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Vigilância sanitária interdita fábrica clandestina de álcool em gel em Campina Grande

A Vigilância Sanitária em ação conjunta com o Procon-CG, Polícia Militar e outros órgãos interditou uma fábrica clandestina de álcool gel em Campina Grande no início da tarde desta quarta-feira (1º).

De acordo com a Angevisa, o proprietário do local não tem a documentação necessária para funcionar e estava produzindo. “Há uma norma técnica que regulamenta a produção principalmente do álcool gel e a vigilância resolveu por precaução interditar até que o estabelecimento apresente autorização e apresente as boas práticas de fabricação”, explicou.

O proprietário do estabelecimento ficou visivelmente irritado e não quis falar com a reportagem da TV Arapuan.

Marília Domingues / Márcio Rangel

 

 

Operação conjunta interdita duas fábricas irregulares de álcool na Grande João Pessoa e proprietário é preso

Uma operação conjunta deflagrada nesta quarta-feira (25) descobriu e lacrou duas fábricas de álcool líquido, com indicação de que seria de 70%, nos municípios de Santa Rita e João Pessoa, após constatar uma série e graves irregularidades nas áreas fiscal, sanitária, ambiental, de segurança e até de funcionamento.

Participaram da operação a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), a Polícia Civil e o Batalhão Ambiental, além do Instituto de Polícia Científica, da Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado), e da Agevisa (Agência Estadual de Vigilância Sanitária).

Após uma ação fiscal da Gerência Executiva de Combate à Fraude Fiscal da Sefaz detectar irregularidades fiscais na compra de álcool por uma distribuidores de medicamentos, envolvendo uma fábrica em Santa Rita, os auditores encontraram também outras graves irregularidades na fábrica, o que levou a acionar outros órgãos como as Polícias Civil e Científica, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), a Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado), além de técnicos do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba) para ampliar as investigações. Durante a ação, o proprietário do primeiro alvo no município de Santa Rita foi preso e conduzido à Delegacia do município.

Mais de 100 mil litros vendidos – Segundo o gerente executivo de Combate à Fraude Fiscal, Francisco Cirilo Nunes, a fábrica de álcool líquido estava há oito meses sem declarar ao Fisco o seu faturamento, mas a maior gravidade encontrada foi no acondicionamento do líquido inflamável e nas instalações precárias do galpão onde funcionava a fábrica, colocando em risco não apenas a vida dos funcionários, mas a da população.

“Cerca de 90% das bombonas, recipientes de grande porte para armazenar o álcool líquido, estavam com tarjas e selos de que tinham sido já usados por produtos corrosivos e que foram reutilizados sem qualquer higienização necessária, o que pode trazer grandes riscos à saúde da população. Essa fábrica em apenas 23 dias neste mês de março já havia comercializado 101 mil litros para hospitais, farmácias e distribuidores de medicamentos do Estado. No local, era visível a falta de higiene, além da falta de acondicionamento do produto, que é extremamente inflamável e de risco. No galpão, não encontramos também qualquer comprovação técnica de que essas bombonas passaram por ações de higienização corretas e necessárias para armazenar o produto, muito procurado agora diante da pandemia do coronavírus, pois tem sido  usado cotidianamente para desinfecção de superfícies, equipamentos hospitalares e de pessoas”, detalhou Cirilo, acrescentando que além do cancelamento da inscrição estadual do estabelecimento, que funcionava com uma série de irregularidades, a fábrica foi também lacrada pelos auditores fiscais.

Fábrica em JP não tinha Alvará de funcionamento – A partir dos documentos encontrados na fábrica de Santa Rita foi possível chega e identificar o segundo alvo no final da tarde desta quarta-feira, que era uma fábrica na Rua da Areia, no centro histórico de João Pessoa. “O caso ainda era mais grave. O estabelecimento funcionava sem alvará de funcionamento, com instalações e equipamentos extremamente precários, com fortes indícios de sonegação fiscal. O proprietário não estava no local, mas apenas um responsável técnico”, explicou o secretário executivo da Sefaz, Bruno Frade, que liderou a operação do 2º alvo.

Qualidade do produto será testada – O gerente executivo de Combate  completou que os técnicos do Lacen e da polícia científica vão investigar ainda a qualidade e a eficiência do produto, que tem ter a composição a 70% para a sua comercialização. “A localização e o endereço da fábrica foram as etapas mais difíceis da ação fiscal. No galpão, não havia placa ou qualquer informação de funcionamento de uma fábrica de álcool naquele local, por isso houve dificuldade da equipe do Gecof localizá-la”, acrescentou Cirilo Nunes, informando que o estabelecimento não tinha autorização para fabricar álcool em gel, mas apenas líquido.

Como tudo começou – As investigações da Gerência Executiva de Combate à Fraude Fiscal da Sefaz começaram por uma ação fiscal numa distribuidora de medicamentos da Grande João Pessoa, que havia comprado 30 mil litros de álcool líquido de um fornecedor, mas que em seu depósito não havia qualquer recipiente. Após levantamento de documentos fiscais, descobrimos que entre 1º a 23 deste mês de março, essa fábrica de Santa Rita, que fornecia o produto, havia vendido 101 mil litros de álcool a 70% para farmácias, hospitais e distribuidoras e medicamentos. Contudo, encontramos uma grave irregularidade do estabelecimento: há oito meses a fábrica não declarava seu faturamento ao Fisco. Com base nas investigações e informação, montou-se uma ação fiscal que desencadeou na descoberta in loco de uma série de irregularidades.  A localização do estabelecimento foi uma das etapas mais complicada para os auditores fiscais da Gecof na ação fiscal, pois o estabelecimento, uma espécie de galpão, não tinha qualquer identificação que indicasse de ser tratar de uma fábrica de álcool.

 

Ascom/SefazPB

 

 

Anvisa interdita todas cervejas produzidas pela Backer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou todas as cervejas produzidas pela Backer cuja data de validade seja igual ou posterior a agosto de 2020. A medida foi anunciada hoje (17) pela autarquia. A decisão foi tomada após os resultados laboratoriais divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento revelarem a presença das substâncias dietilenoglicol e monoetilenoglicol em seis outras marcas de cervejas produzidas pela Backer, além da marca Belorizontina.

Inicialmente, as duas substâncias foram encontradas na Belorizontina, que é vendida como Capixaba no Espírito Santo. Quatro mortes por intoxicação após o consumo da cerveja foram confirmadas. Mais 14 pessoas estão internadas.

Segundo a Anvisa, exames podem mostrar que a fonte de contaminação nas cervejas da marca pode ser sistêmica e não apenas pontual. Considerando que outros lotes de produtos da Backer podem estar comprometidos, a agência decidiu pela medida, em caráter cautelar.

Assim, os lotes de cerveja da empresa Backer com validade igual ou posterior a agosto de 2020 não podem ser entregues ao consumidor. A orientação é para que estas cervejas não sejam consumidas caso já tenham sido adquiridas. Os comerciantes devem retirar o produto das prateleiras. No início da semana, o Ministério da Agricultura havia determinado o recolhimento de todas as cervejas da Backer das prateleiras.

O dietilenoglicol é uma substância tóxica e que não pode entrar em contato com alimentos e bebidas. A presença da substância na cerveja está associada à ocorrência de óbitos e intoxicações em Minas Gerais. O monoetilenoglicol, embora de menor toxicidade, também tem a presença em bebidas vedada por não fazer parte da composição destas.

O monoetilenoglicol é usado para refrigerar a água usada no preparo da cerveja, mas não deve entrar em contato direto com ela. A Polícia Civil de Minas Gerais e o Ministério da Agricultura investigam como a contaminação ocorreu.

Agência Brasil

 

 

Ministério da Agricultura interdita cervejaria em Minas Gerais

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento interditou a cervejaria Backer, fabricante da cerveja Belorizontina. Exames laboratoriais realizados pela Polícia Civil de Minas Gerais identificaram a presença da substância dietilenoglicol em amostras de ao menos dois lotes da cerveja. Uma pessoa morreu e mais oito foram internadas após consumirem a cerveja. Um nono caso  foi descartado.

Além da interdição da fábrica, foram apreendidos 16 mil litros de cervejas, em caráter cautelar. O ministério também determinou ações de fiscalização para a apreensão dos produtos que ainda se encontram no mercado.

Segundo o ministério, auditores fiscais agropecuários continuam averiguando em que situação a contaminação dos lotes da cerveja ocorreu. Após as análises laboratoriais, afirmou o ministério, novas informações serão prestadas. O presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli, disse hoje (10) que a substância dietilenoglicol raramente é usada na produção de cervejas.

Logo após a Polícia Civil ter revelado o resultado da perícia, a cervejaria Backer informou que vai recolher todos os vasilhames de Belorizontina dos lotes L1 1348 e L2 1348. A medida, segundo a empresa, é preventiva, pois o dietilenoglicol não faz parte do processo de produção de suas cervejas. A cervejaria não aponta nenhuma hipótese para explicar como, então, a substância teria contaminado os produtos periciados.

“A Cervejaria Backer continua à disposição das autoridades para auxiliar no que for necessário até a conclusão das investigações”, afirmou a empresa, em nota.

A Backer informou também que, até o momento, não foi notificada a respeito de nenhuma interdição em sua fábrica por parte do Ministério da Agricultura. No entanto ressalta que permanece à disposição das autoridades e que, conforme anunciado mais cedo à imprensa, planeja interromper suas atividades momentaneamente neste sábado (11), para realizar uma vistoria completa em seus processos de produção, visando oferecer conforto e esclarecimento aos seus clientes. A cervejaria aguarda a conclusão das investigações e reforça seu compromisso com a qualidade de seus produtos.

 

José Cruz/Agência Brasil

agenciabrasil

 

 

Paralisação interdita trânsito e ônibus param em Campina Grande

(Foto: Artur Lira/G1)

A cidade de Campina Grande amanheceu nesta sexta-feira (28) sem transporte público. Os motoristas da principal empresa de ônibus foram até a garagem para cumprir expediente, mas não saíram com os veículos pelas ruas. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte Público do município (STTP), 100% da frota estava parada até as 9h, mas o órgão conversa com o movimento grevista para tentar colocar pelo menos 30% da frota para rodar.

O presidente da empresa Nacional informou que os motoristas só voltam a trabalhar caso alguma decisão judicial seja expedida obrigando a circulação da rota mínima. A expectativa, contudo, é que esta decisão saia até umas 10h.

Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte Público do município (STTP), 100% da frota estava parada até as 9h, mas o órgão conversa com o movimento grevista para tentar colocar pelo menos 30% da frota para rodar.

O reflexo da situação foi visto no Terminal de Integração, pois nas primeiras horas da manhã, o local estava completamente vazio. A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Campina Grande (OAB-CG) informou que vai integrar a paralisação.

Manifestação na Avenida Marquês do Herval (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Manifestação na Avenida Marquês do Herval (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Manifestação

Na Praça da Bandeira, no Centro, manifestantes interditaram a Rua Marquês do Herval e realizaram um protesto em frente a uma farmácia. Segundo informações da TV Paraíba, a farmácia abriu e os manistantes estavam incentivando os funcionários a sair do estabelecimento e participar da paralização.

Serviços paralisados

As agências bancárias em toda Paraíba estão fechadas nesta sexta-feira (28) porque os bancários aderiram à paralisação. As escolas públicas também não vão ter aulas.

G1

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Ministério da Agricultura interdita dois frigoríficos alvos da Carne Fraca

frigorificosO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou nesta segunda-feira (27) a interdição de mais duas unidades frigoríficas alvos da Operação Carne Fraca, o Souza Ramos, em Colombo, e Transmeat, em Balsa Nova, ambos no Paraná.

Os dois frigoríficos estão entre os 21 investigados na operação da Polícia Federal (PF), deflagrada dia 17 de março para apurar suspeitas de irregularidades na produção de carne processada e derivados, bem como na fiscalização do setor.

Outras três unidades já haviam sido interditadas pelo ministério no dia 17. As unidades da Peccin Agro Industrial em Curitiba (PR) e Jaraguá do Sul (SC), onde são produzidos embutidos (mortadela e salsicha), e da BRF (dona das marcas Sadia e Perdigão, entre outras), em Mineiros (GO), onde é feito o abate de frangos.

O ministério não especificou os motivos das novas interdições. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, concederá entrevista coletiva esta tarde para apresentar um balanço da operação.

Agência Brasil

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Espuma do rio Tietê transborda e interdita avenida em Salto

rio tiete espumaAs fortes chuvas que atingiram a região de Sorocaba (SP) nesta terça-feira (8) fizeram a espuma do rio Tietê transbordar no trecho que passa pela cidade de Salto. A avenida Castro Alves, próximo ao complexo da cachoeira, ficou interditada.

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a formação de espumas, como ocorre frequentemente no Tietê ao longo das cidades de Santana de Parnaíba,Salto e Pirapora do Bom Jesus, é reflexo da poluição despejada no rio.

“Vi a espuma de casa, logo que acordei hoje [quarta] e desci para fazer as fotos”, conta o autônomo Paulo Conti. Segundo ele, a espuma chegou a atingir uma praça próxima ao complexo da cachoeira, um dos principais pontos turísticos da cidade.

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“O rio está totalmente fechado pela espuma, numa intensidade que não se via há bastante tempo. O cheiro é muito ardido”, afirma.

Espuma do rio Tietê transborda e interdita avenida em Salto (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Conti)
O rio está totalmente fechado pela espuma, numa intensidade que não se via há bastante tempo. O cheiro é muito ardido”
Paulo Conti, autônomo, morador de Salto
Avenida interditada
De acordo com a prefeitura, parte da avenida Castro Alves está interditada, na altura da ponte.

“O rio está com muita vazão e houve alteração na cor da água, provavelmente muito por conta da chuva em São Paulo também”, disse a assessoria de imprensa.

Conti explica que a água passa bem rente à ponte, que acaba sendo invadida pela espuma do rio Tietê. “Acho que a quantidade de espuma ainda pode aumentar quando a água da chuva que caiu na capital começar a chegar aqui na região”, diz.

O acumulado de chuvas nos primeiros oito dias de setembro atingiu 65% do esperado para todo o mês na região de Sorocaba (SP), de acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Foram registradas desde a última terça-feira (1º) 47,6 milímetros de precipitação, volume que representa mais da metade dos 72,2 mm esperados para setembro.

G1

 

MST faz protesto e interdita BR-101 entre Paraíba e Pernambuco

Reprodução/ WhatsApp
Reprodução/ WhatsApp

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizam um protesto desde o início da manhã desta segunda-feira (30), na BR-101, no trecho que fica na cidade de Alhandra, no Litoral Sul do estado. O acesso entre os estados da Paraíba e Pernambuco está intransitável. O motivo da mobilização ainda não foi divulgado.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, cerca de 200 manifestantes do MST interditaram os dois sentidos da rodovia. Ainda de acordo com a PRF, os participantes da mobilização atearam fogo em pneus, galhos de árvores e pedaços de madeira.

Um dos dirigentes estadual do MST, Augusto Berlamino, falou que os manifestantes exigem uma audiência com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) para tratar sobre reforma agrária. Eles pedem ainda a desapropriação de parte da Usina Maravilha.

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A PRF acompanha o protesto e orienta os motoristas que estiverem viajando da Paraíba para Pernambuco que desviem pela Usina Giasa – localizada no Distrito de Mata Redonda – saindo para Goiana-PE.

 

portalcorreio

Anvisa interdita lotes de alimentos com pelo de roedor e fragmentos de vidro

Knorr-Elefante,
Knorr-Elefante,

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou hoje (19) a interdição cautelar, por 90 dias, do lote L6 do extrato de tomate da marca Knorr-Elefante, fabricado pela empresa Cargill Agrícola S.A., com sede em Goiânia (GO).

O lote tem validade até 21 de maio de 2015 e obteve resultados insatisfatórios de rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica. Nas análises, técnicos da Anvisa descobriram fragmentos de pelo de roedor acima do limite de tolerância estabelecida, de 1 fragmento em 100g.

Também por 90 dias, foi interditado o lote L04501, do alimento Suspiro Duplo, marca Doces Arapongas Prodasa, fabricado por Produtos Alimentícios Arapongas S.A – Prodasa, em Arapongas (PR). Com validade até 28 de novembro de 2014, os resultados foram igualmente insatisfatórios nas análises de rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica. Nele, confirmaram a presença de fragmentos de vidro no produto.

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Nos dois casos, a Anvisa considerou os laudos de análise fiscal emitidos pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias e as notificações feitas pela Vigilância Sanitária de Minas Gerais.

As determinações foram publicadas na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União. A Agência Brasil entrou contato com as empresas Cargill Agrícola e a Prodasa e aguarda posicionamento.

 

Agência Brasil 

 

Vigilância Sanitária interdita restaurante universitário do Campus III, em Bananeiras

interditadoApós ações realizadas pela equipe da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), nessa segunda-feira (25), no Restaurante Universitário do Campus III, UFPB/Bananeiras, foram detectadas várias irregularidades, entre elas a falta de higienização.

Por circunstância disso, o restaurante foi interditado e as aulas também estão suspensas por tempo indeterminado.

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Segundo informações, a denúncia foi feita por alunos, depois que encontraram ‘bichos’ no feijão. Agora, o restaurante terá que se adequar às normas da Vigilância Sanitária para poder voltar a funcionar.

 

Bananeiras Online