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Morte de PM em CG vai ser investigada na esfera civil e militar

A morte do cabo Emerson Thiago Soares de Lima ocorrida no início da manhã desta segunda-feira (09), durante ação policial em Campina Grande será apurada através de dois inquéritos, um na esfera civil e outro na militar.

De acordo com as informações, a polícia trabalha com a hipótese de tiro acidental, já que o tiro partiu de outro PM, mas, de toda a forma, serão realizadas perícias nas armas e todos os policiais que estavam presentes durante a ação serão ouvidos.

O corpo também deverá passar por exames periciais.

PB Agora

 

 

Obra de R$ 8 milhões é investigada por suposta irregularidade em Esperança

(Foto: Thiago Fernandes/Arquivo Pessoal)
(Foto: Thiago Fernandes/Arquivo Pessoal)

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito para investigar a construção de uma Vila Olímpica na cidade de Esperança, no Agreste paraibano. Segundo a procuradora da República Acácia Soares Peixoto, o motivo são supostas irregularidades na execução da obra, que é orçada em mais de R$ 8 milhões e, desde 2011, R$ 2.171.520 foram liberados. O Ministério Público da Paraíba (MPPB) diz que “não há serviços executados que justifiquem o pagamento deste montante”.

Em nota, o prefeito da cidade, Anderson Monteiro, afirmou estar surpreso com a investigação e diz que não foi notificado. Ele relata que quando assumiu a administração em 2013 a obra estava paralisada e houve o destravamento de recursos e a construção foi continuada. Monteiro garante ainda que todos os pagamentos e a fiscalização de tudo que já foi feito na obra foram aprovados pela Caixa Econômica Federal. O atraso, segundo ele, se deve à burocracia na liberação dos recursos, diz o prefeito.

Na Vila Olímpica, são previstas a construção de um ginásio esportivo, salas para prática de esportes e artes marciais, pista de atletismo, campo para lançamentos, piscina semiolímpica, arquibancadas, pista de cooper estacionamento. Até a sexta-feira (28), nenhum dos espaços estava pronto.

Foram repassadas três parcelas para a prefeitura de Esperança. Duas foram pagas em 30 de dezembro de 2011, de R$ 87.165 e R$ 1.920.945, e, a última, em 10 de dezembro de 2015, de R$ 163.410.

Pronta, Vila Olímpica deve ficar dessa forma (Foto: Thiago Fernandes/Arquivo Pessoal)Pronta, Vila Olímpica deve ficar dessa forma
(Foto: Thiago Fernandes/Arquivo Pessoal)

O Ministério do Esporte afirmou que, por parte do órgão, não há problema com o convênio. Informou ainda que os recursos são repassados pela Caixa Econômica Federal a partir de medições. A cada vistoria, o banco transfere outra parte das verbas.

O G1 entrou em contato com a Caixa Econômica Federal e questionou sobre um possível interrompimento nos repasses devido ao atraso da obra, mas até o fechamento da reportagem não houve retorno.

Como medida de investigação, o Ministério Público Federal determinou que o setor de Segurança e Transporte da Procuradoria da República faça uma diligência na obra para averiguação, questionando os funcionários sobre a contratação deles e o pagamento. Também deve ser examinada a movimentação financeira da conta bancária do convênio e os boletins de medição que subsidiaram a liquidação das despesas da obra.

*Sob supervisão de Taiguara Rangel

Vegetação já se confunde com construção em Esperança, Paraíba (Foto: Thiago Fernandes/Arquivo Pessoal)Vegetação já se confunde com construção em Esperança, Paraíba (Foto: Thiago Fernandes/Arquivo Pessoal)

 

G1 PB

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Hugo Motta recebeu doação de empreiteira investigada na Lava-Jato

hugo mottaO deputado federal paraibano Hugo Motta (PMDB) recebeu doação de campanha feita pela construtora Odebrecht, uma das empresas investigadas no escândalo da Petrobras. O parlamentar é o mais cotado para presidir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada para apurar irregularidades na estatal. A informação foi dada pelo jornal Folha de S. Paulo.

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Motta, contudo, afirmou desconhecer a doação de empreiteiras à sua campanha.”Tenho consciência tranquila de que não há nenhum tipo nem de relacionamento nem de interferência dessas empresas nem no meu comportamento”, declarou ele ao jornal O Estado de São Paulo.
De acordo como site da Veja, 33 dos 58 integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras já receberam doações de campanha de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato da Polícia Federal. A impressionante engrenagem financeira atingida pelas investigações expôs a estreita ligação entre grandes contrutoras e políticos. De acordo com os investigadores, parte dos valores desviados da Petrobras era doada legalmente durante as campanhas. E, embora a simples doação não signifique que o político contemplado tenha cometido alguma irregularidade, a dimensão da lista de parlamentares beneficiados pelo setor chama a atenção.
Mais do que contabilizar o valor doado, o levantamento tem como objetivo mensurar a influência das empreiteiras entre os que integram a comissão que tem a missão de investigá-las. Por isso, a tabela priorizou os dados de 2014. No caso dos parlamentares que não foram beneficiados por uma dessas empresas na eleição deste ano, foi feita uma segunda checagem: a das finanças da campanha que garantiu a eles o atual mandato – em 2010 ou, no caso de alguns senadores, 2006.
parlamentopb

Em depoimento à PF, investigada fala em ser capa da ‘Playboy’

Reinaldo Gama/UOL
Reinaldo Gama/UOL

Suspeita de participar da quadrilha que lavava dinheiro e desviava recursos de fundo de pensão, a modelo e agente de investimentos Luciane Hoepers ainda não firmou nenhum acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Mas já fez confissões à polícia.

Ao ser presa no dia em que a operação Miqueias foi deflagrada, na semana passada, Luciane admitiu à polícia que atuava visitando prefeitos e oferecendo vantagens indevidas para que aplicassem em fundos de investimentos suspeitos.

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Ao saber que as meninas jovens e bonitas que desempenhavam essa função foram definidas pela polícia como “pastinhas” do esquema, Luciane disse que poderia ser capa da “Playboy” como “A Pastinha”.

A declaração, dada pouco depois de a polícia ter dado voz de prisão à modelo, arrancou gargalhadas até mesmo da delegada responsável pela investigação, Andrea Pinho.

MULHER FRUTA

Luciane Hoepers, 33, é loira, tem olhos verdes e aparece em fotos e imagens sensuais, todas espalhadas pela internet. Os atributos físicos da modelo e de outras pastinhas presas pela polícia chamaram atenção até mesmo de advogados que passaram pela Superintendência da PF em Brasília no dia em que a operação Miqueias foi deflagrada. Um deles chegou a dizer que as academias da capital federal devem ter ficado vazias, porque as “mulheres frutas” estavam detidas.

A beleza da modelo também foi assunto de um dos diálogos interceptados pela PF em abril deste ano. Luciane falava com o deputado estadual de Goiás Samuel Belchior (PMDB) que alertou para ela tomar cuidado com o “poder grande” de atrair as pessoas.

“[…]Agora, cê tem que tomar cuidado. Um poder grande que cê tem é (…) físico. Então, a pessoa, às vezes, se aproxima de você primeiro pelo que? Primeiramente pela beleza sua, pela pessoa e tal, depois pelas outras coisas. Uma coisa leva a outra. Então vá com cuidado”, disse.

NEM BRUXA, NEM CINDERELA

Numa entrevista para a revista “Fluir”, acompanhada de um ensaio de fotos, Luciane se definiu como “nem bruxa, nem Cinderela”. Para a Polícia Federal, no entanto, ela é suspeita de participar do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão por meio da empresa Invista, usada pela quadrilha para oferecer investimentos aos regimes de previdência de municípios.

“O envolvimento da ‘pastinha’ Luciane Lauzimar Hoepers no esquema criminoso desenvolvido pela Invista é inconteste”, diz diz relatório da PF. O documento afirma que Luciane abordou os prefeitos de Porto Murtinho/MS, Ponta Pora/MS, Cuiaba/MT, Catalao/GO, Joinville/SC, Blumenau/SC e Jundiaí/SP, entre outros municípios.

Além de confessar que participou do esquema, ela afirmou à polícia que pelo menos um dos prefeitos procurados por ela aceitou propina. Foi oferecido à Luciane o benefício da delação premiada. No entanto, como ela ainda não tem advogado, o acordo de colaboração não foi feito.

Ela ficou cinco dias presa e foi indiciada por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

 

 

Folha

Rede Record demite mais 20 e vai ser investigada por MP

rede_recordDesde a última sexta-feira (22/3) – quando mais 20 profissionais foram demitidos –, o Ministério Público do Trabalho passou a reforçar as reivindicações de jornalistas e radialistas diante da gravíssima situação na Rede Record Rio. Representantes sindicais se reuniram com o procurador Carlos Augusto Sampaio Solar, na 1ª Procuradoria do Trabalho (foto), e dois inquéritos devem ser abertos.

“Nesses casos, o Ministério Público atua na dispensa em massa, quando a empresa tem que negociar isso com o sindicato para minimizar os danos sociais das demissões”, explica o promotor. A Rede Record no Rio, na semana passada, em reunião com os sindicatos dos Jornalistas e Radialistas, apenas informou que sua “reestruturação” atingiria um número não definido de profissionais – e nada mais.

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“A Record também vai passar a ter processo sobre fraude trabalhista”, garantiu o procurador. Isso porque a emissora contrata trabalhadores via pessoa jurídica (PJ), o que evidencia precarização das relações de trabalho. Muitos profissionais, como não têm horário fixo por prestarem serviços como empresa, acabam sendo obrigados a fazer longas jornadas de trabalho sem direito a hora extra.

Demissões e nova manifestação
Informações dão conta de que, ainda nesta sexta-feira, a Record Rio demitiu pelo menos mais 20 jornalistas, entre eles seis repórteres cinematográficos. Embora a empresa insista em anunciar excelentes resultados financeiros, existe a desconfiança de que a situação seja bem diferente. Isso porque alguns profissionais de alto salário, principalmente em São Paulo, estariam sendo chamados para uma renegociação, por vencimentos bem menores.

“Chamaram (nesta sexta) um por um para demitir”, conta um funcionário. “É como gado no matadouro. Horrível”, completa.

Na parte da manhã, os sindicatos fizeram nova manifestação em frente à sede da empresa, em Benfica – a terceira neste mês. Diante de carro de som e faixas, foram distribuídas cópias da carta aberta divulgada pelos sindicatos dos Jornalistas e Radialistas.

“Esta carta foi enviada a deputados estaduais e federais para ser lida em plenário, da Câmara e da Assembleia Legislativa”, destaca o diretor do Sindicato dos Jornalistas Nelson Moreira. Novas entidades, como a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert) e Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) subscreveram o documento.

Fonte: Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro

Infoglobo é investigada por “impor prazo de validade” para jornalistas sexagenários

A Infoglobo, que edita os jornais O Globo, Extra e Expresso, é alvo de uma investigação da Procuradoria do Trabalho da 1ª Região por demitir empregados, muitos deles jornalistas, quando chegam aos 60 anos.
Aparentemente a empresa não se importa que esses profissionais estejam no auge da sua capacidade intelectual, que tenham família ou projetos de vida. Segundo o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, a norma discriminatória é conhecida há muitos anos nas redações da Infoglobo e isso gera tensão permanente em funcionários com mais de 55 anos.
Para a procuradora Luciana Tostes, a atitude trata-se de “uma afronta à Constituição”. “Com os depoimentos que colhi, as provas de discriminação ficaram contundentes”, revela a promotora responsável pela investigação. A procuradora ouviu ex-empregados demitidos aos 60 anos e todos eles afirmaram tratar-se de “uma norma da empresa”.
Questionada sobre as acusações, a Infoglobo nega qualquer tipo de discriminação. Além disso, alega ter vários funcionários com mais de 60. Em setembro de 2010, a Infoglobo tinha apenas 30 profissionais com esta idade entre os cerca de 1,8 mil empregados, número que corresponde a apenas 1,6% do total de funcionários).
Portal IMPRENSA