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Prefeito interino de Patos, PB, exonera servidores comissionados para reduzir despesas

O prefeito interino de Patos, Francisco de Sales Mendes Júnior, publicou um decreto municipal exonerando todos os servidores comissionados da administração direta e indireta da prefeitura de Patos. De acordo com o documento, publicado no Diário Oficial do Município da última terça-feira (9), as medidas tê como objetivo reduzir despesas.

A medida acontece pela necessidade de adoção de medidas administrativas imediatas, para redução de despesas com pessoal. De acordo com o art. 2º, não estão incluídos neste decreto, em razão de necessidade do serviço público, os secretários, superintendente e presidente da Fundap, servidores de setores estratégicos da administração, como os componentes das comissões de licitação e do concurso público, bem como da tesouraria, de tributos.

Além disso, outros setores essenciais e estratégicos da administração, cuja demissão venha acarretar imediato prejuízo aos serviços públicos, o secretário deverá comunicar o gestor primário com justificativa plausível em cinco dias.

Até dezembro de 2018, de acordo com as últimas informações do sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estados, o município tinha 609 servidores comissionados e gastava com eles R$ 1.623.956,59.

Outras exonerações

Em outubro de 2018, o então prefeito de Patos, José Bonifácio, publicou no Diário Oficial do Município, um decreto informando sobre a demissão coletiva de 789 servidores da administração direta e indireta da cidade.

A exoneração foi adotada para que o município atendesse às normas da lei de responsabilidade fiscal. O número de funcionários com cargos comissionados era de 489, já o de contratados era de 300 colaboradores.

Prefeito renuncia

No dia 4 de abril de 2019, o prefeito interino do município de Patos, Bonifácio Rocha (PPS), renunciou ao cargo. A carta de renúncia foi lida na Câmara de Vereadores do município. Com saída de Bonifácio Rocha, o presidente da Câmara, Sales Júnior (PRB), assumiu a prefeitura. Essa foi a terceira vez no mesmo mandato que a cidade de Patos mudou de prefeito.

G1

 

Em estreia de interino, Chávez marca dois e SP bate Santa Cruz no Arruda

campeonato-brasileiroCom dois gols do camisa 9 Andres Chávez e um pênalti defendido por Denis, o São Paulo bateu o Santa Cruz por 2 a 1 na tarde deste domingo (7), pela 19ª rodada do Brasileirão. O atacante argentino fez uma dupla afinada com Cueva, que participou dos dois gois. Ambos saíram de campo aplaudidos pela pequena torcida são-paulina no Arruda, em Recife. O Santa desperdiçou um pênalti com Grafite (Denis fez bela defesa), mas conseguiu descontar no finalzinho com Keno.

A partida marcou a estreia do interino André Jardine no clube paulista – primeira partida sem Bauza, que foi comandar a Argentina. Jardine mudou o esquema que vinha sendo utilizado pelo argentino e viu a equipe conquistar a primeira vitória sob seu comando.

O resultado encerra uma sequência de quatro jogos sem vencer para o São Paulo, que vai a 26 pontos, mas continua no meio da tabela. O Santa segue com 18 pontos, e permanece na zona do rebaixamento.

Estreia de interino e mudança de esquema no São Paulo

O São Paulo teve a estreia do interino André Jardine. O substituto mudou o esquema, trocando o 4-2-3-1 do argentino por um 4-1-2-2-1, abrindo Cueva pela esquerda e escalando João Schmidt como primeiro volante. Por um lado, a pegada mais ofensiva de Jardine apareceu, com o time criando várias oportunidades e controlando mais o jogo, principalmente no primeiro tempo; por outro, o sistema defensivo ficou sobrecarregado e os zagueiros foram forçados, em vários momentos, a encarar o ataque do Santa no mano a mano.

Quem foi bem: Cueva, Chávez e São Paulo

O peruano foi mais uma vez o pricipal foco de desequilíbrio no ataque são paulino, deu uma bela enfiada de bola no lance do primeiro gol e assistência para o segundo. Já o camisa 9 voltou a mostrar faro de gol, brigando muito no ataque, arriscando chutes e marcando dois gols– agora, são três gols nas três primeiras partidas com a camisa tricolor.

Quem foi mal: Jadson, do Santa Cruz

O meio campista errou muitos passes, quase entregou um gol para o São Paulo e fez um mau primeiro tempo. A torcida percebeu, e não perdoou, vaiando muito toda vez que ele pegava na bola. No intervalo, foi sacado pelo técnico Milton Mendes.

Primeira etapa toda do São Paulo

O time visitante teve domínio durante a maior parte do primeiro tempo, criando várias chances com Thiago Mendes, em cruzamento da esquerda, Hudson, após tabela com Chávez (Tiago Cardoso defendeu o chute) e o próprio Chávez, que quase aproveitou erro de passe de Jadson, mas bateu para fora.

O Santa teve algumas chances de dar o troco; Keno e Grafite ficaram no mano a mano com Maicon e Lyanco mais de uma vez, mas não conseguiram aproveitar. O primeiro gol são paulino foi anulado, por falta de João Schmidt no goleiro Tiago Cardoso. O segundo, este legal, veio pelo alto, aos 39 minutos: Cueva enfiou a bola, Mena cruzou da esquerda e Chávez testou.

Susto e bote letal

No segundo tempo, o Santa partiu para o ataque e colocou pressão, principalmente com cruzamentos na área. A investida colocou o São Paulo na defensiva, mas não chegou a gerar uma chance clara.

Os visitantes, entretando, responderam de forma letal. Enfiada de Kelvin, passe de Cueva, e mais um gol de Chávez. 2 a 0, situação complicada para o Santa Cruz, que ainda quase levou o terceiro em outro contragolpe com Cueva: Tiago Cardoso fez grande defesa.

Aos 35, Luiz Araújo deu esperança ao Santa cometendo pênalti pela esquerda; Grafite bateu no canto direito de Denis, que caiu para fazer uma importante defesa, Cinco minutos depois, não teve jeito: Keno bateu colocado e conseguiu diminuir para os donos da casa.

Santa Cruz 1 x 2 São Paulo

Local: Arruda, em Recife (PE)
Data/Hora: 7 de agosto de 2016, às 16h15
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do Rio de Janeiro)
Gols: Chávez, 39’/1ºT (0-1) e 20’/2ºT (0-2); Keno, 39’/2ºT (1-2)

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso, Léo Moura (Renatinho), Neris, Danny Morais e Tiago Costa; Derley, Jadson (Arthur), Danilo Pires (Bruno Moraes), João Paulo; Keno e Grafite Técnico: Milton Mendes.

SÃO PAULO: Denis, Buffarini, Maicon, Lyanco e Mena; Hudson, Thiago Mendes (Wesley). João Schmidt; Kelvin, Cueva (Luiz Araújo) e Chávez (Gilberto). Técnico: André Jardine.

Uol

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Papéis revelam gasto do presidente interino Michel Temer no exterior

michel-temerO presidente interino, Michel Temer fez, no cargo de vice-presidente, viagens internacionais caras, com comitivas grandiosas, que em alguns casos obrigavam diplomatas a solicitar ao Itamaraty recursos extras para pagamento das despesas.

Os dados constam de telegramas produzidos por embaixadas brasileiras e divulgados a partir a Lei de Acesso à Informação.

Em viagem de Temer à Turquia em maio de 2012, a União gastou US$ 16 mil (R$ 52 mil) por três diárias em um quarto duplo no hotel de luxo Conrad, em Istambul, onde ele se hospedou.

De acordo com sua agenda oficial, Temer foi ao país, entre 30 de maio e 2 de junho, para participar de um evento intitulado “2ª Conferência de Istambul sobre a Somália”, da abertura do Fórum de Parceiros da Aliança das Civilizações e de encontros com autoridades.

Foi acompanhado na viagem por cerca de 30 pessoas, entre servidores do Itamaraty, assessores e militares da equipe de segurança. A comitiva gastou US$ 56 mil apenas em diárias em dois hotéis.

O Itamaraty desembolsou mais US$ 21 mil em aluguel de veículos, incluindo duas Mercedes Benz, seis BMW, quatro vans Sprinter com capacidade para 12 pessoas cada, dois Mondeo e até um caminhão-baú para bagagens.

Foram mais US$ 4.000 por aluguel de duas salas no hotel para reuniões e entrevistas e US$ 2.100 por um intérprete em período integral.

Durante dois dias, Temer teve ao seu lado um fotógrafo turco exclusivo, também em período integral.

E gastou US$ 944 pelo serviço prestado pela Kristal Fotograf.

Ao todo, e sem contar despesas com deslocamento por avião e diárias dos servidores, a ida de Temer a Istambul custou cerca de R$ 328 mil.

Todos esses gastos tiveram que ser assumidos pelo Itamaraty, em Brasília, a partir de “solicitações de recursos” enviadas pelo embaixador Marcelo Jardim.

DESCONTRAÇÃO

Entre 2011 e 2016, segundo os documentos, o então vice fez ao menos 15 viagens internacionais. Deslocamentos com grandes comitivas aparecem com frequência nos telegramas enviados pelas embaixadas ao Brasil –muitas não têm os custos revelados porque as próprias embaixadas suportam os gastos.

Mas quando a embaixada pedia mais dinheiro, os valores apareciam. Em setembro de 2011, por exemplo, o cônsul-geral do Brasil em Nova York (EUA), Seixas Corrêa, solicitou US$ 45 mil (ou R$ 145 mil) para que pudesse pagar a empresa de aluguel de carros Peniel Limousine Service, contratada pelo critério do menor preço, para a viagem de Temer.

Corrêa explicou que, “de acordo com o costume local, o pagamento deve ser antecipado”.

Para o deslocamento, o Itamaraty alugou cinco noites de uma suíte luxo para Temer e sua mulher, Marcela, e mais dez apartamentos duplos e seis singles para a equipe de segurança. O motivo foi a participação no “3º Fórum de Desenvolvimento Sustentável”, criado pelo empresário Mario Garnero. Os valores das diárias não foram revelados nos telegramas.

A agenda da viagem a Nova York diz que não houve compromissos oficiais no dia 24 daquele mês. No dia seguinte, um domingo, seu único compromisso foi ir a concerto da Orquestra Filarmônica Bachiana, sob a regência do maestro João Carlos Martins, no Lincoln Center.

CIDADE NATAL

Pouco depois da passagem por Nova York, Temer estava de novo na estrada, desta vez na viagem mais emotiva do ano. Entre 18 e 22 de novembro de 2011, foi a Beirute, capital do Líbano, e a Btaaboura, descrita pela embaixada como “a cidade natal dos Temer”, “local de origem dos pais do vice-presidente, que emigraram ao Brasil na década de 20”.

Os gastos dessa viagem também não foram revelados nas mensagens diplomáticas. Em telegrama, o embaixador resumiu: “Em momentos de descontração e informalidade, Temer inaugurou rua com seu nome, participou de almoço típico oferecido pela comunidade local, visitou a antiga casa dos pais e reencontrou parentes. No retorno a Beirute, passou pela cidade turística de Jbeil (Biblos)”.

OUTRO LADO

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República informou que Michel Temer, quando vice-presidente, “sempre procurou economizar recursos públicos em seus deslocamentos ao exterior”.

Em nota, informou que ele empregava equipes com número reduzido de auxiliares em viagens nacionais e internacionais e optava, sempre que possível, pela hospedagem mais econômica compatível com o seu cargo. “Além do que, em muitos países, a hospedagem era oferecida e paga pelo governo local, como é praxe diplomática.”

A secretaria informou que Temer, na vice-presidência, só fez viagens oficiais com o objetivo de estreitar relações políticas, solucionar problemas diplomáticos e atrair investimentos ao Brasil.

Em Istambul, na Turquia, Temer “participou do 1º Fórum de Parceiros da Aliança das Civilizações e encontrou-se com o então primeiro-ministro da Turquia, Recep Erdogan; manteve encontros bilaterais com autoridades participantes do evento”, como com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon.

“No segundo dia no país, Temer chefiou a delegação brasileira na 2ª Conferência Internacional sobre a Somália. Em 2011, o Brasil doou à Somália 56 mil toneladas de alimentos, além de contribuir para a assistência a refugiados”, diz a nota.

Em Nova York, segundo a secretaria, Temer participou do 3º Fórum de Desenvolvimento Sustentável, “onde fez palestra sobre os desafios do Brasil no contexto dos esforços do país para sediar a Rio+20, organizado pelo Fórum das Américas e pela Associação das Nações Unidas”.

Procurado a respeito dos gastos em um total de 15 viagens internacionais de Temer e comitiva, o Ministério das Relações Exteriores disse que tais informações “são reservadas”. Segundo a Lei de Acesso à Informação, documentos com esse grau de classificação têm prazo máximo de sigilo de cinco anos.

Folha de São Paulo

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Autor de pedido de impeachment sugere “governo interino” até nova eleição

Karime Xavier/Folhapress
Karime Xavier/Folhapress

Para o jurista Hélio Bicudo, 93, um dos signatários do principal pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff protocolado na Câmara dos Deputados, a crise política não se resolverá apenas com a saída dela do Palácio do Planalto. “O melhor seria convocar novas eleições gerais. Mudar toda a Câmara e o Senado seria o remédio mais democrático”, disse ele ao jornal “O Estado de S. Paulo”.

Sua ideia sobre a antecipação das eleições prevê um governo interino do vice-presidente Michel Temer que duraria 90 dias. “É possível antecipar por meio de um decreto partindo do Executivo. Vamos convocar e ver que bicho dá”.

Cortejado pela oposição desde que decidiu assinar a petição, Bicudo passou a ser criticado pelos petistas nas redes sociais, que questionam o fato de ele ser classificado como “fundador do PT”. Para “corroborar” a tese de que o jurista estaria sendo “manipulado”, defensores da presidente divulgaram um texto escrito por um dos sete filhos de Bicudo, José Eduardo Pereira Bicudo, que afirmou que o pai “está sendo usado pelos articuladores do golpe”.

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“Criei meus filhos democraticamente. Nunca exigi fidelidade aos meus pontos de vista. Atuo segundo minha consciência”, afirma. O jurista foi candidato a vice de Luiz Inácio Lula da Silva em sua primeira disputa eleitoral, para o governo de São Paulo, em 1982.

Depois disso, foi deputado federal pelo PT e ocupou vários cargos na sigla, tendo sido vice-prefeito e secretário de Assuntos Jurídicos de Marta Suplicy na Prefeitura de São Paulo. Seu rompimento com o partido ocorreu em 2005, após a divulgação do caso do mensalão.

“Essas pessoas que me criticam hoje nas redes sociais talvez nem me conheçam. Faz dez anos que deixei o PT”, afirma. Apesar de dizer que não se incomoda com as críticas dos ex-aliados, Bicudo responde no mesmo tom. “O PT tornou-se ponto de partida para enriquecimento ilícito.”

Ele também se irrita quando alguém classifica sua iniciativa como “golpe”. “Impeachment não é golpe coisa nenhuma. É um processo legal, jurídico. Dizer que é golpismo é escapismo, é fazer discussão política de baixo nível.”

Parceria

A parceria com Miguel Reale Júnior, que foi ministro da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso, no pedido de impeachment reuniu pela primeira vez os dois juristas no mesmo campo político. Em um ato simbólico, os dois foram juntos na semana passada a um cartório de São Paulo para registrar o documento que foi protocolado na Câmara. Na hora da assinatura, ativistas entoaram palavras de ordem contra o PT e foram aplaudidos por Bicudo.

Ao falar sobre a aproximação com Reale, ele recordou de uma passagem curiosa. “Quando fiz a Faculdade de Direito na São Francisco nos anos 1940, nós estávamos unidos contra a ditadura do Getúlio Vargas. Havia na época uma reação muito forte contra o professor Miguel Reale, pai do Reale Júnior, porque ele era do Partido Integralista. Havia repulsa por ele ser professor. No dia em que foi dar sua primeira aula de Filosofia do Direito, em 1946, foi uma gritaria na Faculdade de Direito.” Segundo Bicudo, naquele tempo, o Largo de São Francisco era uma “praça de guerra”.

 

 

Uol

Rogério Martins toma posse como prefeito interino de Pombal

POSSE ROGERIOEm sessão realizada na manhã dessa terça-feira, na casa “Antônio Elias Cavalcanti”, tomou posse como prefeito interino da cidade de Pombal, o presidente do legislativo municipal Rogerio Martins (PSB-FOTO), o vereador chegou acompanhado de amigos e familiares.

A solenidade de posse teve início por volta das 10h30min, Rogerio foi empossado prefeito após decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que por unanimidade cassou o diploma da prefeita Polyana Dutra (PT), entendendo que a gestora havia sido eleita para um terceiro mandato consecutivo, por ela ser viúva do ex-prefeito Jairo Feitosa (PT), falecido em 2007.
Estiveram presentes a sessão os vereadores Edno Dantas e Zé Willami (PSDB), Marcos de Coatiba e Lira (PT), Marcos Bandeira, Beto Xau, Alcides Gomes e Ailton Melo (PMDB), além de Rogerio Martins (PSB). Por motivos maiores não compareceram a solenidade os vereadores Josevaldo Feitosa e Edni Evaristo (PT), Josy Calixto (PSDB) e Paulo Tecidos (PMDB).
A sessão teve um principio de tumultuo, onde a bancada de oposição chegou a cogitar a retirada de seus membros da casa, caso fosse negado o direito do uso da tribuna.
O primeiro vereador a usar a tribuna foi Marcos Bandeira (PMDB), em seu discurso ele disse que a folha dos servidores está em atraso há dois meses, PSF’s estão fechados, obras paradas e que as especialidades médicas estão funcionando apenas em duas áreas, Marcos frisou ainda que a coleta de lixo não está sendo feita na cidade.
O peemedebista disse ao novo gestor, que a oposição continuará fiscalizando e que do último dia 05 de dezembro até o dia 21 de janeiro, entraram nos cofres do município mais de cinco milhões. Finalizando o opositor disse que espera que o novo gestor faça uma boa administração.
Em seguida foi à vez do vereador Edno Dantas (PSDB), que parabenizou o novo prefeito e aproveitou para rebater o colega Marcos Bandeira da bancada de oposição dizendo “eu não sei como uma prefeitura está tão acabada e fazem de tudo pra pegar ela”, alfinetou o tucano.
Logo após o vereador Edno, foi a tribuna o vereador Marcos de Coatiba (PT), que parabenizou Rogerio e soltou o verbo rebatendo a bancada de oposição “A oposição fala que a prefeitura está uma bagunça, mas faz de tudo pra pegalá”, disse o petista.
Com a ascensão de Rogerio Martins a prefeitura, Marcos de Coatiba passará a ser o presidente interino do legislativo pombalense. A saída de Rogerio abre vaga para o suplente Bebé (PSB), assumir a cadeira do colega de partido, o suplente deverá assumir a vaga nos próximos dias.
Mais informações no Liberdade Notícias desta quarta-feira, 23.
VEJA AS FOTOS:

Henio Wanderley – Liberdade 96 FM