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Pandemia pode alterar as regras e influenciar a campanha e o voto do eleitor

A pandemia impactou profundamente a sociedade em todo o mundo, da macroeconomia às relações pessoais. E não será diferente com o processo político. Em meio à crise sanitária, 47 países já tiveram de adiar suas eleições, enquanto treze optaram por mantê-las. O Brasil encontra-se agora próximo desse dilema, tendo em vista o pleito municipal previsto para outubro. Não há ainda uma definição sobre o assunto, mas já existe um consenso entre lideranças políticas e a Justiça Eleitoral sobre o que não deve ser feito: prorrogar os atuais mandatos, ou seja, fazer a votação em 2021 ou, como querem alguns, apenas em 2022, unificando-a com a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados. A decisão deve ocorrer até o fim de junho, por uma comissão formada pela Câmara e pelo Senado. Em caso de alteração do cronograma, é preciso ainda que o Congresso aprove uma proposta de emenda constitucional. “Se for necessário, nós nos comprometemos a votar a PEC em uma semana”, diz um dos integrantes da comissão, o senador Weverton Rocha (PDT-MA).

Se houver mudança de datas (algo que parece cada vez mais provável), a alternativa será adiar o pleito para novembro ou dezembro. Assim, os novos prefeitos e vereadores assumiriam em 1º de janeiro de 2021, como está previsto. Recém-empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luís Roberto Barroso tem ouvido epidemiologistas para tentar prever a situação da pandemia nas próximas semanas, pois tem urgência em definir alguns trâmites técnicos, como o envio de servidores aos estados para testar as urnas eletrônicas, um passo corriqueiro que será mais difícil na atual situação. Alternativas têm sido levadas ao TSE por especialistas, como a possibilidade de manter a eleição nas datas previstas, mas com as seções em horário estendido para reduzir aglomerações. “Temos condições de fazer em outubro usando criatividade e tecnologia”, afirma Marcelo Weick Pogliese, coordenador-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), que propôs essa e outras mudanças, como a suspensão da biometria para evitar o contato direto entre eleitores e mesários, destaca reportagem da Veja.

O coronavírus terá ainda um peso decisivo na escolha dos eleitores, e as atitudes dos políticos com relação ao problema já estão sob o julgamento da população, em muitos casos, com efeitos positivos para os atuais prefeitos. “Os governantes que vão disputar a reeleição se beneficiam da visibilidade obtida pelo combate à doença”, diz Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisas. Levantamento do instituto mostrou que 42,3% dos entrevistados avaliam como ótima ou boa a atuação dos prefeitos contra a Covid-19. Já 61,8% disseram que aqueles que estão se saindo bem são favoritos à reeleição (veja o quadro). Os atuais gestores vão tentar um novo mandato em catorze das 26 capitais, como Bruno Covas (PSDB), em São Paulo, Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio, Alexandre Kalil (PSD), em Belo Horizonte, e Nelson Marchezan (PSDB), em Porto Alegre. De certa forma, a disputa eleitoral já está em curso e a oposição, sem o mesmo espaço no noticiário, vai se movimentando. Em Belo Horizonte, Rodrigo Paiva, do Novo, o mesmo partido do governador Romeu Zema, foi indicado para enfrentar Kalil. Em Porto Alegre, Manuela d’Ávila (PCdoB) fechou uma aliança com o PT como vice para duelar com Marchezan. No Rio, Marcelo Freixo (PSOL) desistiu, mas Eduardo Paes (DEM) e Paulo Marinho (PSDB) já estão com o nome na disputa. Em São Paulo, além de Jilmar Tatto, do PT, o ex-governador Márcio França (PSB) lançou sua candidatura com o apoio do PDT de Ciro Gomes, assim como o PCdoB, com Orlando Silva, e o Republicanos, com Celso Russomanno. Outros partidos, como o PSOL, deverão ter postulantes ao cargo na cidade. Além de enfrentarem prefeitos com grande exposição, eles terão uma dificuldade extra: a pandemia, que deve de alguma forma resistir por alguns meses, vai limitar as campanhas de rua e o corpo a corpo com os eleitores. Será mesmo a eleição mais singular da história recente.

Veja

 

 

Estresse pode influenciar a fertilidade e diminuir as chances de gravidez

estresseHá um certo senso comum sobre a ideia de que o estresse pode interferir no bom funcionamento do organismo. Mas um estudo recente da Escola de Saúde Pública da Universidade de Louisville, nos Estados Unidos, deu novos argumentos para reforçar essa tese.

Depois de monitorarem os níveis de estresse diários de 400 mulheres em idade fértil, os pesquisadores detectaram 40% menos de chance de engravidar naquelas que relataram sentirem níveis mais elevados de estresse.

“Os resultados mostraram que o estresse impacta a fase ovulatória do ciclo feminino e servem como alerta de que a saúde psicológica e o bem-estar são tão importantes para a concepção quanto outros fatores de risco, como o fumo, o álcool ou a obesidade”, disse a epidemiologista Kira Taylor, responsável pela pesquisa.

Ansiedade por engravidar

No Brasil, a influência das emoções sobre a fertilidade também vem sendo discutida. “A complexidade do tema se deve principalmente à dificuldade de mensurar o estresse, que é sentido por cada indivíduo de modo muito particular”, afirma o especialista em reprodução humana, Arnaldo Cambiaghi.

Ainda que não haja números que comprovem, a experiência prática do consultório é farta em exemplos de que há alguma interferência das emoções sobre a fertilidade. “São comuns casos de casais saudáveis que tentam engravidar sem sucesso, mas que conquistam seu objetivo quando decidem sair de férias ou param de pensar nisso. Isso mostra como a ansiedade pode atrapalhar o processo”, relata Cambiaghi.

O especialista em reprodução humana assistida Paulo Gallo de Sá concorda. Tanto que recomenda a suas pacientes não se preocuparem com a data da ovulação. “Não precisa ficar olhando o calendário. Basta ter relações sexuais três vezes por semana”, diz o ginecologista.

Por que isso acontece?

A relação entre o estresse e a fertilidade se explica porque o organismo é uma engrenagem que, para funcionar plenamente, precisa estar bem afinada. Biologicamente, a ansiedade e o estresse modificam o funcionamento da glândula hipófise, que fica no hipotálamo e produz hormônios importantes para a ovulação, como a gonadotrofina e a prolactina.

“Para a mulher ovular, o hipotálamo precisa liberar GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) em pulsos de determinado ritmo e amplitude. Se há irregularidade nestes pulsos, a ovulação pode não acontecer”, explica a ginecologista Carla Iaconelli, especialista em medicina reprodutiva.

Ela lembra que o estresse pode estar relacionado, ainda, a outros fatores, como ganho ou perda excessiva de peso, insônia e tabagismo, que são capazes de alterar os ciclos menstruais, reduzir a qualidade dos óvulos e embriões, aumentar as taxas de aborto e até desencadear ou piorar doenças relacionadas à infertilidade, como a endometriose.

Estresse sob controle

“Como o grau de resposta ao estresse é definido pela história de vida de cada um e está associado a fatores genéticos, o mais importante é encontrar uma maneira de reconhecer e administrar o estresse”, recomenda Carla Iaconelli.

Para isso, vale recorrer à meditação, ioga, acupuntura, atividade física, terapia, dedicar-se a hobbies, jogos, leitura, enfim, qualquer atividade que traga prazer e relaxamento, sugere a médica.

Ela ressalta que ao tratar a infertilidade, é preciso observar o casal e não apenas a mulher. “Diagnóstico e tratamento devem ser realizados para os dois, uma vez que o estresse também pode prejudicar a produção de espermatozoides e a vida sexual do casal”, diz.

Também é fundamental evitar atribuir ao estresse a causa de qualquer problema de fertilidade. De acordo com o ginecologista Paulo Gallo de Sá, casais sexualmente ativos que estão tentando engravidar há mais de um ano, sem sucesso, devem procurar um especialista para verificar se há fatores que possam afetar a fertilidade.

“Afirmar que a dificuldade de engravidar é decorrência da vida estressante sem uma investigação profunda é um erro, que pode fazer muitos casais perderem tempo e se frustrarem”, finaliza o médico.

Uol

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Tião Gomes reclama de secretário de RC: ‘não vai influenciar pensamento na minha região’

tiao-gomesO deputado Tião Gomes (PSL), comentou nesta segunda-feira (19), que dificilmente fará composição com o PSB em Guarabira e reclamou do posicionamento do secretário Célio Alves (Executivo de Comunicação Institucional) em Sertãozinho: “Se ele está querendo influenciar ou mudar pensamentos na minha região, não vai”.

“Perto da gente, do PSL ninguém mexe. Isso de secretário do governo estar querendo influenciar ou mudar pensamentos em Sertãozinho na minha região não vai. Do jeito que Célio Alves tem lá o seu espaço junto ao governo, Tião Gomes também tem, o PSL também tem e tenho sido favorecido por essa parte de Ricardo, ele sabe o meu trabalho, meu comprometimento”, disse.

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Gomes destacou que Célio “fica no lugar dele e eu no meu, onde puder se juntar, se junta”. “Em Guarabira dificilmente nos juntaremos com o PSB, temos uma tendência natural de ficar do lado de Roberto Paulino (PMDB), com uma ressalva: João Rafael. Se ele entrar no meio dessa questão vamos voltar todo mundo e sentar de forma democrática porque esse é o meu posicionamento”, comentou.

paraiba.com.br

O comportamento de uma pessoa pode influenciar diretamente na balança

Apesar dos esforços em tentar manter uma refeição balanceada, existem pessoas que não conseguem completar uma dieta e, muitas vezes, acabam até ganhando mais gordura corporal do que quando começaram. Porém, pesquisadores norte-americanos descobriram que existe muito mais do que simplesmente força de vontade para seguir uma dieta.

Os disciplinados gostam de consumir alimentos saudáveis e fazem as refeições na hora certa. Foto: Vasile Bulgac/ stock.xchngOs disciplinados gostam de consumir alimentos saudáveis e fazem as refeições na hora certa. Foto: Vasile Bulgac/ stock.xchng
 

A pesquisadora Angelina R. Sutin analisou os dados de 1988 pessoas em um período de 50 anos e descobriu que personalidade e humor influenciam muito na escolha dos alimentos que serão consumidos. O artigo, intitulado “Personality and Obesity Across the Adult Life Span” (Personalidade e Obesidade na vida adulta) foi publicada no jornal American Psychological Association.

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Confira quais são os tipos de personalidade e no que elas influenciam no seu peso:

Impulsivos – Esses são os mais descontrolados na alimentação. O estudo mostrou que pessoas impulsivas pesavam, em média, 11 quilos a mais do que os disciplinados. Isso acontecer porque elas raramente pensam nas consequências que uma alimentação não saudável trará para a sua saúde. Além disso, é preciso muito esforço para conseguir seguir uma dieta de emagrecimento à risca.

Combativos – Pessoas que estão sempre irritadas e que raramente dão o braço a torcer também vivem em guerra com a balança. Isso ocorre porque o estresse libera uma grande quantidade do hormônio cortisol no organismo, que está diretamente ligado ao acúmulo de gordura. Além disso, pessoas com essa personalidade acabam consumindo alimentos ricos em açúcar e gordura, que liberam endorfina.

Depressivos – Um dos sintomas da doença psicológica é alterações no apetite, que pode levar a pessoa a comer mais ou menos, dependendo do período. Essa característica também faz com que depressivos passem pelo “efeito sanfona”, quando o indivíduo emagrece e engorda repetidas vezes.

Pessoas impulsivas raramente conseguem seguir uma dieta restrita. Foto: Ecilaecila/ stock.xchngPessoas impulsivas raramente conseguem seguir uma dieta restrita. Foto: Ecilaecila/ stock.xchng

Inseguros – Pessoas inseguras têm carência e baixa tolerância à frustrações, o que pode levar ao exagero alimentar.

Disciplinados – Pessoas disciplinadas tendem a comprar alimentos saudáveis e pouco calóricos, além de planejar as refeições e comer na hora certa. São as que melhor mantêm o peso ao longo dos anos. Segundo o estudo, essas pessoas tinham, em média, 4,5 quilos a menos do que os demais.

 

webrun