Arquivo da tag: injeção

Honda lança CG 125i com injeção eletrônica – veja detalhes e preço

Na corrida para atender às novas normas anti-poluição da segunda fase do PROMOT 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), a Honda atualiza a CG 125 Fun adotando injeção eletrônica no lugar do velho carburador. Com vendas a partir de fevereiro, a nova CG de entrada custa R$ 6.790 (contra R$ 6.088 da antiga carburada) e será vendida nas cores preta e vermelha.

honda cg 125i 2016

Agora injetado, o motor monocilíndrico OHC (comando simples) de 124,7 cm³ arrefecido a ar entrega 11,8 cv a 8.500 rpm e 1,06 kgfm de torque a 5.000 rpm (ganho de 0,2 cv). Movida somente a gasolina, a nova CG 125i tem partida a pedal e câmbio de cinco marchas, com transmissão final por corrente.

linkpress_strip_43234_4_full

Visualmente, a 125 se aproxima às CGs mais caras com novo tanque de combustível, tampa esportiva, escape redimensionado e um novo conjunto de pedaleiras. A suspensão tem garfo dianteiro telescópico com curso de 115 mm, enquanto a traseira conta com amortecedores duplos e mola, com curso de 64 mm. Os freios são a tambor, com 130 mm na frente e 130 mm atrás. As rodas raiadas trazem aros de alumínio e pneus 80/100-18 (dianteiro) e 90/90-18 (traseiro). Leve, todo o conjunto pesa apenas 107 kg.

linkpress_strip_43234_5_full

A CG 125i Fan é fabricada em Manaus (AM) e oferece garantia de três anos sem limite de quilometragem, com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões.

 

 

carplace

Condenado agoniza antes de morrer após falha em injeção letal nos EUA

Clayton Lockett (esquerda) e Charles Warner, os dois condenados à morte em Oklahoma (Foto: Reuters/Oklahoma Department of Corrections/Handout)
Clayton Lockett (esquerda) e Charles Warner, os dois condenados à morte em Oklahoma (Foto: Reuters/Oklahoma Department of Corrections/Handout)

Um condenado à morte por injeção letal agonizou por mais de 30 minutos devido a complicações durante a execução da pena em Oklahoma, nos Estados Unidos, na noite de terça-feira (29). Segundo as autoridades penitenciárias, o corpo do homem teve rejeição à substância aplicada e ele morreu em decorrência de um ataque cardíaco. A falha fez as autoridades adiarem a execução de um segundo detento, prevista para ocorrer na sequência.

Segundo o jornal local “The Oklahoman”, antes de morrer, o preso Clayton Lockett, de 38 anos, condenado à morte pelo assassinato de uma jovem de 19 anos em 1999, se contorceu e teve convulsões quando recebeu a injeção, que continha uma combinação de substâncias que nunca havia sido utilizada em Oklahoma.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O diretor de prisões do estado, Robert Patton, ordenou a suspensão da execução de Lockett cerca de 3 minutos após a aplicação da injeção. Era a primeira vez que o medicamento “midazolam” era usado como parte de uma injeção em Oklahoma. A execução do condenado cumpria um inédito protocolo de injeção letal que continha três componentes: um sedativo, um anestésico e uma dose letal de cloreto de potássio.

Em março, os advogados de Lockett haviam conseguido o adiamento de sua execução por falta de anestésico para a aplicação da injeção intravenosa, mas o estado obteve a substância e decidiu mudar o procedimento de execução.

Diante do ocorrido, o diretor decidiu adiar por 14 dias a execução do condenado Charles Warner, prevista para ocorrer na mesma noite, segundo informou Jerry Massie, porta-voz das prisões de Oklahoma, à agência de notícias France Presse. Warner recebeu a pena capital em 1997 pelo estupro e assassinato da filha de 11 meses de sua companheira.

Essa seria a primeira execução dupla dos Estados Unidos no século XXI, já que a última vez em que a pena capital foi aplicada em dois condenados no mesmo dia foi em 9 de agosto de 2000, no Texas. Além disso, essa seria a primeira execução dupla em Oklahoma desde 1937.

Nos últimos meses, houve vários episódios de complicações na aplicação da pena de morte no país. A maioria dos 32 estados onde a pena capital está em vigor está tendo problemas para conseguir as substâncias com as quais são feitas as injeções letais convencionais. Com isso, alguns estados estão testando fórmulas alternativas, enquanto outros determinaram o uso obrigatório da cadeira elétrica se não houver medicamentos disponíveis.

Oklahoma mudou a lei que regulamenta a aplicação da pena de morte no final de março, e permitiu o uso de cinco diferentes combinações de substâncias para a injeção letal, após os problemas que ocorreram nas primeiras execuções do ano.

No início de abril, o estado informou aos advogados dos condenados que usaria uma injeção letal com o anestésico midazolam, o paralisante brometo de pancurônio e cloreto de potássio, que interrompe o ritmo cardíaco.

Lockett e Warner processaram o estado por não terem recebido informações sobre onde o estado havia adquirido os medicamentos, nem evidências de que esses remédios fossem seguros. A Suprema Corte de Oklahoma suspendeu na época as execuções de ambos os réus, mas acabou cancelando depois a decisão.

G1