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A Inteligência Artificial está mais perto do que você imagina!

Há um ou dois anos atrás, quando falávamos de Inteligência Artificial, nós dizíamos que era uma tendência. Hoje, em 2019, a inteligência artificial é uma realidade e pode ser usada em várias soluções, como no algoritmo do Google, ou até mesmo em uma unidade de resposta audível de call center.

Com a tecnologia, é possível treinar máquinas para que elas não só tenham um bom desempenho em funções importantes para a empresa, como fazê-las adquirir e aprender com as próprias experiências.

O que é inteligência artificial?

A inteligência artificial é um campo da ciência da computação que visa construir máquinas que simulem a inteligência humana. E isso vai muito além de criar robôs.

A intenção da tecnologia é usar essas máquinas para a realização de tarefas das mais variadas, permitindo às empresas a empenharem seus funcionários em outras atividades.

Confira quais são as vantagens da inteligência artificial para as empresas:

Aumento de ferramentas de automação

A inteligência artificial entrou no mercado nos últimos anos e tomou as rédeas com a disseminação de ferramentas de automação. Existem, por exemplo, muitas ferramentas de automação de marketing que auxiliam na geração de leads, fechamento de negócios, etc.

E é assim também em outros setores do mercado. Lojas virtuais ou físicas, por exemplo, já contam com sistemas automatizados para cadastro dos clientes, controle de estoque e fluxo de caixa.

Com as ferramentas de automação, as empresas conseguem deixar na mão da inteligência artificial, a realização de tarefas essenciais para o dia a dia. Isso traz mais produtividade, já que a equipe pode focar em ações mais importantes e torna o trabalho mais ágil, através do processamento em tempo real.

Menos retrabalho e menos custos

De início, os investimentos em ferramentas de inteligência artificial podem parecer bastante robustos, principalmente para pequenas e médias empresas. Porém, a médio e longo prazo, o investimento garante o retorno e o melhor, diminui e acaba com alguns custos operacionais e falhas.

As soluções de modelo de nuvem como SaaS funcionam 100% na nuvem, de maneira virtual, ou seja, não é preciso baixar e instalar nada em nenhum computador. E isso diminui alguns custos importantes, como por exemplo, a manutenção, já que ela geralmente está inclusa no plano.

E além disso, a inteligência artificial acaba com um fator que prejudica bastante qualquer empresa: o retrabalho. Quando gerenciados por humanos, há uma chance maior de dados errados serem digitados e ações desnecessárias serem realizadas.

Isso significa perda de dinheiro, já que você terá que fazer novamente o trabalho para corrigir os erros. Eliminar o retrabalho é uma excelente forma de eliminar custos por dois lados: evitando que tarefas tenham que ser refeitas e agilizando as atividades da sua empresa, o que resulta em uma maior produtividade.

Maior volume de dados

As ferramentas de inteligência artificial são excelentes para a coleta e análise de dados. Hoje em dia, toda decisão corporativa deve ser baseada em dados. Todas as respostas para os problemas de uma empresa estão na análise dos dados.

A inteligência artificial possui algoritmos que aprendem sozinhos a reter informações e a encontrarem soluções para possíveis crises ou modificações necessárias em estratégias de marketing e vendas, por exemplo.

Além disso, com a inteligência artificial, é possível armazenar um maior volume de dados, agilizando a análise e se mantendo eficiente mesmo com grandes demandas de dados. Essa pode ser uma boa solução para sua empresa crescer a base de clientes.

Maior comodidade

A inteligência artificial surgiu para deixar nossos dias mais práticos e produtivos. Imagine um software inteligente que pode ser gerenciado de qualquer lugar? Então, eles já existem e isso aumenta a nossa comodidade.

Trabalhar e realizar tarefas da vida pessoal com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial é essencial para o nosso dia a dia. Os assistentes como o Siri e o Google Now, por exemplo, agilizam pesquisas e outras ações nos smartphones e desktops.

A maioria das instituições financeiras e prestadoras de serviço do mercado também já contam com seus assistentes virtuais, que a cada dia provam a sua eficiência com resultados, resolvendo a maior parte dos problemas dos clientes.

 

 

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Pessoas com maior inteligência são mais preguiçosas

inteligenciaUm estudo americano comprovou que pessoas mais inteligentes são maispreguiçosas. Isso porque pessoas que apreciam mais atividades cognitivas se exercitavam muito menos que as outras.

Para saber como isso acontece, os pesquisadores analisaram um grupo de voluntários. Essas pessoas foram divididas entre pessoas que pensam mais e as que pensam menos, segundo a escala de Necessidade de Cognição.

O resultado do estudo apontou que pessoas com baixa necessidade de cognição se entendiam mais facilmente. Com isso, elas tendem a mudar mais de ambiente para conseguirem variar os estímulos que recebem. Já os mais estudiosos conseguem se distrair internamente por mais tempo.

A parte curiosa é que a diferença de atividade física diminua durante os fins de semana. Até os nerds estereotípicos podem estar mais dispostos a sair para uma cerveja no fim de semana, enquanto nem os mais entediados e ativos conseguiriam resistir à preguicinha de domingo.

Fonte: PavBlog

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Agência de inteligência confirma ameaça de atentado do EI ao Brasil

islanA Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou, na quarta-feira, que a ameaça de ataques terroristas no Brasil foi realmente postada por um membro do grupo Estado Islâmico. A mensagem foi publicada pelo Twitter uma semana após os atentados em Paris, em novembro de 2015, por um perfil que tinha como dono Maxime Hauchard, de 22 anos — terrorista francês que aparece decapitando sírios em vídeos do grupo. As informações são do portal Último Segundo.

A mensagem dizia: “Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse país de merda”. A conta do terrorista na rede social já foi suspensa.

— Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores do grupo terrorista no Brasil — afirmou o diretor de Contraterrorismo da agência, Luiz Alberto Sallaberry, na Feira Internacional de Segurança, que está sendo realizada no Rio de Janeiro.

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— Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico. Saiu de um vilarejo no interior da França para a Síria, aos 18 anos, onde se integrou ao terrorismo. É o segundo na linha de comando de decapitadores e gosta de dizer que estar no grupo “é como estar no Éden” — descreveu o diretor a uma plateia de especialistas em segurança.

Segundo Sallaberry, no Brasil há um crescente nível de pessoas que dizem ter feito o juramento ao califado do Estado Islâmico, ou seja, concordantes com um grupo que deturpou os princípios da religião islâmica e utiliza a violência para expandir seu domínio territorial.

Os ataques dos chamados “lobos solitários”, pessoas que praticam ataques sozinhas, são a maior preocupação da agência para a Olimpíada no Rio de Janeiro. Dez delegações, entre elas dos Estados Unidos e Canadá, são classificadas pela agência com nível “muito alto” para ataques. O nível de ameaça da delegação brasileira é “alto”.

O monitoramento das redes sociais é uma das atividades da Abin para combater o terrorismo. Por razões de segurança, Sallaberry não divulga o número de pessoas que se dizem autoproclamadas e que são monitoradas.

 

Zero Hora

14 sinais de que você tem inteligência emocional

Creative Commons/Flickr/Suicine
Creative Commons/Flickr/Suicine

O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não são tudo.

Nossa inteligência emocional – o modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros – pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.

Platão disse que todo aprendizado tem uma base emocional, e talvez ele tenha razão.

O modo como interagimos com nossas emoções e as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida.

Para colocar em termos coloquiais, a inteligência emocional (IE) é como a “sabedoria da rua”, em oposição à “sabedoria dos livros”, e é responsável por grande parte da capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.

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“Quem tem inteligência emocional geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente”, disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de “Focus: The Hidden Driver of Excellence” [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”].

“A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional.”

Os cinco componentes da IE, como definidos por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia.

Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma delas.

Não tem certeza de qual é seu nível de inteligência emocional? Aqui estão 14 sinais de que você tem uma IE alta.

1. Você sente curiosidade sobre pessoas que não conhece.

PhotoRack

executivos conversando 

Você gosta de conhecer novas pessoas e naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém?

Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um dos principais componentes da IE.

Pessoas altamente empáticas – as que estão extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e agem de uma maneira sensível a essas necessidades – têm uma coisa importante em comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber mais sobre os outros.

Ter curiosidade sobre os outros também é uma maneira de cultivar a empatia.

“A curiosidade expande nossa empatia quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas”, escreveu Roman Krznaric, autor do livro “Empathy: A Handbook For Revolution” [“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.

2. Você é um ótimo líder.

Getty Images

homem subindo escada 

Líderes excepcionais costumam ter uma coisa em comum, segundo Goleman.

Além dos tradicionais requisitos para o sucesso – talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um alto grau de inteligência emocional.

Em sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.

“Quanto mais alta a categoria de uma pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência emocional apareciam como motivo de sua eficácia”, escreveu Goleman na “Harvard Business Review”.

3. Você conhece suas forças e suas fraquezas.

Um grande fator da autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é – saber onde você se sai muito bem e onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas.

Uma pessoa emocionalmente inteligente aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro.

Essa consciência gera a autoconfiança, que é um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. “Se você sabe em que é realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança”, diz ele.

4. Você sabe prestar atenção.

Divulgação

Sala de aula 

Você é distraído por cada tuíte, mensagem e pensamento que passa por sua cabeça?

Nesse caso, isso pode estar impedindo que você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional.

Mas a capacidade de suportar distrações e se concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional, diz Goleman.

Sem estar presente consigo mesmo e com os outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes.

“Sua capacidade de se concentrar no trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar – seu nível de eficiência nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua família”, diz Goleman. “E podemos ensinar as crianças a fazer isso.”

5. Quando você está chateado, sabe exatamente por quê.

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desmotivação 

Todos nós experimentamos uma série de flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza.

Mas um aspecto importante da autoconsciência é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está chateado.

Autoconsciência também se trata de reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou ignorá-las.

Pessoas emocionalmente inteligentes recuam um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa emoção sobre elas.

6. Você se dá bem com a maioria das pessoas.

“Ter relacionamentos satisfatórios e eficazes – esse é um sinal [de inteligência emocional]”, diz Goleman.

7. Você se importa profundamente em ser uma pessoa boa e moral.

Getty Images

abraço 

Um aspecto da IE é nossa “identidade moral”, que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como pessoas éticas e cuidadosas.

Se você é uma pessoa que se importa em construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.

8. Você se dá um tempo para desacelerar e ajudar os outros.

Se você criar o hábito de desacelerar para prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra inteligência emocional.

Muitas pessoas, uma boa parte do tempo, estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos ajudar.

“[Existe um] espectro que vai da total autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão”, disse Goleman em uma palestra TED sobre compaixão.

“O simples fato é que se estivermos focados em nós mesmos, se estivermos preocupados – o que muitas vezes estamos durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro.”

Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido em seu mundinho, planta as sementes da compaixão – um componente crucial da IE.

9. Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas.

Getty Images

Homem pensando próximo de outros homens 

Ser capaz de sentir como os outros estão se sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE.

Faça este teste da Universidade da Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as emoções dos outros.

10. Depois de cair você se levanta rapidamente.

Como você lida com os erros e reveses diz muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que todos temos de fazer na vida é seguir em frente.

Quando uma pessoa emocionalmente inteligente sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente.

Isto acontece em parte por causa da capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.

“A pessoa resistente não fica presa às emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros sentimentos”, disse Barbara Fredrickson, autora de “Positivity” [Positividade], à “Experience Life”.

“Por isso, ao mesmo tempo que elas estão sentindo ‘estou triste por causa disso’, também tendem a pensar ‘mas estou grata por isto’.”

11. Você é um bom juiz de caráter.

Procsilas/Creative Commons

Benefícios 

Você sempre consegue ter a sensação de quem uma pessoa é desde o início – e suas intuições raramente se enganam.

12. Você confia em seu instinto.

Uma pessoa com inteligência emocional é alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman.

Se você é capaz de confiar em si mesmo e em suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.

13. Você sempre foi automotivado.

GettyImages

Funcionários felizes em uma das salas de escritório da empresa 

Você sempre foi ambicioso e trabalhador quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma pessoa atuante e motivada – e consegue focar sua atenção e sua energia para perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.

14. Você sabe dizer não.

Autorregulação, um dos cinco componentes da inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos insalubres.

As pessoas dotadas de IE geralmente são bem equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e controlar seus impulsos, segundo Goleman.

 

 

iG

Sexo estimula neurônios e aumenta inteligência, diz estudo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Da próxima vez que o parceiro ou a parceira disser que não está no clima para uma noite mais quente, você tem um novo argumento para fazer acontecer: dizer que o sexo pode aumentar a inteligência, além de diminuir o estresse e queimar calorias. Uma pesquisa feita na Universidade de Maryland descobriu que o ato estimula a criação de neurônios localizados no hipocampo, área responsável pela memória de longo prazo. As informações são do Daily Mail.

 

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A equipe fez testes em ratos e concluiu que, quando as relações sexuais não aconteciam, ocorria uma queda na “inteligência”. “Descobrimos que, mesmo se não tivesse ocorrido a produção de novos neurônios, as habilidades cognitivas adquiridas durante o experimento diminuíam uma vez que submetidos a longos períodos sem atividade sexual”, segundo os pesquisadores.

 

O aumento da atividade sexual inunda as células do cérebro com oxigênio, observaram. Os neurônios são um tipo especializado de célula que compõem os blocos de construção básicos do sistema nervoso. Outra evidência de apoio à descoberta da equipe veio de um estudo realizado pela Universidade Konkuk, na Coreia do Sul. De acordo com o estudo coreano, o sexo aumenta funções intelectuais. Casais mais velhos, mas sexualmente ativos, têm menos chances de desenvolver demência.

 

Terra

Sexo pode estimular parte do cérebro responsável por inteligência

cerebroO sexo pode estar diretamente ligado à inteligência. Pesquisadores descobriram que as áreas do cérebro responsáveis pelo estado de alerta funcionam melhor em casais que têm uma vida sexual ativa e que começaram novos relacionamentos há pouco tempo.

Cientistas da Universidade de Paiva, na Itália, examinaram o sangue de três diferentes grupos: aqueles que se apaixonaram recentemente; aqueles que estão em relacionamentos de longo prazo; e solteiros. O primeiro grupo apresentou níveis significativamente elevados de crescimento do nervo nas áreas do cérebro que monitoram o bem-estar mental. Já os casais que estão juntos há muito tempo tiveram nível menor de desenvolvimento, sugerindo benefícios óbvios para a saúde no início do amor. Os resultaram sugerem que o sexo frequente não só reduz o estresse, mas aumenta o poder do cérebro.

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Um outro estudo, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, sugere que o sexo estimula o crescimento de células cerebrais no hipocampo, parte responsável pela memória e pelo aprendizado. Segundo os pesquisadores, fatores como estresse e depressão ajudam no encolhimento do hipocampo. O sexo, no entanto, pode contrariar esse efeito.

“Os níveis do hormônio ocitocina aumentam cerca de 500 por cento durante o sexo, fazendo com que nos sintamos relaxados, e melhorando o sono”, afirmou ao tabloide britânico Daily Mail a especialista em relacionamento Tracey Cox.

 

 

Globo

Combate ao tráfico depende mais de inteligência que de repressão, diz pesquisador

A verdadeira epidemia em que se transformou o uso de drogas, especialmente o crack, depende de ações contra o crime organizado que utilizem mais a inteligência do que a repressão. Imaginar que é possível blindar a fronteira brasileira contra o tráfico é ingenuidade, tarefa incapaz de ser cumprida por qualquer exército no mundo. O Brasil tem 16,8 mil quilômetros de fronteiras terrestres e 7,3 mil de costa marítima. A avaliação foi feita pelo pesquisador Ignacio Cano, do Laboratório de Análise da Violência (LAV) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

“O que precisa é investigação e inteligência. A fantasia que existe, de que a gente vai conseguir resolver o problema por meio do patrulhamento das fronteiras, é ingenuidade. Não há exército no mundo que possa patrulhar de forma eficiente uma fronteira do tamanho da brasileira. A ação pública tem que priorizar a investigação e a inteligência. A partir da captura de armas e drogas, é preciso reconstruir a rota para tentar pegar esses grupos.”

Para se obter melhores resultados na luta contra o tráfico, Cano reforça que é necessário investir mais recursos que capacitem as forças de segurança a melhorar os setores de inteligência. “Todo combate ao crime organizado depende basicamente da inteligência. Quanto mais se investir nessa área, melhor. A questão da movimentação financeira e da lavagem de dinheiro é o calcanhar de Aquiles do crime organizado.”

Sociólogo vinculado ao Brasil há mais de duas décadas, o espanhol Cano tem dedicado a carreira a estudar o fenômeno da violência e as formas de combatê-la, sempre sob a ótica dos direitos humanos. Sobre o atual surto de uso de crack no Rio, ele questiona se o rumo das ações, de recolhimento dos usuários, é o mais adequado.

“A política de repressão está no rumo errado, porque ela deve ser feita junto com os usuários e não contra eles. O princípio da internação compulsória é muito problemático. Os especialistas em saúde pública e mental concordam que isso não é uma boa ideia. As pessoas acabam saindo [do tratamento]. Se não houver cooperação ativa delas, não vão se desintoxicar. O foco da política, infelizmente, parece visar mais à limpeza de determinadas áreas da cidade do que à ajuda de fato aos usuários de drogas.”

Cano reconhece que a instalação de unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foi um avanço em relação às políticas de segurança anteriores, mas diz que o sistema deve ser aperfeiçoado. “A política da pacificação é um avanço em comparação às políticas tradicionais de guerra às drogas que a gente tinha e ainda tem. Entretanto, o alcance dessa pacificação é limitado, porque são 29 comunidades [ocupadas], de centenas que existem. E são apenas em determinadas áreas da cidade. É importante que as novas UPPs sejam localizadas justamente nas áreas de maior nível de violência, que são a Baixada Fluminense e a zona oeste.”

Agência Brasil

Ministério Público quer parar serviço de inteligência da Polícia Militar, a pedido da Adepdel

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) quer que a Polícia Militar pare com as investigações de crimes comuns que têm sido realizadas por meio dos núcleos de serviço de inteligência.

O MPPB encaminhou ao secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Cláudio Coelho Lima, uma recomendação para que normatize, por meio de portaria, a atuação do serviço de inteligência, ditando inclusive suas atribuições.

A recomendação também faz um alerta: que as atribuições não podem ser aquelas destinadas a investigações criminais comuns, inclusive através de ações de campo ou de emprego de tecnologia/equipamento de qualquer natureza para essa finalidade.

A provocação do Ministério Público para que se manifestasse sobre o assunto foi feita pela Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados de Polícia da Paraíba (Adepdel), ao constatarem um desvio de competência por parte da Polícia Militar, que vem, por meio do serviço de inteligência, cometendo “usurpação de função pública”.

O presidente da Adepdel, Cláudio Lameirão, explica que a Constituição Federal versa sobre as atribuições de cada política e investigações de crimes comuns cabem, exclusivamente, às polícias Civil e Federal. “Provocamos o Ministério Público para que colocasse ordem na Segurança Pública, para que cada polícia cumpre sua finalidade, respeitando a competência das demais”, justifica Lameirão.

Lameirão faz questão de informar que não tem nenhum problema com a Polícia Militar e que tem muito respeito pelo trabalho que realiza com legitimidade. “Entretanto, é preciso respeitar a competência de cada um e as investigações de crimes comuns cabem à nós e não a eles (militares)”, informa.

O documento do Ministério Público também faz recomendações ao Comandante Geral da Polícia Militar e ao Corregedor Geral no sentido de no prazo de 30 dias enviarem documento a todos os núcleos onde existe o serviço de inteligência informando sobre sua limitação quanto a investigações, que devem ser restritas aos crimes militares.

PREJUÍZO
O presidente da Adepdel alerta que a “boa intenção” da Polícia Militar em solucionar crimes por meio de investigações pode resultar em prejuízos para a sociedade. “Primeiro, porque tira da sua função legítima os policiais militares; segundo, porque investigações feita de maneira ilegal resultarão, inevitavelmente, em falhas nos processos judiciais que culminarão com a soltura de criminosos”, explica.

Lameirão disse ainda que existe limitações em todos os órgãos púbicos e que isso não seria justificativa para a “ajuda” que a PM está dando nas investigações. “Nós temos uma formação diferenciada e recebemos treinamento especial para exercer a função. Não tem como alguém exercer a mesma função sem passar pelos mesmos prerrequisitos”.

Outro alerta feito pelo presidente da Adepdel é quando às classificações de crimes, de acordo com os códigos vigentes. “O suspeito de algum crime não pode ser levado para um quartel de polícia porque não estamos na ditadura. Ele tem que ser levado para a delegacia, onde serão feitos os procedimentos legais”, afirma.

Wanja Nobrega

Portalcorreio