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Trabalhadores dos Correios da Paraíba entram em greve por tempo indeterminado, diz sindicato

Os trabalhadores dos Correios da Paraíba entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (11). Uma assembleia do Sindicato dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos da Paraíba (Sintect), realizada na noite desta terça-feira (10), definiu o posicionamento dos trabalhadores.

De acordo com o diretor do sindicato, Fael Paiva, desde julho os trabalhadores estão em campanha salarial, no entanto, ele informou que não houve negociação. O G1entrou em contato com a assessoria de comunicação dos Correios e aguarda um posicionamento sobre os impactos que foram gerados na execução das atividades.

A principal reivindicação, segundo o sindicato, é a reposição salarial de acordo com a inflação e os benefícios integrais no valor acumulado da inflação do período agosto de 2018 a julho de 2019. Além disso, os trabalhadores pedem manutenção de cláusulas sociais e aumento de salário no valor de R$ 300 linear.

Conforme o Sintect, a proposta da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) reduziria a reposição salarial para 0,8% de reajuste, o que representa R$ 13 no salário-base de carteiro.

G1

 

Técnicos Administrativos Estado deflagram greve por tempo indeterminado a partir de hoje

Os técnicos administrativos do Estado deflagraram nesta segunda-feira (02), uma greve por tempo indeterminado. De acordo com o presidente do Sindicato da categoria (SinditecPB), Nataluan Carvalho, foram realizadas duas paralisações de advertência nos dias 22 e 28 de março e enviado ofício ao governador, Ricardo Coutinho (PSB), mas não houve avanço nas negociações e os técnicos deflagraram a greve.

No dia 17 de março houve uma assembléia geral que definiu as duas paralisações, caso não houvesse diálogo após isso, a categoria decidiria entrar em greve a partir do dia 02. “São mais de dois mil técnicos que trabalham em escolas, hospitais, Centro Administrativo Estadual, entre outros.

“É a terceira maior categoria do estado e não recebe um aumento há cinco anos”, disse.

O presidente disse que são cinco anos sem reajuste e que a categoria que entrou em 2013 ganhava 15,76% acima do salário mínimo na época, agora está equiparado o valor. “E ainda recebemos menos porque tem o desconto do PBPrev. É o pior salário do país. Lamentável um servidor efetivo receber menos que o salário mínimo”, explicou.

Além disso, a categoria também reivindica vale alimentação para todos independente da Secretaria, análise do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e redução da carga horária de 40 para 30 horas semanais.

De acordo com Nataluan, a categoria vai continuar se reunindo semanalmente para avaliar a greve, enquanto aguarda uma resposta do governo do Estado.

Marília Domingues

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Trabalhadores dos Correios entram em greve por tempo indeterminado

Em muitas outras cidades do estado, a situação se agrava e não há sequer entrega de correspondências (Foto: Walla Santos)

Os trabalhadores dos Correios entrarão em greve por tempo indeterminado hoje (26) a partir das 22h. As ameaças de privatização e demissões, o fechamento de agências e o “desmonte fiscal” da empresa, com diminuição do lucro devido a repasses ao governo e patrocínios, são os principais motivos para a mobilização, segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

A estatal afirma que teve prejuízos de R$ 2,1 bilhões em 2015 e R$ 2 bilhões no ano passado. Em dezembro do ano passado, foi anunciado um plano de demissão voluntária e o fechamento de agências para reduzir os gastos. Já a Federação alega que a receita tem crescido.

“O que tem acontecido é um plano de desmonte próprio da empresa, atacando a própria qualidade e universalização do serviço. Faz parte de um projeto privado com interesse de entrar no mercado”, disse a secretária de Imprensa da Fentect, Suzy Cristiny.

Segundo a entidade, a “privatização” coloca em risco o direito da população aos serviços dos Correios, já que a empresa tem fechado agências em cidades menos lucrativas. “Mais de 200 agências estão sendo fechadas por todo o Brasil. Com isso, muitos moradores do interior e das periferias vão ficar sem o atendimento bancário e postal dos Correios do Brasil”, informou a federação.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, tem dito que é contra privatizar os os Correios, mas que a empresa terá que fazer “cortes radicais” de gastos para evitar a privatização, já que o governo não socorrerá a empresa financeiramente.

Críticas dos grevistas

Além do fortalecimento de franqueados e o fechamento de agências próprias, o que, na opinião da federação, “esvazia os negócios da empresa para a iniciativa privada”, a Fentect critica os repasses da empresa ao governo federal acima do valor estabelecido. “Nos últimos anos, os Correios repassaram para o governo federal R$ 6 bilhões e, desse montante, R$ 3,9 bilhões foram acima do valor estabelecido legalmente, prejudicando as reservas financeiras e investimentos necessários para a modernização da empresa”, informou.

A entidade cita ainda o distrato de R$ 2,3 bilhões do Banco Postal com o Banco do Brasil e a destinação de R$ 300 milhões em patrocínios nas Olimpíadas e pede uma auditoria na contabilidade da empresa.

Os sindicatos de todo o país se reúnem hoje (26) para referendar a manifestação sobre a greve. As entidades e a empresa já promoveram mesas de negociação, mas, segundo a secretária, não houve avanços. Ela disse ainda que os trabalhadores dos Correios se unirão às manifestações marcadas para a próxima sexta-feira (28) contra as reformas trabalhista e da Previdência.

Além da mobilização pelo fortalecimento institucional dos Correios e universalização dos serviços, os trabalhadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho, a contratação de novos funcionários, mais segurança nas agências, o retorno da entrega diária e o fim da suspensão de férias.

Outro lado

Em nota, a empresa informou que, caso o movimento grevista seja deflagrado, os Correios adotarão as medidas necessárias para garantir a continuidade de todos os serviços. “Uma paralisação dos empregados neste momento delicado pelo qual passa a empresa é um ato de irresponsabilidade, uma vez que a direção está e sempre esteve aberta ao diálogo com as representações dos trabalhadores”, informou. Os Correios não se manifestaram sobre as reivindicações dos trabalhadores.

Agencia Brasil 

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Bancários iniciam greve por tempo indeterminado nesta terça-feira

greveA partir desta terça-feira (06) bancários de todo o Brasil iniciam uma greve por tempo indeterminado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, a paralisação englobará os bancos da rede pública e privada.

A decisão atende a uma orientação da direção nacional da categoria.

Os eixos centrais da campanha são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança, melhores condições de trabalho. A defesa do emprego também é prioridade na Campanha Nacional, assim como a proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora.

MaisPB

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Bancários entram em greve a partir da próxima terça-feira na Paraíba

greve_bancariosOs bancários de toda a Paraíba vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir das 0h desta terça-feira (6). A decisão foi tomada nesta quinta-feira (1º), durante assembleia da categoria realizada às 19h na sede do Sindicato dos Bancários da Paraíba.

A informação foi confirmada ao Portal Correio pela assessoria de comunicação do sindicato, que confirmou que a decisão da categoria foi por unanimidade.

Segundo o Sindicato dos Bancários da Paraíba, a Fenaban se nega a oferecer uma proposta que valorize os profissionais. Após quatro rodadas de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, o órgão propôs reajuste de 6,5% no salário, na participação nos lucros e resultados e nos auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil.

Os bancários da Paraíba argumentam que a proposta não cobre, sequer, a inflação do período, projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para o bolso de cada profissional.

Os eixos centrais das reivindicações são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real; valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho); PLR de três salários mais R$ 8.317,90; combate a metas abusivas, ao assédio moral e sexual; fim da terceirização; mais segurança; melhores condições de trabalho. A defesa do emprego também é prioridade na campanha nacional, assim como a proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora.

A Fenaban divulgou nota afirmando que a proposta divulgada aos bancários “mostra o empenho dos bancos por uma negociação rápida e equilibrada, capaz de garantir a satisfação e o bem-estar dos empregados do setor em um momento de dificuldades e incertezas na economia brasileira”.

portalcorreio

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Funcionários dos Correios entram em greve por tempo indeterminado na Paraíba

correiosApós assembleia realizada na noite desta terça-feira (15) em João Pessoa, os funcionários dos Correios decidiram entrar em greve por tempo indeterminado em todo o estado. A greve começa a partir da 0h00 desta quarta-feira (16), segundo informações de Husman Tavares do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos da Paraíba (SINTECT-PB).

Representantes de várias cidades do estado estiveram presentes na assembleia desta noite. A greve vai afetar os serviços nas 205 agências dos Correios existentes na Paraíba. Além dos carteiros também cruzam os braços operadores de triagem, atendentes e auxiliares. Segundo o SINTECT-PB, diariamente são entregues aproximadamente 350 mil correspondências no estado, mas com a greve 80% desse trabalho ficará comprometido.

Os 36 sindicatos da categoria no país realizaram assembleias para avaliação da contraproposta e deliberação da greve. Os trabalhadores reivindicam 12% de reposição da inflação, aumento real de R$ 300, vale alimentação de R$ 40  e vale cesta de R$ 350, além da contratação imediata de mais 200 carteiros e 200 atendentes.

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A contraproposta da ECT foi uma Gratificação de Incentivo a Produtividade-GIP no valor de R$ 150,00 em agosto de 2015 e R$ 50,00 em janeiro de 2016 e reajuste de 9,56% no vale alimentação e cesta básica, mas a contraproposta foi rejeitada e categoria decidiu paralisar os serviços.

 

G1

Servidores da UEPB entram em greve geral e por tempo indeterminado

uepb

Os Servidores Técnicos Administrativos reunidos em Assembleia Geral realizada nesta quinta (12) com a presença da categoria decidiram paralisar suas atividades por tempo indeterminado desde ontem.

O motivo da greve é o desrespeito a data base que tem como data o mês de janeiro e até esse momento não se confirmou nenhum direcionamento da reitoria em implantar o percentual de 8% aprovado no CONSUNI.

Na assembleia foi discutida a falta de uma politica salarial por parte da administração central que vem desrespeitando a data base da categoria desde 2011.

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Os servidores do quadro efetivo espalhados em 8 campi no estado da Paraíba nas cidades de Campina Grande, João Pessoa, Lagoa Seca, Catolé do Rocha, Patos, Monteiro, Guarabira e Araruna estarão mobilizados com o objetivo de pressionar governo e reitoria para o mais breve possível solucionar esse problema que aflige os Técnicos Administrativos.

Será formado o Comando de Greve que se reunirá e programar os encaminhamentos das atividades de greve nesse momento de paralisação total e por tempo indeterminado.

Assessoria

 

 

Campanha política é autorizada, mas tempo na mídia do PSB e PMDB ainda está indeterminado por impasse com PT

eleiçoesFoi dada a largada para a campanha eleitoral das eleições de 5 de outubro. Os candidatos já estão autorizados a fazer propaganda, depois de vencido o prazo das convenções partidárias e, consequentemente, o pedido de registros dos candidatos junto à Justiça Eleitoral neste sábado (5). Portanto, a partir deste domingo (6), os candidatos ao governo da Paraíba, ao Senado, a Câmara Federal e Assembleia, já podem realizar comícios, fixar propaganda em locais públicos e usar as redes sociais.

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A propaganda gratuita no rádio e na televisão começa só dia 19 de agosto e é considerada o carro-chefe da campanha, em que os candidatos dão o gás para mostrar um bom desempenho aos eleitores. Entram nos lares familiares sem pedir permissão. Por isso, não podem dizer o que quer e bem entendem. Neste sentido, existe uma série de recomendação exigida pela legislação eleitoral.

De acordo com o calendário da campanha deste ano, já a partir desta terça (8), os tribunais eleitorais convocam os partidos e as emissoras para definir o plano de veiculação dos programas. Nesta fase, os candidatos saberão o tempo de televisão e rádio que terá direito.

Na campanha da Paraíba, essa questão do tempo dos candidatos majoritários será resolvido após o julgamento de uma ação que tem como signatário a Executiva nacional do PT. Como se sabe, o partido desautoriza aliança dos petistas paraibanos com o candidato do PSB, recomendando coligação com a candidatura do PMDB.

As regras eleitorais estão em vigor, regulamentadas pelas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através da lei de número 9.504, fiscalizada pelo Ministério Público Eleitoral no caso das eleições estaduais, que pode agir de forma espontânea ou provocada através de denúncias advindas dos eleitores.

Os comícios já estão sendo permitidos pela legislação. Porém, esse tipo de evento precisa ser comunicado com 24 horas de antecedência as autoridades policiais. Lembrando: os chamados showmícios continuam proibidos, também a contratação de artistas. Como em outras campanhas, a lei veda a distribuição de brindes. Chama-se a conhecida propaganda vedada, que já derrubou muitos políticos.

Prevalecerá o prestígio dos candidatos para levar a platéia até os comícios. Ou seja, tem que ser no gogó a tentativa de convencer o eleitor que é o melhor em comparação ao seu adversário. Ao longo das últimas campanhas tem sido assim. É melhor, porque dá equilíbrio a disputa.

O que é permitido, e hoje os candidatos não abrem mão de jeito nenhum, é a criação de sites na internet. Mas lembrando que precisa ser feita a comunicação do endereço eletrônico à Justiça Eleitoral, no caso da eleição para os governos estaduais nos Tribunais Regionais Eleitorais. Proíbe a veiculação de propaganda eleitoral paga ou gratuita em sites de empresas privadas e estatais, também de entidades sem fins lucrativos e, ainda, nos portais de quaisquer órgãos públicos, seja estadual ou municipal.

Há uma regra acerca das redes sociais, entre elas é que o candidato terá que mostrar a cara. Está disciplinada através de uma resolução da Justiça Eleitoral, sob o número 23.404. Diz o seguinte: “É livre a manifestação do pensamento na internet”. Significa que os postulantes obrigatoriamente têm que dizer: “Sou eu mesmo!”.

A fiscalização da propaganda de rua segue ainda mais rigorosa, sobretudo em obediência aos limites previstos em lei. Não se permite, por exemplo, os outdoors. Placas, cartazes ou pinturas e muros, até podem, no entanto, dentro de uma área de até quatro metros quadrados. Se ultrapassar as coligações e os candidatos poderão ser punidos com pagamento de multas.

É pequena. A multa mínima é de R$ 5 mil, podem chegar a R$ 15 mil. A cobrança será feita na hipótese dos candidatos ou responsáveis se recusarem a retirar a propaganda irregular. A lei manda que seja feita dentro de um prazo de 48 horas.

 

 

paraiba.com.br

Interditado por tempo indeterminado, Engenhão ainda não tem solução

Paes observou ser inadmissível que um estádio construído inaugurado há apenas seis anos apresente um problema estrutural desse porte Foto: JP Engelbrecht / Divulgação
Paes observou ser inadmissível que um estádio construído inaugurado há apenas seis anos apresente um problema estrutural desse porte Foto: JP Engelbrecht / Divulgação

Interditado a partir desta terça-feira, o Engenhão ainda não tem qualquer previsão de reabertura, e nem mesmo há qualquer solução definida para sanar o problema da cobertura do estádio. Segundo o prefeito Eduardo Paes, três laudos respaldaram a decisão de fechar o estádio, porque havia risco de danos aos frequentadores. Paes não deu detalhes técnicos do problema do estádio, mas informou que há falhas estruturais e de projeto na cobertura do Engenhão.

 

“Já amanhã não poderemos realizar nenhum jogo no estádio. Temos o problema diagnosticado, mas ainda não foi apresentada solução. Há ideias conceituais, e pedi que haja uma solução na maior brevidade possível”, afirmou Paes, em entrevista coletiva, após reunião com dirigentes dos clubes do Rio.

 

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“Se nos derem uma solução que dure um mês, vamos aguardar esse tempo. Se levar um ano, vamos esperar isso”, acrescentou.

 

O prefeito observou ser inadmissível que um estádio construído inaugurado há apenas seis anos apresente um problema estrutural desse porte, e informou que vai apurar as causas do problema para que culpados pelos problema sejam apontados.

 

Se for verificado realmente que o problema é estrutural, a responsabilidade seria das construtoras. Se a falha for estrutural, a prefeitura será apontada como responsável. “Isso tudo vai ser apurado para que pessoas possam responder pelos eventuais equívocos”

 

O Engenhão começou a ser construído em 2003, pela construtora Delta. No final da obra, quando a cobertura seria colocada, a construtora alegou que não teria condições de complementar a obra, e abandonou a obra. A Delta é a construtora do empresário Fernando Cavendish, acusada de ligações com o esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

 

As construtoras OAS e Odebrecht assumiram, então, a obra. Segundo Paes, elas colocaram, no contrato, uma cláusula de que não se responsabilizariam pelo projeto. “A responsabilidade seria do município. Isso foi acertado pelo meu antecessor [o ex-prefeito Cesar Maia]”, comentou Paes.

 

Ainda não está definido se os jogos entre Fluminense x Macaé e Botafogo x Friburguense, agendados, respectivamente para amanhã e quinta-feira, no estádio, será adiado, ou alterado para outro dia, assim como toda a rodada. Dirigentes dos clubes se reunirão agora à noite, na federação de Futebol do Rio (Ferj) para definir o que será feito.

 

“Vamos nos reunir na federação para traçar estratégia para ver qual é o melhor caminho. Se vai adiar rodada, se vai transferir o jogo. Existem várias possibilidades”, explicou o presidente da Ferj, Rubens Lopes.

 

 

Terra

Professores da UEPB entram em greve por tempo indeterminado

UEPBOs professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que paralisaram as atividades desde a última quinta-feira (21), decidiram entrar em greve por tempo indeterminado na manhã desta terça-feira (26) e deixam cerca de 20 mil alunos sem aulas.
A reunião aconteceu nesta terça-feira na Central Integrada de Aulas (CIA) em Campina Grande e a decisão foi tomada durante uma assembleia geral. Os docentes reivindicam reajuste salarial de 17,7%.
De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UEPB (Aduepb), José Cristóvão de Andrade, haverá a partir das 15h desta terça uma reunião com o comando de greve dos funcionários da UEPB com o objetivo unificar o movimento grevista.

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O movimento aguarda um posicionamento do novo reitor da instituição, Antônio Rangel Junior.
Os servidores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) decidiram na última quarta-feira (20) também entrar em greve por tempo indeterminado.
Da Redação com portal correio
Blog Mari Fuxico