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Inadimplência do consumidor cresce 0,9% no primeiro semestre de 2019

O volume de consumidores com contas sem pagar cresceu 9% no primeiro semestre de 2019, na comparação com o final do ano passado. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) é a segunda menor variação nos atrasos, desde 2012, quando a inadimplência havia crescido 5,8% no primeiro semestre.

Quando analisado só o mês de junho, o volume de consumidores com contas sem pagar, e registrados em listas de inadimplentes, teve alta de 1,7% ante o mesmo mês de 2018.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a inadimplência apresentar crescimento mais modesta é fator positivo, que acompanha a lenta recuperação da economia. Mas o número de pessoas com atraso nas contas e dificuldade de voltar ao mercado de crédito ainda é muito elevado. Até abril deste ano, eram 62,6 milhões de pessoas nessa situação, o que representa quase 41% da população adulta.

Segundo ele, o ano de 2019 vem frustrando as expectativas de que haveria uma consolidação no processo de retomada econômica, com reflexo positivo no dia a dia dos consumidores. Embora os juros estejam menores e a inflação dentro da meta, o desemprego ainda é elevado e acaba reduzindo tanto a capacidade de pagamento das famílias, quanto ao apetite às compras.

“A recuperação está mais lenta que o esperado e as projeções mostram que teremos um segundo semestre ainda tímido para as finanças do brasileiro, mesmo com o avanço de reformas estruturais, cujos efeitos serão sentidos no longo prazo. A expectativa é que a inadimplência comece a apresentar recuos a partir de 2020”, afirmou.

Regiões

O indicador mostrou alta no número de inadimplentes em três das cinco regiões do país. Na Região Sudeste ocorreu maior crescimento em junho, na comparação com junho do ano passado (3,4%). Em segundo lugar, ficou a Região Norte, com alta de 2,2%, seguida da região Sul (1,79%). Com exceção da Região Norte, todas também apresentaram desaceleração nos atrasos. Já no caso das regiões Nordeste e Centro-Oeste, foram observados recuos de -0,6% e -0,3%.

Faixa etária

O levantamento também indicou que na faixa dos 18 aos 24 anos, houve queda de -22,7% e na faixa dos 25 aos 29 anos, de -9,1%. Na faixa que abrange pessoas de 30 a 39 anos, a inadimplência ficou praticamente estável (-0,8%). O maior crescimento no atraso de contas foi observado na população idosa, que varia de 65 aos 84 anos, cuja alta foi de 7,5%. Em seguida, aparecem os consumidores de 50 a 64 anos (3,9%) e de 40 a 49 anos (2,8%).

Valores

De acordo com a pesquisa, somando todas as pendências, cada consumidor inadimplente deve, em média, R$ 3.252,70, valor 0,4% inferior ao constatado no mês anterior (R$ 3.239,48). O valor representa quase três vezes e meia o salário mínimo no país (R$ 998,00). Em média, cada devedor tem duas contas em aberto.

Com relação às dívidas contraídas em nome de pessoas físicas em junho deste ano, na comparação com 2018, houve queda de 1,0%.

As despesas básicas para o funcionamento do lar, como contas de água e luz foram as que mais cresceram em junho de 2019, com alta de 17,2% na base anual de comparação.

As dívidas bancárias, como cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos tiveram alta de 2,7%. Já as compras feitas no carnê ou crediário, em estabelecimentos comerciais, caíram -5,2%, enquanto os atrasos em contas de internet, TV por assinatura e serviços de telefonia despencaram -20,3% no período.

De acordo com o indicador do SPC Brasil, mais da metade das dívidas pendentes (53%) de pessoas físicas no país têm como credor algum banco ou instituição financeira, seguido do comércio, que concentra 17% do total de dívidas não pagas e do setor de comunicação (11%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 10% das dívidas não pagas no Brasil.

“Para evitar o chamado efeito “bola de leve”, o consumidor deve priorizar o pagamento de dívidas com juros mais elevados, que, geralmente, são as dívidas bancárias. É preocupante que o segmento represente a maior fatia das contas em aberto no país. Uma opção que pode ser analisada em certos casos é a substituição da dívida por uma outra que cobra juros mais baixos, como é o caso do consignado”, disse o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Agência Brasil

 

 

Inadimplência com conta de energia na PB atinge R$ 57,7 milhões, diz Energisa

Clientes em situação de inadimplência podem ter o fornecimento de energia suspenso e nome incluído em listas de restrição ao crédito (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A inadimplência no pagamento de contas de energia elétrica na Paraíba atingiu um volume de R$ 57,7 milhões no mês de setembro, segundo a concessionária Energisa informou na quarta-feira (11). De acordo com a empresa, dos cerca de 1,5 milhão de clientes no estado, quase 350 mil estavam com contas em atraso no último mês.

Segundo o órgão, os clientes em situação de inadimplência podem estar sujeitos à suspensão no fornecimento de energia e ter o nome incluído em listas de restrição ao crédito caso não realizem o pagamento das dívidas.

Para evitar a situação, a empresa recomenda que o cliente procure uma das agências de atendimento da Energisa ou por meio de ligação telefônica, site ou redes sociais para negociar a dívida.

“A resposta é rápida e as condições são adaptáveis ao perfil da dívida”, explica Daniel Andrade, gerente do departamento de serviços comerciais da Energisa na Paraíba. Outra forma de negociação é por meio do programa de conciliação, realizado periodicamente pela Energisa em parceria com o Tribunal de Justiça da Paraíba. Apenas em 2017, o PróEndividados atendeu 1,4 mil clientes e negociou 11.523 contas.

G1

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Inadimplência nas escolas privadas atinge 35% na PB

A inadimplência nas escolas privadas na Paraíba atingiu um percentual de 35% neste ano. Com relação aos últimos anos a média era de 30%, que foi o valor do ano passado, excluindo 2015, que obteve um índice histórico de 50%, segundo o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado da Paraíba (Sinepe -PB), Odésio Medeiros.

Para negociar com os responsáveis e regularizar a situação de cada caso, deixando de negativar o nome no Serasa e no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), vai ser realizado um mutirão nas escolas, contra a inadimplência, depois do dia 15 de outubro. “As escolas estão à disposição das famílias para negociar da melhor forma possível”, comentou o presidente da Sinepe.

De acordo com o presidente Odésio Medeiros, o diretor de cada escola vai convidar os devedores para que cada caso seja estudado detalhadamente e negociado. “Muitos casos de negligência do responsável acontecem porque os pais não priorizam a escola do filho, como faz com as contas de água, energia e telefone, que se não pagar são cortadas”, lamentou.

pbagora

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Inadimplência entre as empresas cresceu 5,1% em 2016, aponta SPC

Pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o número de empresas inadimplentes no País cresceu 5,01% em 2016.  Em 2015 o índice foi de 11,9%, e segundo as entidades mesmo 2016 tendo sido mais um ano de crise econômica no Brasil, o indicador apresentou desaceleração.

Restrição ao crédito é um dos motivos por desaceleração de inadimplência de empresas
EBC

Restrição ao crédito é um dos motivos por desaceleração de inadimplência de empresas

O indicador foi analisado em todas as regiões brasileiras, e o Nordeste é o local em que houve a maior taxa de inadimplência no setor empresarial, com elevação de 6,96% no comparativo com 2015. Logo em seguida vem o Norte (6,45%), Centro-Oeste (4,49%), Sudeste (4,44%) e o Sul (3,19%).

Segundo as instituições, apenas a área de serviços é responsável por 68% do total das dívidas, setor esse que engloba bancos e financeiras.

Motivo

De acordo com o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o cenário da desaceleração da negativação das empresas ocorre por que, “o movimento da inadimplência sofre a influência de dois vetores principais que atuam em direção oposta: o primeiro é redução da capacidade de pagamento das empresas, que tende a elevar o número de contas pendentes; o segundo é a restrição do crédito, que, ao reduzir o estoque de dívidas, limita também o crescimento da inadimplência”, explica.

O indicador do mês de dezembro revela que o comércio é o que mais deve para os credores, pois registrou alta de 11,34%. A indústria já obteve uma elevação de 8,40% e os serviços de 1,13%.

Os números são alarmantes para o setor de serviços no que diz respeito a participação do total de dívidas a pagar. O comércio vem logo em seguida com 17,62% da inadimplência e depois a indústria com 12,31%.

Metodologia

O balanço a respeito da inadimplência das empresas brasileiras sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados do SPC Brasil e da CNDL tanto das capitais quanto dos municípios do interior dos 27 estados do País.

iG

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Inadimplência no mercado de crédito fica estável em setembro

inadimplenciaA inadimplência média das operações de crédito no sistema financeiro ficou estável em 3,7% em setembro, mostrou o Banco Central (BC) nesta quarta-feira. Nas operações com pessoas físicas, o índice de calote subiu de 4,1% para 4,2% de agosto para setembro. Já no crédito a pessoas jurídicas, a inadimplência ficou estável em 3,3%.

Considerando as operações de pessoas físicas com recursos livres, a taxa de calote ficou estável em 6,2%, enquanto as empresas mantiveram nível de inadimplência de 5,5%. Assim, a inadimplência total com recursos livres ficou estável em 5,9%.

No crédito direcionado, a inadimplência total subiu de 1,5% para 1,6%. A inadimplência das pessoas físicas ficou em 2%, após marcar 1,8% em agosto, e das empresas permaneceu em 1,3%.

Os empréstimos com recursos livres são aqueles cujas taxas são definidas livremente entre os bancos e os tomadores em cada operação. Incluem, por exemplo, cheque especial, cartão de crédito e financiamento de veículos.

O crédito direcionado é composto por operações cujos juros ou cuja fonte de recursos são definidos pelo governo, como o financiamento habitacional e o crédito rural, por exemplo.

Juro

A taxa de juro média cobrada nas operações de crédito como um todo registrou alta de 0,1 ponto percentual em setembro, saindo de 32,9% ao ano em agosto para 33% um mês depois. Em 12 meses, o custo médio do dinheiro aumentou 3,7 pontos percentuais.

Em setembro, a baixa dos juros ficou concentrada no segmento de pessoas jurídicas, com recuo de 0,6 ponto porcentual, para 21,4% ao ano. No caso das famílias, as taxas avançaram 0,7 ponto porcentual, para 42,5% ao ano.

Concessões de crédito

O sistema financeiro concedeu em setembro 2,1% a menos em novos empréstimos e financiamentos em comparação a um mês antes, apontou o Banco Central (BC). O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento de 7,2%, na comparação com agosto.

Houve alta nas concessões para empresas e redução nas operações com famílias. Na comparação dos volumes acumulados em cada mês, as concessões para clientes corporativos aumentaram 5%, somando R$ 122,6 bilhões em setembro.

Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 152,5 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 7,2% abaixo do que tinha concedido em agosto.

Sob o ponto de vista do tipo de recurso usado pelas instituições para fornecer o crédito, a concessão com recursos livres caiu 1,5% e com recursos direcionados recuou 7% no mês passado.

As concessões no crédito direcionado caíram 17,1% nas operações com pessoas físicas, enquanto foi registrada uma alta de 3,6% nas operações com empresas.

Quando são consideradas as concessões no crédito livre, o volume subiu 5,2% nas operações com empresas e diminuiu 6,2% nas operações com as famílias.

Estoque

O estoque total de crédito do país recuou 0,2% em setembro, para R$ 3,110 trilhões. Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC para 12 meses, o estoque de operações saiu de 51,2% em agosto para 50,8% um mês depois. Em 12 meses, o recuo do estoque de crédito está em 1,7%.

O saldo total do crédito livre caiu 0,2% em setembro sobre o mês anterior, totalizando R$ 1,547 trilhão. O crédito direcionado diminuiu 0,2% no período, para R$ 1,563 trilhão.

No crédito às famílias, o saldo total aumentou 0,1% entre agosto e setembro, chegando a R$ 1,541 trilhão. Para as empresas, a retração foi de 0,4%, com o montante somando R$ 1,569 trilhão.

Valor Econômico

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Minha Casa Melhor tem inadimplência de 35,2%

caixaO programa Minha Casa Melhor, que dava empréstimos em condições especiais para a compra de eletrodomésticos e móveis para beneficiários do Minha Casa Minha Vida, deu prejuízo de R$ 534,4 milhões aos cofres públicos.

O número consta de relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre as contas da Caixa Econômica Federal em 2014. Segundo o órgão de controle, o banco estatal reteve esse valor para cobrir prejuízos com eventual calote dos tomadores do empréstimo.

Segundo a CGU, a Caixa vendeu R$ 1 bilhão de crédito “podre” do Minha Casa Melhor, de uma carteira total de R$ 2,7 bilhões, para a Empresa Gestora de Ativos (Emgea), vinculada ao Ministério da Fazenda. Essa empresa foi criada pelo governo para absorver prejuízos dos bancos com clientes inadimplentes. No total, a Caixa vendeu R$ 7,2 bilhões de crédito “podre” à Emgea (incluindo o valor de R$ 1 bilhão do Minha Casa Melhor). Pela operação, recebeu R$ 1,5 bilhão.

A Caixa repassou parte da carteira do Minha Casa Melhor por causa do alto índice de inadimplência do programa: 35,2%. Em linhas similares oferecidas pela rede bancária para a compra dos mesmos produtos, o calote médio gira em torno de 10%, segundo o Banco Central. O relatório da CGU diz que a área de gerenciamento de risco da Caixa admitiu que a operação apresentou pouco impacto nos indicadores de risco, que continuaram em patamares elevados.

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O órgão também constatou indícios de irregularidades no programa por ter havido concessão de empréstimos a pessoas que não eram beneficiárias do Minha Casa Minha Vida. Se confirmados, os prejuízos nesses casos somariam mais R$ 6,9 milhões. Em nota, a Caixa respondeu que o montante identificado pela CGU como irregular corresponde a menos de 0,26% do que foi contratado. “A Caixa está analisando individualmente esses contratos para se certificar se esses indícios se referem a irregularidades de fato”, disse o banco.

O Minha Casa Melhor foi lançado em junho de 2013, como vitrine eleitoral da presidente Dilma, que buscava a reeleição. O produto sempre foi rejeitado pela equipe técnica do banco.

A Caixa recebeu R$ 8 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões foram direcionados para o Minha Casa Melhor – o resto foi usado para capitalizar o banco. No lançamento, o governo anunciou que atenderia 3,7 milhões de famílias. No entanto, só 640 mil famílias receberam o cartão para comprar produtos como geladeira, fogão, lavadora, TV, guarda-roupa, cama, mesa e sofá.

Para compensar a perda com a inadimplência dessa linha, o governo dispensou a Caixa de repassar esses R$ 534,4 milhões do lucro líquido. O valor foi calculado com base na fotografia da linha em 2014, mas pode alterar até o fim do pagamento dos contratos – o prazo era de dois anos.

Banco Pan. A CGU considerou “insatisfatório” o retorno financeiro do Banco Pan para a CaixaPar. O Banco Pan é o novo nome do PanAmericano, que pertencia ao apresentador Silvio Santos e foi vendido no fim de 2010, após descoberta de um rombo contábil de R$ 4,3 bilhões. Hoje, a Caixa detém pouco mais de 40% do banco.
Desde que comprou a instituição, a Caixa aportou R$ 2 bilhões. Para a CGU, o Banco Pan ainda não apresentou “sinal sustentável” de recuperação e, por isso, necessitou constantemente de aportes para adequar-se às regras de exigência de capital.

Estadão

Inadimplência atinge 50% em escolas privadas na Paraíba, diz sindicato

inadiplenciaA inadimplência nas escolas privadas na Paraíba atingiu um índice histórico de 50%. A média registrada nos últimos anos era de 30%, segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado da Paraíba (Sinepe-PB), Odésio Medeiros. Por conta disso, as escolas estão encaminhando os nomes dos pais devedores aos órgãos de proteção de crédito.

“Nunca chegamos a 50% de inadimplência, essa é uma marca histórica. As pessoas estão usando a crise para deixar de quitar suas obrigações mas, quando matricularam os filhos, essas despesas já estavam previstas no orçamento”, reclamou Odésio.

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São considerados inadimplentes mensalidades em aberto há pelo menos 60 dias. Segundo o sindicato, desde o início de setembro os pais inadimplentes estão sendo chamados para negociar e, só nos casos em que não houver acordo os nomes são encaminhados para o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Segundo Odésio, a Paraíba tem 720 escolas privadas, do ensino infantil ao médio. O sindicato representa escolas de todo o estado, exceto de Campina Grande.

O secretário do Procon-JP, Helton Renê, salientou que a atitude das escolas em enviar os nomes dos devedores aos órgãos de proteção ao crédito e não renovar a matrícula é legítima e vale como defesa dos empresários. “Agora o aluno não pode sofrer qualquer tipo de constrangimento, seja pedagógico ou financeiro”, alertou.

G1

Inadimplência com cheques em julho atinge maior nível desde 1991

chequesO percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por falta de fundos ficou em 2,24% em julho. De acordo com a Serasa Experian, esse é o maior nível de inadimplência para o mês de julho desde o início da série histórica, em 1991.

Em julho do ano passado, esse percentual foi de 2,03% e, em junho de 2014, o indicador chegou a 1,92%. No acumulado dos primeiros sete meses deste ano, o percentual de devoluções foi de 2,11% e, no mesmo período do ano passado, chegou a 2,07%.

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Entre os estados, Roraima foi o que apresentou o maior percentual de liderou o ranking estadual dos cheques sem fundos nos primeiros sete meses de 2014, com 12,13% de devoluções. na contramão, está o Amazonas, com o menor percentual (1,15%). Entre as regiões, a Norte liderou o ranking, com 4,31% de cheques devolvidos, e a região Sudeste foi a que apresentou o menor percentual (1,62%).

Segundo os economistas  da Serasa Experian, a alta da inadimplência com cheques revela a maior dificuldade que o brasileiro está tendo para honrar com seus compromissos financeiros no início deste segundo semestre do ano. “Estagnação da economia, juros elevados, inflação ainda em patamar desconfortável e enfraquecimento do mercado de trabalho são alguns dos elementos que contribuem para esta elevação”, diz a Serasa, em nota.

G1

Escolas privadas da Paraíba levam calote de até 30% de alunos com inadimplência

Reprodução/ Assessoria
Reprodução/ Assessoria

A rede privada de ensino da Paraíba começou o ano letivo de 2014 com um déficit de 30% no pagamento das mensalidades. Na maioria dos casos, as dívidas são compostas por famílias que decidem colocar os filhos no mesmo colégio e não conseguem arcar com os custos assinados em contrato.

A situação se agrava por que a escola fica impossibilitada de realizar a quitação de impostos e continuar mantendo os serviços de modo satisfatório aos estudantes. Para o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado da Paraíba (Sinepe), Odésio Medeiros ocorre uma inconsistência na prestação de serviços. “Os colégios dão prioridade para a folha de pagamento dos funcionários mas existem outras necessidades como a limpeza dos ambientes, manutenção de água e energia elétrica. E além disso, o que entra ainda não é bastante para cobrir as dívidas existentes”, disse o presidente do Siepe, lembrando que o saldo devedor das escolas em 2013 foi de R$ 200 mil.

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Outro dado alarmante é que os responsáveis pelos alunos têm informado dados incorretos às escolas, a fim de driblar o envio das dívidas aos serviços de proteção ao crédito. “Esgotadas as tentativas de negociação, as instituições de ensino remetem os dados ao Serasa ou a iniciam processo na justiça, para requerer os pagamentos. E é então que descobrimos que os pais dos alunos emitem cheques com assinaturas falsas e documentos com numeração trocada para evitar as cobranças”, destacou Odésio Medeiros.

Pela lei, as escolas da rede privada não podem restringir o acesso dos alunos as salas de aula por motivo de inadimplência. A solução adotada até o momento é não renovar as matrículas dos alunos com dívidas e anunciar até o mês de outubro de cada ano sobre as alterações nas tabelas das mensalidades que serão praticadas no ano posterior.

 

 

portalcorreio

Inadimplência cai 1,5% em janeiro e sobe 12,9% em um ano, diz Serasa

Businessman Using CalculatorA inadimplência dos consumidores brasileiros caiu 1,5% em janeiro em relação a dezembro, informou nesta sexta-feira (15) a Serasa Experian, citando aumento das renegociações e recuo nos juros como algumas das causas para o terceiro mês seguido de queda.

Na comparação com janeiro de 2012, no entanto, houve alta de 12,9%.Na véspera, o Serviço de Proteção ao Crédito em parceria com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (SPC/CNDL) afirmou que a inadimplência do consumidor cresceu 11,8% sobre o mesmo mês de 2012 e estimou um crescimento menor das vendas este ano.

Segundo a Serasa, as dívidas não bancárias (cartões, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) e a inadimplência com os bancos foram as responsáveis pela queda do indicador na comparação com dezembro, com variação negativa de 0,5% e 3,3%, respectivamente.Os títulos protestados subiram 14,8% e impediram uma queda maior da inadimplência, informou a Serasa.2012No ano de 2012, na comparação com 2011, a inadimplência teve alta de 15%.

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Em dezembro, a inadimplência do consumidor pessoa física cresceu 14,2% na comparação com o mesmo mês de 2011 e caiu 1,5% frente ao mês anterior.

 

G1