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PE alerta para risco de surto de infestação por Aedes aegypti

dengueDos 184 municípios pernambucanos, 60 estão em risco de surto de infestação por mosquitos que transmitem zika, chikungunya e dengue. Os dados do primeiro ciclo do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) de 2017 foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Eles correspondem ao período entre os dias 1º e 21 de janeiro. O boletim ainda aponta 60 cidades em situação de alerta e 45 consideradas satisfatórias.

Dezenove municípios ainda não informaram o resultado do primeiro LIRAa do ano. São eles: Angelim, Belém de Maria, Buenos Aires, Buíque, Cabrobó, Cumaru, Dormentes, Feira Nova, Ferreiros, Glória de Goitá, Ilha de Itamaracá, Itaíba, Itaquitinga, Jatobá, Lagoa dos Gatos, Machados, Primavera, São Lourenço da Mata e Tacaratu.

Vale ressaltar que Fernando de Noronha não entra no balanço. Isso porque a ilha não tem indicação técnica para realização do levantamento, segundo a SES.

O Recife conseguiu manter o índice de infestação de 1.2, considerado estável. De acordo com a Secretaria de Saúde da capital, apenas o bairro da Várzea, Zona Oeste, apresentou “risco muito alto” de infestação pelo Aedes com 6.6 de índice.

Porém, bairros como Torre, Ipsep, Brejo do Beberibe, Córrego do Jenipapo, Macaxeira, Passarinho, Arruda e Campo Grande não registraram o índice.

Por G1

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Aedes: municípios devem realizar Levantamento de Infestação

dengueA Secretaria de Estado da Sasúde (Ses), iniciou o envio de comunicado às Gerências Regionais de Saúde (GRS), informando que mobilizem os 223 municípios paraibanos para o Levantamento de Infestação Predial (LIRAa), metodologia que ajuda a mapear os locais com altos índices de infestação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, alerta sobre os possíveis pontos de epidemia das doenças transmitidas por ele. Os resultados desse levantamento (LIRAa e LIA), deverão ser encaminhados à Gerência Operacional de Vigilância Ambiental (Gova) até 4 de novembro.

Segundo o chefe do Núcleo de Fatores Biológicos da Secretaria, Antonio Neto, o LIRAa é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, chikungunya e zika. “O levantamento identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor das doenças e os tipos de recipientes com água parada, que servem de criadouros mais comuns. A pesquisa proporciona informação qualificada para atuação das prefeituras nas ações de prevenção e controle, permitindo a mobilização de outros setores, além das secretarias de Saúde, serviços de limpeza urbana e abastecimento de água”, explicou.

A partir do levantamento, é feita a classificação de risco proposta pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Controle da Dengue. Abaixo de 1% da quantidade de imóveis com larvas, o índice é considerado satisfatório; entre 1 e 3,9%, em alerta. Acima de 3,9%, em risco.

“A dengue, chikungunya e zika são consideradas um grande problema de saúde pública no Brasil e na Paraíba. Devido às limitações do ambiente e de recursos, é necessário focar nos meios de combate e prevenção, para diminuir os custos e otimizar o tempo e os esforços das pessoas envolvidas”, disse Neto.

O Ministério da Saúde já conta com alguns sistemas que auxiliam atualmente nesta tarefa, tais como o SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), SISPNCD (Sistema de Informação do Programa Nacional de Controle da Dengue) e o LIRAa(Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti).

O LIRAa consiste na divisão do município em áreas, com um determinado número de imóveis cada. Em cada área especificada são sorteados os imóveis para serem avaliados pelos agentes de Endemias. Essas avaliações buscam principalmente a presença de larvas e pupas do mosquito da dengue. As amostras coletadas durante as vistorias são enviadas para análise em laboratório.

“É importante lembrar que o sistema LIRAa (Versão 1.2), está programado para receber as informações de monitoramento tanto do Aedes aegypti, como do Aedes albopictus. Ambos os mosquitos, podem potencialmente, transmitir o vírus da dengue e Chinkungunya a partir da introdução de pessoas em viremia, o que torna importante a vigilância dessas duas populações de Aedes”, falou.

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Selfies aumentam infestação de piolhos em escolas, diz estudo holandês

piolhoA febre das selfies poderia estar por trás do aumento no número de piolhos entre os alunos do ensino médio da Holanda, revelou um estudo do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente (RIVM) publicado nesta segunda-feira (29).

“Acredito que a razão é o comportamento dos estudantes do ensino médio. Há muitos abraços e, quando fazem selfies, o cabelo de um entra em contato com o dos demais e permite a transferência dos insetos”, explicou a especialista Desiree Beaujean à TV holandesa “RTL”.

Segundo o relatório, 28% de alunos do primário e 19% dos que estão no ensino médio na Holanda têm piolhos.
Devido ao aumento dessa praga na cabeça das crianças e adolescentes, o RIVM sugere modificar as campanhas de prevenção e conscientização.

“Os pais precisam saber que existem piolhos nas escolas do ensino médio”, destacou Desiree.

O estudo, realizado com 2 mil voluntários, descobriu ainda que 3/4 das infecções acontecem nos cabelos das meninas, geralmente mais longos do que os dos meninos. Além disso, o RIVM detectou que um de cada dez adultos também tem piolho.

G1

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Falta de água pode aumentar índices de infestação da dengue na Paraíba

dengueA falta de água pode estar contribuindo para os altos índices de infestação do mosquito Aedes aegypti em cidades paraibanas. Segundo a vigilância ambiental, os focos dos mosquitos têm crescido em algumas cidades da Paraíba e o motivo, na maioria das vezes, é o mal armazenamento da água.

No último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), divulgado pelo Ministério da Saúde no mês de março, 53 cidades da Paraíba apresentavam risco de surto da dengue, com índice de infestação de mais de 4%. Diante da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, o índice de 1% é considerado satisfatório e 1% e 3,9%, a situação é de alerta.

A cidade de Puxinanã, no Agreste do estado, tem cerca de 13 mil habitantes e apresenta um dos maiores índices de infestação entre as cidades com risco de surto de dengue na Paraíba, com 10,3%. O supervisor da vigilância ambiental do município, Carlos Alberto, acredita que a seca faz com que as pessoas armazenem mais água dentro de casa e que isso tem aumentado os focos do mosquito na cidade.

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“Eu atribuo este índice ao colapso no abastecimento de água na cidade. Com isso, aumenta a quantidade de reservatórios nos domicílios e consequentemente aumentam os focos. Estes depósitos são reabastecidos duas vezes por semana com o carro pipa e a gente aplica o larvicida para a duração de dois meses. Quando a pessoa reabastece o depósito pela segunda vez na mesma semana, o larvicida já não faz mais efeito. Por isso que todas as vezes que a gente passa nestes domicílios, a cada dois meses, aumenta o índice de infestação predial”, explica Carlos Alberto.

A situação também é verificada em municípios do Sertão paraibano. Na cidade de Desterro, cujo último índice de infestação registrado foi de 17,5%, os agentes da vigilância ambiental encontram outro problema, além do mal armazenamento da água. “São tanques de difícil acesso e casas que estão fechadas. Às vezes o dono mora na zona rural ou está viajando e acaba que no dia da visita a gente não tem acesso”, explica a agente Maria Célia.

De acordo com o secretário municipal de saúde, Rubens Marques, o armazenamento de água de forma inadequada também é uma das razões para o aumento nos focos. “O cuidado para evitar a dengue não é só um trabalho nosso enquanto secretaria. Os moradores têm que ter cuidado em casa, olhar recipientes e vasos com plantas, cubrir os tambores, potes e caixas de água. Este tem que ser um trabalho coletivo”, diz.

O agente Fernando Firmino visitou uma das residências na cidade de Puxinanã e mostrou como cuidar para evitar que o mosquito entre nos reservatórios. “Colocar uma bacia para tampar um tonel não faz uma vedação perfeita. A bacia é provisória e o mosquito, por ser um inseto pequeno, vai entrar de todo jeito. O ideal é usar uma tampa que feche completamente ou colocar um pano ou plástico com uma liga prendendo em volta do tonel para ele ficar 100% fechado”, recomendou.

Veja a lista das cidades em situação de risco de epidemia da dengue na Paraíba:
Água Branca (11%), Alagoa Grande (6,5%), Alagoa Nova (7,5%), Amparo (4,3%), Aparecida(4%), Araruna (5,4%), Areia de Baraúnas (4,6%), Barra de Santana (4,1%), Bom Jesus(11,1%), Bom Sucesso (11,5%), Brejo dos Santos (8,3%), Cacimba de Dentro (4%), Caiçara(4,3%), Cajazeiras (9,4%), Campina Grande (4,4%), Caraúbas (7,2%), Carrapateira (5,3%),Catolé do Rocha (19,2%), Desterro (17,5%), Emas (4,6%), Fagundes (6%), Frei Martinho (5%),Imaculada (8,1%), Itabaiana (6,5%), Itatuba (5,2%), Jericó (4,7%), Juazeirinho (7,2%),Juripiranga (5,6%), Lagoa Seca (7,1%), Malta (11,4%), Maturéia (4,6%), Monteiro (6,1%),Mulungu (4,4%), Ouro Velho (8,2%), Patos (5%), Pedra Lavrada (5,3%), Picuí (7,2%), Puxinanã (10,3%), Queimadas (4,1%), Riachão do Poço (4,1%), Riacho dos Cavalos (6%), Salgadinho(4%), Santa Terezinha (5,6%), São Bento (7,9%), São José de Caiana (4,5%), São José dos Ramos (4,1%), São Sebastião do Umbuzeiro (6,7%), Sapé (4,4%), Seridó (7,4%), Serra Grande (4,5%), Solânea (7,6%), Sousa (4,3%), Teixeira (6,9%).

Infográfico Dengue (Foto: Arte/G1)

 

 

Do G1 PB