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Cientistas alertam para incêndios mais intensos na Amazônia

Os incêndios na floresta amazônica provavelmente se tornarão mais intensos, frequentes e generalizados no futuro, a menos que medidas sejam adotadas para conter o desmatamento e a mudança climática, alertaram cientistas antes de uma cúpula de presidentes de países da região, nesta sexta-feira, para discutir o problema.

No Brasil, que abriga a maior parte da maior floresta tropical do mundo, as chamas praticamente dobraram neste ano até o momento na comparação com 2018, e os incêndios também ardem na vizinha Bolívia.

No mês passado, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou que o número de incêndios na Amazônia brasileira foi o mais alto desde 2010, o que provocou clamores internacionais por mais proteção.

Pesquisadores disseram que a expansão agrícola em áreas mais profundas da floresta e secas ligadas ao aquecimento global provavelmente desencadearão mais incêndios no ecossistema frágil.

“Existe uma correlação clara entre o número de dias sem chuva, a escala do desmatamento e o número de incêndios florestais”, disse André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Líderes de nações que fazem parte da bacia amazônica estão se reunindo na cidade colombiana fronteiriça de Letícia, nesta sexta-feira, para debater a melhor maneira de frear o corte de árvores e os incêndios na floresta, que é vista como um escudo vital contra a mudança climática.

Os presidentes de Colômbia, Peru, Equador e Bolívia estarão presentes, além do vice-presidente do Suriname.

O presidente Jair Bolsonaro cancelou planos de viagem devido a uma cirurgia no domingo, mas participará por teleconferência e está enviando uma delegação comandada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

A Colômbia espera que a reunião leve a um plano de ação regional —o Pacto de Letícia para a Amazônia— para proteger a floresta tropical e promover seu uso sustentável.

O ministro do Meio Ambiente colombiano, Ricardo Lozano, disse que o encontro procurará levar em conta “eventos extremos e temperaturas altas”.

MENOS “IMUNE A INCÊNDIOS”

Na floresta amazônica brasileira, o desmatamento diminuiu acentuadamente entre 2004 e 2012, período após o qual o índice voltou a tender para um aumento — e outros países amazônicos também estão testemunhando uma elevação.

Mais árvores estão sendo cortadas ou queimadas para liberar terras para a agricultura e a pecuária, além da mineração e do corte ilegal que continuam sem freios, dizem ambientalistas.

Quando clareiras são abertas na floresta, esta se torna mais suscetível a pegar fogo, disse Mark Cochrane, professor da Universidade do Centro Maryland de Ciência Ambiental.

“Quando você começa a construir estradas, conecta aquela paisagem, por isso os incêndios podem seguir pela vegetação”, explicou.

Florestas que foram danificadas ou desmatadas têm buracos em sua copa, além de mais extremidades que “desprendem umidade”, o que as seca e aumento o risco de incêndios, segundo Cochrane.

“Quando você danifica estas florestas, elas não são mais tão imunes a incêndios quanto eram. Então, ao invés de precisar de meses sem chuva, basta um par de semanas”, acrescentou.

Guimarães, do Ipam, disse que o agravamento das secas também está deixando a floresta mais ressecada, o que aumenta o risco de incêndios.

“As flutuações na umidade na Amazônia estão se tornando cada vez mais perigosas por causa da mudança climática”, disse, acrescentando que atualmente a seca está acontecendo de uma maneira que não se viu nas décadas anteriores.

“LUZ VERDE” DE BOLSONARO

Em agosto, um relatório do painel de ciência climática da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu um uso mais sensato da terra, o que inclui impedir que florestas sejam derrubadas e diminuir o consumo de carne, para ajudar a manter o aumento das temperaturas globais dentro dos limites combinados.

Mas o desmatamento na Amazônia brasileira aumentou 67% nos primeiros sete meses de 2019 na comparação anual, e mais do que triplicou só em julho, de acordo com o Inpe.

Os planos de Bolsonaro para desenvolver a agricultura e a mineração na Amazônia, somados aos cortes de financiamento para a fiscalização ambiental, estimularam um salto nas taxas de desmatamento, disseram ambientalistas e cientistas.

“Bolsonaro está essencialmente dizendo aos latifundiários ‘vão em frente, este governo não vai persegui-los’. Ele deu luz verde”, disse William Laurance, professor de pesquisa destacado da Universidade James Cook, da Austrália.

“Alguns cientistas argumentam que 30% de desmatamento da Amazônia bastaria para a floresta tropical entrar em um novo território que destruiria a reciclagem natural de água da floresta, o que teria impactos amplos na precipitação de chuvas, nos incêndios e no clima global”, disse.

Reuters / Brasil 247

 

 

PF investigará incêndios criminosos na Amazônia, diz Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública,Sergio Moro, afirmou neste domingo que a Policia Federal investigará possíveis ações incendiárias criminosas na região da Amazônia, após solicitação do presidente Jair Bolsonaro de apuração rigorosa sobre possíveis atos nesse sentido.

De acordo com reportagem publicada no site da revista Globo Rural, mais de 70 pessoas — de Altamira e Novo Progresso, no Pará — entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros, combinaram em um grupo do WhatsApp incendiar em 10 de agosto as margens da BR163, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao Estado de Mato Grosso.

“A Polícia Federal vai, com sua expertise, apurar o fato. Incêndios criminosos na Amazônia serão severamente punidos”, escreveu Moro no Twitter.

A intenção do grupo, conforme a reportagem da Globo Rural, era mostrar ao presidente Jair Bolsonaro que apoiam suas ideias de ‘afrouxar’ a fiscalização do Ibama e quem sabe conseguir o perdão das multas pelas infrações cometidas ao Meio Ambiente. A data ficou conhecida como o “dia do fogo” no Pará.

Também no Twitter, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acrescentou que Bolsonaro determinou “abertura de investigação rigorosa para apurar e punir os responsáveis pelos os fatos narrados”.

Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que acompanham as queimadas afirmaram à Reuters no começo da semana que registraram aumento dos focos nos dias 10 e 11 nas regiões de Novo Progresso e Altamira.

O governo brasileiro vem sofrendo forte pressão externa em razão dos recentes incêndios e do aumento no desmatamento na Amazônia. Mais cedo, Bolsonaro afirmou no Twitter que o Brasil é um país comprometido “com a proteção ambiental”.

Neste domingo, o presidente da França, Emmanuel Macron, disse que os líderes do G7 estavam próximos de um acordo sobre como ajudar a combater os incêndios na floresta amazônica e tentar reparar a devastação.

 

Reuters

 

 

Trócolli Júnior sobre metas à frente da ALPB: “Vou trabalhar e apagar incêndios”

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) empossou, na última terça-feira (18), o suplente de deputado Trócolli Júnior (Podemos). Ele é o terceiro suplente da coligação A Força do Trabalho III, composta pelo PSB/PTB/PRB/PODEMOS/PDT/PCdoB e PRP, e substitui o deputado Branco Mendes (Podemos), que se licenciou do cargo pelo período de 121 dias para tratamento de saúde.

Em entrevista, o deputado – que tem mais de 20 anos de mandato na “Casa Epitácio Pessoa” – manifestou a ‘boa surpresa’ de reassumir o mandato num ano histórico, marcado pela aprovação de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) consensuada entre os poderes e órgãos autônomos. “Isso é histórico. Passei 20 anos aqui na Assembleia Legislativa e nunca vi nada igual. Isso demonstra que a Casa está mudando e, graças a Deus, para melhor. E quem ganha com isso é o Governo do Estado e a população em geral”, declarou.

Sobre sua atuação política, Trócolli disse que vai manter suas pautas antigas, que tratam da defesa de melhores condições de saúde e de segurança para a população. Ele disse também que apesar de ter muitos amigos no G10 da ALPB, não se integrará a esse grupo e sim ao blocão, comandado por Wilson Filho (PTB). Trócoli se postou na condição de apaziguador de ânimos. “Vou trabalhar e apagar incêndios”.

 

 

pbagora

 

 

Seca, crime e imprudência provocam incêndios que ameaçam plantações na PB

Reprodução/Diário do Sertão
Reprodução/Diário do Sertão

A região da cidade de Sousa, a 429 km de João Pessoa, no Sertão paraibano, tem registrado em média 16 incêndios por mês. No dia 22 de agosto, o Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas de um incêndio de grandes proporções, às margens da BR-230. A maior parte dos casos começa através de pessoas que queimam lixo ou vegetação. Mas também há denúncias de crimes cometidos contra propriedades de agricultores.

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De acordo com os bombeiros em Sousa, os focos de incêndio começam de forma discreta, mas devido ao clima seco e a falta de chuvas na região, acabam se alastrando com muita facilidade, causando os estragos. Segundo estatísticas do Corpo de Bombeiros, nos meses de julho e agosto deste ano, 32 ocorrências foram registradas na cidade, sendo 16 em cada mês.

A maior parte dos focos de incêndio está em terrenos baldios e áreas de preservação ambiental. Conforme levantamento do Corpo de Bombeiros em Sousa, das 32 ocorrências, 26 foram registradas nessas área de preservação e apenas seis em terrenos baldios.

Já na região que abrange Patos, Cajazeiras, Sousa, Pombal e Catolé do Rocha, foram 96 casos em terrenos baldios e 36 focos fora de áreas de preservação ambiental, nos meses de junho e julho de 2014.

Um dos casos mais recentes foi identificado no dia 22 de agosto, quando um incêndio de grandes proporções atingiu uma plantação de coco na cidade de Sousa. O Corpo de Bombeiros disse que demorou cerca de cinco horas para conter as chamas que se espalharam por 10 hectares.

De acordo com agricultores responsáveis pelas plantações, eles têm recebido ameaças e denunciam que criminosos estariam agindo para provocar as ocorrências. A polícia investiga o caso, mas ninguém foi detido.

As plantações de coco em Sousa têm produção média de 400 mil frutas por mês. A atividade gera cerca de 11 mil empregos diretos e indiretos, com distribuição local e para Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

Não é a primeira vez que esses locais sofrem com incêndios. Em 2012, plantações de frutas foram destruídas por chamas provocadas por um fio desencapado.

 

portalcorreio

Paraíba teve 587 incêndios este ano; Mangabeira lidera ranking na Capital de acordo com dados dos Bombeiros

bombeiroO 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros iniciou ontem o treinamento de 89 bombeiros dos 11 municípios da Grande João Pessoa para o combate às queimadas em matas na época do verão. A prática ainda será realizada em mais três datas – dias 23 e 26 deste mês e no dia 02/01. Segundo as estatísticas dos Bombeiros, os meses de janeiro e abril, a época mais quente do ano, concentram a maior parte das ocorrências. Em 2013, as ocorrências deste período (315, no total) corresponderam a 85,5% dos incêndios em vegetação registrados até o momento (415 casos) na Região Metropolitana. Em todo o Estado, foram nove incêndios em áreas de preservação ambiental e 578 em vegetação não protegida.

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De acordo com o relações públicas do Corpo de Bombeiros, Pablo Honorato, o foco do treinamento é melhorar o combate aos incêndios. “O objetivo do treinamento é padronizar os procedimentos de incêndio em vegetação realizado pelas guarnições do 1º Batalhão. Vamos nivelar todos com o mesmo conhecimento e treiná-los para esta época do ano, que temos diversas ocorrências de combate a incêndio”, explicou Pablo.

Na região metropolitana, os locais com os maiores índices de queimadas são o bairro de Mangabeira VII, a rodovia PB-008 e a BR-230, nas imediações do município de Santa Rita. Para diminuir o número de incêndios, os Bombeiros pretendem investir em campanhas para alertar a população, utilizando inclusive as redes sociais.

“Ano passado fizemos campanha distribuindo panfletos falando sobre a importância de se evitar essas queimadas, a necessidade das pessoas avisarem os Bombeiros e a Polícia, que provocar queimada é um crime. No início do ano, vamos lançar através da internet, por blog, pelo site do Batalhão e redes sociais como o Facebook campanhas e matérias sobre este tipo de ocorrência”, afirmou Pablo.

Redução nas áreas preservadas

De acordo com o 2º tenente do Corpo de Bombeiros Militar, Rodrigo Cruz, houve uma grande redução no número de incêndios em áreas de preservação ambiental. Segundo as estatísticas dos Bombeiros, de janeiro a novembro de 2012 foram registradas 71 ocorrências, enquanto no mesmo período deste ano foram registrados nove incêndios, uma redução de 87,3%. Nas áreas que não são de preservação ambiental, a redução foi de 28,1% (804 casos em 2012 e 578 em 2013).

Na opinião do tenente, a redução aconteceu por conta do trabalho de prevenção e conscientização dos bombeiros. “Atribuo esse resultado positivo à visibilidade dada pelos meios de comunicação e a ostensividade das guarnições do Corpo de Bombeiros”, declarou.

Jornal Correio da Paraíba 

Incêndios criminosos em favelas visam a eliminar pobres, acredita jornalista

Provocados pelo grande número de incêndios em favelas e moradias precárias na cidade de São Paulo, entidades e movimentos sociais organizaram um debate na Universidade de São Paulo nesta quarta-feira (10) para discutir o tema e organizar iniciativas de solidariedade às famílias desabrigadas. O jornalista José Arbex Jr. abriu dizendo que “não devemos relacionar este fenômeno nem só a São Paulo nem só ao Brasil. Estamos diante de um processo universal, em que a crise do capital, quanto mais ela se acentua, quanto mais veem que não há saída, mais acontece esta desumanização dos pobres, daqueles que não são consumidores. É uma forma de eliminá-los”.

Arbex, que também é escritor e professor da PUC-SP, foi duro ao falar sobre a aceitação da sociedade diante do discurso da grande mídia. Na ocasião, usou como exemplo a versão de que o incêndio na Favela do Moinho teria iniciado com uma briga entre travestis, fator que o alarmou já que estas são uma das personagens mais atacadas pela mídia e pelo senso comum da sociedade. A versão da mídia, portanto, alimentaria a rejeição da sociedade também às travestis, e facilitaria a incorporação pela classe média paulistana de que os culpados pelos incêndios são os próprios moradores.

“O incêndio da favela não é apenas um fenômeno circunscrito à disputa imobiliária nem à especulação produzida pela Copa do Mundo e pelos Jogos Olímpicos. É também isso, mas é muito mais grave. Porque nos leva a perguntar: como é possível a mídia articular este discurso e não ser atacada? Isso é o grave, pois indica um certo entorpecimento das consciências e uma aceitação passiva desta narrativa”, arrematou o professor.

Morador e liderança da Favela do Moinho, Milton Sales endossou a crítica à mídia ao dizer que “é um bando de pau mandado” dos grandes empresários. Miltão, como é conhecido, afirmou que os valores individualistas, consumistas e violentos transmitidos na televisão brasileira também afetam os moradores de favelas.

Givanildo Manoel, militante do Tribunal Popular, relatou uma série de projetos que estão em curso na cidade e denunciou o episódio ocorrido na Favela do Piolho, onde vários fatores indicam o caráter criminoso dos incêndios. “Essa política só é possível de ser implementada por conta do processo de militarização da cidade”, disse Givanildo em referencia aos militares alocados em quase todas as subprefeituras e à chamada “bancada da bala” recentemente eleita na Câmara dos Vereadores.

As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) implementadas no Rio de Janeiro reforçam a tese de Givanildo, inclusive por abrirem espaço para empresas na favelas. Em São Paulo, o militante acredita que os projetos imobiliários voltados para as periferias, acompanhados da violenta ação policial, alimentam o setor imobiliário e visam expulsar populações pobres para ainda mais longe do centro da cidade.

O professor do Departamento de História da USP, Jorge Grespan, seguiu na mesma toada e disse que “o fato é que essas áreas precisam ser desocupadas para que o capital financeiro tenha poder de abocanhar pedaços maiores da mais valia”. Grespan relacionou as várias formas de exploração sofridas pelos moradores de favela. “É a exploração tanto pelo patrão como pelo setor financeiro pago pelo patrão”, disse.

Várias intervenções dos estudantes presentes na plateia questionavam como a população poderia reagir diante deste processo de reorganização da cidade que prejudica os mais pobres. Todos os debatedores citaram as dificuldades de organização popular na atual conjuntura, mas endossaram a convocatória das iniciativas já agendadas. No dia 13 está marcado um panelaço às 14 horas em frente à Favela do Moinho, e no dia 1º de dezembro, data de inicio da Lei Geral da Copa, deverão ocorrer novas manifestações.

cartamaior

Ato denuncia os incêndios nas favelas de São Paulo, nesta quarta- feira (26)‏

Nesta quarta-feira (26), um protesto denuncia os incêndios que vêm ocorrendo em favelas na cidade de São Paulo. Será em frente à Câmara Municipal. A manifestação ocorrerá às 12h e contará com a presença de representantes de várias comunidades atingidas, e com o apoio de movimentos populares e sindicais. O membro da CSP-Conlutas Magno Carvalho irá participar e representará a Central.

A manifestação acontece no horário de mais uma reunião da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Incêndios, que investiga causas e responsabilidades de incêndios ocorridos na capital paulista. Entretanto, desde que foi instaurada, há cinco meses, esta CPI não avançou na apuração deste fato cujo resultado tem sido e expulsão de forma cruel de milhares de famílias de suas moradias.
Somente em 2012, quase 40 incêndios atingiram favelas em São Paulo. Os governos do PSDB e PT nas esferas municipais e federal fecham os olhos para os mais pobres ao ignorar o sofrimento dessas famílias.
Essas comunidades encontram-se em regiões onde há plena valorização imobiliária, portanto, na mira de grandes empreendimentos por parte das construtoras e dos governos. Uma situação que levanta suspeitas de que essas ações são criminosas.
O que ocorre na capital paulista segue a mesma lógica do que ocorreu em São José dos Campos (SP) onde milhares foram despejados de suas casas e, em sua maioria, continuam sem abrigo.
A criminalização da pobreza também é vista no assassinato desenfreado de jovens da periferia.
Esses incêndios que se espalham nas comunidades de São Paulo e o assassinato de jovens negros nas periferias confirmam a política de higienização aplicada pelos governos do PSDB e PT contra os mais pobres.

Fonte: http://cspconlutas.org.br

(Com informações do MTST)