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Governo de Solânea alerta sobre a importância da quarentena e lança a “Central de Informação Coronavírus”

Para informações, esclarecimentos, dúvidas, e sugestões da população, o Governo Municipal lançou a “Central de Informação Coronavírus” através do número 3363 2859.

Atualmente Solânea registra 51 casos de pessoas em quarentena domiciliar com e sem histórico de viagem. Os casos estão sendo monitorados por uma equipe da Vigilância Epidemiológica e acompanhados pelos agentes de saúde e profissionais de saúde das Unidades Básicas de Saúde do município.

No último boletim epidemiológico foram registrados 38 casos de quarentena com histórico de viagem e 13 sem histórico de viagem. Durante Live divulgada na última segunda-feira, 27, o Prefeito de Solânea, Kayser Rocha, alertou para a importância da quarentena. “Para manter a disseminação controlada na cidade precisamos da colaboração de todos”, disse. Segundo informações do Secretário de Saúde de Solânea, João Rocha, os casos de quarentena domiciliar com histórico de viagem aumentaram devido à chegada de um número significativo de pessoas de outros estados onde são registrados casos de Covid-19. “Pedimos encarecidamente que quem estiver chegando fique em casa, se resguarde e nos procure caso necessite. Pedimos também à população que nos ajude a identificar onde essas pessoas estão ficando para fazermos o monitoramento”, disse o secretário. Chamando a atenção para a importância dos cuidados de prevenção, isolamento social e medidas de higiene.  Após exames, três casos que estavam sendo investigados foram descartados em Solânea, por testarem negativos para Covid-19.

Central de Informação Coronavírus

Para informações, esclarecimentos, dúvidas e sugestões a população pode entrar em contato com a “Central de Informação Coronavírus” pelo número 3363 2859 das 08h00 às 15h00 ou  pelo email secsaudesolanea@gmail.com.

 Assessoria de Comunicação

 

Médico ressalta a importância de idosos se movimentarem, mesmo em isolamento devido ao coronavírus

Cerca de 30% das pessoas que frequentam academias de musculação em João Pessoa desde 2018 têm acima de 60 anos. Mas em virtude da pandemia provocada pelo coronavírus, todos estão em suas casas, cumprindo o isolamento social, mas, mesmo assim, eles recebem orientações e aulas de seus professores para fugirem do sedentarismo. Dados da Associação Brasileira de Academias (Acad) mostram que há dez anos os idosos representavam menos de 5% dos frequentadores de academias. Em virtude dessa necessidade o ortopedista especializado em coluna vertebral, Daniel Oliveira ensina exercícios que os mais velhos podem fazer sem sair de casa.

“Nessa fase, a mobilidade e força muscular acabam comprometidas e os exercícios são fundamentais para melhorar o sistema imunológico, tão falado no momento, a resistência, a coordenação motora, o equilíbrio e a disposição ao longo do dia. Além de melhorar a saúde cardiovascular, respiratória e diminuir o estresse nas articulações”, comentou o ortopedista.

Os idosos são apontados como grupo de risco para o coronavírus justamente pelas complicações advindas das características normais da idade avançada. Questões como a imunidade e o perigo maior quanto a doenças crônicas fazem com que o quadro de quem contrai o vírus se agrave, continua o médico.

O pedido é para que essas pessoas não saiam nas ruas. “Assim, aqueles que antes praticavam caminhada, hidroginástica ou atividades nas academias ao ar livre acabam sem saber o que fazer em suas residências e como realizar esses exercícios. Diferente do que muitos pensam, é possível movimentar o corpo sem sair de casa. Alongamentos, caminhadas leves, mesmo que pelos cômodos da casa, além de atividades que fazem uso do próprio peso corporal e danças são recomendadas e essenciais. Além dos benefícios para o corpo físico, as atividades auxiliam também na redução da ansiedade durante esse momento de pandemia”, comentou Daniel.

Ficar o dia todo deitado na cama ou sentado no sofá pode ocasionar dores na coluna e na lombar, além de prejuízos ao aspecto emocional dos mais velhos. A inatividade contribui para o aumento nas taxas de queda, de obesidade e doenças cardíacas. “É tudo que o idoso não precisa, ainda mais que está enquadrado como grupo de risco para a COVID-19. Hábitos devem ser recriados nesse período. Acordar, tomar banho, trocar de roupa e tomar um café da manhã saudável já fazem com que a cama não seja a primeira opção”, diz o ortopedista. Se ficar assentado no sofá, Daniel recomenda estipular um tempo específico para isso e, pelo menos a cada meia hora ou 40 minutos, levantar e andar pela casa. “Não gaste o dia inteiro em uma mesma posição. Tente outras atividades que exijam um pouco mais de esforço.”

 

pbagora

 

 

Dia Mundial da Atividade Física relembra a importância de se movimentar

O dia 6 de abril foi escolhido há anos como o Dia Mundial da Atividade Física. O objetivo é lembrar a todos que o sedentarismo é um alto fator de risco para a saúde. Desde 2002 por determinação da OMS (Organização Mundial da Saúde), vários países ao redor do mundo celebram esta data promovendo ações de impacto, tendo como foco dispersar a atenção da população para a importância de adotar um estilo de vida fisicamente mais ativo. O tema para o ano de 2020 é “Todo Passo Conta”, ressaltando que ninguém precisa de equipamentos especiais para se exercitar. É necessário apenas a disposição de abandonar a inatividade física; o combate ao sedentarismo é a estratégia número um na luta para diminuir a incidência das doenças crônicas não transmissíveis, por exemplo as doenças cardiovasculares e a diabetes.

Números do IBGE mostram que 47% dos brasileiros são sedentários. A OMS considera que 30 minutos de atividade física leve a moderada, cinco vezes por semana já são um ótimo começo para conseguir que os benefícios possam ser sentidos no organismo, no corpo e na mente das pessoas.

Se você está sedentário há algum tempo e tem receio de voltar a praticar alguma atividade física por não ter fôlego ou considerar não possuir disposição suficiente para isso, não se preocupe. Inicialmente você deve procurar uma atividade que lhe agrade e até convidar um amigo para participar. O profissional de Educação Física é a pessoa ideal para orientar sobre o assunto. Ficar parado é que não dá.

A atividade física pode ser definida como qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que requerem gasto de energia, tais como: caminhadas, corrida, ciclismo, natação, dança, qualquer atividade esportiva e evidentemente a recreação, que podem ser realizadas em qualquer nível de habilidade e diversão.

Incorpore a atividade física no seu dia a dia. Ande até a padaria, desça um ponto antes da sua casa ou escola, suba e desça pelas escadas em vez de usar o elevador, saia para passear com cachorro, cuide do jardim, encontre seus amigos a pé. Brinque mais com a vizinhança: pule corda, amarelinha, corra em locais apropriados, SEJA ATIVO!

A prática regular de atividade física é capaz de melhorar a circulação sanguínea, fortalecer o sistema imunológico, ajudar a emagrecer, diminuir o risco de doenças cardíacas e fortalecer os ossos, por exemplo. Os idosos também podem fazer exercícios e os mais indicados são aqueles que estão de acordo com a funcionalidade do corpo. É também importante para melhorar a qualidade de vida e a disposição para realizar as atividades do dia-a-dia e, por isso, é importante as pessoas de todas as idades praticarem exercício.

Outros benefícios relacionados a atividade física são: melhorar a autoestima e promover a sensação de bem-estar; diminuir a depressão; diminuir o estresse e o cansaço; aumentar a disposição; melhorar a força e resistência muscular; melhorar a aparência da pele.

É importante que antes de começar ou voltar a praticar exercícios sejam realizados exames para verificar o estado geral de saúde para que seja indicado o melhor tipo de atividade física e/ou exercício, bem como a intensidade indicada, por exemplo. Além disso, o ideal é que você seja acompanhado por um profissional de educação física capacitado.

Autora: Thaisa Rodbard Mileo professora nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

Sesc Paraíba realiza campanha sobre importância da vacinação contra o sarampo

O Sesc Paraíba, com o apoio do Departamento Nacional da instituição, realiza uma campanha em todas as suas unidades sobre a importância da vacinação contra o sarampo em todos os públicos.

O objetivo da ação é disseminar a importância da vacinação diante do ressurgimento de doenças já controladas, como o sarampo, que vem sendo diagnosticado em tantos casos que, atualmente, estão ocorrendo em todo o Brasil; como também a necessidade de todos se vacinarem para garantia da saúde, tendo em vista que as vacinas já salvaram dezenas de milhões de vidas no último século.

No caso do sarampo, até a criação da primeira vacina, cerca de 2,6 milhões de pessoas morriam, a cada ano, no mundo. Com a vacinação, foi reduzido para 80% o número de mortes por sarampo entre 2000 e 2017 no planeta, segundo a OMS.

O setor de Educação em Saúde da Escola Sesc Dom Ulrico irá realizar diversas ações, dentre elas, palestras com os pais dos alunos, para alertar sobre os cuidados que devem ser tomados, além de informar sobre a necessidade de levar seus filhos para atualizar a vacina, mesmo que já tenham sido vacinados ou contraído a doença.

O público-alvo da campanha são os frequentadores das unidades do Sesc, os alunos da escola e o público das redes sociais. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina que protege não só contra o sarampo, mas também contra rubéola, caxumba e varicela.

O Sesc Paraíba apoia essa causa e convida você para aderir à campanha: “Eu tô vacinado. Você tá vacinado. Todo mundo vacinado”.

 

Assessoria

 

 

Famílias na PB negam 41% das possíveis doações de órgãos; irmã de doador destaca importância

Cerca de 41,6% das possíveis doações de órgãos na Paraíba em 2019 não ocorreram por negativas das famílias, segundo dados da Central de Transplantes do estado, coletados até o dia 19 deste mês. Edmilson Silva é uma exceção a essa estatística. Após a morte dele, no dia 6 de setembro, a família decidiu doar o coração, rins, córnea e fígado. “Eu saberia que, a cada pessoa que recebesse um órgão, ia estar ali um pedacinho dele, sobrevivendo”, contou Lenilda Silva, irmã dele.

A coleta do coração de Edmilson para transplante foi a primeira realizada na Paraíba em um período de 10 anos, caso que virou exemplo e ganhou destaque ao longo da semana desta sexta-feira (27), Dia Nacional do Doador de Órgãos e Tecidos.

Os dados indicam que, até o dia 19 de setembro, 48 mortes encefálicas foram confirmadas pela Central, sendo 33 em João Pessoa e 15 em Campina Grande. Porém, apenas em 11 casos os órgãos foram efetivamente captados e o motivo que mais pesa para a diferença entre esses números é o “não” ao procedimento, dito por 20 famílias.

A doação de órgãos pós-morte só pode ocorrer, de acordo com o Ministério da Saúde, quando é constatada a morte encefálica, ou seja, quando ocorre a perda completa e irreversível das funções cerebrais.

O irmão de Lenilda morreu após sofrer um acidente de moto, quando estava indo buscar uma outra irmã. Aos 34 anos, ele morava em Cabedelo, município situado na Grande João Pessoa, era casado e pai de dois filhos, um de 8 anos de idade e outro que ainda está na barriga da mãe, com quatro meses de gestação.

“Eu choro todos os dias. Ele era uma pessoa muito boa, muito amorosa, gostava de ajudar, estava sempre presente. É uma dor inesquecível, na verdade. Eu acredito que o que mais fez conformar (com a morte) foi a doação de órgãos. Depois disso, pra minha família, pra mim, ele não se foi”, lembrou Lenilda.

O pedreiro foi internado no Hospital Estadual de Emergência e Trauma de João Pessoa em uma segunda-feira, dia 2 de setembro, e entrou em coma no dia 4 do mesmo mês. Na quinta-feira, ao ir visitar o irmão, Leninha, como é chamada pelos amigos, descobriu que ele havia morrido.

A diarista contou que foi abordada por uma equipe médica, que perguntou se a família gostaria de doar os órgãos e informou que esse ato poderia salvar as vidas de até seis pessoas. De primeira, ela concordou. Entretanto, ainda era preciso conversar com os outros membros da família sobre o assunto, enquanto dava a notícia da morte do irmão.

Lenilda descreve o irmão Edmilson, que morreu e teve os órgãos doados na Paraíba, como amoroso e prestativo — Foto: Lenilda Silva/Arquivo pessoal

Lenilda descreve o irmão Edmilson, que morreu e teve os órgãos doados na Paraíba, como amoroso e prestativo — Foto: Lenilda Silva/Arquivo pessoal

“Tava eu e minha irmã comigo. Aí eu perguntei a ela ‘tu vai aceitar que seja feita essa doação de órgãos?’ e ela falou ‘não, eu quero meu irmão por completo’. Aí foi quando eu expliquei pra ela ‘irmã, o importante é o espírito e ele já partiu pra Cristo, ele não se encontra mais aqui, o que está aqui é uma matéria. Tu já imaginou um pedacinho dele salvando seis vidas?’” comentou.

Com a resistência da irmã, elas decidiram conversar com a mãe sobre o procedimento. À princípio, ela hesitou tomar a frente, porém escolheu seguir com a doação e ver a vida do filho continuar em outras pessoas. Leninha relatou ainda que, no dia do velório, a mãe deles contou que foi lembrada, por outra pessoa, de um pedido que havia sido feito pelo filho pouco tempo antes do acidente.

“Ela disse que tinha esquecido desse pedido que ele tinha feito, mas essa pessoa foi e lembrou a ela. ‘Lembra do dia que ele falou pra senhora que, no dia que Deus levasse ele, doasse um pedacinho dos órgãos dele pra pessoas que precisassem?’ Aí foi quando confirmou a minha decisão”, narrou.

Até o dia 19 deste mês, a Paraíba tinha 360 pessoas que aguardavam por córneas, 146 por rins, 10 por fígado e uma por coração. Em contrapartida, até então tinham sido realizados 102 transplantes de córneas, 14 de fígado e 17 de rins, além de seis transplantes entre pessoas vivas.

A decisão da mãe de Edmilson foi aceita e respeitada pelos oito irmãos e pela esposa dele, segundo Leninha. A família acompanhou o processo de retirada e permaneceu no hospital até o momento em que alguns dos órgãos foram encaminhados para Recife, em Pernambuco, para transplante.

“Desde o dia da doação até hoje eu não escuto nenhuma pessoa da minha família dizer que está arrependida do que fez. Não, eu escuto dizer que foi a melhor coisa que fez”, disse.

O ato da família não somente salvou as vidas dos receptores, mas inspirou outras pessoas, que presenciaram todo o processo, a tomar a mesma decisão quando chegar o momento necessário, como foi o caso do esposo de Leninha.

“Ele tinha falado pra mim assim ‘no dia que eu falecer, não doe meus órgãos’. Ele falou desse jeito pra mim. Aí quando foi na retirada dos órgãos do meu irmão, quando passaram com o coração dele [Edmilson], ele [o esposo] pegou a chorar e falou assim ‘no dia que eu falecer, o que servir de mim pode doar’”, destacou.

A diarista, que explicou que tomou a frente de quase todas as questões que precisaram ser resolvidas depois do acidente, comentou que a “ficha só caiu” quando precisou escolher o caixão. No entanto, ela afirmou que a decisão de doar os órgãos foi, em meio a tantas dificuldades, um acerto.

“É tanta gente na fila de espera, esperando por um órgão. Muita gente com poucos dias de vida. E às vezes tem gente que tem possibilidade de doar, mas não doa. Eu me vejo no lugar daquela pessoa esperando por uma doação de órgão e, de repente, essa pessoa aparece e doa. Tu já imaginou como eu não ficaria? Eu acho que eu não teria palavras pra agradecer à família daquela pessoa, porque eu saberia que estava salvando a minha vida”, frisou.

“Eu saberia que ele tinha partido, mas deixou um pedacinho dele para me deixar viva na Terra. É por isso que eu não me arrependo”, ressaltou.

Transplantes impossibilitados

O Diretor da Central de Transplantes da Paraíba, o médico Luís Gustavo, afirmou que a proporção de negativas das famílias em relação ao total de possíveis doações teve uma baixa significativa em agosto.

Número de transplantes de órgãos tem crescido na Paraíba, segundo dados da Secretaria de Saúde — Foto: Secom-PB/Divulgação

Número de transplantes de órgãos tem crescido na Paraíba, segundo dados da Secretaria de Saúde — Foto: Secom-PB/Divulgação

“Esse mês a gente teve cinco potenciais doadores que tornaram-se doadores efetivos, que é muito para um mês. Então a gente diminuiu significativamente a negativa familiar, quando a gente avalia de forma ampla, era 70%, então já está caindo”, explicou.

Entre os outros motivos que impossibilitaram a doação de órgãos entre as 48 mortes encefálicas estão parada cardiorrespiratória antes da retirada, contraindicação pelas condições clínicas e idade avançada.

A doação

Os órgãos e tecidos doados são direcionados para pacientes que estão aguardando em uma lista única, organizada pela Central de Transplantes das Secretarias Estaduais de Saúde e controlada pelo Sistema Nacional de Transplante, segundo o Ministério da Saúde.

Ainda conforme a pasta, o Brasil possui o maior sistema público de transplantes do mundo, o Sistema Único de Saúde (SUS), pelo qual os pacientes recebem assistência integral e gratuita. Veja abaixo as diretrizes para o procedimento.

Tipos de doadores

  • Doadores vivos: qualquer pessoa que concorde com o procedimento, desde que não prejudique a própria saúde. Nesses casos, podem ser doados um dos rins, parte do fígado, da medula óssea ou do pulmão. A legislação estabelece que parentes de até quarto grau e cônjuges podem ser doadores, porém, pessoas que não têm essas relações devem obter autorização judicial.
  • Doadores falecidos: como foi o caso de Edmilson, são pacientes com morte encefálica confirmada, geralmente vítimas de traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC). O diagnóstico é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Em caso de parada cardiorrespiratória, podem ser doados tecidos, como córnea, pele e muculoesquelético.

Doação pós-morte

No Brasil, conforme o Ministério, esse tipo de doação só pode ser feita com a autorização familiar, ou seja, não existe uma forma efetiva de garantir que a vontade do doador se cumpra. Por isso, o caminho mais indicado é o diálogo. Apesar disso, caso haja decisão judicial, a vontade pode ser respeitada se tiver sido expressamente registrada.

Medula óssea

O transplante pode ser feito entre pessoas vivas e consiste na substituição de medula óssea doente por células normais. Os doadores devem ser cadastrados no Registro nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Este ano, um paraibano realizou esse tipo de doação pela segunda vez em menos de quatro anos, por ser compatível com receptores. “Desejo que mais pessoas consigam salvar vidas”, afirmou Arinaldo Azevedo, de 35 anos.

*Sob supervisão de Taiguara Rangel

G1

 

Em sessão na Câmara de Solânea, autoridades e especialistas falam sobre importância de discutir suicídio

A Câmara de Vereadores de Solânea realizou, na última terça-feira (10), uma sessão especial para debater o suicídio. Proposta pelo vereador Márcio Prudêncio, a sessão contou com as palestras da psicóloga Silmara Moreira e a Assistente social Maria das Neves.

Além das palestrantes, autoridades municipais e representantes de setores da saúde e educação também se fizeram presentes para debater o tema. O juiz da comarca Dr. Osenival dos Santos, o prefeito Kayser Rocha e o vice-prefeito Edvanildo Junior deram suas opiniões com relação a importância de discutir com as famílias, escolas e setores de saúde a questão da depressão.

A sessão fez parte da Campanha Setembro Amarelo, uma campanha nacional. Autor da propositura o vereador Márcio destacou a importância dessa discussão ser além do mês de setembro. “É um tema que não deve ser tratado apenas no mês de setembro, visto hoje quantos jovens e adultos têm cometido suicídio em nosso país”, comentou Márcio.

O presidente da Casa Antônio Melo de Azevedo, vereador Flávio Evaristo, destacou a importância dos debates públicos ocorridos na Câmara Municipal. “Desde quando assumi o mandato aqui nesta casa, sempre destaquei que a Câmara é um espaço para o debate público de interesse social, quero parabenizar a iniciativa do vereador Márcio e também a presença de autoridades municipais, como o nosso juiz Dr. Osenival, do prefeito Kayser, Edvanildo Júnior, nosso vice-prefeito, dos vereadores e da comunidade, que compareceu para juntos tratarmos de um assunto tão importante,” comentou Flávio.

A imprensa local também se fez presente, através das rádios e portais de notícias da cidade.

Ascom-CMS

 

 

Vereador pede apoio do Governo do Estado e destaca importância econômica do São João para Bananeiras

“A nossa atividade econômica é fortemente incrementada pela festa de São João, que é referência estadual e fundamental para o desenvolvimento econômico da nossa cidade”, afirmou o Vereador Ramom Moreira na última sessão da Câmara de Bananeiras.

Na ocasião o parlamentar bananeirense fez questão de destacar a quantidade de negócios imobiliários, comerciais e de serviços fortalecidos durante os festejos juninos de Bananeiras. “Venda de terrenos, construção de casas, aumento no faturamento dos restaurantes, lanchonetes, hoteis e até para os artistas populares, todos lucram com o São João em nosso município”, afirmou Ramom.

Além disso, o Vereador parabenizou a gestão pública municipal, conduzida pelo prefeito Douglas Lucena, pela excelente qualidade da festa, que a um custo relativamente reduzido, atende sempre a expectativa dos moradores e visitantes.

O parlamentar pediu que o Governo do Estado ajude a Prefeitura de Bananeiras na mobilidade urbana do Município, garantindo recursos financeiros para a pavimentação de vias alternativas de acesso ao centro da cidade, através da PB 105.

“Temos o melhor São João Pé de Serra do mundo e precisamos garantir comodidade e segurança no trânsito para os nossos moradores e turistas, fortalecendo assim a atividade turística local, pilar fundamental da nossa economia”, avaliou Ramom Moreira.
O vereador Ramom está exercendo o segundo mandato parlamentar e discute constantemente assuntos econômicos de interesse regional nas sessões ordinárias da Câmara Municipal.

 

Assessoria

 

 

A importância de criar uma identidade única para a marca

O sucesso de uma empresa não depende apenas do brilhantismo da ideia que a originou nem da qualidade dos produtos e serviços apresentados pela mesma.

Hoje em dia, o mercado está a ficar cada vez mais saturado e, com o nascimento diário de novas empresas, não é de estranhar que comece a sentir-se que a dificuldade na gestão empresarial é cada vez maior.

Mais do que criar uma simples empresa, hoje em dia, é importante a construção de uma identidade sólida, distinta, memorável e única. Na verdade, a ausência deste tipo de caraterística é um passo para a desistência, a perda de motivação e o insucesso.

Em pleno século XXI, o marketing já o descobriu e já tenta aplicá-lo ao vasto universo das empresas online. Nome, logótipo, slogan, design de páginas, criação de conteúdos para SEO, gestão de redes sociais e contratação de serviços de entregas e gestão logística estão na ordem do dia para quem quer garantir que tem uma marca sólida e com futuro.

Evidentemente, o papel de aspetos de identidade, como o são fulcrais para o estabelecimento de uma relação sólida e efetiva com o público, sendo fundamentais no momento em que se começa a construir a marca.

Não é também de estranhar, com o crescimento da mídia social e a experiência da atualidade, onde o tempo parece sempre correr, que as imagens realmente “digam mais do que mil palavras”.

Hoje, para que uma empresa consiga conquistar o seu público, o papel das imagens é muito importante e a presença nas redes sociais também impera.

Acima de tudo, quando se entra no panorama das empresas digitais, o mais importante é garantir que, quando um consumidor se cruza com o nome ou o logótipo da empresa, este é capaz de a distinguir das demais. Para que isto aconteça, é necessário que a identidade da marca seja forte.

Neste artigo, vamos explorar a importância de criar uma identidade única para a marca e dizer-lhe alguns aspetos fundamentais para que tal aconteça

A criação de um logótipo adequado

O logótipo é muito importante para a identidade da marca. Tudo num logótipo – desde a sua cor, o lettering das palavras (caso constem do mesmo), o formato e a imagem – devem adequar-se aos princípios, à atividade e aos objetivos da marca.

Numa época onde cada vez mais empresas nascem, o logótipo deve ser um marco na diferença, permitindo que a sua marca se distinga, com facilidade, das demais. Para isso, é necessária a criação de uma imagem sólida, lógica e que não copie os modelos já existentes.

O logótipo é considerado um aspeto muito importante do marketing online, enquadrando-se no design digital. Este deve ser pensado considerando vários aspetos e tendo sempre em mente os objetivos e o público alvo.

Usualmente, para que este objetivo seja plenamente cumprido, as empresas optam pela contratação de criativos da área do e-marketing e do design. Juntos, estes profissionais podem criar um logótipo totalmente original e que ajude a destacar uma determinada empresa.

Ainda assim, quando se inicia uma jornada pelo mundo das empresas digitais, nem sempre existe a margem económica que permite esta forma de ação. Felizmente, adequando-se às mudanças no mundo, a Internet foi também espaço de criação de geradores de logótipos, ferramentas que podem ajudá-lo a encontrar o logótipo certo para a sua empresa, de forma gratuita ou com orçamentos mais em conta.

A criação de um nome sonante

Claro que, antes mesmo da criação do melhor logótipo para a sua empresa, algo que deverá também considerar é o nome que quer dar à sua marca.

Para começar, é importante que recorde que o nome não deverá ser demasiado semelhante ao de outras empresas, principalmente se estas forem, já, renomadas.
O ideal é que crie um nome que tenha a ver com o setor de atividade em que opera, que seja apelativo para o público, sonante e fácil de memorizar. Estas caraterísticas ajudarão a criar uma identidade para a marca e, em simultâneo, farão com que os utilizadores se recordem da sua empresa com maior facilidade.

Procure criar um nome que seja também simples e que tenha domínios de internet disponíveis. Desta forma, encontrar o seu espaço online será mais simples e poderá conquistar mais seguidores e clientes.

Crie um slogan que defina a atividade

Os slogans são formas divertidas de dizer ao cliente quais as intenções da empresa. Um bom slogan deve ser memorável, simples, “catchy” e informativo.

Muitas vezes, quando as empresas gozam de alguma reputação, estas utilizam o slogan, também, para reforçar alguns dos valores da marca, o que ajuda, também, a criar uma sensação de cumplicidade e confiança com os clientes.

A criação de um bom slogan será, sem dúvida, um aspeto identitário que ajudará a dar destaque à sua marca.

 

Marketing de Conteúdo SLU

 

 

Transitions reforça a importância da prevenção durante mês de combate à cegueira

Cuidados diários com olhos previnem doenças oculares e contribuem para a diminuição dos índices de cegueira em todo o mundo

O mês de abril é dedicado ao combate e prevenção da cegueira em todo o mundo e a Transitions Optical, líder mundial na produção de lentes fotossensíveis, aproveita a oportunidade para ressaltar a importância da prevenção e da proteção dos olhos ao longo de toda a vida, incentivando os cuidados diários com olhos.

De acordo com estimativas da OMS, cerca de 40 milhões de pessoas no mundo são cegas e outras 135 milhões sofrem limitações severas de visão, que poderiam ter sido evitadas se diagnosticadas e tratadas corretamente. No Brasil, 64% dos brasileiros têm alguma dificuldade em enxergar e apenas a metade faz acompanhamento oftalmológico anual. “Como grande parte dos problemas oculares têm início assintomático e evolução rápida e silenciosa, é muito importante tomar as precauções necessárias, como a visita periódica ao oftalmologista. Os primeiros sintomas de alteração visual só serão percebidos nos estágios avançados de doenças como catarata e glaucoma, o que aumenta o risco de cegueira”, afirma a oftalmologista Dra. Márcia Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da América Latina.

A proteção contra os raios UV e a luz azul nociva está entre os principais cuidados que devem ser tomados todos os dias. O aumento da incidência de catarata, por exemplo, está associado diretamente à exposição diária aos raios nocivos do Sol. Assim como doenças mais graves como câncer ocular e a degeneração macular. “Esse cuidado deveria começar já na primeira infância e seguir pela vida adulta. Grande parte da população não tem consciência de que utilizar óculos com proteção contra os raios nocivos do sol é um item tão indispensável quanto o uso diário de protetor solar na pele”, garante a oftalmologista.

Uma das formas mais simples e efetivas para evitar possíveis problemas é fazer o uso de óculos com proteção solar. Para os usuários de óculos de grau, a alternativa é utilizar as lentes fotossensíveis. “As lentes Transitions ajudam na proteção contra os raios UV e luz azul, e se adaptam ao nível de luminosidade do ambiente, garantindo maior conforto visual. Temos o compromisso de propagar a importância dos cuidados diários com olhos e, dessa forma, contribuir com a diminuição dos índices de cegueira no país e no mundo”, conta Tatiana Nardez, gerente de marketing da Transitions Optical no Brasil.

Sobre a Transitions Optical

A Transitions Optical é líder mundial na produção de lentes fotossensíveis (adaptáveis) para os fabricantes ópticos em todo o mundo. Em 1990, foi pioneira na fabricação e comercialização de lentes adaptáveis de resina. Como resultado do seu investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento tecnológico, a Transitions Optical oferece uma ampla variedade de produtos, estabelecendo novos parâmetros de performance em proporcionar cada vez mais conforto e proteção UV para a visão. Liderança de produto, foco no consumidor e excelência operacional fizeram da Transitions ® uma das marcas mais reconhecidas do ramo óptico. Para mais informações sobre a empresa e sobre as lentes Transitions, acesse: transitions.com.br

 

Assessoria de imprensa

 

 

Fonoaudióloga fala sobre importância da voz e destaca que maçã e frutas cítricas são aliadas da saúde vocal

Nesta terça-feira (16), data em que se celebra o Dia da Voz, a fonoaudióloga do Hapvida em João Pessoa, Claudionária Torres, fala dos cuidados necessários com a voz e explica como ela é produzida. Mas, a primeira recomendação é simples: a atenção com esse importante instrumento de comunicação não deve se limitar apenas a quem trabalha com ele. A especialista informa que alimentos como maçã e frutas cítricas são aliados da voz.

De acordo com a especialista, as principais estruturas responsáveis pela produção vocal são as pregas vocais. “Elas ficam localizadas na laringe e para que a voz seja produzida é necessário que o ar, vindo dos pulmões durante o ato de expiração passe pelas pregas vocais, fazendo com que elas vibrem. Essa vibração ou som é o que chamamos de voz”, explica.

Claudionária Torres afirma que algumas atitudes que costumamos tratar como normal muitas vezes provocam problemas na voz. “Falar muito alto ou em ambiente muito ruidoso, tensão e/ou esforço ao nível de pescoço e ombros durante a fala, falar durante longos períodos de tempo e pigarrear excessivamente são alguns fatores que contribuem para problemas na voz”, esclarece.

Entre as doenças que podem desencadear problemas de saúde, devido ao mau uso da voz, são os nódulos vocais, pólipos e cistos. Os sintomas incluem rouquidão, voz soprosa e falhas na voz. Além de garganta seca, necessidade de pigarrear, que tendem a progredir por dias ou semanas. “O indivíduo acometido por qualquer alteração vocal, seja ela por mau uso ou alguma perturbação no funcionamento das pregas vocais, pode chegar ao grau de afonia, que é a perda total da voz”, afirma a fonoaudióloga.

A fonoaudióloga ainda alerta que “a voz é extremamente importante e essencial para a comunicação com outras pessoas, assim como para expressar os próprios sentimentos (por meio do canto, por exemplo), logo, ela passa a nos representar e se torna nossa identidade”.

Além disso, a especialista lembra que as pessoas tendem a valorizar a voz apenas quando são acometidos por alguma alteração vocal (transitório ou permanente), e se veem quase impossibilitados de se comunicar. “Cuidar da voz e estar atento aos primeiros sintomas de alteração vocal como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão é essencial. No caso de problemas vocais, é de suma importância buscar ajuda com um fonoaudiólogo e/ou um médico otorrinolaringologista”, finaliza.

Para combater todo e qualquer problema com a voz, a fonoaudióloga Claudionária Torres elenca alguns comportamentos , alimentos e cuidados importantes para com a voz. São eles:

1. Lembre-se de beber muita água;
2. Cuide da sua postura, mantendo a coluna ereta e o pescoço alinhado ao eixo corporal;
3. Use sapatos confortáveis e roupas leves, evitando apertar a região do pescoço e abdômen;
4. Evite falar excessivamente, faça pausas ao longo do dia (repouso vocal) e dê intervalos enquanto fala;
5. Evite falar em local muito ruidoso, espere diminuir o barulho para continuar sua fala;
6. Evite gritar, falar ou rir demasiado alto constantemente;
7. Evite falar fora do seu tom habitual (mais agudo, mais grave ou sussurrar);
8. Evite pigarrear, devendo substituir por tosse ou deglutir a saliva;
9. Evite falar muito durante estados gripais ou crises alérgicas;
10. Aqueça sua voz, preparando os músculos para a produção da voz;
11. Relaxe a garganta fazendo exercícios de desaquecimento após falar por mais tempo;
12. Evite leite e derivados como queijos e iogurtes, assim como chocolate antes e durante o uso da voz porque aumentam a secreção na garganta;
13. Pastilhas e balas em geral devem ser evitadas porque causam uma sensação de alívio imediato e você pode não perceber que está falando com esforço;
14. Fumar, pois o fumo irrita a mucosa das pregas vocais;
15. Coma alimentos como maçã e frutas cítricas, que tem propriedade adstringente e favorecem a limpeza e lubrificação.

 

Assessoria de Imprensa