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Número de mortes no Brasil por Covid-19 passa o da Itália e vírus avança na PB

O Brasil superou a Itália em número de mortos por complicações da Covid-19 nesta quinta-feira (4). Com mais um recorde diário de mortes, o país acumula 34.021 vidas perdidas durante a pandemia e está atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde.

O balanço da quinta-feira, que foi divulgado por volta das 22 horas, registrou também 366 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.159 suspeitas que estão sob investigação.

O Brasil chegou a terceiro país com mais mortes no mundo 79 dias depois do registro da primeira vítima da Covid-19, em 17 de março.

No mundo inteiro, a pandemia já fez cerca de 389,6 mil mortes, de acordo com o painel da universidade norte-americana Johns Hopkins. A doença começou na China, que hoje tem pouco mais de 4,6 mil mortes. O país asiático mais atingido é o Irã, com mais de 8 mil óbitos.

Na Paraíba são 17.579 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (4). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 438 no estado desde o início da pandemia. Já são 203 cidades da Paraíba com casos registrados da doença.

 

G1

 

 

Itália tem quase mil mortes causadas pela Covid-19, o recorde diário

O número de mortes na Itália por causa do Covid-19, a doença causada pelo coronavírus aumentou em 919, disse a agência de proteção civil nesta sexta-feira (27). Até agora, 9.143 pessoas morreram por conta da epidemia no país.

É o recorde para um único dia. Antes, havia sido o 21 de março, quando 793 pessoas haviam morrido. No entanto, 50 delas são referentes à mortes de quinta-feira, na região do Piemonte, que foram contabilizadas nesta sexta-feira.

Nos últimos dias, os números foram os seguintes:

  • 23 de março: 602
  • 24 de março: 743
  • 25 de março: 683
  • 26 de março: 712
  • 27 de março: 919
Na Itália, muita gente ainda segue desrespeitando a quarentena

Na Itália, muita gente ainda segue desrespeitando a quarentena

Prefeito de Milão

A região mais atingida é a da Lombardia, onde fica a cidade de Milão. Lá, houve 5.402 mortes.

No dia 22 de março, durante uma entrevista à TV RAI, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, afirmou que errou ao divulgar, no fim de fevereiro, um vídeo que dizia que a cidade não pode parar.

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título ’Milão não Para’. Era 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente, errado”, ele afirmou à RAI no domingo (22).

Ainda não chegou o pico

As infecções de coronavírus na Itália não atingiram seu pico, disse Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde do país nesta sexta-feira (27).

“Não atingimos o pico e não passamos dele”, disse Brussaferro.

Ele disso que há, no entanto, sinais de uma desaceleração no número de pessoas que estão ficando infectadas, o que sugere que o pico não está longe. Depois disso, os novos casos vão entrar em tendência visível de queda.

“O nosso comportamento vai influenciar em quão íngreme vai ser a queda, quando ela começar”, afirmou ele, em uma referência à aderência dos italianos às restrições ao movimento impostas pelo governo.

Mortes na Espanha

A Espanha é o segundo país da Europa mais atingido pela pandemia. Lá, foram 769 mortes nas últimas 24 horas. Ao todo, são 4.858 mortes.

Foto: Claudio Furlan/LaPresse via AP

G1

 

Itália registra 793 mortes por coronavírus em apenas um dia

O número de mortos em decorrência do coronavírus na Itália aumentou em 793 em um dia, chegando a 4.825, disseram autoridades neste sábado, um aumento de 19,6%, o maior crescimento diário em termos absolutos desde o surgimento da epidemia um mês atrás.

Na quinta-feira, a Itália ultrapassou a China no número de mortes em decorrência do vírus altamente contagioso.

O número total de casos na Itália subiu para 53.578 em relação aos 47.021 anteriores, um aumento de 13,9%, informou a Agência de Proteção Civil.

A região norte da Lombardia, a mais atingida, permanece em situação crítica, com 3.095 mortes e 25.515 casos.

Das pessoas originalmente infectadas em todo o país, 6.072 haviam se recuperado totalmente até sábado, em comparação com 5.129 no dia anterior.

Havia 2.857 pessoas em terapia intensiva contra as anteriores 2.655.

Agência Brasil

 

 

Morando na Itália, padre da diocese de Guarabira revela: “estou sem sair de casa há 9 dias”

A pandemia do novo coronavírus assusta o planeta e um dos países mais afetados é a Itália, que já contabiliza mais de 2,5 mil mortos em decorrência da doença. Por essa razão, o governa italiano adotou medidas restritivas em todo o país.

Morando na Itália, em Roma, há quase 2 anos, o padre Demétrio Morais, da diocese de Guarabira, participou nesta quarta-feira (18), por telefone, do programa de rádio matutino da Constelação FM de Guarabira, ancorado pelos radialistas Cid Cordeiro e Levy Ramos, e detalhou como está sendo esses dias de convivência com o COVID-19.

O padre fez um apanhado do surgimento da doença na Itália, pontuando em que região começou a surgir os primeiros casos e as medidas restritivas adotadas pelo governo italiano.

“Onde tudo começou foi no Norte da Itália, na região da Lombardia, onde está Milão e outras cidades que têm sofrido terrivelmente com o vírus, como a cidade Bergamo. Quando acolhemos as medidas de segurança que o Estado propõe é visando o bem de todos. Aqui na Itália o primeiro decreto é datado do dia 4 de março, foi quando se decretou o fechamento de escolas e universidades, prevendo o fechamento até o dia 15 de março, que depois foi prorrogado com o segundo decreto, estendendo as medidas restritivas até o dia 3 de abril”, disse.

Segundo Demétrio, somente depois que as autoridades italianas perceberam a complexidade do coronavírus, decidiu decretar estado de quarentena em todo o país.

“O governo, vendo que os casos no Norte da Itália aumentavam de forma assustadora, o primeiro ministro reuniu o conselho dos ministros e tomou a decisão de estender o estado de quarentena para toda a Itália. Depois desse novo decreto, que foi editado há 9 dias, toda a Itália foi decretada em estado de quarentena. Dessa forma, fechando o comércio, exceto os supermercados, correios e bancos”, contou o religioso.

De acordo com Demétrio, os residentes na Itália “são praticamente obrigados a permanecer em casa, mesmo não apresentando sintomas da doença, o que é o meu caso, que estou sem sair de casa há 9 dias. As pessoas que precisam sair de casa devem preencher uma ficha, que é um auto certificado que tem de ser apresentado às autoridades, sabendo que se estiver mentido pode até ser preso”, relatou o padre.

Embora esteja incomodado com a situação vivenciada, padre Demétrio disse que vive numa casa confortável, está com saúde e bem cuidado, mas a sensação de prisão dentro de casa é horrível, pois somente numa situação como essa é que se dá valor à liberdade de ir e vir.

O religioso fez um apelo aos brasileiros para que se cuidem, mas principalmente procurem preservar os idosos, que estão no chamado grupo de risco e são mais vulneráveis à doença.

 

portal25horas

 

 

Número de mortos da Itália salta 25% em um dia e chega a 1.809

A Itália registrou 368 novas mortes relacionadas com o novo coronavírus em 24 horas, o que eleva o número de vítimas fatais a 1.809 no país, o mais afetado da Europa, segundo um balanço divulgado neste domingo (15) pela Proteção Civil.

Como no sábado (14), o número de infectados também aumentou, com 3.590 novos casos em 24 horas, quase 100 a mais que o aumento do dia anterior, elevando o total a quase 25.000. A região de Milão, na Lombardia (norte), continua sendo a mais afetada, com 1.218 mortos e 13.272 casos.

O chefe do instituto nacional de saúde da Itália, Silvio Brusaferro, disse que não se sabe se a Itália está atingindo seu pico e pode começar a ver o número de novos casos diminuir.

A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço da pandemia do novo coronavírus, que já causou 2 mil mortes no continente. O vírus começa a derrubar o princípio de uma União Europeia quase sem fronteiras: as autoridades da Alemanha decidiram fechar a partir de segunda-feira (16) as fronteiras do país com a França, Suíça e Áustria. Paris também anunciou um reforço nos controles da fronteira com a Alemanha, mas sem o fechamento parcial como decidiu o governo do país vizinho.

A pandemia superou a barreira de 6 mil mortes e 160 mil infectados em todo o mundo, segundo contagem de agências internacionais. Mas, apesar dos temores, os franceses comparecem neste domingo às urnas para eleições municipais. A participação era visivelmente baixa às 17h (13h em Brasília): 38,77% contra 54,72% no primeiro turno em 2014, data das últimas municipais. A votação foi ofuscada pelo coronavírus, que já infectou 4.499 pessoas e deixou 91 mortos no país.

A Espanha – segundo país mais afetado da Europa, atrás da Itália – registra 288 mortes, 100 a mais que no sábado, e 7.753 infectados, 2 mil pessoas a mais que na véspera. O primeiro-ministro espanhol, o socialista Pedro Sánchez, anunciou no sábado à noite sérias restrições aos 46 milhões de habitantes, que só poderão sair de suas casas para comprar alimentos ou remédios, comparecer a centros médicos, para seguir até o trabalho ou para cuidar de pessoas dependentes (crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais).

AFP

 

Número de mortos por coronavírus na Itália salta 36% para 631 pessoas

O total de mortes pelo coronavírus na Itália saltou para 631, um aumento de 36%, disse a Agência de Proteção Civil do país nesta terça-feira, o maior aumento diário em números absolutos desde que o surto veio à tona no dia 21 de fevereiro.

O número total de casos na Itália, o país europeu mais atingido pelo vírus, subiu para 10.149, em relação aos 9.172 casos anteriores, um aumento de 10,7%.

O chefe da agência disse que, dos inicialmente infectados, 1.004 pessoas tinham se recuperado completamente, em comparação com 724 pessoas do dia anterior. Cerca de 877 pessoas estavam em tratamento intensivo, contra 733 pessoas anteriormente.

Agência Brasil

 

 

Após terremoto, avalanche atinge hotel na Itália; mais de 30 estão desaparecidos

hotel-soterradoUm hotel na cidade de Farindola, na província italiana de Pescara, foi atingido por uma avalanche na noite de ontem (18) e deixou dezenas de pessoas soterradas.

De acordo com fontes locais, 22 hóspedes tinham feito check-in ontem no Hotel Rigopiano, além dos funcionários, o que totalizaria 30 desaparecidos.

Em entrevista à ANSA, o líder das operações de busca e restage, Antonio Crocetta, disse que “há muitos mortos”.

As pessoas soterradas estão há horas debaixo dos escombros e expostos às baixas temperaturas, já que neva no local.

O hotel teria desabado parcialmente, enquanto a outra parte estaria debaixo da neve trazida pela avalanche.

“Eu me salvei porque sai do hotel para pegar uma coisa no carro”, disse o médico Giampaolo Parete, de 38 anos, que ontem deu o alarme da avalanche. Sua esposa e seus filhos ainda estão sob os escombros.

“A avalanche chegou e eu fiquei submerso na neve, mas consegui sair. O carro não ficou atolado e eu esperei as equipes de socorro chegar ali”, contou.

Especialistas acreditam que a avalanche tenha sido provocada pelos quatro terremotos que atingiram a zona central da Itália na manhã de ontem (18), todos com magnitude de 5.0 a 5.4 graus na escala Richter.

O hotel fica na região de Abruzzo, uma das mais afetadas pela neve e pelos terremotos.

Cerca de 300 mil pessoas estavam sem energia elétrica no começo da semana na região porque o gelo prejudicou os sistemas de transmissão.

Em sua página no Twitter, o hotel tinha informado os hóspedes que estava sem linha telefônica por causa das más condições climáticas. Nenhum dos terremotos de ontem provocou mortos, apenas danos estruturais.

R7

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Suicídio de mulher que teve vídeo sexual exposto na web choca a Itália

O suicídio de uma mulher que lutou por meses para que retirassem da internet um vídeo em que aparecia transando levantou polêmica e indignação na Itália.

Tiziana, de 31 anos, se enforcou na casa de sua tia em Mugnano, perto de Nápoles, angustiada e humilhada por ter se transformado em alvo de todo tipo de bullying.

Tudo começou há um ano, quando a jovem enviou para seu ex-namorado e algumas amigas um vídeo em que aparecia tendo relações sexuais com outro homem.

O vídeo caiu na rede e foi visto por quase um milhão de internautas, sem que ela soubesse.

Envergonhada, Tiziana se mudou para Toscana e tentou mudar de identidade, mas seu pesadelo não acabou.

“Está filmando? Bravo”, disse o homem no vídeo, palavras que ganharam força em forma de memes, hashtags e até mesmo em camisetas.

A italiana Tiziana Cantone, que teve um vídeo sexual exposto na internet (Foto: Reprodução/Instagram/@tizianacantonereal)A italiana Tiziana Cantone, que teve um vídeo sexual exposto na internet (Foto: Reprodução/Instagram/@tizianacantonereal)

Gastos processuais
Depois de uma difícil batalha legal, Tiziana conseguiu que o vídeo fosse retirado de vários motores de busca e plataformas, como o Facebook.

No entanto, ela teve que pagar 20 mil euros por gastos processuais, um motivo a mais que a levou a acabar com sua vida, segundo a imprensa italiana.

“Por que as imagens ainda estão na rede? Por que ainda rimos de uma moça que acabou com a própria vida devido às humilhações que sofreu?”, questiona o editorial do jornal “Il Mattino”.

Os promotores de Nápoles abriram uma investigação por “indução ao suicídio” e a justiça terá de determinar quem são os responsáveis diretos ou indiretos da morte.

Da France Presse

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Novo tremor volta a levar pânico à região central da Itália

(Foto: Ciro De Luca/ Reuters)
(Foto: Ciro De Luca/ Reuters)

Um tremor de 4,3 de magnitude voltou a atingir a região central da Itália nesta quinta-feira (25), causando novos desmoronamentos, segundo a Associated Press. Em Amatrice, uma das cidades mais atingidas pelo terremoto de quarta-feira (24), o desabamento parcial de um imóvel provocou pânico entre os moradores.

Mais de 240 pessoas morreram e centenas seguem desaparecidas, segundo os últimos balanços divulgados pelas autoridades. Só em Amatrice foram registradas 200 mortes, segundo o prefeito da cidade. A Defesa Civil italiana informou que 270 pessoas estão hospitalizadas e cerca de 1,2 mil estão desabrigadas na região.

A agência Efe informou que a fachada do prédio que desmoronou nesta manhã fica perto de um alojamento temporário das vítimas do terremoto de quarta, no parque de Amatrice. O novo tremor foi registrado às 14h36 (horário local, 9h36 em Brasília).

Buscas
Mais de 4,3 mil pessoas trabalham na busca por sobreviventes. Escavadeiras são usadas nos maiores desmoronamentos, mas em diversos pontos bombeiros e socorristas usam as próprias mãos para retirar escombros e tentar alcançar vítimas. As operações de resgate, que aconteceram com temperaturas abaixo dos 10 graus, não têm previsão de interrupção.

A Defesa Civil admite que esse número pode aumentar, já que ainda há centenas de desaparecidos. O jornal “Corriere della Sera” afirma que existem ainda quase 300 feridos. O Itamaraty informou que não há registro de brasileiros entre as vítimas.

Turistas
A região afetada pelo terremoto, a apenas 160 quilômetros de Roma, é uma área de passagem de turistas, o que provoca o temor de mortos de várias nacionalidades.

As autoridades temem pela vida dos hóspedes do célebre e histórico Hotel Roma de Amatrice, que estava com ocupação total por ocasião de uma festa tradicional em homenagem à criação há 50 anos da receita de spaghetti à “matriciana”, segundo a France Presse.

Em homenagem à receita com molho de tomate e bacon estão surgindo várias iniciativas de solidariedade por parte de cozinheiros e donos de restaurante de todo o mundo com a população de Amatrice.

Resgate emocionante
Em Pescara del Tronto, o resgate da menina Julia, de apenas 10 anos, emocionou as equipes de resgate. Ela foi retirada dos escombros de um imóvel sob aplausos.

O primeiro tremor, de magnitude 6,2, aconteceu às 3h36 de quarta-feira (22h36, de terça-feira, em Brasília) e o impacto foi maior perto de Perugia, região localizada a menos de 200 km de Roma, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), organismo que registra os tremores em todo mundo.

Menina de 10 anos foi retirada com vida dos escombros em Pescara del Tronto, na Itália (Foto: Reprodução/TV Globo)Menina de 10 anos foi retirada com vida dos escombros em Pescara del Tronto, na Itália (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Mais de 100 tremores secundários foram registrados durante a noite, incluindo um particularmente forte, às 5H20, que provocou mais deslizamentos de terra, segundo a France Presse.

Prevenção
Um dia depois da tragédia, entre a desolação e a surpresa, várias perguntas começam a ser feitas sobre o preço elevado pago pela Itália, com destaque para a qualidade das construções, segundo a France Presse.

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, admitiu na quarta-feira as enormes dificuldades para proteger tantos vilarejos e cidades com valiosos centros históricos, construídos há vários séculos.

Especialistas, historiadores e arqueólogos serão mobilizados em toda a península para avaliar o patrimônio e estabelecer um calendário de obras de prevenção, para impedir que vilarejos localizados em áreas de alto risco sísmico desapareçam com um terremoto.

“Nós, os geólogos, há anos pedimos que se desenvolva a cultura da prevenção para evitar estas tragédias”, declarou o presidente do Conselho de Geólogos, Francesco Peduto.

Nesta quinta-feira, o Conselho de Ministros de reunirá para decretar estado de emergência nas áreas afetadas pelo terremoto.

“Será necessário realizar um trabalho sério e contínuo”, disse Renzi, que espera evitar os erros cometidos após o terremoto de 2009 em L’Acquila, cuja polêmica reconstrução se tornou um negócio lucrativo para muitos.

G1

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Primeiro-ministro da Itália confirma 120 mortos e 368 feridos durante terremoto

Angelo Carconi/Agência Lusa/EPA
Angelo Carconi/Agência Lusa/EPA

O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, afirmou que o terremoto de 6,2 gaus que atingiu a zona central do país nesta madrugada “deixou ao menos 120 mortos”. A Defesa Civil italiana informou que, do total de mortes, 86 foram registradas em Accumoli e Amatrice e as outras 34 em Arquata. As informações são da Agência Ansa.

“Os feridos foram levados para fora de Amatrice e Accumoli em helicópteros e ambulâncias. Foram 368 somente nesta manhã”, informou Renzi. “Há alguns problemas para o reconhecimento dos corpos, mas estamos trabalhando nisso”.

Renzi fez a declaração em Rieti, uma das províncias mais afetadas pelo abalo sísmico, onde o premier também destacou que será preciso um “longo período de gestão” para lidar com a emergência provocada pelo terremoto. “A emergência demandará um longo período de gestão. Deveremos estar todos à altura deste desafio”, disse.

 

Agência Ansa

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