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Desbloqueio do MEC devolve 55 bolsas de pós-graduação pela Capes às instituições da Paraíba

A Paraíba é o segundo estado do Nordeste que teve mais bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) desbloqueadas pelo Ministério da Educação (MEC). Conforme lista divulgadas pela Capes, a Paraíba vai ter 55 bolsas de incentivo à pesquisa desbloqueadas, atrás apenas do Ceará, com 81 bolsas reabertas, na região. O ministro do MEC, Abraham Weintraub anunciou na quarta-feira (11) o desbloqueio de 3.182 bolsas da Capes em todo o Brasil.

Ainda de acordo com a Capes, as bolsas devolvidas são referentes aos cursos com notas 5,6 e 7 na avaliação do MEC. No dia 2 de setembro, o MEC havia anunciado o corte de 5.613 bolsas, retirando 161 bolsas das instituições paraibanas. O anúncio feito no início de setembro tinha sido o terceiro de bloqueio de bolsas da Capes. Somando os três cortes a Instituições de Ensino Superior da Paraíba tinham perdido pelo menos 580 bolsas em 2019.

  • no dia 9 de maio veio o primeiro corte, com 81 bolsas congeladas na Paraíba;
  • no dia 4 de junho foi anunciado o segundo corte, com 338 bolsas cortadas;
  • no dia 2 de setembro, no terceiro corte foram suspensas 161 bolsas;
  • no dia 11 de setembro, MEC anuncia desbloqueio de 55 bolsas na Paraíba.

Mesmo com o desbloqueio, o saldo da Paraíba é de 525 bolsas de pesquisa científica bloqueadas. No Brasil, com a liberação das mais de 3 mil desta quarta, outras 8.692 bolsas continuam suspensas.

Ainda de acordo com a Capes, não foi feito um levantamento de bolsas desbloqueadas por Instituição de Ensino Superior, apenas por unidades da federação. O maior beneficiado com o desbloqueio foi o estado de São Paulo, com 1.226 bolsas reabertas.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que o acordo foi firmado com o Ministério da Economia, mas não detalhou de onde virá o dinheiro. “Os detalhes, temos que esperar o Orçamento-Geral da União. A construção do orçamento é dinâmica”, diz.

Segundo Weintraub, essas vagas tinham sido bloqueadas porque a prévia do Orçamento 2020 não previa espaço para esses pagamentos. Após a reunião desta quarta, a expectativa é de que a rubrica da Educação para o ano que vem seja reforçada.

Foto: Gabriel Costa/Arquivo Pessoal

G1

 

Três meses após bloqueio do MEC, instituições federais de ensino na PB preveem colapso financeiro

Três meses após o bloqueio de aproximadamente R$ 90 milhões do orçamento por parte do Ministério da Educação (MEC), as instituições federais de ensino da Paraíba fazem previsão de colapso orçamentário a partir de outubro deste ano caso não haja um desbloqueio. Reitores e pró-reitores de UFPB, UFCG e IFPB explicam que os recursos disponíveis no orçamento após bloqueio de 30% só garantem cumprimento de contratos e custeio de despesas até setembro.

O bloqueio dos recursos foi definido pelo MEC no dia 30 de abril deste ano. Na Paraíba, o valor bloqueado pelo governo federal para suas universidades e institutos chegou em R$ 91 milhões, sendo R$ 44 milhões para o UFPB, R$ 27 milhões para UFCG e R$ 20 milhões no IFPB. A previsão em cada uma dessas instituições de ensino superior é de que o contingenciamento só permita arcar com os custos do funcionamento até setembro.

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, comentou que a recomendação feita pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) é de que as universidades federais sigam honrando com os contratos firmados até setembro, que é o prazo em que acaba o orçamento contingenciado pelo governo federal.

“Em outras universidades, em outros estados, já temos conhecimento de demissão de funcionários terceirizados ou de problemas para arcar com a despesa de energia elétrica. Na UFCG não estamos enfrentando esse tipo de problema ainda. Seguimos a orientação da Andifes e esperemos que o valores sejam desbloqueados pelo governo”, comentou.

Confira o balanço feito por cada uma das universidades e instituto federais na Paraíba após três meses de contingenciamento do MEC no orçamento das instituições.

UFPB

A reitora Margareth Diniz afirmou que o orçamento da UFPB segue contingenciado. A instituição recebeu até julho apenas 48% do crédito orçamentário. A universidade sofreu o maior bloqueio de verbas entre as instituições federais na Paraíba. Foram suprimidos R$ 44 milhões do orçamento, correspondentes aos 30% contingenciados pelo MEC.

Ainda de acordo com a reitora, a UFPB tem trabalhado para que, caso não haja liberação do restante do dinheiro previsto no orçamento em outubro, que a unidade de ensino superior esteja preparada para liberação do dinheiro bloqueado ao final do ano.

“Se o descontingenciamento só acontecer ao final do ano, se ele chegar só no final do ano todo de uma vez, a gente precisa dar andamento o mais rápido possível para normalizar a situação dos meses anteriores”, explicou.

UFCG

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, segue a mesma linha da UFPB. Segundo ele, o orçamento da UFCG garante o cumprimento de todas as despesas previstas até o mês de setembro. A partir de outubro, caso não haja desbloqueio, vai haver um colapso no funcionamento da instituição.

O orçamento da UFCG era de cerca de R$ 90 milhões, após o bloquei dos 30%, cerca de R$ 27 milhões foram suprimidos da instituição. Para recursos discricionário, a UFCG passou a contar com aproximadamente R$ 63 milhões, um montante disponível para arcar com todos os contratos firmados para 2019. Do volume de despesas da UFCG, cerca de R$ 42 milhões é apenas para pagamento de funcionários terceirizados, algo em torno de 47% do orçamento total de R$ 90 milhões.

“O bloqueio foi dia 30 de abril, já tínhamos quatro meses completos de gastos no orçamento. São 30% em cima de 8 meses e não em cima de um ano. Tínhamos 90 milhões e passamos para 63 milhões de reais. Para entendermos a dimensão, nessa situação, são R$ 63 milhões em um orçamento que R$ 42 milhões são apenas para os terceirizados”, comentou.

A UFCG segue trabalhando, assim como a UFPB, para reduzir os custos de manutenção da instituição, na esperança de que os valores sejam desbloqueados pelo governo federal. Muito embora, de acordo com Camilo Farias, apesar de toda economia, a redução de gastos ainda não garante a cobertura dos demais compromissos financeiros da universidade que estão sob risco com o bloqueio.

“Fizemos R$ 400 mil de economia em água, da mesma forma, a partir de projetos da própria universidade, uma redução no uso da energia elétrica. Atualmente, 100% dos nossos processos administrativos são eletrônicos. Mas isso tudo não é suficiente”, conclui o vice-reitor.

IFPB

No caso do IFPB, de acordo com o pró-reitor de administração e finanças do IFPB, Pablo Andrey, a instituição entrou no segundo semestre com apenas 53% do orçamento total previsto. A verba foi utilizada para para o pagamento de energia, água, serviços terceirizados bolsas e etc. Outros 20% do orçamento de investimento, que é para a aquisição de equipamentos. O IFPB sofreu um bloqueio na ordem de R$ 21 milhões.

“Considerando o contingenciamento realizado de 40% no custeio, só nos restaria receber mais 7% (recebemos 53% até agora e 40% estão bloqueados) até o final do ano. Destes 53% do orçamento de custeio recebido, já o executamos quase na totalidade. Isto é normal, pois estamos mais ou menos no meio no ano, e está proporcional ao orçamento. Todavia, a instituição está funcionando com austeridade e sem perder a sua qualidade, marca essa do IFPB”, explicou.

Assim como UFPB e UFCG, com o orçamento disponível, o instituto só teria funcionamento até o mês de setembro, quando os contratos começam a ser renovados. “O reitor viajou nesta terça-feira (30) à Brasília para a reunião com todos os reitores da rede federal de educação profissional para discutir e reivindicar o desbloqueio do orçamento”, relatou.

 Foto: Michele Mendes / TV Globo

G1

 

Câmaras de Solânea e Bananeiras debatem cortes do governo para instituições federais 

A Câmara municipal de Solânea realizou, na última quinta-feira (30), junto com a Câmara de Bananeiras e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Campus IV, uma audiência pública onde foi debatido o contingenciamento de recursos para universidades federais e escolas técnicas.

Estiveram presentes os presidentes das Câmaras de Solânea e Bananeiras, Flávio Evaristo e Kilson Dantas, respectivamente, acompanhados de vereadores dos dois municípios, da diretora da UFPB professora Terezinha Domiciano, como também vários representantes de diversos segmentos da educação da região, como o IFPB de Guarabira.

O presidente Flávio lembrou que a Casa Antônio Melo de Azevedo estará sempre de portas abertas para que assuntos importantes possam ser debatidos sempre respeitando o verdadeiro interesse social. Segundo ele, mesmo já estando em recesso, o Parlamento Mirim sempre estará disponível quando for requisitado, independentemente de período de recesso, ou não, os parlamentares estarão dispostos a discutir com a comunidade.

Ascom-CMS

 

 

Mais de 4 mil vagas são ofertadas para o Sisu 2019.2 por instituições públicas da Paraíba

Mais de 4 mil vagas serão oferecidas por três universidades públicas da Paraíba através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no período 2019.2. Os estudantes interessados em concorrer às vagas disponibilizadas pelas instituições deverão verificar as informações constantes do Termo de Adesão das universidades junto ao Sisu.

UEPB

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) ofertará 2.845 vagas para seus diversos cursos de graduação, nos oito campi da universidade. O Termo de Adesão da UEPB será disponibilizado no portal da instituição. A matrícula dos estudantes selecionados nesta chamada regular realizada pelo MEC para os cursos da UEPB será realizada de 4 a 7 de junho, no site do Sisu, e, no dia 10 do mesmo mês, será divulgada a chamada regular.

Conforme o cronograma do MEC, entre os dias 11 e 17 de junho, os candidatos que não foram contemplados na chamada regular deverão fazer a declaração de interesse em participar da lista de espera, que terá sua publicação realizada no dia 19 de junho. As aulas do período letivo 2019.2 na UEPB serão iniciadas no dia 6 de agosto, conforme calendário acadêmico do referido semestre, também aprovado na reunião do Consepe.

UFCG

Na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) serão oferecidas 1.535 vagas, 10 a mais que nos anos anteriores, abertas para o curso de Enfermagem do campus sede. O Termo de Adesão foi divulgado na sexta-feira (17), no site da instituição. Das vagas ofertadas neste segundo semestre, 760 são de ampla concorrência e 775 reservadas pela Lei de Cotas, distribuídas entre 35 cursos de graduação nos campi de Campina Grande, Patos, Cajazeiras, Cuité e Pombal.

Poderão participar do processo, os estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM 2018) e que obtiveram nota acima de zero na prova de redação. A média mínima para tentar o ingresso em cursos da UFCG é 400.

Os alunos aprovados e classificados são imediatamente convocados para o cadastramento presencial na UFCG. O horário de cadastramento será de 8h às 11h e das 14h às 17h. Os locais de cadastramento são as coordenações dos cursos.

Na UFCG serão oferecidas 1.535 vagas, 10 a mais que nos anos anteriores — Foto: Marinilson Braga/UFCG/Arquivo

Na UFCG serão oferecidas 1.535 vagas, 10 a mais que nos anos anteriores — Foto: Marinilson Braga/UFCG/Arquivo

UFPB

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) vai oferecer 340 vagas, distribuídas entre 70 cursos. Desse total, 153 oportunidades serão para ampla concorrência e 187 para a Lei de Cotas, de acordo com o Termo de Adesão divulgado pela Pró-Reitoria de Graduação (PRG), no site da instituição. Para participar do Sisu, os candidatos devem ter alcançado uma nota mínima de 400 pontos na redação.

Conforme o cronograma divulgado pela PRG, o período letivo 2019.2 deve começar no dia 15 de outubro deste ano, tendo em vista que a universidade está em processo de regularização do calendário acadêmico.

IFPB

A assessoria de imprensa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) informou que o número de vagas abertas para o Sisu 2019.2 e os respectivos cursos serão divulgados até o dia 8 de junho deste ano.

G1

 

Reitores confirmam: Com cortes, instituições federais fecham as portas em setembro

Os reitores das instituições públicas federais de ensino superior da Paraíba reuniram-se na última quinta-feira (16) no gabinete da reitoria do IFPB para tratar sobre os bloqueios de recursos para a educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC).

Estavam presentes os reitores do IFPB, Nicácio Lopes; da UFPB, Margareth Diniz; e da UFCG, Vicemário Simões, além de todos os pró-reitores do IFPB.

O reitor Nicácio Lopes abriu a reunião expondo a situação do contingenciamento de recursos e agradecendo a mobilização dos reitores no enfrentamento dessa conjuntura.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

“A ideia deste fórum é unificar esforços para dar mais visibilidade às ações de mobilização contra o bloqueio de recursos para a educação”, afirmou.

Para o Reitor da UFCG, Vicemário Simões, o movimento em defesa da educação pública que se viu no País foi uma demonstração de que a sociedade brasileira amadureceu.

“Precisamos contar com o apoio da sociedade civil organizada em defesa da educação pública brasileira em todos os seus níveis para reverter essa situação e evitar esse bloqueio de recursos”, ressaltou.

De acordo com a reitora da UFPB, Margareth Diniz, este é um momento de fortalecimento porque as instituições estão em sintonia com a sociedade na defesa da educação pública.

Para ela, é preciso esclarecer como é composto o orçamento das instituições públicas de educação para mostrar que o bloqueio efetuado inviabiliza o dia-a-dia das universidades.

A reitora da UFPB afirmou que nesta reunião ficou definido que os reitores vão entregar um documento ao Ministério Público demonstrando de fato onde aconteceram os cortes, ou seja, nos recursos discricionários, que são recursos que tratam das contas de energia, de água, terceirização, das bolsas de iniciação científica, monitoria, de extensão e estágio.

“Na UFPB, se os cortes não forem revertidos, no final de setembro nós não temos como continuar com as atividades da instituição”, frisou a Reitora Margareth.

Para o reitor do IFPB, Nicácio Lopes, a situação do IFPB é análoga. “Caso os cortes sejam mantidos, só poderemos continuar a funcionar até o mês de setembro. No entanto, tenho convicção de que, com muita luta, haveremos de reverter este cenário”, finalizou o reitor.

 

Ascom

 

 

MEC descredencia 32 instituições de educação superior

O Ministério da Educação (MEC) descredenciou 32 instituições de educação superior. As decisões foram publicadas hoje (26) no Diário Oficial da União. Essas instituições terão até 30 dias para apresentar recurso contra a decisão ao Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão consultivo do MEC.

As instituições e suas mantenedoras devem manter as atividades das secretarias para que sejam preservados e entregues os documentos acadêmicos de estudantes que já tiveram vínculos com elas.

Elas também terão prazo de 15 dias para publicar, em pelo menos dois jornais de grande circulação da região de cada uma, a decisão do descredenciamento pelo MEC, além de indicar telefone e local de atendimento para entrega de documentação e demais orientações.

Veja a lista das instituições descredenciadas pelo MEC:

Instituto de Ensino Superior de Alphaville
Faculdade Tamoios
Faculdade de Ciências Humanas São Paulo
Faculdade de Ensino Unificado de Belo Horizonte
Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação de Goiânia
Faculdade São Paulo de Santos
Instituto Superior de Educação de Duque de Caxias
Faculdade Mafrense de Turismo e Ciências Humanas de Teresina
Faculdade do Centro-Oeste
Faculdade Bandeirantes de Ciências Exatas e Humanas
Faculdade Paulista
Instituto Matão de Ensino Superior
Instituto de Ensino Superior do Nordeste
Faculdade Tancredo Neves
Faculdades Integradas Tibiriçá
Instituto de Filosofia e de Teologia Paulo VI
Faculdade Madeira Mamoré
Instituto Superior de Educação do Alto São Francisco
Faculdade do Descobrimento
Faculdade Salesiana de Pindamonhangaba
Faculdade CBES
Faculdade da Cidade de São Gonçalo
Faculdade de Cascavel
Faculdade de Administração e Marketing de Brasília
Faculdade Nacional do Norte do Paraná
Faculdade de Ciências Administrativas
Instituto de Educação Superior de Barueri
Instituto Superior de Educação Balão Vermelho
Instituto Superior de Educação de Ibiúna
Instituto Superior de Teologia e Pastoral de Bonfim
Faculdade de Comunicação Social Santa Efigênia
Faculdade Vizcaya

Agência Brasil

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Estudantes ocupam instituições de ensino em atos contra PEC-241 na PB

(Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)
(Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)

Estudantes, professores e servidores de instituições públicas de ensino superior e técnico na Paraíba voltaram a realizar nesta quarta-feira (26) uma série de mobilizações contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. Na Paraíba, foram registradas ocupações em pelo menos dois campi da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e um campus do Instituto Federal de Ciência, Educação e Tecnologia (IFPB).

A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados na madrugada desta quarta-feira, após cerca de 14 horas de sessão, e o texto agora segue para análise no Senado.

A ocupação no prédio-sede do IFPB em Sousa, no Sertão paraibano, começou na segunda-feira (24). De acordo com a assessoria de comunicação do campus, a mobilização começou por parte dos estudantes, mas tem o apoio dos professores e servidores técnico-administrativos. O órgão explica que os estudantes repudiam a PEC 241, a reforma no ensino médio e o projeto Escola Sem Partido.

Ainda segundo a assessoria de comunicação, a previsão dos estudantes é que a mobilização termine na sexta-feira (28), para que o prédio seja liberado para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mas os manifestantes ainda vão se reunir e deliberar se a ocupação volta a acontecer após as provas. Durante a mobilização, os alunos espalharam cartazes e realizam oficinas para pais, alunos, servidores e para a população, com temas relacionados à mobilização.

Outras duas ocupações foram registradas nesta quarta-feira, nos campi de Bananeiras e Rio Tinto-Mamanguape da UFPB. Segundo o Sindicato dos Professores da instituição (ADUFPB), os estudantes ocuparam salas de aula no início da manhã e interromperam as aulas. Nos dois campi, os estudantes realizam uma mobilização para esclarecer as pessoas sobre a PEC. O órgão não soube informar por quanto tempo a ocupação vai acontecer.

Protesto de estudantes da UFPB em Bananeiras contra PEC (Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)Protesto de estudantes da UFPB em Bananeiras contra PEC (Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)
G1 PB

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Instituições de 11 países formam consórcio para estudar o vírus Zika

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Foi lançada nessa sexta-feira (21), no Recife, uma rede de enfrentamento ao vírus Zika na América Latina, formada por 25 instituições de saúde pública de 11 países. O ZikaPlan pretende somar os esforços de pesquisadores para investigar elementos ainda desconhecidos do vírus e da sua relação com malformações em bebês.

O projeto foi lançado durante um congresso sobre o tema realizado na Universidade de Pernambuco (UPE), uma das instituições a participar da rede. Além da UPE, o Brasil contará com outras quatro organizações no grupo: Universidade de São Paulo (USP), Instituto Butantã, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Associação Técnica–Científica de Estudo Colaborativo Latino Americano de Malformações Congênitas.

As demais instituições são de 11 países da América Latina, América do Norte, África, Ásia e Europa: Colômbia, Cuba, Bélgica, França, Holanda, Suécia, Suíça, Reino Unido, Coréia do Sul, Senegal e Estados Unidos.

A iniciativa foi criada a partir da chamada do fundo de investimento em pesquisas Horizon 2020, da Direção Geral de Pesquisa e Inovação da Comissão Europeia. O ZikaPlan vai receber €11,5 milhões do programa de pesquisa da Horizon 2020, e deve atuar durante quatro anos.

Pesquisa
O consórcio ZikaPlan vai investigar a doença, além de buscar meios de prevenir a disseminação e educar populações afetadas pelo vírus. Entre os aspectos a serem estudados está a associação do zika com complicações neurológicas, inclusive malformações graves como a microcefalia. Estratégias de vacinação, diagnóstico e formas de controle do mosquito vetor do vírus também vão ser exploradas para contribuir na tomada de decisão do poder público.

A rede vai trabalhar em conjunto com outros dois consórcios também financiados pela União Européia: ZIKAction e ZikAlliance. Os três consórcios criarão órgãos comuns para o gerenciamento global dos programas científicos, comunicação e questões éticas, regulatórias e legais.

A direção executiva do ZikaPlan é composta pela professora Annelies Wilder-Smith, representante da Universidade de Umeå, que será a diretora; o professor Eduardo Massad, diretor substituto, representante da Universidade de São Paulo; e mais 15 lideranças de grupos de trabalho de instituições parceiras. Conselhos consultivos independentes – éticos, científicos e industriais – darão apoio a essa direção.

180 Graus

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Procon-PB se reúne com instituições bancárias para cobrar cumprimento de lei

dinheiroA Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PB) promoveu uma reunião com representantes de instituições bancárias, na manhã desta terça-feira (16), para discutir o cumprimento da lei que torna obrigatória a instalação de dispositivos em caixas eletrônicos que inutilizem as cédulas em caso de violação desses equipamentos.

A coordenadora do Procon-PB, Késsia Liliana Cavalcanti, afirmou ser fundamental preservar o direito do consumidor ante essa modalidade de crime. “A lei já vem sendo cumprida, no entanto precisamos avançar ainda mais. É preciso que as instituições, em sua totalidade, instalem esses dispositivos a fim de desmotivar esse tipo de ação criminosa e, assim, dar segurança ao consumidor”, disse. “É uma questão que não é apenas de polícia. Por isso, cada um de nós precisa fazer a sua parte”, prosseguiu.

Odon Bezerra, representante da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), disse ter ficado muito satisfeito com o encontro. “Essa reunião foi, antes de tudo, buscar construir uma política de proteção ao consumidor. Os representantes das instituições compareceram e perceberam a importância da instalação desses dispositivos para desmotivar a ação dos criminosos. É um problema que vem ocorrendo em todo o País, devendo ser enfrentado por todos nós”, destacou.

Uma nova reunião será realizada no próximo dia 24, que deverá contar também com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). “Após essa reunião, iremos intensificar as fiscalizações em todo o Estado e aplicar o que prevê a lei, a fim de garantir o direito do consumidor paraibano”, finalizou Késsia Liliana, lembrando que foi solicitado aos representantes das instituições um relatório sobre a quantidade de caixas eletrônicos na Paraíba e o número dos que contam com dispositivos para inutilizar as cédulas em caso de violação.

Secom-PB

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Governador propõe que instituições financeiras esvaziem caixas eletrônicos à noite

ricardoO governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) vai levar à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) um projeto de lei para exigir que as instituições financeiras esvaziem os caixas eletrônicos à noite e reabasteçam pela manhã. A medida, segundo o governador, vai acabar com as frequentes explosões a caixas eletrônicos registradas no Estado.

“O banco que não dê conta de promover a segurança daquilo que está exposto no caixa eletrônico deve, no mínimo, retirar esse dinheiro às 19h e devolver às 7h da manhã”, propõe Coutinho, que espera ter o apoio da ALPB na aprovação do projeto. “Eu vou tomar essa medida ao lado da Assembleia , e queria muito que ela olhasse para essa situação de uma forma unida, porque não dá pra fazer politicagem com algo tão sério”, disse o governador.

No primeiro semestre deste ano, foram registradas 36 explosões a caixas eletrônicos no Estado. Há duas semanas, bandidos fecharam um cruzamento no bairro do Bessa, em João Pessoa, e fizeram reféns durante uma ação que terminou com a explosão de um caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal (CEF).

blogdogordinho

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