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Sousa vence e tira invencibilidade do Treze no Paraibano

No Marizão, com péssimo gramado, o Sousa bateu o Treze por 1 a 0 pela terceira rodada do Campeonato Paraibano de 2020. A vitória do Dinossauro do Sertão mantém um tabu considerável, já que a última vitória do Galo jogando no estádio, aconteceu no dia 17 de fevereiro de 2010, há quase dez anos.

Além do piso da praça esportiva, outra situação preocupante na partida foi a saída do atacante Rodrigo Poty, do Sousa, após trombada com Breno Calixto. O jogador sousense precisou ser atendido pelos médicos, recebeu oxigênio para conseguir respirar, teve convulsão e foi levado para um hospital em Patos para saber da gravidade de sua situação.

Com a bola rolando, o gol do jogo saiu aos 37 do primeiro tempo. Téssio ficou com a bola na esquerda após bate-rebate e cruzou para o meio, onde Romeu apareceu sozinho para escorar de pé esquerdo e fazer a festa da torcida nas arquibancadas.

No segundo tempo Celso Teixeira colocou o Galo para frente, colocando os atacantes Frontini e Júnior Fialho nas vagas de Mirandinha e Almir. Porém, pilhado, o alvinegro teve mais um membro da comissão técnica expulso, o preparador-físico Victor Hugo. Oportunidades de gol, entretanto, não apareceram.

O Sousa chega aos 6 pontos e, com um jogo a mais, divide a liderança do Grupo B com o Campinense. O próximo compromisso do Dinossauro do Sertão será no dia 12, contra o Botafogo-PB, em João Pessoa.

O Treze segue na terceira colocação do Grupo A, com 6 pontos, um a menos que o líder Atlético de Cajazeiras, e pode ficar três atrás do Botafogo-PB, que ainda não jogou na rodada. No dia 10, o Galo recebe o Nacional de Patos, muito provavelmente na reabertura do estádio Presidente Vargas.

 

Foto: Fabiano Sousa/ Voz da Torcida

Fonte: Equipe @Vozdatorcida

 

 

Cruzeiro bate Atlético-MG e mantém invencibilidade de 2 anos

A Raposa segue sem perder para o Galo. Em duelo na tarde deste sábado, no Mineirão, pela 10ª rodada do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro venceu o Atlético-MG, por 2 a 1, e segue sem perder para o maior rival. O resultado, no entanto, não muda em nada a posição das equipes na tabela – alvinegros seguem na primeira colocação e celestes na segunda.

Arrascaeta, jogador do Cruzeiro comemora gol durante partida no Mineirão.
Arrascaeta, jogador do Cruzeiro comemora gol durante partida no Mineirão.

Foto: Thomas Santos/ Agif/Gazeta Press

O jogo foi de certa forma fácil para o Cruzeiro. Isso porque o time azul abriu o placar logo aos 2 minutos. Com o resultado a seu favor, a Raposa esperou o Galo em seu campo de defesa e conseguiu se planejar para deixar o campo vitoriosa.

Os times voltam a campo no próximo domingo, às 16h, o Galo contra a Caldense, em Poços de Caldas, e a Raposa contra o Democrata de Governador Valares, no Mineirão.

Primeiro tempo

O Cruzeiro não precisou de muito tempo para iniciar seu jogo. Logo no primeiro ataque perigoso, a boa jogada feita na ponta esquerda, a bola sobrou para Thiago Neves e ele colocou a a redonda no fundo das redes.

Após o gol, o Cruzeiro passou a adotar uma postura mais defensiva. O Atlético seguia com a posse de bola, mas ambas equipes mostravam que seus jogos seriam assim. Desta forma, a Raposa se defendia bem e descia em velocidade nos contra-ataques.

O Cruzeiro via o Atlético jogar, mas não levava sustos. Se comportava bem em campo, sem problemas na sua defesa. O Galo, por sua vez, não conseguia criar. Mas nem todos os problemas atleticanos já estavam apresentados. Na metade do primeiro tempo, o atacante Fred foi expulso – justamente -, após agredir o zagueiro Manoel, e atrapalhou os planos do técnico Roger Machado.

Após o cartão vermelho, a postura mudou. O Galo passou a se defender mais e a Raposa com mais posse de bola. Mas ainda assim a equipe alvinegra encontrava problemas defensivos, pois o meia Cazares não voltava para ajudar na marcação. Por isso, o técnico Roger Machado mandou a campo Luan.

A alteração fez o Galo melhorar. O jogador ajudava na marcação e ainda fazia certa diferença na frente. Nada suficiente para mudar o placar no primeiro tempo.

Segundo tempo

O Galo voltou melhor no segundo tempo. A postura atleticana tinha melhorado, voltando a ter mais a posse de bola. A Raposa esperava. No intervalo, o técnico Roger Machado mudou o posicionamento de seus homens de frente, colocando Robinho mais centralizado e Luan e Otero pelos lados.

Aos 13 minutos, Arrascaeta recebeu a bola na área, chutou forte e levou mais problemas ao Atlético, pois balançou as redes fazendo o segundo da Raposa na partida.

Após o gol, o jogo perdeu qualidade. O Atlético tentava se superar, ficou desorganizado, sobretudo, por causa da expulsão. A Raposa, mais organizada, esperava o Galo errar para tentar o terceiro gol. No finalzinho, quem fez o gol, entretanto, foi o Atlético. Elias aproveitou a bola de Rafael Moura e marcou seu tento.

No final da partida, Rafael Moura marcou o gol do empate, mas o jogador estava em posição irregular e o impedimento foi marcado.

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 2 X 1 ATLÉTICO

Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Data: 01 de abril de 2017, Sábado

Horário: 16h (de Brasília)

Árbitro: Igor Júnior Benevenuto

Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira e Ricardo Júnio de Souza

Gols: Thiago Neves, aos 2 minutos do primeiro tempo, Arrascaeta, aos 13 do segundo tempo (Cruzeiro), Elias, aos 42 do segundo tempo (Atlético)

Cartões: Ariel Cabral, Diogo Barbosa, Ezequiel, Rafael Sóbis, Lucas Silva, Rafael (Cruzeiro); Marcos Rocha, Elias, Rafael Moura (Atlético)

Cartão Vermelho : Fred (Atlético)

CRUZEIRO – Rafael, Ezequiel, Léo, Manoel, Diogo Barbosa, Hudson, Ariel Cabral (Lucas Silva), Thiago Neves, Rafinha (Ramon Ábila), Arrascaeta, Rafael Sóbis.

Técnico: Mano Menezes

ATLÉTICO – Giovanni, Marcos Rocha, Leo Silva, Gabriel, Fábio Santos, Rafael Carioca, Elias, Cazares (Luan), Otero (Marlone), Robinho (Rafael Moura) e Fred.

Técnico: Roger Machado

Terra

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Santos vence na Vila e tira invencibilidade de 15 jogos do Palmeiras

santosO Palmeiras segue próximo do título de campeão brasileiro. No entanto, agora sem disfrutar de uma longa invencibilidade. Na noite deste sábado, em duelo válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos venceu o clássico paulista por 1 a 0, na Vila Belmiro, e deu um passo importante para figurar já na fase de grupos da próxima Copa Libertadores.

O placar na Baixada Santista, resultado do gol de Copete, faz o Palmeiras reencontrar a derrota depois de 15 partidas de invencibilidade na Série A. A equipe comandada por Cuca ainda viu a vantagem na liderança cair depois do empate por 2 a 2 entre Flamengo e Atlético-MG, mais cedo no Mineirão.

O time alviverde, que busca o primeiro título de Série A desde 1994, permanece com 67 pontos, cinco a mais do que o Flamengo. O Santos, em contrapartida, agora aparece como o terceiro colocado, com 61 pontos. O Atlético-MG, com 60, fecha o grupo dos quatro melhores.

Derrotado pela primeira vez desde julho, o líder Palmeiras retorna a campo no próximo domingo, quando, a partir das 17h (de Brasília), encarará o Internacional, no Allianz Parque. O Santos joga no sábado, às 21h, contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli.

Quem foi bem: Luiz Felipe

Os aplausos da torcida para o zagueiro Luiz Felipe, quanto este ameaçou deixar a partida por sentir uma lesão, não foram à toa. O defensor santista se agigantou no clássico deste sábado. Além de demonstrar qualidade na saída de bola, o camisa 2 anulou Gabriel Jesus, principal referência de ataque do Palmeiras. Posteriormente, o jogador não suportou as dores e acabou substituído por Fabián Nogueira.

Quem foi mal: Allione

Apesar de criar uma ótima oportunidade na primeira etapa, quando cruzou bola na medida e quase encontrou Gabriel Jesus, Allione sofreu com o intenso ritmo apresentado pelo Santos na Vila Belmiro. O argentino, opção pela ponta direita, pouco apareceu para o jogo e atrapalhou o desenvolvimento ofensivo do time de Cuca, que jogou nos contra-ataques.

Jesus encerra passagem com jejum em clássicos

A vitoriosa passagem de Gabriel Jesus pelo Palmeiras terminará com uma dose de frustração. A cinco jogos de encerrar a trajetória pelo clube alviverde e se transferir para o Manchester City, o atacante se despede sem anotar um gol sequer nos clássicos estaduais. Em 19 jogos diante de Santos (rival deste sábado), Corinthians e São Paulo, o camisa 33 passou em branco.

Santos tira longa invencibilidade do Palmeiras

A vitória do Santos no clássico deste sábado, além de recolocar o clube da Vila Belmiro na briga pelas primeiras colocações, tirou uma longa invencibilidade do Palmeiras no Campeonato Brasileiro. A última derrota da equipe de Cuca ocorrera na 17ª rodada: 3 a 1 para o Botafogo, em 31 de julho.

‘Pontas’ não funcionam e limitam ataque do Santos

Copete e Jean Mota viveram uma noite infeliz no clássico deste sábado. Escalados como opções de ataque pelos lados, os dois jogadores apresentaram-se abaixo do nível esperado e prejudicaram o andamento do ataque santista. Precisou Lucas Lima cair mais para o lado esquerdo, nos espaços cedidos por Fabiano, para o time da casa ameaçar a dupla de zaga Yerry Mina e Vitor Hugo.

Palmeiras se dispõe a sofrer na Vila

Em um ambiente hostil como a Vila Belmiro, o Palmeiras agiu desde o princípio para cortar o clima no estádio santista. O líder do Campeonato Brasileiro adotou uma postura mais cautelosa, com avanços em velocidade nos contra-ataques para surpreender os donos da casa. No entanto, erros de passe no último terço de campo prejudicaram ofensivamente o clube alviverde.

Dorival Júnior sofre com desfalque de artilheiro

O desfalque de Vitor Bueno, goleador do Santos no Brasileiro com dez gols, complicou o trabalho de Dorival Júnior. O técnico precisou recorrer a Jean Mota, que não soube explorar o lado de Zé Roberto na defesa do Palmeiras. Nem a movimentação constante de Lucas Lima fez evoluir o ataque dos donos da casa, para frustração do treinador.

Opção de Cuca melhora saída de bola

A escalação de Jean no setor de meio-campo ao invés de Thiago Santos, teoricamente, afrouxaria o sistema de marcação em frente à última linha do Palmeiras. No entanto, a presença do camisa 17 serviu como um alicerce para o clube visitante escapar do sufoco; a qualidade na saída de bola melhorou, e o líder do Brasileiro conseguiu aos poucos diminuir o ímpeto do Santos.

Estreia no gol palmeirense

Aos 22 anos, Vinicius Silvestre venceu a concorrência de Vagner para substituir Jailson, suspenso, e estrear pelo clube de Palestra Itália. O jogador revelado na Academia de Futebol debutou logo em um clássico importante para a reta decisiva do Campeonato Brasileiro. Logo em uma de suas primeiras participações no confronto, o arqueiro alviverde escorregou em campo.

Reverência ao Capita

A emoção apareceu na Vila Belmiro antes mesmo de a bola rolar. O público se silenciou e revêrenciou Carlos Alberto Torres, histórico ídolo santista e da seleção brasileira. Os jogadores dos dois clubes se posicionaram no círculo central e realizaram cada um a sua prece, enquanto os torcedores aplaudiram o eterno Capita, falecido no início da semana.

De olho na tabela

Mais cedo, às 16h30 (de Brasília), Atlético-MG e Flamengo empataram em 2 a 2 em um jogo eletrizante e, consequentemente, deram uma mãozinha para o Palmeiras. Os cariocas ficaram com 62 pontos e os mineiros com 60.

FICHA TÉCNICA
SANTOS x PALMEIRAS

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 29 de outubro de 2016 (sábado)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA)
Assistentes: Marcio Gleidson Correia Dias e Helcio Araujo Neves (ambos do PA)
Cartões amarelos: Mina, Moisés, Gabriel Jesus (Palmeiras); Lucas Lima, Zeca, Ricardo Oliveira, Fabián Nogueira (Santos)
Público e renda: 13.574 pagantes e R$ 413.390,00
Gols: Santos – Copete, aos 22 minutos do segundo tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe (Fabián Nogueira), David Braz e Zeca; Renato e Thiago Maia; Lucas Lima, Copete (Caju) e Jean Mota (Yuri); Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior.

PALMEIRAS: Vinicius Silvestre; Fabiano (Leandro Pereira), Yerry Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Jean e Tchê Tchê; Allione (Cleiton Xavier), Moisés e Dudu (Rafael Marques); Gabriel Jesus.
Técnico: Cuca.

Uol

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Botafogo-PB quebra invencibilidade de Cuca, mas Palmeiras avança

almeidaoEra um time majoritariamente formado por reservas. No entanto, para o torcedor, basta o símbolo do Palmeiras para o apoio ser igual. Foi assim no Estádio Almeidão, em João Pessoa, que recebeu um bom número de palmeirenses. A classificação às quartas de final da Copa do Brasil veio, mas com um gosto um pouco amargo: derrota por 1 a 0 para o Botafogo-PB.

O resultado negativo derruba uma longa série acumulada pelo técnico Cuca: dez partidas de invencibilidade – nove delas no Campeonato Brasileiro. O placar, entretanto, não ameaçou a vaga entre os oito melhores da Copa do Brasil; o sorteio da fase quartas de final está marcado para sexta-feira.

No primeiro duelo, o Palmeiras vencera por 3 a 0, placar que obrigaria ao Botafogo-PB golear por quatro gols de diferença para avançar de fase no torneio mata-mata. Esta vantagem confortou o elenco, que pouco arriscou na Paraíba.

Classificado apesar do revés, o Palmeiras retoma a concentração na disputa da Série A. Líder com 51 pontos, o time comandado por Cuca recebe no sábado, a partir das 16h (de Brasília), o Coritiba, no Allianz Parque, em duelo pela 27ª rodada da competição.

Quem foi bem: Carlinhos

Em uma partida morna, destacou-se o autor de um belo gol. Carlinhos se apresentou como uma das principais opções ofensivas do Botafogo-PB pela movimentação e anotou um belo gol. Após cruzamento da direita, o atacante arrematou de primeira – e contou com a sorte do desvio no meio do caminho para enganar o goleiro palmeirense Vagner.

Quem foi mal: Lucas Barrios

Mais uma oportunidade desperdiçada pelo centroavante do Palmeiras. Convocado para a seleção do Paraguai, Lucas Barrios teve uma atuação para lá de discreta em João Pessoa. Travado, o paraguaio mostrou lentidão e se tornou um alvo fácil para a marcação dos paraibanos. Cuca se mostrou insatisfeito e tirou o camisa 8 antes da metade da segunda etapa.

Alecsandro volta após quase dois meses

Absolvido pelo caso de doping – após a defesa comprovar o resultado de ‘falso positivo’, Alecsandro retornou aos gramados após quase dois meses afastado – entrou em campo pela última vez em 24 de julho, na derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG. Relacionado pela primeira vez, o atacante recebeu a oportunidade de atuar mais de 30 minutos, essenciais para o atleta acumular ritmo de jogo nesta reta final de temporada.

Palmeiras ‘protocolar’

Sem forçar, o Palmeiras garantiu a passagem para as oitavas de final da Copa do Brasil. Mesmo com uma equipe alternativa, o clube alviverde sofreu pouco no Almeidão. As presenças dos veteranos Zé Roberto e Edu Dracena, além do lateral defensivo Fabiano, seguraram qualquer tentativa de pressão por parte dos paraibanos. Quando exigido, o goleiro Vagner foi bem.

Botafogo-PB perde chance de ‘blitz’

Com menos de dez minutos de partida, o Botafogo-PB criou duas boas oportunidades para modificar o clima no Estádio Almeidão. Na primeira, o veterano Warley desperdiçou uma rara chance livre. Em outra oportunidade, Vagner espalmou. As chances perdidas custaram caro, e o Palmeiras imediatamente cresceu e segurou o confronto até o gol de Carlinhos na parte final do jogo.

Cuca descansa elenco, mas não ganha ‘dores de cabeça’

O descanso dado aos principais jogadores poderia gerar um problema para o técnico Cuca. Afinal, quem sobrasse no duelo diante do Botafogo-PB poderia se credenciar ao time titular no Campeonato Brasileiro. A atuação morna diante dos paraibanos, no entanto, evitou qualquer discussão. Nomes como Cleiton Xavier e Lucas Barrios, discretos, desperdiçaram uma boa chance de convencer.

Reclamação

Apesar da tranquilidade do placar adquirido no lance de ida, os palmeirenses deixaram o estádio em João Pessoa frustrados por uma decisão da arbitragem. Os jogadores reclamaram de pênalti sobre Rafael Marques, travado no momento da batida. Jailson Macedo de Freitas mandou o jogo seguir.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-PB 1 x 0 PALMEIRAS

Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa (PB)
Data: 21 de setembro de 2016 (quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Assistentes: Elicarlos Franco de Oliveira e Jucimar dos Santos Dias (ambos da BA)
Cartões Amarelos: Sapé e Carlinhos (Botafogo-PB); Gabriel, Vitinho e Matheus Sales (Palmeiras)

GOL:
BOTAFOGO-PB: Carlinhos, aos 30min do 2º tempo

BOTAFOGO-PB: Michel Alves; Gustavo (Saldanha), Plínio, Marcelo Xavier e David Luis; Djavan, Sapé (Henik), Pedro Castro e Marcinho; Warley (Danielzinho) e Carlinhos.
Técnico: Itamar Schulle.

PALMEIRAS: Vagner; Fabiano, Thiago Martins, Edu Dracena, e Zé Roberto; Gabriel (Matheus Sales) e Arouca; Allione, Cleiton Xavier (Vitinho) e Rafael Marques; Lucas Barrios (Alecsandro).
Técnico: Cuca.

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Palmeiras quebra invencibilidade do Atlético-PR e abre vantagem na ponta

Foto: Estadão
Foto: Estadão

O Palmeiras aumentou a vantagem na liderança do Brasileirão. Com gol de Vitor Hugo, o time paulista venceu o Atlético-PR por 1 a 0 e abriu três pontos em relação ao Santos, o vice-líder. Antes de a rodada começar, a diferença era de um ponto para o Atlético-MG. O triunfo na noite deste domingo (14) significa a quebra de invencibilidade de nove partidas dos paranaenses dentro de casa neste campeonato.

Os palmeirenses se destacaram pela excelente partida no meio-campo, especialmente com Moisés. Com os três pontos, o Alviverde chega aos 39. Santos, com 36, o Grêmio, com 35 e um jogo a menos, e o Atlético-MG, também com 35, completam o G4. O Atlético-PR, por sua vez, estaciona com 30 pontos na 7ª colocação empatado com a Ponte Preta.

Na próxima rodada, os dois times voltam a campo no domingo (21). O Atlético-PR entra primeiro, às 11h, no Independência, contra o Atlético-MG. Os palmeirenses, por sua vez recebem a Ponte Preta às 16h no Allianz Parque.

Moisés, o nome do jogo

O meio-campista do Palmeiras voltou a ser destaque. No jogo deste domingo, ele foi eficiente na hora de marcar, apareceu para desafogar a zaga na hora da saída de bola e foi essencial na chegada do time no ataque. No segundo tempo, inclusive, fez uma belíssima jogada de linha de fundo, com direito a rolinho. Ele passou para Roger Guedes, que não conseguiu concluir com eficiência para aumentar o placar.

O feitiço virou contra o feiticeiro

Palmeiras e Atlético-PR fizeram um primeiro tempo equilibrado, com os visitantes tentando explorar a velocidade de Erik, Dudu e Roger Guedes, que era o mais apagado entre eles. Os paranaenses, por sua vez, encontravam dificuldades para passar pelo meio, com Moisés, Tchê Tchê e Thiago Santos protegendo muito bem a defesa. Por isso, o jeito foi usar as laterais e levar perigo apenas nas bolas aéreas. Aos 43 minutos do 1º tempo, foi a vez do Palmeiras usar da mesma jogada, mas com pontaria: Vitor Hugo cabeceou sem chances para Santos.

Jaílson aparece bem no segundo tempo

Assim como no primeiro tempo, o Atlético-PR voltou a encontrar dificuldades com a bola no chão, por causa da forte marcação feita pelo meio-campo do Palmeiras. Em jogada aérea, André Lima cabeceou quase dentro da pequena área e fez o torcedor atleticano até levantar para comemorar. Jaílson apareceu de maneira espetacular para fazer excelente defesa. Aos 25, o atacante tentou outra vez, mas agora com chute fora da área. O goleiro fez nova boa defesa. Nos acréscimos, o goleiro ainda fez excelente defesa em nova cabeceio de André. O juiz já marcava impedimento.

Roger Guedes põe Cleiton Xavier no banco, mas some

Depois de ficar no banco de reservas em algumas partidas, Roger Guedes voltou a ser escalado como titular, ocupando vaga que era de Cleiton Xavier. O atacante não foi bem, errou algumas jogadas importantes, como uma finalização após jogada de Moisés que poderia decidir a vitória no início do segundo tempo. Depois, pareceu desligado na partida e foi substituído justamente por Cleiton Xavier.

Fim da invencibilidade

O Atlético-PR não tinha perdido nenhuma em casa no Brasileirão até aqui. Em nove jogos, foram sete vitórias e dois empates, com 12 gols a favor e três contra. A derrota deste sábado faz a equipe cair de 85,2% no primeiro turno para 76,7% dos pontos disputados em Curitiba. Já o Palmeiras consegue a quarta vitória como visitante, totalizando aproveitamento de 46,7%.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 0 x 1 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 14 de agosto de 2016 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Assistentes: Leirson Peng Martins e Mauricio Coelho Silva Penna (ambos do RS)
Cartões amarelos: Léo, Hernani e Otávio (ATL-PR); Thiago Santos, Erik e Cleiton Xavieri (PAL)
Gols: Vitor Hugo, aos 43 min do 1º T

ATLÉTICO-PR: Santos; Léo (Rosseto), Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani, Yago (Marcos Guilherme) e Luciano Cabral (André Lima); Lucas Fernandes e Walter.
Técnico: Paulo Autuori.

PALMEIRAS: Jaílson; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos, Tchê Tchê e Moisés; Róger Guedes (Cleiton Xavier), Dudu (Rafael Marques) e Erik (Fabrício).
Técnico: Cuca.

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Cuiabá quebra a invencibilidade do Botafogo-PB e entra no G-4 da Série C

O Cuiabá não marcava um gol sequer há três partidas. O Botafogo-PB, por sua vez, vinha invicto na Série C e com um retrospecto amplamente favorável jogando na Paraíba, onde só perdeu duas vezes em 2014. Tudo isso, no entanto, não foi capaz de parar o Dourado. Uma uma atuação impecável, especialmente de Eder Sciola, o time mato-grossense goleou o campeão da Série D por 4 a 1 e, de quebra, entrou para o G-4 do Grupo A.

Cuiabá goleia Botafogo-PB no Almeidão (Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba)Cuiabá fez 2 a 0 ainda no primeiro tempo e só administrou a vantagem na segunda etapa, em jogo realizado na tarde deste domingo em João Pessoa (Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba)

 

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A derrota só não trouxe maiores consequências para o Botafogo porque os resultados da rodada ajudaram e o time segue na zona de classificação. Mas acendeu o sinal de alerta na Maravilha do Contorno para as finais do Campeonato Paraibano e também para a retomada da Série C, após a Copa do Mundo.

Cuiabá encontra o mapa da mina

Pressionado pelas quatro partidas sem vitória na Série C, o Cuiabá começou a partida disposto a surpreender o Botafogo-PB. E logo encontrou o mapa da mina: a ala esquerda. Aproveitando o fato da falta de ritmo do lateral direito Toninho, que fora confirmado minutos antes da partida no lugar do titular Ferreira, o Cuiabá marcou logo dois gols no primeiro tempo.

Aos 19, Gilsinho lançou Ruan, que cruzou na medida para Eder Sciola só tocar para as redes de Genivaldo. E, aos 27, com os mesmos personagens em ação: de Ruan para Eder, e novamente o Cuiabá chegava ao gol, que praticamente definiu a partida.

Na tentativa de reorganizar o time botafoguense, o técnico Marcelo Vilar tirou Toninho e colocou o volante Izaías. Até que deu certo. O time paraibano melhorou e até teve chance de marcar. Primeiro aos 35, com Lenílson, que soltou a bomba para grande defesa de William Alves. Depois, aos 42, André Lima teve a chance de diminuir após falta cobrada por Pio.

Eder Sciola marcou três gols na goleada do Cuiabá sobre o Botafogo-PB (Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba)Eder Sciola marcou três gols na goleada do Cuiabá sobre o Botafogo-PB (Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba)

Goleada com um a menos

A reação do Botafogo-PB nos últimos 15 minutos do primeiro tempo deu a falsa impressão de que o time paraibano poderia ameaçar a vitória do Dourado. Engano. E os mato-grossenses trataram logo de esfriar o ânimo do adversário com um gol logo aos 2 minutos. E de novo com ele, Eder Sciola, o nome da partida.. Dessa vez, ele aproveitou uma falta cobrada por Gilsinho e fez de cabeça.

O lance que poderia mudar a história do jogo veio cinco minutos depois. Bosco, que já tinha o cartão amarelo, fez falta dura e acabou expulso. Na cobrança, Pio soltou a bomba e no rebote do goleiro Willian Alves, saiu o gol botafoguense, marcado por Izaías.

A torcida que já estava deixando o Almeidão voltou a acreditar na reação. Frontini, de fora de área, quase marca aos 11. Ao invés disso, quem voltou a balançar as redes foi o Cuiabá. E com um golaço de Gilsinho. Ele soltou a bomba no ângulo de Genivaldo e marcou o quarto gol aos 15 minutos.

A partir daí, o Botafogo seguiu pressionando – mais por uma obrigação protocolar do que propriamente com o pensamento de reagir. Já o Cuiabá, explorando os contra-ataques, também deve chances de marcar. Na melhor delas, aos 26, Genivaldo salvou um chute de Moisés à queima-roupa.

No mais, a vitória do Cuiabá foi justa e mostrou que nada está definido no Grupo A.

 

 

Globoesporte.com

2 x 1: Belo vence fora de casa, quebra invencibilidade do Salgueiro e decide semifinal em Casa

botafogo-pbO jogo começou às 16h, a partida de ida da semifinal da competição acontece no Estádio Salgueirão, casa do adversário, em Pernambuco. O Belo entrou desfalcado sem o meia Lenílson que é um dos principais nomes na Série D.

O Salgueiro começa pressionando nos primeiros momentos do jogo. Aos 4 minutos de jogo, Elves tenta abrir o palcar para o Salgueiro, mas Rémerson defende.

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A bola fica lá e cá, mas aos 12 minutos Fausto cruza para Doda, que manda direto no canto esquerdo do gol do Salgueiro. Belo 1 x 0. O Salgueiro responde em seguida Fabrício Ceará chuta rasteiro no canto esquerdo do gol, mas Remerson vai direto na bola e defende.

O Salgueiro continua atancando: Elves cobra escanteio e Fabrício Ceará desviou para o gol, mas Rémerson vai na bola e impede o gol.

Aos 28 Paulo Macaíba manda uma bomba em direção ao gol do Salgueiro, mas a bola passa raspando pelo segundo pau.

O jogo continua quente e aos 38 minutos Cleberson é derrubado na entrada da área e árbitro da falta para o Salgueiro. Elves bate a falta e a bola vai na trave, dando um susto no Belo.

Aos 45 do primeiro tempo no rebote do escanteio, o meia Aílton manda para o gol e Marcel tenta afastar e manda a bola para o gol. Salgueiro empata e o jogo vai para o intervalo.

No intervalo jogadores e o técnico do Belo reclamam do lance de empate do jogo. Macelo Vilar, técnico do Botafogo reclamou: ‘Para mim a bola não entrou, mas o árbitro validou o gol’. Marcel ratificou a crítica: ‘A bola saiu, mas a bandeira não deu e validou o gol’.

O Salgueiro volta agressivo no segundo tempo, mas Remerson vira um paredão. O Salgueiro pressiona o Botafogo para marcar o segundo gol, mas esbarra na defesa.

Aos 16 minutos, Ferreira cobra falta e Izaías e Fausto sobem para tentar cabecear. Mas foi o volante que mandou a bola para o fundo das redes e o Belo faz o segundo do jogo, ficando à frente do placar novamente.

Dessa vez o Belo continua no ataque e Fausto manda uma bomba em direção ao gol, mas o goleiro Mandragon se estica para defender.

O Salgueiro volta a pressionar e chega com perigo ao gol de Remerson, que se atrapalha na defesa, mas o zagueiro Marcel consegue salvar.

Com o resultado, o Botafogo quebra uma sequencia de 24 jogos em que o Salgueiro não perde em casa.

Warley, atacante do Botafogo comentou: Tabus estão ai para serem querbrados. Sentimos dificuldades de jogar aqui, pois eles são muitos fortes na bola aérea, o calor e o sol também não ajudaram. Mas estamos ai e não tem nada ganho.

Já Rémerson, goleiro do Botafogo está focado no jogo de volta: O Almeidão vai estar lotado no domingo. Vamos decidir a semifinal lá em João Pessoa e esperamos apoio da torcida.

O técnico, Marcelo Vilar comemorou: Jogamos com raça e vitória foi merecida. Mas ainda não tem nada ganho. Não pudíamos nos desconcentrar, pois jogar aqui é muito dificil pois eles alçam a bola na área muito bem.

Escalação do Botafogo: Remerson; Ferreira, Marcel, André Lima, Celico;  Zaquel,  Hercules,  Pio,  Doda; Fausto e Paulino Macaíba.

Renda: R$ 68.670 mil

Público: 9.685

paraiba.com.br

Na grama sintética de Tijuana, Timão perde invencibilidade na Libertadores

O Corinthians pode dizer que ostentou uma invencibilidade de 16 jogos e mais de dois anos na Taça Libertadores, mas não poderá se gabar de ter o recorde histórico da competição. Nesta quarta-feira, diante de um arisco e ousado Tijuana, o Timão caiu por 1 a 0, no México, e conheceu sua primeira derrota internacional desde o trauma de 2011, quando levou 2 a 0 do Tolima, da Colômbia, e foi eliminado na fase prévia da Libertadores. Méritos para a equipe mexicana, estreante na competição, mas com pinta de veterana.

O maior período de jogos sem perder na Libertadores continuará sendo dos peruanos do Sporting Cristal: 17 partidas. O gol do Tijuana foi marcado por Javier Gandolfi, aos 20 do segundo tempo, em jogada que deveria ser anulada por impedimento. A má arbitragem de Victor Carillo, aliás, contribuiu para que o jogo fosse tenso em alguns momentos, com lances violentos e confusões em campo.

O curioso é que Paulinho teve dois gols anulados no primeiro tempo, ambos por impedimento e marcados de forma correta – do mesmo lado em que saiu o gol do Tijuana. Agora, o Timão liga o sinal de alerta: são cinco pontos de distância para o time mexicano, líder do Grupo 5 da Libertadores com nove pontos. O Timão tem quatro, e o Millonarios, três.

Timão e Tijuana voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, às 22h (horário de Brasília), no Pacaembu. Antes, porém, os comandados de Tite jogam pelo Campeonato Paulista contra o Ituano, sábado, às 18h30, também no Pacaembu.

Alessandro e Benny Corona, Tijuana x Corinthians (Foto: AP)Alessandro, do Corinthians, mostra as travas da chuteira a Benny Corona (Foto: AP)

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Tijuana conhece a Libertadores

Tijuana jamais havia vivido um clima de Taça Libertadores, mas parece ter tomado gosto pela competição rapidamente. Com estádio praticamente lotado e pressão a cinco metros do banco de reservas, os Xolos conseguiram estabelecer um ritmo que assustou “El Campeón”, como o Corinthians foi chamado na cidade durante a semana. A chave era pelas pontas, com os bons Fidel Martínez e Duvier Riascos nas costas de Alessandro e Fábio Santos.

O goleiro Cássio não chegou a trabalhar muito, mas o Tijuana chegou mais perto do gol no primeiro tempo – Riascos chutou por cima a melhor oportunidade. A equipe bem arrumada por Antonio Mohamed só pecou ao exagerar em algumas divididas, causando clima tenso em campo e arruinando a arbitragem do peruano Victor Carrillo. Nas arquibancadas, a torcida se animou com o ambiente. Em meio a copos enormes de cerveja e generosas porções de tacos, os fãs dos Xolos sentiram que o momento era deles.

A equipe da casa não correspondeu e continuou se estranhando com os corintianos. Gandolfi com Guerrero, Moreno com Gil, todos com o árbitro. O futebol ficou em segundo plano. Ao menos, o Timão se adaptou rapidamente à grama sintética. Por volta dos 15 minutos, Guerrero e Pato já trocavam passes  em profundidade, e Danilo se mostrava dominante pela esquerda. Faltou chutar mais a gol, algo cobrado por Tite desde o início do ano. Só Renato Augusto tentou obedecer ao chefe, mas sem sucesso.

Pato, Tijuana x Corinthians (Foto: AP)Alexandre Pato até começou bem, mas depois caiu de produção (Foto: AP)

Fim da invencibilidade

Tijuana e Corinthians, enfim, entenderam que chutar a gol é a melhor maneira de efetivamente fazer o gol. De longe, começou  a troca de sustos dos dois lados. Guerrero exigiu boa defesa de Saucedo em jogada individual. Minutos depois, foi a vez de Pellerano fazer Cássio trabalhar ao defender uma bomba que veio quase da intermediária. E o jogo começou a ficar mais técnico, como se esperava de duas equipes tão competitivas.

Apesar de alguns bons momentos, o Corinthians jamais ficou totalmente à vontade na grama sintética. Enquanto isso, o Tijuana imprimiu outra velocidade, sempre com Martinez e Riascos. Mais uma vez, a torcida sentiu que era o momento dela. Era também o momento do gol, mas na bola parada. Aos 20, após cobrança de falta de Arce, Aguilar desviou no primeiro pau e deixou Gandolfi livre para marcar: 1 a 0 Xolos. O comentarista Leonardo Gaciba, da TV Globo, afirmou que houve impedimento no primeiro lance – o desvio de Aguilar.

Era o que faltava para a já alegre torcida do Tijuana se soltar de vez. A partir dos 30 minutos, os gritos de “olé” foram aumentando. Sósia de Neymar, inclusive nos dribles ousados, Martinez passou a mostrar todo seu repertório e enlouquecer o Estádio Caliente – mesmo sem levar perigo real a Cássio. Só serviu mesmo para o clima voltar a esquentar, com jogadas ríspidas dos dois lados.

Tite agiu muito tarde ao tirar Alessandro, que passou 70 minutos levando sufoco do rápido ataque do Tijuana. A saída de Paulo André para a entrada de Romarinho sinalizou o tudo ou nada. Deu nada. Após mais de dois anos, o Corinthians voltou a perder um jogo de Taça Libertadores. Gosto amargo, muito amargo, ainda mais quando o rival que o vence abre cinco pontos de vantagem no grupo. Agora, o sinal de alerta está ligado.

Fidel Martinez e Paulinho, Tijuana x Corinthians (Foto: AP)Fidel Martinez e Paulinho, em lance do jogo entre Tijuana e Corinthians (Foto: AP)
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Invencibilidade do Botafogo-PB é a motivação do clássico contra o Auto

treinadorEm jogo, pouca coisa. O Botafogo-PB já assegurou o título simbólico da primeira fase do Campeonato Paraibano com uma campanha irretocável (10 vitórias e três empates até aqui). O Auto Esporte, por sua vez, se livrou do rebaixamento, na última rodada, com a vitória de 1 a 0 sobre o Cruzeiro de Itaporanga. Ainda assim, o clássico deste domingo, às 16h, no Estádio da Graça, tem lá seus atrativos.

A invencilidade do Botafogo, aliás, é o maior deles. O time de Marcelo Vilar curte o bom momento e espera terminar a fase sem perder para ninguém. Por isso, o treinador já avisou que não pretende poupar ninguém no Botauto.

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– É um jogo importante, um clássico da cidade, e nós queremos vencer. É bom também para dar ritmo e entrar embalado na segunda fase – justificou Marcelo Vilar, que mais uma vez não conta com o lateral Zadda e o volante Fernando, entregues ao departamento médico.

Em contrapartida, dois titulares que não enfrentaram o Paraíba de Cajazeiras na última rodada estão de volta: o zagueiro André Lima e o atacante Wanderley, que cumpriram suspensão no Perpetão.

Com lugar garantido na equipe, o atacante Warley tem mais uma oportunidade de se desgarrar do trezeano Tiago Chulapa na briga pela artilharia. Ambos têm nove gols. Outro que está motivado para o duelo é o zagueiro Thuran, que decidiu permanecer na Maravilha do Contorno, mesmo com uma boa proposta do Macaé.

– Está tudo resolvido e agora é só pensar no Botafogo. Vou ficar e ajudar nessa caminhada para o título – disse.

No Auto Esporte, o técnico Jairo Santos tem problemas. O goleiro Anderson, o lateral Coca e o volante Gildo seguem no departamento médico. Eles ganharam a companhia do zagueiro Júnior, que machucou o joelho na partida contra o Cruzeiro de Itaporanga.

Últimos reforços contratados pelo clube, o goleiro Alan (ex-Tuna Luso) e o volante Tércio (ex-Palmeira de Goianinha) ainda não foram regularizados.

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Eficiente, Avaí faz 2 a 0 no Coelho, que perde invencibilidade na Série B

O Avaí venceu o América-MG por 2 a 0 na noite desta sexta-feira, derrubou a invencibilidade dos mineiros, líderes da Série B, e encostou de vez no G-4. Os gols do Leão da Ilha foram marcados em lances individuais. No primeiro tempo, Julinho emendou uma bicicleta e abriu o placar. No segundo, Diogo Acosta acertou chute de fora da área e decretou a vitória catarinense.

O jogo foi muito disputado desde o início. Os donos da casa procuraram mais o ataque, mas os visitantes iam bem, na proposta de contra-atacar. O Avaí foi premiado com um gol no final do primeiro tempo, o que obrigou o América-MG a buscar o jogo na etapa final. Quando as duas equipes buscaram o gol, o Leão foi mais eficiente.

O time mineiro segue líder com 13 pontos, mesmo com a derrota. O América-RN, que poderia ultrapassar o Coelho, também foi derrotado na rodada, pelo São Caetano por 3 a 2. Com os três pontos o Avaí saltou para o quinto lugar, com 10 pontos, dois a menos que o Criciúma, quarto colocado. O Coelho dorme na liderança. Porém, os mineiros podem sair do primeiro lugar neste sábado caso o Criciúma vença o ASA.

Julinho, Avaí x América-MG (Foto: Petra Mafalda / Agência Estado)Julinho comemora o primeiro gol do Avaí (Foto: Petra Mafalda / Agência Estado)

O Avaí vai até Guaratinguetá, na próxima rodada, encarar o time da casa, no Dario Rodrigues Leite, na sexta-feira, às 21h (de Brasília). Já o América-MG receberá o Bragantino na terça-feira, às 21h, no Independência, em Belo Horizonte.

Pressão em azul e branco

Assim que a bola rolou, o Avaí tomou a iniciativa do jogo. Antes do primeiro minuto já havia finalizado, em um chute de longe de Julinho. O América-MG se conteve nos primeiros minutos, marcando forte no meio-campo, e se mostrou bem armado na defesa. Os catarinenses chegavam tocando a bola até a intermediária, até arriscavam alguns chutes, mas não conseguiam penetrar na área alviverde.

O Leão da Ilha só foi levar algum perigo aos 21 minutos. Pirão fez boa jogada pela esquerda, cortou para o meio e bateu com força. A bola explodiu no zagueiro Everton Luiz. A torcida se levantou pedindo toque de mão do americano, mas o árbitro nada marcou.

A proposta do América-MG no primeiro tempo foi nitidamente contra-atacar. Os meias Rodriguinho e Gilberto aguardavam uma bola roubada para, numa enfiada, encontrar a velocidade de Bruno Meneghel. Em contrapartida, os donos da casa marcavam pressão, mantendo mais a posse de bola.

Já passada meia hora de jogo, o Avaí levou perigo, e o meia Julinho começou a se destacar. Ele arrancou pela esquerda, driblando, e bateu no canto para boa defesa de Neneca. O jogo voltou a esfriar. Os minutos seguintes pareciam só confirmar um inevitável 0 a 0.

Mas, praticamente no último lance, o Avaí teve escanteio pela esquerda. A bola cobrada no primeiro poste foi desviada duas vezes de cabeça e sobrou para Juninho no centro da área. Ele emendou uma bicicleta e fez um golaço: Avaí 1 a 0.

Melhora alviverde e vitória azul

O América-MG voltou do intervalo com duas alterações (o lateral-esquerdo Pará no lugar de Bryan e o atacante Alessandro, no de Bruno Meneghel) e outra postura. O placar desfavorável fez o Coelho procurar o jogo, que ficou franco, pois o Avaí não abandonou o ataque. Tanto que as duas melhores chances nos primeiros minutos foram dos catarinenses.

O time mineiro levava perigo principalmente com as jogadas individuais de Rodriguinho. Mesmo muito marcado, ele encontrava espaços. O Leão da Ilha chegava ao gol adversário pelas laterais do campo. Principalmente depois que o Coelho perdeu o lateral-direito Rodrigo Heffner e teve que improvisar um volante no setor.

Novamente, quando o jogo ficou morno, o Avaí marcou o gol. Aos 33 minutos, Cleber Santana puxou rápido contra-ataque. A bola chegou até Diogo Acosta, que cortou o zagueiro e bateu de fora da área. O chute no canto passou por baixo do corpo do goleiro Neneca e entrou.

A situação americana ficou ainda mais complicada aos 40 minutos quando o zagueiro Gabriel recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Os minutos finais foram de pressão do América-MG, principalmente em chutes de fora da área. Mas o jogo já estava resolvido.

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