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Irmãs são presas em Guarabira acusadas de fazer compras com cartão de crédito furtado em João Pessoa

Duas irmãs, de 29 e 32 anos de idade, foram presas por policiais militares e civis nesta terça-feira (16), no Bairro do Rosário, em Guarabira, acusadas de realizarem mais de R$ 4 mil em compras com um cartão de crédito furtado de uma vítima que reside em João Pessoa. O furto aconteceu no dia 7 deste mês e no dia 8 elas fizeram compras em vários lojas no centro da cidade de João Pessoa e Guarabira. As duas acusadas foram identificadas pelos policiais através das imagens das câmeras dos estabelecimentos comerciais de Guarabira e, nas residências delas, foram encontrados objetos comprados com o cartão furtado.

As prisões foram feitas por policiais do Núcleo de Inteligência e Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e do GTE (Grupo Tático Especial) da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, que tomaram conhecimento do caso e analisaram as imagens de alguns estabelecimentos comerciais onde, de acordo com a operadora do cartão de crédito, as compras tinham sido realizadas. As duas irmãs então foram identificadas e nas residências delas foram encontrados alguns dos objetos comprados, entre eles, um gelágua, relógios, anéis e aparelhos de telefone celular.

Uma das mulheres informou que teria encontrado, em João Pessoa, a carteira de documentos da vítima com o cartão e a senha anotada, então teria feito as compras em Guarabira junto com a irmã. As duas e os objetos apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, onde elas foram autuadas em flagrante por furto e estelionato.

Assessoria 4º BPM

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Irmãs de cinco e sete anos morrem afogadas durante banho em lago, na PB

Duas irmãs, uma de cinco e outra de sete anos, morreram afogadas enquanto brincavam em um pequeno lago, na manhã desta terça-feira (9), no município de Itaporanga, Sertão paraibano, a 430 quilômetros de João Pessoa.

Segundo a Polícia Civil, as meninas estavam com a mãe em casa e saíram para tomar banho no lago com mais três crianças. Durante o banho, as irmãs se afastaram das outras crianças e se afogaram.

“A mãe estranhou a demora para as meninas voltarem e foi até o lago. Lá, ela percebeu as outras crianças desesperadas e deu por falta das filhas”, relatou a polícia.

De acordo com a Polícia Militar, as meninas foram retiradas do açude pela mãe e receberam diversas tentativas de reanimação por parte de uma equipe do Samu, mas não resistiram e morreram ainda no local do afogamento.

portalcorreio

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Três irmãs são assassinadas a facadas em casa em Cunha Porã, Santa Catarina

Três irmãs, de 12, 15 e 23 anos foram mortas a facadas na noite de segunda-feira (27) em Cunha Porã, no Oeste de Santa Catarina. O suspeito de 24 anos é ex-namorado da vítima de 15 anos, com quem tem um filho de dois meses. Ele foi preso na madrugada desta terça (28) ao dar entrada no hospital, de acordo com a Polícia Militar.

A PM e o Corpo de Bombeiros foram acionados por um vizinho por volta das 21h20. No local estava um homem de 25 anos, marido da irmã mais velha, com diversos ferimentos. No caminho para o hospital, ele contou que tinham mais pessoas feridas na casa dele.

A polícia voltou ao local e encontrou o corpo de uma delas na estrada. As outras duas foram achadas mortas dentro da casa. Elas foram identificadas como Juliane Horbach, de 23, Rafaela Horbach, de 15, e Fabiane Horbach, de 12 anos.

O bebê, filho da garota de 15 anos e do suspeito, estava dormindo, sem ferimentos.

Os corpos das três estão sendo velados na Igreja Congregacional do Brasil de Cunha Porã, no bairro Kempfer, nesta terça.

Marido ferido
Gilvane Meyer, marido da irmã mais velha, continua internado no Hospital Regional Teresinha Gaio Basso, em São Miguel do Oeste. Na manhã desta terça, ele passou por uma cirurgia, que contou com uma drenagem nos pulmões.

Casa está isolada nesta terça (28) para perícia (Foto: Rafael Juncks/RBS TV)Casa está isolada nesta terça (28) para perícia (Foto: Rafael Juncks/RBS TV)

Prisão
O suspeito foi preso por volta da 1h desta terça, após dar entrada no hospital em São Carlos, cidade vizinha de Cunha Porã. Segundo a polícia, ele também estava ferido. O jovem se manteve calado e foi encaminhado para a Cadeia Pública de Maravilha.

Conforme informações preliminares, a motivação do crime seria ciúmes. A garota de 15 anos teria acabado o relacionamento com o suspeito “há algum tempo”, conforme a PM.

O G1 tentou contato com a Políca Civil, que investiga o caso, mas até a última atualização desta reportagem não teve resposta.

Local do crime
O local do triplo assassinato fica na linha Sabiazinho, no interior de Cunha Porã. Segundo a polícia, a casa seria alugada. No local morava a irmã mais velha e o marido, além da garota de 15 anos e o filho de três meses. A menina de 12 anos estava apenas de visita na noite de segunda-feira.

O local foi isolado durante a manhã para os trabalhos de perícia. A Polícia Civil e Militar participaram dos trabalhos no local onde ocorreu o crime.

Suspeito usou facão para matar irmãs (Foto: Ederson Abi/WH Comunicações)Suspeito usou facão para matar irmãs (Foto: Ederson Abi/WH Comunicações)
G1

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Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT

(Foto: Divulgação/PM)
(Foto: Divulgação/PM)

 

Uma criança de 12 anos escreveu uma carta e denunciou o estupro das duas irmãs, de 11 e 15 anos, sofrido pelo pai delas, em uma fazenda na região de Araguaiana, a 570 km de Cuiabá. A menina entregou a carta para uma professora, que levou o caso ao Conselho Tutelar e à Polícia Militar nesta quinta-feira (23). O pai das vítimas, de 40 anos, foi preso e autuado, mas negou os crimes. Os abusos, entretanto, foram confirmados por exames, segundo a Polícia Civil.

Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT (Foto: Divulgação/PM)Menina escreveu carta e denunciou que o pai estuprava as 2 irmãs dela (Foto: Divulgação/PM)

Na carta, a menina diz que o pai é ‘ruim’ e que estupra as duas irmãs dela. Ela também afirma que o pai deixa as crianças tomarem bebidas alcoólicas, mas não permite que tenham amigos. Em outro trecho, a criança conta que a irmã dela, de 15 anos, está com o olho inchado porque ficou acordada a noite toda e que foi estuprada. No final da carta, a menina diz que ‘jura por Deus’ que o pai estuprou as irmãs. Ela também fez um desenho do pai preso em uma cela.

De acordo com o comandante da PM, subtenente Elton Vieira, o Conselho Tutelar já monitorava a situação e tentou por diversas vezes ter contato com as crianças. No entanto, o pai das vítimas não permitia as visitas ou aproximação dos conselheiros. Havia denúncias de que as crianças eram abusadas sexualmente e que eram vítimas de maus-tratos e agressão.

As crianças, de 11 e 12 anos, além da adolescente e o irmão delas, de 14 anos, moravam sozinhas com o pai na zona rural de Araguaiana. A mãe está presa por tráfico de drogas no município de Piranhas, em Goiás. “A diretora [da escola] recebeu da professora a foto da cartinha da criança, que revelava esses abusos contra as irmãs. Inclusive a carta pontuava que a adolescente teria sido estuprada durante toda a noite”, disse o comandante da PM.

De acordo com a polícia, o pai das crianças trabalhava como seringueiro em uma fazenda da região. “Eu conversei com ele [o suspeito], que não falou nada. Ele abaixava o olhar e não queria olhar para nós [policiais]. Ele estava abalado com a situação [da descoberta do crime]”, comentou o comandante.

Os pais são separados desde antes da prisão da mãe das vítimas. Duas das crianças moravam com a mãe, até que tiveram que se mudar para a casa do pai depois que ela foi para a cadeia.

Estupro
O suspeito, as duas crianças e os dois adolescentes foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá. Conforme o delegado que começou a investigação, Wilyney Santana Borges, apenas a criança de 12 anos (que escreveu a carta) e o irmão dela não teriam sido vítimas dos abusos.

“Conversamos com a adolescente de 15 anos e com a criança de 11 e elas confirmaram os abusos. A menina de 15 anos tomava anticoncepcional fornecido pelo pai. Ele já a molestava há anos. Encaminhamos as meninas para exames que confirmaram os abusos”, afirmou o delegado ao G1.

A criança de 11 anos teria começado a sofrer os abusos há quatro meses, época em que passou a morar com o suspeito quando a mãe foi presa por tráfico de drogas. “A criança de 12 anos escreveu a carta e entregou para a professora. O menino de 14 anos é fechado, meio que protege o pai”, comentou o delegado.

O pai das crianças não permitia a visita do Conselho Tutelar, mesmo com várias denúncias de maus-tratos na região onde moram. “Ele negou os abusos, mas reconheceu que comprava o anticoncepcional para a adolescente porque, segundo ele, ela tinha o ciclo menstrual desregulado”, relatou.

O delegado perguntou ao suspeito qual punição ele acha que deveriam receber as pessoas que cometem abusos contra crianças, principalmente contra os próprios filhos. “Ele disse que não poderia julgar ninguém e que tudo teria uma causa de ser e uma explicação”, finalizou o delegado.

O seringueiro foi autuado por estupro e estupro de vulnerável. O pai das crianças foi encaminhado para a Cadeia Pública de Barra do Garças. As vítimas foram levadas para um abrigo e estão sob a guarda do Conselho Tutelar. Os conselheiros e o Ministério Público devem fazer uma triagem para identificar se há algum familiar que poderia cuidar das crianças.

G1

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Irmãs são presas por chantagear homem sob ameaça de divulgar vídeo íntimo

Foto: Divulgação / Polícia Civil
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Duas irmãs foram presas no Recife por chantagearem um homem sob ameaça de divulgarem um vídeo íntimo, gravado quando os três mantiveram relações sexuais. Maria Elisa, de 21 anos, e Maria Helena Marques dos Santos, de 22 anos, foram presas na última quarta-feira, no local onde esperavam a vítima para a entrega de uma das parcelas combinadas. Ao todo, elas exigiram o valor de R$ 28 mil.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Silvana Carla, da delegacia de Espinheiro, as irmãs estavam chantageando a vítima desde janeiro e ameaçavam divulgar o vídeo íntimo no Tribunal de Justiça, onde ele trabalha.

– Segundo a vítima, ele se envolveu primeiro com uma das irmãs, que era ascensorista no prédio onde ele trabalhava, depois conheceu a outra e começou a se relacionar com as duas. Elas começaram a chantagem em janeiro e ele só denunciou na última semana porque não suportava mais aquele tipo de prática e não tinha mais dinheiro para manter o acordo – explicou a delegada.

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Com as duas, a polícia encontrou celulares e grande quantia em dinheiro
Com as duas, a polícia encontrou celulares e grande quantia em dinheiro Foto: Divulgação / Polícia Civil

Maria Elisa e Maria Helena começaram pedindo valores baixos, entre R$ 50 e R$ 150, mas foram aumentando com o passar do tempo. O último pedido feito era de R$ 9.500, mas a vítima havia conseguido apenas R$ 2.500, após fazer um empréstimo bancário. Com medo de ter o vídeo divulgado por não dar o valor exigido, ele chamou a polícia.

– Qualquer pessoa que estiver sofrendo esse tipo de crime precisa entender que é importante procurar a polícia a partir do primeiro momento, pois é um caminho sem fim. Elas foram pedindo dinheiro aos poucos e agora a vítima não tinha mais como custear e se desesperou. Qualquer um pode vir à delegacia para denunciar que sua identidade será preservada – afirmou.

Em depoimento, as irmãs disseram que usariam o dinheiro para construir a laje da casa da mãe e usavam o cartão da poupança de uma terceira pessoa, para evitar que os depósitos fossem identificados. Essa pessoa ainda será ouvida.

Extra

Dores físicas e emocionais são ‘irmãs’

ratueira“Achei que ia fazer xixi e desmaiar. Não chorei porque não conseguia chorar. Foi quando a mulher enfiou o alicate lá no fim da unha. Foi uma dor rápida, mas bem forte, uma das piores que já senti”. Essa é a descrição da estudante de arquitetura Maria Luiza de Souza, 22, sobre sua experiência em uma podóloga para desencravar uma unha.

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“Você vai bater o carro e vai matar todo mundo”, avisou a mãe da jornalista Thaís Helena Amaral, 25, enquanto as duas corriam na estrada para tentar salvar Simba, o pet que ela tinha desde os 9 anos. Em vão: morreu no colo da mãe. “Chorei até dormir. Nos dias seguintes, via ele em todos os lugares. É uma dor que esmaga dentro do peito, como se tivesse levado um soco”, conta Thaís.

Os relatos de Maria Luiza e Thaís são diferentes. Um retrata uma dor física e outro uma dor emocional. No entanto, recentes pesquisas de neuroimagem mostram que ambas ativam as mesmas regiões cerebrais relacionadas a dor.

“Existe um paralelo entre esses dois tipos de sensação. A dor de quem leva o fora da namorada produz uma sensação análoga à dor de quem martela o dedo”, explica Daniel de Barros, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Um dos primeiros a demonstrar isso foi Ethan Kross, da Universidade de Michigan. Ele e seus colegas analisaram 21 homens e 19 mulheres que haviam sido dispensados pelo parceiro. Os voluntários passaram por testes de ressonância magnética durante duas tarefas: ao segurar um copo de café quente e ao olhar para fotos de seus antigos amores. As regiões do cérebro ativadas foram as mesmas. “Isso mostra que aquela história de dor na alma não é metáfora, é dor mesmo”, diz Barros.

Uma pode levar à outra, inclusive. Quem passa por traumas psicológicos pode desenvolver quadros depressivos, que aumentam o risco da pessoa ter outras doenças, como a fibromialgia, uma síndrome que provoca dores por todo o corpo.

Além disso, a mesma lesão pode causar reações diferentes conforme a situação. É o caso de um jogador de futebol quando se machuca no calor da partida e continua em campo. A adrenalina do jogo faz com que o atleta não sinta a dor como a sentiria em repouso. “A dor está no meio do caminho, numa interação constante entre mente, ambiente e corpo”, afirma Sander Fridman, psiquiatra do Centro Médico Adventista Silvestre, do Rio de Janeiro.

As duas dores, física e emocional, ainda compartilham algo intrínseco: a nocividade. “Elas sinalizam algo ameaçador, algo a ser evitado. É assim quando você pisa em um espinho, e é assim com um abatimento emocional grande. Você não deve continuar desse jeito, seja com o pé no espinho, seja com uma depressão prolongada”, explica Barros.

Estadão

Desempregado ameça matar irmãs, mãe e avó e acaba preso

presoA polícia militar prendeu nesta terça-feira (09), na cidade de Aparecida, Sertão paraibano, o desempregado Francisco Alexandro da Silva, de 41 anos. Ele é acusado de ameaçar matar a família.

De acordo com informações da Polícia Miliar, o acusado chegou em casa embriagado e passou a afirmar que iria matar suas irmãs, a avó e a mãe. As vítimas rapidamente ligaram para o número de emergência 190 da PM informando o ocorrido.

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Uma viatura da PM foi ao local e constatou a informação. O acusado, que apresentava visíveis sintomas de embriaguez alcoólica, foi preso em flagrante e em seguida levado até a delegacia da Polícia Civil de Sousa, onde foi autuado pelos crimes de ameaça e violência contra mulher.

Na delegacia, o desempregado negou as acusações e disse que é inocente. “Nunca fui preso, eu não ameacei ninguém, sou inocente”, declarou.

MaisPB com Diário do Sertão

Irmãs são encontradas mortas em casa em Itaquaquecetuba

A Polícia Militar encontrou os corpos de duas irmãs mortas em Itaquaquecetuba no fim da tarde desta quinta-feira (4). A PM foi acionada depois de uma ligação da avó das meninas e de vizinhos. Elas estavam deitadas no chão da cozinha próximas da porta que dá para o quintal na casa que fica no Jardim Scafid II.

“Tinha um pouco de sangue no local, na faca e na pia. No banheiro tinha sangue com roupa meio molhada”, descreveu o cabo Fábio Kendi Otsubo que foi um dos primeiros policiais a entrar no local do crime. De acordo com Otsubo, a perícia informou que a menina de 5 anos sofreu algum tipo de estrangulamento. “Já a bebê de 5 meses não sabemos ainda. Também não havia sangue ou marca de perfuração nas meninas. Mas, só a perícia dirá exatamente a causa da morte.” O policial disse ainda, que a princípio, a mãe das crianças é a principal suspeita do crime. Otsubo contou que por volta das 15h, a suspeita ligou para a sua mãe e disse estar em Guarulhos.

Criança morta em Itaquaquecetuba (Foto: Jéssica dos Santos Andrade/ arquivo pessoal)Criança morta em Itaquaquecetuba
(Foto: Jéssica S. Andrade/ arquivo pessoal)

A enfermeira Jéssica dos Santos Andrade é vizinha da família. Ela e um outro vizinho ajudaram a abrir o imóvel. A avó contou aos vizinhos que recebeu um telefonema da mãe das crianças, pedindo que ela fosse até a casa, pois as meninas estavam sozinhas.

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Jéssica conta que assim que entrou viu pela janela os corpos das meninas deitados no chão da cozinha, como se estivessem dormindo. “Ao lado estava um botijão de gás com a mangueira rompida. Eu vi uma faca suja de sangue na cozinha. Fui ao banheiro e vi no chão perto do chuveiro um pouco de água com sangue”, relatou a enfermeira. Ela completou que assim que viram a cena, eles saíram da casa e chamaram a polícia.

Meninas foram encontradas em casa no Jardim Scafid II em Itaquaquecetuba (Foto: Jamile Santana/G1)Meninas foram encontradas em casa no
Jardim Scafid II em Itaquaquecetuba
(Foto: Jamile Santana/G1)

O mecânico Antonio da Silva mora há dez anos na rua da família e conta que os vizinhos se mudaram para o local há um ano e meio. Ele disse que a relação deles sempre foi boa e nunca ouviu briga.

Silva descreveu a mãe das meninas como uma mulher reservada que ficava trancada em casa e falava pouco com os vizinhos. Os corpos já foram retirados da casa. A ocorrência será registrada em uma das delegacias deItaquaquecetuba. A polícia faz buscas para encontrar a mãe das crianças.

 

G1

Cantor de arrocha não estuprou irmãs em Santa Rita, revela laudo do IPC

cristiano silvaO Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa divulgou nesta quinta-feira (16) o resultado do exame de material genético colhido no cantor de música brega Cristiano Vasconcellos Silva, 36 anos, preso em dezembro do ano passado, suspeito de ter estuprado duas irmãs de 12 e 14 anos, em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa. Segundo a advogada de defesa, Laura Almeida, o resultado deu negativo e comprovou que ele não estuprou as irmãs.

“Foram feitos dois exames. Um confirmou que as irmãs foram abusadas e o resultado do outro – onde o cantor era acusado do estupro – deu negativo. O material colhido da gengiva dele e das partes íntimas das garotas não deu compatível. Isso prova que o Cristiano Vasconcellos não estuprou as irmãs, como sempre afirmou. O exame só veio comprovar que ele é inocente”, comemorou a advogada.

Segundo o delegado seccional de Santa Rita, Everaldo Medeiros, a Polícia Civil deve enviar ainda nesta quinta à Justiça, o laudo que analisou o sêmen colhido no corpo de uma das garotas vítimas de estupro.

À época, Everaldo Medeiros disse ao Portal Correio, que as meninas e o menor, que estava com ela, entraram em estado de choque ao avistar o cantor na sala de reconhecimento da delegacia e confirmaram, de forma veemente, que Cristiano Vasconcellos teria sido o autor do estupro.

Ainda de acordo com o delegado, “a prova genética se caracteriza como um novo elemento substancial e concreto que pode gerar um novo entendimento do juiz sobre o caso, resultando na concessão ou não de liberdade ao suspeito”, finalizou.

A advogada Laura Almeida revelou que vai requerer a liberdade do seu cliente, tendo em vista, que foi considerado inocente do estupro. “Vou imediatamente solicitar que o meu cliente deixe o presídio, através de habeas corpus. Já estou de posse do documento para entregar à 5ª Vara Mista de Juizado de Santa Rita”.

Cristiano Vasconcellos Silva está detido em uma das celas do Presídio Padrão de Santa Rita, desde que teve sua prisão preventiva decretada. “Apesar de estar preso, ele foi bem tratado pelos outros presos, que acreditavam na inocência dele”, disse a advogada.

Portal Correio 

Homem é executado quando chegava do trabalho na frente das irmãs em Santa Rita

 

Dorivaldo Ferreira de Moura 37 anos, foi assassinado quando chegava do trabalho na comunidade de Tibiri fábrica, por volta das 17 horas e 50 minutos, por homem guiando uma moto preta, na frente das irmãs na rua Dom Pedro ll, em Santa Rita, portando arma de fogo disparou 3 vezes sobre a vítima chegando a falecer no local.
Dorivaldo trabalhava em uma construção em Marcus Moura e ao meio dia veio almoçar com seu pai e relatou pra ele que um amigo teria ido a sua procura no trabalho para matá-lo, seu pai Zé Moura aconselhou para não mais sair de casa.
Por volta das 17hs50minutos o suposto motoqueiro passou enfrente á sua casa e Dorivaldo o chamou ”Ranierre vem cá “, disse a vítima e Ranierre respondeu ” volto já, poucos minutos ranierre voltou e foi logo disparando com arma de fogo vários tiros por trás do da vítima chegando a óbito no local.
De acordo ás informações do delegado Vadênio Lobo de plantão que já tem informações do criminoso conhecido por Ranierre que residi na rua do rio em Santa Rita, a polícia saiu em diligência más não encontrou o acusado que com destino ignorado.
Moura da associação pai da vítima muito conhecido na cidade disse que seu filho era um homem trabalhador no ramo de construção civil e tinha uma empresa de perfuração de poços artesiano, casado deixou dois filhos, que no presente momento clamou por justiça para os assassinos.
O crime chamou a atenção dos visinhos e curiosos de outros bairros. Dorivaldo era uma pessoa muito bem relacionada na sociedade e tinhas muitos amigos que naquela localidade todos clamam por justiça e a prisão dos elementos.
De acordo uma das irmãs da vítima que não quis se identificar disse que na hora todas viram pessoas viram na hora, mas se negaram a comentar o fato.

Lamartine do Vale, do Paraíba Urgente
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