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Avião ucraniano pegou fogo e voltava para o aeroporto no Irã quando caiu, diz relatório inicial

O avião ucraniano que caiu em Teerã, no Irã, voltava para o aeroporto da cidade logo após a decolagem por causa de um problema, afirma o relatório inicial da autoridade iraniana de aviação civil, divulgado nesta quinta-feira (9). As 176 pessoas que estavam a bordo morreram. Testemunhas disseram que Boeing 737 pegou fogo antes de cair.

“O avião que se dirigia, a princípio, para o oeste para sair da zona do aeroporto, girou para a direita, devido a um problema, e estava no caminho de regresso ao aeroporto quando caiu”, explicou o Organização da Aviação Civil iraniana.

Testemunhas presenciais relataram um incêndio no Boeing 737 que se intensificou. Essas testemunhas acompanharam a decolagem do avião ou estavam em uma outra aeronave que voava em maior altitude do que o Boeing no momento da tragédia.

Irã se recusa a dividir os registros de avião que caiu no país com a Boeing

Irã se recusa a dividir os registros de avião que caiu no país com a Boeing

O voo 752 da Ukraine International Airlines partiu às 6h12 (horário local), com quase uma hora de atraso, do aeroporto Imam Khomeini, Teerã, e tinha como destino o Aeroporto Internacional Boryspil, em Kiev, na Ucrânia. O avião caiu em Shahedshahr, no sudoeste da capital iraniana.

A tragédia aconteceu poucas horas após o Irã ter disparado mísseis contra duas bases aéreas que abrigam tropas dos EUA no Iraque, em resposta à morte do general iraniano Qassem Soleimani. Não há informações sobre relação entre os dois incidentes.

Em meio à tensão que o Irã vive com os Estados Unidos, autoridades iranianas declararam que não irão entregar as caixas-pretas para a fabricante, a Boeing, ou para autoridades americanas.

A Convenção Internacional de Aviação Civil, da qual o Irã é signatário, prevê que fica responsável pela investigação o país onde a aeronave caiu (ou de onde ela partiu) – nesse caso, o Irã. Porém, a convenção prevê que o país fabricante (os EUA) e a empresa que o produziu, que é a Boeing, participem da investigação e tenham acesso às informações das caixas-pretas imediatamente.

Ucrânia quer investigar míssil russo

A Ucrânia é um dos países que participa das investigações sobre a queda do avião. O secretário do conselho de segurança nacional ucraniano, Oleksiy Danylov, informou que investigadores de seu país querem buscar possíveis destroços de um míssil russo no local do acidente depois de ler informações sobre isso na internet.

Os ucranianos investigam também a possibilidade de o avião ter colidido com um drone ou com outro objeto voador, problemas técnicos provocados por explosão ou ação terrorista dentro da aeronave.

‘Mínima probabilidade de erro’

Flores e velas foram colocadas em frente às fotos da tripulação do avião ucraniano que caiu logo após decolar de Teerã, no Irã, nesta quarta (8). Nenhuma das 176 pessoas que estavam a bordo sobreviveu ao acidente. — Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters

Flores e velas foram colocadas em frente às fotos da tripulação do avião ucraniano que caiu logo após decolar de Teerã, no Irã, nesta quarta (8). Nenhuma das 176 pessoas que estavam a bordo sobreviveu ao acidente. — Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters

Nesta quarta-feira (8), o vice-diretor de operações da Ukrainian International Airlines, empresa proprietária do avião, afirmou que a probabilidade de que um erro da tripulação tenha provocado a tragédia é mínima.

“O aeroporto de Teerã não é nada simples. Portanto, há vários anos a UIA utiliza esse aeroporto para realizar treinamento em aeronaves Boeing 737, com o objetivo de avaliar a proficiência e a capacidade dos pilotos de atuar em casos de emergência. Segundo nossos registros, a aeronave subiu até 2.400 metros. Dada a experiência da tripulação, a probabilidade de erro é mínima. Nem sequer consideramos essa chance”, diz o comunicado.

Mapa queda avião Irã — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Mapa queda avião Irã — Foto: Rodrigo Sanches/G1

 

G1

 

 

Irã diz que não entregará as caixas-pretas de avião que caiu para os EUA

A autoridade de aviação do Irã disse que não entregará aos Estados Unidos as caixas-pretas do avião que caiu em Teerã na manhã desta quarta-feira (8).

O voo PS752, da companhia UIA (Ukraine International Airlines) decolou às 6h12 na hora local (23h42 de terça em Brasília) e seguia para Kiev. Ele caiu cinco minutos após deixar o aeroporto de Teerã e percorrer cerca de 45 km. As 176 pessoas a bordo morreram.

“Não daremos as caixas-pretas ao fabricante [Boeing] nem aos norte-americanos”, disse  Ali Abedzadeh, diretor da autoridade de aviação iraniana, citado pela agência Mehr.

O avião acidentado era um Boeing 737-800, um dos modelos mais usados na aviação global. É praxe que o fabricante de uma aeronave acidentada participe das investigações, como modo de buscar meios de prevenir novos acidentes.

O piloto não chegou a declarar emergência nem pedir ajuda à torre de controle, segundo a autoridade de aviação civil do Irã. A mídia do país divulgou relatos de que o acidente foi causado por problemas técnicos.

A queda do avião ocorreu cerca de cinco horas depois que o Irã disparou mísseis contra bases americanas no Iraque, em resposta à um ataque dos EUA que matou o general Qassim Suleimani, principal autoridade militar iraniana.

As autoridades da Ucrânia e do Irã disseram que investigam as causas do acidente. A embaixada da Ucrânia descartou a possibilidade de terrorismo e inicialmente informou que teria ocorrido uma falha no motor do avião. No entanto, depois apagou a mensagem e disse que é preciso esperar as investigações para poder dizer, de modo oficial, quais foram as razões da queda.

“Peço a todos que evitem especulações e versões não verificadas da catástrofe”, escreveu o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, em uma rede social.

A aeronave acidentada, um Boeing 737-800NG, com três anos de uso, havia passado pela última manutenção na segunda-feira (6), sem registros de problemas, segundo a companhia aérea.

Devido aos ataques, diversas companhias deixaram de sobrevoar os territórios do Irã e do Iraque. Voos para a região das empresas Lufthansa, Emirates e Flydubai foram cancelados. A FAA (Agência norte-americana de aviação civil) proibiu companhias aéreas dos EUA de circular na região.

A Boeing enfrentou uma grave crise no ano passado, depois que dois aviões 737 MAX, fabricados pela empresa, caíram minutos após a decolagem, em acidentes que ocorreram com poucos meses de diferença.

 

FOLHAPRESS

 

 

Ataque dos EUA ao Irã gera tensão entre líderes mundiais

O ataque dos Estados Unidos que resultou na morte, no Iraque, de um militar de alta patente do Irã, o general Qassem Soleimani, e a tensão disparada com o ato repercutiram entre líderes mundiais. O tema ganhou visibilidade hoje (3) devido aos riscos da escalada do conflito entre as duas nações.

Diante da repercussão do episódio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, buscou justificar o ato. Em sua conta no Twitter, declarou que Soleimani matou ou feriu “milhares de americanos por um período estendido de tempo e planejava matar muito mais” e acusou-o de participar da morte de manifestantes iranianos em seu país.

“Embora o Irã não admitisse isso, Soleimani era odiado e temido em seu país. Eles não estão tristes como seus líderes querem fazer o mundo crer”. Trump acrescentou que as pessoas do Iraque “não querem ser dominadas e controladas pelo Irã”.

Também pelo Twitter, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, postou que o país vai “honrar a memória do Major Soleimani” e declarou três dias de luto. O presidente da República Islâmica do Irã, Hassan Rouhani, acrescentou que a “resistência contra os excessos dos Estados Unidos vai continuar” e que “o Irã vai se vingar deste crime hediondo”.

O ministro das relações exteriores do Irã, Javad Zariff, afirmou que o “ato de terrorismo internacional” dos Estados Unidos, a força mais efetiva de luta contra o Estado Islâmico, é “extremamente perigoso e uma escalada tola”. O chanceler completou que os EUA são responsáveis pelo seu comportamento “aventureiro”.

O primeiro-ministro do Iraque, Adel Abdul Mahdi, condenou o ataque, classificando-o como uma “agressão ao Iraque, ao Estado, ao governo e ao seu povo”, bem como uma violação da condição das forças dos Estados Unidos no país.

Outros países

Representantes do governo Russo criticaram o ato e manifestaram apoio ao Irã. O diretor do Conselho da Europa para Relações Exteriores, Carl Bildt, apontou que a situação enfraquece o Iraque e faz o país mais propenso à atuação de grupos terroristas, como o Estado Islâmico.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antônio Guterres, manifestou preocupação com a situação e advogou pela redução do aprofundamento dos conflitos no Golfo. “Este é um momento em que líderes devem exercitar sua cautela. O mundo não pode permitir uma nova guerra no Golfo”, pontuou.

O ministro das relações exteriores do Canadá, François-Phillipe Champagne, divulgou nota em tom semelhante na qual convoca os governantes dos países envolvidos “de todos os lados” para não permitirem a escalada do conflito. “Nosso objetivo continua sendo um Iraque estável e unido”, continuou, acrescentando que o país possuía preocupação com a atuação do general iraniano na região.

 

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Saída do Iraque

A embaixada dos Estados Unidos no Iraque emitiu um alerta de segurança recomendando que os cidadãos deixem o país em razão dos riscos de retaliação em razão do ataque. O órgão informou que as atividades estão suspensas e pediu que os cidadãos estadunidenses não se aproximem da sede.

No dia 31 de dezembro, a embaixada foi atacada por manifestantes na capital, Bagdá. Trump acusou o Irã de responsabilidade pelo ato. O governo iraniano, contudo, negou qualquer participação na iniciativa.

Entenda o caso

Um comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Solaimani, foi morto ontem (2) nos arredores do aeroporto de Bagdad, capital do Iraque. Soleimani era o comandante da unidade de elite Força Quds, uma brigada de forças especiais responsável por operações militares extraterritoriais do Irã que faz parte da Guarda Revolucionária Islâmica.

O governo dos Estados Unidos justificou a ação afirmando que as forças armadas do país “agiram defensivamente de forma decisiva, matando Qassem Soleimani para proteger os indivíduos americanos no exterior”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou a morte do comandante da força de elite iraniana Al-Quds, general Qassem Soleimani, anunciou o Pentágono em um comunicado. Na nota, o Pentágono disse que Soleimani estava “ativamente a desenvolver planos para atacar diplomatas e membros de serviço norte-americanos no Iraque e em toda a região”.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, respondeu que o país preparará uma “retaliação severa” pelo ataque.

Agência Brasil

 

 

Avião cai no Irã com 66 pessoas a bordo

ATR-72, aeronave da Aseman Airlines, durante pouso em Dubai em julho de 2008 (Foto: MARWAN NAAMANI / AFP)

Um avião operado pela Aseman Airlines, com 66 pessoas a bordo, caiu no sudoeste do Irã na manhã deste domingo (18), segundo a mídia iraniana.

A aeronave voava no trecho entre Teerã e a cidade de Yasuj e caiu na região montanhosa de Samirom, a cerca de 480 km da capital iraniana. Não há informações sobre sobreviventes.

Segundo informações da agência EFE, o porta-voz de Emergências iraniano, Moytaba Khaledi, explicou que o aparelho desapareceu do radar cerca de 20 minutos depois de ter decolado do aeroporto de Teerã com destino à cidade de Yasuy.

A companhia aérea chegou a confirmar que os 66 ocupantes do voo (incluindo uma criança) haviam morrido, mas em seguida retirou a informação, declarando que devido às circunstâncias especiais da região e a falta de acesso ao local do acidente, não poderiam confirmar de forma precisa e definitiva a morte de todos os ocupantes do avião.

Segundo a rede britânica BBC, o mau tempo teria impedido que um helicóptero de emergência chegasse ao local. Mas ainda não há informações sobre o que teria causado a queda do avião.

De acordo com as primeiras informações das agências Insa e Fars, atribuídas a Pirhosein Koolovand, chefe do serviço nacional de emergência, todos os serviços de socorro estão em alerta.

G1

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Árbitro do Majestoso irá processar Ganso por acusação de roubo

Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi  (Foto: site oficial / saopaulofc.net)
Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi
(Foto: site oficial / saopaulofc.net)

Aquilo não foi erro, foi roubo. Se fosse o Serginho Chulapa, ia no vestiário bater nele. Mas como isso não pode mais no futebol, o que o juiz fez foi palhaçada mesmo.

A declaração calorosa de Paulo Henrique Ganso após a derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Corinthians, pela Libertadores, deverá render um processo contra o jogador. A acusação de roubo indignou o árbitro Ricardo Marques Ribeiro que deverá processar o meio-campista. Na ação, Ribeiro pedirá reparação de danos morais ao atleta tricolor.

Ganso se referia ao lance do segundo gol corintiano, quando o atacante Sheik teria feito falta sobre o lateral-direito Bruno. Tanto o árbitro, quanto o bandeirinha nada assinalaram e o Corinthians marcou após rápido contra-ataque.

Para piorar, Serginho Chulapa se manifestou nesta quinta-feira (19) em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e falou sobre a polêmica acusação.

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— Ele foi mal nessa. Foi infeliz. Ele quis justificar o fracasso diante do Corinthians culpando a arbitragem e acabou até me citando. Eu não gostei. Acabou me usando como exemplo para uma situação negativa.

Paulo Henrique Ganso também terá que se explicar na Justiça desportiva e poderá ser suspenso na Libertadores.

R7

Mulher de 26 anos é enforcada no Irã por matar estuprador

mulherAs autoridades judiciais do Irã enforcaram na madrugada desde sábado Reyhaneh Jabbari, a jovem de 26 anos condenada à morte por matar o homem que a estuprou, confirmou à Agência EFE sua mãe, a atriz iraniana Shole Pakravan.

“Enforcaram minha filha, enforcaram minha filha”, dizia entre soluços.

No final de setembro, a jovem, presa desde 2006, quando tinha 19 anos, foi transferida do centro penitenciário, onde cumpria pena, para a prisão de Rajaishahr, perto de Teerã, onde se realizam execuções.

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Então, foram reativadas as campanhas e os pedidos internacionais para evitar o enforcamento, que foi suspenso temporariamente.

Organizações defensoras dos direitos humanos, como Anistia Internacional e Human Rights Watch, pediram o cancelamento da sentença por considerar que o julgamento de Jabbari não contou com as garantias necessárias.

A União Europeia também pediu que as autoridades iranianas revogassem a decisão judicial e realizem um novo processo.

Mais de 240 mil pessoas assinaram um abaixo-assinado no Avaaz para pedir a suspensão da execução alegando que a jovem “atuou em defesa própria”. No Facebook há diversas campanhas para apoiar sua causa, com páginas intituladas “Eu sou Reyhaneh Jabbari” e “Salvemos a Reyhaneh Jabbari da execução no Irã”.

O relator especial da ONU para os direitos humanos no Irã, Ahmed Shaheed, também pediu que a execução fosse cancelada e um novo julgamento realizado, por entender que parte da acusação se baseou em uma confissão foi obtida sob tortura.

Mês passado as autoridades iranianas intermediaram sem sucesso a tentativa de conseguir o perdão da família do falecido, que se negou a exercer esse direito, dado pela lei de guesas (lei islâmica de “olho por olho”, que exige o pagamento de sangue com sangue) que impera no Irã.

“Quero que o direito do sangue de meu pai seja cobrado o mais rápido possível”, declarou à Agência Efe há duas semanas Jalal Sarvandí, filho da vítima.

Segundo a versão da condenada, o médico a contratou para ajudá-la a decorar seu escritório e a levou a um edifício onde a estuprou, e ela se defendeu com uma pequena faca com e o feriu no ombro, mas não o matou.

Terra

Ricardo anuncia que estado irá recorrer contra redução de bancada, mas alfineta Assembleia Legislativa

ricardoO governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou em entrevista ao programa ‘Paraíba Verdade’, da Arapuan FM, que o governo do estado irá recorrer contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidiu reduzir a bancada paraibana na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa.

“Isso é muito ruim para a democracia. O estado da Paraíba está recorrendo novamente, através da Procuradoria, para garantir a quantidade de representação”, disse.

Apesar de manifestar interesse em manter a bancada paraibana com 12 deputados federais e 36 deputados estaduais, o governador não deixou de alfinetar os parlamentares ao afirmar que a qualidade dos parlamentares fica a critério da população.

 

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Ricardo Coutinho se mostrou indignado com o comportamento dos parlamentares da atual legislatura ao dizer que os deputados fazem oposição ao povo da Paraíba e não a ele. “A Assembleia deveria estar discutindo as ampliações dos aeroportos de João Pessoa e de Campina Grande, acompanhando o processo de industrialização do estado, mas preferem fazer a política menor”, alfinetou.

O chefe do executivo estadual também voltou a afirmar que é ‘vacinado’ contra as pesquisas eleitorais manipuladas e assegurou que existe uma ‘distância falsa’ entre o índice de aprovação de seu governo e o índice de intenções de voto.

Ele ainda classificou de ‘mesquinhez’ as declarações de políticos paraibanos contra a intenção do estado de promover o ‘Circuito do Forró’, em Campina Grande. “O São João de Campina é tão grande para mentalidades tão pequenas e ele não precisa ser compreendido com algo que não é propriedade de alguém, de algum grupo. Estamos oferecendo uma alternativa antes de começar o Parque do Povo em seis bairros com as melhores atrações que serão anunciadas por Chico Cesar e Rômulo Gouveia. Quem em sã consciência pode dizer que isso prejudica o maior São João do mundo, isso é uma visão oligárquica de posse sobre as coisas e que precisa acabar no estado”.

 

blogdogordinho

 

Fifa diz que irá cancelar todos os ingressos da Copa comprados de cambistas

Ingresso CopaA Fifa emitiu um comunicado, nesta quinta-feira, alertando aos torcedores para não comprar ingressos de “cambistas inescrupulosos” para os jogos da Copa do Mundo. A entidade ameaçou cancelar todos os tickets adquiridos de maneira não autorizada.

“Cambistas inescrupulosos em todo o planeta continuam se aproveitando dos torcedores ansiosos por conseguir ingressos para os jogos do torneio. Empresas, sites e pessoas físicas vêm, cada vez mais, oferecendo entradas a torcedores inocentes por meio de revendas não autorizadas a preços exorbitantes”, diz trecho do comunicado exibido no site oficial Fifa.

O único meio considerado legal para obter os ingressos é por meio do site da própria entidade: www.fifa.com.

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“Para a FIFA, é fundamental proteger os torcedores dos riscos das vendas ilegais de ingressos”, explica o diretor de marketing Thierry Weil.

“Estamos vendo cada vez mais pessoas saindo decepcionadas de nossos centros de venda por não conseguir retirar os ingressos. A Fifa cancela todos os ingressos que forem descobertos como fruto de venda ou revenda ilegal, e os portadores correm o risco de não ser autorizados a entrar nas partidas da Copa do Mundo”, conclui o dirigente.

O comunicado da Fifa ainda cita o Estatuto da Torcedor como “uma lei consagrada do Brasil que reforça as medidas contra a venda ilegal de ingressos”.

A Copa do Mundo começa no dia 12 de junho. A partida de abertura será entre Brasil e Croácia, às 17h, em São Paulo, no Itaquerão. Confira a tabela completa do torneio.

Uol

Paraibano vai presidir CPI da Petrobras no Senado e PT irá relatar o texto

senadoO senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) foi eleito nesta quarta-feira (14) presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras exclusiva do Senado. Já o líder do governo no Congresso Nacional, senador José Pimentel (PT-CE), foi indicado para relatar a CPI que terá a tarefa de apurar denúncias contra a estatal do petróleo. O senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP) irá ocupar a vice-presidência do colegiado.

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Com a definição dos dirigentes da CPI, a comissão está formalmente instalado e poderá, a partir de agora, dar início às investigações. O documento que pediu a criação da CPI propôs que fossem apuradas quatro suspeitas envolvendo a Petrobras: a aquisição da refinaria de Pesadena, no Texas (EUA); indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore; denúncias de que plataformas estariam sendo lançadas ao mar sem equipamentos primordiais de segurança; e indícios de superfaturamento na construção de refinarias, entre as quais a planta de refino de Abreu e Lima, em Pernambuco.

Donas das maiores bancadas do Senado, PMDB e PT puderam escolher os principais cargos da CPI. Dos 13 integrantes da comissão parlamentar, dez são de partidos aliados ao governo e três da oposição – dois do PSDB e um do DEM.

Logo após ser escolhido, por unanimidade, para comandar os trabalhos da CPI do Senado, Vital indicou o líder do governo no Congresso para a relatoria da comissão. Caberá ao petista José Pimentel elaborar o relatório final das investigações sobre as denúncias contra a petroleira.

Além de Vital, Pimentel Rodrigues, as demais cadeiras da base aliada serão ocupadas pelos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Ciro Nogueira (PP-PI), Aníbal Diniz (PT-AC), Humberto Costa (PT-PE), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Gim Argello (PTB-DF).

A oposição se recusou a indicar nomes de seus representantes no colegiado. Os oposicionistas defendem a instalação de uma comissão mista, composta por senadores e deputados, para apurar as suspeitas contra a Petrobras. A alegação é de a maioria que o governo federal possui no Senado lhe daria condições de controlar o andamento das investigações.

Diante da resistência da oposição, coube ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), escolher os três integrantes dos partidos oposicionistas na CPI. Dos três senadores indicados por Renan para as cadeiras reservadas à oposição, apenas Cyro Miranda (PSDB-GO) deverá permanecer como titular.

Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Wilder Morais (DEM-GO) recusaram atuar na CPI do Senado. Devido à recusa dos senadores do PSDB e do DEM, Renan poderá indicar novos nomes para a CPI. No entanto, a comissão já tem condições de funcionar normalmente, mesmo sem a presença de todos os parlamentares da oposição.

Cronograma
Vital do Rêgo convocou para as 15h30 desta quarta-feira uma nova reunião da CPI para definir o cronograma de trabalho. Para tentar contornar o curto espaço de tempo que restará às investigações devido à Copa do Mundo e às eleições, Vital do Rêgo disse que o colegiado vai atuar de forma “produtiva”.

“Vamos trabalhar sem nenhuma perda de tempo já que temos calendário recheado de eventos. Vamos ocupar todo nosso calendário, toda nossa energia para cumprir esse mister”, declarou o presidente da CPI.

Na reunião desta tarde, o relator da comissão, José Pimentel, levará aos integrantes sua proposta de cronograma, a qual espera que seja aprovada por unanimidade.

“Aprendi que o relator relata, portanto, ele ouve e depois relata. É assim que pretendo conduzir. Foi elaborado uma minuta de plano de trabalho, bastante detalhada e minuciosa. Vamos apresentar às 15h30″, ressaltou Pimentel.

Aprendi que o relator relata, portanto, ele ouve e depois relata. É assim que pretendo conduzir” José Pimentel (PT-CE), senador escolhido para a relatoria da CPI da Petrobras

Único senador da oposição presente na primeira sessão da CPI, Cyro Miranda disse que a convocação da nova reunião é uma “estratégia” do governo para dar início rápido às investigações e tirar o foco da comissão mista, com presença também de deputados.

Miranda, porém, acredita que a comissão restrita a senadores será “esvaziada” após a instalação do colegiado misto. A oposição, que insiste na CPMI, espera sua instalação para a próxima semana.

Diante da recusa de Lúcia Vânia e Wilder Morais, o tucano disse que atuará na CPI como “observador”. “Vou ver o rumo que o governo quer dar à comissão, porque o rumo que for dado aqui será dado na CPMI, com certeza. De qualquer maneira, se estivéssemos em dois ou três, a situação seria a mesma. Basta um aqui para saber como será pautado”, explicou Miranda.

 

 

G1

Cássio afirma que irá continuar obras de RC se for eleito para o Governo e comenta lentidão de serviços

cassioO senador Cássio Cunha Lima (PSDB), pré-candidato ao Governo do Estado, afirmou que irá continuar as obras do governador Ricardo Coutinho (PSB) no caso de ser eleito nas eleições de outubro deste ano.

Cássio destacou o fato de que RC continuou muitas obras deixadas pelo Governo dele e afirmou que irá fazer o mesmo. “Porque são boas para a Paraíba, pior seria se ele não tivesse feito e se eu não fizer. Ricardo entregou milhares de casas que eu não pude fazer, porque meu mandato foi interrompido”, explicou.

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Dentre as obras que Cássio citou incluiu o Hospital Metropolitano de Santa Rita, o Viaduto do Geisel. O senador ainda aliviou as cobranças em cima das obras. “É lento mesmo, a reforma do Espaço Cultural e do Dede, foram planejadas ainda no meu Governo, mas só agora o governador pôde fazer”, disse.

A entrevista foi concedida na Rádio CBN.

Pedro Callado