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Índia fitness mora na PB e faz sucesso na web

Yasmin Castrillon , também conhecida como “Índia Fitness” não poupa esforços para mostrar que merece o apelido. E para isso, conta com o apoio do maridão, Andres Castrillon. Ela já está casada com o empresário colombiano há seis anos, e juntos eles têm dois filhos.

“O sentimento que temos entre nós é o amor agregado de total confiança um ao outro. Um dos maiores desejos do meu esposo é mostrar para quem quiser ver o tesouro que ele tem em casa. Além de sermos marido e mulher, somos acima de tudo melhores amigos”, comentou a modelo.

Voyeurismo

A “ Índia Fitness ” admitiu que boa parte das sugestões de poses e figurino para seus ensaios vem do próprio marido. A afirmação rendeu até comentários de que o casal seria adepto do voyeurismo, mas Yasmin negou. “Não sou praticante de voyeurismo e também não tenho interesse, porém não tenho nada contra quem seja ou quem faça. Acho que as pessoas têm o direito de livre escolha e cada um deve fazer o que lhe der na telha. Sou muito tranquila e não tenho preconceito. Todo mundo tem que procurar sua satisfação e felicidade da forma que mais lhe convém. Então faça o que quiser pois se sentir bem é o que importa”, contou Yasmin, que atualmente mora em João Pessoa.

BOL

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Trem descarrila, mata mais de 100 e deixa 150 feridos na Índia

Mais de 100 pessoas morreram e 150 ficaram feridas neste domingo (20) em um acidente ferroviário, no estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, segundo a agência France Presse. Como muitos feridos estão em estado grave, o número de mortos ainda pode aumentar.

O trem expresso Patna-Indore saiu da linha férrea perto da cidade de Kanpur, no estado de Uttar Pradesh, às 3h (19h30 de Brasília, sábado), quando muitos passageiros estavam dormindo.

As operações de resgate prosseguem para tentar encontrar sobreviventes ou corpos entre as ferragens.

Canais de televisão exibiram imagens de uma composição inclinada, com alguns vagões praticamente esmagados.

Um porta-voz da Região Norte e Central da Rede de Ferrovias indiana, R.D.Bajpayee, disse que “as causas do acidente ainda não puderam ser determinadas”.

Passageiros afirmaram que ouviram um grande barulho pouco antes de serem projetados contra as paredes do trem. “Acordamos com um grande barulho. Era de madrugada e os gritos eram ensurdecedores. Tenho sorte de ter saído com vida e ileso”, afirmou um passageiro à imprensa, segundo a France Presse.

Nitika Trivedi, uma estudante que embarcou no trem com sua família em Patna (leste), ficou traumatizada com a visão dos corpos dos passageiros. “Nunca havia visto algo assim. Estou chocada”, declarou.

Equipes de resgate buscam por sobreviventes após descarrilamento de trem na Índia, neste domingo (20) (Foto: Jitendra Prakash/ Reuters)Equipes de resgate buscam por sobreviventes após descarrilamento de trem na Índia, neste domingo (20) (Foto: Jitendra Prakash/ Reuters)

O ministro de Ferrovias indiano, Suresh Prabhu, afirmou no Twitter que unidades médicas móveis foram imediatamente para o local do acidente e todos os feridos foram levados aos hospitais mais próximos. “As ações mais contundentes dentro do marco legal serão realizadas contra os responsáveis do acidente”, disse Prabhu.

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou em mensagem na rede social Twitter que suas preces estão com aqueles feridos no “trágico acidente” para sua pronta recuperação, afirmando que está em contato direto com o ministro de Ferrovias.

A rede ferroviária indiana é, com 65 mil km, a quarta maior por extensão do mundo e transporta diariamente cerca de 23 milhões de passageiros. O sistema, principal meio de transporte do país, é antigo e considerado inseguro.

O governo de Modi prometeu investir 137 bilhões de dólares em cinco anos para modernizar e tornar mais segura a rede ferroviária.

O acidente de trem mais grave na Índia aconteceu em 1981, quando um trem caiu em um rio e matou 800 pessoas.

Equipes de resgate e voluntários na região onde trem descarrilou (Foto: ANI / via Reuters)Equipes de resgate e voluntários na região onde trem descarrilou (Foto: ANI / via Reuters)
Trem descarrilado no norte da Índia (Foto: ANI / via Reuters)Trem descarrilado no norte da Índia (Foto: ANI / via Reuters)

G1

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Índia é presa suspeita de matar enteado com golpes de canivete e enxada no Litoral Norte

sireneUma índia de uma aldeia de Marcação (Litoral Norte do estado, a 66 km de João Pessoa) foi presa, nessa segunda-feira (19), suspeita de matar o enteado com golpes de canivete e enxada. De acordo com o capitão Alberto Filho, o crime aconteceu na noite do domingo (18) e a suspeita, de 54 anos, contou com ajuda do filho e da nora, de 20 anos.

Ainda conforme o policial militar, a família trabalha com a captura e venda de crustáceos e o crime teria acontecido após uma discussão envolvendo a quantidade de carne de siri que ficaria para cada pessoa. “Eles começaram a brigar e então a índia, junto com o filho e a esposa dele, agrediram o enteado com golpes de canivete e enxada. O rapaz chegou a ser socorrido para um hospital, mas acabou não resistindo aos ferimentos”, explicou o capitão Alberto Filho.

Apesar de o crime ter ocorrido no domingo, a polícia só foi informada do ocorrido nessa segunda-feira. “A índia disse ao pessoa da aldeia que a briga tinha sido só entre o filho e o enteado e que não queria chamar a polícia. Mas depois de saber da morte da vítima, os outros índios da aldeia me telefonaram e contaram o que houve”, completou o policial.

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Quatro viaturas da Polícia Militar foram enviadas até a aldeia para apurar a ocorrência. Na frente das duas suspeitas, vizinhos afirmaram que elas também tinham participado do crime e as mulheres acabaram confessando, segundo o capitão Alberto Filho.

As duas mulheres foram presas e levadas para a delegacia de Rio Tinto. Já o terceiro suspeito, que também é índio, permanecia foragido até a manhã desta terça-feira (20).

 

 

portalcorreio

Explosão de gás mata dezenas em restaurante na Índia

indiaPelo menos 85 pessoas morreram e cerca de 100 ficaram feridas após a explosão, neste sábado (12), de um depósito de gás em um restaurante no estado de Madhya Pradesh, no centro da Índia, diz o inspetor B.L. Gaur, da polícia local. As informações são da Reuters.

O número de mortos não é definitivo e pode aumentar. A CNN fala em 55 mortos, enquanto a agência France Presse corrigiu que o número de vítimas fatais é 85. “No início, pensamos que eram 104 pessoas, com base em vários relatórios que chegam a nós, mas agora a nossa informação oficial diz que são 85 mortes confirmadas”, diz M. L. Gond, um inspetor de polícia do distrito de Jhabua, à qual pertence a localidade de Petlawad, onde ocorreu a tragédia.

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As equipes de emergência trabalham nas buscas por sobreviventes entre os escombros do edifício. A explosão aconteceu por volta das 8h30 locais (0h30 de Brasília), em uma cidade do distrito de Jhabua, e os feridos foram transferidos para diferentes hospitais, segundo um porta-voz da polícia da região.

“As equipes de resgate estão buscando pessoas entre os escombros do restaurante, pois o edifício desabou, e iniciaram as investigações para saber as causas da explosão”, afirmou o porta-voz.

O acidente ocorreu na cidade de Petlawad, que fica a cerca de 60 km de Jhabua, e o número de vítimas pode aumentar, confirmou o oficial de polícia A. R. Khan à agência local “PTI”.

Meios de informação locais reportaram que houve uma segunda explosão, aparentemente de material de pirotecnia, em um edifício vizinho de dois andares que também desabou, mas o porta-voz policial em Jhabua declarou que esse fato ainda precisa ser confirmado.

O chefe do executivo de Madhya Pradesh, Shivraj Singh Chouhan, expressou no Twitter suas condolências. “A tragédia de Jhabua me parte o coração. Apresento minhas condolências às famílias das vítimas e rezo pela pronta recuperação dos feridos”, afirmou.

Do G1, com agências internacionais

Force India culpa Massa por batida. E diz que punição a Pérez é conspiração

felipe-massa-acidenteA Force India não concordou com a punição dada a Sergio Pérez, pelo acidente em que o piloto se envolveu em uma disputa por posição com o brasileiro Felipe Massa no GP do Canadá. Os comissários de prova declararam o mexicano culpado pela batida, mas a escuderia afirma que a decisão não passa de uma “conspiração”.

Massa atacou Pérez por ter mudado a trajetória quando defendia a posição – o que gerou a batida, com o brasileiro atingindo a traseira do mexicano. Para a Force India, seu piloto foi vítima.

E, de acordo com o Auto Motor und Sport, a Force India acredita numa “teoria da conspiração”. Isso por conta dos comissários escolhidos para julgarem os casos na corrida deste domingo.

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Além dos quatro comissários regulares, Adrian Fernandez esteve na sala que definiu a punição a Pérez. Ele foi empresário de Pérez até dois anos atrás, e eles romperam de forma pouco amigável.

“O comissário piloto desta vez era Derek Daly”, pontuou o diretor da Force India Andy Stevenson. “Eu não sei porque pediram a Fernandez sua opinião.”

O diretor de prova da FIA, Charlie Whiting, disse que a teoria da conspiração é “sem noção”. “De tempos em tempos há comissários como observadores. Fernandez será comissário na Rússia, então o convidamos para ver como as coisas funcionam.

Depois do acidente, tanto Massa quanto Pérez foram encaminhados para o hospital e passaram por exames. Ambos foram liberados sem a constatação de problemas.

Uol

ONU: proibição ao sexo gay na Índia viola lei internacional

lei-anti-gaydecisão da Suprema Corte indiana de restabelecer uma proibição ao sexo gay representa um “significativo retrocesso para a Índia e viola a lei internacional”, disse a alta comissária para direitos humanos da ONU, Navi Pillay, que sugeriu um novo julgamento para o caso. Em um golpe para os direitos homossexuais na maior democracia do mundo (em número de habitantes), a Suprema Corte derrubou na quarta-feira uma decisão de 2009 tomada por uma instância inferior que descriminalizava o sexo gay.

“Criminalizar a conduta sexual homossexual privada e consensual viola os direitos à privacidade e à não discriminação consagrados na Convenção Internacional de Direitos Políticos e Civis, que foi ratificada pela Índia”, disse Pillay em comunicado emitido em Genebra. “A decisão de ontem da Suprema Corte nesse caso representa um significativo retrocesso para a Índia e um golpe para os direitos humanos”, acrescentou.

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Pillay, que já foi integrante da Suprema Corte da África do Sul, disse: “A Suprema Corte da Índia possui um longo e respeitável histórico de defesa e expansão da proteção aos direitos humanos. Essa decisão é um lamentável desligamento dessa tradição”. Ela expressou esperança de que a corte possa realizar um procedimento de reexame do caso, concordando com uma nova audiência ante um colegiado maior de juízes.

A lei 377 tem 153 anos de vigência e está no Código Penal indiano desde os tempos da era colonial britânica. Ela proíbe as pessoas de se envolverem em “atos sexuais contra a ordem da natureza” e pune com até dez anos de prisão quem praticar relações sexuais homossexuais. O órgão máximo da Justiça indiana solicitou que o Parlamento faça mudanças ou elimine a lei 377, já que enquanto essa lei existir, os tribunais não poderão legalizar esse tipo de relações sexuais. “A Legislatura deve estudar a conveniência de eliminar a seção 377 do Código Penal indiano”, ressaltou o Supremo. O governo central da Índia não apelou, sinalizando que não estava em desacordo com a decisão do Supremo Tribunal.

A resposta dos ativistas pelo revés judicial não demorou. “Estamos muito decepcionados e tomaremos as medidas necessárias. Isto representa um enorme passo para trás”, afirmou nesta quarta-feira Anand Grover, advogado da Fundação Naz, ONG que questionou a ilegalidade das relações homossexuais nos tribunais. A Anistia Internacional escreveu no Twitter que “a decisão do Tribunal Supremo faz a Índia retroceder muitos anos em seu compromisso com a proteção das liberdades básicas”. A ONG pediu que o Parlamento do país aprovasse “imediatamente” leis que legalizem as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.

Veja

Sobe para 35 o número de mortos em queda de prédio na Índia

Equipes de resgate trabalham no local do desabamento (Foto: Vivek Prakash/Reuters)
Equipes de resgate trabalham no local do desabamento (Foto: Vivek Prakash/Reuters)

Chega a 35 o número de mortos no desabamento de um prédio que estava em construção no subúrbio de Thane, na Índia. Entre as vítimas, há pelo menos 11 crianças, informou a agência Associated Press. O imóvel não tinha as licenças necessárias para ser erguido.

A queda do imóvel aconteceu por volta das 6h local (9h30, horário de Brasília) desta quinta (4).

Mais de 50 pessoas ficaram feridas, e outras 20 pessoas ainda estão desaparecidas, disse R. S. Rajesh, da Força Nacional de Desastres. 15 pessoas foram resgatadas dos escombros.

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Quatro andares do prédio já estavam construídos e ocupados. Os operários estavam terminado de construir outros três andares e iniciavam o oitavo quando a estrutura entrou em colapso, disse o policial Digamber Jangale. O imóvel não

Ainda não há informações sobre o que causou a queda do prédio, mas Raghuvanshi disse que a estrutura do imóvel era fraca. A polícia está à procura dos construtores para prendè-los, disse à AP.

Máquinas ajudam no resgate (Foto: Rafiq Maqbool/AP)Máquinas ajudam no resgate (Foto: Rafiq Maqbool/AP)
Criança resgatada com vida dos escombros (Foto: Vivek Prakash/Reuters)Criança resgatada com vida dos escombros (Foto: Vivek Prakash/Reuters)
G1

Homem mata 4 mulheres e 5 meninas com um machado na Índia

MACHADOUm indiano matou com um machado quatro mulheres e cinco meninas nesta quinta-feira, aparentemente perturbado pelo fato de ter sido abandonado pela esposa, informou a polícia.

 

Pandu Nagesia, de 35 anos, nove vizinhas em seu povoado de Behratoli, no Estado central do Chhattisgarh, indicou à AFP o chefe da polícia local, Govardhan Singh Darroh.

 

As vítimas são cinco meninas entre 2 e 9 anos, uma mulher de 25 anos e três mulheres com mais de 60 anos. “O acusado parece ter ficado perturbado mentalmente depois que sua mulher o deixou”, explicou a fonte.

 

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Este fato coloca em evidência a violência exercida contra as mulheres na Índia, três meses depois do estupro coletivo de uma jovem estudante em Nova Délhi, caso que desatou um movimento de protesto em todo o país.

 

A jovem estuprada morreu duas semanas depois em consequência dos ferimentos.

 

 

AFP

Seis acusados de estuprar turista suíça comparecem a tribunal na Índia

Seis homens acusados pelo estupro coletivo de uma turista suíça na Índia comparecerão nesta segunda-feira (18) a um tribunal da região central do país, informou a polícia.

“Prendemos os seis indivíduos e eles comparecerão a uma audiência com um magistrado. Nós pediremos que sejam colocados em prisão preventiva durante cinco dias”, disse o chefe de polícia local, M. L. Dholdy.

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A vítima, de 39 anos, circulava de bicicleta na sexta-feira passada com o marido pelo estado de Madhya Pradesh quando vários homens atacaram o casal.

Os criminosos amarraram o homem e estupraram a mulher na frente do marido. Também roubaram 10.000 rupias (US$ 185 dólares) e um telefone celular.

O ataque ocorreu três meses depois de uma estudante de fisioterapia de 23 anos ter sido estuprada e espancada em um ônibus em movimento e depois jogada sangrando na rua, em um caso que provocou indignação no país e no mundo.

Ela morreu mais tarde num hospital em Cingapura.

Turista suíça vítima de estupro é levada ao hospital em Gwalior nests sábado (16) (Foto: AFP)Turista suíça vítima de estupro é levada ao hospital em Gwalior nests sábado (16) (Foto: AFP)
G1

Morre vítima de estupro coletivo na Índia

Morreu nesta sexta-feira (28) a indiana vítima de um estupro coletivo que chocou o país, ocorrido em 16 de dezembro, informou o hospital onde a jovem estava internada em Cingapura. “Lamentamos informar que a jovem morreu às 4h45 [horário local]. Sua família e autoridades indianas estavam ao seu lado”, disse em um comunicado Kelvin Loh, diretor-executivo do hospital Mount Elizabeth, para onde a jovem foi levada de helicóptero da Índia no dia 26.

A situação da estudante havia sido descrita mais cedo pelos médicos de Cingapura como “lutando contra as probabilidades, e lutando por sua vida”, depois de ter sido diagnosticada com uma infecção pulmonar e lesões cerebrais, além do registro de uma parada cardíaca.

Funcionários do hospital carregam o corpo da vítima de estupro coletivo em hospital de Cingapura, nesta sexta (28) (Foto: Edgar Su/Reuters)Funcionários do hospital carregam o corpo da vítima de estupro coletivo em hospital de Cingapura, nesta sexta (28) (Foto: Edgar Su/Reuters)

Ela também havia sido diagnosticada com graves lesões intestinais, resultado do espancamento com uma barra de ferro durante o ataque na capital indiana. A estudante de medicina de 23 anos foi estuprada por quase uma hora e jogada de um ônibus em movimento na capital Nova Déli.

O ataque gerou protestos pela Índia, com embates entre manifestantes e a polícia durante marchas pela segurança das mulheres.

“Apesar de todos os esforços da equipe de oito especialistas do hospital Mount Elizabeth para mantê-la estável, sua condição continuou a piorar nesses dois últimos dias. Ela sofreu insuficiência severa de órgãos após os graves danos ao seu corpo e cérebro”, disse o diretor. “Ela foi corajosa em sua luta pela vida por tanto tempo, mas o trauma sentido pelo seu corpo foi severo demais para superar”, acrescentou.

A jovem não foi identificada, mas alguns jornais locais a chamaram de “Amanat”, palavra urdu que significa “tesouro”.

Manifestantes protestam em Nova Délhi após o estupro coletivo de uma jovem indiana em um ônibus em movimento. O caso tem gerado revolta no país. (Foto: Altaf Qadri/AP)Manifestantes protestam em Nova Délhi após o estupro coletivo de uma jovem indiana em um ônibus em movimento. O caso tem gerado revolta no país. (Foto: Altaf Qadri/AP)
Do G1, com agência internacionais