Arquivo da tag: instituições

Ataques a bancos: Ricardo promete cobrar mais segurança das instituições financeiras na PB

ricardo-coutinhoO governador Ricardo Coutinho disse durante entrevista ao Programa Rádio Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação desta terça-feira (2) que não ‘vai cruzar os braços’ e juntamente com a  Assembleia Legislativa vai, exigir mais segurança por parte das instituições financeiras para evitar os ataques constantes as agências bancárias.

Ricardo Coutinho lembrou em todo pais são mais de mil ataques registrados, sendo que cerca de 800 desses só em São Paulo. No caso do ataque no Bessa, o governador afirmou que em nenhum momento a polícia foi covarde, “porque vidas estavam em jogo e temos que preservar a vida”, justificou.

RC fez críticas também sobre a facilidade que essas quadrilhas têm para conseguir os explosivos. “Quando a gente precisa desse material para ser utilizado em alguma obra, passamos mais de seis meses para conseguir devido a burocracia”, destacou.

O governador deixou claro que em nenhum momento irá tirar os policiais das ruas para fazer a segurança de instituições privadas e deixar o povo desassistido. “As instituições financeiras cruzam os braços porque o dinheiro é segurado e eles não perdem nada com isso, mas esquecem que sempre acontecem esses ataques vidas estão em jogo, e eles têm garantir a segurança desse dinheiro e isso que nós vamos cobrar” destacou o Ricardo.

Reforço – O governador afirmou que vai adquirir mais 150 motos para polícia ao destacar que antes um policial saia para trabalhar com um revolver 38 e duas balas e hoje a situação é totalmente diferente, os policiais estão bem armados com uso de equipamentos de segurança individual.

Ainda segundo o governador as forças de segurança da Paraíba prenderam mais de 60 mil pessoas nos últimos cinco anos ao destacar a queda nos homicídios.

paraiba.com.br

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Resoluções garantem direitos LGBT em instituições de ensino; confira

lgbtResoluções publicadas na edição de hoje (12) do Diário Oficial da União reconhecem os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT) nas instituições de ensino e estabelecem o uso do nome social em boletins de ocorrência registrados por autoridades policiais.

Em relação às escolas fica estabelecido que deve ser garantido o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados por gênero, quando houver, de acordo com a identidade de gênero de cada um. Caso haja distinções quanto ao uso de uniformes, deve haver a possibilidade do uso conforme a identidade de gênero.

O texto determina que a garantia do reconhecimento da identidade de gênero deve ser estendida a estudantes adolescentes, sem que seja obrigatória autorização do responsável. Fica ainda reconhecido pelas redes de ensino o nome social no tratamento oral, sendo o nome civil usado na emissão de documento oficias. As determinações estão na resolução 12, do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, da Secretaria de Direitos Humanos.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

A resolução 11, do mesmo conselho, estabelece os parâmetros para a inclusão dos itens “orientação sexual”, “identidade de gênero” e “nome social” nos boletins de ocorrência emitidos pelas autoridades policiais. Ao incluir esses itens, a resolução leva em consideração, entre outros, o Artigo 5° da Constituição Federal que diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Agência Brasil

Instituições federais têm novo prazo para apresentar projetos

calendarioUniversidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia têm novo prazo, até 23 de março de 2015, para apresentar projetos e concorrer aos recursos do programa Mais Cultura nas Universidades. No conjunto, são R$ 20 milhões. Cada instituição contemplada receberá de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão para desenvolver o projeto no período de 12 ou de 24 meses.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O Mais Cultura nas Universidades é uma iniciativa dos ministérios da Educação e da Cultura para desenvolver e fortalecer a arte e a cultura nacionais, com destaque para a inclusão social, o respeito e o reconhecimento da diversidade cultural do país. Cada instituição pode apresentar um plano de cultura que contenha objetivos, ações a serem desenvolvidas e metas a serem alcançadas, além do prazo de execução.

Na criação dos planos, as instituições devem escolher a área a ser trabalhada entre sete eixos temáticos:

• Educação básica.
• Arte, comunicação, cultura das mídias e audiovisual.
• Arte e cultura digitais.
• Produção e difusão das artes e linguagens.
• Economia criativa, empreendedorismo artístico e inovação cultural.
• Arte e cultura: formação, pesquisa, extensão e inovação.
• Memória, museus e patrimônio artístico-cultural.

Calendário — A ampliação do prazo de inscrição de propostas alterou as demais datas do calendário do programa Mais Cultura nas Universidades, conforme a tabela:

Mais informações no Edital nº 30/2014, publicado no Diário Oficial da União de 8 de outubro último.

Ionice Lorenzoni

Cléo Pires doa 10% de seu salário para instituições de caridade

cleo-piresConhecida pelo seu trabalho de atriz em novelas da Globo e em filmes do cinema brasileiro, a atriz Cléo Pires se revelou também uma pessoa que gosta de praticar o bem.

Em entrevista para o jornal O Dia, Cléo disse que doa 10% de todos os seus ganhos mensais para instituições de caridade, que ela preferiu não dizer quais.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Cléo afirma que se sente bem vendo que está fazendo algo que realmente importa para o Brasil: “Tenho uma conta que se chama ‘conta fundação’. De todo dinheiro que ganho com venda de imóvel e trabalho, separo 10% para meus projetos sociais. Gosto de estar no mundo de uma forma construtiva. Ajudar de alguma forma é muito gratificante. Me sinto feliz por poder fazer isso na vida, me sinto existindo e sinto que realmente estou cumprindo um propósito e fazendo parte de algo maior. Isso para mim é muito importante. Todo mundo precisa de ajuda em vários momentos na vida: às vezes, é ajuda financeira, uma conversa, ajuda moral… Enfim, todos os tipos de ajuda. Sempre que eu posso trabalhar no mundo, me colocar dessa forma, me sinto uma vencedora. Sinto que estou fazendo algo que realmente importa e isso me faz muito feliz”.
A atriz também disse que pensa em criar sua própria fundação um dia, e que este dia está próximo: “Uma amiga abriu uma Oscip, que são ONGs criadas por iniciativa privada que obtêm um certificado emitido pelo poder público federal ao comprovar o cumprimento de certos requisitos, mas tenho um pouco de pé atrás com isso. Fiquei empolgada, de repente, vou abrir alguma coisa, sim. Tenho pensado nisso, em sair da conta bancária e fazer algo maior, talvez. Por enquanto, é apenas algo que eu penso. Não tem nada estruturado ainda, mas, de fato, está na minha tela mental e ocupa parte dos meus pensamentos”.

Atualmente, Cléo Pires está no Estados Unidos gravando o filme “Qualquer Gato Vira-Lata 2”, juntamente com Malvino Salvador e Dudu Azevedo.

Na Telinha

Bicheiros são acusados de desviar verba de instituições de caridade na Paraíba

paraiba-capReportagem publicada na edição deste domingo pelo Fantástico da Rede Globo, denunciou o desvio de verbas de instituições de caridades por parte de bicheiros. A Apai de Campina Grande, seria uma das entidades que deixou de receber dinheiro a que tinha direito.

Confira matéria na integra abaixo:

Muita gente já deve ter visto anúncios, propagandas de títulos de capitalização vendidos em nove estados. Quem participa do sorteio concorre a um monte de prêmios, como carros e casas.

Uma parte da arrecadação deve, por lei, ser destinada a instituições de caridade. Só que a Polícia Federal descobriu que milhões de reais estão sendo desviados, e não chegam a quem mais precisa.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Dona Graça trabalha muito. De manhã até a noite.

“A gente recolhe material descartável em lojas, em hotel, restaurante, clínicas, hospitais”, explica Graça Cordeiro, presidente do Lar da Esperança.

E o dinheiro que recebe com a reciclagem não fica para ela, não. Há 25 anos, Dona Graça criou o Lar da Esperança, uma instituição de caridade em Teresina, Piauí. Ela cuida de 150 pessoas pobres que têm o vírus da aids.

Dona Graça: A gente sempre teve muita dificuldade. Falta aqui. Falta acolá. É consertar alguma coisa. Fazer outros reparos.
Fantástico: A gente vai acompanhar o dia da senhora hoje, hein?
Dona Graça: Está bom.

Mas será que o Lar da Esperança poderia ajudar mais gente? A Polícia Federal diz que sim. E não só essa entidade, várias outras!

O problema é que milhões de reais, que elas deveriam receber, estariam sendo desviados.

Fantástico: O que a senhora faria com esse dinheiro?
Dona Graça: Ah, eu ia investir aqui dentro. Eu ia terminar de fazer essa construção.

Os investigadores descobriram um escândalo: que quem está tirando dinheiro das instituições é um grupo de empresários, que vende títulos de capitalização. Esses títulos eram vendidos em nove estados e davam direito a participar de sorteios.

Os títulos eram vendidos geralmente na rua mesmo, por R$ 5 cada um.

A dona Graça, do Lar da Esperança, de Teresina, apostava na sorte: comprou mais de cem dessas cartelas.

Dona Graça: Quem sabe a gente leva um prêmio, que já ia servir.
Fantástico: A senhora ia investir tudo aqui?
Dona Graça: Com certeza porque aqui está precisando de muita coisa.

Esses títulos só podem vendidos se a metade do dinheiro arrecadado com a venda for para uma instituição de caridade.

No caso dos títulos suspeitos, os empresários escolheram o Instituto Ativa Brasil, de Belo Horizonte. Nas ruas, os vendedores confirmam:

Vendedora: Doado para o Instituto Ativa Brasil.
Fantástico: É instituição de caridade?
Vendedora: É.

Interessante é que eles reforçam que o dinheiro vai para uma instituição de caridade. É sempre assim.

Na TV, o mesmo discurso.

Comercial de TV: Você concorre a prêmios e cede os direitos de resgate ao Instituto Ativa Brasil. ‘Bahia dá sorte’, custa pouco sonhar.

A Polícia Federal afirma: a Ativa Brasil, na verdade, fazia parte da fraude. O instituto tinha que distribuir o dinheiro do título para pelo menos outras 26 entidades, em nove estados. Até mandava um pouco, para não chamar a atenção. Mas de acordo com as investigações, a maior parte do dinheiro era desviada.

“Fizeram todo esse esquema para que o dinheiro, na verdade, nem chegue ao destinatário final de forma completa, mas sim muito minguado”, ressalta Marcello Diniz Cordeiro, delegado da PF.

O Lar da Esperança, do Piauí, é uma das entidades que recebiam um pouquinho de dinheiro do Instituto Ativa.

A Dona Graça, que também comprava as cartelas, lembra que a ajuda para a instituição dela começou há três anos.

“Eles perguntaram se a gente tinha dificuldade. A gente falou que a nossa dificuldade eram as faturas de energia. Aí, eles pagaram todas as atrasadas”, diz Graça Cordeiro.

Em três anos, o Lar da Esperança recebeu R$ 72 mil do tal Instituto Ativa. R$ 2 mil por mês. Mas as investigações mostram que o repasse correto deveria ser 25 vezes maior. Ao todo, R$ 1,8 milhão.

Fantástico: É muito dinheiro?
Dona Graça: Eu não sei o que é isso. Eu não sei. Sinceramente eu não tenho ideia do que é R$ 1 milhão.
Fantástico: O que a senhora faria com esse dinheiro?
Dona Graça: Eu ia terminar de fazer essa construção. Arrumar essas portas, o forro, o telhado.

A única ambulância que existia para transportar os pacientes não tem maca, não tem banco. O assoalho todo enferrujado, com buraco. Os vidros estão quebrados. E a sirene, destruída. E mesmo que a gente tentasse entrar para dirigir o veículo, não tem como. A porta está emperrada, não abre.

Se recebesse o dinheiro certinho da ativa, Dona Graça também iria reformar a ambulância.

“Não fiz só sepultamento mas fui buscar gente no interior, levei gente pro hospital, para maternidade. Fez muita coisa boa. Medalha de honra ao mérito para essa ambulância”, afirma Graça Cordeiro.

A Polícia Federal fez as contas. Em um ano, cerca de 200 milhões de bilhetes do sorteio foram vendidos em nove estados. Sabe quanto dá isso? Cerca de R$ 1 bilhão.

R$ 500 milhões, a metade da arrecadação, deveriam ser repassados para as entidades assistenciais.

A Polícia Federal identificou todos os envolvidos na fraude: o presidente da Ativa e quatro empresários: os irmãos Hermes, Cláudio, Júlio e Gustavo Paschoal. Eles são os donos da empresa que vendia os títulos de capitalização.

A família Paschoal construiu um império em Pernambuco, formado por empresas, apartamentos em áreas nobres, e carros de luxo.

Segundo a polícia, eles também estão envolvidos com o jogo do bicho e máquinas caça-níqueis, na capital e no interior de Pernambuco.

Em 2012, os irmãos foram condenados a 3 anos de cadeia. Ganharam o direito de recorrer em liberdade.

No Recife, o Fantástico foi a três pontos de venda do título de capitalização. Em todos, também dava para fazer uma fezinha no bicho.

“A única atividade exercida por eles hoje é a distribuição de títulos de capitalização, através do Pernambuco dá sorte, que é o nome de fantasia da empresa”, destaca Ademar Rigueira, advogado dos irmãos Paschoal.

Acusados de comandar o desvio do dinheiro, os Paschoal e o presidente do Instituto Ativa foram presos em uma operação da Polícia Federal, há 10 dias. R$ 350 mil em dinheiro vivo foram apreendidos. O advogado dos irmãos Paschoal nega a fraude.

“Essas pessoas não se apropriaram desse dinheiro nem deram outra destinação. A destinação foi as entidades que se beneficiaram com a filantropia do grupo ativa”, afirma Ademar Rigueira.

Segundo a polícia, o dinheiro que deveria ser doado para as instituições voltava para os irmãos Paschoal, seguia o seguinte esquema: os títulos eram vendidos e parte da arrecadação repassada para a Ativa Brasil.

O instituto pagava uma outra empresa para fazer a propaganda dos sorteios e gastava, com isso, quase todo o dinheiro que recebia.

O detalhe é que essa empresa de publicidade também pertence aos irmãos Paschoal.

“Não há nenhuma irregularidade nisso. E em nenhum momento, o grupo tentou que isso não fosse mostrado aos órgãos reguladores. Tudo estava demonstrado contabilmente e nos documentos apresentados”, explica o advogado dos irmãos Paschoal.

Para quem investiga o caso, nada justifica tanto gasto com publicidade e tão pouco dinheiro para as instituições de caridade.

“Se você tem uma previsão de despesa de divulgação, seria algo que iria interferir mas não alterar substancialmente o valor destinado as entidades. É muito dinheiro que está deixando de ir para as entidades e sendo gasto com divulgação”, afirma Cristiano Machado, analista da Superintendência de Seguros Privados.

“Eu ia melhorar a casa. Eu ia fazer esses quartos que estão precisando, quem sabe abrigar idosos”, diz Graça Cordeiro.

Além do Lar da Esperança, da Dona Graça, o Fantástico foi a outras entidades que deveriam receber o repasse dos títulos de capitalização.

Na Bahia, a Associação Obras Sociais Irmã Dulce, uma das mais importantes e conhecidas do Brasil, ganhava R$ 5 mil por mês da ativa. Segundo a Polícia Federal, deveria receber R$ 125 mil mensais.

Em Pernambuco, uma creche comunitária, que fica numa área carente do Recife, ganhava R$ 3 mil por mês. O certo seriam R$ 75 mil, diz a investigação.

Recentemente, como faltou dinheiro para pagar as professoras, 20 vagas tiveram que ser cortadas.

Na Paraíba, a Ativa também mandava R$ 3 mil por mês para a Apae, de Campina Grande. Para a Polícia Federal, nem perto do valor correto: R$ 75 mil.

Gabrielle tem 12 anos. Duas vezes por semana, ela e a mãe saem de Junco do Seridó, onde moram, e vão até Campina Grande, para fazer tratamento na Apae.

“Na Apae? É uma maravilha o tratamento. Ela não falava muito. Ela não falava nada. Hoje, ela está bem melhor”, lembra Marizete dos Santos, mãe de Gabrielle.

Gabrielle viaja 100 quilômetros em um micro-ônibus da prefeitura, que também leva doentes para hospitais. Contando ida e volta, são cinco horas na estrada. Para conseguir atender 400 pessoas, a Apae de Campina Grande gasta R$ 65 mil por mês.

Ou seja, se a ativa pagasse os R$ 75 mil, sobraria dinheiro e daria para atender mais pacientes.

“A gente teria um número muito maior. A gente tem um serviço como a fonoaudiologia que tem mais de 200 usuários esperando uma vaga”, afirma Waléria Queiroz, diretora da Apae.

O presidente da Ativa saiu da cadeia quinta-feira passada e vai responder em liberdade.

Em nota, o instituto disse que “não há irregularidades em relação ao repasse financeiro às entidades filantrópicas” e que “toda a movimentação está registrada nos livros contábeis, que se encontram à disposição das autoridades”.

Agora, a venda dos títulos de capitalização da família Paschoal foi proibida. A Justiça também bloqueou R$ 100 milhões que estavam em contas bancárias.

“É aquele pensamento de sempre querer ganhar mais, muito mais. Porque se ele fizesse tudo correto, ele iria ter a parte dele, como todo empresário honesto tem, e todos sairiam ganhando, inclusive os institutos de filantropia”, destaca Marcello Diniz Cordeiro, delegado da PF.

Dona Graça, aquela senhora que passa o dia recolhendo papelão para pagar as despesas da instituição que cuida de pessoas com aids, já decidiu o que fazer, caso receba o dinheiro que foi desviado. Ela quer ajudar mais gente ainda.

Fantástico: A senhora nem queria tudo para senhora?
Dona Graça: Que tal a gente ratear entre mais entidades? Tem muita gente boa, honesta, trabalhando. Nós temos muitos abrigos que estão precisando. Então seria uma coisa de se fazer um rateio entre todas.

Fantástico

Sisu reúne vagas em instituições públicas; é hora de pesquisar curso e faculdade

sisutecQuando o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) iniciar o período de inscrições para mais de cem mil vagas em instituições públicas em janeiro, os 6 milhões de estudantes que fizeram as provas do Enem 2014 terão menos de uma semana para escolher em quais dois cursos de ensino superior querem disputar vagas.

Diante de opções em todos os Estados do País e com a nota do Enem como único critério de seleção, os vestibulandos correm o risco de se perder entre a escolha pelo curso dos sonhos e a decisão pela vaga naquela carreira desconhecida fora de seu Estado para o qual sua nota do Enem é suficiente para garantir a vaga.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Para não se perder na escolha do curso, professores de cursinho indicam que o candidato aproveite o momento antes do início do Sisu para decidir o curso, pesquisar as instituições, descobrir os custos envolvidos e os possíveis benefícios e escolher de cinco a seis opções de cursos e instituições para mirar no Sisu.

Consulte grade horária e converse com alunos 

A primeira coisa que o aluno tem que decidir é o curso em que quer se graduar. “A escolha do curso é algo que ele tem que amadurecer ao longo do ensino médio e de todo o ano de vestibular. Pensar em quais são as suas competências, o que gosta de fazer, como são as carreiras, o que a família acha”, indica Alessandra Venturi, orientadora educacional do Cursinho da Poli.

Carreira escolhida, é hora de buscar as opções de faculdade. “Os cursos mudam seu foco conforme a universidade, por isso é importante olhar a grade curricular e procurar professores e alunos para conversar. Eles vão poder dizer como é o curso e qual é a inserção no mercado de trabalho”, indica o coordenador do cursinho Etapa, Marcelo Carvalho.

  • 171.401

    vagas ofertadas pelo Sisu no 1° semestre de 2014

  • 4.723

    cursos ofereciam cadeiras

  • 115

    instituições de ensino superior aderiram ao Sisu 2014.1

Na hora de pesquisar as instituições, rankings e índices de qualidade, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), também ajudam a guiar na escolha.

Mas isso não é suficiente. “Não adianta ele fazer Enem, ter uma pontuação bacana e não saber como vai se manter no local [que escolheu fazer sua graduação]”, alerta Alessandra, do Cursinho da Poli. “Se ele vai precisar de ajuda para se manter em outra cidade, é importante que o aluno comece a pesquisar, por exemplo, a política de permanência de cada universidade.”

As instituições públicas de ensino costumam oferecer benefícios como auxílio-moradia, restaurante universitário com preço subsidiado, bolsa-alimentação e bolsas para estudantes que fazem iniciação científica ou que prestam algum serviço dentro da universidade, como monitoria em bibliotecas. No entanto, a quantidade de beneficiados e a estrutura depende de cada instituição.

“O estudante tem que ver se a universidade tem algum tipo de bolsa, se oferece moradia. Precisa saber o que tem ao redor da universidade, se ela está em uma região que dá para trabalhar, que tem vaga de estágio”, lista Fábio Aviles Gouveia, consultor do Sistema Anglo de Ensino.

RANKING CWUR – Posição no País: 1ª) Universidade de São Paulo (USP). Foto: Cecília Bastos/Divulgação USP

Sisu aberto, e agora?

O ideal é que o aluno tenha encontrado cinco ou seis opções de cursos e instituições de interesse, indica Gouveia. “Assim ele pode focar e monitorar essas carreiras no Sisu e fazer sua escolha conforme a nota de corte.”

Na hora da inscrição, o candidato tem que escolher um curso como primeira opção e outro curso (que pode ser em outra instituição) como segunda opção. Uma dica é “nunca colocar na segunda opção um curso que seja mais concorrido que o da primeira opção”, explica o professor Marcelo Carvalho, do Etapa.

E se a nota não der para o curso que quero?

Divulgadas as notas de corte, nem sempre ficar abaixo da linha é sinal de que a vaga não será conquistada. “Muita gente está inscrita ali e em outros vestibulares, então é comum que a nota de corte esteja alta e depois caia com a desistência”, aponta Carvalho.

Para o professor, se a posição do estudante for menor que duas vezes a quantidade de vagas  – ou seja, se ele estiver entre os 60 primeiros concorrentes para um curso de 30 vagas –, há grandes chances de ser chamado na lista de espera.

“As listas rodam muito por causa das estaduais. Vale a pena ele insistir na lista de espera”, sugere o professor do Etapa.

IG

 

MEC reconhece 150 cursos de graduação em instituições privadas e públicas

mecO Ministério da Educação reconheceu 150 cursos superiores entre licenciaturas, bacharelado e de tecnologia, conforme portarias publicadas na edição desta terça (16) do Diário Oficial da União. Do total, 11 são cursos na modalidade de educação a distância (EaD).

Os cursos reconhecidos estão principalmente em instituições privadas. O número de vagas em cada curso varia entre 20 e 250. As portarias esclarecem que, no caso dos cursos presenciais, o reconhecimento é válido exclusivamente para os endereços citados no Diário Oficial da União.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

As listas completas com os cursos presencias reconhecidos, instituições e número de vagas autorizadas estão nas portarias 544, 545, 546 e 547 da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, do Ministério da Educação. No caso dos cursos EaD, a portaria é a 558.

IG

UFPB e UFCG estão entre as 58 instituições que devem fazer concurso para preencher 150 vagas

UFPBO Ministério do Planejamento autorizou as universidades federais vinculadas ao Ministério da Educação realizarem concurso público em todo o país para o preenchimento de 150 vagas para cargos isolados de professor titular-livre. São 58 instituições de ensino superior que devem realizar concurso público, condicionado à existência dessas vagas.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com cinco vagas; e a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com três vagas, foram contempladas com a realização desse concurso.

O prazo para publicação do edital de abertura para realização do concurso será de até seis meses. A responsabilidade da sua realização será do reitores dessas universidades, a quem caberá baixar as normas, mediante editais, portarias e outros atos administrativos.

O edital com a relação das universidades autorizadas a realizar o certame foi publicado no Diário Oficial da União, na edição desta quinta-feira (22). O edital é assinado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

 

portal correio

Lei federal muda e obriga instituições a conceder bolsas filantrópicas só pelo Prouni

Reitora explicou as ações que o Unipê adotará
Reitora explicou as ações que o Unipê adotará

Uma alteração na lei federal nº 12.868 de 2013, obrigou todas as instituições de ensino do país que, na sua personalidade jurídica, também se enquadram em ações de filantropia, a alterarem os critérios para distribuição de bolsas de estudos. No Estado, o Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) já fez um levantamento sobre essa situação que afetará diretamente os alunos, a partir do segundo semestre deste ano.

Com essa mudança na legislação federal, todas as instituições de ensino que se encaixam nesses padrões têm que conceder uma bolsa integral para cada cinco alunos pagantes. No caso de bolsas parciais, será uma para cada nove alunos pagantes. “Somos agora obrigados a fazer a distribuição das bolsas, sejam integrais ou parciais, somente a quem aderir e preencher todos os critérios do Prouni”, mostrou o assessor jurídico do Unipê, Marcelo Weick.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O Unipê tem 9.627 alunos de graduação. Para esse contingente, são 1.016 bolsas dentro dos critérios do Prouni (o que equivale a R$ 9 milhões, 472 mil e 26, ao ano); e 1.260 bolsas filantrópicas (o equivalente a R$ 7 milhões, 44 mil e 861, por ano). No total, os gastos do Unipê com as bolsas chegam a R$ 16 milhões.

Do total de alunos do Unipê, 1.061 têm bolsas integrais, 8.566 são pagantes. Com os novos critérios, o Unipê terá que conceder mais 895 bolsas integrais, dentro dos critérios para seleção do Prouni.

A reitora Ana Flávia Pereira da Fonseca enfatiza que as 1.200 bolsas de filantropia já existentes (que equivalem a um custo de R$ 12 milhões, 736 mil e 203) serão bancadas pela instituição até o seu término. “Nenhum aluno será prejudicado”, garantiu.

Além das bolsas, o Unipê mantém gastos de R$ 2 milhões e 273 mil com ‘incentivos estudantis’, que atendem alunos selecionados por mérito. “O aluno recebe uma bolsa de R$ 450,00 por mês para monitoria, pesquisa e extensão. Não é bolsa filantropia. Segue também um edital rigoroso para seleção dos beneficiados. É investimento com dinheiro da instituição”, explicou a reitora.

A reitora lembrou que o Governo sabe que mesmo oferecendo 100% de bolsas integrais as instituições particulares não preenchem essas metas.

Marcelo Weick destacou que o Unipê não é uma associação beneficente. “Apenas somos detentora de personalidade jurídica para filantropia. Nós somos uma entidade educacional”, salientou.

Por Hermes de Luna

Instituições bancárias são campeãs em violação no direito do consumidor na PB

bancosAs operadoras de cartões de crédito e instituições bancárias foram as campeãs na violação dos direitos do consumidor no estado da Paraíba em 2013. As reclamações, somadas, totalizam  15.975 atendimentos em todo o estado de janeiro a dezembro do passado.
De acordo com o Procon-PB, no ano passado foram 5.253 atendimentos relacionados aos bancos, sendo que, deste total, 3.127 se transformaram em reclamações para realização de uma audiência de conciliação ou de uma fiscalização posterior.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em segundo lugar entre as demandas de atendimentos, estão os serviços essenciais, com um total de 4.790 registros, dos quais 1.484 foram convertidos em reclamações.

 

 

clickpb