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Como saber qual o fundo de investimento ideal para você?

O investimento ideal é sempre aquele que melhor se adequa ao perfil do investidor e pode atender suas necessidades, particularidades e objetivos. Afinal, é por meio dele que muitos sonhos tornam-se realidade.

Com os fundos de investimentos, claro, a lógica é a mesma: por possuírem muitas opções, é fundamental escolher aquela que pareça mais perfeita para o momento de vida de cada um. Isso, porque uma aplicação pode ser indicada para um investidor e, ao mesmo tempo, ser ruim a outro.

Para isso, é imprescindível pesquisar sobre o mercado financeiro e seus produtos antes de tomar alguma decisão precipitada. Apenas com estudo e prática é que se conseguem retornos interessantes para a carteira de ativos.

As características que mais impactam na tomada de decisão por um fundo são rendimento, liquidez, estratégia, taxas e prazos. Tudo isso acompanhado de perto por um gestor — assim, melhores fundos tem gestores melhores, pois são eles os responsáveis pelo sucesso ou o fracasso do investimento.

Mas como funcionam os fundos de investimento?

Fundos são uma maneira diferente de investir e bastante versátil, sendo interessante para pequenos e grandes investidores, dos mais diferentes perfis. Funciona a partir da união de recursos de diversos investidores (que não necessariamente precisam se conhecer), aplicados em produtos financeiros escolhidos pelo gestor.

Na prática, é como um condomínio: os cotistas unem-se para investir em determinada aplicação que é administrada por um profissional independente. Em troca da experiência e trabalho desse gestor, cada cotista deve pagar uma pequena taxa fixa.

Assim, no mercado, existem fundos para todos os investidores: fundos de renda fixa, multimercados, fundos de ações, cambiais, entre outros. Para começar a aplicação, basta comprar uma ou mais cotas do fundo que for mais interessante e aguardar seus rendimentos.

Como escolher um bom fundo de investimento?

Como dito anteriormente, existem alguns fatores que impactam diretamente na performance de um fundo e, por isso, devem ser levados em conta no momento de escolher qual é a aplicação ideal. São pontos conectados entre si, mas, antes de tudo, devem ser priorizados de acordo com o objetivo de vida.

Então, por exemplo, caso o investidor tenha perfil moderado, pode optar por um fundo multimercado; caso não tenha muita experiência ainda, pode escolher fundos que tenham gestão passiva. Viu só? Tudo vai depender do que se espera com esse investimento.

Movimentações mínimas

O valor de uma cota no mercado, hoje, é de aproximadamente R$500,00, mas é possível começar a investir com apenas R$50,00 — lembre-se de que o valor dos rendimentos é proporcional ao investido.

Para resgate e novos aportes, em específico, independentemente do tipo de fundo escolhido, é preciso acumular um valor mínimo. Existem produtos que exigem R$100,00, mas tem ativos que exigem um valor mínimo maior, como R$1000,00.

Tudo é definido pelo tipo de fundo que se escolhe. Por esse motivo, são aplicações ideais seja para grandes investidores, que buscam sempre aplicar em ações, ou mesmo para quem ainda está começando e sabe que a poupança não vale a pena.

Indicadores

Para investir em fundos, é preciso também estar atento aos índices de referência a que eles estão atreladas. Nos fundos de renda fixa, por exemplo, costuma-se pagar uma porcentagem do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Existem também fundos mais complexos, de gestão ativa, que procuram acompanhar a performance de indicadores mais agressivos, como a Ibovespa. Nesses casos, o investidor deve pagar uma taxa adicional, de performance, caso o gestor alcance o esperado.

Categoria dos fundos

A classificação dos fundos de investimentos tem relação direta com o perfil do investidor. Assim, perfis mais conservadores, devem seguir para fundos de renda fixa, perfis mais arrojados, podem se aventurar nos fundos de ações.

Ainda assim, é importante verificar todos os outros pontos, para que, juntos, definam qual a opção mais indicada. Isso, porque dependendo do histórico de um determinado ativo da renda fixa, faz com que seja arriscado demais para um conservador.

Histórico dos fundos

Ainda que sejam investimentos voláteis, avaliar o histórico de rendimentos de um fundo é uma boa dica para entender seu comportamento e, por consequência, se vale a pena a aplicação.

O ideal, claro, independentemente da categoria, é sempre optar por ativos mais consistentes em seu histórico. Para perfis mais arrojados, ainda que se tenha uma propensão a riscos, sempre é válido conferir essa documentação.

Prospectos

Esse material, disponível em todos os fundos, contém todas as informações necessárias sobre a performance do fundo: rentabilidade esperada, liquidez (ou seja, o tempo necessário para resgate), valor da taxa de administração e prazo de liquidação.

É por meio dele que a decisão final deve ser baseada, pois ele é a garantia que se tem sobre a dinâmica do investimento escolhido. Fazer um comparativo entre os prospectos ajuda na hora da escolha.

Lembre-se sempre de, antes de pesquisar quais são os fundos de investimentos mais interessantes, fazer um planejamento financeiro com todas as informações necessárias, desde orçamento disponível até utilização do dinheiro resultante da aplicação; é isso que poderá auxiliar na tomada de decisão.

 

 

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Parceria entre Caixa e Estado vai garantir 6.500 novas casas com investimento R$ 350 mi na PB

habitaçãoO Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal (CEF) vão investir R$ 350 milhões em novas obras nas áreas de habitação, infraestrutura hídrica e turística, saneamento e saúde. Cerca de 6.500 novas unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). As casas serão construídas em João Pessoa, Campina Grande, Sousa, Caaporã, Santa Rita e Sapé, além de mais 11 municípios com habitações rurais.

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Os investimentos foram definidos nesta quarta-feira (13), na sede da Superintendência Regional da Caixa, em João Pessoa, durante reunião de trabalho entre o governador Ricardo Coutinho e o superintendente regional da Caixa, Elan Miranda.

O superintendente da Caixa, Elan Miranda, ressaltou a importância da parceria entre a instituição financeira e o Governo do Estado no desenvolvimento de um conjunto de obras que, juntas, somam mais de R$ 1,6 bilhão, além de mais R$ 350 milhões em obras a contratar. “São obras que geram empregos, cidadania e mais qualidade de vida para o povo” afirmou.

O governador Ricardo Coutinho agradeceu o empenho e o nível de convivência das equipes do Governo e da Caixa para o andamento de obras importantes para melhoria da qualidade de vida de milhões de paraibanos. “Nosso intuito é melhorar a organização interna do Estado e estreitar ainda mais o relacionamento com a Caixa na perspectiva de fazermos muito mais neste segundo mandato”, destacou.

 

portalcorreio

Mudanças em plano nacional colocam em risco investimento em educação pública

CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO
CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO

A destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública, prevista no Plano Nacional de Educação, não será real. Isso porque o substitutivo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), aprovado pelo plenário do Senado no último dia 17, abre brechas para o repasse de dinheiro para instituições privadas de educação técnica e superior.

Com as alterações, o governo deixa de ser  obrigado a investir “em educação pública”, como previa o texto original e passa a ser obrigado a fazer “investimento público em educação”. A troca dos termos possibilita que o Ministério da Educação (MEC) inclua nesse orçamento a verba que financia o estudo de alunos de baixa renda em universidades privadas, por meio de programas como o ProUni e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os movimentos sociais reivindicavam que todos os recursos fossem aplicados diretamente na escola pública.

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“Na prática, os 10% se tornaram 8%. Quando se observam os planos de negócios do setor privado vemos que eles vislumbram um mercado de R$ 50 bilhões para educação superior e de quase R$ 35 bilhões para educação técnica. A soma dos dois dá 2% do PIB”, diz o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara.

Com o substitutivo aprovado no Senado, agora à espera de nova votação na Câmara, Cara teme que não haja expansão de vagas em instituições públicas, principalmente no ensino superior e na educação profissionalizante. “A tendência é haver forte expansão nos próximos anos, financiada pelo estado e em instituições particulares de baixa qualidade”, disse, em entrevista à RBA.

O PNE é composto por 14 artigos, 21 metas e 177 estratégias que visam a melhorar o acesso e a qualidade da educação nos próximos dez anos. Entre os objetivos está erradicar o analfabetismo e universalizar o atendimento escolar, com o aumento de vagas em creches, ensino médio, cursos profissionalizante e universidades. “O que justificava os 10% do PIB era a busca pelo padrão de qualidade.”

O texto foi enviado pelo governo federal ao Congresso em dezembro de 2010 e só acabou aprovado pela Câmara dos Deputados quase dois anos depois, em outubro de 2012. No Senado, passou por três comissões, durante pouco mais de um ano de tramitação.

Algumas das principais mudanças feitas pelo Senado foram nas metas 11 e 12, relativas à educação profissional e superior. Em ambos os casos não ficou assegurada a expansão de vagas no setor público. O que isso representa?

Por pressão do setor privado e por interesses em favorecer as parcerias público-privadas na educação, o Senado Federal retirou a meta de expansão de matrículas no ensino público superior e técnico. Assim, há uma forte tendência a não expandir as vagas em instituições públicas.

O Ministério da Educação fez uma análise de geoprocessamento do Brasil e vislumbrou quais as áreas de maior demanda, em nível dos municípios. Então chamou a ABMES (Associação Brasileira dos Mantenedores de Ensino Superior) para negociar o que será feito em cada região. Se continuar essa lógica, de que vale a vaga sem qualidade – que inclusive não tem apoio de outros Ministérios além do da Educação –, a tendência é que a expansão nos próximos anos seja muito forte, financiada pelo Estado e em instituições particulares de baixa qualidade.

O Senado mudou também a redação da meta 20, referente ao financiamento, explicitando que o governo deve ampliar o “investimento público em educação”, e não “ampliar o investimento público em educação pública”.

Todos os cálculos que foram feitos, inclusive no próprio Ministério da Educação (MEC), trabalham com a perspectiva de dinheiro público para a educação pública, porque a ideia do Plano Nacional de Educação é garantir que o investimento expanda a educação com padrão de qualidade.

O resultado dessa mudança é que o Brasil vai expandir matriculas. Estamos falando em quase três milhões de novas matriculas no ensino técnico de nível médio e cinco milhões no ensino superior. Porém, provavelmente elas não vão atingir o padrão de qualidade, porque normalmente as matrículas do ProUni e do Fies  são de baixíssima qualidade.

Defendemos o principio de Florestan Fernandes, de que a educação pública tem que ser para todos. Não se trata de um principio estadista, que não vale nada que seja privado. Mas, como educação é estratégica e fundamental para a cultura democrática, ela deve ser para todos e de excelência.

O problema é que estamos em uma onda que não importa como o dinheiro público é gasto, o que importa é garantir o serviço. É um problema de concepção. Todo cidadão brasileiro sabe que as universidades privadas, em geral, são de má qualidade, pagam péssimos salários, não fazem pesquisa, nem extensão. Quem faz isso e muito bem são as públicas e algumas concessionais, como as PUCs e o Mackenzie.

Apesar disso, os 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação, bandeira histórica dos movimentos sociais, foram conquistados.

O que justificava os 10% do PIB era a busca pelo padrão de qualidade. Na prática, agora os 10% se tornaram 8%. Quando se observa os planos de negócios do setor privado na bolsa de valores ou nos relatórios das empresas que controlam instituições de ensino superior, vê-se que eles vislumbram um mercado de R$ 50 bilhões para educação superior e um mercado de quase R$ 35 bilhões para educação técnica. A soma dos dois dá 2% do PIB.

Então, a gente tem um desafio muito grande, que é tentar travar o interesse do setor privado, não porque somos contra ele, mas porque em educação as parcerias público-privadas têm gerado expansão sem qualidade. Os alunos adquirem um diploma que não representa o que aprenderam na universidade e não saem preparados para o mercado de trabalho. A gente só tem melhorado o acesso, mas precisamos fazer com que os jovens ingressem na universidade com capacidade para construir seus projetos de vida e ninguém constrói projetos de vida em subempregos.

O substitutivo do senador Vital do Rêgo acolheu a proposta de José Sarney de ampliar a produção científica nacional. Essa proposta é pertinente para o Plano Nacional de Educação?

Isso é demagogia do PMDB. O trabalho do senador Vital do Rêgo foi baseado na vontade dele de ser ministro (da Integração Nacional), o que deve se confirmar em janeiro. Ele vendeu a relatoria do PNE para mostrar que é obediente e que pode assumir o cargo. Para garantir o apoio dos dois maiores líderes do PMDB no Senado, que são o Renan Calheiros e o José Sarney, ele acabou incluindo essa emenda. Ela inclusive é contraditória com a meta 12, porque sem expandir a universidade pública não tem como aumentar a produção científica.

O PNE deveria ter sido implementado desde 2011. Que prejuízos esses atraso traz?

Continuamos vivendo em um país que os estados fazem uma coisa, os municípios fazem outra e a União uma terceira completamente diferente. O resultado disso é que enquanto todos deveriam remar no mesmo barco, para fazer a educação avançar, eles remam em canoas diferentes. Dessa maneira não conseguimos garantir o direito a educação.

O PNE assegura ensino especial obrigatório e universal para toda a população com deficiência entre quatro e 17 anos. Essa medida garante repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para instituições como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae)?

Elas vão receber recursos. Alguns parlamentares dizem até que as instituições como APAES precisam de R$ 20 bilhões, que é quase sete vezes mais que total investido no Sistema S. Aí não dá. Elas deveriam receber dinheiro também da saúde, da assistência social e do Ministério das Cidades. As Apaes poderiam inclusive expandir sua atuação, mas é preciso compreender que o que elas fazem não é educação. Fazem assistência social, saúde e estímulo às atividades cognitivas, mas não ensina. Tanto que quando você insere um aluno com deficiência na escola regular, ele dá um salto de qualidade.

No ano que vem haverá eleições e será realizada a próxima Conferência Nacional de Educação. Esse calendário pode atrasar ainda mais a aprovação do plano?

Agora vai ser um braço de ferro. A sociedade civil quer que o PNE seja debatido depois da Conferência Nacional de Educação, que será entre 17 e 21 de fevereiro. Queremos opor o texto da Câmara e do Senado para que a sociedade civil decida qual quer. Como o governo sabe do risco de isso acontecer quer aprovar texto do Senado já nos primeiros dias de fevereiro, senão diz que o documento só será votado na Câmara em 2015. Já nos pronunciamos dizendo que queremos que o texto seja analisado na Conferência.

O receio do governo é que após a conferência a sociedade civil entre muito forte na  Câmara dos Deputados, onde já tem bastante representatividade. Que parlamentar, em ano eleitoral, iria contra uma demanda tão grande da sociedade?

E há ainda a ameaça que a Dilma vete. Parece que a Dilma é a rainha vermelha da Alice no País das Maravilhas, que em vez de cortar cabeças, veta. Mas não é assim que tem acontecido. O governo não é um bloco monolítico.

Havia também uma crítica dos movimentos sociais de que não havia metas intermediárias no plano. O problema persistiu depois da tramitação do documento no Senado?

O Senado deveria ter construído as metas intermediárias, mas optou por não fazer isso. O entendimento do gabinete do ministro (Aloizio Mercadante) é que a meta intermediária geraria pressão sobre a presidenta Dilma. No fundo o que se quer é que a avaliação do plano fuja da gestão da Dilma. Nesse jogo, serão feitos relatórios de meio termo só quando ela já não estiver mais no governo.

 

por Sarah Fernandes, da RBA

Caderneta perde poupadores, mas continua a principal opção de investimento

popançaA caderneta de poupança continua tendo a preferência dos brasileiros como opção de investimento, apesar de ter perdido aplicadores após as mudanças na definição da rentabilidade em 2012 que reduziram sua atratividade. É o que mostra uma pesquisa nacional da Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e da Ipsos, empresa de pesquisa e análise de mercado.

A sondagem aponta que, entre os 16% dos brasileiros com dinheiro guardado, 81% aplicam na caderneta. Uma queda em relação ao ano passado, quando o percentual era 88%. A pesquisa, feita uma vez por ano, ouviu mil entrevistados no período de 17 a 30 julho, em 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas do país.

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Para o economista da Fecomércio-RJ Christian Travassos, o fato positivo é que o panorama vai se alterar. Segundo ele, com o aumento dos juros pelo Banco Central e o retorno às condições anteriores de cálculo, a poupança voltou a atrair a atenção de quem gosta de guardar dinheiro. “A poupança, mesmo com a mudança na rentabilidade, abocanhava 81% de adesão entre os brasileiros. Agora, a tendência é que esse número volte a aumentar nos próximos meses”, destacou.

A segunda opção de quem tem dinheiro disponível é guardar em casa (14%). Em seguida, vieram os fundos de investimento, com 6%, que representam o dobro da apuração anterior, coincidindo com a mudança no cálculo da rentabilidade da caderneta.

Em 2006, no primeiro ano da pesquisa, a parcela de brasileiros que guardavam dinheiro no país atingia 11%, o que mostra que em 2013 houve elevação de 5 pontos percentuais no patamar. No entanto, na comparação com 2012, quando era 19% da população, houve uma queda.

Segundo o economista, esse resultado confirma o impacto da inflação sobre o orçamento do brasileiro no último ano, mas aponta ainda, em compensação, que o fato de guardar dinheiro evitou que o brasileiro tivesse recorrido ao crédito para manter as contas e os financiamentos em dia.

“Três em cada quatro brasileiros poupam para se precaver de alguma mudança no futuro. Entre os que têm dinheiro, a principal razão para poupar não é uma viagem e nem comprar carro. É para ter um colchãozinho para amortecer eventuais mudanças de emprego, de inflação, alguma coisa inesperada. Isso é fruto da maturidade gradual do consumidor. Os brasileiros aprenderam que o crédito no Brasil é caro e é muito arriscado ficar sob as oscilações da economia”, analisou

A pesquisa revelou ainda que, entre os usos do dinheiro guardado pelo brasileiro, está crescendo a opção de gastar com a reforma da casa, passando de 6% em 2012 para 11% este ano. “Uma questão importante é a continuidade de incentivos para a compra de material de construção com programas do governo. Material de construção é o segmento que há mais tempo se beneficia da redução de IPI”, disse.

Desde o lançamento da pesquisa, aumentou também a intenção de gastar com lazer. Em 2006, o percentual de brasileiros que guardam dinheiro para essa finalidade era 1%. Na última avaliação, alcançou 6%. “Não é um comportamento geral. É o comportamento específico de uma parcela da população que hoje ganha mais e pode viajar para o exterior”, esclareceu.

 

 

Agência Brasil

Divulgadores da Telexfree no RN tentam reaver investimento na Justiça

telexDivulgadores da Telexfree no Rio Grande do Norte estão buscando a via judicial para reaver investimentos após a decisão do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que manteve na segunda-feira (24) uma liminar proibindo os pagamentos e novas adesões à empresa. De acordo com os advogados Alexandre Rêgo, André Araújo, Márcio Maia e Thiago Almeida, 15 clientes já procuraram o escritório deles para tentar garantir o reembolso do dinheiro investido no Telexfree.

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“São ações para reaver os valores. Pessoas que investiram até 200 mil e não conseguiram sacar via Telexfree. Os investimentos foram feitos há pouco tempo. No nosso entendimento, isso pode ser feito”, explica André Araújo, que recomenda agilidade aos divulgadores que queiram recuperar o dinheiro investido. “A propositura das ações deve ocorrer o quanto antes. Não se deve esperar o mérito do agravo de instrumento que está na Justiça do Acre”, afirma.

Os advogados relatam que vão ao Acre para analisar o processo por inteiro para entrar com ações que garantam o direito do recebimento dos valores. “Como terceiros nesse processo, os divulgadores possuem esse direito”, diz Araújo. De acordo com ele, a decisão do Acre teve efeito de bloqueio para todos os divulgadores do país, que não podem efetuar os saques das contas e cadastrar novas pessoas.

Além dos novos clientes, os advogados são os responsáveis pelos seis processos que tramitam no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) envolvendo a versão brasileira do Telexfree, a empresa de nome Ympactus Comercial LTDA. “São ações que reivindicam direitos dos divulgadores que tiveram contas bloqueadas de forma administrativa ilegalmente”, explica o advogado Alexandre Rêgo.

Somados, os divulgadores que entraram com processos na Justiça do RN possuem mais de 200 contas. “A empresa sempre informa que são erros técnicos. Os processos ficam em aberto para que as contas não voltem a ser bloqueadas”, explica. De acordo com Alexandre Rêgo, o Telexfree só efetuou os desbloqueios em questão por via judicial até agora. “Quando levamos a petição e tentamos resolver administrativamente, é pedido que se entre na Justiça”, informa.

Além das demandas judiciais no RN, os advogados têm atendido clientes de outros estados no desbloqueio de contas. “Conseguimos desbloquear contas de diversos líderes, que possuem até 500 mil contas”, contabiliza André Araújo.

Propaganda da Telexfree no Acre (Foto: Raissa Natani/G1)
Empresa é suspeita de operar esquema
de pirâmide financeira (Foto: Rayssa Natani/G1)

OAB/RN não conhece outros processos
A Comissão de Advogados Trabalhistas da seccional estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RN) não conhece outros processos relacionados ao Telexfree no estado além dos seis que tramitam atualmente no TJRN.

“O único caso diferente é um em que o  juiz não reconheceu o contrato como sendo de consumo e remeteu o processo para o Espírito Santo, onde fica a sede da empresa. Mas a tônica é parecida em todos: é dada a tutela para reestabelecer o funcionamento e o cliente continua no negócio, além de ser fixada uma multa diária em caso de descumprimento”, detalha o advogado Renato Rodrigues, que preside a comissão.

Rodrigues explica que existe duas vinculações ao Telexfree. Uma é norte-americana e oferece um sistema de telefonia pela internet, o VOIP (Voice Over Internet Protocol). A Telexfree no Brasil seria o nome-fantasia da empresa Ympactus Comercial LTDA, com sede em Vitória, no Espírito Santo, tendo iniciado suas atividades em março de 2012.

Desembargador Samoel Evangelista (Foto: Divulgação/Assessoria TJ/AC)
Desembargador do Acre indeferiu recurso
da Telexfree (Foto: Assessoria TJ/AC)

A empresa trabalha com marketing multinível, modelo em que ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendedores independentes que faturam em cima do percentual de vendas. No entanto, existe a suspeita de que o modelo adotado pela Telexfree seja na verdade o de pirâmide financeira, no qual não haveria foco na venda de produtos ou serviços, e sim na adesão de novas pessoas para alimentar o sistema de pagamento.

“Esse modelo constitui crime contra o sistema financeiro nacional e é vedado no ordenamento jurídico brasileiro. Não se comercializa produto. O viés é a captação de pessoas para haver a somatória de lucro em cima das pessoas que entram nesta corrente”, afirma o presidente da Comissão dos Advogados Trabalhistas.

Para Renato Rodrigues, é preciso que a jurisprudência brasileira caracterize a natureza jurídica dos contratos assinados pelo Telexfree. “É preciso saber se é de consumo, de prestação de serivço, de adesão…isso vai ditar as regras e será possível tirar mais conclusões”, encerra o advogado.

 

 

G1

Secretário destaca investimento em efetivo e tecnologia na PB; ‘não tem policial sem arma’

claudio-limaO secretário de Segurança da Paraíba comentou que a maior problemática que a Segurança Pública enfrenta no Estado é a falta de efetivo e de investimento em tecnologia.

Para Lima, em relação ao efetivo, o problema do efetivo é a folha de pagamento. Esse limite é legal, já demonstramos isso para a área econômica do governo. “Todo governo é  consciente, mas a contratação não depende apenas da vontade do secretário, mas de limite do Estado”, diz.

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“Enquanto isso trabalhamos com o que temos, mas a necessidade vai ser suprida”, explica apesar de lembrar que mesmo com a contratação ‘leva tempo’ para formar um homem.

O secretário destacou os investimentos em armamento letal e não letal, além de coletes e destacou que este mês estará fechando outra licitação para armas longas e curtas. “Hoje não tem mais policial sem arma”, diz.

Marília Domingues

Em reposta a matéria, presidente da FAC afirma que São João em Bananeiras não é festa, é investimento

Em resposta a matéria divulgada (São João das prefeituras torra R$ 31 milhões na PB) sobre um levantamento do Tribunal de Contas do Estado, que identificou irregularidades graves nos gastos com festejos juninos realizados nos 223 municípios da Paraíba, onde as prefeituras torraram R$ 31,3 milhões de verbas públicas, o presidente da FAC (Fundação de Assistência Comunitária) e esposo da prefeita de Bananeiras, Ramalho Leite disse “que o São João em Bananeiras nao é festa, é investimento.”

“A população da cidade duplica e todo mundo ganha dinheiro. Os hoteis, restaurantes, lanchonetes, barraqueiros. Nesse último, um novo condomínio que custará 16 milhoes foi lançado e os condomínios existentes, venderam durante os festejos, mais de 3 milhoes em terrenos. Tá tudo levantado. Logo, caracterizar como despesas um evento como esse é um equívoco. Há exageros, sim, que sejam punidos. A festa de Bananeiras é das mais modestas e com artistas regionais e por certo, de caches mais acessiveis”, concluiu.

Bananeiras Online

Projetos Culturais receberão investimento de R$ 67 milhões

Edição deste ano do Programa Petrobras Cultural traz como novidade o apoio à circulação de exposições e a artistas, grupos ou redes musicais

A Petrobras anunciou a destinação de R$ 67 milhões para a edição 2012 da seleção pública do Petrobras Cultural. É a maior verba de todas as edições do programa, que selecionará projetos de todo o Brasil, em 11 áreas culturais. O Programa Petrobras Cultural contempla iniciativas que vão desde a etapa de pré-produção até a do consumo final dos bens e serviços culturais. A inscrição é gratuita e deve ser efetuada exclusivamente pela internet. Cada área possui um prazo diferente para o término das inscrições, que seguem até o dia 1º de novembro.

Petrobras

  • Serão destinados cerca de R$ 67 milhões para a edição 2012 da seleção pública do Petrobras Cultural

O anúncio foi feito pela companhia, em evento que contou com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda.”A Petrobras vem evoluindo nesse compromisso com o mundo da produção cultural e com a expressão do povo brasileiro”, destacou a ministra.

A edição deste ano trará como novidade o apoio à circulação de exposições e a artistas, grupos ou redes musicais. Outra mudança significativa foi o aumento do período de patrocínio à manutenção de grupos e companhias de teatro e de dança para três anos.

Na seleção pública de apoio a artistas, grupos ou redes musicais, o período de patrocínio é de dois anos. No caso de artistas ou grupos de música brasileira, o objetivo é a realização de um projeto inédito, com turnê e gravação do material original, em estúdio ou ao vivo.

De acordo a Petrobras, a Caravana Petrobras Cultural vai percorrer 26 cidades do País e espera um público de 4 mil pessoas em palestras que visam esclarecer dúvidas sobre o edital para os produtores culturais locais.

Programa Petrobras Cultural

A Petrobras, através de seleção pública do Programa Petrobras Cultural, oferece à sociedade brasileira um programa de patrocínio a projetos culturais. Estruturado de forma a atingir todas as etapas da cadeia produtiva da economia da cultura, contempla iniciativas que vão desde a etapa de pré-produção até a do consumo final dos bens e serviços culturais.

O Petrobras Cultural já teve oito edições de Seleção Pública, abrangendo 80 áreas, destinando R$ 313 milhões a 1.319 projetos contemplados. Foram mais de 26 mil projetos inscritos, avaliados por diversos especialistas integrantes das comissões de seleção.

Portal Brasil

Relatório chama atenção para necessidade de investimento na juventude

Investir na Juventude na América Latina e no Caribe: Um imperativo de direitos e inclusão. Esse é o título do informe apresentado na semana passada pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) e pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). O documento, que destaca a situação da juventude na região, foi um dos destaques da reunião do Comitê Especial da Cepal sobre População e Desenvolvimento 2012, o qual ocorreu na semana passada em Quito, no Equador.

O informe destaca a necessidade de aproveitar o momento demográfico da América Latina e do Caribe – com grande quantidade de jovens – para investir na juventude de agora a fim de evitar maiores problemas no futuro. “Se se investe hoje em sua formação educativa e para o emprego, assim como em sua saúde, as possibilidades de que se realizem uma contribuição decisória para o desenvolvimento da região é clara. Do contrário, quando estes/as jovens forem adultos e idosos, suas possibilidades de se valerem por si mesmos se verão seriamente constrangidas e os investimentos que não se realizaram hoje serão exigidos no futuro, ainda que em um cenário completamente desfavorável”, destaca.

Os dados da publicação também alertam para a importância desse investimento. De acordo com o relatório, informações da Organização das Nações Unidas (ONU) do ano passado destacavam que 26% das pessoas da região têm entre 15 e 29 anos de idade.

Apesar da porcentagem significativa de jovens, os dados sociais não são animadores. Segundo o estudo, cerca de um terço da juventude latino-americana e caribenha vive em situação de pobreza. Em 2009, 30,3% dos/as jovens de 15 a 29 anos da região eram pobres e 10,1% viviam na indigência.

O informe ainda chama a atenção para jovens que não estudam nem trabalham. Conforme o documento, 16% das pessoas de 15 a 29 anos estão nessa situação na América Latina e no Caribe. São jovens excluídos/as tanto do sistema educacional quanto do mercado de trabalho. Essas e outras exclusões – como gravidez precoce, violência, falta de acesso à educação, entre outras – contribuem para a reprodução da pobreza em gerações futuras.

As organizações que produziram o relatório reforçam ainda a importância de elaborar sistemas de proteção e promoção social para as juventudes. “Estes sistemas deveriam responder os requerimentos específicos e os principais déficits que hoje devem enfrentar nossas juventudes e suas famílias. Busca-se que as medidas contempladas estejam fundadas em garantias e que estas, por sua vez, se baseiem nos direitos internacionalmente reconhecidos. Para isso, requer-se o compromisso decidido dos Estados para fundar um novo pacto junto a seus jovens e uma agenda explícita de investimento que garanta sua plena inclusão e o desenvolvimento de seus projetos no centro das sociedades”, destacam.

Confira o documento completo em: http://www.cepal.org/publicaciones/xml/8/47318/Informejuventud2011.pdf

Reunião da Cepal

A reunião do Comitê Especial da Cepal sobre População e Desenvolvimento ocorreu entre os dias 4 e 6 de julho em Quito, no Equador. Além de juventude, o evento discutiu questões como população, direitos e desenvolvimento. Na ocasião também foi apresentado o relatório População, território e desenvolvimento sustentável, elaborado por Cepal com o apoio do UNFPA.

Informe llama la atención sobre necesidad de inversión en la juventud

Invertir en la Juventud en América Latina y el Caribe: Un imperativo de derechos e inclusión. Éste es el título del informe presentado la semana pasada por la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal) y por el Fondo de Población de las Naciones Unidas (UNFPA). El documento, en el que se destaca la situación de la juventud en la región, fue uno de los puntos importantes de la reunión del Comité Especial de la Cepal sobre Población y Desarrollo 2012, que ocurrió la semana pasada en Quito, Ecuador.

En el informe se destaca la necesidad de aprovechar el momento demográfico de América Latina y el Caribe –con gran cantidad de jóvenes– para invertir en la juventud actual a fin de evitar mayores problemas en el futuro. “Si se invierte hoy en su formación educativa y para el empleo, así como en su salud, las posibilidades de que realicen un aporte decisorio al desarrollo de la región es clara. De lo contrario, cuando estos/as jóvenes sean adultos y adultos mayores, sus posibilidades de valerse por sí mismos se verán seriamente constreñidas y las inversiones que no se realizaron hoy, serán exigidas en el futuro, aunque en un escenario completamente desfavorable”, se destaca.

Los datos de la publicación también alertan sobre la importancia de esta inversión. De acuerdo con el informe, informaciones de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) del año pasado destacaban que el 26% de las personas de la región tiene entre 15 y 29 años de edad.

A pesar del porcentaje significativo de jóvenes, los datos sociales no son alentadores. Según el estudio, cerca de un tercio de la juventud latinoamericana y caribeña vive en situación de pobreza. En 2009, el 30,3% de los/las jóvenes entre 15 y 29 años de la región eran pobres y el 10,1% vivía en la indigencia.

En el informe también se llama la atención sobre los jóvenes que no estudian ni trabajan. De acuerdo con el documento, el 16% de las personas entre 15 y 29 años están en esa situación en América Latina y el Caribe. Son jóvenes excluidos/as tanto del sistema educacional como del mercado de trabajo. Éstas y otras exclusiones -como embarazo precoz, violencia, falta de acceso a la educación, entre otras– contribuyen a la reproducción de la pobreza en generaciones futuras.

Las organizaciones que produjeron el informe refuerzan además la importancia de elaborar sistemas de protección y promoción social para las juventudes. “Estos sistemas deberían responder a los requerimientos específicos y a los principales déficit que hoy deben enfrentar nuestras juventudes y sus familias. Se busca que las medidas contempladas estén fundadas en garantías y que éstas, a su vez, se basen en los derechos internacionalmente reconocidos. Para ello, se requiere del compromiso decidido de los Estados para fundar un nuevo pacto junto a sus jóvenes y una agenda explícita de inversión que garantice su plena inclusión y el desarrollo de sus proyectos en el centro de las sociedades”, destacan.

Lea el documento en forma completa aquí: www.cepal.org/publicaciones/xml/8/47318/Informejuventud2011.pdf

Reunión de la Cepal

La reunión del Comité Especial de la Cepal sobre Población y Desarrollo se realizó entre los días 4 y 6 de julio en Quito, Ecuador. Además de la juventud, en el evento se discutieron cuestiones como población, derechos y desarrollo. En la ocasión también fue presentado el informe Población, territorio y desarrollo sustentable, elaborado por la Cepal con el apoyo del UNFPA.

Traducción: Daniel Barrantes – barrantes.daniel@gmail.com

Adital

Petrobás: quase metade do investimento até 2016 é para o pré-sal

 

49% (43,7 bilhões de dólares) dos investimentos totais na área de produção da Petrobras previstos até 2016 (89,9 bilhões de dólares) vai para a área do pré-sal. O plano foi anunciado pela presidenta da empresa, Graça Foster.

Pré Sal, em SantosExploração do pré-sal no litoral de Santos (SP)

O pré-sal responde hoje por 5% dos 2,02 milhões de barris diários produzidos no país, mas deve chegar a 30% até 2016. Os 25,4 bilhões de dólares previstos para exploração (isto é, a perfuração de poços para descobrir o tamanho e características das reservas) continuarão concentrados no pós-sal (69%) nos próximos cinco anos, enquanto o pré-sal receberá apenas 24% desses investimentos.

O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Maria Formigli, disse que, atualmente, a Petrobras busca fazer descobertas no pós-sal, em fronteiras exploratórias como as margens leste (que inclui as bacias de Sergipe e Alagoas) e equatorial (que fica na costa amazônica). “A expectativa é muito boa nessas áreas”, destacou.

Formigli também enfatizou a necessidade de se investir na produção de equipamentos e estruturas locais para evitar atrasos e maximizar o desempenho. Ele citou como exemplo negativo as 14 sondas que foram importadas pela empresa que tiveram uma média de um ano de atraso.

Segundo o diretor, as sondas que atrasaram não têm conteúdo local. “O atraso afetou muito nossa curva de produção”, disse. A tendência é que o conteúdo local aumente e, a partir de 2016, estão previstas 33 novas sondas, que terão entre 55% e 65% de conteúdo local.

fonte: Agência Brasil