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Homem é preso suspeito de ameaçar e agredir mãe e irmã em Cuitegi

Um homem foi preso suspeito de ameaçar e agredir a mãe e a irmã, no Centro de Cuitegi, na Paraíba. De acordo com as vítimas, o homem teria exigido uma quantia em dinheiro da mãe.

A irmã ao presenciar teria tentado intervir, quando o acusado começou agredi-la. A mulher ficou machucada.

A Polícia foi acionada e prendeu o acusado por violência doméstica.

Ele foi levado para Delegacia de Polícia Civil.

 

clickpb

 

 

Novo reforço do Belo revela golpes da irmã: ‘Não compartilho com safadeza’

Novo contratado do Botafogo da Paraíba, o lateral-direito Léo Moura, de 41 anos, fez um alerta aos seguidores de suas redes sociais.

O jogador pediu cuidado para que as pessoas não caiam em um golpe que vem sendo aplicado por sua própria irmã, Lívia Moura. Ele diz que não fala com a irmã há um ano.

“Eu não compartilho com mau caratismo e nem safadeza. Eu só uso um número de telefone e não falo com a Livia da Silva Moura faz 1 ano. Não acreditem nela. O que ela falar em meu nome, não levem adiante. Qualquer outro número de telefone ou Instagram, não sou eu e sim a Livia se passando por mim”, escreveu em seus stories.

Léo Moura foi anunciado oficialmente pelo Botafogo-PB na última segunda-feira (27). Moura jogou até o fim de 2019 no Grêmio, onde fez 23 jogos e conquistou Libertadores (2017), Recopa Sul-Americana (2018) e dois Gauchões (2018 e 2019).

MaisPB

 

 

Homem que matou irmã e jovem é enterrado no mesmo cemitério que vítima

O homem suspeito de atirar contra três pessoas e depois se matar, no sábado (4) em Campina Grande, foi enterrado no mesmo cemitério que a irmã, no início da manhã desta segunda-feira (6). Foram atingidos pelos disparos a irmã dele, Geni Monteiro Costa; o sobrinho do suspeito, Alisson Ramom Sales, de 23 anos; e a namorada de Alisson, Cíntia Raquel Costa, de 22 anos.

Na noite do crime, todos foram levados para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A idosa não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na noite do sábado. A jovem de 22 anos passou por cirurgia, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na unidade de saúde na manhã deste domingo (5). O jovem ficou ferido com um tiro no braço e recebeu alta médica.

O corpo do atirador, de 72 anos, foi enterrado no cemitério do bairro José Pinheiro. No mesmo local foi enterrada uma das vítimas, a irmã do suspeito, Geni Monteiro Costa, de 77 anos. Os corpos foram sepultados em túmulos diferentes. O corpo de Cíntia Raquel Costa será enterrado no mesmo cemitério, na tarde desta segunda-feira.

Foto: Felipe Valetim \ TV Paraíba

G1

 

Homem mata irmã e jovem a tiros e depois se mata, em Campina Grande

Um homem de 72 anos matou a irmã, de 77 anos, a tiros, na noite deste sábado (4), no bairro do José Pinheiro, em Campina Grande. De acordo com informações da Polícia Militar, o homem atirou contra três pessoas e se matou logo após o crime.

Foram atingidos pelos disparos a idosa Geni Monteiro Costa, o sobrinho do suspeito, Alisson Ramom Sales, de 23 anos, e a namorada de Alisson, Cíntia Raquel Costa, de 22 anos. Todos foram levados para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. O jovem ficou ferido com um tiro no braço, mas recebeu alta médica.

A idosa não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na noite do sábado. A jovem de 22 anos passou por cirurgia, mas, de acordo com o médico Geraldo Medeiros, que realizou a cirurgia, Cíntia Raquel sofreu lesões no coração e quatro lesões no pulmão, não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na unidade de saúde na manhã deste domingo (5).

No local do crime, a Polícia Militar apreendeu o revólver que foi usado na ação. Até as 9h30 ainda não havia informações do que teria motivado o crime.

G1

 

Solânea: Homem que praticou sexo com a própria irmã menor de 14 anos é condenado a 15 anos de prisão

Um homem foi condenado a 15 anos de prisão por ter praticado sexo com a própria irmã, menor de 14 anos. A sentença é do juiz Osenival dos Santos Costa, da Comarca de Solânea, no Brejo da Paraíba. O acusado foi condenado pelos artigos 217-A, que é estupro de vulnerável, com artigo 226, inciso II, e artigo 71, todos do Código Penal.

De acordo com os autos, os dois são irmãos pelo lado materno. A genitora, ao tomar conhecimento do relacionamento mantido entre vítima e acusado, se dirigiu até a delegacia para narrar os fatos. Ela percebeu que a sua filha e o denunciado apresentavam um comportamento estranho. Até que a mãe perguntou a vítima, que admitiu a existência de um relacionamento amoroso com o irmão.

Nas alegações finais, o Ministério Público requereu a condenação do réu nos termos da denúncia. Já a defesa pugnou pela absolvição nos moldes do artigo 386, inciso III, do Código de Processo Penal (CPP). Ao julgar o caso, o juiz Osenival dos Santos destacou que, diante das provas documentais e testemunhais carreadas aos autos, não há como acolher as razões finais da defesa para absolvê-lo das graves imputações que lhe foram feitas.

De acordo com o magistrado, o crime de estupro de vulnerável restou configurado, tendo em vista que o acusado, conscientemente com a concordância da vítima, praticou com a mesma relações sexuais quando esta tinha apenas 13 anos. “Verifica-se que, além da gravidade do crime, há incidência de uma majorante especial decorrente da relação de parentesco, visto que tanto o réu, como a vítima, afirmaram serem irmãos unilateral pelo lado materno”, ressaltou.

Na decisão, o juiz concedeu ao réu o direito de aguardar o trânsito em julgado da sentença em liberdade.

blogdofelipesilva

 

Famílias na PB negam 41% das possíveis doações de órgãos; irmã de doador destaca importância

Cerca de 41,6% das possíveis doações de órgãos na Paraíba em 2019 não ocorreram por negativas das famílias, segundo dados da Central de Transplantes do estado, coletados até o dia 19 deste mês. Edmilson Silva é uma exceção a essa estatística. Após a morte dele, no dia 6 de setembro, a família decidiu doar o coração, rins, córnea e fígado. “Eu saberia que, a cada pessoa que recebesse um órgão, ia estar ali um pedacinho dele, sobrevivendo”, contou Lenilda Silva, irmã dele.

A coleta do coração de Edmilson para transplante foi a primeira realizada na Paraíba em um período de 10 anos, caso que virou exemplo e ganhou destaque ao longo da semana desta sexta-feira (27), Dia Nacional do Doador de Órgãos e Tecidos.

Os dados indicam que, até o dia 19 de setembro, 48 mortes encefálicas foram confirmadas pela Central, sendo 33 em João Pessoa e 15 em Campina Grande. Porém, apenas em 11 casos os órgãos foram efetivamente captados e o motivo que mais pesa para a diferença entre esses números é o “não” ao procedimento, dito por 20 famílias.

A doação de órgãos pós-morte só pode ocorrer, de acordo com o Ministério da Saúde, quando é constatada a morte encefálica, ou seja, quando ocorre a perda completa e irreversível das funções cerebrais.

O irmão de Lenilda morreu após sofrer um acidente de moto, quando estava indo buscar uma outra irmã. Aos 34 anos, ele morava em Cabedelo, município situado na Grande João Pessoa, era casado e pai de dois filhos, um de 8 anos de idade e outro que ainda está na barriga da mãe, com quatro meses de gestação.

“Eu choro todos os dias. Ele era uma pessoa muito boa, muito amorosa, gostava de ajudar, estava sempre presente. É uma dor inesquecível, na verdade. Eu acredito que o que mais fez conformar (com a morte) foi a doação de órgãos. Depois disso, pra minha família, pra mim, ele não se foi”, lembrou Lenilda.

O pedreiro foi internado no Hospital Estadual de Emergência e Trauma de João Pessoa em uma segunda-feira, dia 2 de setembro, e entrou em coma no dia 4 do mesmo mês. Na quinta-feira, ao ir visitar o irmão, Leninha, como é chamada pelos amigos, descobriu que ele havia morrido.

A diarista contou que foi abordada por uma equipe médica, que perguntou se a família gostaria de doar os órgãos e informou que esse ato poderia salvar as vidas de até seis pessoas. De primeira, ela concordou. Entretanto, ainda era preciso conversar com os outros membros da família sobre o assunto, enquanto dava a notícia da morte do irmão.

Lenilda descreve o irmão Edmilson, que morreu e teve os órgãos doados na Paraíba, como amoroso e prestativo — Foto: Lenilda Silva/Arquivo pessoal

Lenilda descreve o irmão Edmilson, que morreu e teve os órgãos doados na Paraíba, como amoroso e prestativo — Foto: Lenilda Silva/Arquivo pessoal

“Tava eu e minha irmã comigo. Aí eu perguntei a ela ‘tu vai aceitar que seja feita essa doação de órgãos?’ e ela falou ‘não, eu quero meu irmão por completo’. Aí foi quando eu expliquei pra ela ‘irmã, o importante é o espírito e ele já partiu pra Cristo, ele não se encontra mais aqui, o que está aqui é uma matéria. Tu já imaginou um pedacinho dele salvando seis vidas?’” comentou.

Com a resistência da irmã, elas decidiram conversar com a mãe sobre o procedimento. À princípio, ela hesitou tomar a frente, porém escolheu seguir com a doação e ver a vida do filho continuar em outras pessoas. Leninha relatou ainda que, no dia do velório, a mãe deles contou que foi lembrada, por outra pessoa, de um pedido que havia sido feito pelo filho pouco tempo antes do acidente.

“Ela disse que tinha esquecido desse pedido que ele tinha feito, mas essa pessoa foi e lembrou a ela. ‘Lembra do dia que ele falou pra senhora que, no dia que Deus levasse ele, doasse um pedacinho dos órgãos dele pra pessoas que precisassem?’ Aí foi quando confirmou a minha decisão”, narrou.

Até o dia 19 deste mês, a Paraíba tinha 360 pessoas que aguardavam por córneas, 146 por rins, 10 por fígado e uma por coração. Em contrapartida, até então tinham sido realizados 102 transplantes de córneas, 14 de fígado e 17 de rins, além de seis transplantes entre pessoas vivas.

A decisão da mãe de Edmilson foi aceita e respeitada pelos oito irmãos e pela esposa dele, segundo Leninha. A família acompanhou o processo de retirada e permaneceu no hospital até o momento em que alguns dos órgãos foram encaminhados para Recife, em Pernambuco, para transplante.

“Desde o dia da doação até hoje eu não escuto nenhuma pessoa da minha família dizer que está arrependida do que fez. Não, eu escuto dizer que foi a melhor coisa que fez”, disse.

O ato da família não somente salvou as vidas dos receptores, mas inspirou outras pessoas, que presenciaram todo o processo, a tomar a mesma decisão quando chegar o momento necessário, como foi o caso do esposo de Leninha.

“Ele tinha falado pra mim assim ‘no dia que eu falecer, não doe meus órgãos’. Ele falou desse jeito pra mim. Aí quando foi na retirada dos órgãos do meu irmão, quando passaram com o coração dele [Edmilson], ele [o esposo] pegou a chorar e falou assim ‘no dia que eu falecer, o que servir de mim pode doar’”, destacou.

A diarista, que explicou que tomou a frente de quase todas as questões que precisaram ser resolvidas depois do acidente, comentou que a “ficha só caiu” quando precisou escolher o caixão. No entanto, ela afirmou que a decisão de doar os órgãos foi, em meio a tantas dificuldades, um acerto.

“É tanta gente na fila de espera, esperando por um órgão. Muita gente com poucos dias de vida. E às vezes tem gente que tem possibilidade de doar, mas não doa. Eu me vejo no lugar daquela pessoa esperando por uma doação de órgão e, de repente, essa pessoa aparece e doa. Tu já imaginou como eu não ficaria? Eu acho que eu não teria palavras pra agradecer à família daquela pessoa, porque eu saberia que estava salvando a minha vida”, frisou.

“Eu saberia que ele tinha partido, mas deixou um pedacinho dele para me deixar viva na Terra. É por isso que eu não me arrependo”, ressaltou.

Transplantes impossibilitados

O Diretor da Central de Transplantes da Paraíba, o médico Luís Gustavo, afirmou que a proporção de negativas das famílias em relação ao total de possíveis doações teve uma baixa significativa em agosto.

Número de transplantes de órgãos tem crescido na Paraíba, segundo dados da Secretaria de Saúde — Foto: Secom-PB/Divulgação

Número de transplantes de órgãos tem crescido na Paraíba, segundo dados da Secretaria de Saúde — Foto: Secom-PB/Divulgação

“Esse mês a gente teve cinco potenciais doadores que tornaram-se doadores efetivos, que é muito para um mês. Então a gente diminuiu significativamente a negativa familiar, quando a gente avalia de forma ampla, era 70%, então já está caindo”, explicou.

Entre os outros motivos que impossibilitaram a doação de órgãos entre as 48 mortes encefálicas estão parada cardiorrespiratória antes da retirada, contraindicação pelas condições clínicas e idade avançada.

A doação

Os órgãos e tecidos doados são direcionados para pacientes que estão aguardando em uma lista única, organizada pela Central de Transplantes das Secretarias Estaduais de Saúde e controlada pelo Sistema Nacional de Transplante, segundo o Ministério da Saúde.

Ainda conforme a pasta, o Brasil possui o maior sistema público de transplantes do mundo, o Sistema Único de Saúde (SUS), pelo qual os pacientes recebem assistência integral e gratuita. Veja abaixo as diretrizes para o procedimento.

Tipos de doadores

  • Doadores vivos: qualquer pessoa que concorde com o procedimento, desde que não prejudique a própria saúde. Nesses casos, podem ser doados um dos rins, parte do fígado, da medula óssea ou do pulmão. A legislação estabelece que parentes de até quarto grau e cônjuges podem ser doadores, porém, pessoas que não têm essas relações devem obter autorização judicial.
  • Doadores falecidos: como foi o caso de Edmilson, são pacientes com morte encefálica confirmada, geralmente vítimas de traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC). O diagnóstico é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Em caso de parada cardiorrespiratória, podem ser doados tecidos, como córnea, pele e muculoesquelético.

Doação pós-morte

No Brasil, conforme o Ministério, esse tipo de doação só pode ser feita com a autorização familiar, ou seja, não existe uma forma efetiva de garantir que a vontade do doador se cumpra. Por isso, o caminho mais indicado é o diálogo. Apesar disso, caso haja decisão judicial, a vontade pode ser respeitada se tiver sido expressamente registrada.

Medula óssea

O transplante pode ser feito entre pessoas vivas e consiste na substituição de medula óssea doente por células normais. Os doadores devem ser cadastrados no Registro nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Este ano, um paraibano realizou esse tipo de doação pela segunda vez em menos de quatro anos, por ser compatível com receptores. “Desejo que mais pessoas consigam salvar vidas”, afirmou Arinaldo Azevedo, de 35 anos.

*Sob supervisão de Taiguara Rangel

G1

 

Filho mandou matar pai por R$ 4 mil e irmã seria a próxima, diz polícia

Paula Carvalho seria a próxima vítima do irmão adotivo Paulo Rodrigo Ribeiro Teixeira de Carvalho, preso nesta segunda-feira (26), suspeito de mandar matar o pai adotivo, o auditor fiscal Paulo Germano Teixeira de Carvalho, de 67 anos. Ele morreu no dia 7 de julho em um falso assalto numa granja em Paratibe, na Zona Sul de João Pessoa.

Durante entrevista coletiva na tarde desta segunda (26), o delegado Hugo Helder disse que o crime foi planejado por Paulo Rodrigo e que ele pagaria R$ 4 mil ao homem que seria executor do assassinato, Diego da Silva Cavalcanti.

O plano

O plano inicial de Rodrigo era que Diego matasse o auditor fiscal quando ele saísse de uma missa, no dia 7 de julho, mas o pneu da moto utilizada no crime furou e a ideia acabou sendo adiada. Conforme o delegado, Rodrigo levou os parentes que estavam na granja para outro local e deixou o portão destrancado, o que facilitou o acesso de Diego à granja.

De acordo com a polícia, Diego matou o auditor fiscal depois que ele chegou à granja, após a missa, com três tiros e roubou celulares e uma quantia de R$ 1.800 em dinheiro, para simular o assalto. O acordo era que esse dinheiro ficaria com Diego, que receberia depois mais R$ 4 mil pelo assassinato.

Mais envolvidos

Segundo a polícia, o irmão de Diego, Carlos Roberto Ferreira Pontes, também estaria envolvido no caso e seria o responsável por mediar a comunicação entre Diego e Rodrigo após o assassinato.

Mais vítimas

Depois do crime, o plano do trio era executar mais duas pessoas, sendo a irmã de Rodrigo, Paula Carvalho, e uma pessoa que estaria cometendo pequenos furtos nas imediações da casa do suspeito. Paula acusa o irmão adotivo de mandar matar o pai deles por causa de herança.

Prisão

Rodrigo, Diego e Carlos foram presos na Operação Édipo, que leva o nome do personagem da mitologia grega que matou o pai. Os três foram levados para a Central de Polícia no Geisel, em João Pessoa, onde estão à disposição da Justiça.

Conforme o delegado Hugo Helder, outras pessoas são investigadas como suspeitas de participação no crime, como o caseiro que estava na granja no dia do assassinato e também é a principal testemunha.

 

portalcorreio

 

 

Homem é preso suspeito de agredir irmã e sobrinhos na zona rural de Jericó

Um homem, de 42 anos de idade, foi preso na noite deste sábado (24) suspeito de agredir sua própria irmã e os sobrinhos no Sítio Alegre, zona rural de Jericó, no Sertão do Estado. A Polícia Militar foi informada sobre a ocorrência de agressão física por volta das 21h.

A mulher, de 34 anos de idade, relatou aos policiais que estava em casa quando seu irmão chegou e, sem motivo algum, começou a agredir os filhos dela, sobrinhos do acusado.

Observando a situação, a mulher buscou defender seus filhos, mas acabou também sendo agredida pelo irmão. Ele a puxou pelos cabelos e ainda efetuou socos em sua cabeça, deixando hematomas.

O suspeito, identificado como José Oliveira Filho, foi localizado e preso. Ele foi levado até a Delegacia de Polícia Civil de Catolé do Rocha para que fossem adotados os procedimentos necessários ao caso.

 

clickpb

 

 

Irmã de pastor diz à polícia que viu celular da vítima na casa de Flordelis após o crime

A irmã do pastor Anderson do Carmo de Souza, assassinado na madrugada do último dia 16, revelou à Polícia Civil que viu o celular do irmão na casa onde ele morava com a esposa, a pastora Flordelis dos Santos de Souza, logo após o crime. Michele do Carmo de Souza prestou depoimento na última quarta-feira, na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, durante cerca de quatro horas. O telefone celular de Anderson ainda não foi localizado pela polícia. Nos próximos dias, a pedido do Ministério Público estadual do Rio, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se parte da investigação que tenha relação com Flordelis, que é deputada federal, permanece com a Polícia Civil do Rio.

Michele esteve no imóvel em Pendotiba, Niterói, logo após ter sido informada do crime. A polícia já sabe que o telefone da vítima foi usado horas após o assassinato do pastor. Uma pessoa que se identificou como filho de Anderson enviou mensagens em grupos do WhatsApp de Anderson confirmando a sua morte. A DH investiga a informação de que uma das netas de Flordelis esteve na Praia de Piratininga, também em Niterói, dois dias após o crime, e arremessou um telefone no mar.

A suspeita dos investigadores é de que o aparelho seja de Anderson ou de Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis que está preso por suspeita de ter cometido o crime. O celular de Flávio também não foi localizado pela polícia.

Em entrevista concedida aos jornalistas na última semana, na Delegacia de Homicídios , o advogado contratado pela irmã do pastor afirmou que vinha causando estranheza a falta de colaboração de Flordelis e dos filhos para elucidar o crime.

– Não há uma participação efetiva deles para o esclarecimento sobre o que aconteceu. Há pontos que precisam se explicados, como o sumiço do celular do Anderson. Há informações de que o aparelho teria sido entregue a Flordelis e depois repassado para alguém – disse o advogado.

O Ministério Público estadual do Rio requisitou, na última semana, o desmembramento do inquérito da morte de Anderson em relação a partes da investigação que têm relação com Flordelis. O pedido foi aceito pela 3ª Vara Criminal de Niterói. Na última sexta-feira, o MP encaminhou ao STF cópia das partes do inquérito que tenham conexão com a deputada, solicitando que o tribunal defina de quem é a competência para a investigação.

No ano passado, o STF decidiu que deputados federais e senadores só possuem foro por prerrogativa de função em crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas. Na última semana, o ministro Celso de Mello, do STF, sem citar nomes, fez referências à investigação da morte de Anderson. Ele afirmou que a Polícia Civil de “determinado estado” informou estar investigando “determinado membro do Congresso Nacional”.

– Ora, ainda que aquele delito de homicídio nada tenha a ver com o desempenho da função parlamentar, a mim me parece que aí sim está sendo usurpada a competência penal originária do Supremo Tribunal Federal, pois cabe ao Supremo Tribunal Federal, que em regra é o juiz natural dos congressistas, nos ilícitos penais, dizer se afinal há ou não há conexão daquele delito com a função congressual. E, em não havendo, é claro, determinar-se-á o deslocamento, a declinação da competência para o juízo de primeiro grau – disse Celso.

Após a manifestação de Celso de Mello, o MP estadual do Rio decdiu encaminhar cópia do inquérito ao STF. O tribunal deve decidir nos próximos dias sobre o pedido.

Nessa quarta-feira, a defesa de Flávio, filho de Flordelis, recorreu ao STF para ter acesso ao inquérito sobre a morte do pastor. Os advogados alegam que não conseguem ter acesso à investigação na DH de Niterói e São Gonçalo. O processo tem como relator o ministro Roberto Barroso. Além de Flávio, Lucar Cézar dos Santos, filho adotivo da deputada e do pastor, também está preso por suspeita de participar do crime.

EXTRA