústria”, setor que, em sua opinião, é o mais “afetado pela CLT”.

“A legislação trabalhista coloca um encargo exagerado nas empresas brasileiras. Criou uma série de problemas muito grandes. O passivo trabalhista virou um inferno. (A CLT) vai de encontro ao crescimento econômico, que passa por ganhos de escala e de produtividade. Em função disso, temos uma série de problemas”, disse.

Setubal também defendeu a reforma da Previdência.

“A reforma da previdência dará uma perspectiva fiscal permitindo um cenário mais previsível, essencial para que a gente retome o crescimento econômico sustentável. O crescimento econômico é essencial para a solução dos nossos problemas sociais”, finaliza.

Setubal deixou o cargo de presidente do Itaú Unibanco no mês passado, depois de 23 anos à frente da instituição financeira. Ele atingiu a idade limite de 62 anos para o cargo de diretor-presidente e passa a atuar, em conjunto com Pedro Moreira Salles, como co-presidente do Conselho de Administração. O economista Candido Bracher assumiu a presidência.

BBC Brasil

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Itaú passa Banco do Brasil e se torna maior banco do país

banco-itauO Itaú Unibanco passou a ser o maior banco brasileiro por ativos no fim de 2016, superando o Banco do Brasil, segundo dados dos balanços publicados pelas instituições financeiras.

Nesta quinta-feira (16), o BB anunciou ter fechado o ano passado com R$ 1,401 trilhão em ativos, queda ante os R$ 1,448 trilhão do fim de setembro. Já os ativos do Itaú Unibanco subiram de R$ 1,399 trilhão para R$ 1,426 trilhão no período.

O Banco do Brasil anunciou ter registrado lucro líquido de R$ 8,034 bilhões em 2016, 44,2% abaixo dos R$ 14,4 bilhões obtidos no ano anterior. Já o Itaú informou na semana passada que o lucro do banco em 2016 somou R$ 21,6 bilhões, 7% abaixo dos R$ 23,3 bilhões registrados em 2015.

Segundo dados da Economatica, o Itaú também é o banco com o maior patrimônio líquido, que em dezembro alcançou R$ 115,59 bilhões, seguido por Bradesco (R$ 100,4 bilhões) e BB (R$ 87,2 bilhões).

Em termos de valor de mercado na Bovespa, o Itaú também lidera, avaliado em R$ 252 bilhões, seguido pelo Bradesco (R$ 179,7 bilhões), Santander (R$ 132,3 bilhões) e BB (R$ 88,7 bilhões).

Em número de agências, o Banco do Brasil ainda supera o Itaú. Segundo dados do Banco Central, a rede do BB reunia 5.440 agências em dezembro de 2016, enquanto que a do Itaú tinha 3.464.

 G1

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Itaú e Santander são condenados por não garantirem segurança a clientes; Multas podem chegar a R$ 20 mi

banco-itauMais duas instituições bancárias foram condenadas, nesta quinta-feira (28), pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) por infração ao Código de Defesa do Consumidor, ao não tomarem as medidas necessárias para garantir a segurança eficiente no interior de suas agências e terminais de autoatendimento, gerando sensação de insegurança e impotência à coletividade: o Banco Itaú e o Banco Santander.

O Itaú foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 1,6 milhão, em função das 23 infrações penais registradas nos últimos cinco anos em todo o Estado (entre “saidinhas de banco” que vitimizaram consumidores, explosões e arrombamentos a caixas eletrônicos e agências bancárias). Já o Santander terá que pagar R$ 3,7 milhões em decorrência das 53 infrações penais ocorridas em terminais de autoatendimento e agências, entre janeiro de 2011 e abril deste ano, incluindo roubos, explosões e arrombamentos.

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As duas decisões são o resultado dos procedimentos administrativos instaurados no último mês de abril pela diretoria regional do MP-Procon de Campina Grande, a partir de dados levantados pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Elas serão publicadas no Diário Oficial Eletrônico do MPPB e os dois bancos devem ser intimados até amanhã para pagarem as multas no prazo de dez dias. As duas instituições bancárias podem recorrer das decisões à turma recursal do próprio MP-Procon.

Multas podem chegar a R$ 20 mi

Outros dois grandes bancos – o Banco do Brasil e o Bradesco – já foram multados, este mês pelo MP-Procon de Campina Grande, em R$ 6 milhões, cada um. O primeiro foi condenado em razão das 129 infrações penais registradas em agências e caixas eletrônicos no último quinquênio. Já o segundo banco foi condenado por 175 infrações penais registradas nesse mesmo período, de acordo com levantamento feito pelo Gaeco.

Nos próximos 15 dias, a diretoria regional do MP-Procon de Campina Grande deve proferir novas decisões contra mais duas instituições financeiras que atuam na Paraíba por fatos similares.

As condenações realizadas até agora resultaram na aplicação de multas que totalizam R$ 17,3 milhões. Com as próximas decisões que devem ser prolatadas, os seis maiores bancos brasileiros que atuam na Paraíba devem ser condenados, juntos, ao pagamento de multa no valor aproximado de R$ 20 milhões.

Reparação

Conforme explicou o diretor regional do MP-Procon de Campina Grande e promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, José Leonardo Clementino Pinto, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que os prestadores de serviços respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de serviços e que o serviço é defeituoso quando não oferece a segurança que o consumidor espera.

Ele destacou ainda que a atividade desenvolvida pelos bancos naturalmente se constitui em atrativo a marginais e quadrilhas organizadas. “Não há dúvida de que quem exerce esse tipo de exercício econômico funcional atrai para si riscos correspondentes. Ao negar a prestação de serviço com medidas de segurança eficazes e índices de ocorrências aceitáveis, a instituição requerida prevarica em deveres de segurança (deixar de investir em novas formas de proteção contra a ação de delinquentes) e repassa o risco ao consumidor”, argumentou.

Ainda segundo o diretor regional do MP-Procon, não procede a defesa dos bancos em querer imputar responsabilidade exclusiva pela criminalidade praticada contra agências e terminais de autoatendimento ao poder público, já que não é obrigação do Estado fornecer segurança privada no interior e imediações desses estabelecimentos. “A responsabilidade primária pela segurança é exclusiva do próprio estabelecimento. O Estado não presta serviço particular de segurança à instituição financeira, não sendo o policial militar vigilante bancário”, disse.

MP-Procon

O MP-Procon foi criado pela Lei Complementar Estadual 126/2015 e tem como atribuições, entre outras, apurar e processar notícias de fato e reclamações, prestar aos consumidores orientação permanente sobre seus direitos e garantias e fiscalizar as relações de consumo, aplicando as sanções administrativas previstas na legislação brasileira.

O diretor-geral do órgão é o promotor de Justiça Francisco Glauberto Bezerra; a vice-diretora, a promotora Priscylla Maroja e o diretor regional, o promotor José Leonardo Clementino.

Assessoria do MPPB