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Jovem bananeirense Ícaro Cássio representa a Paraíba na Caravana da Infância em Brasília

O jovem bananeirense Ícaro Cássio esteve em mais um evento destinado a juventude fora do Estado. Desta vez Ícaro esteve representando a Paraíba na Caravana da Infância em Brasília. O objetivo do evento é fortalecer as iniciativas parlamentares que visam à garantia e à defesa dos direitos da criança e do adolescente, bem como evitar iniciativas legislativas tendentes a reduzir ou retirar esses direitos.

Para Ícaro, essa foi mais uma oportunidade para adquirir novos aprendizados como também levar o coro juvenil para o Congresso na garantia dos seus direitos. “É sempre uma oportunidade única para novos aprendizados, mas o mais importante foi levar a voz da juventude ao Congresso Nacional, mostrando que a juventude do nosso país está disposta a lutar cada vez mais pelos nossos direitos”, comentou Ícaro.

Ícaro aproveitou a ida a Brasília para visitar também representantes políticos no Congresso, como os deputados federais: João Campos (PSB), Maria do Rosário (PT), Sargento Gurgel (PSL), André Figueiredo (PDT), Luiza Erundina (PSOL), Benedita da Silva, Tereza Telma (PSDB), Domingos Neto (PSD) e Túlio Gadelha (PDT), além dos senadores Rodrigo Cunha (AL), Veneziano Vital (PB), Jorginho Melo (SC), Alessandro Molon e os candidatos a presidente nas últimas eleições, Ciro Gomes e Marina Silva. “É claro que aproveitei a oportunidade também para fazer várias visitas para falar bem da nossa Bananeiras e do nosso Estado. Todos nos receberam muito bem e aqueles que ainda não conhecem Bananeiras ficaram curiosos para conhecer nossa cidade,” complementou Ícaro.

Redação FN

 

 

Primeira infância: Paraíba tem baixo número de crianças em creches

A primeira infância é fase mais importante para a formação do ser humano. Nesta etapa, através da Educação Infantil, a criança é formalmente apresentada às letras e aos números. É quando ela começa a se preparar para o processo de alfabetização. Mas, apesar da relevância desse momento na vida das crianças, o acesso a educação não assegurado. A Paraíba está entre as 22 unidades da federação que não vão conseguir colocar ao menos metade das crianças de até três anos em creches até 2024.

No Dia Mundial da Alfabetização, comemorado neste domingo (8), o presidente da Comissão de Educação na Câmara Federal, deputado Pedro Cunha Lima (PSDB), defende que o investimento deve ser prioritário na primeira infância e que o acesso a educação é fundamental para corrigir distorções existentes e preparar as crianças para o processo de alfabetização.

Pesquisa do Instituto Ayrton Senna aponta que apenas cinco estados (São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Tocantins) vão cumprir metas do PNE (Plano Nacional de Educação), aprovado pelo Congresso Nacional em 2014, de garantir vagas em creche para pelo menos 50% das crianças. O documento estipula objetivos para a educação a serem alcançados pelo país em dez anos.

O Anuário Brasileiro da Educação Básica aponta que apenas 32,3% das crianças de zero a três anos frequentam escolas na Paraíba. Com o aumento da faixa etária (4 a 5anos) esse percentual sobre para 97%. Do total de matrículas (8.745.184) realizadas na Educação Infantil em todo o Brasil, 6.321.951 foram na Rede Privada e apenas 2.423.233 na Pública.

Dados – Na Paraíba, estima-se que aproximadamente 518 mil paraibanos acima dos 15 anos são analfabetos. O número corresponde a 16,5% da população na faixa etária de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada em maio. Ainda segundo o Pnad, o número de analfabetos aumentou em 13 mil em relação à pesquisa feita em 2016, com a porcentagem passando de 16,3% para 16,5%. Desses números, aproximadamente 75% (388 mil analfabetos) são negros. Em todo o Brasil, 11,5 milhões de pessoas são analfabetas, o que corresponde a 7,2% da população.

MaisPB

 

 

Caso Geo: Vara da Infância e Juventude marca para os dias 22 e 26 de abril audiências dos adolescentes

A linha de defesa do advogado criminalista Aécio Farias, que está à frente do caso que envolve adolescentes de classe alta de João Pessoa, cujas acusações recaem como suposto estupro praticado contra duas crianças, busca minimizar a seriedade dos fatos.  Já a Vara da Infância e Juventude marcou para os dias 22 e 26 de abril as audiências de julgamento dos quatro adolescente acusados de abuso sexual contra crianças, dentro do colégio GEO, em João Pessoa. Agora que o processo está com os acusados apreendidos, a Justiça passa a ter um prazo de 45 dias para concluir o processo e sentenciar os envolvidos.

Buscando uma celeridade no caso o Ministério Público pediu a condenação dos acusados, com aplicação da pena máxima que é o cumprimento de medida socioeducativa, por três anos. Já a defesa dos adolescentes diz que eles negam e que não há provas da autoria do crime. O ex-zelador do colégio, único adulto acusado de participar dos abusos, continua respondendo ao processo em liberdade.

Dois dos quatro adolescentes acusados de abuso sexual estão sendo assessorados juridicamente pelo advogado Aecio Farias, que disse a imprensa ontem ter certeza da inexistência de provas contra os clientes. “Os exames sexológicos foram feitos dias depois dos fatos e não depois de muito tempo, conforme foi falado na imprensa. Quando a mãe de uma das vítimas tomou conhecimento e levou o caso à polícia, os fatos estavam acontecendo. O resultado desses laudos deu negativo”, afirmou.  Na primeira audiência, marcada para o dia 22 serão ouvidas as testemunhas. No dia 26, serão ouvidas as vítimas e já deveremos conhecer a sentença”, explicou.

 

 

pbagora

 

 

Saiba como proteger os dentes dos seus filhos desde a primeira infância

dentes-bebeMais da metade (53%) dos brasileiros de até 5 anos já tiveram cárie, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, de 2010. Preservar a integridade dos dentes de leite tem enorme impacto na saúde. Esses dentinhos temporários estão associados ao desenvolvimento da mastigação, fala, deglutição, respiração e estética. “Sua perda precoce pode causar má oclusão, pois eles são responsáveis por ‘guardar o espaço’ para os sucessores permanentes”, diz Cássia Cilene Dezan Garbelini, professora da Bebê Clínica da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Pais e responsáveis devem cuidar da limpeza dos dentes dos pequenos de até 3 anos, aproximadamente. “Depois disso, é preciso supervisionar a criança até ela realmente dar conta de fazer a escovação sozinha, por volta dos 7 anos”, afirma Helenice Biancalana, odontopediatra da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD).

Com paciência e jogo de cintura, é possível transformar a limpeza em um momento divertido do dia. Cantar músicas e usar escovas de dente coloridas ajuda a entreter e motivar os pimpolhos. E não basta falar: é preciso dar o exemplo. “Diversos estudos têm mostrado a associação entre os hábitos de higiene bucal de pais e filhos”, aponta Jenny Abanto, professora de odontopediatria da Fundação Faculdade de Odontologia (Fundecto).

Uol

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Situações traumáticas na infância aceleram o envelhecimento

traumaUm estudo realizado mostrou que as dificuldades e o estresse vivido na infância podem acelerar o envelhecimento na idade adulta. A descoberta aconteceu após estudiosos medirem o comprimento dos telômeros, estruturas do DNA protetoras dos cromossomos, cujo encurtamento ao envelhecer está vinculado à maturidade celular e às doenças.

De acordo com os pesquisadores, foi medido o comprimento dos telômeros das glândulas salivares de 4.598 homens e mulheres de mais de 50 anos nos Estados Unidos, que responderam entre 1992 e 2008 a perguntas sobre as experiências traumáticas vividas ao longo de suas vidas.

Para o período prévio aos 18 anos, como situações estressantes foram consideradas as dificuldades financeiras no lar, o fato de a família ter sido despejada, o pai perder seu emprego ou um dos progenitores ser alcoólico ou dependente químico.

O resultado foi que a redução dos telômeros depois dos 50 anos aumentava 11% por cada experiência traumática vivida na infância.

Segundo os investigadores, este estudo reafirma os resultados de análises anteriores que sugeriam que uma infância difícil poderia ter um impacto no envelhecimento celular na idade adulta.

Fonte: PavBlog

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Rejeição dos pais na infância afeta na personalidade do adulto

paifilhoUm estudo recente mostrou que ser amado ou rejeitado pelo pais afeta na personalidade e no desenvolvimento das crianças até a fase adulta. O resultado da pesquisa mostrou que figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

A experiência da rejeição é capaz de transformar personalidade de uma pessoa. Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego a personalidade de uma pessoa.

De acordo com outros estudos, o sentimento de rejeição é equivalente a uma pessoa que levou um soco no estomago. Mas, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

Um outro estudo mostrou que a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Fonte: Você sabia

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Prefeitura de Solânea realiza 1ª Semana do Bebê com o tema ‘Todos juntos pela infância’

A Prefeitura de Solânea realiza, do dia 10 ao dia 13, a 1ª Semana do Bebê, que terá como tema ‘Todos juntos pela infância’.

O objetivo é discutir os cuidados com as crianças desde o pré-natal, momento que antecede o nascimento.

O evento vai contar com palestras, oficinas, exposições, atividades culturais e recreação.

Confira a programação completa:

programação

Focando a Notícia

Educação de gênero pode evitar casamento na infância e adolescência, diz estudo

generoEstimular o envolvimento paterno na vida das filhas de forma ativa é uma das principais maneiras de evitar o casamento na infância e adolescência. A estratégia faz parte das recomendações do relatório Ela vai no meu barco – Casamento na infância e adolescência no Brasil, que será lançado hoje (9) pelo Instituto Promundo. Segundo pesquisa apresentada no relatório, a idade média de casamento e de nascimento do primeiro filho de meninas entrevistadas é 15 anos. Os homens são, em média, nove anos mais velhos. O trabalho do Promundo tem o objetivo de promover o direito de as meninas decidirem, livre e plenamente, quando e com quem se casar.

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Segundo a coordenadora da pesquisa, Alice Taylor, as meninas com a presença do pai na educação têm maior autoestima e escolhem parceiros com comportamentos e atitudes mais igualitárias em termos de gênero. Elas também vivenciam menos violência sexual ou a atividade sexual precoce e indesejada.

 

“É uma recomendação muito importante trabalhar as normas de gêneros sobre a prática [relacionada ao casamento]. Trabalhar com homens, meninos, meninas, lideranças religiosas e comunitárias, redes de proteção sobre os direitos e escolhas possíveis para meninos e meninas, as suas possibilidades dentro de relacionamentos, seus direitos sexuais”, disse Alice.
De acordo com dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pouco mais de 88 mil meninas e meninos, entre 10 e 14 anos, estão em uniões consensuais, civis e/ou religiosas, no Brasil. Na faixa etária de 15 a 17, o número chega a 567 mil, e com 18 ou 19 anos, mais de 1 milhão de pessoas já estão em uma união formal ou informal.

 

Alice disse ainda que essa é uma reflexão que deve envolver toda a comunidade, de desconstrução desse modelo de comportamento em que os homens acabam se casando com meninas mais novas, porque as acham “mais atraentes e fáceis de controlar”. Acrescentou que as meninas, desejando sair da casa dos pais, se casam para ter sua liberdade, mas acabam desapontadas e vivendo experiências de controle ainda maior por parte do marido. “Uma coisa é o casamento em si, outra é a dinâmica que existe diante da diferença de poder, do homem com mais experiência”. Para a pesquisadora, isso tem impacto sobre as meninas, que tendem a deixar a escola ou engravidar mais cedo.

 

O relatório apresenta os resultados de uma pesquisa, feita de 2013 a 2015, sobre atitudes e práticas envolvendo casamento na infância e adolescência nas regiões metropolitanas de Belém, no Pará, e de São Luís, no Maranhão. Segundo dados do IBGE, os dois estados têm alto número de casamentos infantis (de meninos e meninas com idade entre 10 e 18 anos).

 

A pesquisa foi feita em parceria com a Universidade Federal do Pará, a Plan International Brasil, no Maranhão, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com o apoio da Fundação Ford.

 

Embora os dois gêneros vivenciem casamentos infantis, as meninas são mais afetadas pela prática. De acordo com o relatório, entre os meninos, 18 anos é o padrão de idade ao se casar, enquanto o das meninas é 15 anos. Existem diferentes fatores que levam aos casamentos infantis, mas a principal questão, na América Latina, segundo o relatório, é que eles são considerados consensuais, não são arranjos como em outros países. “Existem formas de pressão sim, e o importante é identificar em qual contexto as meninas fazem essa escolha”, afirmou Alice Taylor.

 

As questões socioeconômicas, as opções de trabalho, a escolarização, o controle da sexualidade, a gravidez indesejada são fatores que, para a coordenadora do trabalho, podem levar ao casamento infantil. O relatório também mostra que os meninos adolescentes, da mesma idade que as meninas casadas, são desprezados como parceiros por causa da percepção de que não são responsáveis nem provedores.

 

Alice Taylor informou que o Promundo trabalha em diversos países pela igualdade de gênero, a prevenção da violência contra as mulheres e, há cerca de dois anos, com direitos das crianças e adolescentes. Ela lembrou que, no Brasil, há trabalhos importantes e avanços sobre temas como gravidez na adolescência, evasão escolar, exploração sexual e infantil, mas ainda não havia sido explorada a questão do casamento e como esses relacionamentos de crianças e adolescentes estão ligados a outras questões. “É importante que o tema tenha visibilidade e seja discutido em vários ambientes da sociedade civil. A primeira etapa é dialogar, é um tema que existe e é preciso pensar como deve ser articulado dentro de políticas públicas, quais os tipos de sistema e direitos que poderiam ser melhorados”.

 

Além da abordagem a homens e meninos, como pais e futuros maridos, Alice acrescentou que é preciso melhorar a legislação, para não ter tantas ambiguidades. “A legislação não abrange tudo, poque nem todos os casamentos são civis ou religiosos. Mas os casamentos informais têm os mesmos tipos de consequências que os formais”.

 

Conforme estimativa apresentada no relatório, o Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em números absolutos de mulheres casadas até os 15 anos. São 877 mil mulheres, com idade entre 20 e 24 anos, que se casaram até os 15 anos (11%). Entre mulheres com idade de 20 a 24 anos, estima-se que 36% (aproximadamente 3 milhões)  se casaram aos 18 anos. Em outros países da América Latina e do Caribe, os níveis de ocorrência são maiores apenas na República Dominicana e Nicarágua.

Agência Brasil

Excesso de atividades faz crianças perderem noção do que é a infância

criancasNossas crianças tem cada vez mais contato com assuntos e estímulos que não são adequados à sua idade. Isso faz com que se comportem ou se expressem como “miniadultos”, e não vivam como deveriam. Dessa maneira, a infância não é aproveitada e desfrutada com toda sua riqueza e importância.

Hoje em dia, as crianças estão envolvidas em tantas atividades que perdem a noção do que é ser criança. Escola meio período ou período integral, inglês, balé, natação, espanhol, caratê etc.

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E o tempo para as brincadeiras, para o lazer e para as novas descobertas? As crianças precisam aproveitar o tempo, se preparar para o futuro, crescer rápido, desenvolver-se intelectualmente, profissionalizar-se cedo, aprimorar e ampliar seus conhecimentos… nossa! Cansei só de pensar em tudo o que é exigido das crianças nos dias de hoje.

E o seu lado emocional? O amadurecimento emocional não acompanha o intelectual, claro. Esse descompasso as torna irritadiças, estressadas, perdidas, frustradas e deprimidas. Vocês perceberam quantas crianças com depressão existem hoje? É inaceitável.

Será que tudo isso não terá consequências na juventude e na idade adulta? Claro que sim. Provavelmente teremos adultos não sociáveis, desnorteados, desajustados, insatisfeitos, egoístas, agressivos.

Por quê? Porque o ser humano deve viver cada fase intensamente, desenvolver cada habilidade a seu devido tempo, construir suas ideias e opiniões aos poucos, baseado em sua experiência. Cada pessoa deve formar seu caráter a partir de um relacionamento sadio com sua família para aprender a conviver em sociedade. Pular etapas não é bom.

E isso traz como consequência outras situações: crianças que se vestem como adultos, falam como adultos, agem como adultos; meninas maquiadas como mulheres, penteadas como mulheres, agindo como mulheres.

Todas as experiências e vivências da juventude estão sendo antecipadas. Até o corpo está reagindo a essa antecipação tentando acompanhar as demandas externas. Mas o desenvolvimento emocional não acompanha. Estão exigindo coisas contrárias ao desenvolvimento normal. É o caos!

Sem contar a falta de responsabilidade e de maturidade para assumir compromissos que não estão de acordo com sua idade. Quando começou tudo isso? Na infância. Então, o que os pais podem fazer? Listo abaixo algumas sugestões:

Organize a rotina de seu filho e supervisione as informações que recebe.

Esteja presente na vida dele, participe mais de sua infância;

Não exija demais dele, não imponha compromissos excessivos;

Não compare seu filho com outras crianças, respeite sua individualidade;

Estimule seu filho a brincar bastante e participe das brincadeiras;

Estimule seu filho a cooperar com a família sem sobrecarregá-lo;

Vista-o com trajes adequados à sua idade e não como um miniadulto;

Elogie seu filho em cada conquista e acerto;

Veja seu filho como uma criança e respeite-o como tal.

Criança precisa brincar e você, como pai, tem que compreender, aceitar, estimular e participar.

180 Graus

Cinco conselhos para evitar transtornos alimentares desde a infância

Quando a relação com o peso e a comida sai do controle, pode sinalizar um transtorno alimentar (Foto: Thinkstock)
Quando a relação com o peso e a comida sai do controle, pode sinalizar um transtorno alimentar (Foto: Thinkstock)

A maioria das pessoas se sente incomodada com seu peso em algum momento da vida, mas se a relação com a comida e com a aparência sair do controle, pode sinalizar um problema maior: um transtorno alimentar.

Você começa a ficar obcecado com cada caloria, cada exercício praticado, e um quilo a mais pode arruinar seu dia. Se essas preocupações se tornam um problema central na sua vida, sua saúde e sua felicidade, é porque elas viraram algo mais sério.

Transtornos alimentares podem se tornar doenças psiquiátricas graves, que colocam em risco a vida da pessoa afetada.

Segundo o Manual de Psiquiatria de diagnóstico de distúrbios mentais, publicado pela Associação Americana de Psiquiatria, uma em cada cinco mulheres sofre de algum transtorno alimentar classificado como doença mental ou de algum tipo de hábito alimentar desordenado.

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São patologias cada vez mais frequentes, sobretudo entre jovens de 12 a 24 anos e do sexo feminino. Os mais comuns são a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e a compulsão ao comer.

E, se a detecção precoce é importante, mais ainda é a prevenção, desde a infância. Eis alguns conselhos para isso:

1. É preciso ensinar desde cedo a importância de hábitos saudáveis às crianças, dizem especialistas do Hospital Infantil de Sant Joan de Déu, de Barcelona. Isso inclui horários regulares para comer, fazer refeições moderadas quatro ou cinco vezes ao dia, evitar pular as refeições e não comer “besteiras” nos intervalos entre elas.

Segundo a psicóloga argentina Brigitte Aquin, especialista em transtornos alimentares, é recomendável que os pais sejam capazes de controlar ao menos duas refeições diárias de seus filhos.

2. A dieta das crianças deve ser saudável, equilibrada e variada ─ com limitações ao consumo de doces, sobremesas industrializadas e fast-food. É fundamental que o cardápio inclua diversas frutas e verduras.

3. Os transtornos alimentares são problemas de origem psicológica, então é essencial que a autoestima das crianças seja observada com atenção dentro de casa.

Por isso, os pais devem fomentar a autoestima dos filhos para que ele descubra suas habilidades e suas limitações, aceite-as e aprenda a se sentir bem consigo mesmo, orienta o hospital Sant Joan de Déu.

Para Aquin, “é importante ajudar os jovens a não condicionar seu corpo a uma questão de aparência”.

A ideia é fortalecer as crianças perante as mensagens sobre estética, ideais de beleza e alimentação (como dietas “milagrosas” e produtos emagrecedores) bombardeadas por meios de comunicação e pela publicidade.

“A glorificação da magreza e as dietas restritivas não são uma solução à epidemia da obesidade, mas sim algo que pode ter efeitos negativos sobre a saúde”, diz Aquin.

4. O Hospital Sant Joan de Déu também aconselha estabelecer uma boa comunicação no âmbito familiar para que as crianças se sintam seguras e sejam capazes de buscar a opinião e a ajuda da própria família quando estiverem diante de situações difíceis ou estressantes.

5. Outro conselho é adotar e manter hábitos saudáveis também em outras esferas, como a prática de atividades físicas e um número suficiente de horas de sono. Tudo isso ajuda a levar uma vida mais equilibrada.

 

G1