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Por que é importante escovar a língua diariamente?

Os hábitos de higiene pessoal estão cada vez mais incorporados no nosso dia a dia, isso porque sabemos dos benefícios que eles proporcionam para saúde e bem-estar do corpo.

Atualmente, não existem mais dúvidas da importância da escovação dos dentes e uso regular do fio dental. Porém, muitas pessoas ainda se questionam sobre a escovação da língua, e por isso acabam deixando a prática de lado por não entenderem a necessidade.

A boca é uma região extremamente contaminada por bactérias e a higiene dessa região faz com possamos manter as bactérias em quantidades que não sejam suficientes para nos causar mal. Ou seja, nunca conseguiremos acabar com as bactérias da boca, mas com a higiene, conseguimos mantê-las em uma quantidade que não nos afete.

Da mesma forma que ficam ao redor de todos os dentes, presas através do biofilme bucal, que é como se fosse uma massinha que vai se formando nos dentes, com fácil remoção com escovação constante – mas que pode ficar mais difícil de ser removida se a escovação não for bem feita – essa bactérias também se fixam a língua, que é uma superfície áspera e aderente.

Quanto mais sulcos apresentar a língua, mas resíduos e bactérias ficarão presos a ela. Muitas vezes, a língua fica com uma camada mais esbranquiçada de células descamadas sobre ela, que chamamos de saburra lingual. Isso deve ser removido, melhor ainda, não devemos permitir que se forme. Além disso, a falta de escovação na língua pode causar mau hábito.

Se você está buscando por benefícios de manter a escovação diária da língua, veja abaixo algumas vantagens:

  • Ajuda manter o fluxo salivar, o que muito bom principalmente em idosos que costuma ter uma baixa salivação
  • Livre de bactérias e saburra conseguimos deixar as papilas gustativas aptas para sentir de forma melhor o sabor dos alimentos
  • A língua estando saudável manteremos a sua cor mais rosada.

 

por Milton Sabino

 

 

 

Sexo na terceira idade: 94% consideram importante, mas assunto ainda é tabu

A discussão sobre o sexo ainda é um tabu entre as pessoas e, quando se trata de sexo na terceira idade então, o preconceito aumenta. No entanto, uma pesquisa realizada pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (Prosex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), revelou o que os idosos pensam sobre o assunto e 94,2% dos entrevistados responderam que o consideram importante (51,2%) ou muito importante (43%).

“Embora muita coisa tenha mudado e tenhamos a impressão de que hoje é mais natural falar sobre sexo, a sociedade ainda aborda essa temática com certa vulgaridade. Muitas mulheres temem julgamentos relacionados a certos comportamentos sexuais, o que acaba fazendo com que limitem o próprio prazer. Não é tão fácil nem tão rápido se libertar de padrões anteriormente impostos”, declarou a pesquisadora.

A professora Guita Grin Dedert, da Universidade de Campinas (Unicamp) realizou estudos sobre a erotização da velhice. “A pesquisa traz o que a gerontologia tem falado a respeito e o que as pessoas de mais idade falam sobre a vida sexual. O estudo mostrou que até muito recentemente, não se falava nisso, a velhice era vista como um momento do fim da vida sexual. Hoje há uma mudança. Não há como se falar em boa qualidade de vida, sem sexualidade satisfatória. Os médicos falam que há diminuição, mas, a tendência é mostrar que é muito melhor na terceira idade. Os homens tem que entender que o corpo todo é composto por áreas erógenas e as mulheres que podem se libertar da repressão de outras etapas da vida. O central não é a função erétil, é o corpo todo”, afirmou.

A antropóloga revela que a visão da velhice mudou. “Estão envelhecendo mais, mas,a  própria visão da velhice é muito diferente, um novo mercado consumidor importante, tecnologias em todas as classes sociais, têm mais recursos. Um grupo específico de mulheres com 70 anos ou mais viram com muita satisfação a viuvez, porque as obrigações sexuais não tinham mais que ser cumpridas. Era uma geração que fazia mais por obrigação e reprodução e não como momento de prazer. Para os homens, a função erétil ainda é central. As novas gerações de mulheres velhas provavelmente vão tratar essa questão de outra maneira. A minha geração (tenho 66 anos) já vê o prazer sexual como direito e vive no contexto em que a vida boa implica vida sexual gratificante”, destacou Guita.

Doenças podem atrapalhar

O sexo na terceira idade, porém, pode encontrar barreiras que vão além do tabu. Pacientes com doenças reumáticas, por e podem ter dificuldades durante o sexo por diversos fatores. “A artrite causa dor, alteração na imagem corporal, deformidade (se vê de forma diferente), as medicações interferem na libido, altera a lubrificação, transtorno de humor. Não há restrições específicas, mas, são orientados a posições alternativas para quem tem acometimento de joelho, quadril. Estamos desenvolvendo um material de fácil compreensão para pacientes na sala de espera do ambulatório. É um tabu, não é uma temática muito presente na formação profissional. Temos que lembrar que é importante para a saúde física e mental, tanto como o sono ou alimentação. Na sala de espera, os pacientes já perguntam e falam espontaneamente da sexualidade”, destacou a coordenadora da Comissão de Artrite Reumatóide, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

Embora a artrite seja mais comum em faixa etária anterior à terceira idade, por ser uma doença crônica, acompanha os pacientes pelo resto da vida. Na Universidade de Brasília (UnB), o ambulatório de artrite reumatóide do Hospital Universitário trabalha a sexualidade com os pacientes e profissionais de saúde e pretende lançar uma cartilha para pacientes com orientações e posições alternativas, para aqueles em que a doença causa alguma limitação física. “Acomete mais as mulheres entre os 30 e 50 anos. Em paralelo entra a questão da sexualidade que a doença traz e entender quão frequente é o problema. Não é abordada adequadamente, então temos um material com orientações para médicos”, informou Lícia Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatóide, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

Doença não atrapalha

Maria Augusta Lins, 69, e Antônio Nunes, 73, casados há 55 anos, contam que os problemas de saúde não atrapalham a intimidade do casal. “Tenho artrose, mas, não sinto nada, nem dor na unha. Estamos sempre no médico, se cuidando. Na hora do amor, não dificulta. Ela é muito ativa, cozinha, lava. À noite quando se aquieta é que sente uma dorzinha. O amor continua do mesmo jeito. Nunca brigamos, sou muito rico pela família que tenho. A gente só anda assim de mãos dadas, é a corda e a caçamba, não sai sem o outro”, disse Antônio.

José Agripino, 71, e Verônica Costa, 63, frequentam o Clube da Pessoa Idosa. Para eles, a atividade física contribui para a saúde e para o relacionamento íntimo. “Temos uma filha solteira em casa e isso prende um pouco porque não queremos viajar e deixá-la só. De quando casamos para hoje, temos mais intimidade, respeito, fazemos as coisas com mais naturalidade. Engordamos mais. Ela é meio freio de mão, porque sou muito estressado. Fiz duas cirurgias de pulmão e coração ano passado e por um momento isso interferiu a vida íntima, a resistência era menor. Mas, hoje o médico liberou tudo, não tem restrição ao sexo. Claro, me canso mais, só que o coração está bom em todos os sentidos. Faço pilates e hidroginástica também, quero fazer duas atividades físicas por dia. No Clube da Pessoa Idosa há palestras sobre sexo, todo mundo tem muita experiência, conta piadas imorais (para menores de idade) que para a gente é natural. A gente não planeja quando vai fazer amor, acontece”, relatou o bancário aposentado.

Diálogo é o caminho para desmistificar

O terapeuta ocupacional da UnB, Pedro Tavares, explica que a melhora na comunicação entre profissionais de saúde e pacientes ajuda a desmistificar a sexualidade, apesar do problema. “A artrite não tem cura, vimos nas pesquisas do HU, a necessidade do paciente e dificuldade para atividades sexuais, desde as mais simples, como passear e manter a rotina de intimidade, preparar jantar, comer fora e até no próprio ato sexual. E da mesma forma, nas atividades cotidianas. É mais difícil, porque ele tem vergonha de falar e o profissional de perguntar. Passado esse primeiro problema, ele tem a demanda e temos como ajudar. É uma questão comum do envelhecer, artrite e artrose, desgaste da articulação. É muito tranquilo orientar a modificar as atividades”, declarou.

O diálogo aproxima da solução. “Se deixa de fazer porque dói em posição diferente, pode-se orientar quanto à medicação. Falar com o médico é importante, quase nunca relatam problema, o médico tem que saber e orientar. As soluções podem ser simples, mudar o esquema de medicamentos (algumas modificam a lubrificação e libido), no pico da ação analgésica, de repente um banho morno, que relaxa a musculatura, posturas diferentes, usar lubrificante à base de água e outras terapias. O importante é não ficar calado com o problema, favorecer a comunicação dos dois lados. Não é um tema fácil nem entre os estudantes, que têm receio em perguntar. É um tabu falar sobre sexualidade da pessoa idosa. Não é tanto uma questão de geração, é o meio social. Fala-se pouco de sexo em vários ambientes, é pouco discutido no sistema de saúde, nas consultas”, revelou Pedro.

“Manter a atividade sexual é uma das principais formas de qualidade de vida. Muito comum pegar pessoas casadas há mais de 20 anos, já tem dor e ter que lidar com mais essa questão. O próprio parceiro às vezes não entende. Pesquisas mostram o medo do paciente do que o profissional vai achar se ele perguntar isso e o médico teme invadir a intimidade, há uma falha na comunicação. A dor limita a atividade física, favorecendo o ganho de peso e a autoimagem. Não consegue se arrumar direito, se maquiar, muita fadiga, dor e cansaço, o sono não recupera, já acorda cansado, não tem energia para muita coisa”, concluiu Pedro.

Longevidade traz desafios

Em 15 anos, a população acima de 60 anos cresceu 3,27% na Paraíba. Diversos desafios surgem para essa camada da população, como a mobilidade e saúde. Em todo o Estado há apenas 18 geriatras, especialista que cuida da saúde do idoso. Mas, a explicação para a mudança na pirâmide etária compreende um conjunto de fatores. O geógrafo Sinval Almeida aponta que em 50 anos, o crescimento populacional chegará ao nível zero. “As pessoas estão envelhecendo mais porque diminuiu a taxa de natalidade. O custo da reprodução humana é muito caro na sociedade urbanizada, filho é muito caro à medida que o planeta se urbaniza. O Brasil é 85% urbanizado. No campo, um filho é um braço a mais, na cidade, uma boca a mais. Associado a isso, a inserção da mulher no mercado de trabalho a eleva à condição de cidadã, política, independente, que decide quantos filhos vai ter e estão tendo menos. Está tudo interligado”, esclareceu o professor.

Para Sinval, professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal da Paraíba, o acesso à educação também interfere na geografia da população. “Homens e mulheres passam a planejar a vida. Isso faz com que a taxa de natalidade se rebaixe. No futuro o crescimento demográfico vai zerar. Quanto mais diminuir o ritmo de crescimento, automaticamente envelhece mais porque aumenta a expectativa de vida, o acesso a métodos anticoncepcionais, acesso à informação. As pessoas estão vivendo mais, porém, doentes, obesidade, problemas gástricos. A mortandade da juventude no Brasil também interfere no envelhecimento, que poderia ser maior. Hoje gira em torno de 75 anos para a mulher e 72,5 anos para o homem. Poderia ser 77 se não tivesse essa mortalidade enorme, majoritariamente masculina”, apontou.

Sinval enuncia que se não houver cuidados na área de saúde, no futuro a população precisará muito mais de remédios. “vamos ter uma população dependente de medicamentos. O Brasil não tem uma efetiva discussão educacional. A população está tendo muita mudança demográfica, mas, não está muito informada. Talvez 20% ainda tenha carência alimentar e outra parte está obesa, com problemas de pressão e coronários. Não é vantagem envelhecer com população doente, que vai ficar muito cara ao sistema de saúde. Muito sal, gordura e açúcar, precisa de reeducação alimentar para reduzir o câncer, depressão, estresse e viver mais 10 anos. Em 30 anos, a expectativa aumentará para 85 anos”, concluiu.

correiodaparaiba

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Botafogo-PB inicia sequência mais importante de sua história enfrentando o Boa Esporte-MG

botafogoQuando Botafogo-PB e Boa Esporte-MG subirem de seus vestiários logo mais, no estádio Almeidão, em João Pessoa, a bola rolará para o primeiro confronto das quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro. A partida terá início às 21h.

Quem se der melhor nos dois confrontos ficará com uma das quatro vagas reservadas para a segunda divisão nacional de 2017. O duelo final está marcado para o próximo dia 9, em Varginha-MG.

No último dia 28, o Botafogo-PB completou 85 anos, e pela primeira pode conseguir o acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro, sonho da torcida e da diretoria desde a reestruturação do clube, que se iniciou em 2012, em um acordo de união entre as diferentes vertentes da política interna botafoguense. Os próximos 180 minutos em campo serão os mais importantes da história do time da Maravilha do Contorno.

A torcida movimentou-se durante toda a semana em torno desta partida, e só na segunda-feira foram vendidos aproximadamente 4 mil ingressos, e a promessa é de casa cheia.

Jogando em sua casa, o Belo alcançou 22 pontos de 27 disputados na fase de grupos da terceira divisão neste ano. No total foram sete vitórias, um empate e uma derrota.

Pelo lado da equipe mineira, o objetivo é voltar para a divisão onde sofreu a queda na temporada passada. O Boa tem o melhor ataque da Série C, ao lado de Botafogo-SP e Juventude-RS, com 28 gols marcados, e tem isoladamente a melhor defesa, com apenas 10 gols sofridos.

Para o confronto de logo mais, o Botaf0go-PB tem apenas um problema com relação ao seu elenco. O volante Sapé, que sofreu uma pancada no joelho na partida da Copa do Brasil contra o Palmeiras, não se recuperou e não será utilizado pelo treinador Itamar Schulle. O artilheiro Rodrigo Silva é a principal novidade para a noite de hoje. Ele, que havia sido poupado na vitória diante dos paulistas, devido a dores na coxa direita, vai voltar a equipe titular. O meio-campista Marcinho, que vinha alegando dores no tornozelo direito durante os últimos jogos, também é outro que está totalmente recuperado para a primeira decisão. Não muito diferente de todas as outras rodadas da terceirona, o comandante botafoguense escondeu os treinos coletivos durante a semana, e não deu ideias de um possível time titular.

O clube mineiro chegou na capital paraibana na última quarta-feira (28). Na bagagem, dez jogos sem perder na Série C. Foram 24 pontos conquistados neste período, e a classificação garantida com uma rodada de antecedência. Além do ótimo desempenho recente, o Boa desembarcou completo para o primeiro duelo ante o Botafogo-PB. O treinador Ney da Matta conta com dois espiões conhecidos do Belo. O atacante Daniel Cruz, que chegou a atuar pelo Belo no início da temporada, e o lateral-esquerdo Filipe Ramon, que até um mês atrás defendia as cores do Campinense.

A arbitragem será padrão FIFA. O goiano Wilton Pereira Sampaio será o comandante do apito, e terá o auxílio de seus conterrâneos Adailton Fernando Menezes (CBF-1) e Márcio Soares Maciel (CBF-1). O quarto árbitro será o paraibano João Bosco Sátiro (CBF-2).

Escalações

Botafogo-PB: Michel Alves, Gustavo, Plínio, Marcelo Xavier, David Luís; Djavan, Val, Pedro Castro, Marcinho; Carlinhos, Rodrigo Silva. Técnico: Itamar Schulle.

Boa Esporte: Daniel, Juan Melgarejo, Edson Borges, Bruno Maia, Romano; Leonardo, Itaqui, Fellipe Mateus, Tchô; Carlos Renato, Ricardinho. Técnico: Ney da Matta.

Voz da Torcida

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Diabetes: por que é importante monitorar a glicemia?

diabetesO diabetes é uma doença crônica, e como tal, precisa de cuidados por toda a vida. Mas, acredite, é possível levar uma vida normal tendo esta doença, desde que se tenha um controle adequado, o que pode ser conseguido através do monitoramento daglicemia. O melhor recurso para isso é a medição através dos glicosímetros, aparelhos que medem a glicose no organismo, por meio de uma gota de sangue: os famosos aparelhinhos que picam o dedo.

“Pacientes que se tratam com insulina, ou seja, com diabetes tipo 1, gestacional e alguns com diabetes tipo 2, precisam monitorar constantemente esse índice para aplicarem a quantidade certa do hormônio”, explica o endocrinologista Walter Minicucci, especialista em endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. No entanto, mesmo diabéticos tipo 2 que usam medicamento oral podem se beneficiar dessa prática. “Nesses casos, a medição pode ser feita quando o paciente está doente ou sob algum fator que cause alteração em sua glicemia”, considera o especialista.

Além disso, existem diversas vantagens em fazer um monitoramento mais próximo de sua glicemia. Entre eles: saber como se o tratamento está indo bem, entender com mais facilidade as oscilações da glicemia, oferecer um controle em relação aos alimentos ingeridos, prevenir possíveis complicações e evitar a hipoglicemia noturna. Veja a seguir cada uma delas:

Avalia como está indo o tratamento

Para o médico é muito importante medir a glicemia do paciente e acompanhar essa relação. “Sabemos que quanto mais controlados estão os níveis de glicemia capilar melhores serão os níveis da hemoglobina glicada”, explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, médica Colaboradora do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

A hemoglobina glicada é um exame que mostra a média dos níveis de glicose do paciente nos últimos três meses. No entanto, muitas vezes ela pode apresentar um resultado que não representa com exatidão os níveis de glicemina do paciente. Isso porque, se o indivíduo apresentou muitas variações na glicemina ao longo de um período, os marcadores do exame podem tirar uma média e apontar que a quantidade de açúcar está normal, mas nem sempre está. “É como se o paciente estivesse com uma temperatura média porque colocou a mão no fogo e depois no gelo várias vezes”, compara o endocrinologista Minicucci.

O monitoramento da glicemia capilar é feito na hora e por isso mostra de forma mais fiel o que está acontecendo com o paciente. Com essa informação, o profissional de saúde têm mais insumos para receitar medicamentos e até mesmo entender como outros fatores influenciam na medicação que ele recomenda. Por exemplo, corticoide pode afetar a glicemia, então através do monitoramento é possível perceber como ele está agindo no paciente e em qual horário.

Ajuda a entender a oscilação da glicemia

Para a endocrinologista Denise Franco, diretora da ADJ Diabetes Brasil, monitorar a glicemia tem um caráter educativo para o paciente também. “Com esse processo, ele começa a entender os hábitos que o levam a ter picos ou quedas de açúcar no sangue, e assim ele pode mudar isso”, considera a especialista. Dessa forma a pessoa com diabetes consegue ter noção de quais atitudes o ajudam a ter um diabetes mais controlado. Além disso, consegue relatar melhor ao médico suas impressões e ajudar no tratamento.

Traz um controle melhor da alimentação

Um dos fatores que mais causa oscilação da glicemia é a alimentação. “O paciente começa a notar que quando come uma pizza a noite, por exemplo, ele acorda com níveis glicêmicos altos, ou quando ele come arroz com feijão, salada e um pouco de carne, seus níveis ficam bem mais estáveis”, explica Minicucci. Dessa forma, o paciente começa a entender os efeitos dos alimentos na sua saúde e se torna mais autônomo e ativo no tratamento.

Previne complicações do diabetes descontrolado

Pacientes disciplinados são capazes de controlar melhor sua glicemia, entendendo o que pode levá-la a cair ou se elevar de forma preocupante. Portanto, é muito mais fácil evitar as complicações ocasionadas pelo diabetes descontrolado. “Essas consequências incluem infartos, derrames e obstruções nas artérias (que se ocorrerem nas pernas, podem causar amputações), acometimento da retina e dos rins (com perda da função renal) e a alteração na sensibilidade e nos nervos (a chamada neuropatia diabética), enumera Andressa.

No entanto, Minicucci ressalta que esse tipo de complicação ocorre em pacientes cuja glicemia está completamente descontrolada. Em pacientes que tem descontroles eventuais, o que pode ocorrer mesmo com quem monitora a glicemia, esses problemas costumam ser menos perigosos e ocorrer em longo prazo, o que permite o cuidado antes que eles evoluam. “Dificilmente um paciente que segue o tratamento corretamente poderá perder a visão ou ter que fazer hemodiálise”, frisa o especialista.

Evita a hipoglicemia noturna

A hipoglicemia é muito comum em pacientes que não controlam seu diabetes, principalmente os que fazem uso de insulina no tratamento. Nesses casos, é muito comum ela ocorrer durante a noite, quando o paciente fica em jejum por mais tempo . Esse quadro pode ser evitado quando o paciente se alimenta corretamente antes de dormir e também aplica a quantidade certa de insulina. “A partir do momento em que o paciente passa a enxergar melhor os períodos de maior ou menor glicemia, conseguimos avaliar na consulta médica uma melhor forma de ajustar as doses de insulina”, frisa Andressa.

minhavida

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Saiba por que é importante diminuir o sal das refeições

sal (1)Macarrão instantâneo, lasanha e pizza congelada, temperos prontos, margarinas vegetais, maioneses e embutidos (salsicha, hambúrguer, empanados, linguiça, salame e mortadela) são alguns alimentos recordistas em sal, nome conhecido do cloreto de sódio. Mas não só os alimentos salgados são vilões. Refrigerantes, biscoitos recheados e mistura para bolos costumam ter altas quantidades de sódio.

O corpo precisa deste mineral para manter o equilíbrio da água no organismo e ajudar na condução de estímulos nervosos e na contração muscular. Porém, o excesso do sódio faz com que as células retenham líquidos e fiquem inchadas. Esse desequilíbrio aumenta o volume do sangue nas artérias, provocando a elevação da pressão sanguínea, ou seja, o coração tem que bater com mais força para fazer o sangue circular.

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A Organização Mundial de Saúde recomenda o consumo diário de até dois gramas de sódio, mas os brasileiros consomem, em média, mais do que o dobro desta quantidade. A elevação da pressão arterial é silenciosa, não tem uma mudança no organismo para avisar que algo vai mal. “Quem tem casos de hipertensão na família deve ficar ainda mais atento para os hábitos alimentares”, alerta Sueli Gama, nutricionista do Centro de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz).

Mudança de hábitos – A maneira mais eficiente de diminuir o consumo de sal é dar preferência a alimentos frescos e usar ervas e temperos naturais, além de manter o saleiro longe da mesa. “A gente vai aumentando a quantidade de sal sem perceber e o nosso paladar vai se acostumando com o excesso de sal”, explica Sueli

As papilas gustativas, parte da língua responsável por diferenciar os sabores, demoram cerca de três meses para se adaptar a uma dieta reduzida em sal. Por isso, é questão de tempo o costume de apreciar o verdadeiro e sutil sabor dos alimentos.

Agência Brasil

Encontro de Brics e Unasul é o feito histórico mais importante desde a Guerra Fria

bricss As reuniões entre os chefes de governo dos Brics, em Fortaleza, e entre esse bloco e o da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), em Brasília, são o acontecimento mais importante na geopolítica mundial desde o fim da Guerra Fria. “É uma semana histórica que está acontecendo no Brasil”, afirma Emir Sader em seu comentário nesta quinta (17) na Rádio Brasil Atual.

“Eu diria até que é uma espécie de Bretton Woods do sul do mundo, que foi o acordo no final da Primeira Guerra Mundial pelas grandes potências capitalistas para controlar o sistema internacional, do qual surgiu o FMI”, ressalta. O cientista político avalia que a atual situação dos países do centro do capitalismo, União Europeia e Estados Unidos, está na contramão do desenvolvimento com integração, o slogan da reunião dos Brics e da criação de seu respectivo banco.

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“Se eu fosse tipificar o que faz a Europa hoje com sua política de austeridade, é exatamente contrário: recessão com exclusão de direitos. Então, são dois mundos completamente opostos.” Para Sader, a eleição do ex-primeiro-ministro de Luxemburgo,  Jean-Claude Juncker, como presidente da União Europeia, indica “claramente um contraponto” ao que fazem esses países e os Brics. Juncker é a favor do “paraíso fiscal” e é considerado um dos pais do programa de austeridade que provocou grande crise social na Grécia, em Portugal e na Espanha.

Segundo o sociólogo e colunista da RBA, a criação de bancos é um processo longo. “Um integrante da delegação chinesa disse que demoraria dois anos para o Banco dos Brics começar a funcionar”, ressalta, observando que não haveria ainda recursos disponíveis para ajudar a Argentina. O país tem duas semanas para se posicionar em relação à decisão judicial dos Estados Unidos que determinou que o pagamento da dívida com os credores que não participaram de acordo de renegociação.

“Apoio político ela tem, unanimemente. O problema é saber como se consegue brecar a decisão de um juiz que favorece 7%, quando 93% tinham aceitado a renegociação da dívida.” Sader aponta que é o mesmo mecanismo feito pelos Estados Unidos com países africanos. “É uma máfia que tem de ser quebrada”, afirma.

Unasul

Além da criação do Banco dos Brics, o bloco estabeleceu ontem (16) com a Unasul acordos políticos, como a defesa da presença de África e América do Sul no Conselho de Segurança da ONU. O presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, propôs ainda que a Unasul crie um banco que tenha relações com o dos Brics. Sader considera o funcionamento da Unasul precário e que precisa se fortalecer para que a proposta seja viável.

RBA

‘Jornal Nacional’ omite prêmio importante do Bolsa Família

SERGIO AMARAL / MDS
SERGIO AMARAL / MDS

O principal telejornal da TV Globo está demonstrando um parcialismo político e antipopular cada vez mais despudorado. Na edição de terça-feira (15), não mostrou a principal notícia sobre mais um êxito de uma política pública que combate um dos problemas históricos do Brasil, a pobreza. O Programa Bolsa Família ganhou um prêmio internacional comparável a vencer uma Copa do Mundo na erradicação da pobreza.

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O prêmio foi concedido pela principal instituição que promove a seguridade social no mundo e atua em 157 países, a Associação Internacional de Seguridade Social (ISSA). É uma premiação rara, pois é concedida somente de três em três anos. Segundo a ISSA, o Bolsa Família é uma experiência pioneira na redução da pobreza e modelo para demais países. Tanto a notícia é relevante que ela foi – como tinha de ser – destaque em outras redes de televisão. Jornalismo básico.

O expurgo da notícia pelo principal telejornal do país não chega a ser surpresa para quem acompanha a linha editorial das organizações Globo. Em sintonia com setores da oposição tucana que desdenha do programa social, o jornal O Globo já publicou diversos artigos e editoriais contrários ao Bolsa Família.

Nos telejornais, em geral, o programa só merece espaço no noticiário quando ocorre algum problema, como na recente onda de boatos mentirosos sobre o seu fim, que levou a uma corrida dos beneficiários para fazerem saques antecipados. Na TV há mais sobriedade nas críticas do que no jornal impresso, mas não faltam casos de dar voz excessiva aos críticos, enquanto censura opiniões favoráveis e premiações importantes como esta.

Mas os problemas de parcialidade do Jornal Nacional não ficaram só aí na edição daquela terça-feira. O telejornal também não divulgou a pesquisa eleitoral do Vox Populi que não foi muito favorável aos candidatos de oposição, o que seria mais do agrado dos donos da emissora. A sondagem mostrou que a oposição como um todo encolheu com a exclusão de uma das candidaturas, ou de Marina Silva (PSB) ou de Eduardo Campos (PSB) que, agora, no mesmo partido não poderão concorrer simultaneamente.

Para complicar a situação da oposição, quando Marina Silva é testada como candidata no lugar de Eduardo Campos, ela fica em segundo lugar, na frente de Aécio Neves (PSDB), com números semelhantes aos que já tinha antes. As intenções de votos que eram para Campos parecem migrar para Dilma em maior quantidade, em vez de ir para Marina. No cenário em que Campos é candidato no lugar de Marina, as intenções de votos dela são diluídas entre os outros candidatos, e Campos continua em um desconfortável terceiro lugar com cerca de metade das intenções de votos de Aécio Neves. Esse resultado pode aumentar desavenças dentro do PSB. A ilusão de que Aécio e Campos subiram alguns pontos a estatística explica: com apenas três candidatos para dividir o bolo de intenções de votos, a fatia de cada um fica maior do que se houvessem quatro.

Ah! Como se não bastasse ainda teve mais um capítulo da novela requentada das investigações sobre o PCC, parecendo querendo diluir a pauta das propinas pagas pela Siemens e Alstom a autoridades dos governos tucanos de São Paulo. Aliás o noticiário policial dominou a pauta.

Mas teve até uma matéria sobre propina paga na Suíça para um diretor da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Uau! Finalmente uma notícia desfavorável ao governo tucano paulista? Ledo engano. A reportagem termina poupando o PSDB e o governador Geraldo Alckmin, encerrando com o apresentador William Bonner lendo uma nota oficial do PSDB sobre o assunto, em vez do tradicional “procuramos ouvir o governador Geraldo Alckmin, mas sua assessoria disse que ele não se manifestaria”.

 

por Helena Sthephanowitz

POCILGA: importante órgão municipal abandonado causa problema de saúde pública na Rainha do Brejo

matadouro-guarabiraA vida  não está fácil em Guarabira. Um dos motivos é a falta de higiene e instalações inadequadas para o funcionamento do matadouro da cidade.

A denúncia foi feita pelo jornalista Wellington Farias, durante programa na rádio Correio Sat e que aguarda posicionamento do prefeito da cidade, Zenóbio Toscano que ainda não se pronunciou sobre o caso.

A fedentina no local é tão grande que incomoda até os motoristas que transitam na rodovia.

A vigilância sanitária do governo Estadual deve constatar as irregularidades e assim buscar providências para adequações do matadouro para ter seu funcionamento de forma exemplar.

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Em 2011,o Ministério Público pediu reformas do matadouro, através da assinatura da TAC- Termo de Ajustamento de Conduta firmando com a Promotoria do Patrimônio Público. O TAC exige a limpeza do local proporcionando à população um ambiente digno e higienizado para o abate dos animais, mas até hoje nada foi feito para se manter a higiene do local.

PB Agora

Ricardo Coutinho aproveita jogo importante do Botafogo para iniciar obras do Almeidão

almeidãoO governador Ricardo Coutinho (PSB) terá uma agenda bastante movimentada na noite nesta quarta-feira (23) com atividade em João Pessoa e Campina Grande. Ás 17h30, o chefe do Executivo estadual vai inaugurar a revitalização da Avenida Almeida Barreto, em Campina Grande.

Após esse compromisso, Ricardo Coutinho vai até a cidade de João Pessoa, quando assinará durante o jogo Botafogo e Paraíba, no Estádio da Graça, a autorização para obras de recuperação do Estádio Almeidão, na Capital paraibana. A solenidade está programada para acontecer partir das 20h.

Cumprindo essa atividade administrativa, Ricardo Coutinho voltará novamente à ‘Rainha da Borborema’, para assinar ordem de serviço das obras para recuperar o Estádio Amigão. A solenidade está marcada para às 10h, durante jogo do Santa Cruz e Campinense, no Amigão.

Avenida Almeida Barreto – Com 2,6 km de extensão e 10 m de largura, circulam na avenida diariamente mais de 10 mil veículos e que, após a reforma, terá uma grande melhoria no tráfego local.

A obra consiste em terraplanagem, drenagem, sinalização vertical e horizontal, calçadas laterais, iluminação ornamental e pavimentação em concreto asfáltico, que é o de melhor qualidade, segundo o diretor de obras do Departamento de Estradas e Rodagem da Paraíba (DER), Hélio Cunha Lima. O DER é um órgão ligado à Secretaria de Estado da Infraestrutura, responsável pela obra.

As obras de pavimentação e urbanização da Avenida Almeida Barreto foram iniciadas em maio de 2012 e concluídas neste mês de janeiro. A Avenida segue do Açude Velho até a Avenida Floriano Peixoto, no bairro do Centenário, em Campina Grande, que dá acesso aos bairros de Santa Rosa, Jardim Dinamérica, Malvinas e Bodocongó, entre outros. Foram investidos R$ 2.198.630,66, dentro do Programa Caminhos da Paraíba.

Na primeira etapa, foram executados os serviços de instalação dos tubos da drenagem de águas pluviais e esgotos, além da terraplanagem. Em seguida, foram feitas a pavimentação asfáltica, construção das calçadas laterais, sinalização vertical e horizontal e iluminação ornamental.

Em visita às obras, ano passado, o secretário de Estado da Interiorização e da Ação do Governo, Fábio Maia, ressaltou que o objetivo do Governo do Estado é modernizar a infraestrutura viária de Campina Grande, eliminar o congestionamento de tráfego na travessia da cidade, reduzir os acidentes de trânsito e o tempo de viagem, melhorar a qualidade de vida da população local e oferecer conforto e segurança aos usuários da avenida.

A partir das 17h30, o governador vai percorrer a nova Avenida, duplicada, iluminada e ornamentada, e ao lado do 2º Batalhão da Polícia Militar fará a inauguração oficial com descerramento de placa.

MaisPB

com assessoria do governador